MANUTENÇÃO E ENGENHARIA BALANÇO DE 2012 PÁG. 6

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1 jornal n. 103 março 2013 MANUTENÇÃO E ENGENHARIA BALANÇO DE 2012 PÁG. 6 Gostávamos que esta iniciativa fosse um incentivo para que outros pioneiros também contribuíssem para ajudar o nosso museu. As atuais e futuras gerações da TAP devem conhecer o passado, disse Fernando Pinto na entrega do espólio do comandante Silva Soares ao Museu TAP. PÁG. 33

2 A IMPORTÂNCIA DO PASSADO DA TAP Quando se gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana. Marguerite Yourcenar O s 68 anos de vida da TAP, completados em Março, não são só importantes pelo número em si, são-no também pela riqueza de uma história que vale a pena recordar, não como exercício de saudosismo, mas como forma de inspiração para o futuro. Na história da TAP há uma galeria de feitos e de nomes que merecem ser recordados e valorizados pela especial importância da marca que deixaram. De entre os nomes, há um que merece um destaque muito especial: o do comandante Silva Soares, um dos Onze de Inglaterra, pelas suas qualidades como piloto de eleição e muitas outras, tanto físicas como intelectuais, que colocou ao serviço da TAP. A biografia que Rita Tamagnini fez dele Para Além das asas TAP 265 é um importante documento que faz justiça à memória de um dos heróis da história da nossa companhia. Conforme se revela nesta edição, os filhos de Silva Soares decidiram que era altura de entregar à TAP parte do rico espólio do pai, o qual, pelo valor do seu conteúdo, vai enriquecer o património do Museu, contribuindo de forma significativa para o estudo da história da companhia e para eventuais apresentações ou exposições que venham a ser feitas. Devido à sua tardia fundação, bem como às vicissitudes por que passou, o Museu da TAP tem muitas lacunas, tanto em documentação como em objetos, pelo que depende dos contributos de trabalhadores ou seus familiares. Espera-se que o exemplo da família do comandante Silva Soares tenha seguidores. Parte da história da TAP está hoje disponível, aos colecionadores de objetos do passado, em feiras de antiguidades ou de velharias. É pena que muitos desses objetos, vendidos por tuta e meia, não estejam no Museu da TAP, enfraquecendo uma memória que é especialmente valiosa se estiver ao dispor, para estudo e exibição, de todos aqueles a quem a TAP diz muito. Em especial aos seus trabalhadores e familiares, como a todos os que reconhecem na TAP uma das marcas mais importantes do País. António Monteiro mensagem de abertura abertura 3 Ministro do Turismo do Brasil na TAP Restauro do DC3 do Museu TAP RESULTADOS 4 TAP S.A.: Quarto ano consecutivo com lucro TRÁFEGO 5 Tráfego cresce 3,7% no primeiro trimestre MANUTENÇÃO E ENGENHARIA 6 Entrevista ao administrador Jorge Sobral 10 Novos clientes 12 18º curso de formação ab initio para TMA 13 igosafety: Gestão do Risco SAFETY 14 O Safety Management System da TAP TA CARGA 17 TAP Cargo no SISAB EVENTOS 19 Bolsa de Turismo de Lisboa 23 Mário de Carvalho recebe Troféu de Consagração Turística FORMAÇÃO 24 Fatores humanos: do cockpit à sala de operações RECURSOS HUMANOS 28 TAP na EXPO RH FORMAÇÃO PROFISSIONAL 29 Curso de formação pedagógica de formadores 1ª edição Mais vale intervir 30 6ª edição da EXPOCARREIRAS Global Management Challenge 2013 APONTAMENTOS 31 Cinema português a bordo Vinhos provados em altitude SOLIDARIEDADE 32 Apoie a ASASTAP MUSEU TAP 33 Espólio do comandante Silva Soares AMBIENTE 36 Concurso de desenhos no Dia Mundial da Água EFEMÉRIDES 38 Aconteceu em Março FICHA TÉCNICA Os artigos publicados são da responsabilidade da Direcção Editorial do Jornal TAP, ou dos seus autores, quando assinados, não reflectindo necessariamente os pontos de vista da Administração. Propriedade: TAP Portugal Morada: Aeroporto de Lisboa, LISBOA Director: António Monteiro Coordenação: André de Serpa Soares Edição: DEEP STEP Comunicação Fotografia: TAP - Marketing/Gestão de Conteúdos e Media

3 abertura_ Ministro do Turismo do Brasil visitou a TAP O ministro do Turismo do Brasil, Gastão Dias Vieira, acompanhado pelo embaixador deste país em Portugal, Mário Vilalva, visitaram a sede da TAP, reunindo com Fernando Pinto e Luiz Mór. No encontro de trabalho, a TAP mostrou indicadores relativos ao desenvolvimento do tráfego Europa Brasil nos últimos anos e apresentou algumas sugestões para aumentar o número de turistas que procuram o Brasil, nomeadamente a reabertura dos escritórios da Embratur na Europa e uma maior aposta na promoção continuada do destino. Foram ainda abordados temas como o futuro da TAP num cenário de privatização, a situação da TAP Manutenção e Engenharia Brasil e formas de melhorar os resultados dessa unidade. O DC3 do Museu da TAP, em exposição no Museu do Ar, em Sintra, vai ser restaurado em regime de voluntariado e com a colaboração da TAP M&E. Toda a ajuda é bem vinda. Caso esteja disponível e interessado, pode inscrever-se na equipa de voluntários ou pedir mais informações a Carlos Tomaz (coordenador do projecto), através do endereço ou jornaltap 103 março_2013_3

4 _resultados TAP S.A.: Quarto ano consecutivo com lucros A o fechar 2012 com lucros, a TAP S.A. conseguiu manter-se em terreno positivo pelo quarto consecutivo e ainda reduzir a sua dívida para 862 milhões de euros, o que traduz uma significativa melhoria de 21% face a O resultado final foi de 21,4 milhões positivos, melhor em 18,3 milhões face a 2011, o que significa uma revisão em alta dos números provisórios anunciados em 26 de Fevereiro. A dívida total da companhia representa agora 35% dos proveitos, quando o seu peso em 2011 era de 46%. Os proveitos operacionais ascenderam a milhões de euros, mais 7,2% do que os reportados em 2011 (2.273 milhões), enquanto os custos de exploração sem combustível totalizaram milhões, aumentando 4,8% face ao ano anterior. A fatura dos combustíveis, cujo custo não para de crescer desde 2008, teve um acréscimo de 95 milhões de euros, mais 13% do que em Só nos últimos quatro anos, os custos da TAP com combustível ascenderam a 2,4 mil milhões de euros, o equivalente ao total dos proveitos operacionais de Os resultados operacionais ficaram também positivos, cifrando-se em 49,6 milhões de euros, o que representa uma melhoria de 20,6% relativamente a RECEITAS DE PASSAGENS AUMENTAM 6,7% O resultado líquido positivo foi possível graças ao crescimento da companhia, nomeadamente em volume de passageiros transportados, que cresceu 4,4%, para quase 10,2 milhões, o que contribuiu fortemente para o aumento de 6,7% das receitas de passagens. A Europa mantém-se como a principal área geradora de receitas de passagens (37,6%), seguida do Brasil (23,6%) e de Portugal (25%). No entanto, foi em África que se verificou a melhor evolução de receitas (+10,6%). A Europa cresceu 8,4% e as Américas 7,5%. Embora tenha aumentado a oferta (PKO passageiros por quilómetro oferecido) em 4,1%, a TAP registou um aumento da procura (PKU passageiros por quilómetro utilizado) de 4,8%. Esta variação permitiu a melhoria do coeficiente de ocupação, que passou de 76,3% em 2011 para 76,8% em _março 2013 jornaltap 103

5 tráfego_ O s 809 mil passageiros que a TAP transportou em março, número superior em 8,5% ao alcançado no mês homólogo de 2012, contribuíram para que a companhia tivesse atingido no primeiro trimestre o total de passageiros (+3,7% face ao ano passado). Este crescimento é já importante, mas devemos ter em conta que em 2012 a Páscoa ocorreu em abril, sendo assim mais prudente fazer comparações no final do quadrimestre. Como não houve, também em 2013, aumento de frota, estes números reforçam a taxa de ocupação face a Em março, esta passou de 70,2% para 75,8%. No trimestre, aumentou de 70,8% para 73,7%. O maior contributo para este crescimento foi o desempenho no mercado europeu que, com um aumento de passageiros em março de 11,7%, contribuiu para que nestes três meses tenha havido neste setor de rede um aumento de 86 mil passageiros (+7%). BOAS PERSPECTIVAS PARA ABRIL Passados os primeiros dias de abril e olhando para o nível de reservas das próximas semanas, podemos concluir desde já que, se não houver nenhuma surpresa desagradável, abril vai ser, no mínimo, semelhante ao do ano passado, o que permitirá manter um crescimento acumulado interessante. Tal como nos últimos anos, a TAP dá contributo decisivo para o aumento do tráfego nos aeroportos nacionais, com especial benefício da atividade turística. Continuando a falar de números e só de números recorda-se que o desempenho de março poderia, no entanto, ter sido bas- Tráfego cresce 3,7% no primeiro trimestre tante melhor. Com efeito, a marcação de uma greve de três dias para o período decisivo da Páscoa afetou, de forma decisiva, o desempenho numa época do ano que, considerando a sazonalidade parcial do tráfego da TAP, é a mais importante destes primeiros meses. Com os cerca de passageiros perdidos, a TAP teria crescido mais 2,6 pontos percentuais em março e um ponto no acumulado. É verdade que o anúncio de um acordo entre a Administração e os Sindicatos fez estancar a hemorragia que se estava a verificar, travando cancelamentos de viagens ou transferências para a concorrência. Mas o facto de, após o referido acordo, terem decorrido vários dias até à desconvocação formal da greve, justificado pelos sindicatos pelo desejo de aplicação na SATA de condições idênticas às estabelecidas na TAP, não permitiu que os serviços conseguissem recuperar muitos dos passageiros inicialmente reservados. FUTURO DEPENDE DA CONFIANÇA DOS PASSAGEIROS Nesta fase de alguma indefinição quanto ao futuro da TAP, é fundamental não só manter como melhorar o desempenho da companhia, pois, mais do que nunca, o seu futuro está dependente da confiança que for transmitida aos passageiros. Como é sabido, a atividade operacional de uma companhia de aviação é influenciada por muitos fatores, a maioria dos quais não controlados pela sua gestão. O acordo alcançado é, porém, um bom contributo para que 2013 seja mais um ano de consolidação da TAP. jornaltap 103 março_2013_5

6 _manutenção e engenharia TAP M&E cresce 23% nas vendas para clientes terceiros A M&E cresceu nos seus negócios tradicionais Aviões, Motores e Componentes em 2012 e consolidou uma nova área, a dos Projetos Especiais. Continuou a apostar na investigação e desenvolvimento. E conseguiu uma significativa redução de custos. Espera ainda melhorar em 2013 o bom resultado atingido no ano passado, graças à manutenção dos atuais clientes e à assinatura de novos contratos. A TAP Manutenção e Engenharia (M&E) faturou em 2012 a clientes terceiros 110,2 milhões de euros, o que representa um aumento de 23% face aos 89,6 milhões registados no ano anterior. Este crescimento assume ainda maior relevância porque ocorreu num ano dominado pela crise económica e pelo ataque concertado dos fabricantes contra as organizações de manutenção. Nota-se uma recuperação, ainda que tímida, do setor a nível mundial, mas enfrentamos uma crescente concorrência por parte dos fabricantes de motores no after market, entrando em força no negócio da manutenção afirma Jorge Sobral, o administrador responsável pela TAP M&E. A atuação dos fabricantes coloca grande pressão sobre o preço e configura uma situação de concorrência feroz. Dantes, JORGE SOBRAL 6_março 2013 jornaltap 103

7 manutenção e engenharia_ jogava-se no tabuleiro com os fatores preço e tempo de intervenção (TAT Turn Around Time). Agora, está também em jogo o prazo de pagamento, que os fabricantes conseguem alargar para vários anos, entrando, na prática, no campo do financiamento, no qual a maioria das organizações de manutenção não consegue competir. Em termos de ocupação de hangares, o desempenho da M&E também foi positivo. Tivemos 89% de ocupação, melhor do que 2011, o que nos coloca em linha com as mais importantes organizações mundiais de manutenção diz Jorge Sobral. Em 2012, o número de grandes inspeções realizadas sobre a frota de clientes terceiros aumentou 73% relativamente a Também a Manutenção de Motores mostrou uma melhoria significativa, crescendo cerca de 19% revela o administrador. Esta performance deve-se a uma expressiva fidelização de clientes, como destaca Jorge Sobral: Não perdemos nenhum contrato e ainda ganhámos outros, que compensaram a saída de alguns clientes que faliram. TAAG IMPULSIONA ÁREA DE PROJETOS ESPECIAIS A atividade tradicional da M&E centra-se na Manutenção de Aviões, de Motores e de Componentes. No entanto, um negócio que tinha dado os primeiros passos em 2011 cresceu fortemente no ano passado. Trata-se da área de Projetos Especiais, englobando serviços de logística e consultoria de infraestruturas industriais e de engenharia. Este resultado deve-se maioritariamente à consolidação da parceria com a TAAG no domínio da logística, destacando-se a conclusão, com sucesso, da reorganização do armazém da companhia angolana em Luanda diz Jorge Sobral. Foi ainda reforçada a utilização pela TAAG do AOG (Aircraft On Ground) Desk da TAP M&E em Lisboa, melhorando significativamente a disponibilidade dos aviões para a operação comercial dessa companhia. Mas a cooperação com a TAAG também se acentuou noutras vertentes, sendo de destacar o ambicioso projeto de reorganização da área de logística da Direção de Manutenção e Engenharia desta companhia, iniciado em 2012, com o objetivo da excelência operacional afirma o responsável da M&E. A TAP M&E está ainda envolvida, em con- O DESAFIO DA FORMAÇÃO Um dos desafios do momento é a saída de técnicos de manutenção da M&E para empresas nacionais e internacionais em Trata-se de técnicos experientes, pessoas muito especializadas. Ao contrário da TAP, a generalidade das empresas não investe tão fortemente em formação e vem depois aqui buscar o resultado do esforço que temos feito ao longo dos anos. Estas circunstâncias obrigam-nos a intensificar as iniciativas de formação, de modo a mantermos o nível de qualidade dos nossos colaboradores, refere Jorge Sobral. Por outro lado diz começou a acontecer mais recentemente a saída de licenciados em Engenharia. Pessoas na casa dos 30 anos de idade e já com uma década na casa. Ou seja, numa faixa etária em que apostamos para assegurarmos o futuro da M&E. Também neste caso nos vemos obrigados a reiniciar a formação de outros quadros. jornaltap 103 março_2013_7

8 _manutenção e engenharia junto com a Direção de Formação Profissional da TAP, no processo de implementação de um novo Centro de Instrução de Técnicos de Manutenção de Aviões (TMA) em Luanda. O primeiro curso para TMA ab initio, com formadores da TAP, deve iniciar- -se no primeiro semestre deste ano. REDUÇÃO DE CUSTOS Jorge Sobral sublinha a significativa melhoria da margem de contribuição da M&E para a TAP S.A., conseguida através do incremento dos proveitos e do controlo dos custos. Vários fatores contribuíram para a redução dos custos em A criação do Gabinete de Compras Estratégicas e o investimento em projetos de investigação e desenvolvimento (I&D) foram os mais pertinentes. O Gabinete de Compras Estratégicas permitiu inverter a lógica de aquisição de materiais pela M&E, que passou a fazer-se pela negociação de contratos de grande volume e com preços definidos à partida, como explica Jorge Sobral. Fizemos uma análise estatística do volume e do tipo de peças necessárias anualmente, identificámos os fornecedores e começámos a negociar contratos de maior prazo, beneficiando assim de descontos de quantidade, de preços estabelecidos à partida. Ganhamos também margem de negociação porque esta é feita sem a pressão das necessidades de cada momento. A M&E apostou fortemente em I&D no ano passado, desenvolvendo projetos inovadores. Implementou o RFID (identificação de peças por rádio-frequência) na Oficina de Motores, obtendo grandes ganhos em produtividade, fiabilidade e custos. A M&E foi a primeira organização de manutenção a usar esta tecnologia neste tipo de aplicação. Expandiu significativamente a utilização do sistema AIRMAN, que permite monitorizar e identificar, durante o voo, eventuais irregularidades que exijam pronta atuação à chegada dos aviões ao destino. A M&E foi reconhecida pela Airbus como um dos utilizadores com maior evolução neste domínio. Também em 2012 foi finalizada a prova de conceito do projeto Mobilidade em Linha, que irá melhorar a eficiência da atividade nesta área, graças a ganhos importantes em tempo e pessoal a ela dedicado. APOIO À INDÚSTRIA NACIONAL A redução de custos passa também por fazermos em casa trabalhos que encomendávamos fora, sobretudo reparações na área de motores, e estamos a ter frutos do trabalho que tem sido realizado com a AICEP e fornecedores nacionais afirma Jorge Sobral. Já contratámos vários fornecimentos com 8_março 2013 jornaltap 103

9 manutenção e engenharia_ empresas portuguesas, a preços mais baixos e com garantia de uma maior celeridade dos processos. Seguindo esta estratégia estamos ainda a contribuir para a substituição de importações por produção nacional, o que é importante para a economia do País adianta. Paralelamente, a área de Melhoria Contínua prosseguiu a sua atividade, tendo sido concluídos em 2012 os projetos Prevenção de Acidentes de Trabalho na Manutenção de Motores; Diagnóstico do Processo de Faturação na M&E; Diagnóstico do TAT de Motores ; e Diagnóstico do TAT das C-Checks de Aviões. BOAS PERSPETIVAS PARA 2013 As expectativas do administrador Jorge Sobral para 2013 são positivas. Temos uma boa visibilidade do que nos espera quanto à Manutenção de Aviões. Nesta área há um planeamento muito confortável. A M&E tem já, neste momento, os slots para manutenção de aviões praticamente preenchidos para todo o ano. Podemos dizer que, por via disso, teremos de contratar com a TAP M&E Brasil a manutenção de vários aviões das frotas da TAP e de terceiros afirma. Ao contrário da Manutenção de Aviões, as previsões para as áreas de Motores e Componentes não podem ser feitas com tanto rigor. No que respeita à Manutenção de Motores, não há, em regra, datas para inspeções para clientes terceiros, mas Jorge Sobral está seguro de que haverá um crescimento, tendo em conta os contratos existentes e a perspetiva de novos clientes. Quanto à Manutenção de Componentes, a evolução é ainda mais difícil de estimar. A atividade está dependente das avarias que possam ocorrer, o que é completamente aleatório. Apesar disso, se há clientes novos para aviões e motores, é expectável que também se verifique um aumento nesta área. jornaltap 103 março_2013_9

10 _manutenção e engenharia Ano novo, novos clientes C arlos Ruivo, diretor de Marketing e Vendas da TAP M&E, sublinha as boas perspetivas para 2013 adiantadas pelo administrador Jorge Sobral. Se concretizarmos todas as oportunidades que temos em vista, o espaço em hangar da Manutenção de Aviões terá uma ocupação ao nível do ano passado, o que implicará a migração de alguns wide-bodies da frota TAP para a M&E Brasil. Mas de que oportunidades fala este responsável? Carlos Ruivo aponta, por exemplo, a forte possibilidade de assinatura de um contrato com um grande lessor (empresa que aluga aviões a companhias aéreas) e boas perspetivas de negócio na América do Sul no domínio da manutenção de motores. Há outras oportunidades que podem tornar-se firmes em breve, mas o segredo é a alma do negócio, sobretudo numa atividade tão competitiva como a da manutenção Falemos então do que já é concreto, isto é, dos contratos ganhos pela M&E em Carlos Ruivo destaca a Lufthansa, para módulos de turbina de baixa (LPT) da família de motores CFM56, que poderá atingir anualmente as 40 unidades, assim como a S7 Airlines, para motores CFM56-5B (ver caixa). Muito importante para a M&E é também assegurar a continuidade dos contratos firmados no passado. Neste caso, o diretor de Marketing e Vendas da TAP M&E realça a Europe Airpost e A S7 Airlines detém a maior rede doméstica na Rússia, operando em dois hubs: Moscovo (Domodedovo) e Novosibirsk (Tolmachevo). Tem ainda voos regulares para a Comunidade de Estados Independentes, Europa, Próximo Oriente, Sudeste Asiático e vários países na região Ásia-Pacífico. Dispõe de uma das mais recentes e modernas frotas da Rússia, constituída por 36 aviões Airbus e dois Boeing. 10_março 2013 jornaltap 103

11 manutenção e engenharia_ O contrato, que cobria motores CFM56-3, foi alargado aos CFM56-7B, o que representa a manutenção dos 40 motores deste cliente. Esta extensão deve-se ao reconhecimento do excelente trabalho e apoio da TAP M&E desde a assinatura do contrato original em a Ural Airlines (ver destaques). Estamos a assistir a alguma retoma e dinâmica na conquista de clientes, mas, cada vez mais, o cliente só será conquistado se percecionar valor acrescentado na proposta comercial apresentada, sendo a construção dessa proposta de valor um produto de toda a organização conclui Carlos Ruivo. A TAP M&E continua a assegurar a manutenção de motores CFM56-5A e CFM56-5B que equipam a frota de 25 aviões da família A320 deste operador russo. EQUIPA COMERCIAL DA M&E (MIGUEL MARTINS E LUÍS CHEGADO) QUANDO ACOLHERAM NO STAND A URAL AIRLINES (CLIENTE DA M&E PARA A MANUTENÇÃO DE MOTORES) DURANTE A PARTICIPAÇÃO NA AIRCRAFT MAINTENANCE RUSSIA & CIS CONFERENCE AND EXHIBITION, QUE SE REALIZOU EM 20 E 21 DE FEVEREIRO EM MOSCOVO jornaltap 103 março_2013_11

12 _manutenção e engenharia PRIMEIRO CURSO AB INITIO DE TMA NA CERIMÓNIA DO 25º ANIVERSÁRIO O primeiro curso de formação ab initio para TMA arrancou há 25 anos. O 18º curso está em marcha, envolvendo um total de 40 formandos em duas turmas. 18º curso de formação ab initio para TMA V inte futuros técnicos de manutenção de aeronaves (TMA) iniciaram, em 25 de fevereiro, a sua formação. Constituem a primeira turma do 18º curso ab initio promovido pela TAP. Após um rigoroso processo de seleção, desenvolvido pelas diversas áreas dos Recursos Humanos da TAP, foram selecionados 40 candidatos, divididos por duas turmas. Este curso tem uma duração de, aproximadamente, horas e a particularidade de, pela primeira vez, abranger simultaneamente duas vertentes: B1 Eletromecânica e B2 Electroaviónica. Trata-se de uma inovação na empresa e será, inevitavelmente, uma mais-valia para os formandos. Como é habitual acontecer na chegada à empresa de novos trabalhadores ou formandos, foi preparado um programa de acolhimento visando orientá-los na sua integração e familiarizá-los com alguns aspetos importante da Organização. SEGUNDA CLASSE PROFISSIONAL DA TAP Atualmente, 59% dos TMA que trabalham na TAP Manutenção e Engenharia (M&E) são oriundos destes cursos, o que os transforma na principal fonte de recrutamento destes técnicos. Com esta iniciativa, a TAP M&E consegue fazer face à necessidade de admissão de novos TMA, ao mesmo tempo que rejuvenesce os seus quadros. Neste momento, esta é a segunda classe profissional com maior número de trabalhadores no Grupo TAP. A empresa organizou recentemente uma cerimónia comemorativa dos 25 anos a formar TMA. Foi em 1987 que arrancou o primeiro curso de formação ab initio, o que tornou a TAP na primeira entidade reconhecida pelo INAC como Organização de Formação de Manutenção. A notoriedade da qualidade desta formação faz com que seja solicitada por outras empresas, por exemplo a SATA e a TAAG, cujo processo se encontra atualmente em curso. 12_março 2013 jornaltap 103

13 Gestão do Risco, uma responsabilidade de todos! A s atividades humanas enquadradas em processos complexos e com forte cariz técnico e tecnológico, como é o caso na TAP M&E, têm implícito um nível de risco acrescido, principalmente quando estão associadas a uma componente operacional. Nestes casos, fatores internos e externos condicionam e aumentam a incerteza na concretização dos objetivos. O efeito dessa incerteza designa-se por risco. A implementação do processo de Gestão do Risco em curso na TAP M&E visa assim diminuir a incerteza da operação. Transmitindo a mensagem Espere o inesperado!, o novo cartaz da TAP M&E alusivo à Gestão do Risco apela à perspicácia e ao espírito crítico, num contexto em que o risco nunca será zero. O Safety Office M&E pretende assim sensibilizar e informar todos os colaboradores sobre as suas responsabilidades na identificação dos perigos para a Safety. Os perigos são analisados quanto à probabilidade e severidade das suas potenciais consequências, definindo-se então o nível de risco. FORMAÇÃO EM GESTÃO DO RISCO O arranque da formação em Gestão do Risco na M&E terá lugar no curso Gerir e Desenvolver Equipas, com a inclusão do módulo Gestão do Risco. O objectivo do módulo é sensibilizar as chefias intermédias sobre os processos de avaliação do risco, explicando critérios de tolerabilidade e aceitação, abordando a eventual necessidade de implementação de barreiras e de ações de mitigação, e referindo os métodos de controlo e gestão do risco residual. O Safety Office M&E tem outras iniciativas previstas, com base no princípio de que os perigos existirão sempre, mas que podem ser controlados através de uma gestão do risco eficaz. Poderemos assim diminuir incertezas, aumentando desse modo a sustentabilidade do negócio da TAP M&E. jornaltap 103 março 2013_13

14 _safety Conheça o Safety Management System da TAP- TA O comandante João Romão, safety manager da companhia, explica a importância e o funcionamento do Safety Management System (SMS). C omo define o SMS? O SMS é um componente do sistema de gestão do Operador, cujo objetivo consiste em gerir o risco operacional através da identificação, estudo e mitigação dos hazards (perigos) operacionais. Esta atividade pressupõe que exista na organização uma estrutura com responsabilidades claramente atribuídas, em que os procedimentos e práticas se baseiam no compromisso que referi no início e pressupõem o empenho de toda a organização. É um investimento que robustece a segurança da operação e se preocupa com a otimização da alocação de recursos aos processos de mitigação, conduzindo no médio e longo prazo a benefícios de ordem financeira e económica para a empresa. Quais os componentes estruturais desse sistema e como funcionam entre si? O SMS é composto por quatro pilares e 12 elementos (processos core): Safety Policy & Objetives; Safety Assurance; Safety Risk Management; e Safety Promotion. (Ver explicação mais detalhada nas páginas 15 e 16). Os pilares e elementos do sistema funcionam e concorrem de forma articulada para que o objetivo já referido identificação e mitigação do risco operacional seja atingido. Qual a diferença entre Security e Safety? A língua portuguesa é conhecida pela sua riqueza vocabular. No entanto, neste caso específico, somos forçados a utilizar em português a mesma expressão Segurança Operacional para designar dois conceitos que no Inglês têm significados distintos e cuja diferenciação é importante entender. A Security foca-se na prevenção de atos ilícitos e na segurança física de pessoas e bens. A Safety foca-se na prevenção de situações de risco que possam ocasionar incidentes ou acidentes operacionais. O Reporting Scheme é um processo importante no âmbito do SMS. Em que consiste? Trata-se de um processo core do pilar Assurance, que tem duas vertentes: a facilitação do reporte de situações poten- 14_março 2013 jornaltap 103

15 safety_ cialmente perigosas por parte de qualquer colaborador da empresa; e a captura e processamento dessa informação. O tratamento dessa informação, em regra, espoleta a procura dos fatores contribuintes, podendo desencadear um processo formal de investigação e, se necessário, em colaboração com o pilar do Risk Management, procura identificar/implementar as ações mitigadoras já anteriormente referidas. Para completar todo o processo, a informação relevante é divulgada, dando a conhecer a melhoria do nosso sistema e, caso seja pertinente, é incluída em ações de formação. Qual a importância do reporte voluntário? A nossa Administração assinou uma política de Safety (Safety Policy), em que, no seu ponto 6, a empresa se compromete a não discriminar e/ou punir nenhum colaborador que reporte uma ação ou omissão que possa ter impacto negativo na operação. No entanto refere-se ainda a negligência e os atos que configurem a violação consciente de regras, ou intencionalmente destrutivos, não serão tolerados. Este processo está implementado na empresa de forma a permitir o reporte anónimo por qualquer colaborador e será tratado de forma confidencial, entrando em produção no primeiro dia do seminário sobre SMS (22 de abril). Os pilares do SMS SAFETY POLICY & OBJETIVES Como o nome refere, este pilar preocupa-se em definir de forma explícita as políticas de segurança, as orientações, procedimentos, mecanismos de gestão, documentação e processos de ação corretiva e a mantê-los alinhados de forma a melhorar a segurança operacional e dar resposta aos requisitos definidos pelas diferentes entidades reguladoras (INAC, EASA e IATA). Neste âmbito e de forma adaptada aos diferentes níveis de responsabilidade, são determinadas as responsabilidades e obrigações dos trabalhadores da empresa, são identificadas as necessidades de formação, é gerido o sistema de resposta a uma emergência e é produzida a documentação de enquadramento das diferentes atividades do sistema SMS. jornaltap 103 março_2013_15

16 _safety Os objetivos constituem metas de melhoria quantificáveis do desempenho operacional na vertente de Safety e estão implementados processos de monitorização que nos permitem identificar se o desempenho operacional é convergente (ou não) com os objetivos definidos. Num contexto de mudança cada vez maior e mais complexo, os mecanismos gerais acima descritos, concorrem para capacitar o operador na gestão dos riscos operacionais da sua atividade, como se verifica ser o transporte aéreo. SAFETY ASSURANCE Safety Assurance é o pilar onde os processos têm início. Muito sucintamente, a sua missão consiste na recolha, tipificação, análise e investigação de ocorrências, bem como na produção de relatórios de acompanhamento da operação, assegurando a monitorização da performance do Operador (safety performance monitoring). SAFETY RISK MANAGEMENT Em seguida, sobre a informação recebida do Assurance, o pilar Safety Risk Management procede à identificação e hierarquização dos potenciais riscos dos hazards operacionais, fazendo a avaliação da severidade em termos de consequências e probabilidade de voltarem a acontecer. Depois dos riscos serem estudados/caraterizados, são apresentados aos responsáveis operacionais (Line Managers) das áreas onde existe potencial impacto, a fim de se encontrarem medidas mitigadoras. Complementarmente, há preocupações em adotar a(s) medida(s) mitigadora(s) que se revele(m) de implementação realista no tempo e otimizada em termos de custos, ajudando o Management a definir prioridades na correta alocação de recursos. SAFETY PROMOTION Finalmente, ao pilar Safety Promotion é atribuída a missão de disseminar informação relevante de Safety e promover a cultura de Safety por toda a empresa. Esta cultura consiste no conjunto de valores e atitudes relativas às questões de Safety que deve ser abraçada por todos, seja qual for a sua função na organização, e que estão expressas na Safety Policy divulgada num cartaz afixado nos principais locais de circulação do reduto TAP. NO SENTIDO DE DAR VISIBILIDADE À DIVULGAÇÃO DO SISTEMA, O PILAR DA PROMOTION ESTÁ A ORGANIZAR O 1º SEMINÁRIO SOBRE O SMS, A REALIZAR NOS DIAS 22 E 23 DE ABRIL, QUE SE ESPERA SER A PRIMEIRA DE VÁRIAS INICIATIVAS DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CULTURA DE SAFETY NA EMPRESA 16_março 2013 jornaltap 103

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