UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM ELEN DANIELE ROSA PINTO RELAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO COM FAMILIARES DE NEONATOS EM UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL: revisão sistemática de literatura SINOP-MT 2017

2 ELEN DANIELE ROSA PINTO RELAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO COM FAMILIARES DE NEONATOS EM UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL: revisão sistemática de literatura Trabalho de Curso apresentado ao Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Sinop, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Enfermagem. Orientadora: Prof.ª Me. Juliana Cristina Magnani Primão. SINOP-MT 2017

3

4 Elen Daniele Rosa Pinto Relação do profissional enfermeiro com familiares de neonatos em unidades de terapia intensiva neonatal: revisão sistemática de literatura Trabalho de Curso apresentado ao Curso de Enfermagem, da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Sinop, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Enfermagem. Orientadora: Prof.ª Me. Juliana Cristina Magnani Primão. pela Comissão Examinadora abaixo assinada. Prof.ª Me. Juliana Cristina Magnani Primão UFMT Instituto de Ciências da Saúde Campus Universitário de Sinop Orientadora/Presidente da Banca Prof.ª Dra. Ana Lúcia Sartori UFMT Instituto de Ciências da Saúde Campus Universitário de Sinop Membro Titular Prof.ª Dra. Pacífica Pinheiro Cavalcanti UFMT Instituto de Ciências da Saúde Campus Universitário de Sinop Membro Titular Prof.ª Me. Kamilla Maestá Agostinho UFMT Instituto de Ciências da Saúde Campus Universitário de Sinop Membro Suplente Sinop-MT, 19 de julho de 2017.

5 Dedico este trabalho à minha mãe, ao meu irmão e em especial à Alice (filha) que foi a minha inspiração e me mostrou que tenho muito mais força do que posso imaginar, para encarar os desafios que a vida me propõe.

6 AGRADECIMENTOS Primeiramente agradeço a Deus, por ter me proporcionado sabedoria, força e saúde para chegar até aqui, pois as dificuldades são inúmeras e consegui superá-las. Em seguida agradeço a toda minha família que acompanhou de perto todos os momentos desta trajetória. Aos meus pais Natalice, Edmar (in memorian) e irmão Eduardo, obrigada por confiarem e apoiarem todos os meus sonhos, isso me impulsiona a querer vencer. Ao pensar em exemplos de pessoas, minhas referências são vocês. Às minhas filhas Alice e Isabela (in memorian) por me permitirem ser mãe, e saber que sou muito melhor hoje depois desta experiência que tivemos em uma UTIN. E sem dúvida vocês são a força motriz da minha vida. Ao Edgar, pois esteve presente durante toda minha formação e sabe todas as dificuldades enfrentadas e sempre esteve ao meu lado. Podemos dizer que crescemos juntos e superamos as diferenças que temos. Obrigada por aguentar todos os meus estresses (risos). Aos meus amigos de Xinguara e aos meus amigos de Sinop. Sou eternamente grata a cada momento de diversão. Só assim a caminha se tornou mais leve. Agradeço a turma que me acolheu, pois estamos juntas em cada etapa vencida. Em especial a Fabiula, Paula, Camila e Michelly: as maravilhosas! Por cada encontro, risada e ajuda durante as dúvidas ao longo da produção deste trabalho. Agradeço à minha Orientadora Prof.ª Juliana, pelas orientações não só do trabalho mas também para a vida, pessoa sábia, sensível e humana acima de tudo. Obrigada por me deixar tranquila durante o preparo do famoso TCC. A esta Universidade, a UFMT, todo corpo docente, administrativo e técnico, que contribuíram com a minha formação acadêmica de alguma maneira.

7 O maior líder é aquele que reconhece sua pequenez, extrai força de sua humildade e experiência da sua fragilidade. (Augusto Cury)

8 RESUMO PINTO, Elen Daniele Rosa. Relação do profissional enfermeiro com familiares de neonatos em unidades de terapia intensiva neonatal: revisão sistemática de literatura f. Trabalho de Curso. Instituto de Ciências da Saúde. Curso de Enfermagem. Universidade Federal de Mato Grosso, Sinop, As Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) foram criadas com o intuito de atender recém-nascidos (RN) de alto risco devido à necessidade de assistência contínua por meio das tecnologias específicas e profissionais capacitados para manterem-se vivos e com prognóstico de saúde positivo. Diante do atendimento de crianças, o profissional enfermeiro passa a ter um contato maior com os familiares exigindo algum tipo de relação entre profissional e acompanhante. Com isso, esse estudo objetivou conhecer a produção científica nacional sobre a relação enfermeiro-acompanhante em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal no período de 2006 a Trata-se de um estudo de revisão sistemática de literatura, com abordagem qualitativa. Para a seleção dos materiais foi necessário estabelecer critérios de inclusão, sendo: artigos, de pesquisas qualitativas, quantitativas e quanti-qualitativas, disponibilizados em bancos de dados online, nacionais, sendo originais e completos, com idioma português, no período de 2006 a 2017, excluindo-se aqueles publicados fora do período especificado, com idioma em inglês ou espanhol, estudos duplicados, textos de opinião, notícias e comentários, textos incompletos e estudos internacionais. Após a análise temática dos 11 artigos eleitos, foi possível elaborar três categorias de análise, com o intuído de melhor explorar as pesquisas. Ao verificar a relação profissional-familiar foi possível observar como se estabelecem os vínculos entre enfermeiros e familiares. O início deste vínculo se dá por meio da realização de um acolhimento eficiente e posteriormente da comunicação ativa e harmoniosa. Como estratégia de apoio para as famílias, destaca-se a oportunização de grupos de apoio que possibilitam o enfrentamento da situação, facilitando a aceitação e superação pela família. Tanto no contato grupal como individual foi possível observar como se estabelece a relação interpessoal entre profissional de enfermagem e familiar-acompanhante e quais são os agentes que facilitam ou limitam a formação da relação humanizada. Conclui-se que a boa convivência entre familiares e enfermeiros é indispensável, havendo diversas transformações para que o estabelecimento da relação interpessoal seja eficiente. O apoio social e emocional deve ser ativo, com o intuito de intensificar os agentes facilitadores e diminuir os agentes limitadores por meio das trocas de experiências entre os acompanhantes. Palavras-chave: Enfermagem. Relação profissional-acompanhante. Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

9 ABSTRACT PINTO, Elen Daniele Rosa. Relationship of nursing professionals with family members of newborn babies in neonate intensive care units: Systematic literature review f. Undergraduate Thesis. Institute of Health Sciences. Nursing School. Federal University of Mato Grosso, Sinop, Neonatal Intensive Care Units (NICU) were created in order to assist high-risk newborn babies (NB) due to the necessity of continuous life support through specific technologies and qualified professionals to conserve their lives and with positive health prognosis. For childcare, nursing professionals develop a higher level of connection with family members that demand some sort of relationship between professionals and companions. As a result, this study aimed to knowledge the national scientific data on the relationship of nurse-companions in neonatal intensive care units between 2006 and It is a study regarding a systematic literature review with a qualitative approach. For the data gathering, it was necessary to establish specific inclusion criteria, such as, qualitative, quantitative and both quantitative and qualitative research articles available through national online data banks, being complete and original versions in Portuguese published between 2006 and This study excluded those articles that were published outside the specific period, those in English or Spanish, duplicates, opinion articles, news and comment articles, incomplete publications and international studies. After thematic analysis of 11 elected articles, we were able to design three categories of analysis in order to better explore studies. By observing the relationship between professionals and family members, we were able to recognize how bonds between nurses and family members are established. These bonds are usually initiated through efficient reception and later active and harmonious communication. As support strategy for families, we can emphasize the opening of support groups that enable coping with such situations and also facilitate the acceptance and overcoming process by the families. Through both group and individual connections, we were able to recognize how social bonds between nursing professionals and family/companion are established and also which aspect enable and limit the development of humanized bonds. We can conclude that good relationship between families and nurses are indispensable and that many changes are necessary for the development of effective social bonds. Additionally, social and emotional support should be active in order to reinforce facilitating aspects and reduce limiting characteristics through exchanging experiences between families. Keywords: Nursing. Relationship professional-companion. Neonatal Intensive Care Units

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS BVS Biblioteca Virtual em Saúde BDENF Base de Dados Nacionais da Enfermagem COFEN Conselho Federal de Enfermagem DeCS Descritores em Ciência da Saúde ECA Estatuto da Criança e Adolescente LILACS Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde MEDLINE Medical Literature Analysis and Retrieval System Online MMC Método Mãe Canguru MS Ministério da Saúde N Número PNH Política Nacional de Humanização POP Procedimento Operacional Padrão RDC Regulação de Diretora Colegiada RN Recém-nascido RSL Revisão Sistemática de Literatura SAE Sistematização da Assistência de Enfermagem SCIELO Scientific Electronic Library Online SUS Sistema Único de Saúde TT Toque Terapêutico UFMT Universidade Federal de Mato Grosso UTI Unidade de Terapia Intensiva UTIN Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

11 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Descrição geral sobre o processo de revisão sistemática da literatura Figura 2 - Fluxograma do processo de seleção dos artigos... 28

12 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Artigos selecionados para a revisão sistemática da literatura em ordem crescente de ano de publicação, com título, autores, tipo de pesquisa, objetivos, resultados, local e ano de publicação... 31

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAL ESPECÍFICOS REFERENCIAL TEÓRICO GESTAÇÃO RECÉM-NASCIDO UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL PAPEL DA ENFERMAGEM NA UTIN RELAÇÃO ACOMPANHANTE-PROFISSIONAL MÉTODO TIPO DE ESTUDO SELEÇÃO DO MATERIAL ANÁLISE DOS DADOS ASPECTOS ÉTICOS RESULTADOS E DISCUSSÃO ESTABELECIMENTO DE VÍNCULO ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES ESTRATÉGIAS DE APOIO PARA AS FAMÍLIAS AGENTES FACILITADORES E LIMITADORES PARA O ESTABELECIMENTO DA RELAÇÃO HUMANIZADA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 44

14 12 1 INTRODUÇÃO As Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) foram construídas com o intuito de atender recém-nascidos (RN) de alto risco, por meio das tecnologias e avanços das especializações profissionais na área de neonatologia, dessa forma, com a possibilidade de salvar vidas que dependem de um atendimento minucioso. Devido à complexidade desta unidade, há uma rotina a ser seguida, como a de horários adequados para realização de procedimentos, bem como profissionais designados para realizar tais procedimentos, uma vez que a equipe multiprofissional é composta por enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas e médicos (PONTES, 2014). Essas unidades são ambientes preparados para atender o RN em diversos níveis de complexidade, devido a situações como prematuridade, baixo peso ao nascerem, má formações congênitas, alterações neurológicas, hipoglicemia e hiperbilirrubinemias graves. Assim, a UTIN deve estar contemplada com equipe multiprofissional, espaço físico adequado, materiais de insumo disponíveis e aparelhos em bom estado de conservação (MAIA; SILVA; FERRARI, 2014). A hospitalização de um RN em uma UTIN, por ser um local que transmite pouca benevolência na maioria das vezes, provoca danos psicoemocionais em todos os familiares, principalmente na mãe. Por mais que os pais estejam informados sobre a possibilidade do nascimento de um filho que necessite destes cuidados, nunca estão completamente preparados para a primeira visita ao local, especialmente quando o seu filho está neste ambiente (SCHIMIDT et al., 2012). Ao longo da gestação, mais que alterações fisiológicas, o corpo da mulher também passa por modificações biopsicossociais, pois ela passa a desempenhar um novo papel perante a sociedade, preocupando-se em estabelecer o vínculo com o filho que é formado desde o início do período de gestação. Além de todos estes fatores, a mulher exerce uma cobrança intrínseca no sentindo de gerar filhos perfeitos, livres de qualquer doença ou má-formação (SILVA et al., 2013). Quando o planejado não se efetiva, há um trauma tanto para a mãe quanto para o filho, porque ambos não estão preparados fisiologicamente e emocionalmente para uma separação tão abrupta. Ao ocorrer uma situação assim, os pais se preparam para a morte e ao mesmo tempo há um sentimento mesclado de esperança, gerando a vontade de sair dali com a sua cria.

15 13 A hospitalização é uma situação que a maior parte das gestantes não espera, então quando ocorre surgem sentimento de impotência, medo, ansiedade e inutilidade, uma vez que a mãe não pode desenvolver a função de cuidadora, o que torna-se frustrante para ela. Nestas circunstâncias, a equipe de enfermagem deve promover o máximo de ações relacionadas ao cuidado de forma que ela se sinta útil e o momento seja menos estressante (FRELLO; CARRARO, 2012). De acordo com Montanholi, Merighi e Jesus (2011) o enfermeiro é o profissional responsável pelo cuidado ao RN na UTIN, mas, na rotina de trabalho, esse profissional muitas vezes se apresenta distante da assistência direta ao RN e à família, sendo esta função delegada ao profissional técnico em enfermagem, para que ele possa centra-se nas atividades gerenciais. No Brasil, o exercício profissional da enfermagem é regulamentado pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) com a Lei n 7.498/86, na qual especificamente no Art. 11 afirma-se que cabe ao enfermeiro o cuidado direto de enfermagem a pacientes graves com risco de vida e a realização de procedimentos que exijam conhecimentos científicos e técnicos com tomadas de decisões imediatas, como é o caso de cuidados nas UTIN. O técnico de enfermagem fica responsável em desenvolver os cuidados básicos de enfermagem sob supervisão do enfermeiro (COFEN, 1986). Na década de 1990, com a criação do Estatuto da Criança e do Adolesceste (ECA), a criança e o adolescente passaram a ter o direito de um acompanhante integral nos casos de internação hospitalar. A partir deste momento, o contato profissional-acompanhante passa a ter uma intensidade maior (BRASIL, 2015a). Porém, como as UTIN são locais que necessitam de controle de infecção, as instituições de saúde nem sempre proporcionam um local para a permanência dos acompanhantes. Deste modo, Costa, Klock e Locks (2012) afirmam que neste momento, a enfermagem precisa estar presente com o RN e família, ofertando apoio emocional, orientação e expondo a realidade do bebê, para que possa ser compreendida a condição clínica da criança e o porquê da presença de inúmeros equipamentos. O binômio mãe-filho constitui uma base importante para a construção da personalidade do indivíduo em formação, cabendo à equipe de enfermagem diminuir a separação do binômio, cujas consequências deste evento podem ser conhecidas em longo prazo. Desse modo, os profissionais que atuam nesta área devem dominar estratégias que colaborem no fortalecimento deste vínculo (DIAS; FRIEDRICH; ROCHA, 2011).

16 14 Conforme Frello e Carraro (2012) durante o tempo de permanência dos filhos na UTIN os pais dedicam tempo à unidade, estando presentes neste local. Assim, é de suma importância que haja uma relação de confiança deles com a equipe de enfermagem. Alguns pontos na relação interpessoal entre enfermeira mãe RN e mãe RN - pai são essenciais, podendo ser desenvolvidos por meio de escuta ativa, estar presente com os pais, praticar o diálogo e a educação em saúde, o que visa fortalecer o elo entre a família. Portanto, quando existe esta troca contínua, a confiança nos cuidadores vai sendo construída. Morais e Marcatto (2014) reiteram que para haver a humanização da relação profissional-acompanhante, torna-se necessário que os sentimentos das mães sejam compreendidos e tratados de forma singular e diferenciada. Esses profissionais necessitam ser sensíveis para compreender a angústia e a dor desse momento e prestar o cuidado à família da melhor maneira possível. O enfermeiro, por sua vez, também passa por conflitos no trabalho que não são visualizados pelos usuários do serviço. A falta de reconhecimento pelo esforço realizado somatiza com as emoções que também são sentidas por eles estarem em um local onde os sentimentos estão sensibilizados. Nestas circunstâncias os trabalhadores podem reagir de forma defensiva, evitando o envolvimento com os pacientes e acompanhantes prevendo evitar sofrimentos futuros (PONTES, 2014). Partindo deste pressuposto, pretende-se investigar a relação familiar-profissional, permitindo, pontificar os benefícios desta relação e as possíveis fragilidades. Além disso, almeja-se destacar a contribuição dos profissionais que trabalham de forma humanizada nestes setores. Ao ilustrar o trabalho dos profissionais, o intuito é promover a compreensão dos familiares. Em outra vertente, mostrar aos profissionais o lado das mães que possuem os seus filhos nestes locais e a importância das atitudes de acolhimento dos profissionais envolvidos no processo de internação.

17 15 2 JUSTIFICATIVA O maior desafio para as mães de neonatos internados em UTIN é ter que lidar com os extremos da vida, pois o privilégio de ter a vida do seu filho preservada se entrelaça, ao mesmo tempo, com o temor de que algo possa levá-lo a morte, devido à fragilidade dos bebês internados nessa situação de vulnerabilidade. Assim, a mãe tende a ter uma instabilidade emocional, por não possuir a certeza que irá sair da UTIN com o seu filho, provocando medo e insegurança. Nesse contexto, foi por ter vivenciado esta experiência que tive a vontade de desenvolver este trabalho, uma vez que tive minha filha internada em uma UTIN. No tempo em que permaneci naquele espaço, notei a importância da construção de uma relação de confiança e amparo da equipe com a mãe e os familiares, por ser um momento de muita fragilidade emocional para quem está passando por essa situação. Como futura profissional, gostaria de poder contribuir para melhoria da relação dos enfermeiros com as mães que passam por esta situação, assim podendo promover um atendimento humanizado, integral e qualificado ao próximo. Espero que esta pesquisa possa contribuir com os profissionais, uma vez que será uma forma de compilar estudos já realizados sobre este tema. Durante a vivência acadêmica, foi notório que não saímos realmente preparados para lidar com momentos de tanta vulnerabilidade como esse, já que este conteúdo tem uma maior abordagem na teoria, não sendo possível ter na prática esta experiência. Isso porque, no Campus Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) não se tem aulas práticas nesta área, somente visitas observacionais. No entanto, mesmo com a realização de aulas práticas não daria o suporte necessário para esta atuação, já que é uma demanda individualizada de cada paciente, e sendo assim, depende do empenho profissional após a formação. A partir deste pressuposto, compreendemos que esta pesquisa se torna relevante, por fomentar o debate científico sobre o tema em questão.

18 16 3 OBJETIVOS 3.1 GERAL Analisar a produção científica nacional sobre a relação enfermeiro-acompanhante em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal no período de 2006 a ESPECÍFICOS Descrever as estratégias de apoio emocional utilizadas na assistência ao familiar acompanhante. Investigar os vínculos que se estabelecem entre profissional e familiar acompanhante. Verificar os possíveis agentes facilitadores e limitadores para o estabelecimento da relação humanizada entre acompanhante e enfermeiro.

19 17 4 REFERENCIAL TEÓRICO 4.1 GESTAÇÃO No período gestacional ocorrem mudanças fisiológicas e biopsicossociais na vida da mulher. No decorrer da gestação a intensidade das modificações amplia os sentimentos e há o primeiro vínculo mãe e bebê com os movimentos fetais. Com a evolução da gravidez aumentam as expectativas e as cobranças para o nascimento de filhos saudáveis (SILVA et al., 2013). A gestação inicia-se com a fecundação do óvulo e após este ato já está a caminho um novo ser, sendo o primeiro trimestre de gestação o período de desenvolvimento fetal mais rápido e que propicia as adaptações fisiológicas e emocionais no corpo da mulher. É neste momento que ocorrem as alterações hormonais, enjoos e náuseas, mal-estar e também a aceitação desta nova fase da vida (MONTENEGRO; REZENDE FILHO, 2014; BRASIL, 2016). No segundo trimestre gestacional o bebê está completamente formado e realiza os movimentos fetais. Nesta etapa da gestação as mudanças passam a ser visíveis por todos devido ao crescimento da barriga, aumento dos quadris e das mamas, e com isso as alterações emocionais da mãe e da família aumentam, por haver uma forma de interação com a criança (BRASIL, 2016). No terceiro trimestre as principais modificações são as do sistema musculoesquelético, sistema respiratório e urinário, devido ao crescimento embrionário. A criança encontra-se com o crescimento completo e com isso provoca na mãe a sensação de cansaço e desconforto. Apesar disso, existe uma compensação com o aumento dos movimentos fetais e a identificação de sons pelo bebê. Neste período aumenta a ansiedade para o nascimento e o desejo de que o RN apresente boa vitalidade (MONTENEGRO; REZENDE FILHO, 2014; BRASIL, 2016). Na gestação já se iniciam os planos para a vinda do novo ser, na expectativa de um desfecho perfeito os familiares já idealizam os seus projetos e metas antes mesmo do nascimento, uma vez que o laço afetivo já está formado desde o descobrimento da gestação e tende a aumentar com os avanços da gravidez (DUARTE; SANTOS; REIS, 2013). A mulher e a família esperam que o nascimento seja bem-sucedido, podendo desfrutar da presença do recém-nascido desde o primeiro momento. Porém, este parto almejado pode

20 18 passar por intercorrências e levar a situações indesejadas para os familiares (SOARES et al., 2014). 4.2 RECÉM-NASCIDO Os RN saudáveis são aqueles que nascem com idade gestacional adequada, peso adequado e sem problemas cardiorrespiratórios. Nesse caso, eles devem ser encaminhados ao alojamento conjunto, receber aleitamento materno no primeiro momento da vida e de acordo com a rotina hospitalar ir para a casa com a família (CLOHERTY; EICHENWALD; STARK, 2011). Os RN considerados de risco são aqueles que apresentam as seguintes características: nascidos de partos cesarianos, mães adolescentes, mães com baixa escolaridade, prematuridade, baixo peso ao nascer, asfixia ao nascer, doenças congênitas graves e casos de mortalidade em crianças menores de cinco anos na família (BRASIL, 2012a). Além de todos os atributos que torna um RN de alto risco, também pode ser considerado aquele que apresenta risco de morbidade e mortalidade acima da média devido à forma de nascimento e adaptações extrauterinas que todo neonato passa, sendo classificado também pelo peso de nascimento, idade gestacional e disfunção fisiopatológica (HOCKENBERRY; WILSON; INKELSTEIN, 2014). Estudos apontam que os principais casos de internação na UTIN são: prematuridade, desconforto respiratório, baixo peso ao nascer, distúrbios hematológicos, distúrbios gastrointestinais e distúrbios neurológicos. A partir destas internações e a necessidade de utilizar alguns dispositivos de suporte de vida e tratamento, os pacientes podem desenvolver infecção perinatal, infecções respiratórias, choque séptico e distúrbios neurológicos (ARRUÉ et al., 2013; TAVARES et al., 2014; LIMA et al., 2015; OLIVEIRA et al., 2015). 4.3 UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL O surgimento da neonatologia iniciou-se na França em 1880, com a criação de novas tecnologias que possibilitaram o aumento da sobrevida de bebês, que até então eram vistos como inviáveis. Porém, a implantação das UTIN tornou-se realidade mundial em 1960, sendo então vista como uma área específica para neonatos e com especialidades profissionais (SÁ NETO; RODRIGUES, 2010).

21 19 O aumento da sobrevida destes RNs deve-se a aliança realizada entre o cuidado humanizado e inserção de novos equipamentos, novos exames de diagnósticos, novos medicamentos e métodos cirúrgicos mais sofisticado e complexos e profissionais com melhores especializações (MIRANDA; CUNHA; GOMES, 2010). As UTIN foram construídas com o intuito de atender o RN grave ou potencialmente grave, ao passo que o apoio contínuo das tecnologias de última geração consegue salvar e prolongar a vida. Ao ter disponíveis estes recursos materiais e profissionais, observa-se a constante agilidade e eficácia em seu atendimento e assim pode diminuir as taxas de morbimortalidade neonatal (ALVES, 2013; PONTES, 2014). A UTIN é um ambiente com dedicação integral ao RN que necessita de cuidados específicos, objetivando reverter a situação a qual foram expostos por meio de suporte tecnológico de ponta e cuidados profissionais especializados no período de 24 horas por dia. Devido aos avanços tecnológicos, este local tende a transmitir desconforto físico e emocional ao paciente e acompanhante por características do próprio setor (LIMA et al., 2013; OLIVEIRA, K. et al., 2013). A Portaria n 3.432, de 12 de agosto de 1998 normatiza o atendimento das Unidades de Terapia Intensiva (UTI), regulamenta sobre a classificação das unidades quanto ao tipo de complexidade e classifica de acordo com a faixa etária atendida, porém permite que sejam seguidas as rotinas de cada instituição conforme o Procedimento Operacional Padrão (POP) elaborados e aprovados pelas mesmas (BRASIL, 1998). Estas unidades devem atender padrões quanto à estrutura, equipamentos, materiais de insumo e quantidade de funcionários adequados para o bom funcionamento do ambiente. Isso objetiva o aperfeiçoamento da assistência ao paciente e a melhora do ambiente de trabalho ao profissional (SIQUEIRA, 2016). A Regulação de Diretora Colegiada (RDC) n 50 de 21 de fevereiro de 2002 dispõem sobre a norma técnica para a organização, criação e avaliação de projetos estruturais de instituições assistenciais de saúde. A unidade neonatal deve conter no mínimo cinco leitos, cada um deve estar a um metro de distância e conter oxigênio, ar comprimido medicinal, ar condicionado e vácuo clínico (BRASIL, 2002). A RDC n 07 de 24 de fevereiro de 2010 apresenta os requisitos mínimos para o funcionamento de uma UTI e estabelece padrões visando a redução de riscos a população desta unidade. Os materiais destas unidades devem ser de uso exclusivo e estar adequados com a clientela atendida (BRASIL, 2010).

22 20 O que torna a UTIN um local diferenciado e por esse motivo provocar receios e medos nos visitantes e acompanhantes, são as rotinas como o uso de paramentação e higienização das mãos antes de entrar neste recinto. Exige muitas vezes o uso de capotes, toucas, máscara e luvas antes de adentrar a unidade. A RDC n 07 dispõe sobre a responsabilidade da instituição de saúde em prever a necessidade do uso de precaução de contato e dispor os materiais necessários (BRASIL, 2010). A equipe multiprofissional deve ser composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e funcionário do serviço de limpeza. Esta equipe deve ser dimensionada de acordo com a assistência prestada na unidade, garantindo a qualidade do trabalho oferecido. O essencial é que todos os profissionais possuam especialização na área (BRASIL, 2012b). 4.4 PAPEL DA ENFERMAGEM NA UTIN A enfermagem é a profissão especialista no cuidado do ser humano, o cuidar é uma ferramenta primordial no reestabelecimento da saúde e aliado ao processo de recuperação tem-se o conhecimento técnico-científico como o ponto de equilíbrio para uma assistência de qualidade (ALVES, 2013; SOARES et al., 2014). No âmbito hospitalar a equipe de enfermagem compõe o maior quadro de profissionais, com jornadas de trabalho longas, aceleradas e repetitivas, tais atributos desencadeiam o desgaste do profissional fisicamente e psicologicamente (OLIVEIRA, E. et al., 2013). O COFEN regulamenta o exercício profissional da enfermagem brasileira com a Lei n 7.498/86, especificamente no Art. 11 detêm as atividades privativas do enfermeiro, que sobre o tema em tela, estabelece que confere ao profissional de enfermagem de nível superior o cuidado direto a pacientes graves com risco de vida e quando há a necessidade de um conhecimento científico para a tomada de decisão imediata (COFEN, 1986). O ambiente da UTI é considerado para o profissional um local de tensão e que exige cuidado rigoroso aos clientes. Sendo assim, os prestadores de serviço também devem ser vistos pela instituição com singularidade, uma vez que merecem a atenção como eles doam o seu tempo ao paciente atendido (ALVES, 2013). Nos últimos anos a ocupação do enfermeiro das UTIN vem se transformando devido ao surgimento de novos procedimentos, materiais, equipamentos e conhecimentos. Por

23 21 conseguinte, requer maiores habilidades e embasamento científico aos enfermeiros desta área de atuação, sendo imprescindível que o profissional una toda a sua sabedoria e preste o atendimento ao paciente e sua família (ROCHA; FERREIRA, 2013). De acordo com as diretrizes da Portaria n 930, de 10 de maio de 2012, o quadro de funcionários de enfermagem da UTIN deve incluir um enfermeiro coordenador em uma jornada diária de oito horas, tendo especialização em neonatologia, um enfermeiro assistencial para cada dez leitos, sendo um em cada turno e técnicos de enfermagem, no mínimo, um para cada dois leitos em cada turno (BRASIL, 2012b). A unidade neonatal possui diferentes graus de qualificação profissional entre a equipe de enfermagem, cabe ao técnico de enfermagem realizar procedimentos de baixa complexidade como higienização e sinais vitais. Já o enfermeiro supervisiona o trabalho dos técnicos e realiza os procedimentos de maior complexidade como punções venosas, sondagens e inserção de cateteres, além de promover a aproximação da família e o RN (PONTES, 2014). A alta hospitalar é um momento muito esperado pela família, compete ao profissional de enfermagem orientar e preparar os pais para o momento. As intervenções a serem realizadas são: ensinar os pais os cuidados apropriados ao RN; desenvolver responsabilidades nos pais para continuar os atendimentos de saúde ao RN; e identificar e orientar os locais disponíveis para o atendimento pós-alta (TAMEZ, 2013). A enfermagem neonatal está diretamente ligada ao processo de formação de vínculo entre mãe-bebê-pai. Contudo, os profissionais devem transferir responsabilidade aos pais como uma forma de aproximação com a realidade vivenciada e possibilitando o contato entre eles (MORAIS; MARCATTO, 2014). O desenvolvimento deste cuidado humanizado e de formação de vínculo pode ser aplicado através de atividades, sendo uma das mais populares o Método Mãe Canguru (MMC), que oferece o contato pele a pele. O início deste contato varia com a estabilidade apresentada pela criança no decorrer da internação (TAMEZ, 2013). Cabe salientar que a aplicação de qualquer atividade dentro de uma UTIN depende estreitamente do interesse profissional. Com o intuito de modificar a postura dos profissionais no Brasil quanto ao processo de humanização ao RN, foi aprovada a Portaria nº 693, de 5 de julho de 2000, com as Normas de Orientação para a Implantação do Método Canguru. Diante da necessidade de mais informações, esta portaria foi atualizada por meio da Portaria nº 1.683, de 12 de julho de 2007, que cita com mais especificidade a população participante e recursos necessários. Isso é

24 22 uma forma de apoio e capacitação aos profissionais de saúde na implantação do MMC (BRASIL, 2011). 4.5 RELAÇÃO ACOMPANHANTE-PROFISSIONAL O atendimento na UTIN modificou-se ao longo das décadas, dado que o processo de internação envolve neonatos ou lactentes, profissionais e familiares. Em conformidade com a inclusão da família, a equipe introduziu os pais no planejamento dos cuidados a serem administrados, informando-os sobre os riscos e benefícios dos procedimentos realizados (SILVA et al., 2016). As políticas de inclusão familiar surgiram no Brasil ao final da década de 80. Porém, somente em São Paulo com a Resolução SS-165 de 1988, foi possível o direito aos responsáveis o acompanhamento de crianças internadas em instituições de saúde, sendo públicas ou privadas (ARAÚJO; OLIVEIRA; OLIVEIRA, 2013). Para assegurar este privilégio em todo território nacional, vendo a importância do acompanhamento infantil criou-se a Lei de nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que se apodera sobre o direito integral das crianças e adolescentes, disposto no ECA (BRASIL, 2015a). O disposto no artigo n 12 deste Estatuto informa acerca do acompanhamento hospitalar, e diz: Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente (BRASIL, 2015a). A Resolução de n 41 de 13 de outubro de 1995, aprovada pela Sociedade Brasileira de Pediatria ilustra especificamente os direitos das crianças e adolescentes hospitalizados, sendo disposto em vinte itens (BRASIL, 1995). O Sistema Único de Saúde (SUS) pretendendo reafirmar suas políticas lançou em 2003 a Política Nacional de Humanização (PNH), destacando a comunicação entre gestores, trabalhadores e usuários. Para esta pesquisa é essencial o conceito de acolhimento que se trata de ver o outro como um ser que traz consigo singularidades e ter a capacidade de acolher o diferente (BRASIL, 2015b). Os enfermeiros acreditam que a humanização está inserida no ato de cuidar o qual a profissão é especialista. A conduta de conversar, ver o outro como um todo, demostrar interesse pela criação de vínculo e apresentar os conhecimentos já é uma maneira de exercer a

25 23 PNH, que prioriza a formação de redes de apoio no percorrer da internação (REIS et al., 2013). Ao se analisar o conhecimento profissional acerca do direito da criança e do adolescente e acolhimento, nota-se que possuem consciência destas resoluções. No entanto, para prestar um atendimento humanizado não cabe somente a formação profissional, mas também a formação como pessoa (GOMES; CAETANO; JORGE, 2010). O momento de chegada a UTIN pode ser assustador aos familiares e acompanhantes, ao se depararem com o setor fechado e aparelhagem de ponta sentem medo, impotência e insegurança, além desses locais possuírem ligação com a morte. Então, no instante de chegada de um RN a equipe deve ter estratégias que promovam comunicação eficaz e estando acessível para passar informações aos acompanhantes (COSTA; KLOC; LOCKS, 2012; OLIVEIRA et al., 2014). No discernimento do acompanhante a respeito do atendimento humanizado, trata-se de manter o bem-estar, através de um zelo com o próximo e sua família, podendo compreender a dor do outro e promover uma escuta ativa e tomando cuidado com as expressões verbais e não verbais para não transparecer as insatisfações e dificuldades enfrentadas na profissão ao acompanhante (VILLA et al., 2017). A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem feita através da ótica do acompanhante, demostra que a assistência está baseada na maioria das vezes no doente e não visa o bem-estar do acompanhante que se torna invisível no cenário. A melhoria do processo deve-se a humanização, aumento do diálogo e benfeitorias na estrutura para melhor acomodar os acompanhantes (SANTOS et al., 2016). De forma geral, a mãe é a principal acompanhante, considerando que a maioria dos estudos trazem as vivências e sentimentos maternos. As vivências são consideradas difíceis por terem menor contato com os filhos, dificuldade na formação de vínculo no binômio mãebebê e gerarem sentimento de tristeza, culpa, frustrações e simultaneamente esperança, espiritualidade e confiança (SOUSA et al., 2011; LIMA et al., 2013; CARTAXO et al., 2014; ROSO et al., 2014). Frente às dificuldades na hospitalização passadas pelas famílias, especialmente as mães, as autoras Frello e Carraro (2012, p. 515) referem que As relações estabelecidas com a enfermagem frente à experiência do nascimento [...] influenciam a vivência da mulher [...]. Então, uma relação de qualidade é essencial para as experiências futuras destas mães, pois a internação rodeia inúmeros eventos inesperados.

26 24 Na ocasião que a mãe é a acompanhante em UTIN, é notória que sua rotina será modificada por dias ou até meses. O seu convívio familiar será afetado e passará a ter uma relação maior com a equipe, no decorrer deste período é necessário que não haja conflitos e que a equipe entenda o quão significativo é para a mãe ser ativa nos cuidados realizados no seu filho e amenize os traumas (ARAÚJO; OLIVEIRA; OLIVEIRA, 2013). A assistência de enfermagem vem transformando as suas filosofias no cuidado, mudando da enfermagem centrada somente nos pacientes e passando a dividir o cuidado com a família, pelo fato que uma família bem estruturada promove um ambiente harmonioso e auxilia a recuperação do paciente (DUARTE; SANTOS; REIS, 2013). A atuação da família na UTIN deve ser vista de forma holística, visto que contribui no processo de hospitalização e apoia a mãe que passa por um período delicado. Para a equipe, o familiar funciona como formadores de relações e minimizadores de impactos negativos da internação (MAIA; SILVA; FERRARI, 2014).

27 25 5 MÉTODO 5.1 TIPO DE ESTUDO Trata-se de um estudo de Revisão Sistemática de Literatura (RSL), com abordagem qualitativa. A revisão bibliográfica é uma técnica antiga e muito utilizada na esfera da saúde. Tratase de uma pesquisa que tem os seus dados obtidos de outros estudos, podendo ser apontados como [...] estudos secundários, que têm nos estudos primários sua fonte de dados. Entendese por estudos primários os artigos científicos que relatam os resultados de pesquisa em primeira mão (GALVÃO; PEREIRA, 2014, p. 183). A pesquisa bibliográfica é realizada através de todos os documentos disponíveis de estudos anteriores, sendo a fonte temas anteriormente explanados e corretamente publicados. O pesquisador elabora o seu trabalho com os resultados de outros estudos, tendo como principal ferramenta a análise crítica dos artigos (SEVERINO, 2007). A RSL é um tipo de análise voltada para um ponto definido, que pretende detectar, classificar e resumir as evidências acessíveis em fontes de dados. A vantagem é que abrange uma ampla quantidade de estudos, assim pode ser utilizada como recurso de pesquisa ou guia em áreas que necessitam de novas pesquisas. Estas são consideradas uma excelente forma de evidência para a tomada de decisão (GALVÃO; SAWADA; TREVIZAN, 2004; GIL, 2010). A teoria qualitativa objetiva estudar um conjunto de relações sociais seja entre indivíduo e instrumento, acontecimentos e crenças, realidade e ideais. Para tanto, o fundamento desta ideia preza estudar o conceito e intencionalidade intrínseco nas pessoas quanto aos seus atos, relações e comunidade, assim valorizando o que é subjetivo (MINAYO, 2010). 5.2 SELEÇÃO DO MATERIAL O método em destaque percorre algumas etapas que estão ilustradas na Figura 1, expostas de forma minuciosa no percorrer da descrição da metodologia utilizada. A metodologia escolhida possui fases distintas, a primeira foi a escolha do tema a ser aprofundado e a questão norteadora para a produção da revisão sistemática da literatura (SILVA; FOSSÁ, 2015), a saber, como se estabelece o relacionamento do profissional

28 26 enfermeiro com acompanhantes de pacientes em UTIN. Após este processo deu-se início a busca dos artigos. Figura 1 - Descrição geral sobre o processo de revisão sistemática da literatura Definir o tema e pergunta da pesquisa Identificar as bases de dados a serem examinadas e definir descritores Estabelecer critérios para a seleção dos artigos com ferramentas disponíveis a partir da busca Aplicar os critérios de inclusão e exclusão dos artigos Analisar criticamente e avaliar todos os artigos incluídos na revisão Apresentar a síntese dos resultados Fonte: Adaptado de Sampaio e Mancini (2007). A pesquisa na literatura sucedeu por meio por meio do banco de dados da Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), que dispõem de base de dados reconhecidas como Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Base de Dados Nacionais da Enfermagem (BDENF). Os descritores utlizados foram padronizados conforme os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), sendo assim as buscas foram iniciadas com a escolha dos seguintes descritores: Unidade de Terapia Intensiva Neontal e Enfermagem, com intuito de abranger o máximo de artigos, o algoritmo de busca foi: UTI neonatal AND Enfermagem. A pesquisa apresentou como critérios de inclusão: artigos, de pesquisas qualitativas, quantitativas e quanti-qualitativas, disponibilizados em bancos de dados online, nacionais, sendo originais e completos, com idioma português, no período de 2006 a 2017.

29 27 Os critérios de exclusão foram: os estudos considerados fora do período especificado, com idioma em inglês ou espanhol, estudos duplicados, textos de opinião, notícias e comentários, textos incompletos, manuais e estudos internacionais. A escolha dos artigos teve início com a leitura do título, subsequente o resumo e por último a leitura do texto na íntegra, eliminando os resultados que não se inseriam dentro da questão que direciona da pesquisa. A leitura analítica foi realizada nos artigos selecionados para a averiguação das fontes e obtenção da resposta à questão abordada (SAMPAIO; MANCINI, 2007). Dos artigos encontrados, 30 foram lidos na íntegra e onze foram selecionados para o estudo, por se tratarem de produções que descrevem explicitamente a relação do enfermeiro com o acompanhante em UTIN. No segundo momento, as produções científicas foram analisadas segundo o ano e local de publicação, metodologia, objetivos e principais tendências conceituais.

30 28 Figura 2 - Fluxograma do processo de seleção dos artigos Estudos identificados nas bases de dados (n ) IDENTIFICAÇÃO BVS (MEDLINE; LILACS; BDENF): SciELO: 08 Filtros selecionados BVS (n- 563) Idioma em Português Estudos Brasileiros MEDLINE; LILACS; BDENF SELECÃO Duplicados: 180 Estudos selecionados para avaliação geral: 383 ELEGIBILIDADE Estudos lidos na íntegra para avaliação a elegibilidade: 30 Estudos eliminados por ano de publicação e textos incompletos: 107 Estudos excluídos com base nos títulos e resumos: 246 INCLUSÃO Estudos incluídos na revisão: 11 Estudos excluídos após a leitura: 19 Fonte: Elaborado pela autora. 5.3 ANÁLISE DOS DADOS Para a análise dos dados foi utilizada a técnica de análise de conteúdo. Este método permite de forma sistematizada a observação das expressões e descrição de mensagens declaradas pelo sujeito. A preferência por análise de conteúdo foi devido a:

31 29 Necessidade de ultrapassar as incertezas consequentes das hipóteses e pressupostos, pela necessidade de enriquecimento da leitura por meio da compreensão das significações e pela necessidade de desvelar as relações que se estabelecem além das falas propriamente ditas (CAVALCANTE; CALIXTO; PINHEIRO, 2014, p. 14). A análise de conteúdo é dividida em três etapas: a primeira etapa corresponde à préanálise que é a escolha dos documentos, formulação da hipótese e objetivos da análise; a segunda etapa trata-se da exploração de material ou codificação, é equivalente a transformação de dados brutos dispostos e agregá-los em unidades para descrição dos materiais, por meio de categorias; a terceira etapa é o tratamento dos resultados interferências e interpretações que é a finalização dos dados, onde são apresentados os resultados obtidos durante a pesquisa (OLIVEIRA, 2008). Santos (2012) define a análise de conteúdo com abordagem temática como uma metodologia, a qual permite o manuseio de informações que confirme os paradigmas e proporcione a interferência sobre outra vivência que não a da informação. A partir da análise temática realizada emergiram três categorias. As categorias, segundo Minayo (2010), são empregadas para se estabelecer classificações, neste sentido, trabalhar com elas significa agrupar elementos, ideias ou expressões em torno de um conceito capaz de abranger tudo isso. As categorias de análise viabilizam reunir informações acerca de uma temática permitindo a correlação entre os assuntos e possibilitando a organização das mensagens. Assim, torna o assunto abordado nítido e harmônico. É uma maneira de dispor um conjunto de ideias similares (SANTOS, 2012; CÂMARA, 2013). 5.4 ASPECTOS ÉTICOS A pesquisa dispensou a análise pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos por tratar-se de estudo bibliográfico, não havendo envolvimento com seres humanos.

32 30 6 RESULTADOS E DISCUSSÃO O Quadro 1 apresenta os 11 artigos selecionados, mostrando o título, autores, tipo de pesquisa, objetivo, resultados, local e ano de publicação nesta uma configuração que facilita o entendimento do leitor quanto aos estudos abordados na RSL. Os artigos encontrados foram publicados entre os anos de 2006 e 2015, sendo que o ano de 2011 apresentou um maior quantitativo de artigos, sendo três deles publicados neste ano. Quanto às metodologias, a totalidade utilizou a abordagem qualitativa para a análise dos dados, sendo duas pelo método fenomenológico, um histórico social e as demais de forma descritiva e exploratória. A Revista da Escola de Enfermagem da USP representou um dos periódicos com mais produção sobre o tema, tendo publicações nos anos de 2006, 2009 e A Revista de Enfermagem UERJ também apresentou três publicações, nos anos de 2010, 2011 e 2012.

33 Quadro 1 - Artigos selecionados para a revisão sistemática da literatura em ordem crescente de ano de publicação, com título, autores, tipo de pesquisa, objetivos, resultados, local e ano de publicação TÍTULO AUTORES TIPO DE PESQUISA OBJETIVO RESULTADOS LOCAL/ANO DE PUBLICAÇÃO As expectativas de pais e profissionais de enfermagem em relação ao trabalho da enfermeira em UTIN. Promoção de vínculo afetivo na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: um desafio para as enfermeiras. A relação entre enfermeiros, mães e recém-nascidos em Unidades de Tratamento Intensivo neonatal. KAMADA, I.; ROCHA, S. M. M. CONZ, C. A; MERIGHI, M. A. B.; JESUS, M. C. P. GORGULHO, F. R; RODRIGUES, B. M. R. D. Pesquisa descritiva com abordagem qualitativa. Pesquisa qualitativa com abordagem fenomenologia social de Alfred Schutz. Pesquisa com abordagem fenomenologia social de Alfred Schutz. Identificar expectativas relativas ao trabalho da enfermeira a partir da ótica dos pais e da equipe de enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Conhecer a vivência da enfermeira no cuidado ao recém-nascido e aos seus pais na UTIN e compreender como as enfermeiras vivenciam o processo de vínculo afetivo entre recémnascidos internados na UTIN e seus pais. Compreender o significado da ação do enfermeiro na aproximação mãe/recémnascido na UTIN. Os resultados demonstraram novas expectativas por parte de pais e profissionais em relação ao desempenho dos profissionais de enfermagem. Os conhecimentos evidenciados como necessários para a atuação da enfermagem foram: abordagem centrada na família, técnicas de relações interpessoais e diferenciação entre tecnologia e conhecimento científico. Os resultados da análise mostraram que as enfermeiras percebem-se como elo de aproximação entre filhos e pais e acreditam que exercem papel importante na formação de vínculo afetivo entre eles. A presença das mães na UTIN é natural para os enfermeiros, apesar de ainda não estar completamente esclarecido como inseri-las no cotidiano da unidade. 31 Revista da Escola de Enfermagem da USP, Revista da Escola de Enfermagem da USP, Revista de Enfermagem UERJ, Percepção da equipe de saúde sobre a família na UTI neonatal: resistência aos novos saberes. COSTA, R.; PADILHA, M. I. Pesquisa qualitativa, com abordagem histórico-social. Analisar de que forma vem sendo instituído o saber em relação à presença da família na unidade de terapia intensiva neonatal. Pode-se perceber que há muitas construções e desconstruções sobre a presença da família na unidade neonatal, sendo fundamental estabelecer uma relação de parceria no cotidiano do cuidado. Revista de Enfermagem UERJ, 2011.

34 32 A enfermagem atuando como facilitadora do apego materno-filial. A percepção do acompanhante sobre a humanização da assistência em uma Unidade Neonatal. Acolhimento na unidade neonatal: percepção da Equipe de enfermagem. Percepções e sentimentos da família na interação com a Equipe de enfermagem na UTI Neonatal. Vivências de familiares no processo de nascimento e internação de seus filhos em UTI neonatal. TERRA, A. A. A.; DIAS, I. V.; REIS, V. N. SPIR, E.G.; SOARES, A. V. N.; WEI, C. Y.; ARAGAKI, I. M. M.; KURCGANT, P. COSTA, R. ; KLOCK, P; LOCKS, M. O. H. Estudo exploratório descritivo, qualitativa, como pesquisa convergenteassistencial. GIRARDON- PERLINI, N.M.O.; VIANA, A. A. F.; VAND DER SAND, I. C. P.; ROSA, B. V. C.; BEUTER, M. OLIVEIRA, K. de; VERONEZ, M.; HIGARASHI, I. H.; CORRÊA, D. A. M. Pesquisa descritiva com abordagem qualitativa. Pesquisa exploratória descritiva, com enfoque qualitativo. Pesquisa descritiva, exploratória com abordagem qualitativa. Pesquisa descritiva, transversal, de caráter qualitativo. Discutir as ações da equipe de enfermagem que contribuem para a formação do apego entre pais e recémnascido pré-termo e/ou de baixo peso internados em UTIN. Conhecer a percepção das mães acompanhantes na unidade neonatal em relação às ações humanizadoras. Conhecer como ocorre o acolhimento aos pais na percepção da equipe de enfermagem neonatal, buscando elaborar estratégias para a relação profissionais/ familiares. Conhecer os sentimentos da família quando da internação do recém-nascido em UTIN e descrever as percepções sobre a interação da família com a equipe de enfermagem. Conhecer a vivência de pais que tiveram seus filhos internados em UTIN desde o nascimento, de modo a evidenciar as principais fontes de apoio utilizadas por estes para o enfrentamento da situação. Os profissionais de enfermagem procuram atuar de forma a promover a formação e o fortalecimento do vínculo materno-filial. Constatou-se satisfação quanto à assistência recebida e ao apoio da equipe, mas foram apontadas necessidades de mudanças na estrutura física do setor, para proporcionar uma assistência mais humanizada. Necessidade de capacitação dos profissionais das unidades neonatais, promovendo não somente aprimoramento técnico, mas também os sensibilizando para um cuidado individualizado e humanizado. As percepções relacionadas à interação com a enfermagem, a qual podem constituir-se em fonte de segurança, tranquilidade e apoio, condições que facilitam a experiência, ou em fonte de insegurança e desconforto, fatores que tornam a experiência mais traumática. O estudo evidenciou a importância de envolver a família no processo assistencial como fator precursor da qualidade da atenção humanizada. Revista de Enfermagem do Centro Oeste Mineiro, Revista da Escola de Enfermagem da USP, Revista de Enfermagem UERJ, Revista Ciência, Cuidado e Saúde, Escola Anna Nery Revista de Enfermagem, 2013.

O CUIDADO HUMANIZADO AO RECÉM-NASCIDO PREMATURO: UMA REVISÃO DE LITERATURA.

O CUIDADO HUMANIZADO AO RECÉM-NASCIDO PREMATURO: UMA REVISÃO DE LITERATURA. O CUIDADO HUMANIZADO AO RECÉM-NASCIDO PREMATURO: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Silva, MA* *Enfermeiro. Resinte do Programa Residência em Saú da criança e do Adolescente do Hospital Pequeno Príncipe. Curitiba-PR

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO NEONATO PREMATURO

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO NEONATO PREMATURO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO NEONATO PREMATURO RESUMO OLIVEIRA, Rita Daiane 1 ; RAVELLI, Rita de Cassia Rosiney 2 Objetivo: Conhecer a assistência do enfermeiro ao neonato prematuro. Método: Revisão bibliográfica

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Amamentação. Amamentação exclusiva. Enfermagem.

PALAVRAS-CHAVE: Amamentação. Amamentação exclusiva. Enfermagem. A IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA Sarah de Moura e Silva Rodrigues 1 Elisângelo Aparecido Costa 2 Marília Cordeiro de Sousa 3 RESUMO: A amamentação é um ato de amor, uma

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO CURRICULAR COM DISCENTES DE UM CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: relato de experiência RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO CURRICULAR COM DISCENTES DE UM CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: relato de experiência RESUMO 6ª Jornada Científica e Tecnológica e 3º Simpósio de Pós-Graduação do IFSULDEMINAS 04 e 05 de novembro de 2014, Pouso Alegre/MG A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO CURRICULAR COM DISCENTES DE UM CURSO TÉCNICO EM

Leia mais

IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA OBSTÉTRICA

IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA OBSTÉTRICA IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA OBSTÉTRICA Ângela Karina da Costa Silva 1 Claudinei Gonçalves da Silva Matos 1 Kamylla Sejane Pouso Freitas 1 Elisangêlo Aparecido

Leia mais

Método Mãe Canguru: avaliação do ganho de peso dos recém-nascidos prematuros e ou de baixo peso nas unidades que prestam assistência ao neonato

Método Mãe Canguru: avaliação do ganho de peso dos recém-nascidos prematuros e ou de baixo peso nas unidades que prestam assistência ao neonato Método Mãe Canguru: avaliação do ganho de peso dos recém-nascidos prematuros e ou de baixo peso nas unidades que prestam assistência ao neonato EDILAINE APARECIDA FREITAS(UNINGÁ) 1 HILTON VIZI MARTINEZ(UNINGÁ)

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Classificação de risco. Emergência. Enfermagem. Desafios.

PALAVRAS-CHAVE: Classificação de risco. Emergência. Enfermagem. Desafios. DESAFIOS E SENTIMENTOS VIVENCIADOS PELA ENFERMAGEM NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM EMERGÊNCIA Claudinei Gonçalves da Silva Matos 1 Kamylla Sejane Pouso Freitas 1 Ângela Karina da Costa Silva 1 Elisângelo

Leia mais

QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO EM TERAPIA INTENSIVA: ANÁLISE DAS NECESSIDADES DE ENFERMAGEM DA UTI PEDIÁTRICA HU-UFGD/EBSERH

QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO EM TERAPIA INTENSIVA: ANÁLISE DAS NECESSIDADES DE ENFERMAGEM DA UTI PEDIÁTRICA HU-UFGD/EBSERH QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO EM TERAPIA INTENSIVA: ANÁLISE DAS NECESSIDADES DE ENFERMAGEM DA UTI PEDIÁTRICA HU-UFGD/EBSERH INTRODUÇÃO Francisco Rodrigues Martins 1 Mirelle Salgueiro Morini 2 Antonia Gomes

Leia mais

LIVRE ACESSO E PERMANÊNCIA DOS PAIS E VISITA AMPLIADA NA UNIDADE NEONATAL

LIVRE ACESSO E PERMANÊNCIA DOS PAIS E VISITA AMPLIADA NA UNIDADE NEONATAL ATENÇÃO AO RECÉM-NASCIDO LIVRE ACESSO E PERMANÊNCIA DOS PAIS E A presença livre dos pais e a visita da família ampliada no contexto neonatal representam um conjunto de iniciativas que visa à produção de

Leia mais

I Workshop dos Programas de Pós-Graduação em Enfermagem

I Workshop dos Programas de Pós-Graduação em Enfermagem ESTRATÉGIAS DE ENFERMAGEM PARA EMANCIPAÇÃO DO CUIDADO FAMILIAR NA UNIDADE PEDIÁTRICA: REVISÃO INTEGRATIVA Linha de Pesquisa: Enfermagem e saúde materno-infantil Responsável pelo trabalho: PAGANO, L.M.

Leia mais

Doutora em Fisioterapia - UFSCar Coordenadora do Curso de Fisioterapia da Universidade Franciscana 4

Doutora em Fisioterapia - UFSCar Coordenadora do Curso de Fisioterapia da Universidade Franciscana 4 GRUPO DE APOIO PARA PAIS DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS INTERNADOS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 SUPPORT GROUP FOR PARENTS OF PREMATURATED NEWBORNS IN A NEONATAL INTENSIVE

Leia mais

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP A INOVAÇÃO NA FORMAÇÃO: A IMPORTANCIA DO CONHECIMENTO ACADÊMICO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP A INOVAÇÃO NA FORMAÇÃO: A IMPORTANCIA DO CONHECIMENTO ACADÊMICO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP A INOVAÇÃO NA FORMAÇÃO: A IMPORTANCIA DO CONHECIMENTO ACADÊMICO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Raphael Monteiro de Oliveira 1, Cintia Silva Fassarella 2 RESUMO

Leia mais

COMUNICAÇÃO COORDENADA - ENFERMAGEM OBSTÉTRICA E NEONATAL FAZENDO A DIFERENÇA NO CENÁRIO NACIONAL

COMUNICAÇÃO COORDENADA - ENFERMAGEM OBSTÉTRICA E NEONATAL FAZENDO A DIFERENÇA NO CENÁRIO NACIONAL COMUNICAÇÃO COORDENADA - ENFERMAGEM OBSTÉTRICA E NEONATAL FAZENDO A DIFERENÇA NO CENÁRIO NACIONAL ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NO SERVIÇO DE PRÉ-NATAL DE ALTO RISCO EM UMA MATERNIDADE

Leia mais

II SIEPS XX ENFERMAIO I MOSTRA DO INTERNATO EM ENFERMAGEM CUIDADO DE ENFERMAGEM NA DETECÇÃO PRECOCE DE DOENÇAS NEONATAIS POR MEIO DO TESTE DO PEZINHO

II SIEPS XX ENFERMAIO I MOSTRA DO INTERNATO EM ENFERMAGEM CUIDADO DE ENFERMAGEM NA DETECÇÃO PRECOCE DE DOENÇAS NEONATAIS POR MEIO DO TESTE DO PEZINHO II SIEPS XX ENFERMAIO I MOSTRA DO INTERNATO EM ENFERMAGEM Fortaleza CE 23 a 25 de Maio de 2016 CUIDADO DE ENFERMAGEM NA DETECÇÃO PRECOCE DE DOENÇAS NEONATAIS POR MEIO DO TESTE DO PEZINHO Ana Caroline Andrade

Leia mais

PROJETO CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL : UMA AÇÃO EXTENSIONISTA (2012) 1

PROJETO CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL : UMA AÇÃO EXTENSIONISTA (2012) 1 PROJETO CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL : UMA AÇÃO EXTENSIONISTA (2012) 1 ALMEIDA, Jéssica de Cassia Marques de 2 ; SILVEIRA, Nara Beatriz 3 ; MARQUES, Letícia Amico 3 ; MATTOS, Luísa dos Santos de

Leia mais

A Importância dos Cuidados Paliativos na Unidade de Terapia Intensiva.

A Importância dos Cuidados Paliativos na Unidade de Terapia Intensiva. A Importância dos Cuidados Paliativos na Unidade de Terapia Intensiva. Milena Cruz Dos Santos 1, Naara Lima De Moura ², Danyllo Lucas De Lima Rodrigues³ Carlos Henrique Oliveira De Feitas 4 1. Universidade

Leia mais

Guia de Acolhimento do Recém- Nascido de Alto Risco na Clínica Pediátrica

Guia de Acolhimento do Recém- Nascido de Alto Risco na Clínica Pediátrica Guia de Acolhimento do Recém- Nascido de Alto Risco na Clínica Pediátrica Divina Fernandes Silva Barbosa Dione Marçal Lima Alessandra Vitorino Naghettini Goiânia, 2017 PREZADO PROFISSIONAL, Este guia é

Leia mais

Projeto Acolher HC. Acolhimento no Hospital das Clínicas da FMUSP

Projeto Acolher HC. Acolhimento no Hospital das Clínicas da FMUSP Projeto Acolher HC Acolhimento no Hospital das Clínicas da FMUSP Escuta qualificada e orientação para os pacientes que procuram o HCFMUSP Diretoria Clínica Superintendência do HCFMUSP Núcleo Técnico de

Leia mais

PERFIL OBSTÉTRICO DAS PUÉRPERAS ATENDIDAS PELO PROJETO CEPP

PERFIL OBSTÉTRICO DAS PUÉRPERAS ATENDIDAS PELO PROJETO CEPP 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TECNOLOGIA E PRODUÇÃO ( ) TRABALHO PERFIL OBSTÉTRICO DAS

Leia mais

Seu bebê encontra-se nesse momento sob cuidados intensivos na UTI Neonatal, por apresentar um quadro de risco à saúde.

Seu bebê encontra-se nesse momento sob cuidados intensivos na UTI Neonatal, por apresentar um quadro de risco à saúde. AOS PAIS E FAMILIARES Seu bebê encontra-se nesse momento sob cuidados intensivos na UTI Neonatal, por apresentar um quadro de risco à saúde. Sabemos que a angústia, o medo e as preocupações são comuns

Leia mais

TÍTULO: CARACTERIZAÇÃO DA REDE SOCIAL E COMPOSIÇÃO FAMILIAR DE BEBÊS DE ALTO RISCO NA APLICAÇÃO DE GENOGRAMA E ECOMAPA

TÍTULO: CARACTERIZAÇÃO DA REDE SOCIAL E COMPOSIÇÃO FAMILIAR DE BEBÊS DE ALTO RISCO NA APLICAÇÃO DE GENOGRAMA E ECOMAPA TÍTULO: CARACTERIZAÇÃO DA REDE SOCIAL E COMPOSIÇÃO FAMILIAR DE BEBÊS DE ALTO RISCO NA APLICAÇÃO DE GENOGRAMA E ECOMAPA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO:

Leia mais

CUIDADO DE ENFERMAGEM A CRIANÇA HOSPITALIZADA POR MEIO DA BRINQUEDOTECA E A CONTRIBUIÇÃO DO BRINQUEDO TERAPEUTICO

CUIDADO DE ENFERMAGEM A CRIANÇA HOSPITALIZADA POR MEIO DA BRINQUEDOTECA E A CONTRIBUIÇÃO DO BRINQUEDO TERAPEUTICO CUIDADO DE ENFERMAGEM A CRIANÇA HOSPITALIZADA POR MEIO DA BRINQUEDOTECA E A CONTRIBUIÇÃO DO BRINQUEDO TERAPEUTICO GALDINO, Thaísa Louise Gabriel de Oliveira 1 ; TEIXEIRA, Daniela Cristina Wielevski 2 RESUMO

Leia mais

OS FATORES DE RISCOS PARA NÃO REALIZAÇÃO DO PARTO NORMAL

OS FATORES DE RISCOS PARA NÃO REALIZAÇÃO DO PARTO NORMAL OS FATORES DE RISCOS PARA NÃO REALIZAÇÃO DO PARTO NORMAL Amanda Florêncio da Silva* Rosemeire do Carmo Martelo** JUSTIFICATIVA No Brasil vem aumentando o número de partos cesarianos, sem base científica

Leia mais

SERVIÇO DE RADIOLOGIA A PERCEPÇÃO DA ENFERMEIRA DE DENTRO E DE FORA DO CDI

SERVIÇO DE RADIOLOGIA A PERCEPÇÃO DA ENFERMEIRA DE DENTRO E DE FORA DO CDI SERVIÇO DE RADIOLOGIA SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM CARDIOLOGIA, NEFROLOGIA E IMAGEM - SENCI A PERCEPÇÃO DA ENFERMEIRA DE DENTRO E DE FORA DO CDI Enf. Msc. Jeane Cristine de Souza da Silveira Junho/2018 SERVIÇO

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO NO DESENVOLVIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS PRÉ-TERMO

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO NO DESENVOLVIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS PRÉ-TERMO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO NO DESENVOLVIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS PRÉ-TERMO CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

Tipo de Apresentação: Pôster

Tipo de Apresentação: Pôster IMPLANTAÇÃO DO SERVIÇO DE ACOLHIMENTO DA UNIDADE DE QUIMIOTERAPIA DO CENTRO DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA DO HOSPITAL PROFESSOR ALBERTO ANTUNES HUPAA Manuelle de Araújo Holanda manuelleholanda@hotmail.com

Leia mais

AGUIAR. Vânia Deluque¹, LIMA. Solange da Silva², ROCHA. Aline Cristina Araújo Alcântara³, SILVA. Eliana Cristina da 4, GREVE. Poliana Roma 5.

AGUIAR. Vânia Deluque¹, LIMA. Solange da Silva², ROCHA. Aline Cristina Araújo Alcântara³, SILVA. Eliana Cristina da 4, GREVE. Poliana Roma 5. ELABORAÇÃO DO INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS PARA O ATENDIMENTO AOS PACIENTES PORTADORES DE FERIDAS ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE FERIDAS DO MUNICÍPIO DE CÁCERES-MT* AGUIAR. Vânia Deluque¹, LIMA. Solange

Leia mais

A PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS NOS CUIDADOS PALIATIVOS À PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS

A PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS NOS CUIDADOS PALIATIVOS À PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS A PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS NOS CUIDADOS PALIATIVOS À PACIENTES ONCOLÓGICOS PEDIÁTRICOS Iara Bezerra de Alcantara 1 ; Mariana Gonçalves de Sousa 1 ; Sonia Maria Alves de Lira 2 ; Ana Carla Rodrigues da

Leia mais

AS ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO NO CENTRO CIRÚRGICO

AS ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO NO CENTRO CIRÚRGICO RESUMO AS ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO NO CENTRO CIRÚRGICO 1 Natana Siqueira 2 Laísa Schuh 1 Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Cachoeira do Sul, RS, Brasil E-mail: natanasiqueira@outlook.com 2 Universidade

Leia mais

O ACOLHIMENTO DE IDOSOS NO PRÉ-OPERATÓRIO NUM CENTRO CIRÚRGICO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.

O ACOLHIMENTO DE IDOSOS NO PRÉ-OPERATÓRIO NUM CENTRO CIRÚRGICO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. O ACOLHIMENTO DE IDOSOS NO PRÉ-OPERATÓRIO NUM CENTRO CIRÚRGICO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. Belarmino Santos de Sousa Júnior¹ ; Fernando Hiago da Silva Duarte²; Carlos Jean Castelo da Silva 3, Ana Elza Oliveira

Leia mais

ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO CUIDADO A FAMÍLIA E AO IDOSO COM ALZHEIMER: REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA

ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO CUIDADO A FAMÍLIA E AO IDOSO COM ALZHEIMER: REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO CUIDADO A FAMÍLIA E AO IDOSO COM ALZHEIMER: REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA João Victor da Silva Rodrigues 1, Julliany Larissa Correia Santos², Cláudia Fabiane Gomes Gonçalves³,

Leia mais

A ENFERMAGEM E A ORGANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA À MULHER NO PARTO E NASCIMENTO NO ÂMBITO DO SUS. Profa. Dra. Emilia Saito Abril 2018

A ENFERMAGEM E A ORGANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA À MULHER NO PARTO E NASCIMENTO NO ÂMBITO DO SUS. Profa. Dra. Emilia Saito Abril 2018 A ENFERMAGEM E A ORGANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA À MULHER NO PARTO E NASCIMENTO NO ÂMBITO DO SUS Profa. Dra. Emilia Saito Abril 2018 LEI n. 7.498 / 86 - COFEN EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM Cabe ao ENFERMEIRO,

Leia mais

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES IDOSOS DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES IDOSOS DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES IDOSOS DE PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Laura Cristhiane Mendonça Rezende- UFPB lauracristhiane@hotmail.com Kátia Neyla de Freitas Macêdo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM COM OS FAMILIARES DE PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES (2012) 1

A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM COM OS FAMILIARES DE PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES (2012) 1 A IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM COM OS FAMILIARES DE PACIENTES PORTADORES DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES (2012) 1 CASARIN, Juliana Trevisan ² ; DANIEL, Luanne Bolzan 3 ; LUCIO, DIRCE 4 ;

Leia mais

A ENFERMAGEM NO ACOLHIMENTO DE PACIENTES IDOSOS SUBMETIDOS A PROCEDIMENTO CIRÚRGICO: relato de experiência

A ENFERMAGEM NO ACOLHIMENTO DE PACIENTES IDOSOS SUBMETIDOS A PROCEDIMENTO CIRÚRGICO: relato de experiência A ENFERMAGEM NO ACOLHIMENTO DE PACIENTES IDOSOS SUBMETIDOS A PROCEDIMENTO CIRÚRGICO: relato de experiência Sônia Maria da Silva 1 ; Fernando Hiago da Silva Duarte 2 ; Lúcio Petterson Tôrres da Silva 3

Leia mais

PERCEPÇÃO DO MONITOR FRENTE À SIMULAÇÃO CLÍNICA DO ATENDIMENTO AO NEONATO

PERCEPÇÃO DO MONITOR FRENTE À SIMULAÇÃO CLÍNICA DO ATENDIMENTO AO NEONATO CONEXÃO FAMETRO 2018: INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE XIV SEMANA ACADÊMICA ISSN: 2357-8645 PERCEPÇÃO DO MONITOR FRENTE À SIMULAÇÃO CLÍNICA DO ATENDIMENTO AO NEONATO Francisca Antonia dos Santos antonias23@outlook.com

Leia mais

SENTIMENTOS VIVENCIADOS PELA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE MORTE E MORRER DO PACIENTE PEDIÁTRICO

SENTIMENTOS VIVENCIADOS PELA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE MORTE E MORRER DO PACIENTE PEDIÁTRICO SENTIMENTOS VIVENCIADOS PELA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE MORTE E MORRER DO PACIENTE PEDIÁTRICO Kamylla Sejane Pouso Freitas 1 Ângela Karina da Costa Silva 1 Claudinei Gonçalves da Silva Matos 1 Elisângelo

Leia mais

GRUPO DE GESTANTES: A CONSTRUÇÃO DE UM NOVO OLHAR SOBRE O CUIDADO MATERNO-INFANTIL*

GRUPO DE GESTANTES: A CONSTRUÇÃO DE UM NOVO OLHAR SOBRE O CUIDADO MATERNO-INFANTIL* GRUPO DE GESTANTES: A CONSTRUÇÃO DE UM NOVO OLHAR SOBRE O CUIDADO MATERNO-INFANTIL* PACHECO, Jade Alves de Souza¹; LIMA ², Lorrany Vieira de; SOARES³, Nayana Carvalho; SILVA 4, Bianca Fernandes e; SILVA

Leia mais

A REALIDADE DO FAMILIAR QUE EXERCE A AÇÃO DO CUIDAR EM IDOSOS SOB CUIDADOS PALIATIVOS

A REALIDADE DO FAMILIAR QUE EXERCE A AÇÃO DO CUIDAR EM IDOSOS SOB CUIDADOS PALIATIVOS A REALIDADE DO FAMILIAR QUE EXERCE A AÇÃO DO CUIDAR EM IDOSOS SOB CUIDADOS PALIATIVOS Ádylla Maria Alves de Carvalho (1); Markeynya Maria Gonçalves Vilar (2); Naianna Souza de Menezes (3); Flávia Gomes

Leia mais

I Workshop dos Programas de Pós- Graduação em Enfermagem

I Workshop dos Programas de Pós- Graduação em Enfermagem POLÍTICAS PÚBLICAS DE PREVENÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS À SAÚDE NA VIGILÂNCIA SANITÁRIA NA AMÉRICA LATINA E CARIBE: REVISÃO INTEGRATIVA Linha de pesquisa: Políticas e práticas em enfermagem e saúde Responsável

Leia mais

TÍTULO: A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA PUERICULTURA: UMA REVISÃO DA LITERATURA

TÍTULO: A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA PUERICULTURA: UMA REVISÃO DA LITERATURA TÍTULO: A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA PUERICULTURA: UMA REVISÃO DA LITERATURA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO:

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MÉTODO MÃE CANGURU NAS UNIDADES NEONATAIS E O VALOR DA HUMANIZAÇÃO NO SEU ATENDIMENTO.

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MÉTODO MÃE CANGURU NAS UNIDADES NEONATAIS E O VALOR DA HUMANIZAÇÃO NO SEU ATENDIMENTO. TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MÉTODO MÃE CANGURU NAS UNIDADES NEONATAIS E O VALOR DA HUMANIZAÇÃO NO SEU ATENDIMENTO. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

SERVIÇO DE ACOLHIMENTO DO AMBULATÓRIO DE QUIMIOTERAPIA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES - HUPAA

SERVIÇO DE ACOLHIMENTO DO AMBULATÓRIO DE QUIMIOTERAPIA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES - HUPAA SERVIÇO DE ACOLHIMENTO DO AMBULATÓRIO DE QUIMIOTERAPIA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES - HUPAA RECEPTION SERVICE OF THE CHEMOTHERAPY AMBULATORY OF THE TEACHER UNIVERSITY HOSPITAL ALBERTO

Leia mais

Desde o início da construção do Sistema Único de Saúde (SUS) percebe-se a necessidade de

Desde o início da construção do Sistema Único de Saúde (SUS) percebe-se a necessidade de A Concepção de Integralidade em Saúde entre os Docentes dos Cursos de Graduação na Área da Saúde de um Centro Universitário RESUMO Desde o início da construção do Sistema Único de Saúde (SUS) percebe-se

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Enfermagem

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Enfermagem Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMU

INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS - FMU TÍTULO: OXIGENOTERAPIA: CUIDADOS DE ENFERMAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: Enfermagem INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS TÍTULO: COMPETENCIAS GERENCIAIS DO ENFERMEIRO INTENSIVISTA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS

Leia mais

TÍTULO: ADESÃO ÁS PRÁTICAS DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM

TÍTULO: ADESÃO ÁS PRÁTICAS DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM TÍTULO: ADESÃO ÁS PRÁTICAS DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ÍTALO-BRASILEIRO AUTOR(ES): MICHELE MONTEIRO

Leia mais

FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO

FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO DE RESUMO ESCOLHA SUA OPÇÃO DE APRESENTAÇÃO: Título: SENTIMENTOS VIVENCIADOS PELOS FAMILIARES NO PROCESSO DE HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA NA UTI Relator: Danilo Marcelo Araujo dos

Leia mais

COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO A PACIENTES USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS: REVISÃO DE LITERATURA

COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO A PACIENTES USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS: REVISÃO DE LITERATURA COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO A PACIENTES USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS: REVISÃO DE LITERATURA POLISZCZUK, ANGELA BEATRIZ 1 ; DOMINGUES, LILIAN FERREIRA 2 RESUMO Objetivo: Relatar a atuação

Leia mais

TÍTULO: OS BENEFÍCIOS VIVENCIADOS PELA ENFERMAGEM NA APLICAÇÃO DO BRINQUEDO TERAPÊUTICO NO AMBIENTE HOSPITALAR

TÍTULO: OS BENEFÍCIOS VIVENCIADOS PELA ENFERMAGEM NA APLICAÇÃO DO BRINQUEDO TERAPÊUTICO NO AMBIENTE HOSPITALAR TÍTULO: OS BENEFÍCIOS VIVENCIADOS PELA ENFERMAGEM NA APLICAÇÃO DO BRINQUEDO TERAPÊUTICO NO AMBIENTE HOSPITALAR CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO:

Leia mais

PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO

PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO Nome do projeto (programa vinculado se houver) A sobrecarga e a qualidade de vida de cuidadores de pacientes atendidos em Centros de Atenção Psicossocial. Vinculado ao programa de pós graduação da Ciências

Leia mais

TÍTULO: INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS: LIMITAÇÕES DO ENFERMEIRO

TÍTULO: INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS: LIMITAÇÕES DO ENFERMEIRO TÍTULO: INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS: LIMITAÇÕES DO ENFERMEIRO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ÍTALO-BRASILEIRO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE DISCIPLINA ANEXO I: Modelo de Programa de Disciplina (elaborar em conformidade com o Projeto Pedagógico do Curso) PROGRAMA DE DISCIPLINA NOME COLEGIADO CÓDIGO SEMESTRE Estágio Supervisionado II Enfermagem ENFE0076

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PUERPÉRIO

A IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PUERPÉRIO A IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PUERPÉRIO SILVA, Rosane Aparecida¹; TEIXEIRA, Daniela Cristina Wielevski² RESUMO Objetivo: Compreender a importância da visita puerperal. Método: Trata-se de

Leia mais

Além de permitir uma melhor organização da assistência; Articular os serviços; Definir fluxos e referências resolutivas, é elemento indispensável

Além de permitir uma melhor organização da assistência; Articular os serviços; Definir fluxos e referências resolutivas, é elemento indispensável Enfª Senir Amorim Além de permitir uma melhor organização da assistência; Articular os serviços; Definir fluxos e referências resolutivas, é elemento indispensável para que se promova; A universalidade

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DA MUSICOTERAPIA NA GRAVIDEZ: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

OS BENEFÍCIOS DA MUSICOTERAPIA NA GRAVIDEZ: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA OS BENEFÍCIOS DA MUSICOTERAPIA NA GRAVIDEZ: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Jessica Caroline Sabino Pimentel j.carolinepimentel@gmail.com Kedma Augusto Martiniano Santos kedmaaugusto82@gmail.com Sheyla Christine

Leia mais

Palavras-chave:Assistência Integral à saúde; Direitos do Paciente; Direito à Saúde; Hospitalização.

Palavras-chave:Assistência Integral à saúde; Direitos do Paciente; Direito à Saúde; Hospitalização. UNIDADE DE CUIDADOS PROLONGADOS (UCP): DIREITO A CONTINUIDADE DO CUIDADO NO AMBIENTE HOSPITALAR Gleice Kelli Santana de Andrade¹ Ane Milena Macêdo de Castro¹ Edivania Anacleto Pinheiro² RESUMO O direito

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO CANGURU EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE ALAGOAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ENFERMEIROS

IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO CANGURU EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE ALAGOAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ENFERMEIROS IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO CANGURU EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE ALAGOAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ENFERMEIROS Geisa Gabriella Rodrigues de Oliveira geisa.gabriella@hotmail.com Danielly Nogueira de Oliveira

Leia mais

A COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIRO E O BINÔMIO CRIANÇA/FAMÍLIA NA INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 1

A COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIRO E O BINÔMIO CRIANÇA/FAMÍLIA NA INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 1 A COMUNICAÇÃO ENTRE ENFERMEIRO E O BINÔMIO CRIANÇA/FAMÍLIA NA INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 1 BARROS, Camilla Silva de 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; ZAMBERLAN, Kellen Cervo 4 ; RESUMO Trata-se de um relato de experiência

Leia mais

PERCEPÇÕES RELATADAS PELO ENFERMEIRO NO MOMENTO DA ALTA DOS PACIENTES NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO.

PERCEPÇÕES RELATADAS PELO ENFERMEIRO NO MOMENTO DA ALTA DOS PACIENTES NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO. PERCEPÇÕES RELATADAS PELO ENFERMEIRO NO MOMENTO DA ALTA DOS PACIENTES NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO. Taiane Aparecida de Souza 1 ;Thabata Cristine F. Santana 2 ; Flávia Alves Ribeiro 3 ; Maria

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM FRENTE ANESTESIA GERAL

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM FRENTE ANESTESIA GERAL ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM FRENTE ANESTESIA GERAL FERREIRA, Tamires Alves¹; SEGATTO, Caroline Zanetti² RESUMO Objetivo: Definir ações dos profissionais de enfermagem no centro cirúrgico durante o ato anestésico.

Leia mais

TÍTULO: RELAÇÃO FAMÍLIA E CRIANÇA HOSPITALIZADA, IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NESSE PROCESSO.

TÍTULO: RELAÇÃO FAMÍLIA E CRIANÇA HOSPITALIZADA, IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NESSE PROCESSO. TÍTULO: RELAÇÃO FAMÍLIA E CRIANÇA HOSPITALIZADA, IMPORTÂNCIA DA ENFERMAGEM NESSE PROCESSO. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: Enfermagem INSTITUIÇÃO(ÕES): UNIVERSIDADE DE MOGI

Leia mais

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DA PESSOA IDOSA NA DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DA PESSOA IDOSA NA DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DA PESSOA IDOSA NA DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Débora França de Melo 1 ; Laysse Nunes Sampaio²; Alba Regina Cartaxo Sampaio Thomé³; Vivian Marcella dos Santos Silva

Leia mais

TÍTULO: ADOLESCENTE DEPENDENTES DE DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS: ACOLHIMENTO DA ENFERMAGEM

TÍTULO: ADOLESCENTE DEPENDENTES DE DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS: ACOLHIMENTO DA ENFERMAGEM TÍTULO: ADOLESCENTE DEPENDENTES DE DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS: ACOLHIMENTO DA ENFERMAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ÍTALO-BRASILEIRO

Leia mais

11º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DAS MÃES QUANTO AO ATENDIMENTO DO SEU FILHO NO AMBULATÓRIO CANGURU

11º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DAS MÃES QUANTO AO ATENDIMENTO DO SEU FILHO NO AMBULATÓRIO CANGURU 11º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DAS MÃES QUANTO AO ATENDIMENTO DO SEU FILHO NO AMBULATÓRIO CANGURU Thaís Ramos da Silva 1 Francielle Midori Kawamoto 2 Karen Isadora Borges 3 Lidia Kameyo

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS TÍTULO: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO FRENTE AO PROCESSO MORTE E MORRER CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE DOS REGISTROS DE ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

ANÁLISE DA QUALIDADE DOS REGISTROS DE ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA ANÁLISE DA QUALIDADE DOS REGISTROS DE ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA 1 OLIVEIRA, Valdir Antunes, 2 TEIXEIRA Cristiane Chagas, 3 SILVA Ludyanne Neres, 4 Arruda Nara Lilia Oliveira 1. Enfermeiro.

Leia mais

A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como

A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como Prof. Roberto Albuquerque VI JONAFES/2010 A enfermagem deve privilegiar suas ações específicas/próprias junto ao cliente e atuar como parceira dos demais profissionais, NÃO APENAS como suporte de ações

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SINDROME DE BURNOUT NA ENFERMAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

Leia mais

AS TECNOLOGIAS LUDICAS COMO INSTRUMENTO DE CUIDADO PARA A ENFERMAGEM NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA

AS TECNOLOGIAS LUDICAS COMO INSTRUMENTO DE CUIDADO PARA A ENFERMAGEM NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA AS TECNOLOGIAS LUDICAS COMO INSTRUMENTO DE CUIDADO PARA A ENFERMAGEM NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA 1 Kamila Azevedo de Souza Talarico, 1 Lívia de Alcantara Sales, 1 Nathalia da Silva Pimentel Reis, 1 Nathalia

Leia mais

O PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE A SEPSE NEONATAL

O PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE A SEPSE NEONATAL O PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE A SEPSE NEONATAL VIEIRA, Sabrina de Fátima 1 ; RAVELLI, Rita de Cassia Rosiney 2 RESUMO Objetivo: Conhecer a conduta do profissional enfermeiro frente à sepse neonatal. Método:

Leia mais

Tecnologia da Informação como ferramenta para a Sistematização da Assistência de Enfermagem

Tecnologia da Informação como ferramenta para a Sistematização da Assistência de Enfermagem Tecnologia da Informação como ferramenta para a Sistematização da Assistência de Enfermagem Gisele de Almeida Silva 1, Felipe Mancini 2 1. Bacharel em Enfermagem, Especialista em Saúde e Segurança do Paciente.

Leia mais

Cenário da Saúde da Criança e Aleitamento Materno no Brasil

Cenário da Saúde da Criança e Aleitamento Materno no Brasil Cenário da Saúde da Criança e Aleitamento Materno no Brasil Tatiana Coimbra Coordenadora Adjunta da Coordenação Geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno Taxa de Mortalidade Infantil. Brasil e regiões,

Leia mais

Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira¹ Samyra Paula Lustoza Xavier 2

Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira¹ Samyra Paula Lustoza Xavier 2 CARACTERIZAÇÃO DA PRODUCÃO CIENTÍFICA ACERCA DO PROCESSO DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA COM FOCO NA PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira¹ Samyra Paula

Leia mais

5º Simposio de Ensino de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INSTRUMENTO DE COMPLEMENTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM UTI NEONATAL

5º Simposio de Ensino de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INSTRUMENTO DE COMPLEMENTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM UTI NEONATAL 5º Simposio de Ensino de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INSTRUMENTO DE COMPLEMENTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM UTI NEONATAL Autor(es) SIMONE SOUTO DA SILVA Orientador(es) Glicínia

Leia mais

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO DOS ACIDENTES DOMÉSTICOS NA INFÂNCIA

PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO DOS ACIDENTES DOMÉSTICOS NA INFÂNCIA PERCEPÇÃO DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO DOS ACIDENTES DOMÉSTICOS NA INFÂNCIA CREPALDI, Marcia Ramos 1 ; RAVELLI, Rita de Cassia Rosiney 2 RESUMO Objetivo: analisar o papel do enfermeiro na prevenção dos acidentes

Leia mais

12º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATUAÇÃO DA PSICOLOGIA EM EQUIPE MULTIPROFISSIONAL: PRODUZINDO POSSIBIILIDADES DE HUMANIZAÇÃO

12º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATUAÇÃO DA PSICOLOGIA EM EQUIPE MULTIPROFISSIONAL: PRODUZINDO POSSIBIILIDADES DE HUMANIZAÇÃO 12º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM ATUAÇÃO DA PSICOLOGIA EM EQUIPE MULTIPROFISSIONAL: PRODUZINDO POSSIBIILIDADES DE HUMANIZAÇÃO Angelo Willian de Lima Catarim 1 Fernanda Déo da Silva Mazzer 2 Karolina

Leia mais

MÉTODO CANGURÚ NEONATOLOGIA

MÉTODO CANGURÚ NEONATOLOGIA MÉTODO CANGURÚ Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro NEONATOLOGIA A Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso - Método Cangurú é política de saúde

Leia mais

ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE NA PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE

ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE NA PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE NA PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE Eduardo Alves da Silva ¹ Aryeli Cunha Gonçalves ² Geovana Andrade Fernandes ² Jaqueline Cabral Neiva ² Lanessa Lopes Lima²

Leia mais

I Workshop dos Programas de Pós-graduação em Enfermagem

I Workshop dos Programas de Pós-graduação em Enfermagem CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL DE BAIXO RISCO: REVISÃO INTEGRATIVA Enfermagem em saúde materno-infantil Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Alfenas, UNIFAL-MG OLIVEIRA, L. T. S. de; CALHEIROS,

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PARTO HUMANIZADO

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PARTO HUMANIZADO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PARTO HUMANIZADO Débora de Araújo Moura 1 ; Anne Lívia Cavalcante Mota 2 ; Daniel Matos de Sousa 3 ; Letícia Pereira Araújo 4 ; Walquirya Maria Pimentel Santos Lopes 5 Universidade

Leia mais

A INTERVENÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL COM USUÁRIOS ONCOLÓGICOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

A INTERVENÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL COM USUÁRIOS ONCOLÓGICOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO A INTERVENÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL COM USUÁRIOS ONCOLÓGICOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Autora Estefânia de Araújo Almeida Freitas (1); Orientadora Josefa Lilian Vieira (4) (1) Terapeuta Ocupacional.

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Direitos Fundamentais Direito à vida e à saúde Profª. Liz Rodrigues - A partir do art. 7º, a Lei n. 8.069/90 indica um rol de direitos que devem ser assegurados à criança

Leia mais

TÍTULO: TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA DURANTE A GESTAÇÃO:O COMPROMETIMENTO MATERNO-FETAL

TÍTULO: TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA DURANTE A GESTAÇÃO:O COMPROMETIMENTO MATERNO-FETAL TÍTULO: TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA DURANTE A GESTAÇÃO:O COMPROMETIMENTO MATERNO-FETAL CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: Enfermagem INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Capacitação em Eventos

Capacitação em Eventos Diretrizes para implementação da Vigilância em Saúde do Trabalhador no SUS Capacitação em Eventos V Encontro Nacional da RENAST Área de Produção Editorial e Gráfica Núcleo de Comunicação Secretaria de

Leia mais

Resolução COFEN Nº 477 DE 14/04/2015

Resolução COFEN Nº 477 DE 14/04/2015 Resolução COFEN Nº 477 DE 14/04/2015 Publicado no DO em 17 abr 2015 Dispõe sobre a atuação de Enfermeiros na assistência às gestantes, parturientes e puérperas. O Conselho Federal de Enfermagem COFEN,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE ENFERMAGEM MATERNO-INFANTIL. PERÍODO PÓS- PARTO. PESQUISA EM ENFERMAGEM.

PALAVRAS-CHAVE ENFERMAGEM MATERNO-INFANTIL. PERÍODO PÓS- PARTO. PESQUISA EM ENFERMAGEM. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE

Leia mais

ISSN ÁREA TEMÁTICA:

ISSN ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

O PAPEL DOS ENFERMEIROS NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

O PAPEL DOS ENFERMEIROS NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL O PAPEL DOS ENFERMEIROS NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL SILVA, T. A.; DOMINGUES, F. L. RESUMO Objetivo: Descrever a atuação do enfermeiro no cotidiano dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Método:

Leia mais

Palavras-chave: Comunicação. Enfermagem. Revisão bibliográfica.

Palavras-chave: Comunicação. Enfermagem. Revisão bibliográfica. O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EM ENFERMAGEM: PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA DE 1997 A 2006. Silvia Soares dos Santos Ricardo Ricardo Magali Telecio Tatiana Longo Borges Miguel tatiana@unisalesiano.edu.br Centro

Leia mais

PERCEPÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE A INSERÇÃO DO SETOR DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO ÀS GESTANTES EM UM HOSPITAL DO INTERIOR DA BAHIA

PERCEPÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE A INSERÇÃO DO SETOR DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO ÀS GESTANTES EM UM HOSPITAL DO INTERIOR DA BAHIA PERCEPÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE A INSERÇÃO DO SETOR DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO ÀS GESTANTES EM UM HOSPITAL DO INTERIOR DA BAHIA Silas Santos Carvalho 1 Universidade Estadual de Feira

Leia mais

PERFIL DAS MÃES DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL DA CIDADE DE APUCARANA

PERFIL DAS MÃES DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL DA CIDADE DE APUCARANA PERFIL DAS MÃES DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL DA CIDADE DE APUCARANA TAVARES, V. A. 1 ; PEÇANHA, D. S. 2 ; PESENTI, F. B. 3 RESUMO O objetivo do estudo foi analisar o perfil

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM Endereço: Campus Universitário, BR 101, S/N - Lagoa Nova, Natal/RN. CEP: 59.072-970. Fone/Fax: (84)

Leia mais

I Workshop dos Programas de Pós-graduação em Enfermagem

I Workshop dos Programas de Pós-graduação em Enfermagem POLÍTICAS PÚBLICAS COM ÊNFASE NA ASSISTÊNCIA À CRIANÇA PREMATURA Linha Enfermagem e Saúde Materno-Infantil ARAÚJO, W.C.T.; SANTOS, R.P.; RIBEIRO, P. M.; CARVALHO, R.C.; ROSA, S.C.P. Escola de Enfermagem

Leia mais

Disciplina: ESTÁGIO EM CLÍNICA PEDIÁTRICA - MÓDULO NEONATOLOGIA

Disciplina: ESTÁGIO EM CLÍNICA PEDIÁTRICA - MÓDULO NEONATOLOGIA Disciplina: ESTÁGIO EM CLÍNICA PEDIÁTRICA - MÓDULO NEONATOLOGIA 1. Características Gerais Disciplina obrigatória Cenários de prática Hospital das Clínicas/UFMG - 4º andar Hospital Risoleta Tolentino Neves/UFMG

Leia mais

SENTIMENTOS DE MÃES AO VIVENCIAREM O MÉTODO MÃE CANGURU¹

SENTIMENTOS DE MÃES AO VIVENCIAREM O MÉTODO MÃE CANGURU¹ SENTIMENTOS DE MÃES AO VIVENCIAREM O MÉTODO MÃE CANGURU¹ Joana D arc Dantas Soares 2 Rosineide Santana de Brito 3 Bertha Cruz Enders 4 Introdução: O Método Mãe Canguru (MMC) é uma estratégia de assistência

Leia mais

RELAÇÃO DAS BANCAS DE QUALIFICAÇÃO EM ORDEM CRONOLÓGICA

RELAÇÃO DAS BANCAS DE QUALIFICAÇÃO EM ORDEM CRONOLÓGICA RELAÇÃO DAS S DE QUALIFICAÇÃO ENFERMAGEM SÉRIE: 3 MIKAELLA LEANDRO DE ANDRADE - 1611370532 Título da Qualificação: O PAPEL DO ENFERMEIRO GENETICISTA NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO AO PACIENTE PORTADOR DE FIBROSE

Leia mais

31º SEMINÁRIO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA REGIÃO SUL GRUPO EDUCATIVO COM PUÉRPERAS

31º SEMINÁRIO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA REGIÃO SUL GRUPO EDUCATIVO COM PUÉRPERAS 31º SEMINÁRIO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA REGIÃO SUL GRUPO EDUCATIVO COM PUÉRPERAS Área Temática: Saúde Nalú Pereira da Costa Kerber 1 (Coordenadora da ação de extensão) Camila Magroski Goulart Nobre

Leia mais

VIVÊNCIA DE UM GRUPO DE SENTIMENTOS NO CAPS PRADO VEPPO- SM-RS.

VIVÊNCIA DE UM GRUPO DE SENTIMENTOS NO CAPS PRADO VEPPO- SM-RS. VIVÊNCIA DE UM GRUPO DE SENTIMENTOS NO CAPS PRADO VEPPO- SM-RS. Niara Cabral Iserhard 1 Annie Jeanninne Bisso Lacchini 2 Na década de 80, o movimento brasileiro pela reforma psiquiátrica teve uma iniciativa

Leia mais