DRAFT FNQ OS FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA EM GESTÃO CAPÍTULO 1 A BUSCA DA EXCELÊNCIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DRAFT FNQ OS FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA EM GESTÃO CAPÍTULO 1 A BUSCA DA EXCELÊNCIA"

Transcrição

1 CAPÍTULO 1 A BUSCA DA EXCELÊNCIA OS FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA EM GESTÃO OS FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA TRADUZEM-SE EM PROCESSOS GERENCIAIS OU FATORES DE DESEMPENHO ENCONTRADOS EM ORGANIZAÇÕES DE CLASSE MUNDIAL. 1. PENSAMENTO SISTÊMICO 2. ATUAÇÃO EM REDE 3. APRENDIZADO ORGANIZACIONAL 4. INOVAÇÃO 5. AGILIDADE 6. LIDERANÇA TRANSFORMADORA 7. OLHAR PARA O FUTURO 8. CONHECIMENTO SOBRE CLIENTES E MERCADOS 9. RESPONSABILIDADE SOCIAL 10. VALORIZAÇÃO DAS PESSOAS E DA CULTURA 11. DECISÕES FUNDAMENTADAS 12. ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS 13. GERAÇÃO DE VALOR

2 PENSAMENTO SISTÊMICO Compreensão e tratamento das relações de interdependência e consequência entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre eles e o ambiente com o qual interagem. ATUAÇÃO EM REDE Desenvolvimento de relações e atividades em cooperação entre organizações ou indivíduos com interesses comuns e competências complementares. APRENDIZADO ORGANIZACIONAL Busca e alcance de um novo patamar de competência para a organização e sua força de trabalho, por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de conhecimento e experiências. INOVAÇÃO Promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos de competitividade com desenvolvimento sustentável. AGILIDADE Flexibilidade e rapidez de adaptação a novas demandas das partes interessadas e mudanças do ambiente, considerando a velocidade de assimilação e o tempo de ciclo dos processos. LIDERANÇA TRANSFORMADORA Atuação dos líderes de forma inspiradora, exemplar, realizadora e com constância de propósito, estimulando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização, explorando as potencialidades das culturas presentes, preparando líderes e interagindo com as partes interessadas. OLHAR PARA O FUTURO Projeção e compreensão de cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização, no curto e longo prazos, avaliando alternativas e adotando estratégias mais apropriadas. CONHECIMENTO SOBRE CLIENTES E MERCADOS Interação com clientes e mercados e entendimento de suas necessidades, expectativas e comportamentos, explícitas e potenciais, criando valor de forma sustentável. RESPONSABILIDADE SOCIAL Dever da organização de responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, por meio de um comportamento ético e transparente, que contribui ao desenvolvimento sustentável. VALORIZAÇÃO DAS PESSOAS E DA CULTURA Criação de condições favoráveis e seguras para as pessoas se desenvolverem integralmente, com ênfase na maximização do desempenho e no fortalecimento de crenças, costumes e comportamentos favoráveis à excelência. DECISÕES FUNDAMENTADAS Deliberações sobre direções a seguir e ações a executar utilizando o conhecimento gerado a partir do tratamento de informações obtidas em medições, avaliações e análises de desempenho, de riscos, de retornos e de experiências. ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS Busca da eficiência e eficácia dos conjuntos de atividades que formam a cadeia de agregação de valor para os clientes e demais partes interessadas. GERAÇÃO DE VALOR Alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam as necessidades das partes interessadas.

3 CAPÍTULO 1 A BUSCA DA EXCELÊNCIA O MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO UMA VISÃO SISTÊMICA DA GESTÃO ORGANIZACIONAL O MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO (MEG) REFLETE A EXPERIÊNCIA, O CONHECIMENTO E O TRABALHO DE PESQUISA DE DIVERSAS ORGANIZAÇÕES E ESPECIALISTAS DO BRASIL E DO EXTERIOR. O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) é baseado em: 13 Fundamentos da Excelência 8 Critérios de Excelência: Liderança Estratégias e planos Clientes Sociedade Informações e conhecimento Pessoas Processos Resultados Sistema de Pontuação Processos gerenciais Resultados organizacionais No Modelo, os Fundamentos da Excelência são expressos em características tangíveis, mensuráveis quantitativa ou qualitativamente, por meio de requisitos propostos na forma de questões e de solicitações de resultados. As questões são acompanhadas, em alguns casos, de exigências de complementos importantes para a excelência da gestão. O entendimento dessas questões e complementos e das solicitações de resultados é apoiado por meio de orientações e inclui evidências que deveriam existir para apoiar uma avaliação utilizando os Critérios. O Sistema de Pontuação possibilita a quantificação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados organizacionais. As questões e solicitações de resultados, por sua vez, são agrupadas em Itens em cada um dos oito Critérios. Os objetivos dessa distribuição são facilitar o entendimento de conteúdos afins considerados no Modelo e reproduzir, de forma lógica, a condução de temas essenciais de uma organização. Os Critérios de Excelência são representados na figura, sugerindo uma visão sistêmica da gestão organizacional. A figura representativa dos Critérios de Excelência simboliza a organização, considerada como um sistema orgânico adaptável ao ambiente.

4 CAPÍTULO 1 A BUSCA DA EXCELÊNCIA

5 Continuação do texto acima, onde assinalado: Essas publicações também são utilizadas por organizações de premiação regionais e setoriais, na avaliação de suas candidatas.

6 Novo bloco: Primeiramente descreve-se o Perfil da Organização para definir o escopo da avaliação. No Perfil, a organização distribui os 1000 pontos pelos Itens de avaliação de acordo com a importância de cada um para o seu perfil, respeitando os máximos e mínimos pré-determinados, para cada Item e cada Critério, e mantendo 550 pontos para os critérios de 1 a 7 e 450 pontos para o critério 8. Em seguida, é necessário descrever o sistema de gestão e seus resultados, mapeados por meio dos oito Critérios, conforme as questões e solicitações de resultados contidos nos respectivos Itens de avaliação.

7 CAPÍTULO 1 A BUSCA DA EXCELÊNCIA ESTRUTURA DOS ITENS DE PROCESSOS GERENCIAIS Os itens de processos gerenciais, relativos aos critérios de 1 a 7, são compostos por questões que investigam como a organização realiza determinadas atividades gerenciais de forma sistemática, expressas por meio de ações e seus complementos, isto é, quais são e como funcionam as práticas de gestão que a organização adota. Esse atendimento, em uma avaliação, é evidenciado por meio de informações para avaliar o ENFOQUE adotado pela organização em suas práticas de gestão, a sua APLICAÇÃO abrangente, o APRENDIZADO incorporado nas práticas e sua INTEGRAÇÃO ao sistema de gestão, de acordo com o conteúdo abaixo. Essas informações são avaliadas por intermédio do Sistema de Pontuação. As solicitações das questões que forem consideradas de menor importância para a organização, levando em conta seu modelo de negócio, setor de atuação e aspectos culturais, não precisam ser respondidas, desde que o fato seja justificado no local da questão. Desta forma, quando considerado pertinente, uma avaliação utilizando os Critérios de Excelência pode deter-se nos demais requisitos. Informações para avaliar o ENFOQUE Uma ou mais práticas de gestão que realizam, no conjunto, sistematicamente e sem descontinuidade, as atividades gerenciais requeridas, respeitando eventuais características específicas de cada questão; Padrões gerenciais para a prática ou práticas de gestão, incluindo responsáveis, métodos, periodicidade, suficientes para orientar sobre o funcionamento das práticas; Aspectos suficientes de proatividade incorporados na prática ou práticas de gestão, como planejamento, redundância, testes piloto, listas de verificação ou qualquer outro aspecto que promova a antecipação a problemas; Aspectos suficientes de agilidade presentes na prática de gestão que promovam a pronta percepção de mudanças no ambiente, a celeridade na tomada de decisão ou a implementação ágil de ações necessárias. São exemplos: a desburocratização, padrões de tempo para resposta ágil, reuniões de análise de desvios e realocação de recursos, provisões financeiras para ações corretivas ou emergências, métodos de análise e solução de problemas expeditos, preparação de planos alternativos, testes de prontidão, grupos de prontidão, times de intervenção rápida, profissionais com múltiplas habilidades, estrutura de suplência em funções críticas e gerenciais ou qualquer outro aspecto que promova a agilidade; Formas, maneiras ou métodos para atender, na prática ou práticas de gestão, sistematicamente, aos complementos para excelência eventualmente solicitados para os processos gerenciais nas questões. Informações para avaliar a APLICAÇÃO Abrangência da prática ou práticas de gestão, no conjunto, compatíveis com o escopo necessário e suficiente para os processos gerenciais, sendo o escopo inerente a cada questão e podendo abranger áreas, processos, produtos, partes interessadas, segmentos, tipos de informação ou de risco, aspectos analisados, implícitos nas questões, ou qualquer outro escopo nelas solicitado explicitamente ou em suas orientações; Formas de controle aplicadas para assegurar a observância aos padrões gerenciais da prática ou práticas de gestão, podendo ser soluções gerais, aplicadas também sobre outras práticas, ou específicas. Evidências solicitadas para serem citadas ou apresentadas, em algumas questões.

8 Informações para avaliar o APRENDIZADO Aperfeiçoamento recente (três anos), visando o aumento da eficiência ou eficácia gerencial, incorporado ou representado pela prática ou práticas de gestão; Quando possível, incluir informações que possam caracterizar a exemplaridade da prática ou práticas de gestão, i.e., que poderia servir de exemplo para outras organizações; Quando possível, incluir informações sobre características inovadoras presentes na prática ou práticas de gestão. Informações para avaliar a INTEGRAÇÃO Inter-relacionamento da prática ou práticas de gestão com outras, denotando uma rede de consequências no sistema de gestão, i.e., a prática ou práticas de gestão recebem influência de outras ou influencia outras; Cooperação entre áreas mais afetadas pela prática ou práticas de gestão, no seu desenvolvimento ou realização; Cooperação com uma ou mais partes interessadas mais afetadas pela prática ou práticas de gestão, no seu desenvolvimento ou realização; Coerência com valores, princípios, estratégias e objetivos organizacionais na realização da prática ou práticas de gestão. As orientações ao lado de cada Item de Processos Gerenciais visam a ajudar o leitor a compreender as questões, bem como os respectivos complementos para a excelência. Essas orientações incluem esclarecimentos, exemplos, a abrangência esperada e outras explicações importantes. As evidências requeridas ao lado de cada Item definem informações que devem ser apresentadas, no caso de uma avaliação utilizando os Critérios de Excelência.

9 CAPÍTULO 1 A BUSCA DA EXCELÊNCIA ESTRUTURA DOS ITENS DE RESULTADOS ORGANIZACIONAIS Os itens de resultados organizacionais, relativos ao critério 8, requerem a apresentação de informações para avaliação de resultados em termos de RELEVÂNCIA, MELHORIA, COMPETITIVIDADE e COMPROMISSO, de acordo com o conteúdo abaixo. Essas informações são avaliadas por intermédio do Sistema de Pontuação. Informações para avaliar a RELEVÂNCIA Apresentação de resultados por meio de indicadores estratégicos e operacionais relevantes, identificados na forma solicitada nas diretrizes do Critério 8, que sejam suficientes para avaliar o desempenho da organização, de acordo com a solicitação de cada Item, e compatíveis com o Perfil, estratégias e processos gerenciais, incluindo estratificações ou agrupamentos eventualmente requeridos. Informações para avaliar a MELHORIA Apresentação de séries históricas, nos indicadores relevantes que forem usados para mostrar o progresso dos resultados ao longo do tempo. Devem-se demonstrar pelo menos três últimos exercícios ou ciclos de avaliação ou uma quantidade maior de exercícios ou ciclos que for necessária para se perceber uma melhoria ou estabilização em nível aceitável, i.e., em nível suficientemente competitivo ou cumprindo compromisso com requisito de parte interessada, ou ambos, de forma compatível com as estratégias. Incluir explicações como solicitadas no Critério 8. Informações para avaliar a COMPETITIVIDADE Apresentação de referenciais comparativos pertinentes do setor, de fora dele, ou do mercado, referentes ao último exercício ou ciclo de avaliação, nos indicadores relevantes que sejam comparáveis, utilizados para avaliar a competitividade. Deve-se demonstrar, quando possível, a posição de liderança ou de referencial de excelência ocupada pela organização. Incluir explicações conforme é solicitado no Critério 8. Consultar os termos Mercado, Referencial comparativo pertinente, Referencial de Excelência e Referencial de Excelência Teórico no glossário. Informações para avaliar o COMPROMISSO Apresentação de requisitos de partes interessadas nos indicadores relevantes, na forma de níveis mínimos ou máximos ou de melhorias ou estabilizações requeridas, no último exercício ou ciclo de avaliação, que expressam suas necessidades e expectativas, representando compromissos assumidos pela organização. Incluir explicações como solicitadas no Critério 8. Consultar os termo Requisito de parte interessada no glossário. As orientações ao lado de cada Item de Resultado Organizacional visam a ajudar o leitor a compreender os resultados esperados.

10

11 CAPÍTULO 2 O PERFIL DA ORGANIZAÇÃO O Perfil da Organização serve para resumir o seu modelo de negócio visando a delimitar o escopo da avaliação, adaptar o Modelo de Excelência da Gestão à organização e apresentar alguns aspectos de sua cultura organizacional.

12 CAPÍTULO 2 O PERFIL DA ORGANIZAÇÂO O Perfil propicia uma visão geral da organização e inclui informações sobre a natureza de suas atividades, propósitos, partes interessadas e oponentes envolvidas, redes de relacionamento, produtos, processos da cadeia de valor, concorrência e ambiente competitivo, histórico da busca da excelência, estrutura organizacional, aspectos da cultura da organização e grau de importância de cada item do Critério de Excelência para a organização. As informações, na forma de redação livre, figuras e tabelas, devem observar a ordem dos itens solicitados. Justificar quando houver as informações solicitadas não aplicáveis à organização. Não se deve incluir apresentação de práticas de gestão no Perfil. Essas informações são solicitadas nos Critérios de 1 a 7. As informações quantitativas devem se limitar ao que for solicitado, já que os resultados organizacionais são solicitados no Critério 8.

13 CAPÍTULO 2 O PERFIL DA ORGANIZAÇÂO P1. Descrição da organização A) Instituição, propósitos e porte da organização (1) Denominação simplificada da organização. (2) Forma de atuação Autarquia, órgão público, empresa de capital aberto, empresa de capital fechado, fundação, instituto etc., ou unidade autônoma de algum destes. Informar a estrutura societária, de mantenedores ou de governo, indicando forma de controle (conselhos de acionistas, sócios, mantenedores, instituidores, instâncias de governo, diretoria corporativa ou outros). No caso de unidade autônoma, informar a denominação e a forma de atuação da organização controladora, conforme acima, e a denominação de eventuais organizações em níveis intermediários. Informar também, neste caso, o relacionamento institucional com a controladora, indicando as porcentagens de sua força de trabalho e da receita bruta global em relação à controladora. (3) Data de instituição da organização. Informar pequeno histórico da origem da organização, mencionando apenas datas e fatos relevantes (fundação, criação, aquisições, fusões, desmembramentos, incorporações, separações, alteração de controle acionário, troca do principal executivo etc.). (4) Descrição do negócio Destacar a natureza atual das atividades da organização ou atividade-fim (missão básica). Informar o setor de atuação. Por exemplo: construção civil, montadora de automóveis, serviços de saúde, serviços de software, turismo, terceiro setor, concessionária de serviços públicos, administração pública, ensino particular. (5) Informações sobre o porte da organização Usar informações pertinentes ao setor. Por exemplo: faturamento, número de clientes, número de transações comerciais, quantidade de instalações, volumes produzidos. B) Produtos e processos da cadeia de valor (1) Principais produtos da organização. Sumarizar os principais produtos produzidos e disponibilizados aos clientes, relacionados diretamente à atividade-fim da organização (compatibilizar com os tipos de clientes informados no item d, alínea 3, abaixo). (2) Descrição sucinta dos processos da cadeia de valor. Trata-se dos processos relativos às operações principais do negócio e operações de apoio. Notas 1 Se a organização classifica processos de gestão entre esses processos, os mesmos poderão ser referenciados na descrição de qualquer item relativo a processos gerenciais (critérios de 1 a 7), não sendo necessário tratá-los no Item 7.1, que está focado apenas na gestão dos processos da cadeia de valor. 2 Em muitos casos (por exemplo: unidades autônomas ou empresas integrantes de um conglomerado), é comum que algum processo aplicado seja gerenciado, parcial ou totalmente, por uma organização controladora (por exemplo: pela holding ou casa matriz). Exemplos: gerenciamento financeiro, marketing, planejamento estratégico e geração de padrões por área corporativa. Mesmo nessa situação, quando há envolvimento de terceiros

14 no gerenciamento, os processos devem ser informados aqui neste perfil, e os respectivos requisitos dos Critérios de Excelência devem ser respondidos onde demandado. Numa eventual visita às instalações, poderão ser pedidos esclarecimentos a todos os envolvidos. (3) Principais equipamentos, instalações e tecnologias, utilizados pela organização. C) Quadro resumo de partes interessadas, partes oponentes e redes de atuação (1) Descrição sucinta, na forma de quadro, das principais partes interessadas, contendo as colunas: Denominação da parte interessada, incluindo subdivisões por tipo quando aplicável. Principais interlocutores ou representantes. Principais necessidades e expectativas. (2) Descrição sucinta, na forma de quadro, das principais partes oponentes, contendo as colunas: Denominação da parte oponente. Principais dificuldades criadas para a organização. (3) Descrição sucinta, na forma de quadro, das principais redes em que a organização atua ou que atuam dentro dela, contendo as colunas: Denominação da rede. Principais interlocutores ou representantes, quando existir. Principais propósitos da rede. Forma de atuação da organização na rede. D) Detalhes sobre partes interessadas específicas Informar, caso integrem o quadro de partes interessadas e na denominação utilizada pela organização, as seguintes partes interessadas: (1) Sócios, mantenedores ou instituidores. Composição da sociedade ou identificação dos membros mantenedores ou instituidores da organização. Denominação da instância controladora imediata, integrante da administração à qual a organização se subordina (conselho de administração da sociedade anônima ou de sócios de empresa limitada, diretoria corporativa da unidade autônoma, órgão do governo acionista da empresa pública ou controlador do órgão da administração pública, conselho de mantenedores da organização sem fins lucrativos etc.). (2) Força de trabalho Composição da força de trabalho, incluindo quantidade de pessoas por regime jurídico de vínculo (empregados, servidores, voluntários, cooperados, empregados de terceiros sob a coordenação direta da organização, temporários, autônomos, comissionados, sócios ou outro regime). Informar os percentuais da força de trabalho por nível de escolaridade e de chefia ou gerencial. (3) Clientes Denominação dos principais tipos, caso existam, de clientes, em cada segmento e os principais produtos colocados. (Ex. de denominação de clientes: consumidores, usuários,

15 compradores, contratantes, contribuintes, cidadão, sociedade quando beneficiária direta do produto e outros beneficiários diretos dos produtos fornecidos) Nota: No caso de unidades autônomas, deve-se incluir como um tipo de cliente, as outras unidades da mesma organização controladora, que também sejam beneficiárias significativas de seus produtos, para qualquer finalidade. Principais mercados alvo, nos ramos de atuação da organização e, caso haja, principais segmentos desses mercados onde se encontram os clientes alvo. Incluir eventuais delimitações territoriais, estratégicas ou compulsórias, dos mercados alvo. Citar as organizações que atuam entre a organização e seus clientes (Ex.: distribuidores, revendedores ou representantes), informando em (6), a seguir, aquelas consideradas parceiras. (4) Fornecedores Denominação dos principais tipos de fornecedores que compõem a cadeia de suprimento imediata da organização. Quando aplicável, incluir também a sociedade, os próprios clientes e as unidades do mesmo controlador, sempre que se tratar de fornecedores de importantes matérias-primas ou insumos contínuos, para a organização realizar sua Missão. Citar os principais produtos, matérias-primas e serviços por eles fornecidos e os valores aproximados de aquisições de cada tipo. No caso de fornecedores do mesmo controlador, cujos valores de aquisição sejam repassados indiretamente, informar o montante aproximado referente a estes, nem que sejam computados por meio de valores contábeis provenientes de rateios, taxas ou operações similares. Informar eventuais tipos de fornecedores considerados parceiros em (6), a seguir. Eventuais particularidades e limitações no relacionamento com fornecedores. Informar, quando existir e representar comparativamente ao total da força de trabalho mais de 5%, a quantidade de empregados de terceiros, sem coordenação direta da organização candidata, e as principais atividades executadas por eles quando essas atividades estiverem associadas aos processos da cadeia de valor. (5) Sociedade Denominação dos principais órgãos reguladores do mercado ou setor em que a organização atua. Principais comunidades com as quais a organização se relaciona. Mencionar os principais impactos negativos potenciais que os produtos, processos e instalações da organização causam na sociedade como um todo e nas comunidades, desde o projeto até a disposição final. Descrever os passivos ambientais da organização e sua situação ou declarar inexistência. Informar a quantidade de estagiários e menores aprendizes na organização. (6) Parceiros Denominação dos principais parceiros. Informar os objetivos comuns associados, as datas de início das parcerias e as principais competências compartilhadas. P2. Concorrência e ambiente competitivo A) Ambiente competitivo (1) Informar se há algum tipo de concorrência direta de produtos similares, fornecidos por outras organizações, ou concorrência indireta, por meio da aquisição ou produção de produtos ou soluções equivalentes, por parte dos clientes, em qualquer outra fonte

16 alternativa que não seja a própria organização, para alcançar os mesmos benefícios. Citar as organizações concorrentes e sua natureza (pública, privada, nacional ou internacional etc.). Na impossibilidade de caracterizar a concorrência direta ou indireta, informar as possíveis consequências diretas da perda de eficiência, de toda ou de parte da organização. (Ex.: elevação de preços ou desabastecimento em mercados cativos; intensificação da demanda reprimida filas; aumento de denúncias, processos ou liminares; perda de atratividade para investimentos públicos; perda da razão de existir ou de partes da Missão; terceirização de atividades ineficientes; perda ou recusa de clientes; perda de valor da organização; encerramento de atividades, intervenção de órgãos reguladores etc.). (2) Informar a parcela de mercado da organização e dos seus principais concorrentes (se organização atuante em mercado competitivo). (3) Citar os principais fatores que diferenciam a organização perante concorrentes ou congêneres no setor. (4) Principais mudanças que estão ocorrendo no ambiente competitivo, que possam afetar o mercado ou a natureza das atividades. B) Desafios estratégicos (1) Principais desafios ou barreiras em relação à manutenção ou ao aumento da competitividade (por exemplo, alteração da Missão ou abrangência de atuação, entrada em novos mercados ou novos segmentos, mudanças de controle ou de estrutura de gestão, adequação a novas exigências da sociedade, captação de recursos para investimento e implementação de estratégias específicas). (2) Estabelecimento, ampliação ou reconfiguração de parcerias ou alianças estratégicas. (3) Estágio da introdução de novas tecnologias importantes, incluindo as da gestão. P3. Aspectos relevantes (1) Requisitos legais e regulamentares no ambiente da organização, incluindo os relativos à saúde ocupacional, à segurança e à proteção ambiental, e os que interferem ou restringem a gestão econômico-financeira e dos processos organizacionais. (2) Eventuais sanções ou conflitos de qualquer natureza envolvendo obrigações de fazer ou não fazer, com decisão pendente ou transitada em julgado impostas nos últimos três anos, referentes aos requisitos legais, regulamentares, éticos, ambientais, contratuais ou outros, declarando a inexistência, se for o caso. Omitir os conflitos trabalhistas com empregados, que não sejam coletivos, desde que não estejam relacionados com a saúde e com a segurança no trabalho. (3) Outros aspectos peculiares da organização. P4. Histórico da busca da excelência Descrever a cronologia e os fatos mais relevantes da jornada da organização em busca da excelência. P5. Estrutura organizacional (1) Apresentar o organograma com os nomes dos responsáveis pelas áreas, processos ou funções e quantidade de pessoas, informando o local de lotação, se existir mais de um

17 endereço de instalação. Destacar quem faz parte da Direção. Se a organização for uma unidade autônoma, o organograma deve conter os principais vínculos com a organização controladora e com as demais unidades. (2) Incluir lista ou quadro com os nomes das principais equipes, temporárias ou permanentes, formadas por pessoas de diferentes áreas para apoiar, planejar ou realizar a gestão (comitês, comissões, grupos de trabalho, times etc.), destacando, se houver, qualquer representante de parte interessada, indicando o nome dos coordenadores.

18 P6. Aspectos da cultura organizacional (1) Realizar o levantamento dos aspectos culturais abaixo junto a um grupo de pessoas do nível operacional da força de trabalho aleatoriamente escolhido, preferencialmente com mais de seis meses na organização e sem sua identificação no questionário. Informar no quadro abaixo a quantidade de respostas de cada tipo obtida. Manter a lista com nomes e áreas dos respondentes e as folhas de resposta arquivadas. O grupo sondado deve abranger profissionais de todos os processos da cadeia de valor informados em P1b, nas quantidades mínimas correspondentes ao porte da organização, conforme abaixo: Até 50 empregados na força de trabalho: 1 de cada processo; Até 500 empregados na força de trabalho: 2 de cada processo; Acima de 500 empregados na força de trabalho: 3 de cada processo. As afirmações contidas no levantamento dessas informações não necessariamente se constituem em pré-condições para a excelência. No caso de uma candidatura ao PNQ, essas observações serão consideradas pela Banca Examinadora, caso a candidata passe para a etapa de Visita às Instalações, com o objetivo de investigar se podem existir fatores culturais subjacentes facilitando ou interpondo dificuldades ao desenvolvimento da excelência. Na ocasião a lista com nomes e áreas dos respondentes e as folhas de resposta poderão ser solicitadas. Observação (1) Existe uma comunicação efetiva que inspira as pessoas a buscar sempre a melhoria e dar o melhor de si (2) A Direção dá poder aos níveis operacionais para melhorar as coisas (3) As pessoas são recompensadas em suas carreiras, com justiça, com base no seu desempenho (4) As pessoas, em todos os níveis, são reconhecidas prontamente quando se dedicam acima do esperado (5) Há consequências justas aplicadas quando o desempenho profissional não é satisfatório (6) Existe uma preocupação permanente de se manter um ambiente de desafio do pessoal em todos os níveis (7) As pessoas se orientam por valores e princípios claros e compartilhados entre todos (8) Existe predisposição ao diálogo aberto entre os líderes e seus subordinados (9) A Direção dialoga regularmente com as pessoas em todos os níveis interferindo, quando necessário, para melhorar as condições de trabalho (10) Os resultados ruins são discutidos de forma aberta visando à Informar a qtde de respostas obtidas nos níveis operacionais Concordo Discordo Não sei dizer melhoria (11) Procura-se decidir, sobre as ações para melhoria, por meio do diálogo e busca do entendimento (12) As pessoas procuram dar atenção aos detalhes importantes para o trabalho ser bem feito (13) Tudo que é praticado interna ou externamente é coerente com o que é estabelecido como valores, princípios e regras de conduta (14) O cumprimento de horários, compromissos e regras é comum em todos os níveis

19 CAPÍTULO 3 CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA

20 As orientações para responder as questões deste Critério estão indicadas na página ao lado de cada item. A publicação Cadernos da Excelência e o Banco de Dados de Boas Práticas da trazem explicações e exemplos relativos aos Critérios de Excelência.

21 CAPÍTULO 3 CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA LIDERANÇA 1.1 CULTURA ORGANIZACIONAL E DESENVOLVIMENTO DA GESTÃO Este item aborda os processos gerenciais utilizados para estabelecer valores e princípios organizacionais e padrões de conduta, identificar e desenvolver elementos da cultura organizacional, manter a comunicação com todos os públicos, estabelecer padrões, controlar e melhorar processos gerenciais e para obter e utilizar as melhores práticas de gestão. PROCESSOS GERENCIAIS a) Como são estabelecidos os valores e princípios organizacionais? b) Como os principais elementos da cultura organizacional são identificados, analisados e desenvolvidos? c) Como a organização estabelece padrões de conduta e busca assegurar um relacionamento ético no ambiente em que opera? d) Como os temas para o desenvolvimento da cultura organizacional e para engajamento das pessoas são comunicados à força de trabalho e a outros públicos? COMPLEMENTOS PARA A EXCELÊNCIA Destacar as formas de reforço de elementos favoráveis e eliminação ou minimização de elementos adversos da cultura organizacional; Destacar de que maneira é respeitada a diversidade de ideias no desenvolvimento da cultura organizacional. Destacar a forma de prevenção de desvios de conduta envolvendo a organização; Destacar a forma de tratamento das manifestações relativas à conduta ética e de retorno aos envolvidos. Destacar as formas de comunicação de valores e princípios organizacionais, padrões de conduta, objetivos e estratégias, metas e melhoria de resultados, à força de trabalho e a outros públicos; Destacar de que forma é avaliado o entendimento dos temas pelos públicos, alvos da comunicação. Destacar a forma de implementar as ações corretivas. e) Como são estabelecidos os principais padrões para os processos gerenciais e como é verificado o seu cumprimento? f) Como os processos gerenciais são aperfeiçoados? g) Como são obtidas e utilizadas as informações sobre boas práticas de gestão de organizações de referência? Destacar a forma de promover melhorias nos processos gerenciais por meio do aprendizado e da inovação. Destacar os critérios de seleção das organizações de referência. PÁGINA DO LADO DIREITO DE CADA ITEM (IMPAR): O QUADRO ABAIXO DEVE SER FORMADO PARA CADA ITEM PELO CONTEÚDO DA 2ª COLUNA DO TABELÃO Complementos para a Excelência OU evidências ( Citar / Apresentar ) APENAS COM AS FRASES INICIADAS POR APRESENTAR E CITAR DO TABELÃO, SOMENTE PARA OS CRITÉRIOS DE 1 A 7.. E 3ª COLUNA Orientações DO TABELÃO NOTA: QUANDO HOUVER, NO TABELÃO, ORIENTAÇÕES TAMBÉM PARA O ITEM, INSERIR UMA LINHA ACIMA DA PRIMEIRA QUESTÃO PARA INCLUÍ-LAS. NO CRITÉRIO 8 HÁ A COLUNA ORIENTAÇÕES PARA O CRITÉRIO. NESTE CASO, ADICIONAR UMA PAGINA COM O TÍTULO DIRETRIZES PARA....

Relato Organizacional Orientações e Modelo

Relato Organizacional Orientações e Modelo Relato Organizacional Orientações e Modelo Este documento apresenta as orientações para a elaboração do Relato Organizacional (RO) e um modelo sugerido, que poderá ser seguido pelas organizações para candidatura

Leia mais

Critérios Primeiros Passos para a Excelência

Critérios Primeiros Passos para a Excelência Modelo de Excelência da Gestão - (MEG) CRITÉRIOS PRIMEIROS PASSOS PARA A EXCELÊNCIA Utilizando os Critérios Primeiros Passos para a Excelência como referência, uma organização pode realizar uma autoavaliação

Leia mais

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA DESDOBRADOS

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA DESDOBRADOS CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA DESDOBRADOS Avaliação e diagnóstico da gestão organizacional Proposta Núcleo Técnico da Rede QPC Compromisso com a Excelência 7ª EDIÇÃO 250 pontos Rede de Qualidade, Produtividade

Leia mais

Prêmio Catarinense da Excelência 2015

Prêmio Catarinense da Excelência 2015 Prêmio Catarinense da Excelência 2015 FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE CRITÉRIOS COMPROMISSO COM A Excelência Avaliação e diagnóstico da gestão organizacional ISBN 978-85-8139-023-9 CRITÉRIOS COMPROMISSO

Leia mais

CRITÉRIOS PRIMEIROS PASSOS PARA A EXCELÊNCIA

CRITÉRIOS PRIMEIROS PASSOS PARA A EXCELÊNCIA CRITÉRIOS PRIMEIROS PASSOS PARA A EXCELÊNCIA AVALIAÇÃO E DIAGNÓSTICO DA GESTÃO ORGANIZACIONAL 1ª EDIÇÃO FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE PRIMEIROS PASSOS PARA A EXCELÊNCIA Avaliação e diagnóstico da gestão

Leia mais

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA AvAliAção e diagnóstico da gestão organizacional 19ª edição FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE 19ª Edição Janeiro/2011 Válida a partir de 24/01/2011 CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA Utilizando

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

PRÊMIO ANTP DE QUALIDADE

PRÊMIO ANTP DE QUALIDADE Critérios para avaliação e diagnóstico da gestão das organizações de transporte público e trânsito 1 Manual para Inscrição 2015 2015 3 O Prêmio ANTP de Qualidade O Prêmio ANTP de Qualidade tem por objetivo

Leia mais

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial O principal vetor para alavancar a universalização dos serviços de saneamento ambiental com competitividade e sustentabilidade PNQS

Leia mais

Modelo de Excelência da Gestão

Modelo de Excelência da Gestão Modelo de Excelência da Gestão Índice 1. Apresentação 2 2. Por que o Modelo de Excelência da Gestão? 3 3. Evolução do MEG 4 4. Características do MEG 6 5. Benefícios do MEG 7 6. Estrutura do MEG 9 7. Fundamentos

Leia mais

A gestão pública a serviço de todos os brasileiros

A gestão pública a serviço de todos os brasileiros Programa da Qualidade no Serviço Público GUIA Avaliação Continuada da Gestão Pública 25 pontos A gestão pública a serviço de todos os brasileiros Programa da Qualidade no Serviço Público PQSP: Avaliação

Leia mais

Nota Técnica 2015 Fundação Nacional da Qualidade

Nota Técnica 2015 Fundação Nacional da Qualidade Nota Técnica 2015 Fundação Nacional da Qualidade As orientações aqui inseridas visam à antecipação de dúvidas que possam surgir durante o processo de avaliação. Não visam substituir ou suplantar as conclusões

Leia mais

O Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs)

O Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) em Gestão Rumo à em Gestão 2014 Confederação Nacional do Comércio Qualquer parte desta publicação pode ser reproduzida, desde que citada a fonte. Disponível também em: http://www.cnc.org.br/servicos/servicos-para-sindicatos-e-federacoes/

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PRODUTO CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM SERVIÇOS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PROCESSOS ÍNDICE INTRODUÇÃO 03 PARA PREENCHIMENTO

Leia mais

CTSA Comissão Técnica do Sistema de Avaliação

CTSA Comissão Técnica do Sistema de Avaliação CTSA Comissão Técnica do Sistema de Avaliação Equipe de trabalho da CTSA Carlos Eduardo Franco Carlos Guilherme M. Pedroso Cláudio Luiz Turatto Danilo da Costa Duarte Emanuela Tressoldi Schneider (Secretaria

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

Modelo de Excelência da Gestão. Plataforma da Informação

Modelo de Excelência da Gestão. Plataforma da Informação Modelo de Excelência da Gestão Plataforma da Informação Modelo de Excelência da Gestão; Uma visão sistêmica da gestão organizacional. O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) é o carro-chefe da FNQ para

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência O que é o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) e quais são seus objetivos? O Modelo de Excelência da Gestão reflete a experiência, o conhecimento

Leia mais

FAQ PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQÜENTES

FAQ PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQÜENTES FAQ PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQÜENTES 1. Qual composição da Direção deve-se considerar?... 2 2. Quais são as partes interessadas de uma organização?... 2 3. Para verificar o entendimento dos valores e diretrizes

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO invepar índice Apresentação Visão, Missão, Valores Objetivos Princípios Básicos Pág. 4 Pág. 6 Pág. 7 Pág. 8 Abrangência / Funcionários Empresas do Grupo Sociedade / Comunidade

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO #11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ÍNDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. Apresentação Níveis de planejamento Conceito geral Planejamento estratégico e o MEG Dicas para elaborar um planejamento estratégico eficaz Sobre a

Leia mais

#6 GESTÃO POR PROCESSOS

#6 GESTÃO POR PROCESSOS #6 GESTÃO POR PROCESSOS ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição de processo 3. Gestão de processos no MEG 4. Processos gerenciais e o MEG 5. Gestão POR processos ou gestão DE processos? 6. Organização funcional

Leia mais

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado.

GLOSSÁRIO. Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado. GLOSSÁRIO Accountability: obrigação de prestar contas. Responsabilização. Envolve não apenas a transparência dos processos como também a definição de responsabilidades e identificação dos responsáveis.

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

NBR ISO 9001/2000 NBR ISO 9004/2000

NBR ISO 9001/2000 NBR ISO 9004/2000 NBR ISO 9001/2000 NBR ISO 9004/2000 2 Prefácio 3 A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas é o Fórum Nacional de Normatização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Código de Ética e Conduta do grupo Invepar

Código de Ética e Conduta do grupo Invepar Código de Ética e Conduta do grupo Invepar Edição: agosto/2014 1 ÍNDICE Visão, Missão e Valores 6 Fornecedores e prestadores de serviço 14 Objetivos 7 Brindes, presentes e entretenimento 15 Princípios

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho.

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. AULA 07 - ATPS Prof. Leonardo Ferreira 1 A Estrutura Funcional X Horizontal Visão

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

FAQ PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQÜENTES v.2011

FAQ PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQÜENTES v.2011 PRÊMIO QUALIDADE RS 2011 FAQ PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQÜENTES v.2011 1. Qual composição da Direção deve-se considerar?... 2 2. Quais são as partes interessadas de uma organização?... 2 3. Para verificar

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

Anuário Inovação Época Negócios: Critérios de Avaliação 2008 SUMÁRIO

Anuário Inovação Época Negócios: Critérios de Avaliação 2008 SUMÁRIO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2 2. O FÓRUM DE INOVAÇÃO DA FGV-EAESP E A ORGANIZAÇÃO INOVADORA 3 3. A FNQ E O MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO 6 4. PROJETO ANUÁRIO INOVAÇÃO ÉPOCA NEGÓCIOS 9 5. ESTRUTURA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

Lista de Exercícios - COBIT 5

Lista de Exercícios - COBIT 5 Lista de Exercícios - COBIT 5 1. O COBIT 5 possui: a) 3 volumes, 7 habilitadores, 5 princípios b) 3 volumes, 5 habilitadores, 7 princípios c) 5 volumes, 7 habilitadores, 5 princípios d) 5 volumes, 5 habilitadores,

Leia mais

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA 2007

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA 2007 CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA 2007 é uma publicação anual da FNQ Fundação Nacional da Qualidade. REALIZAÇÃO Av. das Nações Unidas, 11.857, 6º andar, Conj. 62 Brooklin Novo, 04578-000, São Paulo, SP, Brasil Tel.:

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes 1 PNQS 2012 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Conselho de Clientes Setembro 2012 ORGANOGRAMA 2 PRESIDÊNCIA ASSESSORIAS 1 2 3 4 5 ORGANIZAÇAO

Leia mais

Autoavaliação da Gestão Pública - 250 Pontos. Guia para utilização da Planilha Eletrônica

Autoavaliação da Gestão Pública - 250 Pontos. Guia para utilização da Planilha Eletrônica Autoavaliação da Gestão Pública - 250 Pontos Guia para utilização da Planilha Eletrônica Avaliar a gestão de uma organização significa verificar o grau de aderência das suas práticas de gestão em relação

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a

Leia mais

Patrocínio Institucional da FNQ

Patrocínio Institucional da FNQ Patrocínio Institucional da FNQ 1 Fundação Nacional da Qualidade 2 MISSÃO Disseminar os fundamentos da excelência em gestão para o aumento de competitividade das organizações e do Brasil. VISÃO 2010 Ser

Leia mais

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Evolução da Gestão da Qualidade Grau de Incerteza Grau de complexidade Adm Científica Inspeção 100% CEQ Evolução da Gestão CEP CQ IA PQN PQN PQN TQM PQN MSC GEQ PQN PQN Negócio Sistema

Leia mais

Faça parte da Fundação Nacional da Qualidade

Faça parte da Fundação Nacional da Qualidade Faça parte da Fundação Nacional da Qualidade A BUSCA CONTÍNUA DA EXCELÊNCIA DA GESTÃO É O QUE NOS MOVE! A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) é uma instituição sem fins lucrativos, que conta com uma rede

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Diretrizes para melhorias de desempenho

Sistemas de gestão da qualidade Diretrizes para melhorias de desempenho OUT/2000 PROJETO NBR ISO 9004:2000 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sistemas de gestão da qualidade Diretrizes para melhorias de desempenho Sede: Rio de Janeir o Av. Treze de Maio, 13 28º

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,

Leia mais

MODELO DE EXCENCIA DA GESTÃO DA FNQ E NORMAS NBR ISO 9004/ NBR ISO 9001: MODLEOS COMPLEMENTARES OU CONCORRENTES

MODELO DE EXCENCIA DA GESTÃO DA FNQ E NORMAS NBR ISO 9004/ NBR ISO 9001: MODLEOS COMPLEMENTARES OU CONCORRENTES 5, 6 e 7 de Agosto de 2010 ISSN 1984-9354 MODELO DE EXCENCIA DA GESTÃO DA FNQ E NORMAS NBR ISO 9004/ NBR ISO 9001: MODLEOS COMPLEMENTARES OU CONCORRENTES Sergio Bonfa (UFSCar) sbonfa@uol.com.br As organizações,

Leia mais

PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DA JME/RS

PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DA JME/RS PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DA JME/RS PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DA JME APRESENTAÇÃO Este projeto trata do Planejamento de Comunicação da Estratégia da Justiça Militar do Estado do

Leia mais

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES Por cerca de 50 anos, a série Boletim Verde descreve como a John Deere conduz os negócios e coloca seus valores em prática. Os boletins eram guias para os julgamentos e as

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 Líderes : Autores do Futuro Ser líder de um movimento de transformação organizacional é um projeto pessoal. Cada um de nós pode escolher ser... Espectador,

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS PORTARIA DE CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 3.544 de 13 de dezembro de 2002, publicada no DOU em 16 de dezembro de 2002. Diretor da Faculdade: José Carlos

Leia mais

Código de ética e Conduta

Código de ética e Conduta DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS GlobalPET Reciclagem S.A Agosto /2014 Código de ética e Conduta Sumário 1. Introdução 2. Objetivos 3. Código de Conduta 4. Código de Ética 5. Valores éticos 6. Princípios

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

WORKSHOP DIMENSÃO AMBIENTAL 08.05.2009 WORKSHOP DIMENSÃO SOCIAL

WORKSHOP DIMENSÃO AMBIENTAL 08.05.2009 WORKSHOP DIMENSÃO SOCIAL WORKSHOP DIMENSÃO AMBIENTAL 08.05.2009 WORKSHOP DIMENSÃO SOCIAL 26.05.2009 2009/2010 Processo 2009/2010 Principais etapas / eventos Quem Quando Revisão questionário 2008/09 e pontos de FGV CES MAR/2009

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Código de Ética. Âmbito de aplicação

Código de Ética. Âmbito de aplicação Código de Ética Âmbito de aplicação O Código de Ética agora publicado busca orientar as ações da Energias do Brasil S.A. e de suas Controladas ( Energias do Brasil ) cujo âmbito de aplicação considera

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DE PROJETOS

ASPECTOS GERAIS DE PROJETOS ASPECTOS GERAIS DE PROJETOS O que é PROJETO Um empreendimento com começo e fim definidos, dirigido por pessoas, para cumprir objetivos estabelecidos dentro de parâmetros de custo, tempo e especificações.

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

Gestão de Processos Estratégicos

Gestão de Processos Estratégicos Gestão de Processos Estratégicos Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais e

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa Manual de Governança Corporativa Sumário 1. Definição.... Objetivo... 3. Da Contextualização da PREVIMINAS... 3.1. Arcabouço Legal e Regulatório... 3.. A Identidade da PREVIMINAS... A Filosofia Empresarial

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR I, II e III (Manual para a realização do Projeto Interdisciplinar do Curso de Tecnologia em Logística)

PROJETO INTERDISCIPLINAR I, II e III (Manual para a realização do Projeto Interdisciplinar do Curso de Tecnologia em Logística) FACULDADE NOSSA SENHORA APARECIDA FANAP CURSO DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA PROJETO INTERDISCIPLINAR I, II e III (Manual para a realização do Projeto Interdisciplinar do Curso de Tecnologia em Logística)

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA Nome Fantasia: GTI Solution

CÓDIGO DE ÉTICA DA GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA Nome Fantasia: GTI Solution CÓDIGO DE ÉTICA DA GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA Nome Fantasia: GTI Solution GTI Solution Código de Ética: GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA 1. INTRODUÇÃO A GSIME TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

Exercícios de Gestão de Processos

Exercícios de Gestão de Processos Exercícios de Gestão de Processos Agente de Administração 1) Uma organização formal, também conhecida como tradicional, compõe-se de camadas hierárquicas, enfatizando: a) o meio ambiente. b) os funcionários.

Leia mais

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento. 26 Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento. 26 Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento 26 Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Da gestão da qualidade à excelência em gestão Gestão Operação Ao longo dos anos 90, as experiências

Leia mais

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 1 de 20 Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 2 de 20 Título Manual da Qualidade Folha: 3 de 20 Índice 1. Apresentação...

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA APRESENTAÇÃO O Banco da Amazônia S.A., consciente da importância da ética nas relações com a comunidade em que atua, divulga este Código de Ética, que contém os padrões

Leia mais

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional.

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Tema 1: Eficiência Operacional Buscar a excelência na gestão de custos operacionais. Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Agilizar

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO

ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO 1. APRESENTAÇÃO O Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - GESPÚBLICA foi instituído pelo Decreto 5.378, de 23 de fevereiro de 2005, coordenado

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Publicado em: 27/02/2015 Válido até: 26/02/2020 Política de Responsabilidade Socioambiental 1. SUMÁRIO 2 2. OBJETIVO 2 3. ABRANGÊNCIA 2 4. IMPLEMENTAÇÃO 2 5. DETALHAMENTO 2 5.1. Definições 3 5.2. Envolvimento

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL 2012 DGC/SPRH/DVRH

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL 2012 DGC/SPRH/DVRH Pesquisa de Clima Organizacional PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL 2012 DGC/SPRH/DVRH Pesquisa de Clima Organizacional Objetivo da Pesquisa de Clima Organizacional: Conhecer de forma sistematizada o clima

Leia mais

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Um jeito Diferente, Inovador e Prático de fazer Educação Corporativa Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Objetivo: Auxiliar o desenvolvimento

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. ANS nº 41431.0

CÓDIGO DE ÉTICA. ANS nº 41431.0 CÓDIGO DE ÉTICA Aprovado pelo Conselho Consultivo da Saúde BRB Caixa de Assistência em sua 37ª Reunião Extraordinária, realizada em 10.12.2010. Brasília, 22 de fevereiro de 2011 I - APRESENTAÇÃO CÓDIGO

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro

Leia mais

ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional)

ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional) ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional) 1 Senhor (a) Avaliador (a), a) Para Autoavaliação: utilizar a coluna "A" do campo ; b) Para Avaliação da Equipe de Trabalho: utilizar

Leia mais

PRÊMIO GLP DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA. *Edição 2013*

PRÊMIO GLP DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA. *Edição 2013* PRÊMIO GLP DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA *Edição 2013* Participante: Cia Ultragaz S.A. Categoria: Infraestrutura Título Ultragaz na busca da excelência da Gestão Ultragaz na Busca da Excelência da Gestão Uma

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P Deliberações Resumo 1ª reunião: papéis, procedimentos gerais

Leia mais

Executive Business Process Management

Executive Business Process Management Executive Business Process Management Executive Business Consulting 1 Executive Business Process Management (EBPM) O aumento da competitividade das organizações passa pela melhoria dos processos, principalmente

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS No que se refere à gestão, recrutamento e seleção de pessoas, julgue os itens a seguir. 51 A gestão de pessoas recebeu forte influência dos estudos de Hawthrone, especialmente

Leia mais

Código de Conduta. Conduta Empresarial Excelência na Administração. Relações do Trabalho

Código de Conduta. Conduta Empresarial Excelência na Administração. Relações do Trabalho A primeira frase deste documento sintetiza os objetivos desse trabalho, quando abrimos o tema Conduta Empresarial. Está lá: Mantemos a Governança Corporativa da Seguros Unimed alinhada com as boas práticas

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais