Clinic Web Mobile. {thaisspinheiro21, Orientador: Thiago Schumacher Barcelos. Co-Orientador :Felipe Mancini

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1 Clinic Web Mobile 265 Thais de Sousa Pinheiro 1, Mario de Andrade Junior 1 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo Campus Guarulhos {thaisspinheiro21, Orientador: Thiago Schumacher Barcelos Co-Orientador :Felipe Mancini {fmancini, Resumo. Este trabalho implementou um módulo estendido para dispositivos móveis do software de código aberto Clinic Web, com o objetivo de criar um aplicativo que auxilie os médicos na realização das consultas ao paciente. Foram implementadas as funções de pesquisa e registro de exames e histórico de atendimentos ao paciente. Para o desenvolvimento deste módulo utilizamos a plataforma livre para dispositivos móveis Android, que está atualmente em evidência no mercado. 1. Introdução O de Informação em Saúde é um instrumento para adquirir, organizar e analisar dados necessários à definição de problemas e riscos para a saúde, é possível avaliar a eficácia e a eficiência que os serviços prestados passam a ter no estado de saúde da população e auxilia na produção de conhecimento acerca da saúde e dos assuntos a ela ligados (BRANCO, 1996). Em particular, s de Informação em Saúde baseados na web visam um melhor gerenciamento das informações à saúde, uma maior segurança dos dados e principalmente a disponibilidade e fácil acesso às informações (LOPES et al, 2004). Dentre as funções oferecidas por s de Informação em Saúde, destaca-se o gerenciamento do prontuário médico do paciente. Que é fundamental para o bom atendimento ao paciente e outras funcionalidades do gerenciamento hospitalar (SILVA; NETO, J. T, 2007) Apesar do grande avanço da tecnologia, a coleta, o processamento, o armazenamento e a busca das informações dos pacientes pelo médico vêm sendo realizado no modelo industrial, ou seja, em prontuários em papel, o que pode gerar inconsistências nas informações do paciente, ou até mesmo a perda dessas informações (WECHSLER et al, 2003). Diante disso, esse trabalho tem como escopo a implementação de um novo módulo de atendimento no sistema Clinic Web, que é um sistema de prontuário médico

2 web, desenvolvido pela Katu s Inteligentes para Saúde (KATU, 2011), visando melhorar o atendimento do médico disponibilizando as informações do paciente de uma forma rápida, prática e segura. 266 O sistema implementado no dispositivo móvel contém um conjunto de funções que denominamos como Módulo de Atendimento ao Paciente, composto por: cadastramento de um novo histórico, consulta a exames realizados pelo paciente, cadastro de um novo exame para o paciente, consulta dos dados do paciente, consulta do histórico recente do paciente e do histórico por período estabelecido. Outras funcionalidades implementadas foram a consulta por procedimentos e medicamentos por paciente em um determinado período de tempo. Para a comunicação do sistema implementado no dispositivo móvel com o sistema Clinic Web, foi utilizado o Serviço Web, que tem justamente a função de fazer a integração da comunicação entre os diferentes sistemas e plataformas ( ALONSO et al, 2004). 2. Fundamentação Teórica 2.1 Considerações Iniciais Neste capitulo é apresentado o Clinic Web, um prontuário eletrônico de código aberto e o software utilizado para criar esta ferramenta seus módulos e suas funções, também são feitas considerações em relação à plataforma utilizada para a criação do Clinic Web Mobile, discutindo sobre o assunto prontuário eletrônico e as ferramentas desenvolvidas para dispositivos móveis que auxiliam na área da saúde. 2.2 Clinic Web Segundo a OSI (2011), software de código aberto são aplicativos que podem ser modificados e redistribuídos livremente, contudo, o desenvolvedor tem o direito de estabelecer algumas restrições. Ao fazer qualquer tipo de modificação no código devese alterar o nome desse software para preservar a reputação do desenvolvedor. O Clinic Web é um sistema de prontuário eletrônico e mais, o sistema oferece recursos de administração, gera relatórios para a receita federal, gerencia banco de vacinas e vacinação por clientes, gerencia o controle de horas dos funcionários, o cadastro dos usuários e o perfil do empregado, controla as finanças e a fila de espera para agendamento do paciente, gera (SMS) Short Message Service automáticos como lembrete aos pacientes horas antes das consultas, faz backup de todo o banco de dados em uma pasta local do computador e também armazena essa cópia de segurança em

3 servidor remoto, caso a máquina do cliente fique irrecuperável, os dados podem ser recuperados da cópia de segurança. É um sistema de fácil acesso utilizando Intranets e Internet, sem a necessidade de instalação do produto em cada máquina, podendo ser acessado de qualquer computador ligado à rede utilizando apenas um navegador padrão. A KATU disponibilizou o seu sistema de prontuário eletrônico Clinic Web no site Source Forge, que é um site para desenvolvimento e downloads de programas com código aberto. O código está disponível para futuros pesquisadores e desenvolvedores que queiram contribuir com sugestões para melhoria do Clinic Web (KATU, 2011). 267 O Clinic Web foi desenvolvido na linguagem de programação Java. Segundo Java (2011) esta plataforma já atraiu mais de 6,5 milhões de desenvolvedores de software e é utilizada em todos os principais segmentos da indústria, estando presente em uma ampla gama de dispositivos, computadores e redes, incluindo dispositivos médicos. Os dispositivos móveis como aparelhos celulares, tablets, entre outros, podem ser utilizados para uma infinidade de aplicações. Neste trabalho, são tratadas as aplicações que usam o Android, que é um plataforma livre. Segundo a Free Software Foundation (2011), define-se por plataforma livre um software que se pode executar, estudar, redistribuir e aperfeiçoar. Segundo Rao (2011), a tecnologia Android vem crescendo no mercado americano, já superando a HIM e a APPLE em tecnologias para dispositivos móveis. Também é a tecnologia mais usada entre jovens com idade ate 24 anos, conforme indicam os dados dos gráficos nas figuras 1 e a figura 2. Figura 1. Assinantes pós-pagas no mercado americano (RAO, 2011)

4 268 Figura 2. s utilizados nos smartphones por idade do assinante no mercado americano (RAO, 2011) 2.3 Registro eletrônico em saúde O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma forma proposta para unir todos os diferentes tipos de dados produzidos em variados formatos, em épocas diferentes, registrados por diferentes profissionais da equipe de saúde em distintos locais. Assim, deve ser entendido como sendo a estrutura eletrônica para manutenção de informação sobre o estado de saúde e o cuidado recebido por um indivíduo durante todo seu tempo de vida. O Institute of Medicine entende que o prontuário eletrônico do paciente é um registro eletrônico que reside em um sistema especificamente projetado para apoiar os usuários, fornecendo acesso a um completo conjunto de dados corretos, alertas, sistemas de apoio à decisão e outros recursos, como links para bases de conhecimento médico (MASSAD et al, 2003). Segundo Stumpf e Freitas (1997): O termo Prontuário baseado em Computador ou (CPR) Computer-based Patient Record agrega dois importantes conceitos expressos pelo Comitê do Instituto de Medicina dos Estados Unidos (...): primeiro, o registro é focado no paciente e deve conter todas as informações relevantes para a sua assistência no decorrer do tempo, em segundo lugar, o registro será baseado em computador, mas não computadorizado, isto é, CPRs serão mais do que versões automatizadas do atual registro em papel. Segundo esses autores, os CPRs devem ser a parte fundamental do de Informações em Saúde de cada organização e, eventualmente, irão contribuir para um sistema nacional de informações de saúde.

5 2.4 Dispositivos móveis em saúde Nesta seção são apresentamos os exemplos, encontrados na revisão bibliográfica relevantes ao contexto deste trabalho, de s de Informação em Saúde implementados com a utilização de dispositivos móveis nos últimos anos com o objetivo de ilustrar a variedade de aplicações possíveis nesta área. 269 A empresa Cell Design (2011) criou um aparelho de telefonia móvel que foi homologado na Europa e Estados Unidos e estará disponível no Brasil assim que for homologado pela Anatel. Trata-se de um telefone celular com sensor capaz de reconhecer quedas e grandes impactos; este, quando acionado, enviará mensagens de socorro para até cinco números pré-cadastrados além de emitir um sinal sonoro. Caso não haja retorno de nenhuma dessas mensagens o aparelho faz ligações alternadas para os cinco números até que um destes atendam. O aparelho permite também o controle do horário e da recarga de medicamentos, além de lembrar seu dono do dia e horário de consultas médicas. O sistema BabyCare desenvolvido por Costa et al.(2010) utiliza computadores de mão e propõe a aplicação de um modelo padronizado de perguntas para agilizar o trabalho e ajudar as equipes de saúde na identificação de pacientes com maior necessidade de atendimento de forma rápida através da análise de gráficos, alertas, histórico de pacientes, além de já fornecer os cálculos para avaliação antropométrica e esquema vacinal. Um trabalho desenvolvido na Unifesp Lopes et al. (2004) na área de telemedicina, tem como objetivo o acompanhamento de pacientes a distância. Estes centros de telemedicina tem por essência prover acesso das áreas remotas ao serviço de informação médica, propiciando treinamento aos médicos, eliminando a necessidade de locomoção até os grandes centros de referência. Neste trabalho, telemedicina e telessaúde surgem como ferramentas significativas para transpor barreiras culturais socioeconômicas e geográficas. A entidade que motivou o desenvolvimento do sistema foi o Centro de Diagnóstico Virtual em Oftalmologia que está instalado na UNIFESP/EPM, datado de 2004 que atendia na época a cidade de São Paulo. Este trabalho ainda contemplava um dispositivo móvel, desenvolvido e emulado para PalmOS, para atendimento ambulatorial nas Unidades Básicas de Saúde da cidade de Embu. O objetivo deste dispositivo é fazer a coleta de informações dando a mobilidade aos profissionais de saúde com informações precisas e com qualidade e segurança. O PEI_CM (MARTHA et al, 2006) também utiliza o Clinic Web em seu desenvolvimento. Esse projeto consiste apenas no desenvolvimento do prontuário

6 eletrônico do Clinic Web para computadores de mão da Palm. Foi escolhido para o desenvolvimento o Mobile VB App Forge, que é baseado no Visual Basic. Para realizar a sincronização das informações dos pacientes no dispositivo e no Clinic Web foi desenvolvido um sistema em Visual Basic para realizar essa sincronização. 270 O projeto nomeado de Projeto Telecardio: Tecnologia a Serviço do Paciente em Ambientes Hospitalares e Residenciais (ANDREÃO et al, 2005) é um sistema de Telecardiologia voltado para o acompanhamento da atividade elétrica do coração em pacientes crônicos. O sistema detecta o sinal do coração do paciente e é transmitido a um computador remoto, que transmite as informações do paciente a uma Central de Monitoramento. O médico pode interagir com o sistema, acompanhando o paciente através de um computador desktop, um notebook ou um dispositivo móvel como o PDA. O paciente pode ser assistido pelo sistema em sua residência ou em uma Unidade de Saúde, e o médico pode acompanhar esse paciente independente de onde esteja 2.5 Considerações Finais Neste capitulo foram apresentados tópicos relevantes para a fundamentação conceitual do trabalho, seguem alguns comentários: - Clinic Web um software aberto e com a proposta de armazenar os dados do paciente em um prontuário eletrônico, eliminando as fichas de papel dando maior eficiência ao processo, tanto na pesquisa quanto na qualidade dos dados do paciente, este software foi desenvolvido com a linguagem Java. - Java uma linguagem de programação livre que desde sua criação vem ampliando o seu mercado como linguagem expressiva, esta linguagem esta nos mais derivados aparelhos como aparelhos de televisão, celulares, computadores, computador de mão (tablets) entre outros. - O Android além de ser uma plataforma livre, é uma tecnologia nova que vem aumentando sua presença no mercado de dispositivos móveis, ela é particularizada com a linguagem Java, esta plataforma junto com a linguagem de programação é utilizada para criar o acesso via dispositivo móvel ao Clinic Web. - Registro eletrônico em saúde, de acordo com as referências bibliográficas utilizadas, podemos compreender um pouco mais de como os prontuários eletrônicos auxiliam aos médicos. Este conceito foi aplicado para a escolha dos métodos implementados no Clinic Web Mobile. - Dispositivos móveis em saúde, com as citações de empresas e de trabalhos acadêmicos, é possível inferir que é um mercado promissor onde cabe muita pesquisa,

7 existe uma grande aceitação por ser compacto e de fácil manuseio, com estes equipamentos os usuários podem ter a informação ao seu alcance em qualquer lugar, estes dispositivos auxiliam nos tratamentos e podem salvar vidas com as informações precisas que são transmitida aos usuários Tecnologias utilizadas Na definição das tecnologias para o desenvolvimento do sistema, foi levado em consideração o fato de que o Clinic Web é implementado na linguagem Java. Portanto, foi escolhida a plataforma do Android para que o novo módulo agregasse o mesmo valor de utilização de software livre, além do fato que suas aplicações são também implementadas em Java Serviço Web Segundo (ALONSO et al, 2004) Serviço Web é uma solução que tem como objetivo a integração entre diferentes aplicações, sendo possível, a interação entre uma aplicação antiga com uma aplicação mais nova, isto é, permite a integração com sistemas legados onde as aplicações podem trocar informações através de uma linguagem universal o XML. Atualmente, os Serviços Web é uma tecnologia que incorpora sistemas utilizados por muitas empresas, são extremamente ágeis e principalmente seguros, pois não há intervenção humana na execução de seu processo. Os Serviços Web são baseados em tecnologias definidas como padrão pela indústria de Tecnologia da Informação, como o XML para a definição das mensagens e o HTTP como protocolo de comunicação entre os sistemas. Utilizando a tecnologia de Serviço Web, uma aplicação pode invocar outra aplicação para efetuar tarefas simples ou tarefas complexas, mesmo que essas duas aplicações sejam de sistemas e linguagens de programação diferentes. Os Serviços Web, da mesma forma que as páginas da web, precisam de uma identificação, o chamado URI (Unique Resource Identifier) e são descritos e definidos usando XML, como já citado anteriormente. O SOAP é o protocolo padrão para a troca de mensagens entre aplicações e Serviços Web, e trabalha basicamente com o XML e o HTTP. O SOAP garante a interoperabilidade e a intercomunicação entre diferentes sistemas através de uma linguagem (XML) e um mecanismo de transporte (HTTP).

8 O SOAP é constituído dos seguintes elementos: 272 Envelope toda mensagem SOAP deve contê-lo, é o documento raiz. Header é um cabeçalho opcional. Body elemento principal que contém o payload ou as informações que devem ser levadas ao seu destino final. Segundo (LAURENT et al, 2001) RPC (Remote Procedure Call) chamadas remotas de procedimentos, nada mais são do que chamadas locais a métodos de objetos (ou serviços) remotos. Com isso podemos acessar serviços de objetos locais de um ponto da rede por outro ponto da rede. 3.2 Documento WSDL É um documento escrito utilizando-se a linguagem WSDL (Web Service Descripition Language), que define qual o formato dos métodos a serem chamados e quais parâmetros devem ser passados. Para descrever um Serviço Web, um documento WSDL define um XML Schema. A sua utilização se dá quando um cliente deseja enviar uma mensagem para um Serviço de Web. Ele obtém a descrição do serviço, logo após constrói a mensagem, passando os tipos de dados corretos de acordo com a definição encontrada no documento. Depois disso, a mensagem é enviada para o endereço onde o serviço é localizado, para que seja processada. Quando o Serviço Web recebe a mensagem, ele valida as mensagens de acordo com o documento. Só depois disso o serviço remoto sabe como tratar a mensagem, processá-la e montá-la para o cliente. 3.3 Android Em 5 de novembro de 2007 a empresa Google lançou a primeira plataforma livre voltada para dispositivos móveis, baseada na linguagem Java (MEDNIEKS et al, 2011; LACHETA, 2010). Esta plataforma livre foi batizada de Android e hoje é mantida pelo grupo de empresas Open Handset Aliance (OHA). A OHA é um grupo de 40 empresas que se uniram a fim de buscar inovações tecnológicas que fossem compatíveis com dispositivos móveis. Hoje sem dúvida o Android é a única plataforma voltada para dispositivos móveis totalmente livre. 3.4 Estrutura Geral do Android O Android SDK é o kit de desenvolvimento que é constituído de ferramentas e APIs(Application Programming Interface), que são um conjunto de padrões e rotinas estabelecidos para a utilização de um software (TULACH, 2008) necessário para o

9 desenvolvimento em plataforma Android. O conjunto contém os seguintes recursos: 273 Aplication Framework proporciona a reutilização e substituição de componentes. Dalvick Virtual Machine otimizada para dispositivos móveis. Browser Integrado baseado no webkit engine, que é um mecanismo para layout que permite que os navegadores web renderizem as páginas.. Gráficos Otimizados possui uma biblioteca 2D e 3D baseada na especificação OpenGL ES 1.0 (aceleração de hardware é opcional). SQLite para guardar dados estruturados. Suporte Multimídia para áudio, vídeo e formatos de imagens. Telefonia GSM depende do hardware do dispositivo móvel. Bluetooth, EDGE, 3G e Wi-Fi dependem do hardware do dispositivo móvel. Câmera, GPS, Compasso, e acelerômetro depende de hardware do dispositivo móvel. Rico ambiente de desenvolvimento - incluindo um emulador de dispositivo, ferramentas de depuração, memória, performance e um plugin para o eclipse, o ADT (Tipo de Dados Abstrato), é um modelo de classe que tem comportamento semelhante, para diferentes tipos de dados ou diferentes linguagens de programação. O Android incorpora diversas bibliotecas de linguagens C/C++, que são utilizadas por diversos componentes do sistema. As principais bibliotecas são: System C Library derivada da biblioteca C padrão sistema (libc) do BSD (Berkley Software Distribution), que é um sistema derivado do Unix, sintonizada para dispositivos rodando Linux. Media Libraries suporta os mais populares formatos de áudio e vídeo, bem como imagens estáticas. Surface Manager gera o acesso ao subsistema de exibição bem como as múltiplas camadas de aplicações 2D e 3D. LibwebCore um web browser engine, é um software componente que tem marcado o conteúdo e a formatação e exibe o conteúdo no formato

10 da tela utilizado tanto no Android Browser quanto para exibições web. 274 SGL o engine de gráficos 2D 3D libraries uma implementação baseada no Open GL ES 1.0 APIs (Application Programming Interface) (TULACH, 2008), as bibliotecas utilizam aceleração 3D via hardware (quando disponível) ou o software de renderização 3D altamente otimizado incluído no Android. FreeType - renderização de fontes bitmap e vetor. SQLite um poderoso e leve engine de banco de dados relacional disponível para todas as aplicações. As aplicações em Android são constituídas de quatro tipos básicos de componentes: Atividades: são trechos de código executável que vão e voltam no tempo, instanciadas pelo usuário ou pelo sistema operacional e executadas enquanto forem necessárias. Serviços: são trechos executáveis de código, que ficam em segundo plano, a partir do momento de sua instanciação até o desligamento do dispositivo móvel. Geralmente não exibem uma interface de usuário. Receptores de Broadcast e Intenção respondem às solicitações de serviço de outra aplicação. Um Receptor de Broadcast responde a um aviso global de evento. Esses avisos podem ter origem no próprio Android (por exemplo, bateria baixa) ou em qualquer programa em execução no sistema. Uma Atividade ou um Serviço fornece a outras aplicações o acesso à sua funcionalidade pela execução de um Receptor de Intenção, um pequeno trecho de código executável que responde a solicitações de dados ou serviços de outras Atividades. A Atividade Solicitante (cliente) envia uma Intenção, deixando ao framework do Android a decisão de qual aplicação deve receber a solicitação e agir conforme necessário. Intenções são elementos essenciais da arquitetura do Android que facilitam a criação de novas aplicações a partir das existentes (masups móveis). São usadas na interação com outras Aplicações e Serviços que forneçam informações necessárias à sua aplicação. Provedores de conteúdo são criados para compartilhar dados com outras Atividades ou Serviços.

11 O Android reconhece que os recursos (memória, bateria e etc) são limitados na maioria dos dispositivos móveis e fornece mecanismos para preservar esses recursos. Os mecanismos são evidentes no ciclo de vida de Atividade do Android, que define os estados ou eventos que uma atividade atravessa desde o momento que é criada até o término de sua execução. As atividades monitoram e reagem a esses eventos redefinindo os métodos da classe Activity (citada como Atividade deste ponto em diante) para cada evento: 275 oncreate Chamado quando a Atividade é criada. É aqui que normalmente cria suas Views (Exibições), abre qualquer arquivo de dados persistente que sua Atividade precisa usar e, em geral, inicializa a Atividade. onstart Chamado pouco antes de sua Atividade ficar visível na tela. Quando onstart for concluído, se for possível que sua Atividade se torne a Atividade de primeiro plano na tela, o controle será transferido para onresume. Se a Atividade não puder tornar-se a Atividade de Primeiro Plano por algum motivo, o controle passará para o método onstop. onresume Chamado logo após onstart se sua Atividade for a de primeiro plano na tela. Nesse ponto, sua Atividade está em execução e interagindo com o usuário. Também é chamado se sua Atividade perder o status de primeiro plano para outra Atividade que, eventualmente, terminará, trazendo a sua Atividade de volta ao primeiro plano. É aqui que sua Atividade pode iniciar (ou retomar) as ações necessárias para atualizar a interface de usuário (receber atualizações de localizações ou executar uma animação, por exemplo). onpause Chamado quando o Android está prestes a retornar uma Atividade diferente, concedendo a ela o primeiro plano. Nesse ponto, sua Atividade deixará de ter acesso à tela, de modo que você deve interromper as ações que consumam desnecessariamente a bateria e ciclos da CPU (Unidade Central de Processamento). onstop Chamado quando sua Atividade já não está mais visível, seja porque outra Atividade obteve o primeiro plano ou porque sua Atividade está sendo eliminada. ondestroy A última oportunidade para que sua Atividade efetue qualquer processamento antes de ser eliminada. Normalmente, essa

12 situação ocorreria porque a Atividade foi concluída e o framework invocou seu método finish. 276 A descrição deste ciclo está representado na figura 3. Figura 3 - ciclo de vida do Android O fluxo do Android desde a criação de uma nova Atividade até o término dessa atividade está representada na figura 4. Fluxo 4 Fluxo Android O ciclo de vida dos serviços Android podem ser iniciados quando um cliente chama o método Context. starservice(intenção). Se o serviço não estiver em execução, ele é iniciado pelo Android, que chama o seu método oncreate, seguido do método

13 onstart. 277 Os eventos onresume, onpause e onstop não são necessários, pois não contém interface para o usuário. No caso do evento onbind, se um cliente necessita de uma conexão persistente a um Serviço, ele pode chamar o método Context.bindService. A invocação do método cria o Serviço se ele não estiver em execução e chama oncreate, mas não o onstart. Em vez disso, o método onbind é chamado com a Intenção do cliente e retorna um objeto Ibind que o cliente pode usar para efetuar chamadas futuras ao Serviço.No caso do evento ondestroy, tal como em uma Atividade, o método ondestroy é chamado quando não houver mais clientes inicializando oserviço ou conectados a ele. O uso de API (Application Programming Interface) está sendo muito utilizado em criação de plugins, onde a API é criada e passada ao desenvolvedor do Plugin, sendo que ele utiliza a API e cria o plugin a partir da API. 3.4 Java Sun Microsystems Segundo (LAFORE, 2005) Java é uma linguagem de programação orientada a objetos, cujo código é compilado para um bytecode que é executado por uma máquina virtual. Em 13 de novembro de 2006, a Sun lançou a maior parte do Java como software livre sob os termos da GNU General Public License (GPL), o que torna o Java uma das linguagens mais utilizadas pelas empresas. Algumas características do Java são: sintaxe similar a C/C++, facilidade de internacionalização através do suporte a Unicode, simplicidade na especificação, ser distribuído com muitas bibliotecas (APIs), facilita o desenvolvimento de programas distribuídos e com uso de multitarefa, liberação automática de memória por processo de coletor de lixo. O Java provê a carga dinâmica de códigos, por coleções de classes armazenadas em locais diferentes e carregadas no momento da utilização. 3.5 Apache Axis2 O Apache Axis2 é um framework utilizado para criar Serviços Web baseado em linguagem JAVA e no padrão XML(Extensible Markup Lagnguage), que é uma linguagem de marcação padrão. O Axis2 é uma melhoria do até então existente Axis 1.4.1, cujo uso ficou obsoleto pois, no dia 24/05/2006, foi encontrada uma vulnerabilidade de Local File Include, que permitia que usuários não identificados conseguissem obter a senha do administrador. Com essa senha poderiam autenticar-se na interface administrativa do Axis (JAYASINGHE; AZEEZ, 2008).

14 O Axis disponibiliza o JWS (Java Web Service) e o WSDD (Web Service Deployment Descriptor). Esses métodos detalham como serão criados os web services a partir das classes Java existentes. O Axis também pode gerar automaticamente o arquivo WSDL (Web Service Description Language), que contém a definição da interface dos web services Desenvolvendo um Arquivo WSDL para Aplicativos (APACHE, 2010) Programação Orientada a Objetos Segundo (REZENDE, 2007) a programação orientada a objetos tenta aproximar o mundo real do mundo digital, ou seja, a programação orientada a objetos tenta simular o mundo real dentro de um computador. Nesse novo paradigma de programação alguns conceitos foram criados como objetos que é uma entidade do mundo real que tem uma identidade; conceito de classe onde cada classe descreve um conjunto de objetos individuais. Cada objeto é dito ser instância de uma classe, assim como cada instância de uma classe tem seus próprios valores para cada atributo. Implicitamente, cada objeto contém referência para sua própria classe. 3.7 DAO De acordo com as definições de (REZENDE, 2007) DAO - Data Access Object é um padrão para persistência de dados da programação orientada a objetos, onde as regras de negócio encontram-se separadas das regras de banco de dados. O DAO tem a função de buscar os dados do banco de dados e converter em objeto para que possa ser utilizado pela aplicação. 3.8 Padrão MVC Segundo (LADD; DONALD, 2006) o modelo MVC divide o aplicativo em três camadas. A arquitetura MVC (Model View Controller), facilita na manutenção e apresentação dos dados de uma aplicação. O Model mantém o estado persistente do negócio e fornece ao Controller a capacidade de acessar as funcionalidades da aplicação. O View renderiza o conteúdo de uma parte da Model e encaminha para o Controller as ações do usuário, acessa os dados da Model via Controller e apresenta esses dados para o usuário. O Controller define o comportamento da aplicação, interpretando as ações do usuário e mapeando para as chamadas da Model.

15 4. Desenvolvimento do Considerações Iniciais Foi desenvolvido um Serviço Web para fazer a comunicação entre o sistema cliente e o sistema que fornece os dados para o sistema cliente. Esse Serviço Web foi criado utilizando-se o framework Apache Axis 2. O desenvolvimento do software foi constituído em duas etapas: (1) Desenvolvimento do sistema que fica armazenado em um Serviço Web: Por não ser possível inserir o sistema Clinic Web em um Serviço Web utilizando o framework Apache Axis 2, optamos por desenvolver um sistema em plataforma Java, com as regras de negócios herdadas do Clinic Web, acessando a sua base de dados. O sistema foi inserido em um Serviço Web para que qualquer outro sistema de diferente plataforma possa acessá-lo. (2) Desenvolvimento do Cliente: baseado no Android e é onde o médico realiza as operações de atendimento ao paciente e consultas de medicamentos e procedimentos por paciente. Assim, o sistema cliente pode comunicar-se com o sistema que está armazenado no Serviço Web, sem necessariamente ser construído na mesma plataforma. O funcionamento geral do sistema desenvolvido nesse projeto pode ser observado na Figura 5, onde o celular comunica-se com o Serviço Web Client que solicita dados para o Serviço Web. Por sua vez, o Serviço Web solicita ou envia dados para o banco de Dados do Clinic Web. O Serviço Web Client e o Serviço Web foram desenvolvidos nesse projeto e o Banco de Dados Clinic Web é o banco de dados original do sistema Clinic Web, desenvolvido pela Katu s para Saúde. O Serviço Web Client é responsável por fazer as chamadas ao Serviço Web e retornar para o celular o resultado dessa chamada. O Serviço Web é responsável por fazer as transações com o banco de dados do Clinic Web e retornar o resultado para o Serviço Web Client.

16 280 Figura 5 Diagrama de Comunicação Na figura 6 é apresentada de uma maneira sucinta a estrutura geral do sistema, onde o Serviço Web, contém o sistema que incorpora as regras de Negócio do Clinic Web, na camada br.metodoswebserviceclient, encontram-se as chamadas ao Serviço Web e por fim a camada br.clinicwebmobile é onde encontram-se as implementações da interface com o usuário. Essa arquitetura será melhor definida na seção Arquitetura e implementação. As camadas br.clinicwebmobile e br.metodoswebservicecliente estão implementados no Cliente (Android) e o Serviço Web representa o sistema que está no Serviço Web criado. Todas essas camadas representadas no diagrama foram desenvolvidas em nosso projeto. Figura 6 Diagrama de Componentes

17 No Apêndice Diagrama de Componentes Serviço Web são apresentados os pacotes da camada Serviço Web. O Apêndice Diagrama de Componentes Chamada Serviço Web apresenta as classes da camada br.metodoswebserviceclient e o Apêndice Diagrama de Componentes Interface com o usuário apresenta as classes da camada br.clinicwebmobile Requisitos do Desenvolvido O Módulo de Atendimento ao Paciente implementado engloba as seguintes funções: A consulta de histórico do paciente, que nada mais é do que a vida médica desse paciente, os diagnósticos, os medicamentos que ele utilizou, os procedimentos executados, e as observações feitas anteriormente pelo médico. A consulta pode englobar todo o histórico do paciente ou se restringir a um período estipulado pelo usuário. A consulta de exames do paciente, que lista todos os exames realizados pelo paciente, junto com as informações pertinentes, como data, valores obtidos e observações. A inserção de um novo item do histórico do paciente, que envolve informações de medicamentos administrados, diagnósticos feitos e procedimentos executados, bem como outras informações como data e observações daquele item do histórico. A inserção de um novo exame para o paciente, que engloba as informações do exame como o valor obtido, data e observações. Outras duas funções que foram implementadas no sistema foram a Consulta de Medicamentos por Paciente, que exibe para o médico a quantidade de pacientes que utilizaram um determinado medicamento e a quantidade de vezes que esse medicamento foi utilizado por esses pacientes, e a Consulta de Procedimentos por Paciente, com funcionalidade similar à anterior só que ao invés da pesquisa ser com medicamento, a pesquisa é realizada para procedimento. Essas outras funcionalidades foram escolhidas por ser relacionarem ao gerenciamento hospitalar. Foi desenvolvido um estudo no sistema Clinic Web, onde houve todo um mapeamento de todas as funções e toda a arquitetura do Clinic Web e uma pesquisa sobre Prontuários Eletrônicos. Por não terem sido realizados testes com usuários, com base nessas pesquisas escolhemos os módulos do Clinic Web citados anteriormente, por serem os módulos que mais se encaixam com as funções de um Prontuário Eletrônico

18 Médico. 282 As classes do Clinic Web, onde foram retiradas as regras de negócio que foram implementadas no nosso projeto no sistema do Serviço Web foram: atendimentos, busca paciente, buscar histórico, Exames, ggavardiagnostico, GravarExames, GravarhHstoricoPac, ListaConsultaLotes, NovaHistoria, Paciente, Medicamento, Procedimento, Usuario, Diagnostico e VerExames, dentre outras. 4.3 Arquitetura e implementação O sistema que está em Serviço Web é desenvolvido orientado a objetos e ambos os sistemas, tanto o Cliente como o sistema que está no Serviço Web, foram desenvolvidos utilizando o modelo MVC onde o Model é a camada responsável por fazer a persistência dos dados com o Banco de dados, o Controller é responsável por requisitar informações do Model, sempre que necessário e enviar para a camada de visualização o View (LADD; DONALD, 2006). No sistema que está no Serviço Web foram utilizadas as camadas Model e Controller do modelo MVC. Já no sistema Cliente foram utilizadas as camadas Controller e View. No desenvolvimento do sistema que está em um Serviço Web o conceito de objetos foi utilizado na gravação de um novo histórico e exame. Nas consultas diversas do sistema, apesar de retornarem dados simples, os métodos trabalham com objetos e retornam o atributo correspondente ao retorno do método. No caso de gravação de histórico e exames, os métodos no sistema que estão no Serviço Web recebem os dados separadamente e os insere no objeto que será gravado nas tabelas referentes do Clinic Web. Nas classes do sistema que está no Serviço Web, encontram-se todas as regras de negócio do projeto vindos do Clinic Web. A estrutura de classes no sistema que está no serviço Web encontra-se da seguinte maneira: No pacote recursos, encontram-se todas as classes de negócios do sistema. No pacote clinicwebservice, encontram-se os DAOs das classes de negócio, ou seja, são as classes responsáveis por efetivar todas as transações relacionadas ao banco de dados utilizado. E por fim o pacote WebService, está classe ClinicWebService, que recebe todas

19 as requisições do sistema cliente (Android) e chama os métodos do pacote clinicwebservice, para efetuar as consultas ou inserções e retorna o resultado obtido para o sistema cliente, ou seja, a classe ClinicWebService concentra todos os métodos do pacote clinicwebservice, onde ela recebe as requisições do Cliente, procura a classe responsável por executar aquela função e retorna para o Cliente o resultado dessa operação. A classe ClinicWebService está representada na figura 7: 283 Figura 7 Classe ClinicWebService O pacote recursos e o pacote clinicwebservice encaixam-se na camada Model do MVC explicada anteriormente nesse documento e o pacote WebService encontra-se na camada Controller do MVC. A estrutura do sistema que se encontra no Serviço Web pode ser encontrada no apêndice diagrama de classes serviço Web, onde os getters e setters foram omitidos por questão de uma melhor visualização do diagrama. A classe ClinicWebService possui todos os métodos das classes DAOs do sistema, com exceção dos construtores e dos métodos getinstance, por esse motivo os métodos dessa classe também foram omitidos, para não atrapalhar a visualização do diagrama. Ela é um centralizador, que recebe e retorna as requisições do sistema cliente.

20 No desenvolvimento do Cliente, a implementação das classes está dividida em duas camadas para uma facilidade maior na manutenção e para a diminuição do acoplamento entre as classes, são elas: 284 -br.clinicweb.mobile Implementação da camada de interface com o usuário, que exibe os resultados do Serviço Web para o médico na tela do dispositivo móvel. As classes dessa camada iniciam o nome com App, por se tratar de um padrão utilizado no desenvolvimento Android, onde diz que toda classe que implementa interface tem que iniciar com o prefixo App (MEDNIEKS et al, 2011). -br.metodoswebserviceclient Implementação das classes que fazem as chamadas ao Serviço Web, recebem os resultados dessas chamadas vindas do Serviço Web e repassam para a camada br.clinicweb.mobile. Seus métodos retornam tipos simples, para obter uma uniformização no desenvolvimento já que o framework de Serviço Web Apache Axis2 tem uma certa limitação quanto ao retorno de dados estruturados no formato de classes com muitos atributos. Diante disso foram refeitos praticamente todos os métodos para o retorno de tipos simples. Uma vantagem dessa estratégia é que esse sistema que está no serviço Web pode ser utilizado futuramente por qualquer linguagem de programação sem necessariamente trabalhar com o conceito de objetos. Mas em casos como a consulta de histórico e a consulta de exames foi necessário fazer com que o sistema que está no serviço Web retornasse listas de objetos com poucos atributos. O sistema, no lado cliente, apenas mostra na tela os resultados não trabalha com regras de negócios, não havendo necessidade de implementar objetos para mostrar os resultados das requisições do sistema que está no serviço Web na tela. O pacote br.clinicweb.mobile encaixa-se na camada de View do MVC e a camada br.metodoswebserviceclient encaixa-se na camada Controller do MVC. A arquitetura desse sistema cliente está apresentada no apêndice diagrama de classes sistema cliente, onde as classes que implementam a interface com o usuário herdam a classe e sobrescrevem os métodos da classe Activity (LACHETA, 2010) própria do Android. No sistema elas sobrescrevem os métodos oncreate() e onclick() da classe Activity, por esse motivo esses métodos foram ocultados no diagrama. 5. Conclusão Neste Trabalho, aplicamos os conhecimentos até então adquiridos no curso, em duas

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