Cedes contribui para inserir a CPRM no rol das empresas de PD&I

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1 Boletim Virtual do Serviço Geológico do Brasil - CPRM-MME-SGM - ANO 8 - Nº de janeiro de O Serviço Geológico do Brasil iniciou, a partir de 2003, um processo de reconhecimento como instituição de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). Entre as várias iniciativas nesse sentido, o geólogo PhD Ciro Jorge Appi iniciou a estruturação do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (Cedes), cujas instalações funcionam no Escritório do Rio de Janeiro da CPRM, tendo a principal função de coordenar as ações de PD&I na empresa. Já em 2008, o Cedes fez o encaminhamento junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) de pedido com documentação para o reconhecimento formal no rol das instituições de pesquisa e desenvolvimento. Durante esse período, vários projetos de pesquisa foram submetidos nos editais da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/CNPq) culminando com a participação do Cedes nos seminários promovidos pelo Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Dest) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog), com vistas a caracterizar a empresa entre as estatais que desenvolvem PD&I. No momento, encontra-se em fase final a aprovação do formulário do IBGE (Manual de Oslo), organizado e preenchido pelo Cedes, que chancelará a inserção da CPRM a Cedes contribui para inserir a CPRM no rol das empresas de PD&I b no elenco das empresas estatais que realizam PD&I. Ciro Appi explica que, entre as diversas iniciativas do Cedes nesse período, consta a instalação do laboratório de acesso remoto à microssonda Shrimp; o desenvolvimento do Projeto de Recuperação Ambiental da Bacia Carbonífera de Santa Catarina (veja o box); e o projeto de pesquisa e desenvolvimento denominado Estudo da extensão das camadas de carvão em direção da plataforma continental, junto à Rede Carvão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Neste último foram aplicados pelo MCT junto a CPRM cerca de R$ 240 mil para a aquisição de hardware, software e curso de capacitação em aquisição, interpretação e tratamento de dados sísmicos. Os dados de poços de sísmica, necessários para o desenvolvimento do projeto, foram obtidos através de convênios com a Agência Nacional de Petróleo (ANP). Esse projeto permite a CPRM o acesso aos dados das bacias sedimentares brasileiras que O gerente-executivo e chefe do Cedes, Ciro Appi constam no Banco de Dados de Exploração e Produção (Bdep). Projeto de Recuperação Ambiental da Bacia Carbonífera de Santa Catarina Esse Projeto partiu de uma determinação do Ministério de Minas e Energia (MME) à CPRM, em conjunto com o Mpog, para cumprir com sentença judicial que determina a União Federal o dever de recuperar áreas degradadas pela exploração de carvão mineral pertencentes às massas falidas das empresas CBCA e Treviso. O projeto é inédito na CPRM e conta com aplicação de recursos previstos da ordem de R$ 90 milhões de reais no Plano Plurianual c Projetos Cedes: mapa das linhas sísmicas fornecidas pela ANP (a); Mapa de isópacas do Paleozóico (b); Perfil sísmico com o traçado do provável topo do Paleozóico (c) Proposta de solução de tratamento de drenagem ácida na subbacia do Rio Tonim visando sustentabilidade na utilização da água, no projeto de recuperação da Bacia Carbonífera de SC Serviço Geológico - Página 1

2 Concluída a 1ª fase de implantação da Rede Geochronos Integrar esforços para o desenvolvimento geocientífico no país, incentivando a geração de conhecimentos a partir de dados analíticos de alta precisão em geocronologia e geoquímica isotópica nas áreas de petróleo, mineração e ambiental. Com esse objetivo os ministérios de Minas e Energia (MME) e da Ciência e Tecnologia (MCT) deram início, em 2005, a implantação da Rede Nacional de Estudos Geocronológicos, Geodinâmicos e Ambientais (Rede Geochronos), cuja primeira fase foi concluída com a inauguração do Laboratório de Geocronologia de Alta Resolução, nas dependências da Universidade de São Paulo (USP). Desenvolvido a partir de uma parceria do MME e MCT, com a participação do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Petrobras, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFR- GS) e Universidade Federal do Pará (UFPA), o projeto de implantação da infraestrutura da Rede Geochronos se estendeu de 2005 a 2010, período em que foram construídos, montados e inaugurados os laboratórios. O primeiro laboratório foi inaugurado no final de 2006, construído nas dependências da UnB, em uma área aproximadamente 1400m 2. No final de 2007, foi inaugurado o segundo laboratório na UFRGS, sendo ampliado em outubro de Em setembro de 2010, durante o 45 Congresso Brasileiro de Geologia realizado em Belém, foi inaugurado o Laboratório de Geologia Isotópica da UFPA com novas salas de química ultralimpas e com espaço físico adequado para receber pesquisadores, estudantes e profissionais em geociências. Todos os laboratórios contam com um espectrômetro de massa com fonte de plasma e sistema de ablação a laser (LA-ICP-MS), modelo Finnigan Neptune. Em 2008, a rede foi ampliada com a incorporação de laboratórios intermediários das universidades: Federal do Mato Grosso (UFMT), Federal da Bahia (UFBA), Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Estadual Paulista (Unesp), Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), e Laboratório de Análise de Minerais (Lamin-CPRM). Simultaneamente à construção e instalação de laboratórios nas universidades Laboratórios e equipamentos LA-ICP-MS (Laser Ablation Inductively Coupled Plasma Mass Spectrometry) participantes da Rede Geochronos, respectivamente, UnB, UFRGS e UFPA parceiras, em 2006 foi iniciada a instalação, no Instituto de Geociências da USP, de uma grande estrutura para a implantar o laboratório de geocronologia de alta resolução. A implantação, realizada no período de 2006 até novembro de 2010, compreendeu a construção de um prédio com mais de 800 m 2 e a fabricação da microssonda iônica de alta resolução Shrimp IIe, pela companhia Australian Scientific Instruments. Essa microssonda, uma das 14 existentes no mundo e única na América Latina, é um equipamento analítico de ponta que tem proporcionado significativos avanços tecnológicos e geocientíficos no mundo. A inauguração desse laboratório é um marco importante nas Geociências do Brasil. A microssonda dispensa a dissolução química e submete os grãos a um bombardeio de um feixe de íons de oxigênio. O feixe é posicionado para atingir pontos específicos e minúsculos do grão mineral e determinar a idade de cada um deles. O bombardeio provoca a fusão dos pontos desejados e libera íons de urânio e chumbo. O material passa por um espectrômetro de massa de alta resolução, capaz de separar até mesmo isótopos com massas muito próximas, e de alta sensibilidade, capaz de medir quantidades muito pequenas de elementos. A microssonda é capaz de fornecer a composição isotópica de grãos retirados de uma rocha sedimentar, metamórfica ou ígnea. A análise é feita em um ponto de um grão, da ordem de até cinco micra (milésimos de milímetro), mostrando as diferentes fases de crescimento dos cristais que se formaram em épocas distintas. Aliado à montagem dos laboratórios, a Rede Geochronos iniciou o processo de capacitação de recursos humanos através de novas linhas de pesquisa, criação e ampliação de novas oportunidades para a capacitação de pessoal especializado no desenvolvimento de métodos e aplicações geocientíficas, sob a forma de implantação de bolsas de pesquisa no projeto CTMineral/CNPq. Laboratório de acesso remoto à microssonda Shrimp Paralelamente à concretização da primeira fase da Rede Geochronos, a CPRM iniciou a instalação, no Escritório do Rio de Janeiro, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico (Cedes), tendo como gerente Ciro Appi. No local está sendo instalado o laboratório de acesso remoto à microssonda Shrimp, que permitirá o acesso ao laboratório da USP, integrando a comunidade geocientífica brasileira, principalmente as universidades do Rio de Janeiro, Petrobras e CPRM, que poderão realizar análises geocronológicas sem a necessidade de deslocamento para USP ou para o exterior. Também a iniciativa visa a realização de convênios futuros com instituições Serviço Geológico - Página 2 Fotos: Cedes-CPRM Inauguração do laboratório na USP. Da esquerda para direita: Edison José Milani, gerente-geral de Pesquisa e Desenvolvimento de Exploração do Cenpes/Petrobras; Ciro Jorge Appi, gerente-executivo da Rede Geochronos; Agamenon Dantas, diretor-presidente da CPRM; Manoel Barreto, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM; João Grandino Rodas, reitor da USP; Colombo Tassinari, diretor IGC/USP Laboratório de Geocronologia de Alta Resolução da USP A microssonda Shrimp IIe na USP. Da direita para esquerda observa-se a câmara de amostragem com a fonte de íons primária e secundária, o analisador eletrostático, analisador magnético e multicoletor no exterior (Austrália e China). Segunda fase da Rede Geochronos No início de 2011, com os laboratórios já em funcionamento, terá início a segunda fase da Rede Geochronos. Essa fase tem por objetivo implantar o modelo operacional da rede, com a formalização dos convênios definitivos e a criação do formato de gestão operacional da Rede Geochronos. Coordenação Para coordenar a primeira fase de implantação da Rede Geochronos foi nomeado, pelo Ministério de Minas e Energia, o geólogo, Ciro Jorge Appi, como gerente-executivo da rede. A coordenação foi realizada em conjunto com o comitê gestor, cujos representantes foram indicados pelos secretários do MME e MCT, Petrobras, Serviço Geológico do Brasil/CPRM e pelos reitores das universidades parceiras: Roberto Ventura Santos (SGM/MME); Elzivir Guerra (Setec/MCT); Edson Milani (Petrobras), Fernando Carvalho (CPRM); Colombo Tassinari (USP), Marcio Pimentel (UnB); Candido Moura (UFPA); e Farid Chemale Jr. (UFRGS).

3 Técnicos da CPRM e UFTM discutem a criação do Geoparque Uberaba Terra dos Dinossauros Técnicos do projeto Geoparques do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) realizaram, nos dias 11 e 12 de janeiro, um encontro em Uberaba (MG) para discutir e avaliar a proposta em estudo da criação do Geoparque Uberaba Terra dos Dinossauros. A região é conhecida pelo caráter excepcional de seu patrimônio paleontológico e por sua bela paisagem natural. Com recursos alocados de R$ 2,8 Paleontólogo Luiz Ribeiro diante de fragmento de osso de dinossauro em conglomerado da Formação Marília (Sítio de Peirópolis) Reprodução de Titanossauro em frente ao Museu de Dinossauros de Peirópolis Complexo Cultural e Científico de Peirópolis. Destaque para a réplica do dinossauro Uberabatitan ribeiroi com 11,5 m de comprimento, fóssil encontrado no Sítio da Serra da Galga milhões, garantidos pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e pelo Ministério da Ciência e da Tecnologia (MCT), a iniciativa busca valorizar um patrimônio paleontológico de valor universal e transformar Uberaba em referência para pesquisas e geoturismo, ampliando o importante complexo já instalado Durante o encontro, diversos geossítios foram visitados, alguns reconhecidos mundialmente por conterem uma das mais ricas e diversificadas faunas de vertebrados e invertebrados do Cretáceo Superior brasileiro. Os depósitos fossilíferos estão inseridos nas formações Uberaba e Marília (Bacia Bauru), abrangendo uma ampla área geográfica do município de Uberaba. São descritos no local vários dinossauros, crocodyliformes, lacertíleos, quelônios, anfíbios, peixes, moluscos, crustáceos e vegetais. Os fósseis apresentam excelente estado de preservação e, juntamente com as rochas da região, retratam os ecossistemas terrestres que antecederam às grandes transformações ambientais do final da era Mesozóica. Dos 21 dinossauros descritos no país, cinco estão presentes em Uberaba, justificando o título dado ao município de capital nacional dos dinossauros. A concretização da proposta de criação do Geoparque Uberaba Terra dos Dinossauros é encabeçada pelo Centro de Pesquisas Paleontógicas Llewellyn Ivor Price e Museu dos Dinossauros, ambos ligados à Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Em Peirópolis, bairro de Uberaba localizado a 25 km do centro da cidade, a iniciativa já conta com infra-estrutura de museu, área de escavações paleontológicas, laboratório de preparação de fósseis, centro de visitação com réplicas de dinossauros, além de inúmeras atividades, palestras, visitação dirigida, cursos de capacitação e projetos educacionais como o Programa de Treina- Fotos: Arquivo Schobenhaus Carlos Schobbenhaus, Andreá Trevisol e Luiz Carlos Borges Ribeiro, diante do famoso Sítio Paleontológico da Serra da Galga de onde foram escavados 200 fósseis de Uberabatitan ribeiroi associados a rochas siliciclásticas da Formação Marília do Cretáceo Superior. Durante a visita foram encontrados novos registros fósseis na localidade mento de Estudantes Universitários (Proteu) e a Semana dos Dinossauros que se tornou o maior evento de ensino de paleontologia para o público infanto-juvenil do país, tendo recebido nos últimos cinco anos em torno de participantes de dezenas de cidades. Histórico da proposta Em 2010, a CPRM iniciou, juntamente com os responsáveis locais, a análise in loco da proposta do geoparque. Inicialmente foram descritos e cadastrados geossítios, que abrangem rochas da Bacia Bauru e Formação Serra Geral, no sentido de ampliar a influência e aumentar a visibilidade das atividades relacionadas às geociências e notadamente à paleontologia, já amplamente desenvolvidas no bairro de Peirópolis. Os pontos de visitação, espalhados pelo município de Uberaba, são sítios de escavação, áreas de relevância paleontológica e de beleza paisagística que retratam o contexto geológico e o ambiente de fossilização dos espécimes ali encontrados. Nestes sítios, será possível aprender sobre geologia, história da Terra e em especial sobre a paleontologia da região, que reúne inúmeros registros fossilíferos únicos no planeta, num projeto ímpar de popularização da informação científica, incentivando o turismo paleontológico. Nesses pontos serão montados painéis interpretativos sobre os paredões e afloramentos rochosos. As pessoas poderão aprender sobre geologia e paleontologia de forma natural. Fóssil de Uberabasuchus terrificus encontrado no Ponto 1 de Price (Caieira) do Sítio de Peirópolis. Espécie de Crocodyliforme único no planeta e mais completa ocorrência paleontológica achada na região desde o início das pesquisas no ano de 1945 Participaram do encontro os geólogos Carlos Schobbenhaus, coordenador nacional do Projeto Geoparques (CPRM) e presidente da Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleobiológicos (SIGEP), Andreá Trevisol, coordenadora regional desse projeto, e Lúcio Martins, ambos da Superintendência Regional da CPRM de Belo Horizonte, o paleontólogo Luiz Carlos Borges Ribeiro, diretor do Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price (Centro Price) e do Museu dos Dinossauros de Peirópolis, Vicente de Paula Antunes Teixeira, médico e coordenador do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis da UFTM e a bióloga Mara Lúcia da Fonseca Ferraz da UFTM. Serviço Geológico - Página 3

4 Brasil e Colômbia estudam a sedimentação dos rios nas regiões de Tabatinga e Letícia Vista aérea do rio Amazonas, Letícia-Colômbia. Neste local o meandro do rio encontra-se em processo de assoreamento Vista aérea do Porto de Tabatinga, rio Solimões Serviço Geológico - Página 4 Reunião técnica da Comissão Mista de Inspeção dos Marcos da Fronteira Brasileiro Colombiana O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou, no final de 2010, de uma reunião técnica da Comissão Mista de Inspeção dos Marcos da Fronteira Brasil-Colômbia. O encontro teve como objetivo a busca de soluções para a sedimentação dos rios das regiões de Tabatinga, município do Estado do Amazonas no Brasil, e Letícia, localizada na Colômbia, a partir de análise conjunta das dificuldades provocadas pela sedimentação dos portos fluviais, de modo a que se garanta boas condições de uso dos portos em benefício das populações de ambos os países. Reunião técnica No primeiro dia de reunião, houve uma apresentação feita pelos colombianos, sobre a proposta de um projeto de desassoreamento do porto de Letícia e desvio do rio Amazonas. À tarde, os técnicos visitaram o rio Amazonas/Solimões, nas áreas portuárias e nas ilhas e margens dos rios. No segundo dia, o superintendente da CPRM de Manaus, geólogo Marco Antônio Oliveira, fez um relato sobre o comportamento hidrológico dos grandes rios na Amazônia, na qual a baixa declividade da linha d água, extensa planície aluvial e grande volume de sedimentos transportados, em suspensão e por arraste de fundo, levam ao caráter meandrante do rio e provocam a contínua migração do seu canal. Este processo é bastante intenso e ocorre na escala de alguns anos. Após o debate, ficou acordado que qualquer intervenção na dinâmica do rio Amazonas, seja a dragagem do trecho assoreado, como o desvio do rio, poderia ter resultados imprevisíveis, ainda mais prejudiciais aos portos fluviais dos municípios dos dois países. Com base na análise, os técnicos se convenceram da necessidade de um estudo mais aprofundado sobre a dinâmica fluvial e as alternativas para a operacionalização do porto. Também decidiu-se pela constituição de um grupo de trabalho binacional para elaborar e apresentar estudo para a resolução do problema de assoreamento do Porto Fluvial de Letícia. O grupo deverá apresentar seus resultados durante seminário que será realizado na Colômbia no segundo semestre deste ano. Conclusões Durante o encontro, os técnicos concluíram que o problema de assoreamento do porto Fotos: Sureg-MA fluvial de Letícia é devido à migração do canal do rio Amazonas, que abandonou seu meandro, passando a fluir do outro lado da ilha que separa a Colômbia do Peru, deixando o porto de Letícia no meandro abandonado, que, por sua vez, em função da diminuição da velocidade do rio passou a sofrer uma gradativa sedimentação e consequente assoreamento. No período de águas altas, que vai de janeiro a junho, o porto funciona normalmente, no entanto, no período de águas baixas, há dificuldade de atracação de embarcações de maior calado. Em eventos hidrológicos extremos, como a vazante deste ano, onde o nível do rio atingiu o menor valor já registrado, o porto fluvial de Letícia ficou totalmente sobre a praia, apesar de ser flutuante. Também o porto fluvial de Tabatinga, localizado a poucos quilômetros abaixo e na mesma margem do porto de Letícia, provavelmente deverá sofrer o mesmo fenômeno de abandono do meandro, com a migração da barra fluvial a jusante, o que poderá criar a mesma situação de porto seco verificado em Letícia, nos períodos de estiagem severa. O Serviço Geológico do Brasil participou do encontro por solicitação do Ministério das Relações Exteriores à Assessoria de Assuntos Internacionais da CPRM (Assuni). Pelo Itamaraty, participou Dalberson Monteiro da Silva, representando a Comissão Mista de Demarcação de Fronteira. O Brasil também contou com um representante do Ministério dos Transportes, responsável pelos portos e hidrovias na Amazônia e um representante da Capitania dos Portos. Nova reunião Nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro ocorrerá a segunda rodada de reunião, na cidade de Letícia, na Colômbia.

5 Curso marca início da Bacia-Escola do Rio Catu No período de 13 a 17 de dezembro de 2010, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) realizou o 1º Curso de Capacitação em Hidrometria na Bacia-Escola de Catu. O curso marcou o início do projeto de implantação da Bacia-Escola do Rio Catu, uma instância dotada de infraestrutura adequada, com vistas a realizar a capacitação de pessoal e avaliar processos hidrológicos, dando suporte a pesquisas internas e externas, inclusive de programas de pósgraduação. Aula teórica sobre pluviometria Aula prática de instalação de seção de medição Fotos: Sureg-SA Realizado no Instituto Federal Baiano (IFB) - Campus Catu, os temas ministrados abordaram: a introdução à hidrometria com noções de hidrologia; georreferenciamento; e monitoramento da qualidade da água. Destinado aos técnicos da CPRM de Salvador e alunos e ex-alunos do IFB, as aulas constaram de formação teórica e prática. Nas aulas práticas os alunos instalaram a 1ª Estação Pluviométrica (Estação IF-Catu) e a 1ª Estação Fluviométrica (Estação Ponte Rua Nova) da Bacia-Escola do Rio Catu. No dia 16 de dezembro, foi realizada uma reunião na Reitoria do IFB, em Salvador, com o objetivo de discutir as bases para a assinatura de um convênio de cooperação técnico-científico entre o Instituto, o Serviço Geológico do Brasil, o Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/UFR- GS) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Esse Convênio terá como objeto formalizar a cooperação técnico-científica entre as instituições visando a formação profissional, a pesquisa e a extensão nas áreas de hidrologia, hidrometria e meio ambien- Organização O curso de capacitação foi realizado a partir da iniciativa da Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial (Gehite) da Superintendência Regional de Salvador (Sureg-SA) junto com a Divisão de Hidrologia Aplicada (Dihapi) e o Instituto Federal Baiano. Representando o IFB Campus Catu, o curso contou com o apoio dos professores Alex Batista Dias (diretor-geral), Osvaldo Santos de Brito (coordenador-geral de Educação) e Maria Matilde de Almeida (coordenadora do Projeto). Convênio de Cooperação e Apoio Técnico-Científico Reunião para Assinatura do convênio entre o IFB, CPRM, PH/UFRGS e UFBABV te. Estiveram presentes o Reitor Sebastião Edson Moura e outros representantes do Instituto, professores da UFBA e representantes da Sureg-SA e da Dihapi da CPRM. Aula prática de medição de descarga com Flow Tracker Aula prática de georreferenciamento Estação Pluviométrica IF-Catu instalada durante o Curso Boletim Virtual REDAÇÃO E EDITORAÇÃO: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA CPRM JORNALISTA: Ricardo Jonusan Chefe da Assessoria de Comunicação EQUIPE DE APOIO: Irinéa Silva e Luiza Leal (RJ) - Adriano Monteiro (DF) ESTAGIÁRIOS DE JORNALISMO: Ana Luiza Lugão (DF) Pricilla Basilio, Rosiane Barbosa e Taiane Favarin (RJ) / Ministério de Minas e Energia: Ministro: Márcio Zimmermann Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral: Secretário: Claudio Scliar Diretoria do Serviço Geológico do Brasil - CPRM Diretor-presidente: Agamenon Dantas Diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM): Manoel Barretto Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT): José Ribeiro Diretor de Administração e Finanças (DAF): Eduardo Santa Helena Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento (DRI): Fernando Carvalho

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