FICHA N.º1:Isometrias: Reflexão, rotação e translação ISOMETRIAS

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FICHA N.º1:Isometrias: Reflexão, rotação e translação ISOMETRIAS"

Transcrição

1 FICHA N.º1:Isometrias: Reflexão, rotação e translação Matemática 8º Ano Aluno: Data: / /2013 Nº Ano/Turma: 8º ISOMETRIAS Uma ISOMETRIA (iso = igual, metria = medição) é uma transformação geométrica que mantém a distância entre pontos e preserva ângulos, isto é, a figura inicial e a sua transformada são congruentes. ATIVIDADE 1 Em cada situação apresentada a figura foi transformada na figura mediante certas regras. As figuras e são congruentes em todas as situações. Na figura I, reflete-se como uma imagem num espelho obtendo-se a figura.trata-se de uma transformação geométrica do plano a que se dá o nome de. À reta dá-se o nome de. Na figura II, reflete-se como uma imagem num espelho obtendo-se a figura. Depois, desliza ao longo da seta assinalada, obtendo-se a figura. À transformação geométrica do plano que transformou a figura na figura dá-se o nome de. Na figura III, é possível levar o decalque da figura a coincidir com a figura, rodando em torno de um ponto O, 90º no sentido dos ponteiros do relógio. À transformação geométrica do plano que transformou a figura na figura dá-se o nome de. Ao ponto O, em torno do qual a figura roda, chama-se. Ao ângulo orientado (de amplitude 90º) chama-se. Na figura IV, é possível levar o decalque da figura a coincidir com a figura, fazendo-a deslizar numa determinada direção ao longo da seta assinalada. À transformação geométrica do plano que transformou a figura na figura dá-se o nome de. PÁGINA 1

2 TRANSLAÇÃO ATIVIDADE 2 O Ricardo deslizou da posição 1 até à posição 2, executando um movimento de translação ao longo da reta, como mostra a figura. Considera apenas as figuras correspondentes à posição inicial e final. A seta indica a direção e o sentido do deslocamento efetuado, bem como a distância percorrida de uma posição até à outra Como se chama a transformação geométrica que transforma a figura da posição 1 na figura da posição 2? R: 1.2. Que relação existe entre as duas figuras? R: 2. A cada ponto da figura da posição 1 corresponde um e um só ponto na figura da posição 2, que é o seu transformado Qual é o ponto correspondente ao ponto? R: 2.2. Qual é o transformado do ponto? E do ponto? R: 3. Nesta transformação geométrica, indica na figura transformada (posição 2 ): 3.1. Um segmento de reta congruente com o segmento de reta. R: 3.2. Um ângulo congruente com o ângulo. R: 4. Se a distância do ponto ao ponto é 50 metros, qual é a distância entre quaisquer dois pontos correspondentes das duas figuras? R: Uma TRANSLAÇÃO é uma isometria em que todos os pontos da figura original sofrem o mesmo deslocamento (em direção, sentido e comprimento), desde a posição inicial até à posição final. PROPRIEDADES DA TRANSLAÇÃO Um segmento de reta é transformado num segmento de reta paralelo e com o mesmo comprimento. Uma reta ou uma semirreta são transformados numa reta ou semirreta paralelas, respetivamente. Um ângulo é transformado num ângulo geometricamente igual e com o mesmo sentido. ATIVIDADE 3: De entre os seguintes movimentos identifica os que são movimentos de translação: O movimento de PÁGINA 2

3 TRANSLAÇÃO ASSOCIADA A UM VETOR NOÇÃO DE VETOR DIRECÇÃO E SENTIDO Como pudeste verificar no exercício anterior, nas situações em que identificaste um movimento de translação, pudeste observar que um elemento se desloca numa determinada direção e sempre paralelo a si próprio. ATIVIDADE 4 Observa a figura ao lado. Os automóveis deslocam-se num troço retilíneo de uma estrada que liga duas cidades. Circulam na mesma, a direção da reta, mas em sentidos. 1. Dá um exemplo de um automóvel 1.1. que circule no sentido Porto Lisboa. R: 1.2. que circule no sentido Lisboa Porto. R: 2. Na figura estão representadas as retas:, e quantas direcções definem as três retas? R: 2.2. numa direção quantos sentidos podes considerar? R: Quando duas ou mais retas são paralelas, diz-se que têm a mesma. Numa reta podemos considerar sempre dois sentidos: O sentido de para e o sentido de para. Um segmento de reta onde se escolheu um sentido, diz-se um segmento de reta. Designa-se por [A,B] o segmento de reta orientado com sentido de para ; o ponto é a origem e o ponto é a extremidade. Designa-se por [B,A] o segmento de reta orientado com sentido de para ; o ponto é a origem e o ponto é a extremidade. Um segmento de reta orientado fica identificado desde que se conheça a sua, o seu, o seu e a sua. PÁGINA 3

4 VETOR ATIVIDADE 5 Observa o movimento de translação do automóvel quando se desloca da posição 1 para a posição 2. Posição 1 Posição 2 Posição 2 Posição 1 Posição 2 Todos os pontos da figura original percorrem a mesma, na mesma e. Cada ponto do automóvel descreveu um, como mostra a figura. Os segmentos de reta orientados ; e, embora com origens, têm mesma, o mesmo e o mesmo. Dado um segmento de reta orientado [A,B], ao conjunto de segmentos de reta orientados do plano com a mesma direção, o mesmo sentido e o mesmo comprimento que [A,B], chama-se vetor livre ou apenas vetor e representa-se por. Um vetor fica caraterizado por: Uma direção Um sentido Um comprimento Nota: Um vetor pode ainda ser designado por uma letra minúscula com uma seta por cima, como por exemplo por. TRANSLAÇÃO ASSOCIADA A UM VETOR ATIVIDADE 6 1. Determina: 1.1. Determina, de tal modo que Determina, de tal modo que. Q P A B 2. Considera o triângulo [ABC] e o vetor. Constrói o triângulo [A B C ] de tal modo que: C. A B Na alínea 1.1. construíste a imagem do ponto de tal modo que o ponto é o do ponto pela associada ao vetor. De um modo geral: Translação associada a um vetor é a transformação geométrica que transforma cada ponto do plano no ponto, tal que. Esta transformação geométrica representa-se por e significa que é o transformado (ou imagem) do ponto (objeto) definida pelo vetor. PÁGINA 4

5 ATIVIDADE 7: Observa a figura onde estão representados alguns vetores e pontos sobre uma base quadriculada. 1.Dá um exemplo de dois vetores que tenham: 1.1. A mesma direção e o mesmo sentido O mesmo comprimento A mesma direção e sentidos contrários. 2. Dos pontos assinalados na figura, indica aquele que é imagem de A pela translação: 2.1. Associada ao vetor Associada ao vetor. 3. Dos vetores representados na figura, identifica o que define a translação que aplica: 3.1. em 3.2. em 3.3. em COMPOSIÇÃO DE TRANSLAÇÕES COMPOSIÇÃO DE TRANSLAÇÕES E ADIÇÃO DE VETORES ATIVIDADE 8 Na figura está representado um empilhador. O mecanismo do empilhador permite-lhe fazer movimentos apenas em duas direções: na e na. O movimento feito por um caixote ao ser arrumado por um empilhador está representado no esquema em baixo. No esquema estão representados dois vetores e e três posições do caixote no movimento efetuado. A - posição inicial B - posição intermédia C - posição final PÁGINA 5

6 O caixote passa da posição A para a posição B através da e da posição B para a posição C através da. A aplicação sucessiva destas translações equivale a aplicar uma só translação associada a um vetor posição para a posição. que passe diretamente o caixote da Recorrendo a linguagem simbólica tem-se: ; e À translação dá-se o nome de translação composta das translações e ( a translação após a translação ) e represente-se por: ATIVIDADE 9: Na figura estão representados 15 pralelogramos geometriacamente iguais. Indica as imagens de [HION] pelas translações: ATIVIDADE 10: Na figura estão representados quatro paralelogramos congruentes. 1. com base na figura, indica: 1.1. um vetor igual a um vetor simétrico de. PÁGINA 6

7 ADIÇÃO DE VETORES ATIVIDADE 11 Sejam e dois vetores. COMO OBTER O VETOR SOMA DESTES DOIS VETORES? Repara que: Os vetores e têm direções diferentes. 1. Considera um ponto qualquer e determina o ponto, sendo. 2. Determina o ponto, sendo. 3. é um representante do vetor, vetor soma dos vetores e e escreve-se: ATIVIDADE 12 Sejam e dois vetores. COMO OBTER O VETOR SOMA DESTES DOIS VETORES? Repara que: Os vetores e têm a mesma direção e o mesmo sentido. Aplica o procedimento da atividade 11, para obteres o vetor soma. ATIVIDADE 13 Sejam e dois vetores. COMO OBTER O VETOR SOMA DESTES DOIS VETORES? Repara que: Os vetores e têm a mesma direção e sentidos opostos. Aplica o procedimento da atividade 11, para obteres o vetor soma. ATIVIDADE 14 Sejam e dois vetores. COMO OBTER O VETOR SOMA DESTES DOIS VETORES? Repara que: Os vetores e têm a mesma direção, o mesmo comprimento e sentidos opostos. Aplica o procedimento da atividade 11, para obteres o vetor soma. PÁGINA 7

8 Ao vetor soma chama-se vetor nulo e escreve-se: Os vetores e dizem-se simétricos porque têm a mesma direção, o mesmo comprimento e sentidos opostos. A representação de dois vetores simétricos, e, pode ser feita por: Aplica ATIVIDADE 15: Na figura estão representados quatro paralelogramos congruentes. 1. Determina: ATIVIDADE 16: Observa o referencial cartesiano da figura Indica as coordenadas dos pontos assinalados na figura Determina a imagem da figura na translação associada ao vetor u Quais são as coordenadas das imagens dos pontos assinalados. PÁGINA 8

Nome: Professora: Cristina Alves

Nome: Professora: Cristina Alves Escola Básica e Secundária de Vila Cova Ano letivo: 2012/2013 Outubro 2012 Ficha de Avaliação Formativa Matemática 8º Ano Isometrias Com trabalho e perseverança, tudo se alcança Nome: Nº: Turma: Professora:

Leia mais

19 de Outubro de 2012

19 de Outubro de 2012 Escola Básica Integrada com JI de Santa Catarina Ficha de Avaliação de Matemática 19 de Outubro de 2012 A PREENCHER PELO ALUNO 8ºano Nome: nº Turma A PREENCHER PELO PROFESSOR Classificação: Nível: ( )

Leia mais

Que imagens têm ou não têm simetria?

Que imagens têm ou não têm simetria? O mundo da simetria Que imagens têm ou não têm simetria? Isometrias Isometria: Transformação geométrica que preserva as distâncias; as figuras do plano são transformadas noutras geometricamente iguais.

Leia mais

GEOMETRIA NO PLANO. Linha Conjunto infinito de pontos que pode ser desenhado por um único movimento contínuo (objecto geométrico a uma dimensão).

GEOMETRIA NO PLANO. Linha Conjunto infinito de pontos que pode ser desenhado por um único movimento contínuo (objecto geométrico a uma dimensão). GEOMETRIA NO PLANO 1 Noções Elementares Ponto O objecto geométrico mais elementar (sem dimensão). Linha Conjunto infinito de pontos que pode ser desenhado por um único movimento contínuo (objecto geométrico

Leia mais

Simetria de Figuras Planas e Espaciais

Simetria de Figuras Planas e Espaciais Simetria de Figuras Planas e Espaciais Introdução A maioria das pessoas acreditam que a simetria está ligada mais a pensamentos sobre Arte e Natureza do que sobre Matemática. De fato, nossas ideias de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA 5 0 Encontro da RPM TRANSFORMAÇÕES NO PLANO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA 5 0 Encontro da RPM TRANSFORMAÇÕES NO PLANO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA 5 0 Encontro da RPM TRANSFORMAÇÕES NO PLANO Jorge Costa do Nascimento Introdução Na produção desse texto utilizamos como fonte de pesquisa material

Leia mais

Plano Curricular de Matemática 3.º Ano - Ano Letivo 2015/2016

Plano Curricular de Matemática 3.º Ano - Ano Letivo 2015/2016 Plano Curricular de Matemática 3.º Ano - Ano Letivo 2015/2016 1.º Período Conteúdos Programados Previstas Dadas Números e Operações Utilizar corretamente os numerais ordinais até vigésimo. Ler e representar

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC SEMANA DE MATEMÁTICA - OFICINA DE GEOMETRIA PROFESSORAS: Jurema Lindote Botelho e Eurivalda Ribeiro Santana

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC SEMANA DE MATEMÁTICA - OFICINA DE GEOMETRIA PROFESSORAS: Jurema Lindote Botelho e Eurivalda Ribeiro Santana UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC SEMANA DE MATEMÁTICA - OFICINA DE GEOMETRIA PROFESSORAS: Jurema Lindote Botelho e Eurivalda Ribeiro Santana ATIVIDADE 1 TRANSLAÇÃO 1. Considere, na figura a seguir,

Leia mais

Escola Secundária de Lousada. Matemática do 8º ano FT nº15 Data: / / 2013 Assunto: Preparação para o 1º teste de avaliação Lição nº e

Escola Secundária de Lousada. Matemática do 8º ano FT nº15 Data: / / 2013 Assunto: Preparação para o 1º teste de avaliação Lição nº e Escola Secundária de Lousada Matemática do 8º ano FT nº15 Data: / / 013 Assunto: Preparação para o 1º teste de avaliação Lição nº e Apresentação dos Conteúdos e Objetivos para o 3º Teste de Avaliação de

Leia mais

CIRCUNFERÊNCIA E POLÍGONOS. ROTAÇÕES

CIRCUNFERÊNCIA E POLÍGONOS. ROTAÇÕES B3 CIRCUNFERÊNCIA E POLÍGONOS. ROTAÇÕES Circunferência Circunferência é um conjunto de pontos do plano situados à mesma distância de um ponto fixo (centro). Corda é um segmento de recta cujos extremos

Leia mais

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - 3º Ciclo

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - 3º Ciclo Proposta de cadeia de tarefas para o 8.º ano - 3.º ciclo Isometrias Autores: Professores das turmas piloto do 8.º ano de escolaridade Ano Lectivo 2009/2010 Outubro de 2010 Isometrias Página 1 Índice Introdução

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros 2º ciclo PCA - 6º ano Planificação Anual 2013-2014 MATEMÁTICA METAS CURRICULARES

Leia mais

1. Tipos de simetria no plano

1. Tipos de simetria no plano 1. Tipos de simetria no plano 1.1. Translações Sobre a mesa estão um cartão e um acetato, ambos com a seguinte fila de imagens. Sobrepõe as duas filas - a do cartão e a do acetato. Consegues deslocar o

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE MATEMÁTICA 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE MATEMÁTICA 8.º ANO DE MATEMÁTICA 8.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio dos Números e Operações, o aluno deve ser capaz de relacionar números racionais e dízimas, completar a reta numérica e ordenar números

Leia mais

Se A é o sucesso, então é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é o lazer; e Z é manter a boca fechada. (Albert Einstein)

Se A é o sucesso, então é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é o lazer; e Z é manter a boca fechada. (Albert Einstein) Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância da Malagueira Teste de Avaliação Matemática 9ºB Nome: Nº: Data: 25 3 11 Classificação: A prof: O Enc. Educação: Se A é o sucesso, então é igual a X mais Y

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3 DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES

PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3 DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3 DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES Números naturais Conhecer os numerais ordinais Utilizar corretamente os numerais ordinais até centésimo. Contar até um milhão Estender as regras

Leia mais

ESCOLA BÁSICA VASCO DA GAMA - SINES

ESCOLA BÁSICA VASCO DA GAMA - SINES ESCOLA BÁSICA VASCO DA GAMA - SINES ANO LECTIVO 2009/2010 FICHA DE TRABALHO MATEMÁTICA - 6º ANO Nome: N.º Turma: Data: 1. Observa o ângulo que se segue. Assinala a resposta correcta em cada caso. 2. Assinala

Leia mais

Conselho de Docentes do 1.º Ano PLANIFICAÇÃO Anual de Matemática Ano letivo de 2015/2016

Conselho de Docentes do 1.º Ano PLANIFICAÇÃO Anual de Matemática Ano letivo de 2015/2016 Conselho de Docentes do 1.º Ano PLANIFICAÇÃO Anual de Matemática Ano letivo de 2015/2016 Domínios/Subdomínios Objetivos gerais Descritores de desempenho Avaliação Números e Operações Números naturais Contar

Leia mais

Vetores no R 2 : = OP e escreve-se: v = (x, y), identificando-se as coordenadas de P com as componentes de v.

Vetores no R 2 : = OP e escreve-se: v = (x, y), identificando-se as coordenadas de P com as componentes de v. Vetores no R 2 : O conjunto R 2 = R x R = {(x, y) / x, y Є R} é interpretado geometricamente como sendo o plano cartesiano xoy. Qualquer vetor AB considerado neste plano tem sempre um representante OP

Leia mais

SIMETRIA DE TRANSLAÇÃO

SIMETRIA DE TRANSLAÇÃO 18 Isometrias no plano é um tópico de estudo da Geometria das Transformações e sua abordagem visa propiciar conceituações de congruência e de semelhança, procurando desenvolver a capacidade de perceber

Leia mais

Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro 1º Ciclo. Critérios de Avaliação. Ano Letivo 2015/16 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano

Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro 1º Ciclo. Critérios de Avaliação. Ano Letivo 2015/16 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro 1º Ciclo Critérios de Avaliação Ano Letivo 2015/16 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano Números e Operações Números naturais Utilizar corretamente os numerais ordinais

Leia mais

Domínio Subdomínio Conteúdos Metas

Domínio Subdomínio Conteúdos Metas Escola Básica e Secundária da Graciosa Planificação Anual de Matemática de 1º ano Ano letivo 2014/2015 Períodos Domínio Subdomínio Conteúdos Metas Situar-se e situar objetos no espaço - Relações de posição

Leia mais

O azulejo articulado de Eduardo Nery

O azulejo articulado de Eduardo Nery O azulejo articulado de Eduardo Nery Jorge Rezende (Grupo de Física-Matemática (GFMUL) e Departamento de Matemática (DMFCUL) da Universidade de Lisboa.) Neste artigo consideramos apenas azulejos quadrados

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de Matemática 1º ano Ano Letivo 2015/2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de Matemática 1º ano Ano Letivo 2015/2016 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de Matemática 1º ano Ano Letivo 2015/2016 1º Trimestre Domínios Números e Operações Números naturais Contar até cinco Correspondências

Leia mais

Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z

Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z Rua Oto de Alencar nº 5-9, Maracanã/RJ - tel. 04-98/4-98 Potenciação no Conjunto dos Números Inteiros - Z Podemos epressar o produto de quatro fatores iguais a.... por meio de uma potência de base e epoente

Leia mais

PROVA MODELO 2015. Duração da prova: 120 minutos

PROVA MODELO 2015. Duração da prova: 120 minutos Página 1 de 8 Provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 3 anos, Decreto-Lei n.º 64/006, de 1 de março AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE

Leia mais

Unidade: Vetores e Forças. Unidade I:

Unidade: Vetores e Forças. Unidade I: Unidade I: 0 Unidade: Vetores e Forças 2.VETORES 2.1 Introdução Os vetores são definidos como entes matemáticos que dão noção de intensidade, direção e sentido. De forma prática, o conceito de vetor pode

Leia mais

27 Tolerância geométrica

27 Tolerância geométrica A U A UL LA Tolerância geométrica de posição Um problema Como se determina a tolerância de posição de peças conjugadas para que a montagem possa ser feita sem a necessidade de ajustes? Essa questão é abordada

Leia mais

MATEMÁTICA 7.º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014 / 2015

MATEMÁTICA 7.º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014 / 2015 GRUPO DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA MATEMÁTICA 7.º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 2014 / 2015 (Em conformidade com o Programa de Matemática homologado em 17 de junho de 2013 e com as de Matemática homologadas em 3

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA CLARA DE RESENDE

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA CLARA DE RESENDE 1. NÚMEROS NATURAIS ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA CLARA DE RESENDE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESPECÍFICOS (Aprovados em Conselho Pedagógico a 21 de Outubro de 2014) No caso específico da disciplina de Matemática,

Leia mais

Lista 2 - Vetores II. Prof. Edu Física 2. O que é necessário para determinar (caracterizar) uma: a) grandeza escalar? b) grandeza vetorial?

Lista 2 - Vetores II. Prof. Edu Física 2. O que é necessário para determinar (caracterizar) uma: a) grandeza escalar? b) grandeza vetorial? Lista 2 - Vetores II O que é necessário para determinar (caracterizar) uma: a) grandeza escalar? grandeza vetorial?. Em que consiste a orientação espacial? 2. lassifique os itens abaixo em grandeza escalar

Leia mais

Projeção ortográfica da figura plana

Projeção ortográfica da figura plana A U L A Projeção ortográfica da figura plana Introdução As formas de um objeto representado em perspectiva isométrica apresentam certa deformação, isto é, não são mostradas em verdadeira grandeza, apesar

Leia mais

CINEMÁTICA - É a parte da mecânica que estuda os vários tipos de movimento, sem se preocupar com as causas destes movimentos.

CINEMÁTICA - É a parte da mecânica que estuda os vários tipos de movimento, sem se preocupar com as causas destes movimentos. INTRODUÇÃO À CINEMÁTICA REPOUSO OU MOVIMENTO? DEPENDE DO REFERENCIAL! CINEMÁTICA - É a parte da mecânica que estuda os vários tipos de movimento, sem se preocupar com as causas destes movimentos. REFERENCIAL.

Leia mais

Desenho Técnico. Desenho Projetivo e Perspectiva Isométrica

Desenho Técnico. Desenho Projetivo e Perspectiva Isométrica Desenho Técnico Assunto: Aula 3 - Desenho Projetivo e Perspectiva Isométrica Professor: Emerson Gonçalves Coelho Aluno(A): Data: / / Turma: Desenho Projetivo e Perspectiva Isométrica Quando olhamos para

Leia mais

Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta

Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta Aula 03: Movimento em um Plano Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta Caro aluno, olá! Neste tópico, você vai aprender sobre um tipo particular de movimento plano, o movimento circular

Leia mais

ELIPSES INSCRITAS NUM TRIÂNGULO

ELIPSES INSCRITAS NUM TRIÂNGULO ELIPSES INSCRITAS NUM TRIÂNGULO SERGIO ALVES IME-USP Freqüentemente apresentada como um exemplo notável de sistema dedutivo, a Geometria tem, em geral, seus aspectos indutivos relegados a um segundo plano.

Leia mais

Por que utilizar vetores?

Por que utilizar vetores? Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Por que utilizar vetores? Existem grandezas físicas f perfeitamente definidas por seu tamanho e sua unidade. Para determinar outras grandezas, entretanto, são

Leia mais

PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES E O CÁLCULO DA ÁREA DE TRIÂN- GULOS: EXEMPLOS SIGNIFICATIVOS

PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES E O CÁLCULO DA ÁREA DE TRIÂN- GULOS: EXEMPLOS SIGNIFICATIVOS A RTIGO PROPRIEDADES DOS DETERMINANTES E O CÁLCULO DA ÁREA DE TRIÂN- GULOS: EXEMPLOS SIGNIFICATIVOS Fábio Marson Ferreira e Walter Spinelli Professores do Colégio Móbile, São Paulo Recentemente nos desafiamos

Leia mais

Geometria Área de Quadriláteros

Geometria Área de Quadriláteros ENEM Geometria Área de Quadriláteros Wallace Alves da Silva DICAS MATEMÁTICAS [Escolha a data] Áreas de quadriláteros Olá Galera, 1 QUADRILÁTEROS Quadrilátero é um polígono com quatro lados. A soma dos

Leia mais

1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r

1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. b r Exercícios Potencial Elétrico 01. O gráfico que melhor descreve a relação entre potencial elétrico V, originado por uma carga elétrica Q < 0, e a distância d de um ponto qualquer à carga, é: 05. Duas cargas

Leia mais

O B. Podemos decompor a pirâmide ABCDE em quatro tetraedros congruentes ao tetraedro BCEO. ABCDE tem volume igual a V = a2.oe

O B. Podemos decompor a pirâmide ABCDE em quatro tetraedros congruentes ao tetraedro BCEO. ABCDE tem volume igual a V = a2.oe GABARITO - QUALIFICAÇÃO - Setembro de 0 Questão. (pontuação: ) No octaedro regular duas faces opostas são paralelas. Em um octaedro regular de aresta a, calcule a distância entre duas faces opostas. Obs:

Leia mais

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T3 Física Experimental I - 2007/08 CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA 1. Objectivo Verificar a conservação da energia mecânica de

Leia mais

Triângulo Retângulo. Exemplo: O ângulo do vértice em. é a hipotenusa. Os lados e são os catetos. O lado é oposto ao ângulo, e é adjacente ao ângulo.

Triângulo Retângulo. Exemplo: O ângulo do vértice em. é a hipotenusa. Os lados e são os catetos. O lado é oposto ao ângulo, e é adjacente ao ângulo. Triângulo Retângulo São triângulos nos quais algum dos ângulos internos é reto. O maior dos lados de um triângulo retângulo é oposto ao vértice onde se encontra o ângulo reto e á chamado de hipotenusa.

Leia mais

Planificação de Matemática -6ºAno

Planificação de Matemática -6ºAno DGEstE - Direção-Geral de Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços Região Alentejo Agrupamento de Escolas de Moura código n.º 135471 Escola Básica nº 1 de Moura (EB23) código n.º 342294 Planificação

Leia mais

Movimento Retilíneo Uniforme (MRU) Equação Horária do MRU

Movimento Retilíneo Uniforme (MRU) Equação Horária do MRU Movimento Retilíneo Uniforme (MRU) velocímetro do automóvel da figura abaixo marca sempre a mesma velocidade. Quando um móvel possui sempre a mesma velocidade e se movimenta sobre uma reta dizemos que

Leia mais

Plano Curricular de Matemática 9º ano - 2014 /2015-3º Ciclo

Plano Curricular de Matemática 9º ano - 2014 /2015-3º Ciclo Plano Curricular de Matemática 9º ano - 2014 /2015-3º Ciclo Tema/Subtema Conteúdos Metas Nº de Aulas Previstas Org.Trat.Dados / Planeamento Estatístico Especificação do problema Recolha de dados População

Leia mais

CONTEÚDOS METAS / DESCRITORES RECURSOS

CONTEÚDOS METAS / DESCRITORES RECURSOS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Planificação Anual de Matemática 6º Ano Ano Letivo 2015/2016

Leia mais

b) Qual deve ser a aceleração centrípeta, para que com esta velocidade, ele faça uma trajetória circular com raio igual a 2m?

b) Qual deve ser a aceleração centrípeta, para que com esta velocidade, ele faça uma trajetória circular com raio igual a 2m? 1 - Dadas as medidas da bicicleta abaixo: a) Sabendo que um ciclista pedala com velocidade constante de tal forma que o pedal dá duas voltas em um segundo. Qual a velocidade linear, em km/h da bicicleta?

Leia mais

Lista 1 Cinemática em 1D, 2D e 3D

Lista 1 Cinemática em 1D, 2D e 3D UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DEPARTAMENTO DE ESTUDOS BÁSICOS E INSTRUMENTAIS CAMPUS DE ITAPETINGA PROFESSOR: ROBERTO CLAUDINO FERREIRA DISCIPLINA: FÍSICA I Aluno (a): Data: / / NOTA: Lista

Leia mais

TIPOS DE REFLEXÃO Regular Difusa

TIPOS DE REFLEXÃO Regular Difusa Reflexão da luz TIPOS DE REFLEXÃO Regular Difusa LEIS DA REFLEXÃO RI = raio de luz incidente i normal r RR = raio de luz refletido i = ângulo de incidência (é formado entre RI e N) r = ângulo de reflexão

Leia mais

2. MÓDULO DE UM NÚMERO REAL

2. MÓDULO DE UM NÚMERO REAL 18 2. MÓDULO DE UM NÚMERO REAL como segue: Dado R, definimos o módulo (ou valor absoluto) de, e indicamos por,, se 0 =, se < 0. Interpretação Geométrica O valor absoluto de um número é, na reta, a distância

Leia mais

Canguru Matemático sem Fronteiras 2014

Canguru Matemático sem Fronteiras 2014 http://www.mat.uc.pt/canguru/ Destinatários: alunos do 9. o ano de escolaridade Nome: Turma: Duração: 1h 30min Não podes usar calculadora. Em cada questão deves assinalar a resposta correta. As questões

Leia mais

Canguru Matemático sem Fronteiras 2015

Canguru Matemático sem Fronteiras 2015 anguru Matemático sem Fronteiras 205 http://www.mat.uc.pt/canguru/ ategoria: adete Destinatários: alunos do 9. o ano de escolaridade Duração: h 30min ome: Turma: anguru Matemático. Todos os direitos reservados.

Leia mais

Matemática Essencial: Alegria Financeira Fundamental Médio Geometria Trigonometria Superior Cálculos

Matemática Essencial: Alegria Financeira Fundamental Médio Geometria Trigonometria Superior Cálculos Matemática Essencial: Alegria Financeira Fundamental Médio Geometria Trigonometria Superior Cálculos Geometria Plana: Áreas de regiões poligonais Triângulo e região triangular O conceito de região poligonal

Leia mais

4.2 Produto Vetorial. Orientação sobre uma reta r

4.2 Produto Vetorial. Orientação sobre uma reta r 94 4. Produto Vetorial Dados dois vetores u e v no espaço, vamos definir um novo vetor, ortogonal a u e v, denotado por u v (ou u v, em outros textos) e denominado produto vetorial de u e v. Mas antes,

Leia mais

Prova Final de Matemática

Prova Final de Matemática PROVA FINAL DO 3.º CICLO do Ensino BÁSICO Decreto-Lei n.º 139/01, de 5 de julho Prova Final de Matemática 3.º Ciclo do Ensino Básico Prova 9/1.ª Chamada 8 Páginas Duração da Prova: 90 minutos. Tolerância:

Leia mais

Prova Final 2012 1.ª chamada

Prova Final 2012 1.ª chamada Prova Final 01 1.ª chamada 1. Num acampamento de verão, estão jovens de três nacionalidades: jovens portugueses, espanhóis e italianos. Nenhum dos jovens tem dupla nacionalidade. Metade dos jovens do acampamento

Leia mais

Conceitos Fundamentais

Conceitos Fundamentais Capítulo 1 Conceitos Fundamentais Objetivos: No final do Capítulo o aluno deve saber: 1. distinguir o uso de vetores na Física e na Matemática; 2. resolver sistema lineares pelo método de Gauss-Jordan;

Leia mais

Só Matemática O seu portal matemático http://www.somatematica.com.br FUNÇÕES

Só Matemática O seu portal matemático http://www.somatematica.com.br FUNÇÕES FUNÇÕES O conceito de função é um dos mais importantes em toda a matemática. O conceito básico de função é o seguinte: toda vez que temos dois conjuntos e algum tipo de associação entre eles, que faça

Leia mais

Raio é o segmento de recta que une um ponto da circunferência com o seu centro.

Raio é o segmento de recta que une um ponto da circunferência com o seu centro. Catarina Ribeiro 1 Vamos Recordar: Circunferência de centro C e raio r é o lugar geométrico de todos os pontos do plano que estão à mesma distância r de um ponto fixo C. Círculo de centro C e raio r é

Leia mais

condições de repouso ou movimento de corpos sob a ação de forças.

condições de repouso ou movimento de corpos sob a ação de forças. Universidade Federal de Alagoas Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Curso de Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Fundamentos para a Análise Estrutural Código: AURB006 Turma: A Período Letivo: 2007-2 Professor:

Leia mais

Projeção ortográfica

Projeção ortográfica Instituto Federal de Educação Ciências e Tecnologia IFCE Sobral Eixo de Controle e Processos Industriais Curso: Tecnologia em Mecatrônica Industrial Disciplina: Desenho Técnico e Mecânico Projeção ortográfica

Leia mais

4. Curvas planas. T = κn, N = κt, B = 0.

4. Curvas planas. T = κn, N = κt, B = 0. 4. CURVAS PLANAS 35 4. Curvas planas Nesta secção veremos que no caso planar é possível refinar a definição de curvatura, de modo a dar-lhe uma interpretação geométrica interessante. Provaremos ainda o

Leia mais

Física. Questão 1. Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor:

Física. Questão 1. Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor: Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor: Física Questão 1 No setor de testes de velocidade de uma fábrica de automóveis, obteve-se o seguinte gráfico para o desempenho de um modelo novo: Com relação

Leia mais

CIÊNCIA E CULTURA - REVISÃO PARA O VESTIBULAR - FÍSICA - AULA 8

CIÊNCIA E CULTURA - REVISÃO PARA O VESTIBULAR - FÍSICA - AULA 8 Página 1 de 10 [HOME] [PÁGINA DA FÍSICA] [APRENDENDO CIÊNCIAS] [MUSEUS] [SALA DE LEITURA] [HISTÓRIA DA CIÊNCIA] [OLIMPÍADAS] TÓPICOS DA AULA Grandezas Fisicas GRANDEZAS FÍSICAS GRANDEZAS ESCALARES GRANDEZAS

Leia mais

Escola E.B. 2,3 General Serpa Pinto Cinfães Matemática 5 Ano Letivo 2012/2013 FICHA FORMATIVA: SÓLIDOS GEOMÉTRICOS E FIGURAS NO PLANO

Escola E.B. 2,3 General Serpa Pinto Cinfães Matemática 5 Ano Letivo 2012/2013 FICHA FORMATIVA: SÓLIDOS GEOMÉTRICOS E FIGURAS NO PLANO 151865 - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CINFÃES Escola E.B. 2,3 General Serpa Pinto Cinfães Matemática 5 FICHA FORMATIVA: SÓLIDOS GEOMÉTRICOS E FIGURAS NO PLANO 1. A figura ao lado representa o polígono da

Leia mais

Ponto, reta e plano no espaço tridimensional, cont.

Ponto, reta e plano no espaço tridimensional, cont. Ponto, reta e plano no espaço tridimensional, cont. Matemática para arquitetura Ton Marar 1. Posições relativas Posição relativa entre pontos Dois pontos estão sempre alinhados. Três pontos P 1 = (x 1,

Leia mais

1. Encontra o local onde se deve construir uma clínica médica de modo a ficar à mesma distância das três localidades.

1. Encontra o local onde se deve construir uma clínica médica de modo a ficar à mesma distância das três localidades. 1. Encontra o local onde se deve construir uma clínica médica de modo a ficar à mesma distância das três localidades. Braga Porto 2. Onde está a casa do Joaquim se esta dista exatamente 3 km da casa da

Leia mais

Prova Final de Matemática

Prova Final de Matemática PROVA FINAL DO 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO Matemática/Prova 62/2.ª Chamada/2013 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho A PREENCHER PELO ESTUDANTE Nome completo Documento de identificação CC n.º ou BI n.º

Leia mais

CADEIA DE TAREFAS I. GROWING PATTERNS. Continua os padrões. Página 1. Programa de Acompanhamento e Formação Contínua em Matemática

CADEIA DE TAREFAS I. GROWING PATTERNS. Continua os padrões. Página 1. Programa de Acompanhamento e Formação Contínua em Matemática INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CADEIA DE TAREFAS I. GROWING PATTERNS Continua os padrões. [In, APM (2002, 2ª Ed.). Materiais para o 1.º Ciclo. Caderno 1. Lisboa: APM. (pág. 15)] Página 1 II. GROWING PATTERNS

Leia mais

1] Dada a associação de resistores abaixo, calcule a resistência total.

1] Dada a associação de resistores abaixo, calcule a resistência total. ª ANO 1] Dada a associação de resistores abaixo, calcule a resistência total. Onde: O circuito A é uma associação de resitores em série, pois há apenas um caminho para que a corrente passe de uma extremidade

Leia mais

GAAL - 2013/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar

GAAL - 2013/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar GAAL - 201/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar SOLUÇÕES Exercício 1: Determinar os três vértices de um triângulo sabendo que os pontos médios de seus lados são M = (5, 0, 2), N = (, 1, ) e P = (4,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_B. Ano Letivo: 2013/2014. 1. Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_B. Ano Letivo: 2013/2014. 1. Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_B Ano Letivo: 203/204. Introdução / Finalidades A disciplina de Matemática tem como finalidade desenvolver: A estruturação do pensamento A apreensão e

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE JÁCOME RATTON

ESCOLA SECUNDÁRIA DE JÁCOME RATTON ESCOLA SECUNDÁRIA DE JÁCOME RATTON 8º Ano MATEMÁTICA Setembro/2010 Tópico de Aprendizagem Semelhanças Tarefa nº2 Razão de semelhança Nome Razão de semelhança Observa as seguintes figuras, em que uma fotografia

Leia mais

Num cilindro as bases são círculos. O perímetro do círculo é igual ao comprimento da circunferência que limita o círculo.

Num cilindro as bases são círculos. O perímetro do círculo é igual ao comprimento da circunferência que limita o círculo. 1. Círculos e cilindros 1.1. Planificação da superfície de um cilindro Num cilindro as bases são círculos. O perímetro do círculo é igual ao comprimento da circunferência que limita o círculo. A planificação

Leia mais

PLANIFICAÇÃO POR UNIDADE TEMÁTICA MATEMÁTICA 6.º ANO 2015/2016

PLANIFICAÇÃO POR UNIDADE TEMÁTICA MATEMÁTICA 6.º ANO 2015/2016 Uma Escola de Cidadania Uma Escola de Qualidade Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches PLANIFICAÇÃO POR UNIDADE TEMÁTICA MATEMÁTICA 6.º ANO 2015/2016 Tema 1: Números naturais. Potências de expoente

Leia mais

C Curso destinado à preparação para Concursos Públicos e Aprimoramento Profissional via INTERNET www.concursosecursos.com.br RACIOCÍNIO LÓGICO AULA 9

C Curso destinado à preparação para Concursos Públicos e Aprimoramento Profissional via INTERNET www.concursosecursos.com.br RACIOCÍNIO LÓGICO AULA 9 RACIOCÍNIO LÓGICO AULA 9 TRIGONOMETRIA TRIÂNGULO RETÂNGULO Considere um triângulo ABC, retângulo em  ( = 90 ), onde a é a medida da hipotenusa, b e c, são as medidas dos catetos e a, β são os ângulos

Leia mais

CINEMÁTICA VETORIAL. Observe a trajetória a seguir com origem O.Pode-se considerar P a posição de certo ponto material, em um instante t.

CINEMÁTICA VETORIAL. Observe a trajetória a seguir com origem O.Pode-se considerar P a posição de certo ponto material, em um instante t. CINEMÁTICA VETORIAL Na cinemática escalar, estudamos a descrição de um movimento através de grandezas escalares. Agora, veremos como obter e correlacionar as grandezas vetoriais descritivas de um movimento,

Leia mais

Lista 2 Espelhos Planos Construções Extensivo Noite

Lista 2 Espelhos Planos Construções Extensivo Noite 1. (Fuvest 2007) A janela de uma casa age como se fosse um espelho e reflete a luz do Sol nela incidente, atingindo, às vezes, a casa vizinha. Para a hora do dia em que a luz do Sol incide na direção indicada

Leia mais

>> PAVIMENTAÇÕES: Domínio de Dirichlet de uma grelha plana

>> PAVIMENTAÇÕES: Domínio de Dirichlet de uma grelha plana GD AULA TEÓRICA 2 Pavimentações: - Domínio de Dirichlet de uma grelha plana e geração de um padrão de pavimentação. - Critérios de classificação das pavimentações (monoédricas / não monoédricas; regulares

Leia mais

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico Organização espacial cadeia de tarefas. Referencias do PMEB Propósito principal de ensino Desenvolver nos

Leia mais

PROGRAMA e Metas Curriculares Matemática A. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica

PROGRAMA e Metas Curriculares Matemática A. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica PROGRAMA e Metas Curriculares Matemática A António Bivar, Carlos Grosso, Filipe Oliveira, Luísa Loura, Maria Clementina Timóteo Cálculo Vectorial e Geometria Analítica O estudo dos referenciais cartesianos

Leia mais

15º EREPM, 30/4/2011- Bragança. O mundo da simetria. Reflectindo sobre desafios do PMEB. Ana Maria Roque Boavida ana.boavida@ese.ips.

15º EREPM, 30/4/2011- Bragança. O mundo da simetria. Reflectindo sobre desafios do PMEB. Ana Maria Roque Boavida ana.boavida@ese.ips. 15º EREPM, 30/4/2011- Bragança O mundo da simetria Reflectindo sobre desafios do PMEB Ana Maria Roque Boavida ana.boavida@ese.ips.pt Observando o PMEB tendo a simetria por horizonte Tópicos Objectivos(extractos)

Leia mais

Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio Planificação Anual das Atividades Letivas

Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio Planificação Anual das Atividades Letivas Departamento Curricular: 1º ciclo Ano de escolaridade: 3º ano Área Curricular: MATEMÁTICA Ano letivo:2015/2016 Perfil do aluno à saída do 1º ciclo: Participar na vida sala de aula, da escola e da comunidade

Leia mais

02 Determine o módulo, a direção e o sentido dos seguintes vetores: a) A = 5 Λ i + 3 Λ j, b) B = 10 Λ i -7 Λ j, c) C = 2 Λ i - 3 Λ j + 4 Λ k.

02 Determine o módulo, a direção e o sentido dos seguintes vetores: a) A = 5 Λ i + 3 Λ j, b) B = 10 Λ i -7 Λ j, c) C = 2 Λ i - 3 Λ j + 4 Λ k. Exercícios de apoio à disciplina Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 1 01 Três vetores A, B e C possuem as seguintes componentes nas direções x e y: A x = 6, A y = -3; B x = -3, B y =4; C x =2, C y

Leia mais

Preparação para a Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Olá, Matemática! 6.º Ano

Preparação para a Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Olá, Matemática! 6.º Ano Geometria Sólidos geométricos e volumes Prisma, pirâmide, cilindro, cone e esfera Planificação e construção de modelos de sólidos geométricos Volume do cubo, do paralelepípedo e do cilindro Unidades de

Leia mais

3.3 Espaço Tridimensional - R 3 - versão α 1 1

3.3 Espaço Tridimensional - R 3 - versão α 1 1 1 3.3 Espaço Tridimensional - R 3 - versão α 1 1 3.3.1 Sistema de Coordenadas Tridimensionais Como vimos no caso do R, para localizar um ponto no plano precisamos de duas informações e assim um ponto P

Leia mais

ActivALEA. active e actualize a sua literacia

ActivALEA. active e actualize a sua literacia ActivALEA active e actualize a sua literacia N.º 0 - DIIAGRAMA DE EXTREMOS E QUARTIIS Por: Maria Eugénia Graça Martins Departamento de Estatística e Investigação Operacional da FCUL memartins@fc.ul.pt

Leia mais

Aula 18 Elipse. Objetivos

Aula 18 Elipse. Objetivos MÓDULO 1 - AULA 18 Aula 18 Elipse Objetivos Descrever a elipse como um lugar geométrico. Determinar a equação reduzida da elipse no sistema de coordenadas com origem no ponto médio entre os focos e eixo

Leia mais

Vestibular1 A melhor ajuda ao vestibulando na Internet Acesse Agora! www.vestibular1.com.br. Cinemática escalar

Vestibular1 A melhor ajuda ao vestibulando na Internet Acesse Agora! www.vestibular1.com.br. Cinemática escalar Cinemática escalar A cinemática escalar considera apenas o aspecto escalar das grandezas físicas envolvidas. Ex. A grandeza física velocidade não pode ser definida apenas por seu valor numérico e por sua

Leia mais

LISTA DE MATEMÁTICA II

LISTA DE MATEMÁTICA II Ensino Médio Unidade São Judas Tadeu Professora: Oscar Aluno (a): Série: 3ª Data: / / 2015. LISTA DE MATEMÁTICA II 1) (Fuvest-SP) Um lateral L faz um lançamento para um atacante A, situado 32 m à sua frente

Leia mais

Preparação para o teste intermédio de Matemática 8º ano

Preparação para o teste intermédio de Matemática 8º ano Preparação para o teste intermédio de Matemática 8º ano Conteúdos do 7º ano Conteúdos do 8º ano Conteúdos do 8º Ano Teorema de Pitágoras Funções Semelhança de triângulos Ainda os números Lugares geométricos

Leia mais

Testa os conhecimentos de Geometria Descritiva

Testa os conhecimentos de Geometria Descritiva Testa os conhecimentos de Geometria Descritiva Para testar os conhecimentos de Geometria Descritiva, procede da seguinte forma: responde por escrito à questão escolhida; em seguida, clica no Hiperlink

Leia mais

Lista de exercícios comitê. (Professor BOB)

Lista de exercícios comitê. (Professor BOB) Lista de exercícios comitê (Professor BOB) 1. (Fuvest) Dois carros, A e B, movem-se no mesmo sentido, em uma estrada reta, com velocidades constantes VÛ=l00km/h e V½=80km/h, respectivamente. a) Qual é,

Leia mais

Geometria Espacial Elementos de Geometria Espacial Prof. Fabiano

Geometria Espacial Elementos de Geometria Espacial Prof. Fabiano Geometria Espacial Elementos de Geometria Espacial Prof. Fabiano A Geometria espacial (euclidiana) funciona como uma ampliação da Geometria plana (euclidiana) e trata dos métodos apropriados para o estudo

Leia mais

material, porque seus 4 m de comprimento tornam-se desprezíveis se comparados aos 20000 m de percurso. Ponto Material

material, porque seus 4 m de comprimento tornam-se desprezíveis se comparados aos 20000 m de percurso. Ponto Material Estudante: 9º Ano/Turma: Data / /2014 Educadora: Daiana Araújo C.Curricular: Ciências Naturais/ Física A Mecânica é o ramo da Física que tem por finalidade o estudo do movimento e do repouso. É dividida

Leia mais

A noção de função é imprescindível no decorrer do estudo de Cálculo e para se estabelecer essa noção tornam-se necessários:

A noção de função é imprescindível no decorrer do estudo de Cálculo e para se estabelecer essa noção tornam-se necessários: 1 1.1 Função Real de Variável Real A noção de função é imprescindível no decorrer do estudo de Cálculo e para se estabelecer essa noção tornam-se necessários: 1. Um conjunto não vazio para ser o domínio;

Leia mais

Gráficos de M.U. Movimento Uniforme

Gráficos de M.U. Movimento Uniforme Gráficos de M.U. Movimento Uniforme 1. (Fuvest 1989) O gráfico a seguir ilustra a posição s, em função do tempo t, de uma pessoa caminhando em linha reta durante 400 segundos. Assinale a alternativa correta.

Leia mais

Características das Imagens obtidas com o Microscópio Óptico Composto (M.O.C.)

Características das Imagens obtidas com o Microscópio Óptico Composto (M.O.C.) Escola Básica 2,3/S Michel Giacometti Características das Imagens obtidas com o Microscópio Óptico Composto (M.O.C.) Data de Entrega: Dia 2 de Fevereiro de 2010 Autor: Telmo Daniel Roseiro Rodrigues, Nº

Leia mais

MATEMÁTICA - 5.º Ano

MATEMÁTICA - 5.º Ano Salesianos de Mogofores - 2015/2016 MATEMÁTICA - 5.º Ano Ana Soares ( amariasoares@gmail.com ) Catarina Coimbra ( catarinacoimbra@mail.ru ) Rota de aprendizage m por Projetos NÚMEROS NATURAIS Desenvolver

Leia mais