O CIENTISTA FACE À INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA: UM EXEMPLO DA HISTÓRIA DA CIÊNCIA E SUAS LIÇÕES

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1 O CIENTISTA FACE À INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA: UM EXEMPLO DA HISTÓRIA DA CIÊNCIA E SUAS LIÇÕES Roberto de Andrade Martins * Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Brasil ** INTRODUÇÃO Cada tipo de profissional tem uma visão peculiar acerca dos arquivos. Suas necessidades, expectativas e metas são diversas. A falta de compreensão mútua entre os responsáveis pelos arquivos e seus usuários ocasiona muitos obstáculos e conflitos. Por isso, é importante estreitar o contato entre arquivistas e usuários para que os arquivos se tornem mais úteis i. Este é o problema geral abordado neste artigo: Quais são as necessidades, expectativas e metas dos pesquisadores que utilizam os arquivos? No entanto, não será discutido o problema sob forma genérica, e sim pelo estudo de um caso particular. A questão será analisada sob o ponto de vista dos historiadores da ciência, apresentando seus anseios e dificuldades. Embora se trate de um caso particular, muitos dos aspectos abordados são também relevantes no caso de outros pesquisadores. Primeiramente será apresentado um exemplo concreto de pesquisa em história da ciência, para exemplificar as técnicas gerais de busca de informações utilizadas. Depois, serão indicadas as necessidades dos pesquisadores na utilização dos arquivos históricos. Por fim serão sugeridos novos instrumentos que consideramos úteis para a pesquisa. EXEMPLO DE PESQUISA HISTÓRICA O exemplo particular de pesquisa em história da ciência que será utilizado aqui é uma tese de mestrado desenvolvida por Walmir Thomazi Cardoso ii. Trata-se de uma investigação sobre uma obra científica portuguesa do século XVI: o Tratado da Sphæra, por Perguntas e Repostas a Modo de Dialogo. O objeto de estudo é um texto sobre astronomia e cosmologia, atribuído a João de Castro ( ), navegador e vice-rei da Índia portuguesa. Essa obra permaneceu inédita até o século XX, tendo sido publicada pela primeira vez em 1940 iii. Somente se conhece um único exemplar manuscrito desse texto: uma cópia efetuada no século XVII, provavelmente por um espanhol iv. Não vem ao caso descrever aqui todo o processo de investigação histórica realizado sobre esse texto. Serão apresentados apenas alguns procedimentos gerais de estudo, indicando especialmente os recursos arquivísticos que gostaríamos de utilizar, apontando as dificuldades atualmente encontradas em tal tipo de estudo. BUSCA DE OBRAS SEMELHANTES

2 Em uma pesquisa sobre história da ciência é de grande importância comparar a obra estudada com outras semelhantes, da mesma época (ou de épocas próximas). Pode-se assim tentar localizar as fontes utilizadas pelo texto, encontrar semelhanças, detectar aspectos originais, estabelecer influências etc. No século XVI a astronomia tinha especial interesse v para: os navegadores (que utilizavam os astros para sua orientação geográfica; os médicos e cirurgiões (a astrologia era muito utilizada em diagnósticos e tratamentos); os religiosos (que precisavam fazer cálculos sobre as datas das festas mutáveis); os agricultores (que empregavam conhecimentos astronômicos e astrológicos para escolher as épocas de plantio e colheita). Nessa época, foram publicados em Portugal vários tipos de obras populares relacionadas à astronomia vi : Reportórios dos tempos (textos populares, contendo informações sobre astrologia, cosmologia e astronomia); Calendários (dedicados ao cálculo dos dias das festas religiosas); Almanaques e tabelas com dados astronômicos; Regimentos para uso náutico. Os colégios e universidades daquela época ensinavam também astronomia, e assim encontramos outras publicações portuguesas sobre astronomia de caráter mais erudito: Os famosos Comentários da Universidade de Coimbra às obras de Aristóteles; Traduções portuguesas do Tratado da esfera de Johannes Sacroboscus vii (anônimo, 1507; Pedro Nunes, 1537); Teses filosóficas sobre temas astronômicos. Sob o ponto de vista de seu conteúdo, o Tratado da sphaera a modo de dialogo mostra semelhanças com diversas obras portuguesas do século XVI. Por um lado, ele utiliza uma estrutura muito parecida com a do Tratado da esfera de Sacrobosco. Por outro lado, apresenta em muitos pontos um estilo escolástico que lembra os Comentários de Coimbra. Em certos aspectos, assemelha-se também a outras obras da época de aspecto mais prático, como os regimentos e reportórios. Esta obra tem um estilo literário especial: é escrita sob forma de diálogo entre um Mestre e um Discípulo. É um estilo que remete às práticas acadêmicas da época, e que foi utilizado por outros autores do período viii. Não se conhece, no entanto, nenhuma outra obra portuguesa sobre astronomia sob forma de diálogo, escrita no século XVI. Estabelecidos esses pontos, devem ser procurados outros textos da época, para comparação com esse Tratado da sphæra a modo de diálogo. A investigação procura identificar, por um lado, textos impressos da época semelhante ao objeto de estudo. Para isso são utilizadas bibliografias, catálogos e estudos históricos anteriores. Não vem ao caso

3 descrever esse aspecto da pesquisa, aqui. O ponto mais relevante é: como procurar textos inéditos, da época, semelhantes ao Tratado da sphæra a modo de diálogo? BUSCA DE MANUSCRITOS Como se podem localizar manuscritos úteis a essa pesquisa histórica? É necessário buscar documentos que obedeçam a diversos critérios: Assunto: interessam textos inéditos sobre temas astronômicos ou cosmológicos; Critério geográfico: textos escritos por autores portugueses ou espanhóis; Critério cronológico: trabalhos escritos no século XVI. Tendo em vista tal tipo de documentos, um historiador pode procurar manuscritos semelhantes a esses por dois métodos principais: 1. Ele pode tomar como ponto de partida estudos sobre o assunto (astronomia ibérica do século XVI) realizados anteriormente por outros historiadores, buscando nesses estudos prévios referências a textos inéditos importantes ix. No entanto, esse método não permite localizar fontes pouco estudadas apenas permite tomar conhecimento daquilo que já é bem conhecido. 2. Para localizar textos pouco estudados anteriormente, o historiador pode procurar localizar outros documentos utilizando catálogos de arquivos (sob forma impressa, ou sob forma de fichários, ou ainda em formato eletrônico). O uso de catálogos impressos apresenta a vantagem de que eles podem ser consultados em qualquer parte do mundo onde haja cópias dos mesmos; muitas vezes podem ser copiados ou emprestados, quando não estão disponíveis no local onde o pesquisador está. Há, porém, algumas dificuldades: não existem catálogos impressos de todas as coleções antigas, e geralmente os catálogos publicados não possuem índices por assunto. Os catálogos não impressos, disponíveis nos próprios arquivos, sob forma de fichários, inventários etc., possuem algumas vantagens sobre os catálogos impressos: possuem mais informações (descrevem maior número de documentos, e possuem descrições mais completas) e algumas vezes possuem índices. No entanto, para poder consultar esse tipo de instrumento de busca é necessário visitar o próprio arquivo ou biblioteca onde se encontra o catálogo, o que dificulta muito o trabalho do pesquisador quando ele não vive na mesma cidade onde está o acervo. Além disso, raramente existem índices que permitam localizar documentos por assunto. Além dos instrumentos de busca existentes apenas nos próprios locais e dos catálogos impressos, surgiram na última década do século XX os catálogos eletrônicos (bases de dados) que podem ser consultados através da Internet. Tais instrumentos de busca possuem a enorme vantagem (sob o ponto de vista do pesquisador) de poderem ser utilizados por pessoas que estejam em qualquer parte do mundo. Além disso, geralmente permitem buscas complexas, por palavras-chave, utilizando também condições geográficas, cronológicas, e outras. Infelizmente, no entanto, existem poucas bases de dados sobre manuscritos disponíveis na Internet, e as que existem são muito incompletas, ainda.

4 Diante dessa situação, é fácil perceber os principais problemas com que o pesquisador se defronta, ao fazer uma pesquisa que exige a procura de documentos inéditos relevantes. Dependendo do objeto de estudo, podem existir documentos importantes espalhados por muitos arquivos de diversos países. É claro que um estudo sobre o desenvolvimento de uma instituição científica é muito mais simples do que uma investigação sobre história conceitual da ciência, sob o ponto de vista da procura de documentos, pois nesse caso pode-se geralmente encontrar toda (ou quase toda) a documentação em um único local. Assim, uma pessoa que queira estudar a história da criação e evolução de um determinado laboratório de química ou um observatório astronômico, por exemplo, poderá encontrar a maior parte dos documentos inéditos existentes na própria instituição. No entanto, no caso específico de uma investigação sobre a história conceitual da ciência, como o exemplo aqui citado, não é possível delimitar uma instituição ou local onde os documentos devem ser procurados. Como, então, localizar esses documentos? Viajando por todo o mundo e consultando os catálogos locais de muitos arquivos diferentes? Isso não é possível, normalmente. O que pode ser feito atualmente? Com os instrumentos atualmente disponíveis, consultando muitos catálogos, obras bibliográficas etc., podemos encontrar alguns poucos manuscritos sobre astronomia ou cosmologia, do século XVI, escritos por portugueses ou espanhóis. O que os pesquisadores gostariam de poder fazer? No exemplo particular aqui apresentado, gostaríamos de poder fazer buscas através da Internet, em uma base de dados internacional que contivesse informações sobre os principais arquivos dos países de tradição ibérica, e que permitisse localizar manuscritos sobre astronomia ou cosmologia, do século XVI, escritos por autores portugueses ou espanhóis. Dessa forma, sem sair de nossas universidades, poderíamos em poucas horas de trabalho descobrir a existência e localização dos documentos relevantes para nossa pesquisa. Note-se que o desideratum aqui apresentado não corresponde a uma simples transformação dos catálogos de cada arquivo em bases de dados. Se 20 ou 200 arquivos criarem bases de dados independentes, será necessário fazer consultas individuais a essas 20 ou 200 bases de dados para procurar os documentos relevantes. O trabalho ficará muito mais difícil e lento. PROBLEMAS ESPECIAIS Em alguns casos, os pesquisadores se defrontam com problemas especiais de busca de documentos. No exemplo que estamos tratando aqui, sabe-se que a única cópia conhecida do Tratado da sphæra atribuído a João de Castro é assinada por Palomares. Não se sabe se esse Palomares foi apenas um copista, ou um astrônomo. Não se sabe se ele apenas copiou o texto, pois pode ter sido até mesmo seu autor. Torna-se importante, por isso, investigar se existem outros manuscritos copiados por esse mesmo Palomares; e se existem

5 outros documentos dessa pessoa, ou sobre ela, que nos permitam saber algo sobre quem foi Palomares. Infelizmente, é muito difícil localizar documentos de pessoas obscuras. É relativamente fácil encontrar documentos de Dom João de Castro, pois foi um personagem importante da história portuguesa. Pelo contrário, documentos deste Palomares podem não ter sido conservados, ou podem não ter sido catalogados. Além disso, se Palomares foi meramente um copista, os catálogos de manuscritos e seus índices dificilmente permitirão localizar outros documentos copiados por ele. Os historiadores não podem se contentar, por isso, com catálogos e índices sumários. O ideal, para os pesquisadores, seria poder consultar através da Internet uma base de dados internacional, com informações dos principais arquivos dos países de tradição ibérica, que nos permitisse localizar manuscritos sobre astronomia associados a Palomares, seja esse o nome do autor ou do copista ou o nome de alguém citado no documento. Se isso fosse possível, poderíamos ter encontrado em poucos minutos este manuscrito: Descripción del eclipse de Luna visto y hecho en Panamá por el cosmógrafo Alonso de Palomares Vargas.Este documento realmente existe, mas só foi possível localizá-lo por acaso x. Podem existir muitos outros documentos relevantes que fomos incapazes de descobrir. O Tratado da sphaera foi escrito sob forma de diálogo. Como poderíamos localizar outros manuscritos da época que utilizaram essa mesma forma literária? A não ser que o próprio título do documento contenha a palavra diálogo, isso será impossível, utilizando os instrumentos disponíveis para pesquisa. O Tratado da sphaera se inicia com a palavra IESVS. Seria isso comum, na época? Seria uma indicação de que o autor tinha alguma conexão com os Jesuítas xi, por exemplo? Ou seria um tipo de invocação que qualquer pessoa da época poderia utilizar? Para responder a essa pergunta, seria necessário poder localizar outros manuscritos com o mesmo início. No caso de textos medievais, é comum que a descrição do documento inclua o seu incipit. No entanto, para textos do Renascimento ou modernos, essa não é uma prática comum. Por isso, utilizando os instrumentos usuais de pesquisa, seria impossível localizar outros documentos do século XVI que se iniciem com a palavra IESVS. Resumindo: as principais dificuldades encontradas pelos historiadores na busca de documentos em artigos se devem, por um lado, à própria estrutura dos instrumentos de localização, e por outro à dificuldade de acesso a esses instrumentos. O historiador pode precisar localizar documentos através de critérios variados e muito especiais, e os critérios utilizados pelos arquivistas para criar os instrumentos de busca nem sempre satisfazem as necessidades do pesquisador. Além disso, o investigador pode não conseguir ter acesso aos instrumentos de localização existentes: pode ter dificuldade em obter os catálogos impressos existentes; pode ter dificuldade em viajar e visitar os próprios arquivos; e praticamente não existem bases de dados sobre manuscritos, na Internet. CONSERVAÇÃO DE DOCUMENTOS

6 Alguns documentos importantes podem existir nos arquivos, mas é impossível encontrá-los pela inexistência de instrumentos adequados de busca. Muitos outros documentos que poderiam ser úteis à nossa pesquisa devem ter existido, mas não foram conservados. Certamente foram perdidos ou destruídos muitos manuscritos científicos do século XVI, assim como cartas e outros documentos da época. Atualmente existem nos arquivos muitos documentos oficiais e administrativos, assim como documentos de pessoas consideradas importantes (principalmente sob o ponto de vista político). No entanto, é conservada apenas uma fração minúscula daquilo que os cientistas (filósofos, escritores, artistas etc.) escreveram e não publicaram. As bibliotecas conservam a parcela da cultura humana que chegou a ser publicada. Como são impressas muitas cópias de cada livro, folheto ou jornal, é muito provável que em alguma biblioteca do mundo exista pelo menos uma cópia de qualquer trabalho que tenha sido publicado. Mesmo no caso dos livros mais antigos (incunábulos), pode-se estimar que foi conservada uma proporção superior a 95% de tudo o que já se imprimiu. Pelo contrário, a maior parte da produção cultural da humanidade (incluindo a ciência) que não chegou a ser publicada costuma desaparecer, não sendo conservada nem mesmo nas instituições científicas e culturais. Nada se pode fazer com relação a documentos antigos que foram perdidos. Essas perdas são irrecuperáveis. É possível, no entanto, planejar uma política de coleta e conservação de documentos que poderão ser úteis à pesquisa futura. ACESSO AOS DOCUMENTOS Suponhamos que os documentos relevantes para uma pesquisa foram preservados e localizados. Como obter acesso aos documentos? Uma primeira possibilidade é ir ao próprio arquivo para consultar esse material. No entanto, o custo de viagens é sempre alto, e só se justifica quando todos (ou quase todos) os documentos importantes se encontram em um único local (ou poucos lugares próximos). Outra possibilidade é obter uma cópia do documento (sob forma de microfilme ou outro suporte). Mas existem dificuldades práticas. Alguns arquivos não autorizam cópias de seu material. Mesmo quando a cópia é possível, é comum que o pesquisador se defronte com uma grande lentidão, devida à burocracia, ao correio lento, à falta de cooperação dos funcionários, etc. O próprio pagamento das cópias costuma ser um problema complicado, pois muitas instituições só podem receber pagamento sob forma de dinheiro ou cheque. Para pesquisadores de outros países, esse procedimento é quase impossível. Por fim, quando o pesquisador consegue obter uma cópia (geralmente em microfilme), defronta-se com outro problema prático: ele só poderá ler o microfilme deslocando-se para uma biblioteca ou local onde existam as máquinas de leitura de microformas, e não poderá utilizar o microfilme em sua casa ou escritório. É possível obter cópias em papel a partir do microfilme, mas essas cópias são muito mais caras do que fotocópias comuns. O que os pesquisadores desejam? Gostaríamos que houvesse um processo simples de solicitação de cópias (por Internet), com a possibilidade de fazer pagamento eletrônico (por

7 cartão de crédito). Gostaríamos que o custo dos serviços fosse baixo, e que o atendimento fosse rápido. E atualmente gostaríamos de poder obter cópias digitais, enviadas por ao pesquisador, pois computadores existem por toda parte, mas máquinas leitoras de microfilme são relativamente raras em qualquer universidade. Dispondo de uma cópia digital, o pesquisador poderá utilizar esse material facilmente, e também imprimi-lo em papel, a baixo custo, se assim o desejar. Os arquivistas se preocupam com a conservação dos documentos, e por isso ainda dão preferência a microfilmes (em vez de digitalização), pois sabem que um microfilme pode ser conservado durante um século, e não sabem se um meio digital (como um CD-ROM) poderá ser utilizado dentro de um século. Mas o pesquisador tem necessidade imediatas. Ele não quer uma cópia em microfilme para guardar durante cem anos, ele quer algo que possa ser utilizado durante os próximos meses ou, no máximo, alguns anos. POLÍTICA DE CONSERVAÇÃO Ao pesquisador que investiga a história conceitual da ciência interessa saber: O que os cientistas de certa época pensavam? Como trabalhavam? Como se comunicavam entre si? Como ensinavam e difundiam suas idéias? Embora a documentação administrativa possa ser útil ao historiador da ciência, ele precisa ter acesso a outros tipos de documentos: correspondência científica projetos de pesquisa cadernos de anotações rascunhos e trabalhos inéditos outros documentos produzidos pelos cientistas como parte de sua atividade intelectual, e não meros registros de sua vida administrativa Algo semelhante se aplica a todas as formas de história cultural, como a história da educação, a história das artes, a história das religiões, a história da literatura e outros campos semelhantes. Embora a documentação administrativa possa ser útil ao historiador, ele necessita ter acesso a outros tipos de documentos e precisa que eles sejam preservados. A quem cabe esse trabalho de preservação? Aos arquivos nacionais? Aos arquivos regionais? Aos arquivos universitários? Ninguém parece se sentir responsável por esse trabalho. Atualmente existe pouca preocupação em coletar e preservar documentos que interessam aos historiadores da ciência e da cultura. Neste mesmo momento, muitas instituições científicas e culturais de nossos países estão descartando documentos de grande importância para a história cultural. Neste mesmo momento, muitos cientistas e intelectuais, ou suas famílias, estão destruindo documentos fundamentais para a compreensão de nossa história. Seria de enorme importância criar políticas de preservação desse tipo de documentos xii.

8 Será possível fazer alguma coisa? Sim, e existem exemplos positivos. Nos Estados Unidos da América, o American Institute of Physics desenvolve um projeto de preservação de documentos de físicos contemporâneos. O Center for the History of Physics xiii está procurando e coletando ativamente documentos, está estimulando as instituições a conservarem seus documentos e está oferecendo apoio técnico e financeiro a instituições de vários países que queiram preservar seus manuscritos científicos. Trata-se de uma iniciativa que já recebeu importantes prêmios em reconhecimento por esse trabalho. Infelizmente, esta é uma iniciativa isolada, abrangendo apenas uma área (a física) e quase exclusivamente um país (Estados Unidos da América). Os pesquisadores podem pedir que os documentos sejam preservados, mas não lhes compete a responsabilidade por essa preservação. Cabe aos Arquivos Nacionais e às associações arquivísticas nacionais e regionais tomarem iniciativas de coleta e preservação de documentos importantes para a história cultural de nossos países. DESCRIÇÃO DE DOCUMENTOS Algumas vezes, os documentos são preservados mas não são descritos. Documentos não descritos são documentos mortos ou perdidos. A descrição de manuscritos é essencial para que sua preservação tenha utilidade. Existem diferentes níveis e tipos de descrição. As unidades descritas podem ser pequenos documentos individuais (como cartas) ou grandes acervos de documentos; e a descrição de cada unidade pode ser muito simples ou complexa, com diferentes tipos de descritores. O historiador da ciência (como outros usuários) pode necessitar de informações sobre documentos individuais (por exemplo, determinadas correspondências) ou sobre grupos de documentos mais amplos (por exemplo, uma sociedade científica antiga, ou uma certa expedição científica). O historiador da ciência, como outros usuários, precisa de informações sobre: tipo de documento autores dos documentos e pessoas citadas destinatários de correspondências datas (exatas ou aproximadas) instituições e locais onde foram produzidos conteúdo do documento A descrição do conteúdo depende do uso que se queira fazer do documento. O historiador da ciência necessita de informações detalhadas sobre os assuntos científicos abordados nos documentos, sobre pessoas citadas e sobre o estilo do mesmo. É importante saber, por exemplo, que o documento trata sobre astronomia, geografia, botânica, etc. Além disso, é relevante saber que o documento se refere a Ptolomeu, a Sacrobosco ou a

9 Palomares, por exemplo. É igualmente importante saber que se documento é uma obra didática, ou um rascunho de trabalho científico etc. É importante deixar claro que não estou dizendo que seja necessário classificar e organizar os documentos por assunto, como livros em uma biblioteca. Isso é desnecessário, e além disso é indesejável e impossível. A classificação de livros em uma biblioteca se destina a organizá-los fisicamente de modo a agrupar em um mesmo local obras sobre assuntos semelhantes. No caso de arquivos, os documentos devem manter sua organicidade, e não ser agrupados por assuntos. Não se trata portanto de classificar os documentos como livros, mas de descrevê-los de forma mais completa. Para o historiador da ciência (e outros), índices de assuntos são de enorme importância, e nem sempre estão disponíveis. Também é importante deixar claro que não estou dizendo que seja necessário fazer uma descrição completa dos documentos. Isso é impossível. Nem mesmo copiando todo o conteúdo de um documento se consegue descrevê-lo completamente. É preciso respeitar limites práticos mas, dentro das possibilidades, fazer uma boa descrição do conteúdo dos documentos. INSTRUMENTOS DE LOCALIZAÇÃO Após a descrição dos documentos, é necessário criar instrumentos de busca. Muitas vezes existem inventários sem índices (descrevem os documentos na ordem em que estão). Um inventário desse tipo é melhor do que nada; porém, para o usuário, é desejável a produção de índices de todos os tipos: cronológicos; geográficos; por nomes de pessoas; assuntos; outros. Os índices mais úteis para os pesquisadores são os mais detalhados, como indicado acima. Mas, além disso, há outras características que aumentam o valor de um índice: ser mais abrangente; permitir buscas complexas; possibilitar utilização à distância. Vamos explicar melhor esses itens. Quando um historiador quer encontrar certos documentos e não existem pistas sobre sua existência ou localização, que tipo de instrumento pode ajudá-lo? Evidentemente, os índices que abranjam uma maior quantidade de documentos e de arquivos são mais úteis para os pesquisadores, pois permitem uma busca mais rápida. Um índice de uma única coleção é menos útil do que um índice de todo um arquivo ou de todo o país.

10 Por outro lado, é fácil compreender por qual motivo o pesquisador necessita efetuar buscas complexas. Ele pode precisar procurar documentos do século XVI, de autores portugueses e espanhóis, sobre astronomia. Como achar um documento que preencha ao mesmo tempo diversas condições? Com os instrumentos tradicionais, essa busca só pode ser feita através de um lento trabalho manual. Um índice informatizado (uma base de dados), que possibilita combinar diversas condições através de uma busca booleana, é muito mais útil do que um índice sob forma de fichário. Ou seja: os índices que permitem buscas complexas são mais úteis para os pesquisadores. Por fim, os pesquisadores querem ser capazes de descobrir a existência e a localização de um documento sem ter que ficar viajando por diversas cidades e países. Assim, os índices que possam ser utilizados longe dos arquivos são mais úteis para os pesquisadores. Um índice impresso é mais útil do que um fichário; e um índice colocado na Internet é mais útil do que um índice impresso. O QUE PODE SER FEITO Atualmente, um historiador da ciência que esteja procurando documentos inéditos relativos a estudos médicos portugueses no século XVII sobre o escorbuto, ou buscando correspondência de um determinado engenheiro do século XIX, tem enorme dificuldade de encontrar tais manuscritos. O que os historiadores gostariam de ter? O ideal seria dispor de bancos de dados sobre manuscritos com informações detalhadas, abrangendo os acervos de grande número de arquivos dos países de tradição ibérica e que essas bases de dados estivessem disponíveis pela Internet. E isso de fato pode ser feito. Para isso, é desejável aproveitar tudo o que já está disponível, reunir esforços de muitas instituições e unificar o trabalho de diversos países. A informatização das bibliotecas e a integração de suas bases de dados está muito mais avançada do que no caso dos arquivos. Em Portugal, a Biblioteca Nacional de Lisboa criou uma base de dados central (PORBASE), que contém informações sobre livros de mais de 100 bibliotecas importantes do país xiv. Por enquanto, essa base de dados contém principalmente informações sobre livros recentes, sendo por isso menos útil para os historiadores, mas os acervos antigos estão também sendo progressivamente adicionados a essa grande base de dados. Na Espanha, está sendo criado o Catálogo Colectivo del Patrimonio Bibliográfico Español, com a cooperação de 500 bibliotecas da Espanha xv. Esses são exemplos de importantes iniciativas, que poderiam ser imitadas pelos arquivos ibéricos. Utilizando-se trabalho arquivístico já realizado, é possível criar instrumentos de enorme utilidade. Como um primeiro passo, pode-se utilizar catálogos já existentes e, a partir deles, criar grandes bases de dados. Um projeto recente xvi produziu um índice relativo a cartas trocadas entre os mais importantes físicos de todo o mundo, até o início do século XX. Esse índice baseou-se apenas em catálogos publicados por muitas instituições. No entanto, sendo muito mais

11 abrangente e possuindo uma boa estrutura de indexação, é muito mais útil para o pesquisador do que os catálogos que serviram para sua construção. Estamos desenvolvendo desde 1990 um conjunto de bases de dados na UNICAMP (projeto LUSODAT). Estamos reunindo informações sobre documentos de interesse para a história da ciência, medicina e técnica em Portugal e no Brasil (do século XV até 1900). O ponto de partida foi, igualmente, o uso de catálogos e estudos já publicados. Através do projeto LUSODAT, já é possível localizar milhares de mapas e documentos científicos antigos (e também livros) sem precisar consultar centenas de catálogos e obras de referência. As diversas bases de dados do projeto contêm cerca de registros. Por enquanto, essas bases só podem ser utilizadas na UNICAMP, mas logo poderão ser acessadas pela Internet xvii. A reunião de esforços das principais instituições dos países de tradição ibérica permitiria, em poucos anos e sem gastos exagerados, construir uma grande base de dados unificada sobre nossos acervos documentais. Seria relativamente rápido e fácil realizar esse tipo de trabalho começando pelos acervos mais antigos (por exemplo, anteriores ao século XVII). Uma base de dados desse tipo, que pudesse ser consultada através da Internet, seria de valor inestimável e permanente para os historiadores. TORNANDO OS ARQUIVOS MAIS ÚTEIS Há arquivos (e bibliotecas) que se preocupam tanto com a proteção de documentos (e livros) que se fecham ao público. É importante, por isso, lembrar que a preservação de documentos é um meio para que esses documentos possam ser utilizados, e não um fim. Se não existissem pesquisadores, seria inútil conservar documentos históricos. Deve-se facilitar ao máximo o acesso aos documentos, respeitando-se no entanto as restrições legais e as condições de conservação dos documentos. Nenhuma outra razão deve servir de obstáculo ao pleno uso dos documentos pelos historiadores. Fornecer cópias dos documentos aos pesquisadores e permitir sua publicação não desvaloriza o acervo do arquivo. Quanto mais utilizado e mais conhecido é um acervo documental, maior é o seu valor como instrumento cultural. Além de uma atitude geral de abertura aos pesquisadores, os arquivos precisam se atualizar tecnologicamente, para se tornarem mais úteis aos seus usuários. Atualmente existem processos de digitalização de documentos que são baratos e não danificam os originais. Como já foi indicado anteriormente, para fins de pesquisa esses processos são melhores do que microfilmes. É importante também facilitar a aquisição de cópias de documentos, à distância. Já existem diversas instituições nos Estados Unidos da América e na Europa que permitem solicitação de cópias por Internet e pagamento por cartão de crédito. Não há dúvidas de que esse será o procedimento adotado universalmente no futuro. Por que nos apegarmos aos métodos antigos?

12 O SONHO DOS HISTORIADORES A cultura científica é parte importante da tradição cultural de nossos países. É de grande importância o estabelecimento de políticas gerais, nacionais e internacionais, de coleta, preservação, organização, descrição, indexação e acesso a documentos históricos. Em um futuro próximo, espero que seja possível, de minha sala na universidade, através da Internet, ter acesso a uma base de dados dos países de tradição ibérica de manuscritos históricos, localizar documentos através de buscas complexas e obter cópias dos mesmos de forma rápida e barata. É claro que estou apresentando aqui apenas um dos lados da questão o lado do pesquisador. Mas, como foi indicado no início deste artigo, a comunicação entre os responsáveis pelos principais arquivos dos países de tradição ibérica e os pesquisadores que utilizam esses documentos é de grande utilidade para o estabelecimento de políticas adequadas. A decisão de desenvolver (ou não) novos instrumentos de trabalho não depende dos usuários e sim dos responsáveis pelos arquivos. Dependerá dessas pessoas diretores e arquivistas decidir se os anseios dos pesquisadores poderão ser atendidos, ou não Este trabalho foi originalmente divulgado por ocasião do Seminário Internacional de Arquivos de Tradição Ibérica, sob a forma de uma apresentação Power Point, que está disponível para download na Internet, no endereço: * ** Home-page: i O autor espera que esse contato entre arquivistas e usuários nunca se transforme na mera coleta de dados através de questionários. Uma conversa informal de meia hora entre um arquivista e um historiador que esteja utilizando um arquivo pode ser muito mais útil do que a fria aplicação de uma centena de questionários. ii CARDOSO, Walmir Thomazi. Conceitos e fontes do Tratado da Esfera a Modo de Diálogo atribuído a João de Castro. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica, Dissertação orientada por Roberto de Andrade Martins. iii CASTRO, João de. Tratado da Sphaera, da Geografia, Notação Famosa, Informação sobre Maluco. Prefácio e notas de A. Fontoura da Costa. Lisboa: Agência Geral das Colônias, iv Biblioteca Nacional de Madrid, MS. n 1:140. v GINGERICH, Owen. Astronomy in the age of Columbus. Scientific American, 267(5): , 1992; NAVARRO BROTÓNS, Víctor. La actividad astronómica en la España del

13 siglo XVI: Perspectivas historiográficas. Arbor: Ciencia, Pensamiento y Cultura, 142 (558-60): , vi É possível ter uma visão bastante completa sobre os livros publicados em Portugal durante o século XVI através da seguinte bibliografia: ANSELMO, António Joaquim. Bibliografia das obras impressas em Portugal no século XVI. Lisboa: Biblioteca Nacional, vii O autor foi um inglês, John of Holywwod, que viveu no século XIII. Sua obra mais conhecida, o Tratado da esfera, teve quase 300 edições nos séculos XV-XVII. Foi o livro astronômico mais popular de todos os tempos. Ver THORNDIKE, Lynn. The Sphere of Sacrobosco and its commentators. Chicago: University of Chicago Press, viii MIRANDA, Affonso de. Dialogo da perfeição, e partes, que sam necessarias ao bom medico. Lisboa: Joam Alvares, 1562; BARROS, João. Dialogo da viciosa vergonha. Olyssipone: Ludovicum Rotorigium, 1540; GANDAVO, Pero de Magalhães. Regras que ensinam a maneira de escrever a orthographia da lingua portuguesa, com hum dialogo que adiante se segue em defensão da mesma lingua. Lisboa: Alexandre de Siqueira, ix Há importantes levantamentos bibliográficos abrangendo tanto obras publicadas como trabalhos inéditos do período, como por exemplo: FONTOURA DA COSTA, Abel. Bibliografia náutica portugueza até Lisboa: Agência Geral das Colônias, x Encontra-se no Archivo de las Indias (Sección de Patronato, Legajo 260, Num. 1, Ramo 3, 1581). xi Há algumas dezenas de livros e teses escritos por jesuítas portugueses, no século XVI, que traziam em sua folha de rosto a palavra Iesus. xii Ver: MARTINS, Roberto de Andrade. O sistema de arquivos da universidade e a memória científica. Anais do I Seminário Nacional de Arquivos Universitários. Campinas: UNICAMP, 1992, pp Este artigo pode ser também obtido pela Internet no seguinte endereço: xiii Ver as informações disponíveis pela Internet: xiv Essa base de dados pode ser consultada pela Internet: xv Pode-se obter informações e consultar essa base de dados através da Internet, pelo endereço: xvi WHEATON, Bruce R. & RIDER, Robin E. (eds.). Inventory of sources for history of 20th century physics. Stuttgart: Verlag für Geschichte der Naturwissenschaften und der Technik, 1993 [edição em microfichas].

14 xvii Pelo endereço Uma descrição geral desse projeto pode ser encontrada nos seguintes artigos: MARTINS, Roberto de Andrade. Building a bibliographical data-base on old science, medicine and technique in Portugal and Brazil. Quipu Revista Latinoamericana de Historia de las Ciencias y la Tecnologia 11 (3): , 1994; MARTINS, Roberto de Andrade. Sources for the study of science, medicine and technology in Portugal and Brazil. Nuncius Annali di Storia della Scienza 11 (2): , 1996.

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