Auditoria Tribunal de Contas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Auditoria Tribunal de Contas"

Transcrição

1 Auditoria Tribunal de Contas Situação económico Financeira do SNS Lisboa, 26 de Novembro de 2007

2 Auditoria Tribunal de contas nota prévia O Relatório do Tribunal de Contas (RTC) sobre o acompanhamento da situação económico financeira do SNS de 2006, centra-se essencialmente nos resultados da agregação das contas de um conjunto de entidades que integram o SNS. Essa informação e análise efectuada não esgota o universo do SNS, não sendo, por exemplo, considerada a ACSS e os montantes do Orçamento de Estado afectos à tesouraria central, as receitas provenientes dos jogos sociais assim como as despesas referentes a convenções internacionais. Por outro lado, o RTC não teve em atenção os fluxos existentes entre as diferentes entidades do SNS que, no âmbito da conta consolidada do SNS devem ser anulados, sendo certo, como o RTC explicita que os procedimentos contabilísticos de consolidação não estão ainda normalizados e publicitados. A título exemplificativo, se estes procedimentos fossem tidos em conta, então o saldo financeiro do SNS em 2006 não seria de -272,8 M como é apresentado no RTC (resultante da agregação de um conjunto de entidades do SPA que integram o SNS), mas sim de +104,3 M que é o valor que consta do mapa da execução financeira consolidada do SNS anteriormente publicitado. Por fim, o RTC explicita um conjunto de diferenças que imputa à falta de fiabilidade da informação, mas que, nalguns casos, após aprofundamento técnico são apenas resultado de diferentes metodologias, universos não comparáveis e diversas agregações de contas.

3 Auditoria Tribunal de contas Questão 1 Na situação financeira das entidades do SPA, o saldo financeiro do exercício apresentou valores negativos em 2006, verificando-se a passagem de positivo em 2005 (aproximadamente 51M ) a negativo em 2006 (aproximadamente - 273M ), justificado, em grande parte, pela descida das transferências correntes obtidas. pag 10, ponto Quadro nº 10 do RTC pag 25 do anexo Situação financeira das entidades do SPA que integram o SNS

4 Auditoria Tribunal de contas Questão 1 Explicação SPA HEPE * Outros SNS não Consolidado Consolidação efectuada Total SNS Consolidado** Receita Cobrada Transferências Correntes Obtidas (OE) (1) 5.185, ,8 (2) 201, , ,9 Subsídio Investimento 98,4 98,4-25,4 (3) 73,0 Prestações de Serviços 166,8 166,8 166,8 Outros Proveitos Operacionais 35,3 35,3 35,3 Proveitos e Ganhos Financeiros 4,8 4,8 4,8 Outras Receitas do Prop Ano (4) 21,0 202,7 223,7 223,7 Total Receita do Exercício 5.511, ,8 404, ,9-25, ,5 Despesa Total Despesa com Pessoal (5) 2.054, ,0-2,4 (6) 2.051,6 Compras (5) 618,3 618,3-0,4 (6) 617,9 Fornecim. e Serviços (5) e (7) 361,5 361,5-11,0 (6) 350,5 Sub-contratos (8) 2.537, , ,9-57, ,5 Imobilizações 167,4 167,4 167,4 Outras Despesas (9) 45,1 119,2 164,3 164,3 Total da Despesa Exercício 5.784, ,1 119, ,5-71, ,2 Saldo do Exercício -272,2 58,5 104,3 Saldo de Gerencia 178,8 13,7 192,5 192,5 Recebimentos de Anos Anteriores 199,7 199,7 199,7 Despesas Anos Anteriors 1.083, ,6-152,3 931,3 Saldo Anos Anteriores -705,1-691,4-539,1 Saldo Acumulado -977,4-633,0-434,8 Nota: Partindo dos valores do quadro 10 do Relatório do Tribunal de Contas e considerando os valores dos HEPE e as outras receitas e despesas do SNS, obtem-se o SNS não consolidado. Abatendo os fluxos inter-instituições e agregando o Saldo de Gerência do SNS obtem-se o valor do SNS Consolidado. * Ver explicação na Questão 7. ** Ver explicação na Questão 2.

5 Auditoria Tribunal de contas Questão 1 Execução financeira consolidada ano 2006 UN: Milhões de uros 2006 Rubricas Definitivo Receita Cobrada Transferências Correntes Obtidas (O.E.) 7.631,9 Subsídio de Investimento 73,0 Prestações de Serviços 166,8 Outros Proveitos Operacionais 35,3 Proveitos e Ganhos Financeiros 4,8 Outras Receitas do P. Ano (*) 223,7 Total da Receita do Exercício 8.135,5 Despesa Total Despesa com Pessoal 2.051,6 Compras 617,9 - Produtos Farmacêuticos 457,5 - Material Consumo Clinico 129,0 - Outras 31,4 Fornec. e Serviços 350,5 Sub-Total 3.020,0 Sub-Contratos: 4.679,5 - Produtos V. Farmácias a) 1.452,4 - M.C.D.T. 675,2 - Outros Subcontratos b) 352,8 - Outros Serviços de Saúde (HPE) 2.199,1 Imobilizações 167,4 Outras Despesas (*) 164,3 Total da Despesa do Exercício 8.031,2 Saldo do Exercício 104,3 Saldo de Gerência dos Serviços + SNS 192,5 Recebimentos de Anos Anteriores 199,7 Despesa de Anos Anteriores 931,3 Saldo de Anos Anteriores -539,1 Saldo Acumulado -434,8

6 Auditoria Tribunal de contas Questão 2 A informação económico-financeira consolidada do SNS quer de 2005 quer de 2006 continua a não dar uma imagem verdadeira e apropriada da situação financeira e dos resultados do conjunto das entidades que integram o SNS, em virtude de a actual metodologia de consolidação de contas não garantir o resultado dessa informação seja exacto e integral, não só devido às limitações inerentes ao tratamento das relações económico-financeiras inter-instituições, como também, por não incluir os fluxos económico-financeiros globais do SEE. pag 9, ponto 2.1 Explicação Consolidação de Contas no SNS Estão em curso trabalhos no âmbito da consolidação cujo escopo vai dar normas regulamentares á parametrização de sistemas informáticos, de complexidade muito elevada face á dimensão do universo a consolidar. Apesar disto, a consolidação efectuada já permite monitorizar o universo SNS, e assenta nos seguintes critérios: RECEITA COBRADA: No Subsidio à Exploração considera-se a dotação atribuída pelo OE ao SNS (1). Em 2006 foram transferidos 356,9 milhões de relativos ao acerto de contas do Contrato-Programa de 2005 e 3,7 milhões de relativos a 2004 (2). Para as outras rubricas agregam-se, discriminadamente, e por natureza, todas as receitas das Instituições do SPA No que respeita ao Subsidio de Investimento expurgam-se os montantes que as ARS s transferem para as outras Instituições do SNS (3). Em Outras Receitas agregam-se as Receitas Próprias Cobradas do SNS (4).

7 Auditoria Tribunal de contas Questão 2 DESPESA TOTAL: Para as rubricas de Compras, Pessoal, Imobilizações, Fornecimentos e Serviços e Despesas de Anos Anteriores agregam-se os montantes relativos a cada uma das Instituições do SPA (5). Seguidamente, retiram-se os fluxos inter-instituições do SPA, em que para este efeito se solicita a cada uma das instituições do SPA a facturação inter-serviços por rubrica do próprio ano e anos anteriores (6). Considera-se em Produtos Vendidos por Farmácias e MCDT apenas os valores contabilizados pelas ARS por serem a entidade responsável pelo pagamento. Deste modo, não se incluem estas facturações nos outros grupos de serviços (7). Nos outros Subcontratos apenas se consideram os valores relativos à rubrica Outros (8). Em Outras Despesas agregam-se, para além das outras despesas das Instituições, as outras do SNS, nomeadamente, as Convenções Internacionais, pagamentos a Subsistemas e outros (9). Para além do trabalho já desenvolvido pelo grupo de trabalho interno, no âmbito da consolidação, será igualmente solicitado apoio externo especializado no sentido de elaboração de um manual de consolidação que será submetido à aprovação da Comissão de Normalização Contabilística.

8 Auditoria Tribunal de contas Questão 3 Em Dezembro de 2006, as dívidas do SNS, segundo a agregação dos dados a partir dos mapas de acompanhamento elaborados pelo IGIR/ACSS, IP., ascendem a 1.989,4M. Todavia, este montante diverge em 225,3M do montante global de 2.214,7M apurado pelo TC através da agregação dos balanços das entidades (SPA e SEE). pag 11, ponto 2.3 Quadro nº 11 do RTC pag 28 Dívidas das entidades do SNS Quadro nº 12 do RTC pag 29 Mapa das dívidas segundo o balanço agregado (SPA e SEE)

9 Auditoria Tribunal de contas Questão 3 Explicação Quadros nº 11 e nº 12 Dívidas das Entidades do SNS O Quadro 11 é elaborado mensalmente pelo IGIF / ACSS com o único objectivo de monitorizar a dívida a fornecedores (contas 22 e 26), ou seja, apenas uma parte da dívida. O Quadro 12 foi produzido pelo TC, com uma agregação de contas da sua exclusiva responsabilidade, espelhando outras dívidas para além das dívidas a fornecedores (contas 22 e 26), nomeadamente as contas 21, 23 e 24, razão pela qual não é comparável com o Quadro 11. A inexistência da divergência de 225,3 M em Dívidas das Entidades do SNS é demonstrada na conciliação apresentada no slide seguinte.

10 Auditoria Tribunal de contas Questão 3 Explicação DÍVIDAS DAS ENTIDADES DO SNS M Justificação / Reconciliação Quadro 12 - Balanço (contas de terceiros 21, 22, 23, 24 e 26) - Agregação da responsabilidade do TC 2.214,70 (inclui as contas de terceiros ; 21, 22, 23, 24 e 26) Quadro 11 - OFA (apenas algumas contas de terceiros) - Elaborado pela ACSS para monitorizar apenas as contas 22 e ,40 (inclui as contas 22, 261, 262, 263, 267, 2685, 2686, 2687, 2688, 2689) 225,30 (Diferença a justificar) 101,00 Adiantamentos do contrato programa (conta 219) - Não incluída no Quadro 11 60,00 Dívidas de 2 hospitais (Matosinhos e Barreiro) não constantes do Quadro 11 à data de disponibilização dos dados ao TC. Situação atempadamente reportada ao TC e que este não atendeu na comparação dos dados. 52,60 Retenções de impostos (conta 24). Não incluída no Quadro 11 11,70 Devedores diversos (contas 2681, 2682, 2684). Não incluída no Quadro ,30 (Diferença justificada) Reconciliação da diferença Nota: A diferença de 225,3 M entre o Quadro 11 e o Quadro 12 deve-se ao facto de eles não serem comparáveis. Enquanto que o Quadro 12 tem um conjunto de contas devedoras da 22 à 26, mas excluindo a 27 (especialização de custos com o pessoal) o Quadro 11 apenas reflete as contas 22 e algumas contas 26. Também, os dados reportados pelo TC no Quadro 11não evidenciam sa dìvidas de 2 hospitais, conforme informação que havia sido dada ao TC

11 Auditoria Tribunal de contas Questão 4 Comparando os valores apurados no quadro nº 15 com os valores apurados no quadro nº 16 verifica-se uma divergência na ordem dos 209 M, colocando em causa a fiabilidade e consistência da informação disponibilizada. pag 31 ponto RECONCILIAÇÃO DO QUADRO 15 E QUADRO 16 DO RELATÓRIO DO TRIB. CONTAS DÍVIDAS DAS ENTIDADES DO SNS SPA M Justificação / Reconciliação Quadro 15- Situação financeira - Dívidas por Natureza 1.376,95 Quadro 16 - Dívidas Balanço 1.167,60 209,35 (Diferença a justificar) Reconciliação da diferença 209, Acréscimo de Custos (especialização Pessoal) 209,85 (Diferença justificada) Nota: A diferença de 209,35 M entre o Quadro 15 e o Quadro 16 deve-se ao facto de eles não serem comparáveis. Enquanto que o Quadro 15 refere-se à totalidade da dívida por natureza e que inclui a especialização de custos com pessoal na conta 64, o Quadro 16 apenas tem a dívida que consta no Balanço sem a conta 273

12 Auditoria Tribunal de contas Questão 5 De referir que a não compatibilização do valor do quadro nº 15 com o quadro nº 13 resulta do facto do IGIF no seu acompanhamento não apresentar a totalidade dos valores em dívida pelas entidades do SPA. RECONCILIAÇÃO DO QUADRO 13 E QUADRO 15 DO RELATÓRIO DO TRIB. CONTAS DÍVIDAS DAS ENTIDADES DO SNS / SPA M Justificação / Reconciliação Quadro 15- Situação financeira - Dívidas por Natureza 1.376,95 (todas as contas da situação Financeira - mapa 7.4 POCMS) Quadro 13 - Dívidas das Entidades do SPA (22 e 26) 1.142,90 (apenas contas 22, 261, 262, 263, 267, 2685, 2686, 2687, 2688, 2689) 234,05 (Diferença a justificar) Reconciliação da diferença 0, Custos Diferidos não incluído no quadro 13 0,09 63 Transferências Correntes concedidas não incluído no quadro ,85 64 Custos com Pessoal em divida decorrentes do acréscimo de custos não incluidos no Quadro 13 3,94 Outros Custos com Pessoal em divida 18,90 Retenções de impostos (conta 24). Não incluída no Quadro 13 0,93 Custos Extraordinários não incluído no quadro ,05 (Diferença justificada) Nota: A diferença de 234,05 M entre o Quadro 15 e o Quadro 13 deve-se ao facto de eles não serem comparáveis. Enquanto que o Quadro 15 refere-se à totalidade da dívida por natureza (incluído dívida ao Pessoal e ao Estado), o Quadro 13 apenas reflete a dívida das contas 22 e 26

13 Auditoria Tribunal de contas Questão 6 Da análise por grupo de entidades que integram o SNS, verificou-se que, em 2006, o montante com maior peso (42,5%) no total das dívidas a fornecedores, diz respeito à dívida dos hospitais EPE, a qual registou, em 2006, um crescimento de 52,5% (vd. Anexos quadro nº 14) Pag. 29, ponto Quadro nº 14 do RTC pag 30 do anexo Dívidas por tipo de credor dos grupos de entidades do SNS

14 Auditoria Tribunal de contas Questão 6 Explicação COMENTÁRIO AO QUADRO 19 DO RELATÓRIO E QUADRO 14 DO ANEXO RELATÓRIO DO TRIB. CONTAS DÍVIDAS A FORNECEDORES EXTERNOS AO ESTADO - HOSPITAIS EPE M Justificação / Reconciliação Valores do Tribunal de Contas (Universo não comparável) ,1 Não Inclui CH Setubal e CHL Ocidental (31 Hospitais) ,2 Inclui CH Setubal e CHL Ocidental (33 Hospitais) +52,5% (Universo não comparavel) Ajustamento ao valor do Tribunal de Contas Universo Comparável , ,2 Não Inclui CH Setubal e CHL Ocidental Crescimento da Divida +19,1% Ajustamento realizado tornando o Universo Comparável (31 Hospitais) Elementos de Balanço (Divida Total) , ,5 Crescimento efectivo da Divida +14,6% Inclui a totalidade dos 35 Hospitais EPE Nota: O cálculo da Divida pelos valores do Tribunal de Contas, apenas reflecte uma uma dívida parcial e os universos em análise não são comparaveis e contempla um universo de Hospitais diferentes da realidade. Tornando os Universos comparáveis o crescimento da dívida não seria 52,5%, mas sim 19,1%. Para se avaliar o crescimento da dívida dos Hospitais EPE deverá ser considerado os valores globais incritos em balanço, para o conjunteo de 35 Hospitais, nesta situação o crescimento é de 14,6%. De referir ainda que 5 Hospitais SPA em 2005, que passaram a integrar o universo EPE em 2006, receberam em 2005 cerca de 218,7 M de Rectificativo o que contribuiu para o crescimento de 14,6%, anulando o efeito do rectificativo em 2005, a variação para 2006 seria negativa.

15 Auditoria Tribunal de contas Questão 7 A metodologia seguida pelo IGIF para tornar o universo dos hospitais comparável conduziu, quanto a 2005, a uma redução do défice financeiro global do SNS (saldo financeiro acumulado) de cerca de 25% (de -821M para -615 M ) e ao mesmo tempo uma melhoria do saldo financeiro do exercício de 140% (verificando-se um superavit de 27M em vez de um défice de 68M correspondente ao saldo do universo real). pag 9, ponto 2.1 Quadro nº 5 do RTC pag 19 SNS/Execução financeira consolidada

16 Auditoria Tribunal de contas Questão 7 Explicação Quadro nº5-sns/execução Financeira Consolidada No quadro nº5 apresenta-se a situação financeira consolidada do SNS de 2005 e A conta de 2005 não foi alterada, apenas se apresentam dois universos, a saber: o universo real onde se incluem as receitas e despesas discriminadas por rubrica de todos os hospitais que nesse ano pertenciam ao SPA e um outro denominado de comparável onde não se inclui aquela discriminação para os Hospitais de Santa Maria, S.João, Outão, Mirandela e Macedo de Cavaleiros que foram empresarializados em Dezembro de A separação entre estes dois universos apenas tem como objectivo permitir estabelecer comparações reais com o mesmo número de hospitais nos 2 anos. Acresce que os valores de Dezembro de 2006 apresentados se referem ao universo real. É de notar que dada a natureza dos Hospitais EPE e de acordo com orientações transmitidas pela DGO e INE, o valor do Contrato Programa (contratualização)dos H.E.P.E. deve ser contabilizado em termos de despesa na rubrica de Subcontratos (Outros serviços de saúde), pelo chamado montante ACRUAL que é seguida pelo INE na apresentação das contas nacionais. No orçamento do SNS a inscrição é efectuada na mesma rubrica orçamental (subcontratos). De notar que o Orçamento de Estado não inclui as Instituições do Sector Empresarial. Esta orçamentação cumpre as regras da apresentação das Contas Nacionais. O IDT e o INEM não integram o orçamento do SNS. No entanto em 2005 foi abatido ao orçamento inicial do SNS o valor de 3,1 milhões de para reforçar o orçamento do IDT e em 2006 esse abatimento foi 4,8 Milhões de para o mesmo fim. O IDT só integrou o SNS até 2002 (como SPTT). O INEM é um serviço integrado que faz parte do orçamento global do Ministério da Saúde mas que não integra o orçamento do SNS.

17 Auditoria Tribunal de contas Questão 8 A Situação económica global das entidades que integravam o SNS em 2006 reflecte um agravamento tanto dos resultados operacionais como dos resultados líquidos, os quais atingiram -294,5M e -284,8M respectivamente, representando decréscimos de 233,4% nos resultados operacionais e 290,1% nos resultados líquidos. pag 9, ponto 2.2.1

18 Auditoria Tribunal de contas Questão 8 Explicação Os valores apresentados no quadro nº 8 do relatório referem-se a uma agregação de contas dos diferentes universos de instituições do SNS. Estes valores não traduzem uma verdadeira consolidação de contas do SNS. Em todo o caso, deve referir-se que a evolução dos custos totais em 2006 face a 2005 se traduziu numa redução de 3,2% o que demonstra um grande controlo efectuado ao longo do ano no que se refere ao desempenho das diferentes instituições. Relativamente à evolução dos proveitos é de salientar que em 2005 houve um orçamento rectificativo que permitiu nesse ano reforçar financeiramente as instituições, o que não se verificou em 2006.

19 Auditoria Tribunal de contas Questão 9 O agravamento mais significativos dos resultados líquidos, de 2005 para 2006, verificou-se no conjunto dos hospitais do SEE sem que tenham sido esclarecidas as principais causas que terão contribuído para essa tão elevada variação nos resultado liquido agregado. -pag 10, ponto Quadro nº 9 do anexo pag 21 Demonstração de resultados agregada do SNS por grupo de serviços

20 Auditoria Tribunal de contas Questão 9 Explicação A evolução dos resultados líquidos dos Hospitais EPE de 2005 para 2006, passam de euros para euros conforme quadro nº 6 apresentado no Relato do Tribunal de Contas. No entanto é necessário ter em atenção que o Universo dos Hospitais EPE sofreu alteração em 2006, passando a integrar o Hospital de Sta Maria, Hospital de S. João, Outão, Macedo de Cavaleiros e Mirandela, que em 2005 não pertenciam a este Universo. Como sabemos, a principal alteração que resulta da empresarialização dos Hospitais tem a ver com o facto destes passarem a ser financiados em função da sua actividade, nos termos de um contrato programa estabelecido entre as partes. Assim, a evolução dos proveitos e em consequência a evolução dos resultados dos Hospitais que passaram a integrar o sector empresarial do estado em 2006, não são directamente comparáveis com os proveitos e resultados de De facto se em relação a estes 5 hospitais expurgarmos o efeito das dotações feitas a estes mesmos hospitais em 2005 por via do orçamento rectificativo então os resultados do Universo EPE passaria de um resultado liquido de ( euros) em 2005 para um resultado liquido de ( euros) em 2006.

21 Auditoria Tribunal de contas Questão 11 Quanto às entidades do SPA que integram o SNS, da comparação dos valores dos créditos a receber expressos no mapa da situação financeira (658M ), no balanço (578M ) e nos mapas de acompanhamento produzidos pelo IGIF (658M ) resultaram valores não coincidentes, colocando em causa a fiabilidade e consistência da informação disponibilizada. - pag 37, ponto 5.4 Quadro nº 25 do RTC pag 36 Mapa dos valores por cobrar por natureza de receita (SPA) Quadro nº 26do RTC pag 37 Créditos a receber tendo por origem os balanços (SPA)

22 Auditoria Tribunal de contas Questão 11 Explicação RECONCILIAÇÃO DO QUADRO 25 E QUADRO 26 DO RELATÓRIO DO TRIB. CONTAS Créditos de Balanço e Valor a Cobrar da Situação Financeira M Justificação / Reconciliação Quadro 25- Situação financeira - valor por cobrar 657,80 Quadro construido na óptica dos proveitos, incluindo todos os saldos de proveitos por cobrar. Quadro 26 - Balanço valor de créditos 577,70 Quadro construído na óptica de terceiros, incluindo saldos das contas 21,24, 26 e 229 mais a adiantamentos a fornecedores. 80,10 (Diferença a justificar) Reconciliação da diferença 18,76 48,30 Saldos de Clientes registados no Quadro 25 e não registados no Quadro 26, pois encontram-se registados (no Balanço) em acréscimos e Diferimentos e não em Terceiros. Provisão de Cobrança Duvidosa considerada no Quadro 26. As Provisões não são reflectidas no mapa da Situação Financeira, razão pela qual não constam do Quadro ,04 diferença a reconciliar 80,10 (Diferença justificada)

Acompanhamento da Situação Económico Financeira do SNS 2006

Acompanhamento da Situação Económico Financeira do SNS 2006 Acompanhamento da Situação Económico Financeira do SNS 2006 Relatório n.º 01/07 ASEFSNS-06 Processo n.º 01/07 ASEFSNS-06 ÍNDICE ÍNDICE DE QUADROS...2 ÍNDICE DE GRÁFICOS...3 RELAÇÃO DE SIGLAS...4 FICHA

Leia mais

Orçamento de Estado 2015

Orçamento de Estado 2015 Orçamento de Estado 2015 Programa Orçamental da Saúde 03 de novembro de 2014 Orçamento da saúde Evolução do Orçamento do SNS Evolução do Orçamento do SNS Indicador OE 2014 OE 2015 Variação em pp. Despesa

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004

Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004 Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004 A Empresarialização dos Hospitais 28.06.2005 Índice 1. Introdução 2. Situação Económica e Financeira em 2003 e 2004 Rede SA 3. Produção Hospitalar

Leia mais

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas 1- INTRODUÇÃO A lei das Finanças Locais (Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiros) veio determinar a obrigatoriedade da consolidação de contas para os Municípios que detenham serviços municipalizados e/ou a totalidade

Leia mais

SPMS, E.P.E. Índice. 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos...

SPMS, E.P.E. Índice. 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos... 2012 ORÇAMENTO Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 5 3. Orçamento de Tesouraria... 10 4. Orçamento de Investimentos... 11 1 Orçamento 2012 1. Enquadramento 1.1. Objectivos O presente

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. Exercício 2010

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. Exercício 2010 ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Exercício 2010 NOTA INTRODUTÓRIA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO é uma instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos, com sede em Lisboa na Rua Luís Derouet

Leia mais

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Conforme preceitua o Decreto Lei n.º 54-A/99 de 22 de Fevereiro, com as devidas alterações, os anexos às Demonstrações Financeiras visam facultar aos órgãos autárquicos

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação

Leia mais

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19.1. INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS ENTIDADES INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO a) O perímetro de consolidação do Município de Pombal integra as seguintes entidades:

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

RELATÓRIO DE VERIFICAÇÃO INTERNA DE CONTAS Nº

RELATÓRIO DE VERIFICAÇÃO INTERNA DE CONTAS Nº Mod. TC 1999.001 Tribunal de Contas Processo nº 18033/2010 RELATÓRIO DE VERIFICAÇÃO INTERNA DE CONTAS Nº 2/2013 Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. Gerência de 01 de Janeiro a 31 de Dezembro

Leia mais

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro?

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? José Carlos Caiado 26 de Outubro de 2011 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização e divulgação de informação Melhoria do desempenho

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2009 RECEITA Crescimento da Receita Total -18,8 19,8 Receitas Correntes / Receitas Totais 76,1 61 Crescimento das Receitas Correntes

Leia mais

Existências. Provisões para cobrança duvidosa

Existências. Provisões para cobrança duvidosa 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos

Leia mais

DE 1 DE JANEIRO DE 2014 A 31 DE DEZEMBRO DE

DE 1 DE JANEIRO DE 2014 A 31 DE DEZEMBRO DE CONTA DE GERÊNCIA DE 1 DE JANEIRO DE 2014 A 31 DE DEZEMBRO DE 2014 UNIVERSIDADE DOS AÇORES Relatório de contas Ponta Delgada, Abril de 2015 I INTRODUÇÃO O presente capítulo incide sobre a análise da execução

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Código das contas POCMS Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I)

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) Ano de 2007 CC ÂÂMM AARR AA MM UU NN I IICC IIPP I AALL DD EE GG OONN DD OOMM AARR R EE LL AA TT ÓÓ RR II IOO EE C OO NN TT AA SS / 22

Leia mais

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução Página 1 de 16 1. Do Plano Plurianual de Investimentos 1.1.- Introdução Pretende-se com o presente relatório complementar os documentos que constituem a Conta de Gerência relativa ao ano de 2006, elaborada

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE APOIO AOS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

MANUAL DE APOIO AOS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS MANUAL DE APOIO AOS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS A prestação de contas é matéria que deve respeitar o quadro normativo em vigor actualmente (consultar nota final deste manual). No POCAL Simplificado,

Leia mais

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ASSOCIAÇÃO POPULAR DE PAÇO DE ARCOS Rua Carlos Bonvalot, Nº 4 Paço de Arcos Contribuinte nº 501 238 840 NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE:

Leia mais

Tribunal de Contas. Auditoria ao Hospital Garcia de Orta, E.P.E. Identificação dos principais credores e caracterização das respectivas dívidas

Tribunal de Contas. Auditoria ao Hospital Garcia de Orta, E.P.E. Identificação dos principais credores e caracterização das respectivas dívidas Tribunal de Contas Auditoria ao Hospital Garcia de Orta, E.P.E. Identificação dos principais credores e caracterização das respectivas dívidas Relatório nº 39/2008 2ª S Processo n.º 21/2008 AUDIT Tribunal

Leia mais

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Publicado no Diário da República, I.ª Série, n.º 60, de 28 de Março AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Havendo necessidade de regulamentar a concessão e a classificação das operações de créditos pelas instituições

Leia mais

Auditoria ao Controlo da Execução Orçamental e Atividade do Sistema de Controlo Interno do Ministério da Saúde

Auditoria ao Controlo da Execução Orçamental e Atividade do Sistema de Controlo Interno do Ministério da Saúde 4444e Auditoria ao Controlo da Execução Orçamental e Atividade do Sistema de Controlo Interno do Ministério da Saúde Processo n.º 01/2011 - Audit Visão Promover a verdade, a qualidade e a responsabilidade

Leia mais

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A.

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A. Balanço Em 31 de Dezembro de 2006 ACTIVO Notas Caixa e disponibilidades no Banco Central 5 204 460 2 547 Disponibilidades sobre instituições de crédito 6 2 847 256 35 474 Créditos sobre clientes 7 75 154

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS

CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS MUNICIPIO DE ALMEIDA CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS DO ANO ECONÓMICO DE 2010 APROVAÇÕES CÂMARA ASSEMBLEIA MUNICIPAL Em / / 2011 Em / / 2011 M U N I C Í P I O D E A L M E I DA 6350-130 Almeida Tef: 271570020 /

Leia mais

Fluxos de Caixa Instituto de Higiene e Medicina Tropical - Universidade Nova de Lisboa Gerência de 01-01-2012 a 31-12-2012 Class. Económica Recebimentos Saldo da gerência anterior Execução orçamental -

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS relativo às contas individuais do exercício de dois mil e quatro, do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, pessoa colectiva de direito público nº 500 965

Leia mais

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2013 2 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 - NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais, devidamente fundamentados e sem

Leia mais

Scal - Mediação de Seguros, S. A.

Scal - Mediação de Seguros, S. A. Scal - Mediação de Seguros, S. A. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1. Nota introdutória A Empresa Scal-Mediação de Seguros foi constituída

Leia mais

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações

Leia mais

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 14 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 14 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 14 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 1 Introdução: A adaptação do Plano Oficial de Contabilidade à Directiva n. o 78/660/CEE (4. a Directiva do Conselho, de 25-7-78), consubstanciada

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

Ministério da Saúde IGIF Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde

Ministério da Saúde IGIF Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde Ministério da Saúde IGIF Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde ! " # $ % & '(# ) * + (, -& -*.- & - (+ * - ) /////////////////////////////////////////////////////////////////////// 01.")

Leia mais

Índice. 02 Relatório de Gestão. 02 Considerações Gerais. 03 Situação Económico-Financeira. 09 Demonstrações Financeiras.

Índice. 02 Relatório de Gestão. 02 Considerações Gerais. 03 Situação Económico-Financeira. 09 Demonstrações Financeiras. 1º Semestre de Relatório e Contas 2008 Índice 02 Relatório de Gestão 02 Considerações Gerais 03 Situação Económico-Financeira 09 Demonstrações Financeiras 10 Balanço 12 Demonstração de Resultados por Natureza

Leia mais

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO De acordo com as disposições legais e estatuárias venho submeter á apreciação dos senhores accionistas o Relatório de Gestão e as

Leia mais

Auditoria Orientada à Consolidação de Contas e à Situação Económico-Financeira do SNS 2008-2009

Auditoria Orientada à Consolidação de Contas e à Situação Económico-Financeira do SNS 2008-2009 Auditoria Orientada à Consolidação de Contas e à Situação Económico-Financeira do SNS 2008-2009 Volume I Relatório n.º 16/2011-2ª S Processo n.º 37/10-Audit Mod. TC 1999.001 Tribunal de Contas AUDITORIA

Leia mais

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil

Leia mais

O Activo Imobilizado e aumentos patrimoniais contabilizados no exercício de 2012 foram valorizados ao custo de aquisição ou produção.

O Activo Imobilizado e aumentos patrimoniais contabilizados no exercício de 2012 foram valorizados ao custo de aquisição ou produção. 8 ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 - NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (Mapa n.º 13 do Tribunal de Contas Código Pocal 8.2) 82.1 Indicação e justificação de disposições do POCAL derrogadas

Leia mais

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação; 14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a)

Leia mais

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição:

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição: 8.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados As demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012, foram preparadas de acordo com os princípios contabilístico fundamentais previstos no POCAL

Leia mais

REGULAMENTO Nº 3/2009

REGULAMENTO Nº 3/2009 REGULAMENTO Nº 3/2009 REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DE RECEITAS MUNICIPAIS Preâmbulo A dispersão geográfica dos serviços da Câmara Municipal torna impraticável a cobrança de todas as receitas na

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS A Penafiel Verde, E.M. é uma empresa municipal, com sede em Penafiel, constituída em Maio de 2006 e que tem como actividades principais a gestão e exploração

Leia mais

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório de gestão do ano de 2015 1 RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório Fim de Atividade e Contas 2015 ÍNDICE Pág. 1. Introdução 3 2. Recursos Humanos 5 3. Análise Económica e Financeira

Leia mais

MUNICÍPIO DE MATOSINHOS

MUNICÍPIO DE MATOSINHOS 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos tem-se assistido, em Portugal, a uma alteração de paradigma ao nível do desenvolvimento das atribuições e competências dos municípios, que, numa lógica de grupo municipal,

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO MUNICÍPIO DO PORTO SANTO RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO EXERCÍCIO DO ANO 2011 INTRODUÇÃO A crescente utilização pelos municípios de formas organizacionais de diversa natureza (nomeadamente empresarial),

Leia mais

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (Declaração de Rendimentos

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 31 de Dezembro de 2006 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014 Notas às Demonstrações Financeiras Individuais 31 De Dezembro de 2014 1. Identificação da Entidade ASSOCIAÇÃO BOA HORA, IPSS, é uma instituição particular de solidariedade social, com sede na Rua do Cemitério,

Leia mais

SPMS, E.P.E. Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento...

SPMS, E.P.E. Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento... 2012 Orçamento Índice 1. Enquadramento... 2 2. Orçamento de Exploração... 3 3. Orçamento de Tesouraria... 8 4. Orçamento de Investimento... 8 1 Plano Estratégico 2011-2013 1. Enquadramento O presente documento

Leia mais

Análise Financeira 2º semestre

Análise Financeira 2º semestre ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com

Leia mais

As dividas das empresa à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates Pág. 1

As dividas das empresa à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates Pág. 1 As dividas das empresa à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates Pág. 1 AS DIVIDAS DAS EMPRESAS À SEGURANÇA SOCIAL DISPARAM COM O GOVERNO DE SÓCRATES: - só em 2006 a Segurança Social perdeu

Leia mais

DC14 - Demonstração dos Fluxos de Caixa (1) Directriz Contabilística nº 14

DC14 - Demonstração dos Fluxos de Caixa (1) Directriz Contabilística nº 14 DC14 Demonstração dos Fluos de Caia (1) Directriz Contabilística nº 14 Julho de 1993 Índice 1. Introdução 2. Objectivos 3. Definições 4. Componentes da Demonstração dos Fluos de Caia 4.1. Actividades operacionais

Leia mais

Quadro 1. Execução do Plano

Quadro 1. Execução do Plano Município de Condeixa-a-Nova - Relatório de Gestão 2008 1. Do Plano Plurianual de Investimentos 1.1. Introdução Pretende-se com o presente relatório complementar os documentos que constituem a Conta de

Leia mais

Acordo entre os Ministérios das Finanças e da Saúde e a Indústria Farmacêutica

Acordo entre os Ministérios das Finanças e da Saúde e a Indústria Farmacêutica Acordo entre os Ministérios das Finanças e da Saúde e a Indústria Farmacêutica Os Ministérios das Finanças, representado pela Ministra de Estado e das Finanças, e da Saúde, representado pelo Ministro da

Leia mais

Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados

Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados 8.2 Notas ao balanço e à demonstração de Resultados 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excepcionais devidamente fundamentados

Leia mais

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

Leia mais

Consolidação de Contas Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro

Consolidação de Contas Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro Consolidação de s Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro 1 - Introdução De acordo com o n.º 1, do art.º 46º da Lei n.º 2 / 2007 de 15 de Janeiro Lei das

Leia mais

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras,

Leia mais

Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra. Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira

Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra. Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira 18 de Maio de 2011 1 Modelo de análise económico-financeira 2 Modelo de análise económico-financeira

Leia mais

Transportes Públicos Interurbanos Rodoviários de Passageiros. Actividade Empresarial

Transportes Públicos Interurbanos Rodoviários de Passageiros. Actividade Empresarial Transportes Públicos Interurbanos Rodoviários de Passageiros Actividade Empresarial 2006 ÍNDICE GERAL 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 4 2. ASPECTOS METODOLÓGICOS... 6 3. CARACTERIZAÇÃO DA ACTIVIDADE... 9 3.1.

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães Freguesia de Tabuadelo e São Faustino Concelho de Guimarães Relatório de Gerência de Contas e Relatório de Actividades Ano de 2013 Índice: Introdução:... 3 Analise Económica e Financeira... 5 Execução

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual 1 Introdução ao sistema financeiro (custos elegíveis ) Custos directos elegíveis por natureza Custos não elegíveis Período de elegibilidade Repartição das despesas financeiras em conformidade com oanexo

Leia mais

ÍNDICE. 2.1.1. PROVEITOS 6 2.1.1.1. Estrutura de proveitos 6 2.1.1.2. Evolução dos proveitos 7

ÍNDICE. 2.1.1. PROVEITOS 6 2.1.1.1. Estrutura de proveitos 6 2.1.1.2. Evolução dos proveitos 7 ÍNDICE I. RELATÓRIO GESTÃO CONSOLIDADO 3 1. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL 4 1.1. REGRAS DA CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 4 1.2. ELEMENTOS DA CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 5 2. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA 6 2.1. ANÁLISE ECONÓMICA

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Balanço IMOBILIZADO: ACTIVO BALANÇO ANALITICO E X E R C I C I O S ACTIVO BRUTO AMORT / PROV ACTIVO LIQUIDO ACTIVO LIQUIDO Imobilizações Incorpóreas: 431 Despesas de Instalação

Leia mais

Após as já distantes datas de

Após as já distantes datas de C o n t a b i l i d a d e TOC 90 - Setembro 2007 A implementação do POCP e dos planos sectoriais nos serviços autónomos da Administração Central: estudo e análise Por José Araújo Partindo de um trabalho

Leia mais

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal.

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Montantes expressos em euros) 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da Entidade Casfig Coordenação de âmbito social

Leia mais

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010 1. Nota Introdutória Elementos identificativos: Denominação Fortis Lease Instituição Financeira de Crédito, SA NIF 507 426 460 Sede Social Objecto Social A Fortis Lease Portugal Instituição Financeira

Leia mais

1º Semestre Relatório e Contas 2010

1º Semestre Relatório e Contas 2010 1º Semestre Relatório e Contas 2010 Índice 02 Relatório de Gestão 02 Considerações Gerais 03 Situação Económico-Financeira 09 Demonstrações Financeiras 10 Balanço 11 Demonstração de Resultados por Natureza

Leia mais

A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade.

A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade. INTERPRETAÇÃO DAS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2011 Nota Introdutória: A prestação de contas de 2011 é elaborada de acordo com o SNC 1, não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade.

Leia mais

5250 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 225 28 de Setembro de 2000 MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SAÚDE. 3. o. Portaria n.

5250 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 225 28 de Setembro de 2000 MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SAÚDE. 3. o. Portaria n. 5250 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 225 28 de Setembro de 2000 MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SAÚDE Portaria n. o 898/2000 de 28 de Setembro O Regime de Administração Financeira do Estado, instituído

Leia mais

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande NIPC :501971327 NISS :20007555241 NOTAS PERÍODOS 31-12-2014 31-12- ACTIVO Activo não corrente

Leia mais

CLASSIFICADOR ORÇAMENTAL E PATRIMONIAL DAS AUTARQUIAS LOCAIS

CLASSIFICADOR ORÇAMENTAL E PATRIMONIAL DAS AUTARQUIAS LOCAIS S EXPLICATIVAS Nota: Na sequência da adopção do plano de contas a vigorar em 2010 para reporte de informação financeira à DGAL, em Dezembro de 2009, assinalam-se as notas com alterações a cor diferente,

Leia mais

Contabilidade Geral I

Contabilidade Geral I Contabilidade Geral I Licenciatura(s) : GESTÃO; MAEG; FINANÇAS Ano/semestre/regime : 1º ano/2º semestre/tempo integral (Gestão) (recomendado) : 3º ano/1º semestre/tempo integral (MAEG) : 2º ano/1º semestre/tempo

Leia mais

8.2.1 Disposições do POCAL derrogadas e seus efeitos no Balanço e Demonstração de Resultados

8.2.1 Disposições do POCAL derrogadas e seus efeitos no Balanço e Demonstração de Resultados 8.2 O Balanço e a Demonstração de Resultados encontram-se elaborados de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL) e demais legislação

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 1. INDICE 1. INDICE 2 2. NOTA INTRODUTÓRIA 3 2.1 Caracterização do Instituto português do Sangue e da Transplantação, IP 3 2.2 Organograma 5 3. RELATÓRIO DE GESTÃO 6 3.1. RECURSOS

Leia mais

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (DR Modelo 22 de

Leia mais

AB AP AL AL 2013 2013 2013 2012

AB AP AL AL 2013 2013 2013 2012 Balanço - Activo Dados atuais 23.04.2014 13:48:11 Organismo: 1012 ADSE Página: 1 Exercício:2013 Emissão:23.04.2014 13:48:17 Balanço - Activo Activo Imobilizado Bens de domínio público: 451 Terrenos e recursos

Leia mais

ANEXO. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014

ANEXO. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 ANEXO Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1 - Identificação de entidade: 1.1- Designação da entidade: GATO - Grupo de Ajuda a Toxicodependentes

Leia mais

Freguesia de Arcozelo RELATÓRIO DE GESTÃO

Freguesia de Arcozelo RELATÓRIO DE GESTÃO RELATÓRIO DE GESTÃO I Introdução 1.1 Nota Prévia Conforme se encontra preceituado no POCAL, apresenta-se o relatório de Gestão relativo ao ano de 2009 para que, dentro dos prazos previstos na Lei nº 98/97,

Leia mais

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL AGOSTO DE 2011 Ministério das Finanças - Gabinete

Leia mais

I Considerações Prévias

I Considerações Prévias I Considerações Prévias 1. De harmonia com o preceituado na Lei, foram elaborados os documentos de prestação de contas relativos ao ano de 2009, tendo em vista a apreciação e aprovação política do executivo,

Leia mais

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS SECÇÃO I RELAÇÃO ENTRE OS MODELOS Neste capítulo o principal objectivo é ajudar à compreensão global dos modelos e estabelecer a forma como os modelos se relacionam.

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Polis Litoral Ria Aveiro das ACTIVO BALANÇO ANALÍTICO Dezembro 09 Dezembro 08 ACTIVO BRUTO AMORT. E AJUST. ACTIVO LIQUIDO ACTIVO LIQUIDO IMOBILIZADO Imobilizações Incorpóreas

Leia mais

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão Capítulo VI Gestão Financeira e Patrimonial Artigo 18.º Princípios de Gestão 1. A gestão deve articular-se com os objectivos prosseguidos pela Câmara Municipal de Viseu, visando a promoção do desenvolvimento

Leia mais

ANEXO. Prestação de Contas 2011

ANEXO. Prestação de Contas 2011 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da entidade Fluviário de Mora, E.E.M. NIPC: 507 756 754 1.2. Sede Parque Ecológico do Gameiro - Cabeção 1.3. Natureza da Actividade O Fluviário de Mora, é uma

Leia mais