Núcleo de Inovação Tecnológica

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1 Núcleo de Inovação Tecnológica Pró-reitoria de Pesquisa, Inovação e Pósgraduação Paulo Roberto Barbosa Fórum da Educação Profissional do Estado de São Paulo 10 de junho de 2014

2 Equipe - NIT Paulo Roberto Barbosa - Diretoria do Núcleo de Inovação Tecnológica Vanessa Castro Ferreira - Coordenadoria de Inovação Tecnológica Daniel Bristot Assistente em Administração Regulamento do NIT (Resolução IFSP 431 de 9/9/2011) : 1. Órgão Consultivo: a) Conselho de Pesquisa e Inovação (COPI) 2. Órgãos Executivos: a) Diretoria do Núcleo de Inovação Tecnológica a.1 - Secretaria de Apoio às Atividades de Pesquisa e Inovação b) Coordenadoria de Informação Tecnológica e de Propriedade Intelectual c) Coordenadoria de Transferência de Tecnologia

3 Núcleo de Inovação Tecnológica Atividades Workshop de Negócios e Inovação e Vitrina de Inovação Tecnológica 1ª. Edição Campus Guarulhos nov ª. Edição Campus Suzano mai ª. Edição Campus São Paulo set ª. Edição Campus Avaré nov ª. Edição Campus Birigui ago 2013 Conscientizar e incentivar empresários, gestores dos meios produtivos e pesquisadores para possibilidades de relacionamentos e investimentos em soluções tecnológicas. Estreitamento das relações entre o IFSP, Instituições e meios produtivos locais.

4 Núcleo de Inovação Tecnológica Atividades Hotel de projetos Regulamento aprovado pela Res. no. 925 de 06/08/2013. Apoiar o desenvolvimento de projetos empreendedores do IFSP, levando em consideração a viabilidade mercadológica de produtos, processos e serviços. O HP é uma pré-incubadora, com infraestrutura física (escritório, bibliotecas, laboratórios e oficinas) e de serviços (assessoria e consultoria de pesquisadores) oferecidos pelo IFSP para o desenvolvimento de Projetos Experimentais de Inovação. O período de hospedagem do PEI é de 12 meses Proteção da Propriedade Intelectual do IFSP: 2 Pedidos de Patente e 3 Registros de programas de computador

5 Objetivos Ações Metas Reestruturação do sítio do NIT / PRP. Implantação dos Hotéis de projetos Adequação dos procedimentos com relação a proteção intelectual Estruturação e consolidação do NIT. Procedimentos com relação a transferência de tecnologia (jurídica). Reestruturação do Workshop de Negócios e Inovação. Participação do IFSP nos editais de pesquisa aplicada e extensão tecnológica da SETEC/CNPq e grupo de trabalhos de discussão sobre a implantação dos Polos de Inovação Tecnológica (EMBRAPII).

6 Objetivos Ações Metas Filiados ao FORTEC e a Rede Paulista de Propriedade Intelectual e de Transferência de Tecnologia Capacitação: Participação Chamada Pública MCTI/SETEC/CNPq Nº 92/ Apoio à Implantação e Capacitação de Núcleos de Inovação Tecnológica - Projeto piloto SETEC de capacitação nos Colleges Canadenses - Especialização em Propriedade Intelectual e Inovação em rede

7 Obrigado! Paulo Roberto Barbosa

8 Polos de inovação Os Polos de Inovação são unidades especializadas dos Institutos Federais, criadas para atender a demanda das cadeias produtivas por inovação. Foco: Atividades de PD&I em cooperação com empresas em articulação com formação de recursos humanos para inovação

9 Polos de inovação Unidades especializada dos Institutos Federais para a realização de atividades de projetos de PD&I (não ofertará cursos regulares) Unidades com infraestrutura para a realização de PD&I (laboratórios, equipamentos, etc) Unidades que podem ser construídas em parceria com instituições já existentes (Universidades, ICTs, Senai)

10 Atividade dos Polos de inovação Projetos de PD&I Serviços tecnológicos voltados para inovação Formação e qualificação

11 Atividades de PD&I Atendimento às demandas das empresas (no âmbito da EMBRAPII); Projetos cooperativos com empresas; Projetos cooperativos com outras instituições (ICTs, universidades etc.); Projetos de pesquisa com financiamento de agências de fomento (FAPs, CNPq, FINEP etc.); Serviços tecnológicos voltados para processos de PD&I; Projetos de PD&I com alunos que se destaquem.

12 Alunos em atividades de PD&I (ensino técnico, graduação e pós graduação) Alunos estagiários em atividades de P&D em empresas com bolsa do Polo de Inovação como Estudantes no Polo Atrair alunos com altas habilidades ou que se destaquem para trabalharem em atividades de PD&I num ambiente de criatividade Realizar de trabalhos de conclusão de curso Ofertar bolsas para alunos de destaque

13 Professores no Polo Docentes da Rede Federal Docentes convidados Professores/pesquisadores internacionais (CsF) que Coordenam os projetos de PD&I Participam nas atividades de prospecção de projetos Orientam alunos de nível superior e técnico participando das atividades de PD&I

14 Pessoal específico dedicado ao Polo Professores e técnicos da gestão (governança) Pessoal de prospecção de projetos Técnicos e tecnólogos do quadro efetivo do polo Técnicos de apoio de laboratório com bolsas

15 Critérios gerais de criação 1 Competências da instituição na área pessoal e infraestrutura 2 Experiência prévia da instituição na execução de projetos na área empresariais 3 Relação com parceiros empresariais, ICT, Universidades, Associações e Cooperativas 4 Captação de recursos de parceiros empresariais em projetos de PD&I 5 Potenciais clientes para prospecção de projetos cooperativos 6 Coerência e capacidade de execução do Plano de Ação Polo de Inovação Critérios gerais de avaliação Captação de recursos de parceiros empresariais Número de parceiros empresariais Retorno da empresa para novo projeto Produtos e serviços técnicos e tecnológicos Professores e estudantes envolvidos em pesquisa aplicada Aumento da competitividade 7 Formação de aluno em PD&I

16 Cronograma para criação dos Polos Quando Fevereiro/2014 Quem pode participar Prazo para apresentar a proposta Período de execução do Plano de Ação Institutos Federais 45 dias Três anos Critérios de avaliação Previsão de início de funcionamento dos Polos Maio/2014

17 Edital para criação de Polos Quando Quem pode participar Prazo para apresentar a proposta Período de execução do Plano de Ação Critérios de avaliação Previsão de início de funcionamento dos Polos Capacidade técnica do Polo de Inovação: equipe, infraestrutura e produção tecnológica. Deverá priorizar a efetiva capacidade de desenvolvimento tecnológico. Relação com os parceiros: empresariais, ICT, Universidades, associações e cooperativas. Captação de recursos de parceiros empresariais em projetos de PD&I valor captado, e histórico de projetos de PD&I com as empresas. Alinhamento com as áreas estratégicas e ecossistemas de inovação mapeados pelo MEC Coerência e capacidade de execução do Plano de Ação e estudo de mercado como estratégia de viabilização do Polo

18 Próximas ações CHAMADA PÚBLICA DE PROPOSTAS DE PROJETOS COOPERATIVOS DE PESQUISA APLICADA E DE EXTENSÃO TECNOLÓGICA SETEC/MEC - CNPq

19 OBJETIVO: Selecionar propostas de pesquisadores vinculados aos Institutos Federais para apoio financeiro a projetos cooperados com o setor produtivo. LINHA 1: projetos cooperados de PD&I entre Institutos Federais e empresas públicas ou privadas, órgãos governamentais, fundações, associações produtivas ou cooperativas de trabalho ou produção que visem o aumento da competitividade do setor e/ou o desenvolvimento e aplicação de tecnologias que promovam a inclusão produtiva e social. LINHA 2: projetos de extensão tecnológica, cooperados entre Institutos Federais e Empresas, com foco em ações de diagnóstico, consultorias, análises, ensaios e serviços metrológicos e ações de preparação de alunos para competições nacionais e internacionais de competências e conhecimentos técnicos. Linha Faixa Faixa de Valores (R$) A até xxxxx Linha1 B até xxxxx A até xxxxx Linha2 B até xxxxx C até xxxx ITENS FINANCIÁVEIS: custeio, capital e bolsas Recursos Estimados por Faixa (R$)

20 Linha A Contrapartida Não obrigatória. Linha B Contrapartida Financeira e/ou econômica de, no mínimo, 10% do valor do recurso solicitado. Linha C Nucleação e preparação de estudantes do ensino Técnico da Rede Federal, para concorrerem em competições de conhecimentos técnicos. Participação dos alunos em atividades de popularização e difusão tecnológica na rede pública de ensino. Recursos de custeio, capital e bolsa, alocados para professores orientadores e específicos para o desenvolvimento dos projetos.

21 Áreas estratégicas Aeroespacial e Defesa; Agropecuária; Alimentos; Automobilística; Biotecnologia; Calçados; Construção Civil; Economia Criativa Energia; Energia Nuclear; Energia Renovável; Fármacos e Complexo Industrial da Saúde; Indústria Naval; Metal mecânica; Mineração; Nanotecnologia; Petróleo e gás; Pesca e Aquicultura; Tecnologia Assistiva; Tecnologias Educacionais. Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs); Tecnologias para Sustentabilidade; Têxtil/Vestuário.

22 Critérios de avaliação Linhas A e B ITEM CRITÉRIO NOTA PESO A Potencial de inovação da proposta no segmento produtivo / contribuição para o aumento da competitividade ou para o desenvolvimento econômico e 0 X X social do parceiro e da Cadeia Produtiva à que este estiver vinculado B Atendimento a demanda originada do parceiro 0 X X C Articulação e relacionamento com parceiros externos (institucional) 0 X X D Experiência do Coordenador e da equipe da proposta em projetos em parceria com empresas, associações produtivas e cooperativas de trabalho e produção. 0 X X E Adequação do projeto aos objetivos da proposta 0 X X F Contrapartida financeira do parceiro com valor acima do mínimo determinado pela Chamada (1 ponto a cada 10% do valor solicitado) 0 X X

23 Critérios Linha C ITEM CRITÉRIO NOTA PESO A Impacto da proposta no desenvolvimento institucional e do aluno 0 X X B Estratégias de nucleação e treinamento dos alunos 0 X X C Estratégia de popularização e difusão tecnológica 0 X X D Plano de ação (cronograma físico-financeiro) 0 X X E Infraestrutura e contrapartida da instituição 0 X X F Perfil do coordenador da proposta 0 X X

24 Obrigado! Paulo Roberto Barbosa

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