Fundamentos de manuseio de fibra nas redes da próxima geração

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1 Documento técnico Fundamentos de manuseio de fibra nas redes da próxima geração Por: Matt Brown Introdução À medida que a demanda por dados continua a aumentar, cresce também a penetração da fibra óptica nas redes. Embora a contribuição da fibra para o desempenho da rede seja indiscutível, os conectores de fibra são reconhecidos amplamente como o elemento mais problemático da rede física. As estatísticas de diagnóstico e solução de problemas mostram a contaminação da face final da fibra como a principal causa de baixo de desempenho das redes, e fibras contaminadas conectadas são a causa principal de danos permanentes a componentes ópticos. A confiança crescente na fibra para as redes da próxima geração, juntamente com seu potencial negativo quando contaminadas, tornam essencial que os administradores e técnicos que não conhecem bem a fibra se tornem especialistas nos equipamentos e processos que são vitais para a inspeção proativa e sua prática sistemática em cada estágio do manuseio da fibra. A inspeção proativa sistemática é a base das melhores práticas de manuseio da fibra, pois é a única maneira de garantir que nenhuma fibra contaminada seja instalada na rede. Para superar as barreiras intrínsecas à inspeção proativa sistemática, este documento propõe a substituição do medidor de potência óptica (MPO), atualmente o instrumento fundamental usado pelos técnicos de fibra, por um novo instrumento essencial, um dispositivo de MPO/inspeção usado sistematicamente de acordo com um modelo de inspeção proativa baseado nos padrões da International Electrotechnical Commission (IEC). Equipar os técnicos com um modelo baseado nos padrões da IEC fornece a eles procedimentos sistemáticos e critérios de aprovação, que são vitais para garantir que a inspeção proativa seja executada corretamente todas as vezes. A substituição do MPO por esses instrumentos de fibra essenciais resultará na inspeção proativa sistemática, uma melhor prática que elimina a instalação de fibra contaminada e otimiza o desempenho da rede. SITE:

2 Documento técnico: Fundamentos de manuseio de fibra nas redes da próxima geração 2 Apenas o teste não é suficiente Atualmente, a única ferramenta considerada essencial para os técnicos de fibra é o MPO, que mede a energia presente em uma fibra óptica, permitindo que eles determinem se há potência suficiente para suportar a aplicação ou se a atenuação do link atende às especificações. Testar a intensidade do sinal da fibra não é mais considerado adequado, pois as estatísticas de diagnóstico e solução de problemas de fibra óptica revelaram que a contaminação é a principal causa de baixo desempenho da rede física. Fabricantes de equipamentos de alta largura de banda e suas equipes de instalação foram os primeiros a verificar o impacto da contaminação no desempenho da rede. Sua experiência mostrou que, mesmo as melhores práticas de manufatura limpa não eram capazes de evitar que partículas microscópicas penetrassem em sacos vedados e embaixo de proteção contra poeira, gerando um potencial de contaminação mesmo em componentes inteiramente novos. Apenas uma partícula microscópica na face final da fibra pode ficar permanentemente presa no núcleo da fibra durante a conexão. Uma vez presa no núcleo, essa partícula pode causar significativa reflexão posterior e perda de inserção, duas das principais causas de baixo desempenho. Como as partículas microscópicas na fibra antes da conexão podem não ser detectadas pelo MPO, apenas o teste antes da introdução não é suficiente. A única maneira de garantir que uma fibra esteja realmente limpa antes da conexão é através da inspeção visual proativa, usando um microscópio desenhado especificamente para inspeção de fibra óptica. Os argumentos a favor da inspeção proativa Como a contaminação microscópica é sempre uma possibilidade, mesmo em componentes de fibra novos, o potencial total para uma conexão de fibra de baixa perda só é atingido quando os técnicos se certificam de que não haja contaminação antes da primeira conexão da fibra. Essa garantia só é possível através da inspeção visual microscópica de cada fibra, todas as vezes, antes que ela seja conectada, o que define a inspeção proativa sistemática. Qualquer pessoa familiarizada com a camada física de uma rede entende o potencial de contaminação depois que a fibra está no ambiente da rede. Por isso, é essencial para o desempenho da rede que os técnicos pratiquem a inspeção proativa sistemática todas as vezes que manusearem uma fibra. Quando a inspeção proativa sistemática não é praticada, os administradores correm o risco de instalar fibra suja que prejudicará o sinal óptico e diminuirá o desempenho da rede. A conexão de fibras sujas traz ainda o risco da entrada de sujeira na fibra, o que pode causar danos permanentes à fibra e aos equipamentos de rede conectados, e tudo isso pode levar a uma futura interrupção da rede quando o repolimento ou a substituição da rede se tornarem necessários. Além disso, quando fibra danificada pela sujeita só é descoberta após a instalação em equipamentos de rede caros, substituir ou repolir a fibra nem sempre é possível, o que torna os custos futuros de diagnóstico e solução de problemas, os danos a ativos e o tempo de rede fora de operação exponencialmente mais altos. Por outro lado, com a inspeção proativa sistemática, a fibra quase sempre pode ser limpa, eliminando completamente o potencial para contaminação, tempo de rede fora de operação e os danos permanentes a equipamentos. O impacto da contaminação no desempenho da rede e os benefícios da inspeção proativa sistemática levaram o International Electronics Manufacturing Initiative (inemi) a fazer pesquisas práticas. As conclusões dessa pesquisa se tornaram a base do padrão internacional IEC Esse padrão especifica procedimentos de inspeção visual e os critérios de aprovação que devem ser usados para garantir os benefícios mensuráveis associados à inspeção proativa. Equipar os técnicos com um modelo baseado no padrão da IEC que define procedimentos de inspeção proativa e critérios de aprovação é fundamental para garantir que a inspeção proativa seja executada corretamente todas as vezes.

3 Documento técnico: Fundamentos de manuseio de fibra nas redes da próxima geração 3 Benefícios da inspeção proativa As empresas que adotaram a inspeção proativa em larga escala reduziram brutalmente a necessidade de diagnóstico e solução de problemas, e reduziram o custo operacional, demonstrando que os benefícios operacionais da inspeção proativa claramente compensam os custos. Reduzir a necessidade de diagnóstico e solução de problemas, assim como o tempo de rede fora de operação e os custos de manutenção. Manter a rede ativa e os usuários online aumenta a produtividade. E como a inspeção proativa garante que os componentes da rede operam em seu nível máximo de desempenho, isso pode otimizar o sinal e o desempenho da rede, evitar danos à rede e proteger os investimentos em equipamento e tecnologia. É fácil fazer a conexão entre esses benefícios associados à inspeção proativa da fibra óptica da rede e resultados financeiros. Barreiras à inspeção proativa Apesar desses benefícios consideráveis, a inspeção proativa não é praticada sistematicamente, o que pode ser demonstrado em parte pela disparidade entre o número de MPOs vendidos em 2008 (em torno de ) e o número total de dispositivos ópticos de inspeção vendidos no mesmo ano (em torno de 7.000). Esses números ilustram a primeira das duas barreiras à inspeção proativa: os custos de equipamento associados à compra de dispositivos de inspeção de fibra óptica. A segunda barreira: os custos de tempo associados à adição da inspeção proativa ao processo de manuseio de fibra óptica. Embora reais, esses custos são significativamente menores do que os custos associados à inspeção reativa resultante do baixo desempenho da rede. Esse fato, juntamente com os benefícios financeiros e de produtividade da inspeção proativa devem levar os administradores de rede a fazer esforços para superar essas barreiras. Superando as barreiras à inspeção proativa No esforço de ajudar os administradores e técnicos de rede a superar as barreias à inspeção proativa sistemática, este documento propõe a adoção de um dispositivo integrado de MPO/inspeção usado sistematicamente de acordo com o modelo de inspeção proativa baseado nos padrões de inspeção de fibra da IEC como essencial ao processo de manuseio de fibra. Um exemplo de dispositivo integrado de MPO/inspeção é o HP3-60 com módulo de patch cord (FIT-HP3-60-P4) desenvolvido pelo fabricante de equipamentos de teste e medição de fibra óptica JDSU. Orientada pelo padrão de inspeção visual e os critérios de aprovação IEC , a JDSU desenvolveu o HP3-60, sugerindo que fosse usado de acordo com o modelo de inspeção proativa que o suporta, Inspecione antes da Conexão também desenvolvido pelo fabricante do equipamento. Quando usados juntos, esses fundamentos de manuseio da fibra dão aos técnicos o que eles precisam para praticar a inspeção proativa sistemática e otimizar o desempenho da rede.

4 Documento técnico: Fundamentos de manuseio de fibra nas redes da próxima geração 4 Exemplo de um dispositivo integrado de MOP/inspeção O sistema HP3-60 da JDSU com medidor de potência e microscópio de patch cord integrado (FIT-HP3-60-P4) Desenhado para facilitar a inspeção rápida e fácil da face final do conector, o HP3-60 integra um MPO com um monitor de inspeção de vídeo, um microscópio-sonda e um microscópio de patch cord. Combinando o medidor de potência óptica, o microscópio-sonda e o microscópio de patch cord, o HP3-60 integra os procedimentos de teste e inspeção, incentivando e permitindo assim a melhor prática de manuseio da fibra. A adição de dois microscópios portáteis de alto desempenho para inspeção tanto dos conectores-fêmea (bulkhead) quanto dos conectores-macho (patch cord), assim como dispositivos ópticos, cria uma vantagem real para o fluxo de trabalho enquanto garante a inspeção e a limpeza de ambos os lados da fibra antes que seja conectados; o que é única maneira de garantir que a fibra esteja limpa de qualquer contaminação e defeitos e tenha o melhor desempenho dentro da rede. O desenho de microscópio duplo é uma das principais vantagens do HP3-60. Ter um microscópio dedicado a conectores-macho e um aos conectores-fêmea economiza tempo e esforço dos técnicos, permitindo que inspecionem os dois lados da conexão sem ter de trocar a ponteira. Essa configuração também propicia um estacionamento para o conector-macho durante o manuseio ou teste da fibra. Os microscópios são compatíveis com uma seleção ampla de ponteiras e adaptadores de inspeção de fibra de aço inoxidável de precisão, fabricados para produzir resultados consistentes e exatos. Os adaptadores são intercambiáveis, utilizando uma arquitetura óptica exclusiva, que permite sondar a interface com cada conector e aplicação da rede. Para tratar da barreira dos custos de equipamento, o preço do HP3-60 tem uma redução significativa sobre o custo da aquisição separada de um MPO e um microscópio de inspeção óptica. Para tratar da barreira dos custos de tempo, o projeto do HP3-60 permite um fluxo fluido do trabalho de inspeção, limpeza e teste tanto dos conectores-macho de patch cord quanto dos conectores-fêmea de bulkhead.

5 Documento técnico: Fundamentos de manuseio de fibra nas redes da próxima geração 5 Fluxo de teste fluido Para promover a adoção da inspeção proativa sistemática, a JDSU desenvolveu um modelo de inspeção proativa Inspecione antes da Conexão, que promove os procedimentos e critérios de aprovação da inspeção visual como definidos no padrão de inspeção visual IEC Orientando técnicos com diferentes níveis de especialização sobre a implementação adequada da inspeção proativa, a adição deste modelo aos fundamentos do manuseio de fibra garante que a inspeção proativa seja realizada corretamente todas as vezes. 1 INSPECIONAR PATCH CORD 2 ATIVAR SONDA 3 INSPECIONAR BULKHEAD 4 CONECTAR 5 TESTAR Modelo de inspeção proativa Este processo simples de inspeção garante que as faces finais da fibra estejam limpas antes da conexão: INSPECIONAR ESTÁ LIMPO? Passo 1 Inspecionar: use o microscópio para inspecionar a fibra. Se a fibra estiver suja, vá para o passo 2. Se a fibra estiver limpa, vá para o passo 4. Passo 2 Limpar: Se a fibra estiver suja, use um instrumento de limpeza para limpar a face final da fibra. LIMPAR NÃO SIM CONECTAR Passo 3 Inspecionar: Use o microscópio para reinspecionar e confirmar que a fibra está limpa. Se a fibra ainda estiver suja, volte para o passo 2. Se a fibra estiver limpa, vá para o passo 4. Passo 4 Conectar: Se ambos os conectores macho e fêmea estiverem limpos, estão prontos para a conexão.

6 Documento técnico: Fundamentos de manuseio de fibra nas redes da próxima geração 6 Resumo A maior penetração da fibra nas redes da próxima geração juntamente com seu potencial negativo quando contaminada torna a inspeção proativa sistemática essencial para o desempenho das redes da próxima geração, e torna a prática atual de usar apenas um MPO para testar fibra obsoleta. Para superar as barreiras à inspeção proativa sistemática, a adoção de dois instrumentos de fibra essenciais é fundamental: um dispositivo de MPO/inspeção e um modelo de inspeção proativa baseado em procedimentos de inspeção e critérios de aprovação da IEC. A substituição do MPO por esses dois fundamentos da fibra equipará totalmente os técnicos e os levará a praticar sistematicamente a inspeção proativa todas as vezes, reforçando as melhores práticas e evitando as más, qualquer que seja o nível de especialização do técnico. A adoção ampla da melhor prática de manuseio de fibra que é a inspeção proativa sistemática eliminará a instalação de fibras contaminadas e otimizará o desempenho das redes de próxima geração. Vendas Regionais de Teste e Medição AMÉRICA DO NORTE FONE: FAX: AMÉRICA LATINA FONE: FAX: ÁSIA PACÍFICO FONE: FAX: As especificações e descrições de produtos deste documento estão sujeitas a alterações sem aviso prévio JDS Uniphase Corporation Outubro de 2010 EUROPA, ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA FONE: FAX: SITE: FIBERNXTGEN.WP.FIT.TM.PO

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