IMPOSTO DE RENDA PARA MÉDICOS COMO DECLARAR O IR 2015 DE FORMA CORRETA

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3 O Imposto sobre a Renda da Pessoa Física IRPF e a Declaração de Ajuste Anual relativos ao exercício de 2015, são assuntos que causam muitas dúvidas e insegurança à maioria dos contribuintes, em especial àqueles que não possuem vinculo empregatício, como é o caso dos profissionais de saúde, pessoa física, que atendam em suas clínicas ou consultórios. Assim, estão obrigados a apresentar a ano calendário 2014 o médico, pessoa física, residente no Brasil que, no ano-calendário de 2014, ocorreu das seguintes hipóteses: Recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$26.816,55; Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$40.000,00; Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Obteve receita bruta decorrente do exercício de atividade rural em valor superior a R$ ,75 ou pretenda compensar, no ano-calendário de 2014 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2014; Teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ ,00; Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nesta condição encontrava-se em 31 de dezembro; ou Optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº , de 21 de novembro de 2005.

4 Visto isso, o médico, pessoa física, que não se enquadrar em nenhuma das hipóteses citadas acima, não estará obrigado a entrega da declaração, sendo a mesma facultativa. Agora que sabemos quem deve declarar, só nos resta saber o que e como declarar. Pois bem, em linhas gerais, a base de cálculo do IRPF é encontrada subtraindo-se dos rendimentos tributáveis recebidos durante o ano-calendário 2014, as despesas, também ocorridas em 2014, permitidas pela legislação. Neste contexto, interessante trazer a definição que a legislação atual concede ao termo rendimento, qual seja: todo o produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos. Desta forma, podemos concluir que as receitas auferidas com a prestação de serviços médicos são consideradas como rendimentos tributáveis, para fins do IRPF. E não é só isso, o médico deverá fornecer, ainda, dados referentes ao seu patrimônio como, por exemplo, veículos, imóveis, aluguéis recebidos e caderneta de poupança. Agora vamos falar um pouco das despesas que serão redutoras dos rendimentos tributáveis: As despesas mais comuns para tal fim, são as despesas referentes a educação e com os dependentes que, no entanto, estejam limitadas a R$ 3.375,83 e R$ 2.156,52, respectivamente. Ademais, as despesas com saúde, chamadas de despesas médicas, tanto do próprio contribuinte, quanto de seus dependentes informados em declaração de ajuste, não possuem limite de dedução, desde que comprovadas por recibos. Por outro lado, o contribuinte pode optar pelo desconto simplificado que, basicamente, é a substituição de todas as deduções admitidas na legislação tributária, pela dedução de um por um percentual de 20% (vinte por cento) do valor dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ ,89 (quinze mil, oitocentos e oitenta reais e oitenta e nove centavos). A vantagem da opção pelo desconto simplificado se dá no fato da não necessidade de documentação comprobatória das despesas deduzidas, as quais, vale ressaltar, devem ser guardadas pelo prazo de cinco anos, ou seja, até 31/12/2020. Após informar os rendimentos tributáveis e as despesas permitidas pela legislação tributária, a base de cálculo calculada e automaticamente enquadrada em alguma das faixas constantes no quadro abaixo, com a finalidade de identificar a alíquota e o desconto a serem utilizados na sua apuração.

5 Base de cálculo em R$ Alíquota (\%%) Parcela a deduzir do imposto em R$ até , de ,25 até ,48 7, ,99 de ,49 até , ,35 de ,17 até ,72 22, ,54 acima de ,72 27, ,83 Com tanta informação, melhor darmos um exemplo simples e comum da apuração do IRPF: Um médico, pessoa física, auferiu em 2014 R$ ,00 com a prestação de serviços médicos, tendo comprovadas despesas de R$ ,00 e R$ ,00, com educação e saúde, respectivamente, e informa seu filho e sua esposa como dependentes. Desta feita, sua base de cálculo será de R$ ,13, se enquadrando na alíquota de 15%, e parcela de R$ 4.020,35 a deduzir do imposto, o que resulta em um montante a pagar de R$ 1.576,32. Caso o médico do exemplo acima houvesse optado pelo desconto simplificado, encontraria uma base de cálculo de R$ ,00, alíquota de 22,5 % e parcela a deduzir do imposto de R$ 7.235,54, o que resultaria em R$ 3.564,46 a pagar de IRPF. Um outro aspecto que vem causando inúmeros questionamentos por parte dos contribuintes é a inovação trazida pela Instrução Normativa 1.531/2014, que prevê a obrigatoriedade, a partir do ano calendário de 2015, ou seja, na declaração a ser entregue no exercício 2016, de médicos, odontólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, advogados, psicólogos e psicanalistas informarem o CPF dos titulares dos pagamentos pelos serviços por eles prestados. Tal prática visa identificar as despesas declaradas pelos contribuintes com as receitas informadas por esses profissionais que, em caso de inconsistência, consequentemente, terão maior risco de cair na malha fina da Receita Federal.

6 Assim, para os profissionais que prestam serviços médicos como pessoas físicas, é de suma importância que, a partir deste ano, tenham um controle que possa atender a essa norma introduzida pela Instrução Normativa 1.531/2014. Por fim, importante destacar que o prazo fatal para entrega Declaração de Ajuste Anual, será o dia 30 de abril de 2015, e deverá ser por meio do programa de transmissão ReceitaNet, disponível no sítio oficial da RFB na internet. Sobre o autor Luis Fernando Manhoso é consultor tributário no escritório Brasil Salomão e Matthes, formado em Ciências Contábeis pela Universidade de São Paulo USP, e pós graduando em Especialização em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários IBET. Este artigo apenas reflete as opiniões do autor. Nem ele e nem a iclinic se responsabilizam por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações. Em caso de dúvidas, procure seu contador.

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