PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012

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1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EERCÍCIO DE 2012 Brasília, 2013

2 Presidência da República Secretaria de Relações Institucionais Praça dos Três Poderes, Zona Cívico-Administrativa, Palácio do Planalto, 4º andar, Brasília-DF CNPJ: / Site: Fones: (61) / Ministra de Estado Chefe Ideli Salvatti Chefe de Gabinete da Ministra Odilon Borges de Souza Assessor-Chefe da Assessoria Especial Jair Domingos Gonçalves Secretário-Executivo Claudinei do Nascimento Subchefe de Assuntos Parlamentares Paulo André Argenta Subchefe de Assuntos Federativos Olavo Noleto Alves

3 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EERCÍCIO DE 2012 Relatório de Gestão do exercício de 2012 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nº 119/2012 e da Portaria TCU nº 150/2012. Brasília, 2013

4 SUMÁRIO Lista de Tabelas e Ilustrações... 4 Lista de Abreviaturas e Siglas... 5 Introdução Identificação e Atributos da Unidade Jurisdicionada Identificação da Unidade Jurisdicionada Finalidade e Competências Institucionais da Unidade Organograma Funcional Macroprocessos Finalísticos Macroprocessos de Apoio Principais Parceiros Planejamento Estratégico, Plano de Metas e de Ações Planejamento das Ações da Unidade Jurisdicionada Estratégias de Atuação Frente aos Objetivos Estratégicos Execução do Plano de Metas ou de Ações Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos Sistema de Correição Cumprimento pela Instância de Correição da Portaria nº 1.043/2007 da CGU Programação e Execução da Despesa Orçamentária e Financeira Informações Sobre Programas do PPA de Responsabilidade da UJ Informações sobre Ações de Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Informações Sobre a Execução Orçamentária e Financeira da Despesa Movimentação de Créditos Interna e Externa Execução Orçamentária da Despesa Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por Movimentação Despesas Totais por Modalidade de Contratação Créditos de Movimentação Despesas Totais por Grupo e Elemento de Despesa Créditos de Movimentação Análise crítica Tópicos Especiais da Execução Orçamentária e Financeira Reconhecimento de Passivos Pagamentos e Cancelamentos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores Pagamentos e Cancelamentos de Restos a Pagar de Exercícios Anteriores Análise Crítica Transferências de Recursos Suprimento de Fundos Renúncias Tributárias sob a Gestão da UJ Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados Composição do Quadro de Servidores Ativos Terceirização de Mão de Obra Empregada e Contratação de Estagiários Informações Sobre Terceirização de Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão Informações Sobre a Substituição de Terceirizados em Decorrência da Realização de Concurso Público Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados Informações Sobre a Contratação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Ostensiva pela Unidade Jurisdicionada

5 6.2.5 Informações Sobre Locação de Mão de Obra para Atividades não Abrangidas pelo Plano de Cargos do Órgão Composição do Quadro de Estagiários Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário Gestão da Tecnologia da Informação e do Conhecimento Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental Conformidade e Tratamento de Disposições Legais e Normativas Deliberações do TCU e do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n 8.730/ Modelo de Declaração de Atualização de Dados no SIASG e SICONV Informações Contábeis Conclusão Anexos

6 LISTA DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES Quadro 1.1 Identificação da UJ Relatório de Gestão Individual... 8 Quadro 2.1 Projetos Encaminhados ao Congresso Nacional Quadro 2.2 Medidas Provisórias Editadas em 2011 com Vigência até Quadro 2.3 Medidas Provisórias Editadas em Quadro 2.4 Projetos Submetidos à Sanção Quadro 2.5 Atos Sancionados/Promulgados Quadro 2.6 Atos Pendentes de Sanção Quadro 3.1 Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ Quadro 4.1 Programa: 2038 Democracia e Aperfeiçoamento da Gestão Pública Quadro 4.2 Ações Vinculadas a Programa Temático de Responsabilidade da UJ Quadro 4.3 Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa Quadro 4.4 Despesas por Modalidade de Contratação - Créditos de Movimentação Quadro 4.5 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa - Créditos de Movimentação Quadro 5.1 Situação dos Restos a Pagar de Exercícios Anteriores Quadro 6.1 Contratos de Prestação de Serviços com Locação de Mão de Obra

7 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABC ABM BNDES CAF CAUC CFC CGU CNAE CNM CNPJ CRC DF DIGEP DILOG DIROF DITEC DN DNV EPL ETAV FCCR FINEP FNP FPE FPM ICMS IN INOVAR-AUTO LDO Ltda MP NBC T PAC PEC PL PLOA PLV Agência Brasileira de Cooperação Associação Brasileira de Municípios Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Comitê de Articulação Federativa Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias Conselho Federal de Contabilidade Controladoria-Geral da União Classificação Nacional de Atividades Econômicas Confederação Nacional de Municípios Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica Conselho Regional de Contabilidade Distrito Federal Diretoria de Gestão de Pessoas Diretoria de Recursos Logísticos Diretoria de Planejamento, Orçamento e Finanças Diretoria de Tecnologia Decisão Normativa Declaração de Nascido Vivo Empresa de Planejamento e Logística Empresa de Transporte Ferroviário de Alta Velocidade Foro Consultivo de Municípios, Estados Federados, Províncias e Departamentos do Mercosul Financiadora de Estudos e Projetos Frente Nacional de Prefeitos Fundo de Participação dos Estados Fundo de Participação dos Municípios Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços Instrução Normativa Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores Lei de Diretrizes Orçamentárias Limitada Medida Provisória Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas Programa de Aceleração do Crescimento Proposta de Emenda à Constituição Projeto de Lei Projeto de Lei Orçamentária Anual Projeto de Lei de Conversão 5

8 PNE PPA PPP PR RDC RP SA SASF SE SG SIAFI SIAL SIASG SICONV SINESP SIORG Sit. SRI/PR Suplem. SUS TCU UG UJ Plano Nacional de Educação Plano Plurianual Parceria Público-Privada Presidência da República Regime Diferenciado de Contratações Públicas Restos a Pagar Secretaria de Administração Sistema de Assessoramento Federativo Secretaria-Executiva Secretaria-Geral Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal Sistema de Acompanhamento Legislativo Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais Sistema de Gestão de Convênios, Contratos de Repasse e Termos de Parceria Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal Situação Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República Suplementares Sistema Único de Saúde Tribunal de Contas da União Unidade Gestora Unidade Jurisdicionada 6

9 INTRODUÇÃO Este Relatório registra as práticas reais de gestão da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República empreendidas no exercício de 2012 e foi elaborado com base nos critérios estabelecidos pela Instrução Normativa nº 63, de 1º de setembro de 2010, pela Decisão Normativa nº 119, de 18 de janeiro de 2012, e pela Portaria nº 150, de 3 de julho de 2012, do Tribunal de Contas da União. Em observância ao conteúdo e à disposição definidos nesses atos, o Relatório está estruturado sob a forma de itens e subitens e contém os dados e informações necessários à análise da gestão desta Secretaria pelos órgãos de controle e pela sociedade. Não se aplicam a esta Unidade Jurisdicionada os seguintes tópicos: i) Sistema de Correição; ii) Cumprimento pela Instância de Correição da Portaria nº 1.043/2007 da CGU; iii) Suprimento de Fundos; iv) Renúncias Tributárias sob a Gestão da UJ; v) Composição do Quadro de Servidores Ativos; vi) Informações sobre Terceirização de Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão; vii) Informações sobre a Contratação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Ostensiva pela Unidade Jurisdicionada; viii) Composição do Quadro de Estagiários; ix) Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário; x) Gestão da Tecnologia da Informação e do Conhecimento; xi) Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental; xii) Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei nº 8.730/93; e xiii) Modelo de Declaração de Atualização de Dados no SIASG e SICONV. Em 2012 não houve ocorrências de: i) Reconhecimento de Passivos; ii) Transferências de Recursos; iii) Informações sobre a Substituição de Terceirizados em Decorrência da Realização de Concurso Público; iv) Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados; e v) Deliberações do TCU e do Órgão de Controle Interno Atendidas no Exercício. Os motivos de não aplicação ou não ocorrência das informações solicitadas no Anexo II da Decisão Normativa nº 119 foram apostos no próprio corpo deste relatório, com o intuito de se manter a organização e a forma estabelecidas naquela DN, bem como para um perfeito esclarecimento quanto a essas situações. Neste relatório, serão apresentadas também as principais realizações desta Unidade Jurisdicionada, mais especificamente, no subitem 2.3, que contem uma síntese das ações empreendidas pela Secretaria de Relações Institucionais ao longo de É anexo deste Relatório a Declaração do Contador, expedida pela Secretaria de Controle Interno da Secretaria-Geral da Presidência da República, que exerce as atividades de órgão setorial contábil de todos os órgãos integrantes da Presidência da República. 7

10 1 IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE JURISDICIONADA 1.1 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE JURISDICIONADA Poder: Executivo QUADRO 1.1 IDENTIFICAÇÃO DA UJ RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL Poder e Órgão de Vinculação Órgão de Vinculação: Presidência da República Código SIORG: Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação Completa: Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República Denominação Abreviada: SRI/PR Código SIORG: Situação: ativa Natureza Jurídica: Órgão público CNPJ: / Principal Atividade: Administração pública em geral Código CNAE: Telefones/Fax de contato: (61) / 1042 / 1424 Fax: (61) Endereço Eletrônico: Página na Internet: Endereço Postal: Praça dos Três Poderes, Zona Cívico-Administrativa, Palácio do Planalto, 4º andar, Brasília-DF CEP Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Lei nº , de 5 de dezembro de 2005 Normas Relacionadas à Unidade Jurisdicionada Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Decreto nº 6.207, de 18 de setembro de 2007; e Decreto nº 7.465, de 25 de abril de 2011 Código SIAFI Unidades Gestoras Relacionadas à Unidade Jurisdicionada Secretaria de Relações Institucionais SRI/PR Subchefia de Assuntos Federativos/SRI/PR Código SIAFI Tesouro Código SIAFI da Unidade Gestora Nome Gestões Relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Secretaria de Administração/PR Secretaria de Administração/PR SET. ORC. E FIN Código SIAFI da Gestão 8

11 1.2 FINALIDADE E COMPETÊNCIAS INSTITUCIONAIS DA UNIDADE Conforme previsto na Lei nº , de 5 de dezembro de 2005, que alterou a Lei nº , de 28 de maio de 2003, a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR) tem como finalidade assistir direta e imediatamente ao Presidente da República no desempenho de suas atribuições e, em especial, na coordenação política do Governo; na condução do relacionamento do Governo com o Congresso Nacional e os Partidos Políticos; e na interlocução com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. A estrutura organizacional da Secretaria de Relações Institucionais é composta por órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado Gabinete, Assessoria Especial, Secretaria-Executiva, Subchefia de Assuntos Parlamentares e Subchefia de Assuntos Federativos, conforme disposto no Decreto nº 6.207, de 18 de setembro de 2007, que aprovou a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão da SRI. As ações governamentais promovidas em 2012 tiveram como norte os objetivos propostos no programa temático Democracia e Aperfeiçoamento da Gestão Pública, quais sejam: fortalecer a governança e ampliar a capacidade institucional da Administração Pública, visando à melhor organização e funcionamento do Estado; e fortalecer a relação cooperativa, de forma a promover maior cooperação e ampliar a capacidade técnica, gerencial e financeira do Estado. Nas relações federativas, as atividades voltadas para a consolidação de instâncias de diálogo permanentes, como o Comitê de Articulação Federativa (CAF), os Fóruns Regionais de Governadores e os conselhos e comissões tripartites no âmbito dos diversos sistemas federativos setoriais tiveram continuidade em Destacam-se ainda a preparação do Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas para janeiro de 2013, as discussões em torno dos novos critérios de distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE), com vistas a promover uma distribuição mais justa e equitativa dos recursos, bem como o fomento à criação de instrumentos de cooperação e coordenação federativa, como os consórcios públicos. Cabe destacar que o processo de preparação desse encontro demandou o enfrentamento de diversos desafios, próprios de eventos dessa magnitude. Tais desafios vão desde a hospedaria e transporte na cidade-sede, até a própria organização, logística e infraestrutura necessária a um evento dessa natureza. No tocante aos assuntos parlamentares, o intenso trabalho de articulação e acompanhamento legislativo contribuiu para a aprovação de 36 medidas provisórias e 59 proposições legislativas, consideradas prioritárias em razão de sua abrangência e relevância político-social, bem como seu impacto orçamentário e financeiro. Analisado o cenário em que esse trabalho foi desenvolvido, é possível identificar algumas dificuldades impostas, a exemplo daquelas decorrentes do período eleitoral, que contribuíram para a redução no número de sessões das comissões e do plenário da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, dificultando a apreciação de matérias de interesse do Governo. Essa apreciação também foi afetada, embora em menor grau, pela modificação no processo de tramitação das medidas provisórias, decorrente da exigibilidade de manifestação prévia pelas comissões mistas, prevista na Constituição Federal e declarada pelo Supremo Tribunal Federal em março de As dificuldades impostas, porém, tiveram seu impacto reduzido pelo diálogo institucional regular e permanente com os diversos setores envolvidos na construção e pactuação de políticas públicas, conforme poderá ser constatado no balanço positivo das ações apresentados no subitem 2.3 deste relatório. 9

12 1.3 ORGANOGRAMA FUNCIONAL SRI MINISTRO GABINETE ASSESSORIA ESPECIAL SECRETARIA- EECUTIVA SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS As atribuições cometidas aos órgãos que compõem a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República estão relacionadas às competências institucionais dispostas na Lei nº , de 5 de dezembro de 2005, que alterou a Lei nº , de 28 de maio de Essas atribuições, bem como aquelas inerentes ao próprio funcionamento da SRI, estão dispostas no Decreto nº 7.465, de 25 de abril de 2011, e são apresentadas a seguir. 10

13 COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Decreto nº 6.207, de 18 de setembro de 2007, alterado pelo Decreto nº 7.465, de 25 de abril de GABINETE ASSESSORIA ESPECIAL SECRETARIA-EECUTIVA Assistir ao Ministro de Estado no âmbito de sua atuação, inclusive em sua representação funcional, pessoal, política e social; Incumbir-se do preparo e despacho do expediente do Ministro de Estado e de sua pauta de audiências, bem como da administração de documentos, da comunicação administrativa e da publicação e divulgação dos atos oficiais da Secretaria; Apoiar a realização de eventos do Ministro de Estado com representações e autoridades nacionais e internacionais; Providenciar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados ao Ministro de Estado; Planejar e coordenar as atividades de comunicação social da Secretaria, inclusive assessorar o Ministro de Estado em seu relacionamento com os meios de comunicação social; e Realizar outras atividades determinadas pelo Ministro de Estado. Assistir, direta e imediatamente, ao Ministro de Estado no desempenho de suas atribuições e, especialmente, realizar estudos e análises que por ele sejam determinados; Coordenar, em articulação com a Secretaria- Executiva, o planejamento das ações estratégicas dos órgãos integrantes da estrutura da Secretaria; Avaliar a execução dos projetos e atividades da Secretaria; Colaborar com o Ministro de Estado na direção e orientação dos trabalhos da Secretaria, bem como na definição de diretrizes e na implementação das ações da sua área de competência; Assistir ao Ministro de Estado, em articulação com o Gabinete, na preparação de material de informação e de apoio, de encontros e audiências com autoridades e personalidades nacionais e estrangeiras; e Realizar outras atividades determinadas pelo Ministro de Estado. Assessorar e assistir ao Ministro de Estado no âmbito de sua competência; Colaborar com o Ministro de Estado na direção, orientação, coordenação e no controle dos trabalhos da Secretaria, bem como na definição de diretrizes e na implementação das ações da sua área de competência; Exercer a supervisão e coordenação dos projetos e das atividades dos órgãos integrantes da estrutura da Secretaria; Gerenciar, em articulação com a Casa Civil da Presidência da República, os assuntos orçamentários, financeiros, de desenvolvimento organizacional e de administração geral da Secretaria; Definir as condições gerais que orientam as propostas orçamentárias, projetos e atividades a serem desenvolvidos pela Secretaria; e Realizar outras atividades determinadas pelo Ministro de Estado. 11

14 SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Assessorar o Ministro de Estado nos assuntos de sua área de atuação; Assessorar o Ministro de Estado nos assuntos de sua área de atuação; Coordenar, em articulação com as assessorias parlamentares dos Ministérios e demais órgãos da administração pública federal, a consolidação de informações e pareceres sobre as proposições legislativas; Articular-se com o Gabinete e com a Casa Civil da Presidência da República na elaboração de mensagens do Poder Executivo ao Congresso Nacional e na proposição de vetos presidenciais; Acompanhar a situação social, econômica e política dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; Acompanhar o desenvolvimento das ações federais no âmbito das unidades da Federação; Gerenciar informações, promover estudos e elaborar propostas e recomendações que possibilitem o aperfeiçoamento do pacto federativo; Acompanhar a tramitação de proposições no Congresso Nacional; Promover, observadas as competências da Casa Civil da Presidência da República relativas à análise de mérito, de oportunidade e de compatibilidade com as diretrizes governamentais, a articulação entre os Poderes Executivo e Legislativo, no que se refere às proposições em tramitação no Congresso Nacional; Promover o encaminhamento das mensagens presidenciais ao Congresso Nacional; Apoiar os órgãos e entidades da administração pública federal em seu relacionamento com o Congresso Nacional, em especial quando da apreciação dos Projetos de Lei do Plano Plurianual, de Diretrizes Orçamentárias, do Orçamento Anual e de suas alterações; Subsidiar e estimular a integração das unidades federativas nos planos e programas de iniciativa do Governo Federal; Contribuir com os órgãos e entidades da administração pública federal e da administração pública dos entes federados nas ações que tenham impacto nas relações federativas; Articular-se com os órgãos e entidades da administração pública federal em sua interlocução com os entes federados, consolidando informações e pareceres sobre propostas relacionadas com o aprimoramento da federação; Contribuir com os órgãos da Presidência da República na constituição de instrumentos de avaliação permanente da ação governamental e na interlocução com os entes federados; Acompanhar, apoiar e, quando couber, recomendar medidas aos órgãos e entidades da administração pública federal quanto à execução das emendas parlamentares, constantes da Lei Orçamentária Anual, e sua adequação aos critérios técnicos e de compatibilização com a ação governamental; Estimular e apoiar processos, atividades e projetos de cooperação internacional dos entes federados; Subsidiar e apoiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios em suas atividades e projetos de cooperação; e Examinar os assuntos atinentes às relações de membros do Poder Legislativo com o Governo, a fim de submetê-los à superior decisão do Ministro de Estado; e Realizar outras atividades determinadas pelo Ministro de Estado. Realizar outras atividades determinadas pelo Ministro de Estado. 12

15 1.4 MACROPROCESSOS FINALÍSTICOS As atividades desenvolvidas pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República baseiam-se fundamentalmente na articulação com os entes federados e no diálogo institucional com o Congresso Nacional e com os partidos políticos. Os macroprocessos finalísticos da SRI correspondem a essas atividades e fundamentam-se nas seguintes atribuições institucionais: i) coordenação política do Governo; ii) articulação com o Congresso Nacional e os Partidos Políticos; e iii) interlocução com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. Em 2012, a condução do relacionamento do Governo Federal com o Poder Legislativo priorizou a manutenção de uma relação cooperativa e harmônica, que contribuiu para a conversão em lei de proposições apresentadas ao Congresso Nacional, relevantes para o desenvolvimento e crescimento do País. No tocante às etapas que perfazem o processo de articulação parlamentar conduzido pela Secretaria de Relações Institucionais, cabe ressaltar o estabelecimento de reuniões frequentes com os demais integrantes do Sistema de Acompanhamento Legislativo SIAL, que congrega as assessorias parlamentares (e assemelhados) dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal. Foram estabelecidos encontros rotineiros com a finalidade de coordenar as ações das assessorias, bem como disseminar a importância de que o Poder Executivo Federal tenha uma visão central e estratégica de governo. Esses encontros permitem atender a necessidade de articulação entre os Poderes Executivo e Legislativo, no que se refere às proposições em tramitação no Congresso Nacional. Também se criou uma rotina de encontros com as principais lideranças do Congresso Nacional de modo a fortalecer a articulação com os líderes e partidos. Ao menos três encontros semanais foram instituídos ou reformulados e possibilitaram o estreitamento dessa relação. Semanalmente acontece uma reunião da Ministra da Secretaria de Relações Institucionais com os três líderes de Governo. Também acontece a reunião de articulação entre a SRI e assessores das lideranças e dos principais partidos da base. Outro encontro envolve as assessorias das lideranças e da SRI para discutir a pauta de medidas provisórias. Além das reuniões semanais que já estão consolidadas, o contato com as lideranças de governo e dos partidos da base é constante contribuindo sobremaneira para o estreitamento das relações. Registre-se ainda que a Secretaria de Relações Institucionais publicou no Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 1/SRI/PR, de 15 de fevereiro de 2012, que estabeleceu normas e procedimentos para o envio de informações e pareceres pelos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal acerca das proposições legislativas em tramitação no Congresso Nacional. Essa medida informatizou o envio de projetos e visou padronizar os procedimentos para o trâmite desses documentos, a fim de assegurar mais agilidade na análise e consolidação das informações e pareceres, bem como reduzir o tempo de trânsito de documentos e o consumo de material. Em outro campo, o diálogo estabelecido com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios avançou com o fortalecimento de instâncias permanentes de relações intergovernamentais, como o Comitê de Articulação Federativa (CAF), os Fóruns Regionais de Governadores e as comissões tripartites no âmbito dos diversos sistemas federativos setoriais. O CAF, órgão consultivo da Presidência da República, é a principal instância de diálogo entre a União e os municípios. Presidido pela Secretaria de Relações Institucionais, é integrado pelos ministérios cujas políticas têm maior impacto na esfera municipal e pelas seguintes entidades: Confederação Nacional de Municípios (CNM), Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e Associação Brasileira de Municípios (ABM). 13

16 Outro importante meio de interlocução com os entes federados é o Portal Federativo, ferramenta relevante de informação e gestão democrática, bem como de divulgação dos programas prioritários do Governo, com destaque para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e os Programas Brasil sem Miséria e Minha Casa, Minha Vida. Na condução do diálogo federativo, priorizou-se também o estímulo e o apoio a atividades e projetos de cooperação internacional dos entes federados, a exemplo do lançamento do Programa de Cooperação Técnica Descentralizada Sul-Sul, em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores. Por fim, cabe registrar que os macroprocessos aqui apresentados envolvem ações de apoio estratégico aos órgãos e às entidades da administração pública federal e da administração pública dos entes federados na implantação e execução do plano de governo, não constituindo sobreposição de funções. 1.5 MACROPROCESSOS DE APOIO Os macroprocessos de apoio da Secretaria de Relações Institucionais são conduzidos por sua Secretaria-Executiva, órgão responsável pela ordenação de despesas, que coordena, em conjunto com outros parceiros, as ações de execução orçamentária e financeira, desenvolvimento organizacional, aquisição de bens e serviços e ainda de administração geral da Secretaria, de forma a dar suporte às demais áreas no desenvolvimento de suas respectivas competências. Essas ações meio visam proporcionar o funcionamento da estrutura da SRI, de seus grupos de trabalho, de suas atividades gerais e específicas e as de cooperação nacional e internacional. Como consequência, os produtos dos vários processos de apoio existentes estão relacionados à realização de reuniões, encontros e eventos em geral; aquisição de material permanente e de consumo; contratação de serviços e de consultoria; pagamento de diárias e afins; aquisição de passagens; e outros serviços necessários ao desenvolvimento das competências atribuídas à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. Há de se destacar que esses produtos são essenciais para o alcance dos objetivos vinculados aos macroprocessos finalísticos e são resultados de ações desenvolvidas com outros órgãos essenciais da Presidência da República, parceiros estes apresentados no subitem 1.6 deste relatório. 1.6 PRINCIPAIS PARCEIROS Parceiros internos Os principais parceiros internos da Secretaria de Relações Institucionais são os órgãos integrantes da estrutura organizacional da Presidência da República, seja na coordenação, no acompanhamento e/ou na análise de ações que integram suas respectivas áreas de atuação. Dentre esses órgãos, destacam-se a Casa Civil e a Secretaria-Geral da Presidência da República, pastas que gerenciam os assuntos relacionados aos órgãos essenciais da Presidência da República. A articulação com a Casa Civil da Presidência da República envolve, basicamente, o gerenciamento dos assuntos de desenvolvimento organizacional e de administração da SRI, sendo, inclusive, o órgão responsável pela requisição de pessoal para ter exercício na Secretaria de Relações Institucionais. Além disso, tem-se também o trabalho conjunto com a Subchefia de Assuntos Parlamentares e o Gabinete, na elaboração de mensagens do Poder Executivo ao Congresso e na proposição de vetos presidenciais. 14

17 No tocante à Secretaria-Geral, ressalte-se a parceria com a Secretaria de Administração e suas Diretorias de Planejamento, Orçamento e Finanças (DIROF), de Gestão de Pessoas (DIGEP), de Recursos Logísticos (DILOG) e de Tecnologia (DITEC), áreas responsáveis pelo suporte técnico administrativo aos órgãos essenciais da Presidência da República. Cabe ainda destacar, no âmbito da Secretaria-Geral, a parceria com a Secretaria de Controle Interno, que atende os órgãos essenciais da Presidência da República, em suas atividades de órgão setorial contábil e de controle interno. As parcerias com os demais órgãos integrantes da estrutura organizacional da Presidência da República ocorrem na constituição de instrumentos de avaliação permanente da ação governamental e na interlocução com os entes federados. Parceiros externos Na consecução dos objetivos da Secretaria de Relações Internacionais, os parceiros externos são o Congresso Nacional e os órgãos e entidades da administração pública federal e da administração pública dos entes federados. A parceria com o Congresso Nacional refere-se à interlocução com lideranças de partidos e membros das comissões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, necessária à conversão em lei de proposições apresentadas pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, bem como à aprovação de matérias relativas ao orçamento. Destaque-se que a SRI coordena a consolidação de informações e pareceres sobre as proposições legislativas e o aprimoramento da federação, em articulação permanente com os entes federados e com assessorias parlamentares, respectivamente. Por fim, cabe destacar a profícua interlocução com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Associação Brasileira de Municípios (ABM), entidades nacionais de representação de municípios, e com o Foro Consultivo de Municípios, Estados Federados, Províncias e Departamentos do Mercosul (FCCR), no âmbito internacional. 15

18 2 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES A análise constante deste item ateve-se precipuamente ao aspecto qualitativo da atuação da Secretaria de Relações Institucionais, considerando a natureza de sua missão institucional, que se fundamenta no diálogo com os entes federados e o Parlamento, essencial para a implementação das ações do Plano de Governo. Esse diálogo é exercido em reuniões, encontros, seminários, eventos nacionais e internacionais e constitui a forma e o meio de esta Secretaria exercer suas atribuições, motivo pelo qual as despesas de cunho administrativo predominam na matriz orçamentária da SRI. Registre-se ainda que a Secretaria de Relações Institucionais não dispõe de indicadores de gestão, motivo pelo qual as informações solicitadas no subitem 2.4 do Anexo II da Decisão Normativa TCU nº 119/2012, deixaram de ser apresentadas. 2.1 PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DA UNIDADE JURISDICIONADA A Secretaria de Relações Institucionais estabeleceu ações e diretrizes para o alcance dos principais objetivos estabelecidos para 2012, pautados na ética, na transparência e no respeito em suas atribuições institucionais de articulação com os entes federativos e em sua relação com o Congresso Nacional e com os partidos políticos. Em consonância com os objetivos propostos no programa temático Democracia e Aperfeiçoamento da Gestão Pública, o planejamento das ações da SRI voltou-se para as seguintes iniciativas: i) fortalecimento do diálogo do Governo com o Congresso Nacional e com os partidos políticos como instrumento de viabilização de projetos e políticas públicas; ii) aprimoramento dos mecanismos de articulação e cooperação federativa para a melhoria da gestão das políticas públicas no território; e iii) disseminação e compartilhamento de inovações e boas práticas entre a União, os Estados e os Municípios. O planejamento das ações de articulação federativa voltou-se para os objetivos específicos de consolidação de uma relação republicana com os estados e os municípios e definiu como prioritárias as ações de simplificação do acesso dos entes federados aos programas federais, a organização do Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas e o fortalecimento da gestão municipal, por meio da promoção de iniciativas de capacitação e de assistência técnica. No tocante aos temas prioritários a serem trabalhados no Congresso Nacional, definiu-se uma agenda de atividades de acompanhamento de matérias consideradas prioritárias, a exemplo daquelas destinadas ao enfrentamento da crise econômica internacional, que pautaram as ações de articulação parlamentar. Pode-se dizer, concluindo, que as ações empreendidas pela Secretaria de Relações Institucionais, cujos resultados serão apresentados no subitem 2.3 deste Relatório, contribuíram para a promoção de um diálogo harmonioso e profícuo com o Congresso Nacional e para uma relação cooperativa com os entes federados. 2.2 ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO FRENTE AOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS A atuação da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República fundamenta-se essencialmente no diálogo do Governo com o Congresso Nacional, com os partidos políticos e com os entes federados, de forma a contribuir para o fortalecimento de um Estado 16

19 democrático, republicano e federativo, e para a viabilização de projetos e ações de desenvolvimento nacional. Esse papel de coordenação política explica a vinculação da SRI ao programa temático do Plano Plurianual Democracia e Aperfeiçoamento da Gestão Pública, cujos objetivos nortearam as ações promovidas em 2012 pela SRI. Nesse sentido, os pontos consolidação e legado e qualificação e aprimoramento, que orientam o planejamento estratégico da SRI, voltaram-se para a consecução desses objetivos, mais especificamente para as seguintes iniciativas, prevista no PPA : aprimoramento dos mecanismos de articulação e cooperação federativa para a melhoria da gestão das políticas públicas no território; disseminação e compartilhamento de inovações e boas práticas entre a União, os Estados e os Municípios; e fortalecimento do diálogo do Governo com o Congresso Nacional e com os partidos políticos como instrumento de viabilização de projetos e políticas públicas. O aprimoramento dos mecanismos de articulação e cooperação federativa para a melhoria da gestão das políticas públicas no território foi incentivado com a adoção da estratégia de qualificação e aprimoramento, cujas metodologias foram expressas em: incentivo à promoção de consórcios públicos, em parceria com os Ministérios do Desenvolvimento Agrário e de Desenvolvimento Social e Combate à Fome; parcerias com estados e municípios no tocante aos programas federais; reuniões com entidades nacionais de representação dos municípios; e fortalecimento da cooperação internacional federativa. A disseminação e o compartilhamento de inovações e boas práticas entre a União, os Estados e os Municípios, por sua vez, foram expressos, sobretudo, no lançamento do Programa de Cooperação Técnica Descentralizada Sul-Sul, que está relacionado à estratégia de consolidação e legado. Esse programa, financiado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, tem por objetivo estimular a troca de experiências, o fortalecimento institucional e a capacitação técnica em nível internacional dos entes federados. No tocante à interlocução do Governo com o Congresso Nacional e com os partidos políticos, o principal legado da estratégia de consolidação foi, certamente, a aprovação de matérias prioritárias, que resultaram em diversas medidas, como: desoneração da folha de pagamento de setores diversos da economia; ampliação do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC); tipificação do crime de condicionar o atendimento médico-hospitalar emergencial a qualquer garantia; e alteração das regras de remuneração da poupança, que permitiu uma redução histórica na taxa básica de juros. Essas medidas são resultado de diálogo com lideranças partidárias e membros das comissões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, assim como de articulação com assessorias parlamentares de ministérios, órgãos federais e de lideranças do Governo no Congresso Nacional. Apresentadas as estratégias de atuação da SRI, cabe abordar algumas especificidades observadas no delineamento desse processo, dentre as quais se destacam aquelas relacionadas à necessidade de contratação de consultoria e de empresa especializada, além de outras relacionadas ao objetivo de fortalecimento do diálogo do Governo com o Congresso Nacional e com os partidos políticos como instrumento de viabilização de projetos e políticas públicas. Com relação ao diálogo do Governo com o Congresso Nacional e com os partidos políticos, foram identificados os seguintes riscos e problemas que balizaram o planejamento das ações estratégicas da SRI: Estrutura e organização interna defasadas, que não refletiam a real necessidade da organização; 17

20 Baixa coesão do Sistema de Acompanhamento Legislativo (SIAL) e dificuldade de coordená-lo; Inexistência de um sistema de informações moderno capaz de suprir as demandas internas e facilitar a interlocução com os Ministérios e com o Congresso Nacional; Trocas de líderes de Governo e de alguns de seus principais assessores, além da troca de líderes de alguns partidos. Diante desse cenário foram propostas as seguintes ações: Reestruturação e reorganização da equipe, buscando uma maior especialização da assessoria e uma estrutura alinhada com os objetivos estratégicos da SRI; Realização de reuniões e atividades de coordenação com os componentes do SIAL; Modernização e informatização dos processos de troca de informação com os Ministérios; Desenvolvimento de um sistema informático de acompanhamento legislativo para atender às demandas do órgão e do SIAL; e Aproximação com as novas lideranças e assessorias buscando fortalecer a articulação com as lideranças de governo com os partidos da base. No tocante à contratação de consultoria, registre-se que, com o Brasil na Presidência Pro-Tempore do Mercosul, a Secretaria de Relações Institucionais, por intermédio de sua Subchefia de Assuntos Federativos, assumiu temporariamente a presidência do Foro Consultivo de Municípios, Estados Federados, Províncias e Departamentos do Mercosul (FCCR) e coordenou os esforços de elaboração do plano de ação daquele foro para o biênio Nesse contexto, contratou-se um consultor especializado para planejar, moderar e apoiar metodologicamente dois encontros do FCCR, com o intuito de elaborar esse planejamento, cujo objetivo é dar sustentabilidade às atividades dos membros nos eixos cooperação entre cidades e regiões, cidadania regional, integração produtiva e integração fronteiriça. De outro modo, a necessidade de contratação de empresa especializada em relações públicas e assessoria de imprensa deu-se a partir de uma análise criteriosa do fluxo de comunicação e das responsabilidades da Secretaria de Relações Institucionais, que não dispõe de quadro suficiente de pessoal habilitado para atender a significativa demanda dessa área. Especificamente, essa demanda está relacionada ao atendimento à imprensa, ao gerenciamento de textos, imagens e sons, e à produção de conteúdos para o site da SRI, para boletins de rádio e impressos, entre outras publicações direcionadas aos públicos interno e externo. A implantação de uma nova dinâmica de comunicação institucional fez-se mister, portanto, para a criação de uma rede geradora de conteúdo mais ágil e capaz de praticar atualizações contínuas de informações, bem como para fortalecer o relacionamento da SRI com a imprensa e o universo da comunicação em geral, canal de informação com a sociedade sobre a instituição, seus serviços, produtos e decisões institucionais relevantes à população brasileira. 2.3 EECUÇÃO DO PLANO DE METAS OU DE AÇÕES As ações empreendidas pela Secretaria de Relações Institucionais em 2012 contribuíram para uma interlocução eficaz com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e 18

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