PLANO DE REVITALIZAÇÃO

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1 PLANO DE REVITALIZAÇÃO O Plano de Recuperação deve indicar claramente as alterações dele decorrente para as posições jurídicas dos credores da devedora, porquanto, e analisada a viabilidade económica da empresa e o seu equilíbrio financeiro, temos por bem propor: I PROPOSTAS DE PAGAMENTO: A) Créditos bancários: BANIF Reestruturação do Grupo Couto & Couto UNICOUTO COMÉRCIO DE MADEIRAS, CARPINTARIAS E MÓVEIS, LDA Assunção do valor da dívida pela sociedade Real Quality Housing, Lda (sociedade comercial com NIF , com sede no Parque Industrial, Lote 19, Vila Franca do Campo, Concelho de Vila Franca do Campo, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Vila franca do Campo, com capital social de ,00 (Cinquenta mil euros) e que no âmbito da sua actividade comercial dedica-se à Promoção Imobiliária. Compra e venda de bens imobiliários ) com fixação daquele valor em ,00 (cento e setenta e cinco mil euros), à data de 11/01/2013, sendo ainda devidos juros remuneratórios e moratórios, bem como despesas legais e contratuais, até à formalização das operações propostas. CONSTRUÇÕES COUTO & COUTO, LDA Dação em pagamento de bens imóveis: 1. Lombinha, Artigo Matricial 937 NIP, Rua Laura Araujo Pimentel, Água D Alto, Vila Franca do Campo 2. Apartamento Porto, Fracção BB, T3, Artigo Matricial NIP, Rua da Telheira nº Apartamento Porto, Fracção B13, T2, Artigo Matricial NIP, Rua dos Miosótis nº Lugar Garagem, Fracção DD, Artigo Matricial NIP, Rua da Telheira nº 439 1

2 5. Lugar Garagem, Fracção BX, Artigo Matricial NIP, Rua dos Miosótis nº Malaca, Matriz: artigo 39, Secção B.R.C, Terreno M2, Sito Malaca de Cima, Lagoa Cedência da posição contratual dos dois Leasings Imobiliários. Reestruturação após concretização dos pontos anteriores pelo montante de ,00 (Dois milhões, duzentos e sessenta e três mil euros), valor da divida à data de 11/01/2013, sendo ainda devidos juros remuneratórios e moratórios, bem como despesas legais e contratuais, até à formalização das operações propostas. Os valores em dívida não incluem o crédito sob condição ou seja as Garantias Bancárias reclamadas no PER. O valor da reestruturação poderá sofrer alteração se e quando o BANIF venha a ter que honrar Garantias Bancárias: o Consolidação das operações numa única operação; o Reembolso em 20 (vinte) anos com dois anos de carência de capital; o Periocidade anual; o Taxa juro Euribor 12M + 5%; o Garantias: aval pessoal do Legal Representante da sociedade Devedora e hipoteca genérica dos Foros Tribunal de Vila Franca do Campo e Foros Solmar. REAL QUALITY HOUSING, LDA Fixação da dívida em ,00 (nove milhões, novecentos e oitenta a cinco mil), valor da divida à data de 11/01/2013, sendo ainda devidos juros remuneratórios e moratórios, bem como despesas legais e contratuais, até à formalização das operações propostas. Os valores em dívida não incluem o crédito sob condição ou seja as Garantias Bancárias reclamadas no PER. O valor da reestruturação poderá sofrer alteração se e quando o BANIF venha a ter que honrar Garantias Bancárias: Novo financiamento dos Foros Solmar até ,00 (quatrocentos e setenta mil euros) para finalizar a obra em 1 (um) anos; 2

3 Consolidação de todas as responsabilidades num empréstimo com liquidação de todos os outros empréstimos existentes nas seguintes condições: o Consolidação das operações numa única operação; o Reembolso em 20 (vinte) anos com dois anos de carência de capital; o Periocidade anual; o Taxa juro Euribor 12M + 5%; o Garantias: aval pessoal do Legal Representante da sociedade Devedora e hipoteca genérica dos Foros Tribunal de Vila Franca do Campo e Foros Solmar. CAIXA GERAL DEPÓSITOS, S.A. Reestruturação do valor em dívida da empresa, a 12 (doze) anos, com 2 (anos) de carência de capital, à taxa Euribor + 3% ao ano. B) Créditos comuns: A proposta junto destes Credores passa pela transformação do valor do seu crédito em capital social da Devedora CONVERSÃO DA DÍVIDA EM CAPITAL SOCIAL: Aumento do capital por entradas em espécie nos termos do artigo 28º, do Código das Sociedades Comerciais por conversão dos créditos em capital com a emissão de acções preferenciais remíveis no valor nominal correspondente. Estas acções preferências remíveis não terão direito de voto e garantirão um dividendo prioritário adicional. O dividendo prioritário será no montante da aplicação da taxa de inflação, índice dos preços ao consumidor, do exercício anterior ao valor nominal de cada acção. No prazo máximo de 10 (dez) anos a Sociedade Devedora promoverá a extinção das acções pelo reembolso do seu valor nominal aos accionistas. Não o fazendo as acções converter-se-ão em acções ordinárias com direito de voto. C) Estado: C1) Instituto da Segurança Social: 3

4 Pagamento de 100% dos créditos de capital e de 20 % dos juros de mora vencidos (o perdão de juros é imprescindível à viabilização da empresa), em 150 prestações mensais progressivas com início 30 dias após o trânsito em julgado da sentença de homologação do Plano de Recuperação; Perdão de 80 % (oitenta por cento) dos juros vencidos Garantia a prestar: penhor mercantil; Face à garantia prestada, a taxa de juros vincendos a considerar será de 4,5%; Consolidação da dívida dos créditos constituídos ou vencidos até ao final da data fixada para a reclamação de créditos; As acções executivas pendentes para cobrança de dívidas à segurança social não são extintas e mantêm-se suspensas após aprovação e homologação do plano de recuperação até integral cumprimento do plano de pagamentos; Pagamento integral dos valores referentes a custas processuais devidas no âmbito de acções executivas que se encontram suspensas na respectiva secção de processo executivo, no prazo de 30 dias após o trânsito em julgado do plano de recuperação. C2) Fazenda Nacional: Pagamento de 100% dos créditos de capital, coimas, multas, custas ou outras quantias da mesma natureza e de 20 % dos juros de mora vencidos (o perdão de juros é imprescindível à viabilização da empresa), em 120 prestações mensais de igual valor com início 30 dias, após trânsito em julgado da sentença de homologação do Plano de Recuperação; Perdão de 80 % (oitenta por cento) dos juros vencidos, tal como previsto para a Segurança Social, e relacionadas com créditos constituídos ou vencidos até ao final da data fixada para a reclamação de créditos; Garantias a prestar: penhor mercantil; Juros vincendos à taxa de 4,50%. D) Créditos relacionados com contrato de trabalho: Considerando o valor dos créditos constituídos e vencidos até ao final da data fixada para a reclamação de créditos, é entregue ao Trabalhador a declaração para accionar o Fundo de Garantia Salarial, (expressamente previsto no artigo 336º, da Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro sucessivamente alterada até à sua mais recente versão Lei n.º 47/2012, de 29 de 4

5 Agosto), que nos termos legais aquele Fundo suporta o pagamento de salários até ao montante equivalente a seis meses de retribuição, desde que os rendimentos mensais não sejam três vezes superiores ao salário mínimo. Quanto ao valor remanescente dos créditos (diferença entre o valor do crédito do Trabalhador constituídos e vencidos até ao final da data fixada para a reclamação de créditos e o valor pago ao Trabalhador pelo Fundo de Garantia Salarial) o pagamento será de 100% dos créditos do capital, em 3 anos, em prestações mensais, vencendo-se a primeira 7 (sete) meses após trânsito em julgado da sentença de homologação do Plano de Recuperação. Perdão total dos juros vencidos e vincendos. II ÂMBITO: As alterações dos créditos sobre a devedora introduzidas pelo plano de recuperação produzir-seão independentemente de tais créditos terem sido, ou não, reclamados ou verificados (n.º 1 do artigo 217.º do CIRE). Nos termos do artigo 209.º, n.º 3 do CIRE, o Plano de Recuperação acautela os créditos eventualmente controvertidos em processo de impugnação de forma que venham a ter o mesmo tratamento que os da classe em que se inserem. E por antecedente ao disposto neste mencionado preceito acautela todos os créditos que venham a ser reconhecidos em sede de 129.º do CIRE. III IMPACTO EXPECTÁVEL: O Plano de Recuperação, apresentado pela administração da devedora, tem por finalidade expor as condições em que esta e os credores definem a continuidade da empresa, sob administração da devedora, e nomeadamente os termos em que serão feitos os reembolsos dos créditos sobre a devedora. Na ausência do apoio dos credores ao Plano de Recuperação, tornar-se como certo o Cenário de Liquidação abrupta dos activos da empresa a revitalizar. Este cenário caracterizar-se-á por: venda dos activos e recebimentos de clientes. E, como também se depreende, o cenário de não Recuperação não deixará de acarretar perdas substanciais na venda daqueles bens. Estima-se no cenário de não Recuperação que os credores comuns nomeadamente Fornecedores, Bancos e Restantes Credores receberão uma percentagem REDUZIDA OU MESMO NULA DOS SEUS CRÉDITOS. 5

6 Em alternativa, com a aprovação do plano, teremos a garantia pagamento das obrigações assumidas perante os credores a 100%. Assim, atendendo-se ao supra exposto, a aprovação do plano afigura-se claramente mais vantajosa. IV PRECEITOS DERROGADOS: Âmbitos das derrogações ao CIRE Com o presente plano foram derrogados os seguintes preceitos legais do CIRE que importa esclarecer: Foi derrogado o princípio da igualdade (art.º 194.º do CIRE) relativamente aos créditos do Estado, por força do enquadramento legal que rege os pagamentos à Fazenda e Segurança Social. Foi derrogado o princípio da igualdade (art.º 194.º do CIRE) relativamente ao montante, prazos de carência e de liquidação dos créditos laborais em virtude do privilégio creditório que lhes assiste e ainda relativamente aos créditos junto das Instituições Bancárias. V EXECUÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO E SEUS EFEITOS: Com a sentença de homologação, além dos demais efeitos legais, produzem-se as alterações dos créditos sobre a devedora introduzidas pelo plano de recuperação, independentemente de tais créditos terem sido, ou não, reclamados ou verificados (art.º 217.º do CIRE). A Administração, 6

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