ESTUDO DA VIABILIDADE TÉCNICA DA FIBRA DO TUCUMÃ-I (ASTROCARYUM ACAULE) PARA PRODUÇÃO TÊXTIL

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1 ESTUDO DA VIABILIDADE TÉCNICA DA FIBRA DO TUCUMÃ-I (ASTROCARYUM ACAULE) PARA PRODUÇÃO TÊXTIL KARLA MAZARELO FERREIRA MACIEL (UFAM) CLAUDETE CATANHEDE NASCIMENTO (INPA) ALMIR DE SOUZA PACHECO (IESA) Este artigo apresenta um estudo da viabilidade técnica da fibra de tucumã-i (Astrocaryum acaule) para a produção têxtil. Busca-se reunir design, tecnologia e conhecimento científico na avaliação das características dessa matéria-prima, posssibilitando a concepção de um novo produto florestal para o ingresso no mercado industrial têxtil. Palavras-chaves: Fibra de Palmeira, Design, Tecnologia, Produto Florestal Têxtil

2 1 - Introdução A indústria têxtil é a maior consumidora de fibras naturais para confecção de produtos, sobretudo os tecidos, sendo exigente e obedecendo a normas fiscalizadas por órgãos como: INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), IPEM (Instituto de Pesos e Medidas) e CONMETRO (Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), que acompanham todas as etapas da concepção do produto e verificam a existência, ou não, de parecer científico sobre as propriedades das fibras naturais introduzidas na cadeia têxtil onde, nesse caso, destacam-se: o algodão, a lã, a seda, o linho, a juta e o rami como as mais consumidas na produção de tecidos naturais e com experimentações respaldadas, tecnologicamente. Na linha de fibras naturais provenientes das palmeiras, encontra-se a fibra do tucumã-i, originada pelo gênero Astrocaryum acaule, que segundo Souza et al (2004) é bastante utilizada na confecção de produtos artesanais como: bolsas, calçados, esteiras, tapetes, redes, colares, pulseiras, chapéus, entre outros. A sua distribuição geográfica está concentrada, em grande parte, no estado do Amazonas, principalmente na área pertencente ao alto Rio Negro, tendo a população indígena como sua maior fornecedora e consumidora. A fibra do tucumã-i está sendo apontada, naquela região, como opção para geração de produtos têxteis. Contudo, tal recurso necessita de um estudo tecnológico apropriado que leve em consideração: gênero, espécie, origem, utilidade e formação vegetal, uma vez que os experimentos realizados com o mesmo demonstram métodos empíricos que comprometem as características físicas, químicas e organolépticas da sua estrutura. O estudo da viabilidade técnica da fibra do tucumã-i para produção têxtil, busca fazer uma ponte entre os conhecimentos: artesanal, científico na área da engenharia florestal e técnico do design para que juntos possam contribuir com uma forma de valorizar as palmeiras da região amazônica, ricas fontes geradoras de recursos naturais, na concepção de um novo produto florestal para o ingresso no mercado industrial têxtil, razão pela qual a pesquisa encontra-se centralizada nos seguintes objetivos: Avaliar as características tecnológicas da fibra do tucumã-i (Astrocaryum acaule); Comparar as propriedades analisadas com as de produtos similares; Desenvolver um protótipo confeccionado a partir da fibra do tucumã-i (Astrocaryum acaule), respaldado nas avaliações técnicas realizadas; e Avaliar a viabilidade de produção e comercialização do produto final. 2 - Materiais e Métodos Essa pesquisa baseou-se nos métodos e ferramentas abordadas por Tripodi et al. (1975), que se dividem em três etapas: Quantitativo-descritivo, Exploratório e Experimental, realizados junto a profissionais do artesanato indígena; das Engenharias: Florestal, de Produção e Química e com usuários em potencial dos produtos do projeto. O estudo foi estruturado com base nos aspectos teóricos e práticos da tecnologia dos produtos florestais e da gestão do design, habilitado na área têxtil, seus métodos, formas de aplicação e posicionamentos que orientam o processo projetual e a compreensão das mudanças de paradigmas. 2

3 As avaliações tecnológicas das amostras, fibras do tucumã-i (Astrocaryum acaule) foram centradas nas normalizações ditadas pela ASTM (Annual Standart Trade Materials), COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnica) e ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Como instrumentos de coleta de dados, foram utilizados questionários e interlocução com empresas de negociação e vendas de produtos amazônicos, rede de hotéis para empresários e executivos da área têxtil, e cursos de design existentes na cidade de Manaus /Amazonas / Brasil. 3 - Desenvolvimento Com base nos estudos feitos na engenharia florestal, algumas amostras de fibras do tucumã-i (Astrocaryum acaule), foram selecionadas e destinadas à caracterização tecnológica. O objeto da pesquisa foi doado pela Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro - AMARN, localizada a Rua 06, n.156, Conjunto Villar Câmara, Aleixo - Manaus/Amazonas/Brasil. Em seguida iniciaram-se os estudos para a avaliação da viabilidade técnica da fibra do tucumã-i para a produção têxtil Propriedades Tecnológicas Propriedades Organolépticas Nesta fase as fibras foram caracterizadas para verificar cheiro, gosto e textura conforme a norma NBR 13774:1997 COPANT Módulo de Elasticidade Foi determinado o módulo de elasticidade da fibra de acordo com a norma ABNT: 43-1/1999 para verificar a resistência dessa matéria-prima à flexão estática Toxidade e teor de umidade A avaliação da toxidade foi realizada conforme prescrição da norma ASTM , que para o seu procedimento foi necessário adaptar as amostras ao aspecto de serragem (figura 01). Figura 01 Adaptação das amostras para serragem Obtendo as serragens das amostras, as mesmas foram lavadas num recipiente de vidro com éter etílico para eliminar as impurezas e gorduras adquiridas no manusear das fibras durante o processo (figura 02). Em seguida misturou-se 1g da fibra picotada com 5ml de água destilada e uma gota de solvente de H 2 S0 4 (ácido sulfúrico) em um erlenmeyer de 125ml com tampa esmerilhada. Prendeu-se na tampa uma fita de papel embebido anteriormente e seco à 3

4 temperatura ambiente com solução de ácido pícrico a 10% + carbono de sódio a 10%, tendo o cuidado para que a fita não tocasse na solução. Figura 02 Teste de toxidade A mistura foi aquecida em estufa durante 30 minutos (figura 03). Figura 03 Aquecimento em estufa Nas avaliações feitas para obtenção dos heterosídeos cianogênicos, verificou-se que não há presença de componentes químicos na fibra em razão do teste ter apresentado cor marrom escura que indica um índice nulo de reação neste primeiro momento, ou seja, os íons cianeto reagiram com o picrato, caracterizando a cor marrom-avermelhada no papel, indicando assim a presença de heterosídeos cianogênicos (MATOS, 1980), onde na primeira avaliação, a fita de papel ficou marrom escuro, logo não há a presença de componentes tóxicos, assim como na segunda que obteve o mesmo resultado. A umidade foi determinada através da relação peso verde /peso seco, conforme a norma ASTM , para o qual foi pesada uma 1g de amostra da fibra em balança analítica. Em seguida, foram submetidas à secagem em estufa a 103 ± 2 C por 1 hora e então pesados até atingir peso constante para a determinação do teor de umidade ou (fórmula 1): U% = PU-PS x 100 (1), onde: PU = Peso Úmido PS Análise comparativa PS = Peso Seco Após as avaliações tecnológicas feitas nas amostras da fibra do tucumã-i ( Astrocaryum acaule), realizou-se uma análise comparativa entre as propriedades existentes nas demais fibras naturais utilizadas na cadeia têxtil. 4

5 3.3 - Adaptação da fibra Astrocaryum acaule para a produção têxtil Fiação da fibra Astrocaryum acaule Nessa etapa foi realizado o processo para obtenção dos fios que teceriam a manta natural (tecido) a partir das talas, como mostra a figura 04. Figura 04 Adaptação das palhas de tucumã-i para fios (fiação) A manta de fibra do tucumã-i foi confeccionada pelas artesãs indígenas pertencentes à AMARN (Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro) Criação, planejamento e confecção do protótipo Após a confecção da manta, buscou-se desenvolver um protótipo que combinasse criatividade e conhecimento técnico referente aos componentes do objeto de estudo. Para tal foram produzidos croquis (desenhos) para a representação de um produto têxtil (vestuário feminino) condizente à região amazônica, enfatizando alguns conceitos do design (figura 05). Figura 05 Propostas para confecção do protótipo Na proposta A, têm-se um corselet em cortes abertos, valorizando a forma feminina com 5

6 detalhes em amarras frontais e fecho em zig-zag, forrada com tecido de cetim. Na B, uma blusa imitando a estrutura da renda, com amarras transpassadas e enlaçadas às costas. O forro foi feito com tecido de crepe acetinado. A fase final do processo de confecção do produto foi realizada por uma costureira (figura 06). 4 - Resultados Obtidos Propriedades tecnológicas Figura 06 produção e acabamento do tecido de tucumã-i Nas avaliações realizadas com a fibra do tucumã-i (Astrocaryum acaule), não foram detectados cheiro e gosto indistintos. Em relação a sua textura apresentou-se a formação de tramas bem definidas e macias com a capacidade de proporcionar sensação agradável à pele. O objeto de estudo apresentou características qualitativas relacionadas à sua elasticidade quando testada nos quesitos: ondulações, espessuras, resistência e coloração. Foi comprovada uma boa flexibilidade nos testes de manuseio e desdobramento da fibra, sem causar rompimentos bruscos na sua estrutura. Quanto ao aspecto físico, a fibra apresentou-se de forma lisa, macia e alinhada em direção às pontas e uma aparência com brilho natural. Em relação à lavabilidade e resistência a fervura, alvejamento e tingimento, foi constatado que as fibras não demonstraram alteração em sua estrutura, assim como, logo após a lavagem, não mostraram a necessidade de ser passadas. Quando testadas à lavagem a seco, não apresentaram descoloração e ao serem postas na mufla a 200 C, observou-se resistência a esta temperatura. Nos testes para obtenção dos heterosídeos cianogênicos, verificou-se que não há presença de componentes químicos na fibra, uma vez que, todas as avaliações foram realizadas em duplicata, o que veio a reforçar o resultado obtido confirmando a não existência da toxidade na matéria-prima Análise comparativa da avaliação técnica com produtos similares Conforme os parâmetros referentes às legislações cabíveis à produção têxtil estabelecidos pelo IPEM/SP - Instituto de Pesos e Medidas de São Paulo foram comparados os componentes e características tecnológicas existentes nas fibras do algodão, seda, rami, lã e linho com as propriedades avaliadas nas fibras do tucumã-i. Constatou-se um alto grau de compatibilidade e capacidade de atuação na produção de tecidos naturais ou demais similares nessa segmentação, em função da apresentação de variáveis como: resistência, maciez, elasticidade, cheiro, textura, manuseio, lavagem favoráveis a sua utilização na cadeia têxtil. 6

7 4.3 - O produto Com base na teoria proposta por Anthero (2000) e nos princípios do design têxtil para projeção de vestuários, desenvolveu-se um processo criativo/produtivo e autêntico destacando variáveis indispensáveis à projeção das peças que segundo Rigueiral (2002) devem ser destacadas: silhuetas, linhas, texturas e demais formas de composição visual que realçaram uma harmonia sofisticada entre a naturalidade da matéria-prima utilizada, nesse caso a fibra do tucumã-i (Astrocaryum acaule), o estilo, o clima, o uso e o charme atribuídos às roupas. As medidas antropométricas foram obtidas em função do desvio padrão calculado com base nas características do público-alvo. Na confecção do produto aperfeiçoou-se a tecelagem da manta (tecido natural do tucumã-i) à costura, conforme a norma NBR 13374/1995, adaptando as peças à produção têxtil. O resultado passou a existir como input, gerando mais informações, pois todo design tangível traz consigo valores intangíveis que formam os conceitos desse produto. Assim o usuário adquire não só o design, mas todos os valores a ele atribuídos (figura 07). INSUMOS Cultura Usuário Mercado/ Tecnologia Processo de Design PRODUTO FINAL Estilo Ergonomia Preço Figura 07 sistema processador de informações Após a finalização do protótipo, o mesmo foi imediatamente testado em algumas usuárias para verificar o seu comportamento, conforto, usabilidade e resistência (figura08). O públicoalvo mulheres com faixa etária entre 20 e 40 anos (conforme dado estatístico qualitativodescritivo obtido em função da aplicação de questionários) adeptas de condutas moderna e inovadora, porém conservadoras às questões ambientais e ecológicas, que primam pela qualidade e aspectos social-culturais, e conseqüentemente, consumidoras assíduas de produtos estéticos e funcionais conceitualmente projetados demonstraram plena satisfação no experimento dos protótipos. 7

8 Figura 08 Peças confeccionadas com a fibra do tucumã-i (Astrocaryum acaule) Viabilidade de produção e comercialização A confecção do tecido natural de tucumã-i para produção dos protótipos necessitou da mãode-obra de 02 artesãs indígenas em um período de 20h de trabalho e utilizou 02 novelos da fibra do tucumã-i (adaptados das palhas para fios) com 20m (cada), e um tear manual adaptado ao tamanho 120 cm x 60 cm; 01 costureira para a confecção das peças durante 12h. As ferramentas utilizadas na produção dos protótipos foram: 01 máquina de costura manual, 01 máquina de costura industrial, 1.5 m de tecido (cetim e crepe acetinado) para forro e materiais básicos para costura; 01 designer para as atividades projetuais centradas na criação, desenvolvimento e acompanhamento técnico da confecção dos produtos; 01 engenheira florestal para tratar e verificar todo o contexto ambiental que envolve o estudo da matériaprima regional utilizada para a produção têxtil. Todo o custo de produção do projeto está relacionado às horas técnicas trabalhadas de cada profissional envolvido no processo, assim como os tipos e quantidades de materiais necessários a sua execução, podendo ser praticável e acessível a pessoas de caráter físico ou jurídico. Quanto à comercialização do produto conforme o levantamento feito, por meio de questionários e interlocução junto a algumas lojas de produtos florestais amazônicos, empresas executivas, instituições de ensino superior e grupos de pessoas adeptas ao meio ambiente, ecologia e moda na cidade de Manaus/ Amazonas, o perfil do público detectado foi de mulheres com um comportamento moderno, sofisticado e um alto poder aquisitivo, dentre elas: executivas e proprietárias das lojas consultadas que apreciam, usufruem e aprovam o uso de fibras naturais para confecção de tecidos, encontram-se dispostas a experimentar um novo recurso natural, como a fibra de tucumã-i (Astrocaryum acaule) na composição de produtos da segmentação têxtil, principalmente se amparados por estudos técnico-científicos certificados. 5 - Conclusão O objeto de estudo apresentou características qualitativas relacionadas à elasticidade quando 8

9 testada nos quesitos: ondulações, espessuras, resistência e coloração. Foi comprovada uma boa flexibilidade nos testes de manuseio e desdobramento da fibra, sem causar rompimentos bruscos na sua estrutura. Seu aspecto físico apresentou-se de forma lisa, macia e alinhada em direção às pontas e uma aparência com brilho natural. Em relação à lavabilidade e resistência a fervura, alvejamento e tingimento foram constatados que a matéria-prima analisada não demonstrou alterações em sua estrutura, assim como, logo após a lavagem não necessitou ser passada. Nas avaliações de toxicidade não foi encontrada a presença de toxinas nos componentes de formação da fibra. O estudo ergonômico proporcionou uma melhor adaptação dos produtos aos usuários no que concerne a usabilidade e manuseio. Quanto a sua produção, é exeqüível desde que haja o acompanhamento técnico profissional. A viabilidade econômica pode ocorrer em função de parcerias com ONGs (Organizações Não- Governamentais) ou Cooperativas de costureiras e artesãos. A aprovação da utilização da fibra de tucumã-i na confecção e comercialização de tecidos naturais constatou um alto grau de aceitação por parte dos usuários em potencial. A matériaprima, segundo o público consultado, mostrou-se um diferencial inovador em relação aos objetivos da pesquisa, principalmente quando respaldada cientificamente, para a garantia de resultados satisfatórios ao produto final. A fibra do tucumã-i (Astrocaryum acaule) respondeu positivamente aos estudos e avaliações feitas em suas propriedades físicas, químicas e organolépticas considerando o seu gênero, espécie, origem, utilidade e formação vegetal. O recurso apresentou condições favoráveis na sua utilização para confecção de tecido natural, o que comprova a sua viabilidade técnica para a produção têxtil. 6 - Referências ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. Material têxtil: Determinação da resistência da costura em materiais têxteis confeccionados ou não - NBR 13374/1995. ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. Ensaios de Proficiência por Comparações Interlaboratoriais - ABNT: 43-1/1999. ANNUAL BOOK OF ASTM STANDART Vol Wood, ASTM , Pennsylvania. COPANT Comissão Panamericana de Normas Técnicas. Cabo e fio de compensação e/ou extensão Tolerâncias e identificação - NBR 13774:1997. FEGHALI, Mara Kasznar. As engrenagens da Moda. Rio de Janeiro: Editora Senac, IIDA, Itiro. Ergonomia, projetos e produção. São Paulo: Edgar Blücher Ltda, MATTOS, J. R.; MATTOS, N. F. A bracatinga. Publicação IPRNR, Porto Alegre, n. 5, p. 1-40, RIGUEIRAL, Cartola. Design & Moda: Como agregar valor e diferenciar sua confecção. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas, SANTOS, F. Anthero dos. O Design como diferencial competitivo. Santa Catarina: Editora da Univale, SOUZA, Hermes Moreira de... (et al.). Palmeiras brasileiras e exóticas cultivadas. São Paulo: Instituto Platarum, TRIPODI, Tony et al. Análise da Pesquisa Social. Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora,

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