Ciclo de Formações em Prestação de Contas

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1 Ciclo de Formações em Prestação de Contas A prestação de informação financeira, exige uma constante actualização, quer gerada pela experiência prática de diferentes casos, cada vez mais complexos e não previstos antecipadamente, quer pelo desenvolvimento introduzido pela alteração das diferentes normas. Este ciclo de formações da KPMG é dirigido não só a profissionais da contabilidade, que pretendam obter, actualizar, aprofundar, os conhecimentos nesta matéria, mas igualmente para aqueles que lidam indirectamente com estas temáticas, como sejam os especialistas que integram as comissões de auditoria, administradores nãoexecutivos ou os órgãos estatutários de fiscalização. Assente numa vertente inteiramente prática, com diversos casos e discussão em torno dos mesmos, visa igualmente aferir a aplicação do SNC e das IFRS às diferentes matérias abordadas. A equipa de formadores da KPMG A equipa de formadores é composta por profissionais da KPMG com larga experiência na aplicação das normas contabilísticas, bem como uma forte experiência na componente pedagógica, resultantes da sua participação num elevado número de sessões de formação, quer em ambiente académico quer em ambiente profissional. Gonçalo Rebelo da Silva Head of Department of Professional Practice Licenciado em Gestão e Administração de Empresas (Universidade Católica Portuguesa, Lisboa), Pós-Graduação em Fiscalidade Empresarial (Universidade Católica Portuguesa, Lisboa), e MBTI (Dubai) Gonçalo Rebelo da Silva tem participado como formador em diversas acções de formação sobre normas contabilísticas, procedimentos de auditoria e skills, tanto em Portugal como em diversos países, tais como Brasil, Alemanha, Hungria, Angola e Turquia. É certificado pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Revisor Oficial de Contas, Técnico Oficial de Contas e formador certificado MBTI. É também docente convidado da Universidade Católica (pólo do Porto), tendo ministrado nos últimos anos as cadeiras de Noções Fundamentais de Contabilidade e de Contabilidade Financeira nos programas Executive Master de Gestão para Juristas e Gestão Hoteleira. Mário Freire Director, Department of Professional Practice Licenciado em Gestão (ISEG, Lisboa), e Curso de Extensão em Direito dos Valores Mobiliários (IDEFF - Faculdade de Direito de Lisboa) Mário Freire tem participado como formador em diversas sessões de formação a Revisores Oficias de Contas bem como em Conferências Nacionais e Internacionais. É Revisor Oficial de Contas e Técnico Oficial de Contas. É também docente convidado do ISEG Universidade Técnica de Lisboa, desde 2003, ministrando as disciplinas de Contabilidade Geral I e de Contabilidade de Instrumentos Financeiros sendo ainda docente convidado do IDEFF Faculdade de Direito de Lisboa, desde 2010, ministrando a disciplina de Auditoria e Ilícitos no curso de Pós-Graduação.

2 Formação A Consolidação de Contas e Método de Equivalência Patrimonial Destina-se a contabilistas responsáveis pela consolidação de grupos económicos, bem como directores financeiros, controllers, membros das comissões de auditoria, administradores não-executivos e membros de órgãos de fiscalização. Esta formação é direccionada para empresas que tenham subsidiárias ou associadas e que apliquem o SNC ou as IFRS. Os procedimentos de consolidação de contas são complexos e exigem um planeamento rigoroso e um acompanhamento profundo obrigando os profissionais a aprofundarem os seus conhecimentos nesta área. O próprio tratamento das subsidiárias ou associadas, nas contas individuais, aplicando o método de equivalência patrimonial, implica procedimentos idênticos aos de uma consolidação de contas, exigindo assim um grau de amadurecimento desta componente que tem aplicação transversal. Os próprios processos de decisão de investimento na aquisição de empresas subsidiárias ou associadas, implicam planeamento e identificação de possíveis impactos posteriores nas contas da empresa adquirente, quer ao nível da posição financeira, quer ao nível do EBITDA. A formação é certificada permitindo atribuir 12 créditos para a OTOC Ordem dos Técnicos Oficias de Contas. Abordagem dos principiais aspectos relacionados com a consolidação de contas, assente em casos práticos devidamente preparados para cada tema em análise, e dos quais destacamos as seguintes: Identificação do perímetro de consolidação (vertente SNC e alerta para as diferenças face às IFRS); Registo dos efeitos de aquisição de uma subsidiária e o apuramento do goodwill com a respectiva alocação às unidades geradoras de caixa; Identificação das operações intra-grupo e respectivos efeitos para o processo de equivalência patrimonial ou consolidação de contas, conforme o caso; Registo das operações de consolidação por forma a preparar as demonstrações financeiras consolidadas; Contabilização e alterações dos interesses minoritários; e, Efeitos da alteração no investimento nas participadas e eventual reclassificação do seu estatuto. Datas 9 e 16 de Dezembro de 2013 (Lisboa) 20 e 28 de Novembro de 2013 (Porto) Desconto preferencial para três ou mais participantes de uma dada entidade/grupo, por favor contacte-nos

3 Formação B Instrumentos Financeiros Destina-se a contabilistas, profissionais que integram direcções/departamentos financeiros e de tesouraria, bem como directores financeiros, controllers, membros das comissões de auditoria, administradores não-executivos e membros de órgãos de fiscalização. Esta formação é direccionada para empresas do sector não financeiro que apliquem o SNC ou as IFRS. No desenvolvimento do seu negócio, as empresas do sector não financeiro também lidam com instrumentos financeiros, como seja swaps, factoring, confirming, empréstimos bancários, contas concorrentes, papel comercial, contratos de fixação de câmbios, entre outros produtos. Nesse sentido importa ter presente os impactos contabilísticos promovidos pela utilização dos mesmos. A introdução da NCRF Norma de Contabilidade e Relato Financeiro 27 veio adaptar as Normas Internacionais de Contabilidade que lidam com instrumentos financeiros (IAS 32, 39 e IFRS 7), conferindo uma alteração profunda aos procedimentos até então vigentes. A abrangência da Norma afecta igualmente a abordagem que se tem a outros activos financeiros, como seja as contas a receber, incluindo clientes, com impactos relevantes à forma de determinação das imparidades, que importa acompanhar e aprofundar. A formação é certificada permitindo atribuir 12 créditos para a OTOC Ordem dos Técnicos Oficias de Contas. Abordagem dos principiais aspectos relacionados com contabilização de activos e passivos financeiros, bem como instrumentos de capital próprio, assente em casos práticos devidamente preparados para cada tema em análise, donde se inclui: Definição de activos financeiros, passivos financeiros e a sua distinção face aos instrumentos de capital próprio (tratamento das prestações suplementares, obrigações convertíveis, entre outros); Reconhecimento de instrumentos financeiros e desreconhecimento, permitindo identificar diversas situações em que, apesar de deixar de ser formalmente titular dos mesmos, continuam a ser reconhecidos no balanço das entidades (factoring, letras, titularização de créditos, entre outros); Mensuração de instrumentos financeiros quer utilizando o método do custo amortizado, sua forma de apuramento e respectivos procedimentos de contabilização com impacto relevante em empréstimos bancários obtidos ou créditos concedidos), quer utilizando o método do justo valor; Determinação de situações de imparidade e respectiva metodologia de apuramento das perdas; Operações de cobertura e respectivo tratamento contabilístico; e, Impactos fiscais. Datas 28 de Outubro e 4 de Novembro de 2013 (Lisboa) 15 de Novembro e 22 de Novembro de 2013 (Porto) Desconto preferencial para três ou mais participantes de uma dada entidade/grupo, por favor contacte-nos

4 Formação C IFRS Update Destina-se a contabilistas, bem como directores financeiros, controllers, membros das comissões de auditoria, administradores não-executivos, auditores e membros de órgãos de fiscalização. Esta formação é adequada para empresas que apliquem as IFRS e se queiram inteirar sobre as alterações que se verificaram recentemente. O International Accounting Standards Board (IASB) tem vindo a proceder a alterações das normas IFRS que importa ter em consideração, quer já este ano, para o encerramento das contas em 2013, quer para os próximos anos, antecipando assim os seus efeitos. Tendo em consideração a profunda alteração do conceito de controlo, utilizado para efeitos de integrar empresas subsidiárias na consolidação, torna-se bastante útil analisar os efeitos, quer sobre aquisições que se perspectivam, quer mesmo sobre acordos comerciais, actualmente em vigor, que possam implicar a obrigação de consolidação de contas, mesmo nos casos em que a participação seja inferior a 50%. A formação é certificada permitindo atribuir 12 créditos para a OTOC Ordem dos Técnicos Oficias de Contas Abordagens das novas normas emitidas pelo IASB, como sejam: IFRS 10 Demonstrações Financeiras Consolidadas com destaque para o novo conceito de controlo e respectivas implicações. Serão evidenciados casos de aplicação prática por forma a ilustrar a aplicabilidade do novo conceito; IFRS 11 Acordos Conjuntos com especial destaque para o novo tratamento das joint ventures e respectivas implicações, recorrendo a diversos casos práticos que ilustram o que muda nas normas; IFRS 12 Divulgações de Interesses Noutras Entidades destacando-se as alterações verificadas nos deveres de prestação de informação, nesta importante vertente, onde se inclui relações, interesses e envolvimento com entidades estruturadas, mesmo que estejam fora do perímetro de consolidação; IAS 19 Benefícios de Empregados com destaque para as alterações na determinação das componentes inerentes à contabilização dos planos de benefício definido; Alterações em outras normas resultantes dos ciclos de melhoramento do IASB; Abordagem sintética dos projectos em curso, com destaque para os projectos sobre locação e reconhecimento do rédito, por forma a identificar tendências e ilustrar o que pode vir a alterar nas contas, de forma a preparar os negócios e contratos em curso para os respectivos efeitos. Datas 19 e 26 de Novembro de 2013 (Lisboa) Desconto preferencial para três ou mais participantes de uma dada entidade, por favor contacte-nos

5 Formação D Fecho de Contas SNC Destina-se a contabilistas, bem como directores financeiros, controllers, membros das comissões de auditoria, administradores não-executivos e membros de órgãos de fiscalização; Esta formação é adequada para empresas que preparem contas em SNC. O processo de encerramento de contas é complexo e implica uma ponderação de todos os efeitos que resultam da aplicação do Sistema de Normalização Contabilística, suas interpretações e experiência resultante da sua aplicação. Nesse sentido, importa partilhar essas experiências, atenuando os riscos de cometer alguns erros de POCalização, resultante do enviesamento de muitos anos de aplicação do POC, não tendo em consideração as diferentes, e muitas vezes diferenças subtis, que existem nas NCRF. Nesse sentido, torna-se importante o confronto destas experiências, com casos ilustrativos que permitem antecipar práticas desconformes. Aferição do impacto fiscal das normas e situações a tomar em consideração no fecho de contas, com especial destaque para as alterações decorrentes dos períodos de utilização de prejuízos fiscais de anos anteriores, entre outras limitações, constituindo sempre uma vertente relevante no processo de encerramento de contas que importa estar atento e manter-se actualizado. A formação é certificada permitindo atribuir 12 créditos para a OTOC Ordem dos Técnicos Oficias de Contas. Num processo de encerramento de contas, a abordagem que se efectua prende-se com os casos mais comuns resultantes da realidade que atravessamos: Imparidade de activos financeiros, destacando-se os casos de metodologias de apuramento de imparidade de clientes e outras contas a receber, bem como imparidade de investimentos em subsidiárias, associadas ou joint ventures, com especial destaque para os impactos resultantes da aplicação do método de equivalência patrimonial; Imparidade de activos não financeiros, aspectos relevantes a tomar em consideração, com destaque para a problemática dos imóveis detidos elementos críticos na determinação do valor recuperável; Tratamento cambial com operações desenvolvidas no exterior distinção entre moeda funcional e moeda de relato e respectivas implicações no tratamento contabilístico; Impactos fiscais em aspectos seleccionados por forma a aferir o respectivo tratamento contabilístico destacando-se o que muda em 2013; Todas estas vertentes são abordadas com uma componente bastante prática, recorrendo a casos de aplicação e ilustração dos respectivos efeitos. Datas 27 de Novembro e 11 de Dezembro de 2013 (Lisboa); 14 e 21 Novembro de 2013 (Porto) Desconto preferencial para três ou mais participantes de uma dada entidade/grupo, por favor contacte-nos

6 Contactos KPMG & Associados - S.R.O.C, S.A. Edifício Monumental Av Praia da Vitória, 71 A - 11º Lisboa Gonçalo Rebelo da Silva Head of Department of Professional Practice Mário Freire Director, Department of Professional Practice A informação contida neste documento é de natureza geral e não se aplica a nenhuma entidade ou situação particular. Apesar de fazermos todos os possíveis para fornecer informação precisa e actual, não podemos garantir que tal informação seja precisa na data em que for recebida/conhecida ou que continuará a ser precisa no futuro. Ninguém deve actuar de acordo com essa informação sem aconselhamento profissional apropriado para cada situação específica KPMG & Associados - S.R.O.C., S.A., a firma portuguesa membro da rede KPMG, composta por firmas independentes afiliadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. Todos os direitos reservados. Impresso em Portugal. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ).

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