DIAGNÓSTICO E PROPOSTAS DE ADEQUAÇÃO BIOCLIMÁTICA PARA UMA PARCELA DA CIDADE DE BARRA DO BUGRES/MT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIAGNÓSTICO E PROPOSTAS DE ADEQUAÇÃO BIOCLIMÁTICA PARA UMA PARCELA DA CIDADE DE BARRA DO BUGRES/MT"

Transcrição

1 DIAGNÓSTICO E PROPOSTAS DE ADEQUAÇÃO BIOCLIMÁTICA PARA UMA PARCELA DA CIDADE DE BARRA DO BUGRES/MT João C. M. Sanches (1); Bruna Schmidt (2); Fernanda L. de Magalhães (3); Wagner Giongo (4) (1) Professor M. Sc. do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT. (2) Acadêmica do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT. (3) Acadêmica do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT. (4) Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT. RESUMO A análise dos problemas decorrentes da má estruturação de uma parcela da cidade de Barra do Bugres MT, próximo ao Campus da UNEMAT, serviu como objeto de estudos dos atributos bioclimatizantes da forma urbana, através de uma metodologia que considera fatores como características do relevo, características da trama, posição da área em relação ao sol e aos ventos, porosidade, rugosidade, densidade da ocupação e quantidade de áreas verdes, sempre verificando se a forma urbana está adequada ao clima predominante na região. Após o diagnóstico, chegou-se ao resultado de que a porção estudada apresenta uma série de deficiências que prejudicam as condições climáticas, como: a ausência de rugosidade, que prejudica a circulação dos ventos por meio de turbilhonamento e que é negativa para o clima úmido predominante na cidade. No entanto, os efeitos negativos desse clima urbano são amenizados pelos índices de vegetação e áreas verdes, em que o resultado foi excelente. Recomenda-se então, o incentivo a verticalização, com gabaritos diferenciados para proporcionar a melhor atuação do vento e se possível, a continuidade do traçado em forma alongada, tentacular ou núcleos com satélites, proporcionando maiores trocas de energia. Outra medida eficiente seria a conscientização da sociedade da importância em proporcionar espaços permeáveis às precipitações pluviométricas. Palavras-chave: Forma urbana; atributos bioclimatizantes; Barra do Bugres/MT. ABSTRACT The analysis of the problems because of the bad structure of a part of Barra do Bugres MT, near to UNEMAT campus, was used as studying object because of the bioclimatizing urban form, through a methodology that considers the characteristics of the soil, the vegetation, the environment, density of the occupation and the amount of green area, always verifying if the urban form is adequate to the predominant region s weather. After the diagnostic, we got to the conclusion that the studied portion shows an amount of deficiency that harms the weather conditions, like: lack of wrinkles that harm the wind circulation. Even though, the negative effects of this urban weather are brighten up by the green area, the vegetation, and the results were very good. It is recommended the incentive to the verticalization, to offer a better wind actuation, and if possible, the continuation of the trace in a long form, giving better energy trades. Another efficient measure would be the society conscious about the importance of offer good spaces to keep the rain water

2 Key words: Urban form; bioclimatizing attributes; Barra do Bugres/MT. 1 INTRODUÇÃO A ocupação urbana enfrenta desafios, o crescimento compulsivo e desordenado das cidades acaba gerando perdas em seu funcionamento físico, social e cultural, principalmente observado em segmentos mais carentes da população. Dentre muitos conceitos para a resolução desses desafios, o conforto, a economia e a sustentabilidade ambiental que são objetivos principais de uma arquitetura bioclimática podem servir de ferramenta para a solução desses impasses. Dessa forma e de acordo com Oliveira (1993), a arquitetura bioclimática apóia-se em favorecer o conforto ambiental, promovendo a adequação do espaço ao clima onde está inserido. Busca ainda a economia ambiental através da conservação de energia e da opção por energias renováveis, reduzindo a conversão de recursos ambientais em energia. Visa ainda a sustentabilidade ambiental e a adoção de técnicas e materiais que diminuam os impactos negativos maximizando os impactos positivos ao homem e a seu habitat. Para que se compreendam os aspectos bioclimáticos de uma cidade é necessário abordar o processo de urbanização de uma maneira geral. Esse processo, caracterizado essencialmente pelo desenvolvimento de metrópoles, aconteceu de uma maneira intensa e descontrolada, acarretando modificações na natureza. Tal processo se estende também, de uma maneira menos intensa, às cidades de menor porte. Desse modo, todas as modificações que surgem a partir de uma transformação da natureza interferem diretamente no clima local, e agirão sobre o conforto climático da população. Nesse contexto, de acordo com Lowry (1967), o clima urbano sofre interferências diretas de fatores como o tipo de material utilizado nas construções e pavimentações, sítios naturais, atividades humanas geradoras de calor e a presença de poluentes no ar. Os estudos de climatologia urbana, de modo especial em regiões tropicais como o Brasil, tornam-se essenciais na compreensão dos problemas ambientais resultantes da urbanização. Além disso, os resultados obtidos podem auxiliar no planejamento ambiental e urbano ao englobar soluções que contemplem índices adequados de uso e ocupação do solo e a preservação ou reconstituição de áreas verdes e demais recursos naturais. (LAMBERTs et al, 2006, página 3). Sendo assim, depara-se com a possibilidade de que o processo de urbanização das cidades tenha gerado uma disfunção no ambiente urbano construído, provocando alterações climáticas, na cidade de Barra do Bugres, onde se observa a falta de adequação de seu espaço urbano ao clima onde está inserida. O município de Barra do Bugres teve sua origem a partir do fluxo migratório ocorrido devido a extração da poaia (planta nativa da região, utilizada na fabricação de remédios) que teve início a partir do final do século XIX. Inicialmente distrito da cidade de Cáceres, o município teve sua emancipação em 1943 e instalado em 19 de abril de Recebeu este nome por estar no encontro das águas dos rios Bugres e Paraguai. Sua economia baseia-se na pecuária, agricultura e na indústria de álcool e açúcar, móveis e laticínios. Seu potencial turístico é explorado principalmente com a realização do festival de pesca, considerado uma das festas de destaque do Estado de Mato Grosso. O município possui uma área de 7186,78 km², e sua população é estimada em aproximadamente 32 mil habitantes, sendo sua densidade demográfica de 4,4 hab./km². Seu relevo caracteriza-se por possuir uma extensa região de planícies ministradas de pequenas ondulações. A região apresenta diversas formas de vegetação, as quais se alternam desde cerrado, até matas de transição, ocorrendo uma predominância das matas, por volta de 60%

3 Como exemplo, propõe-se analisar questões referentes ao clima urbano de uma parcela do setor nordeste da cidade de Barra do Bugres localizada a sudoeste do estado de Mato Grosso (Figura 1). Tal parcela é delimitada pelas ruas Deputado Emanuel Pinheiro, Ricardo Guedes da Silva, Av. Josefina Rocha de Macedo, Av. Santa Catarina e Rua 04. Figura 1: Ilustração referente à localização da área analisada 2 OBJETIVO O objetivo desse trabalho é analisar, do ponto de vista da adequação bioclimática do espaço urbano, uma parcela da cidade de Barra do Bugres e a partir disso, propor diretrizes gerais de intervenção para os aspectos inadequados encontrados. 3 METODOLOGIA O presente trabalho foi realizado através de uma pesquisa de campo, sendo que para coleta de dados utilizou-se de observação não participativa, entrevistas in loco com moradores e levantamento de formas e medidas da área de estudo, tomando-se como referência uma amostra aleatória, superior a 10% do número de edificações da área. Para a mensuração desses dados (área construída, áreas verdes, declividade, por exemplo) utilizou-se de ferramentas simples, como trena e teodolito; fotografias e dados bibliográficos. Na análise sistemática dos dados recorreu-se a métodos estatísticos para determinação da população residente e área construída; para a qualificação bioclimática adotou-se a metodologia do desenho urbano considerando os atributos bioclimatizantes da forma urbana proposta por Oliveira (1993). Tal metodologia adota como parâmetros o conforto higrotérmico, minimização dos impactos ambientais e do consumo energético, através da disposição adequada dos atributos bioclimatizantes, levando em consideração o controle do ambiente climático urbano

4 Esse autor coloca que a forma urbana é dividida em sítio e massa edificada. No sítio consideram-se os elementos relevo e solo; para a massa edificada, o formato, rugosidade, porosidade, pisos/tetos e vegetação. Cada um desses elementos possui atributos bioclimatizantes classificados quanto ao sítio urbano (relevo-declividade; relevo-orientação; relevo-conformação geométrica; relevo-altura relativa; e solo-natureza) e quanto à tipologia urbana (formatohorizontalidade; formato verticalidade; formato-densidade/ocupação do solo; formatoorientação ao sol; rugosidade-diversidade de alturas; rugosidade-fragmentação; rugosidadediferencial de alturas; porosidade-tipo de trama; porosidade-continuidade da trama; e vegetaçãoáreas verdes). Os climas que servem de cenário para a inserção urbana são classificados quanto ao potencial térmico-energético e quanto ao teor de umidade em: quente úmido (QU); quente seco (QS); tropical de altitude (TA); temperado (TP) e frio (FR). Este trabalho tem por finalidade a valoração dos atributos bioclimatizantes, quanto ao clima quente seco e quente úmido, característicos da região. 4 ANÁLISE DE RESULTADOS Nos itens levantados, o primeiro a ser analisado foi relevo-declividade, que estabelece a relação das trocas de calor com intensidades diferentes e o ambiente climático. As trocas térmicas são proporcionais à declividade em que o aumento de um, influenciará diretamente no aumento do outro. Os diferentes níveis do terreno, (Figura 2) resultaram em uma declividade média de 1,107%, que é classificada como muito baixa, sendo considerada boa com pontuação 04 - para o clima tropical quente-úmido, uma vez que proporciona pouco escoamento, e ótima para o clima tropical quente-seco devido ao mesmo fator, pois neste caso a umidade é mais necessária, além de proporcionar pouco gasto energético no deslocamento, o que é favorável para ambos os climas. Embora a declividade do terreno tenha sido baixa, ela está, majoritariamente, orientada à Sul, que proporciona uma menor incidência de radiação solar, sendo ótima com pontuação 05 - aos dois climas. Isto acontece devido ao fator relevo-orientação, que estabelece a relação entre a declividade e a sua orientação, podendo ser favorável ou não à captação de radiação solar, pois quanto mais perpendicular for, mais facilmente os raios solares atingiram o solo

5 N Figura 2: Ilustração da área analisada com desníveis. O relevo-conformação geométrica trata do aspecto geométrico do terreno (côncavo, convexo ou plano) e influencia na incidência de radiação solar e nas passagens dos ventos. A cidade de Barra do Bugres apresenta-se côncava (Figura 3), devido ao fato de estar localizada entre a Chapada dos Guimarães e a Serra Tapirapuã, resultado negativo para o clima quente-úmido e regular para o clima quente-seco, já que prejudica as trocas térmicas e a passagem dos ventos. Os resultados do item relevo-altura relativa (Figura 3), enfatizam ou amenizam os efeitos do item anterior, pois estabelece a relação entre a distância das extremidades e a profundidade do vale. No caso da cidade de Barra do Bugres, ameniza, já que a distância da Serra Tapirapuã à Chapada dos Guimarães corresponde a 228km distância linear e a profundidade do vale diferença de altitude de 252m; resultando uma área plana, uma vez que a distância é significativa desconsiderando os efeitos maléficos que as serras ocasionariam. A pontuação é igual a 03, considerada regular tanto para o clima tropical quente-seco, quanto para o clima tropical quente-úmido. Completando a levantamento referente à análise do sitio urbano, tem-se o item Solo-natureza que considera as características higrotérmicas, albedo, inércia térmica, umidade, densidade e grau de compacidade do solo. Este apresenta-se arenoso na região estudada (Figura 4), o que é péssimo para o quente-úmido e ruim para o quente-seco, pois seu albedo é alto, ocasionando maior incidência de radiação, umidade baixa e inércia térmica média em áreas compactadas

6 Figura 4: Foto do tipo de solo da área analisada. Complementando a proposta da avaliação do sítio, tem-se a problemática da forma urbana que é inicialmente analisada com o item Formato-horizontalidade que avalia a distribuição do espaço urbano. Barra do Bugres tem uma forma alongada, que é regular para ambos os climas, pois resulta em trocas térmicas com o meio circundante, no entanto menor do que formas tentaculares e de núcleos com satélites, como já pôde ser visto na figura 1. De acordo com Mascaro & Mascaro (1992), no formato-verticalidade, quanto maior a verticalidade da estrutura urbana, maior será a utilização de materiais de construção que armazenam energia, assim como será maior a carga térmica recebida e o consumo energético para sua utilização. A região, apresentando apenas duas alturas diferentes entre as edificações (um e dois pavimentos), classifica-se como baixo o consumo de energia, o que se considera ótimo - pontuação 05 - para os dois climas. (Figura 5) N Figura 5: Ilustração do mapa da região com incidência de construções e vegetação local

7 Já em formato-densidade/ocupação do solo, quanto maior a densidade de construção e maior aocupação do solo, maior será a captação e difusão da radiação solar e menor a ventilação. A área analisada apresentou apenas 18% de densidade de ocupação, o que se considera muito baixa e ótima - pontuação 05 - para ambos os climas. O item Formato-orientação ao sol avalia dois princípios: o favorecimento do controle do sol para as edificações e o conforto da circulação urbana, tanto de pedestres, quanto dos usuários de veículos automotores. As ruas largas presentes na área estudada estão dispostas nos sentidos leste/oeste e nordeste/sudoeste, consideradas ótimas - pontuação 05 - e boas - pontuação 04 - respectivamente, para o clima da região, que traduzirá numa menor incidência de radiação solar nas fachadas das edificações e a possibilidade de sombreamento das vias com a utilização de canteiros centrais. A rugosidade da forma urbana é fundamentada em três divisões: diversidade de alturas, índice de fragmentação e diferencial de alturas. Em rugosidade-diferencial de alturas obteve-se um resultado igual a 2, o que a classifica como baixa, por apresentar apenas duas alturas entre as edificações. Já em índice de fragmentação, apresenta proposta de classificação e valoração quantitativa desse tributo, segundo a fórmula de aplicação apresentada: If= quantidade de edificações. (Área total/10) Por meio da utilização desta fórmula, o if encontrado foi de 0.015, caracterizando um grande intervalo entre as edificações. E, em rugosidade-diferencial de alturas, as diferenças entre as alturas da massa edificada, de acordo com o seu índice de repetição, é caracterizador desse tipo de rugosidade de uma forma urbana. O resultado encontrado foi muito baixo - pontuação 01; pois a área tem poucas edificações com diferentes alturas, predominando edificações térreas (Figura 6). Figura 6: Ilustração da rugosidade A rugosidade da região analisada é desfavorável às características do clima urbano, embora as edificações sejam distantes umas das outras, possibilitando um mínimo de ventilação necessária, a ausência de diversidade de alturas impossibilita o turbilhonamento do vento. Porosidade-tipo de trama é o fator que determina a ação dos ventos na estrutura urbana. Este atributo é fragmentado em três princípios: tipo de trama, orientação da trama e grau de continuidade da trama. A trama predominante da região analisada é a do tipo tijolinho, considerada boa pontuação 04 - para o quente-úmido e ruim pontuação 01 - para o quenteseco, por facilitar a circulação dos ventos na malha urbana e a dispersão dos poluentes aéreos. Sendo os ventos da região predominantes no sentido norte/nordeste, a orientação da trama é adequada à entrada dos ventos frescos e brisas. A trama urbana ideal para o clima tropical quente semi-úmido da cidade apresenta-se de forma continua em uma margem de 60% e 79%, sendo bom pontuação 04-; independente da estação do ano, pois quanto mais continua for à trama ideal, melhor será a sua ação em todo o entorno. O quesito permeabilidade é entendido como infiltração da água no solo. Visto que a cidade é uma área mais seca que seu entorno, devido à pavimentação e compactação do solo, há uma deficiência quanto à permeabilidade do solo. Para efeitos de estudos, considerou-se 25% de área permeável nos lotes com edificação, terrenos baldio, canteiros e ruas sem pavimentação. Ao dividir o número de edificações pela área total da região analisada, chegou ao resultando de 29% de área permeável, sendo ruim pontuação 01 - para os dois climas, por não proporcionar

8 absorção de água suficiente quando necessário, sendo favorável a inundações em períodos chuvosos, e restringindo-a nos períodos de estiagem, em que a umidade é muito baixa e se faz necessária. Ao contrário do item anterior, a presença de vegetação nesta região atingiu uma média excelente pontuação 05 - de 29,25 m²/hab, visto que existe um grande numero de árvores na região como já pôde ser observado na figura 6, o que possibilita uma maior renovação e purificação do ar, resfriamento evaporativo por meio de evapotranspiração, sombreamento, maior absorção de água do terreno, continuidades muito extensas de tecido urbano e degradação excessiva do solo, e serve ainda como barreiras aos ventos indesejáveis. De acordo com todos os itens analisados, e fazendo uma média ponderada dos resultados obtidos em formato-horizontalidade (Pfh), formato-verticalidade (Pfv), formatodensidade/ocupação do solo (Pfdo), formato-orintação ao sol (Pfos), rugosidade-diversidade de alturas (Prdh), rugosidade-fragmentação (Pfdh), rugosidade-diferencial de alturas (Prf), porosidade-tipo de trama (Pptt), porosidade-orientação aos ventos (Ppov), porosidadecontinuidade da trama (Ppct), pisos/teto-permeabilidade (Pptp) e vegetação-área verde (pvav), chegou-se a um resultado geral regular a bom, pois a média obtida foi de 3,61, segundo fórmula apresentada: PFU= Pfh+Pfv+Pfdo+Pfos + Pr+Pp+Pptp+Pvav : 5 4 Os resultados obtidos foram mais de caráter positivo do que negativo, ou seja, a parcela analisada enquadra-se as necessidades básicas para que se tenha um habitat razoavelmente confortável e adequado aos parâmetros de conforto bioclimático. Este valor permite ao urbanista decidir sobre uma possível intervenção na forma urbana em questão. Esta proposta deverá envolver mudanças que possibilitem o aumento da área permeável, como a regularização de um mínimo exigido nas construções e conscientização da população para com a necessidade destas em seus lotes, optando pelo uso de gramíneas ao invés de pavimentação. Incentivar o crescimento da cidade de forma alongada, se possível tentacular ou núcleos com satélites, proporcionando maiores trocas de energia; e ainda buscar investir em uma verticalização, porém não excessiva, seguindo um gabarito de altura adequado e diversificado, para auxiliar no turbilhonamento dos ventos. Neste programa de readequação deverão ser enfatizados também os pontos positivos para que na união do existente com as novas soluções se alcance resultados satisfatórios ao microclima da cidade e benéficos para a população em geral. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Após o levantamento dos dados referentes à área estudada, obtiveram-se resultados que variam entre regular e bom. A maioria dos itens teve uma pontuação satisfatória, mostrando que pouco se tem a mudar na região. Já os itens reprovados se mostram impossibilitados de grandes intervenções, pois são características inerentes ao local, ou seja, fazem parte de sua estrutura física e que dificilmente podem ser modificadas, como a malha viária, por exemplo. Atingindo os objetivos propostos ao se conseguir fazer um levantamento de dados, bem como a análise necessária e propondo as devidas intervenções, esta pesquisa propicia um avanço do conhecimento sobre tais aspectos. Pode ainda ser utilizada como instrumento de conscientização dos agentes promotores do planejamento urbano municipal, através do incentivo da preservação da área permeável ou da alteração do gabarito de alturas da área estudada. Com isso possibilita uma análise bioclimática da região e coloca em discussão as devidas intervenções para o local, para que futuramente haja uma maior adequação climática do local, para proporcionar um maior conforto ambiental e, conseqüentemente, a melhoria da qualidade de vida da população

9 6 REFERÊNCIAS LAMBERTS, R., GOMES, P. S., GOMES, F. S. Perspectivas para a Utilização da Climatologia na Avaliação do Ambiente construído visando o Planejamento urbano. Estudo preliminar para Montes Claros MG. In: COBRAC 2006 Congresso Brasileiro de Cadastro Técnico Multifinalitário UFSC. Anais...Florianópolis, LOWRY, W. The climate of cities. Scientific American, vol. 217, nº 2, MASCARÓ, J. L.; MASCARÓ, L. Incidência das Variáveis Projetivas e de Construção no Consumo Energético dos Edifícios. SAGRA-DC LUZZATTO Editores, Porto Alegre,1992. OLIVEIRA, P. M. P. Metodologia do Desenho Urbano Considerando os Atributos Bioclimatizantes da Forma Urbana. Rev. ampl. e atual. Versão Original Publicada nos Anais do ENTAC, PRINCÍPIOS BIOCLIMÁTICOS DA ARQUITETURA E DO URBANISMO. Disponível em: Acesso em: 07 nov

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Diversidade global de climas Motivação! O Clima Fenômeno da atmosfera em si: chuvas, descargas elétricas,

Leia mais

PRINCÍPIOS BIOCLIMÁTICOS PARA O PROJETO DE EDIFICAÇÕES EM OURO PRETO / MG

PRINCÍPIOS BIOCLIMÁTICOS PARA O PROJETO DE EDIFICAÇÕES EM OURO PRETO / MG PRINCÍPIOS BIOCLIMÁTICOS PARA O PROJETO DE EDIFICAÇÕES EM OURO PRETO / MG ROCHA, Jozielle Marques da 1 GOMES, Adriano P. 2 INTRODUÇÃO Um projeto arquitetônico deve se adaptar às características do meio

Leia mais

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO.

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO E DESIGN DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL 1 ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. ARQUITETOS: KAZUYO SEJIMA E

Leia mais

MAPEANDO AS CONDIÇÕES DE ADOR

MAPEANDO AS CONDIÇÕES DE ADOR MAPEANDO AS CONDIÇÕES DE CONFORTO O TÉRMICO EM SALVADOR ADOR Tereza Moura (1) Jussana Nery (1) (1; 2) Telma Andrade Lutz Katzschner (3) INTRODUÇÃO Salvador possui 2.7 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS A PARTIR DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS: O CASO DA IDENTIFICAÇÃO DAS ILHAS DE CALOR NO MUNÍCIPIO DE JOÃO PESSOA-PB

O ENSINO DE CIÊNCIAS A PARTIR DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS: O CASO DA IDENTIFICAÇÃO DAS ILHAS DE CALOR NO MUNÍCIPIO DE JOÃO PESSOA-PB O ENSINO DE CIÊNCIAS A PARTIR DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS: O CASO DA IDENTIFICAÇÃO DAS ILHAS DE CALOR NO MUNÍCIPIO DE JOÃO PESSOA-PB Karoline Oliveira Ribeiro¹ Rayhanne Maria de Araújo Jatobá² Rafaelle

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA OCUPAÇÃO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA OCUPAÇÃO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA OCUPAÇÃO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO Angelina D. L. Costa (1); Eduardo R. V. de Lima (2); Joel S. dos Santos (3); Neusa Paes Leme (4); Rayssa A. de Lira (5); Caroline M. Cevada

Leia mais

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL 1.0. Clima no Mundo A grande diversidade verificada na conjugação dos fatores climáticos pela superfície do planeta dá origem a vários tipos de clima. Os principais

Leia mais

ANÁLISE DE PERFIS TÉRMICOS URBANOS EM MACEIÓ - AL

ANÁLISE DE PERFIS TÉRMICOS URBANOS EM MACEIÓ - AL ANÁLISE DE PERFIS TÉRMICOS URBANOS EM MACEIÓ - AL RESUMO BARBIRATO, Gianna Melo (1); BARBOSA, Ricardo Victor Rodrigues (2); FERNANDES, Emanoel Farias (3); MORAIS, Caroline Santana de (4). (1) Universidade.

Leia mais

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,

Leia mais

Contribuição Ambiental e Mapeamento de Biótopos de Cemitérios Urbanos: O Caso do Cemitério de Vila Nova Cachoeirinha São Paulo

Contribuição Ambiental e Mapeamento de Biótopos de Cemitérios Urbanos: O Caso do Cemitério de Vila Nova Cachoeirinha São Paulo Contribuição Ambiental e Mapeamento de Biótopos de Cemitérios Urbanos: O Caso do Cemitério de Vila Nova Cachoeirinha São Paulo Resumo Alessandra G. Soares (alessandra.soares@usp.br)* Daniela Luz Carvalho

Leia mais

Fenômenos e mudanças climáticos

Fenômenos e mudanças climáticos Fenômenos e mudanças climáticos A maioria dos fenômenos climáticos acontecem na TROPOSFERA. Camada inferior da atmosfera que vai do nível do mar até cerca de 10 a 15 quilômetros de altitude. Nuvens, poluição,

Leia mais

3º Congresso Internacional de Tecnologias para o Meio Ambiente. Bento Gonçalves RS, Brasil, 25 a 27 de Abril de 2012

3º Congresso Internacional de Tecnologias para o Meio Ambiente. Bento Gonçalves RS, Brasil, 25 a 27 de Abril de 2012 Análise dos Microclimas do Parque Farroupilha, Porto Alegre/RS Pedro Hasstenteufel 1, Izadora Flores Rech 2, Bruna Prades Bitencourt 3, Fernanda Saretta 4, Renata Dias Silveira 5 1 Porto Alegre (pedro_hass@hotmail.com)

Leia mais

QUALIVERDE. Legislação para Construções Verdes NOVEMBRO DE 2012

QUALIVERDE. Legislação para Construções Verdes NOVEMBRO DE 2012 QUALIVERDE Legislação para Construções Verdes NOVEMBRO DE 2012 Legislação para Construções Verdes Concessão de benefícios às construções verdes, de modo a promover o incentivo à adoção das ações e práticas

Leia mais

SELO CASA AZUL CAIXA. Cases empresariais - SBCS10 São Paulo, 9/NOV/2010

SELO CASA AZUL CAIXA. Cases empresariais - SBCS10 São Paulo, 9/NOV/2010 Cases empresariais - SBCS10 São Paulo, 9/NOV/2010 SELO CASA AZUL CAIXA Sandra Cristina Bertoni Serna Quinto Arquiteta Gerência Nacional de Meio Ambiente SELO CASA AZUL CAIXA CATEGORIAS E CRITÉRIOS SELO

Leia mais

Sazonalidade da temperatura do ar e radiação solar global em cidades de diferentes portes na Amazônia Brasileira.

Sazonalidade da temperatura do ar e radiação solar global em cidades de diferentes portes na Amazônia Brasileira. Sazonalidade da temperatura do ar e radiação solar global em cidades de diferentes portes na Amazônia Brasileira. Ingrid Monteiro Peixoto de Souza 1, Antonio Carlos Lôla da Costa 1, João de Athaydes Silva

Leia mais

A Produção de Empreendimentos Sustentáveis

A Produção de Empreendimentos Sustentáveis A Produção de Empreendimentos Sustentáveis Arq. Daniela Corcuera arq@casaconsciente.com.br www.casaconsciente.com.br A construção sustentável começa a ser praticada no Brasil, ainda com alguns experimentos

Leia mais

O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves²

O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves² O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves² ¹Professor do Curso de Geografia da UnU Iporá. - UEG ² Bolsista PBIC/UEG, Acadêmico do

Leia mais

Desafios para enfrentar. o papel dos edifícios verdes. Secretaria do Verde e Meio Ambiente

Desafios para enfrentar. o papel dos edifícios verdes. Secretaria do Verde e Meio Ambiente Desafios para enfrentar mudanças as climáticas e o papel dos edifícios verdes Secretaria do Verde e Meio Ambiente DESAFIOS PARA AS CIDADES Redução da emissão global dos gases que causam efeito estufa 50%

Leia mais

VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP

VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP Maria Cecilia Manoel Universidade de São Paulo maria.manoel@usp.br Emerson

Leia mais

TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL

TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA CONFORTO AMBIENTAL I PROFª RITA SARAMAGO TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL PROJETO: SUGAWARADAISUKE ARCHITECTS LOANY GONZAGA.LUIZA DALVI.MÁRCIA MICHELLE.THAÍS MARA 1.ANÁLISE

Leia mais

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL Francisca Cardoso da Silva Lima Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Estadual do Piauí Brasil Franlima55@hotmail.com

Leia mais

ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO SAZONAL NAS CIDADES DE MACAPÁ-AP E SANTARÉM-PA NA REGIÃO AMAZONICA BRASILEIRA-ANO-2009.

ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO SAZONAL NAS CIDADES DE MACAPÁ-AP E SANTARÉM-PA NA REGIÃO AMAZONICA BRASILEIRA-ANO-2009. ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO SAZONAL NAS CIDADES DE MACAPÁ-AP E SANTARÉM-PA NA REGIÃO AMAZONICA BRASILEIRA-ANO-2009. MAGANO JÚNIO, H. 1 ; ANTÔNIO C. LÔLA DA COSTA 2 ; JOÃO DE A. SILVA JUNIOR 3 ; INGRID M.

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR

CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR Andreza

Leia mais

Vegetação. Solo. Relevo. Clima. Hidrografia

Vegetação. Solo. Relevo. Clima. Hidrografia Vegetação Solo Relevo Clima Hidrografia VEGETAÇÃO E SOLOS HETEROGÊNEA CALOR E UMIDADE RÁPIDA DECOMPOSIÇÃO/FERTILIDADE. NUTRIENTES ORGÂNICOS E MINERAIS (SERRAPILHEIRA). EM GERAL OS SOLOS SÃO ÁCIDOS E INTEMPERIZADOS.

Leia mais

Planejamento urbano em cidades de clima semi-árido Recomendações a partir do estudo do clima urbano.

Planejamento urbano em cidades de clima semi-árido Recomendações a partir do estudo do clima urbano. Planejamento urbano em cidades de clima semi-árido Recomendações a partir do estudo do clima urbano. Mariana Brito de Lima (1) (1) Arquiteta e Urbanista (UFRN), Ma. Em Engenharia Urbana (UFPB), Professora

Leia mais

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor.

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Francisco Vecchia Departamento de Hidráulica e Saneamento Escola de Engenharia

Leia mais

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA Atividade de Ciências 5º ano Nome: ATIVIDADES DE ESTUDO Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA FLORESTA AMAZÔNICA FLORESTA ARAUCÁRIA MANGUEZAL PANTANAL CAATINGA CERRADO

Leia mais

5. LEVANTAMENTO DA ÁREA DE INTERVENÇÃO 5.1. RELAÇÕES TEMÁTICA / SÍTIO SÍTIO PROPOSTO O sítio proposto para a implantação situa-se no limite dos bairros Menino Deus e Praia de Belas, divididos pela Avenida

Leia mais

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA O comportamento climático é determinado por processos de troca de energia e umidade que podem afetar o clima local, regional

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

PARCERIA UNIVERSIDADE-GOVERNO COMO FONTE DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO PARA O MEIO PROFISSIONAL E ACADÊMICO

PARCERIA UNIVERSIDADE-GOVERNO COMO FONTE DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO PARA O MEIO PROFISSIONAL E ACADÊMICO PARCERIA UNIVERSIDADE-GOVERNO COMO FONTE DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO PARA O MEIO PROFISSIONAL E ACADÊMICO Arq. MSc. Eduardo Grala da Cunha Universidade de Passo Fundo/RS, Unochapecó/SC, e-mail: egcunha@terra.com.br.

Leia mais

Clima e Formação Vegetal. O clima e seus fatores interferentes

Clima e Formação Vegetal. O clima e seus fatores interferentes Clima e Formação Vegetal O clima e seus fatores interferentes O aquecimento desigual da Terra A Circulação atmosférica global (transferência de calor, por ventos, entre as diferentes zonas térmicas do

Leia mais

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Grande extensão territorial Diversidade no clima das regiões Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Motivação! Massas de Ar Grandes

Leia mais

GEOGRAFIA. Professora Bianca

GEOGRAFIA. Professora Bianca GEOGRAFIA Professora Bianca TERRA E LUA MOVIMENTO DA LUA MOVIMENTOS DA TERRA TEMPO E CLIMA Tempo é o estado da atmosfera de um lugar num determinado momento. Ele muda constantemente. Clima é o conjunto

Leia mais

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB Yuri Tomaz Neves 1 ; Laércio Leal dos Santos 2 ; Jonathan Nóbrega Gomes 3 ; Bruno Menezes

Leia mais

elipsoide de revolução

elipsoide de revolução 19.(TRT-8/CESPE/2013) Para a obtenção de mapas, é necessário que haja a projeção da superfície real ou física em formas geométricas, sendo que alguns ajustes prévios são necessários para que se possa fazer

Leia mais

VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS

VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS Giuliano Crauss Daronco (1) Doutor em Recursos Hídricos e Saneamento. Departamento de Ciências Exatas e Engenhariais. (DCEEng). Universidade

Leia mais

PROF. ARQ. LEÔNIDAS ALBANO - PUC GOIÁS

PROF. ARQ. LEÔNIDAS ALBANO - PUC GOIÁS AULA MÓDULO FUNDAMENTOS AULA 3 Climas MÓDULO FUNDAMENTOS 3 Climas.. CLIMAS PROF. ARQ.LEÔNIDAS ALBANO 1/ Meios de controle ambiental (visão parcial e fragmentada da história) Orientações (Reyner Bahram)

Leia mais

REAL ESTATE E ECOPROJETOS

REAL ESTATE E ECOPROJETOS 1 REAL ESTATE E ECOPROJETOS Paulo Castilho Lima Universidade de Brasília Brasil castilho@unb.br Resumo É necessário haver um esforço conjunto em encontrar meios de diminuir o consumo de energia, sob todos

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI (MG)

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI (MG) ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI (MG) Alan Cássio Campos 1 Julio Cezar Costa 1 Gabriel Pereira 1 E-mail: allancassiio@hotmail.com; juliocezar188@hotmail.com pereira@ufsj.edu.br

Leia mais

CLIMATOLOGIA. Profª Margarida Barros. Geografia - 2013

CLIMATOLOGIA. Profª Margarida Barros. Geografia - 2013 CLIMATOLOGIA Profª Margarida Barros Geografia - 2013 CLIMATOLOGIA RAMO DA GEOGRAFIA QUE ESTUDA O CLIMA Sucessão habitual de TEMPOS Ação momentânea da troposfera em um determinado lugar e período. ELEMENTOS

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

A ILHA DE CALOR EM BELO HORIZONTE: UM ESTUDO DE CASO

A ILHA DE CALOR EM BELO HORIZONTE: UM ESTUDO DE CASO A ILHA DE CALOR EM BELO HORIZONTE: UM ESTUDO DE CASO M. L. de Abreu (1), Assis, W. L. (1) Departamento de Geografia IGC / Universidade Federal de Minas Gerais / Cx. P. 702, Pampulha Belo Horizonte MG (Brazil)

Leia mais

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR CLIMAS DO BRASIL São determinados pelo movimento das massas de ar que atuam no nosso território. É do encontro dessas massas de ar que vai se formando toda a climatologia brasileira. Por possuir 92% do

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25 Profº André Tomasini Localizado na Região Centro-Oeste. Campos inundados na estação das chuvas (verão) áreas de florestas equatorial e tropical. Nas áreas mais

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS.

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS. ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE ILUMINAÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DA SALA AULA ATELIÊ 1 DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS. Nathalya Luciano Buges - Acadêmica do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMS

Leia mais

ANAIS ELETRÔNICOS - 1ª JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO DO IFTO

ANAIS ELETRÔNICOS - 1ª JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO DO IFTO ARQUITETURA BIOCLIMÁTICA: RECOMENDAÇÕES APROPRIADAS PARA PALMAS/TO Djean da Costa BARBOSA (1); Mariana Brito de LIMA (2); (1) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do TO, AE 310 SUL, Avenida

Leia mais

AMBIENTE EFICIENTE Consultoria

AMBIENTE EFICIENTE Consultoria AMBIENTE EFICIENTE Consultoria ESCOPO DOS SERVIÇOS CERTIFICAÇÃO LEED A certificação LEED pode ser aplicada no Brasil em oito tipologias: Novas Construções (New Construction) Edifícios Existentes Operação

Leia mais

PLANEJAMENTO URBANO E O CONFORTO AMBIENTAL NO LOTEAMENTO HBB EM TERESINA. TERESINA PI BRASIL. (Apoio CNPq) L. M. E. Kallas

PLANEJAMENTO URBANO E O CONFORTO AMBIENTAL NO LOTEAMENTO HBB EM TERESINA. TERESINA PI BRASIL. (Apoio CNPq) L. M. E. Kallas PLANEJAMENTO URBANO E O CONFORTO AMBIENTAL NO LOTEAMENTO HBB EM TERESINA. TERESINA PI BRASIL. (Apoio CNPq) L. M. E. Kallas RESUMO No desenho urbano, a adequação bioclimática aproveita variáveis do clima

Leia mais

REGIÃO NORDESTE. As sub-regiões do Nordeste 2ª unidade

REGIÃO NORDESTE. As sub-regiões do Nordeste 2ª unidade REGIÃO NORDESTE As sub-regiões do Nordeste 2ª unidade NORDESTE Características gerais 9 Estados / 18, 25% do território do Brasil; 2ª maior população regional; Área de colonização mais antiga; A maior

Leia mais

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental Eco Houses / Casas ecológicas Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental IDHEA - INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA HABITAÇÃO ECOLÓGICA Conceito:

Leia mais

Soluções Sustentáveis

Soluções Sustentáveis ANA ROCHA MELHADO Soluções Sustentáveis EMPREENDIMENTOS RESIDENCIAIS IV SEMINÁRIO DE INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL RIO DE JANEIRO, junho de 2011 SÍTIO E CONSTRUÇÃO (6 18) 1 - Relação do Edifício com o

Leia mais

Praticando seus conhecimentos sobre desertificação

Praticando seus conhecimentos sobre desertificação Praticando seus conhecimentos sobre desertificação O fenômeno de desertificação pode ocorrer através de um processo natural ou pela ação humana. O manejo inadequado do solo para agricultura, atividades

Leia mais

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro.

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. 1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A Primavera começa este ano às 22h04min (hora de Brasília), no dia 22 de setembro e termina às 17h20min (horário de

Leia mais

Classificações climáticas

Classificações climáticas Classificações climáticas Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br glaubermariano@gmail.com O clima do Brasil pode ser classificado

Leia mais

Lucca Schmidt Osellame, Márcio Rosa D Ávila(orientador) Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, PUCRS. Resumo

Lucca Schmidt Osellame, Márcio Rosa D Ávila(orientador) Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, PUCRS. Resumo Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social - HIS: potencial de integração de tecnologia inovadora na produção de projetos habitacionais arquitetura em contêiner Lucca Schmidt Osellame, Márcio Rosa

Leia mais

Domínios Morfoclimáticos

Domínios Morfoclimáticos Domínios Morfoclimáticos Os domínios morfoclimáticos representam a interação e a integração do clima, relevo e vegetação que resultam na formação de uma paisagem passível de ser individualizada. Domínios

Leia mais

Elementos Climáticos CLIMA

Elementos Climáticos CLIMA CLIMA Elementos Climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade, do

Leia mais

COLÉGIO. Internacional. Escola verde Green School

COLÉGIO. Internacional. Escola verde Green School Escola verde Green School Sobre o Colégio Positivo Início das aulas: 18 de fevereiro de 2013 Lançamento oficial: 26 de março de 2013 Proposta de ensino bilíngue (português/inglês) Cerca de 350 alunos,

Leia mais

Amazônia Brasileira e Brasil em Crise

Amazônia Brasileira e Brasil em Crise Amazônia Brasileira e Brasil em Crise 1. (UERJ-2009) Folha de São Paulo, 01/06/2008. Adaptado de Zero Hora, 16/06/2008. Diferentes critérios e objetivos podem orientar a divisão do espaço geográfico em

Leia mais

ARBORIZAÇÃO URBANA RESUMO

ARBORIZAÇÃO URBANA RESUMO TERRA E CULTURA, ANO XIX, Nº 36 51 ARBORIZAÇÃO URBANA RESUMO *João Henrique Bonametti 1 No processo de planejamento urbano, a arborização tem um destaque especial no tocante à qualidade de vida e estética

Leia mais

VARIABILIDADE ESPAÇO TEMPORAL DO IVDN NO MUNICIPIO DE ÁGUAS BELAS-PE COM BASE EM IMAGENS TM LANDSAT 5

VARIABILIDADE ESPAÇO TEMPORAL DO IVDN NO MUNICIPIO DE ÁGUAS BELAS-PE COM BASE EM IMAGENS TM LANDSAT 5 VARIABILIDADE ESPAÇO TEMPORAL DO IVDN NO MUNICIPIO DE ÁGUAS BELAS-PE COM BASE EM IMAGENS TM LANDSAT 5 Maurílio Neemias dos Santos 1, Heliofábio Barros Gomes 1,, Yasmim Uchoa da Silva 1, Sâmara dos Santos

Leia mais

4 Estudo de casos. Janelas: 1 gene para o percentual da largura total da parede que a janela irá ocupar (número entre 0 e 1);

4 Estudo de casos. Janelas: 1 gene para o percentual da largura total da parede que a janela irá ocupar (número entre 0 e 1); 4 Estudo de casos Este capítulo apresenta estudo de casos para averiguar a eficácia do modelo definido no capítulo 3. Para provar que os conceitos funcionam e que o método é viável, decidiu-se otimizar

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade, paisagens e ecossistemas visualmente atraentes e que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO A AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA APAC, de acordo com o Plano Hidroambiental da Bacia do Rio Capibaribe, está recebendo manifestações

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade e de paisagens e ecossistemas visualmente atraentes que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS Creative Commons/Nao Iizuka Bioma Amazônia ou Domínio Amazônico Heterogêneo Perene Denso Ombrófila Três estratos Influenciado pelo relevo e hidrografia Bacia

Leia mais

COMPLEMENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO NOVO PAVILHÃO DO PEA - CAD. 590

COMPLEMENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO NOVO PAVILHÃO DO PEA - CAD. 590 COMPLEMENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO NOVO PAVILHÃO DO PEA - CAD. 590 QUESITOS PROPOSTOS PELA PROMOTORIA: 1) O que é Tbu Tbs TG UR e var fl. 6 Tbu temperatura de bulbo úmido Tbs temperatura de bulbo seco TG

Leia mais

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Região Norte 1. Qual a diferença entre região Norte, Amazônia Legal e Amazônia Internacional? A região Norte é um conjunto de 7 estados e estes estados

Leia mais

Principais características geográficas do estado do Goiás

Principais características geográficas do estado do Goiás Principais características geográficas do estado do Goiás Laércio de Mello 1 Para iniciarmos o estudo sobre o estado de Goiás é importante primeiramente localizá-lo dentro do território brasileiro. Para

Leia mais

ANEXO 4 ETIQUETAGEM DE EDIFICAÇÕES COMERCIAIS

ANEXO 4 ETIQUETAGEM DE EDIFICAÇÕES COMERCIAIS ANEXO 4 ETIQUETAGEM DE EDIFICAÇÕES COMERCIAIS Com o objetivo de melhorar a eficiência energética das edificações no país foi criada a etiquetagem de eficiência energética de edificações do INMETRO, como

Leia mais

DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO. Maristela Gomes de Camargo

DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO. Maristela Gomes de Camargo DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO Maristela Gomes de Camargo Resumo: Este estudo discute os aspectos de usabilidade e ergonomia relacionados ao conforto térmico; e o

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO ORIVALDO BRUNINI- JOÃO PAULO DE CARVALHO VANESSA BANCHIERI CIARELLI ANDREW PATRICK C,BRUNINI INSTITUTO AGRONÔMICO

Leia mais

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR 1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como

Leia mais

PROF. JEFERSON CARDOSO DE SOUZA

PROF. JEFERSON CARDOSO DE SOUZA PROF. JEFERSON CARDOSO DE SOUZA UFRGS 2012 São fatores limitantes dos biomas: Umidade: ausência ou excesso; Solo: tipo de nutrientes e tempo de intemperismo; Temperatura: Amplitude Térmica; Luz solar:

Leia mais

FORMAÇÃO VEGETAL BRASILEIRA. DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS Aziz Ab`Saber. Ipê Amarelo

FORMAÇÃO VEGETAL BRASILEIRA. DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS Aziz Ab`Saber. Ipê Amarelo FORMAÇÃO VEGETAL BRASILEIRA DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS Aziz Ab`Saber Ipê Amarelo Fatores que influenciam na distribuição das formações vegetais: Clima 1. Temperatura; 2. Umidade; 3. Massas de ar; 4. Incidência

Leia mais

COMPAC Complexo de Produção Agrícola e Científica da EMBRAPA

COMPAC Complexo de Produção Agrícola e Científica da EMBRAPA 2127 COMPAC Complexo de Produção Agrícola e Científica da EMBRAPA X Salão de Iniciação Científica PUCRS Luiz Antônio Gomes Camargo 1, Márcio Rosa D Ávila 1 (orientador) 1 Faculdade de Arquitetura e Urbanismo,

Leia mais

DIRETRIZES PROJETUAIS PARA A REABILITAÇÃO DO CENTRO OLÍMPICO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

DIRETRIZES PROJETUAIS PARA A REABILITAÇÃO DO CENTRO OLÍMPICO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 213 DIRETRIZES PROJETUAIS PARA A REABILITAÇÃO DO CENTRO OLÍMPICO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Melina Yumi Koyama¹; Hélio

Leia mais

CENTROS URBANOS VITAIS O caso da avenida São Pedro

CENTROS URBANOS VITAIS O caso da avenida São Pedro CENTROS URBANOS VITAIS O caso da avenida São Pedro Josiane Silva Lopes Bolsista BIC Uniritter Júlio Celso Vargas - Orientador Porto Alegre dezembro de 2004 APRESENTAÇÃO / OBJETIVOS O trabalho trata de

Leia mais

ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO PARA O PERÍODO DE INVERNO NO HOSPITAL ESCOLA DE SÃO CARLOS

ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO PARA O PERÍODO DE INVERNO NO HOSPITAL ESCOLA DE SÃO CARLOS ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO PARA O PERÍODO DE INVERNO NO HOSPITAL ESCOLA DE SÃO CARLOS Marieli Azoia Lukiantchuki (1); Monica Faria de Almeida Prado (2); Rosana Maria Caram (3) (1) Departamento de Arquitetura

Leia mais

PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC

PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC PREVISÃO DO TEMPO PARA O MUNICÍPIO DE RIO DO SUL-SC Gean Carlos CANAL 1 ; Leonardo de Oliveira NEVES 2 ; Isaac Weber PITZ 3 ; Gustavo SANGUANINI 4 1 Bolsista interno IFC; 2 Orientador; 3 Graduando Agronomia;

Leia mais

Autor(es) ROSIMARY COUTO PAIXÃO. Orientador(es) ADRIANA PETITO DE ALMEIDA SILVA CASTRO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1.

Autor(es) ROSIMARY COUTO PAIXÃO. Orientador(es) ADRIANA PETITO DE ALMEIDA SILVA CASTRO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE COBERTURAS DE POLICARBONATO E ACRÍLICO: ESTUDO DE CASO NO CAMPUS DA UNIMEP EM SANTA BÁRBARA DOESTE Autor(es) ROSIMARY COUTO PAIXÃO

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação

7º Simpósio de Ensino de Graduação INSOLAÇÃO EM EDIFICAÇÕES 7º Simpósio de Ensino de Graduação Autor(es) ISABELA SABOYA PINTO LIMA Orientador(es) SUELI MANÇANARES LEME 1. Introdução O conforto térmico é um atributo necessário em edificações

Leia mais

3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas

3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas 3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas 2 Tipos de vegetação Vegetação é caracterizada como o conjunto de plantas de uma determinada região. Em razão da

Leia mais

AMBIENTE TÉRMICO URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL EM PRAÇAS: ESTUDO DE CASO EM DUAS FRAÇÕES URBANAS DE MACEIÓ ALAGOAS

AMBIENTE TÉRMICO URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL EM PRAÇAS: ESTUDO DE CASO EM DUAS FRAÇÕES URBANAS DE MACEIÓ ALAGOAS AMBIENTE TÉRMICO URBANO E QUALIDADE AMBIENTAL EM PRAÇAS: ESTUDO DE CASO EM DUAS FRAÇÕES URBANAS DE MACEIÓ ALAGOAS Renata Bruna Morais e Silva (1) ; Gianna Melo Barbirato (2) (1) Graduanda da FAU/UFAL,

Leia mais

MATÉRIA 6º 2º Dez/13 NOTA

MATÉRIA 6º 2º Dez/13 NOTA Valores eternos. TD Recuperação MATÉRIA Geografia ANO/TURMA SEMESTRE DATA 6º 2º Dez/13 ALUNO(A) PROFESSOR(A) Tiago Bastos TOTAL DE ESCORES ESCORES OBTIDOS NOTA VISTO DOS PAIS/RESPONSÁVEIS 1. Analise e

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE A TEMPERATURA DA ÁREA URBANA E DA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE VIGIA

COMPARAÇÃO ENTRE A TEMPERATURA DA ÁREA URBANA E DA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE VIGIA COMPARAÇÃO ENTRE A TEMPERATURA DA ÁREA URBANA E DA ÁREA RURAL DO MUNICÍPIO DE VIGIA Andressa Garcia Lima 1, Dra. Maria Aurora Santos da Mota 2 1 Graduada em Meteorologia- UFPA, Belém-PA, Bra. andressinhagl@yahoo.com.br.

Leia mais

Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial

Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial Paulo Wilson de Sousa UCHÔA (1); Antônio Carlos Lola da COSTA (2) Mestrando em Recursos Naturais da Amazônia Universidade Federal

Leia mais

Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica

Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica 1. De acordo com as condições atmosféricas, a precipitação pode ocorrer de várias formas: chuva, neve e granizo. Nas regiões de clima tropical ocorrem

Leia mais

ARQUITETANDO O FUTURO

ARQUITETANDO O FUTURO ARQUITETANDO O FUTURO Arq. Emílio Ambasz T J D F T ASSESSORIA DA SECRETARIA GERAL DA PRESIDÊNCIA Objetivos do TJDFT Cumprir o mandamento constitucional de defesa e preservação do meio ambiente para as

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

7 VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO

7 VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO V Prognóstico Ambiental 7 VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO 7.1 INTRODUÇÃO E OBJETIVOS Este estudo visa avaliar as condições de Ventilação e Iluminação na região contida no perímetro da Operação Urbana do Porto

Leia mais

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto Definições: Acostamento: faixa lateral nas pistas ou pátios com revestimento tal que evite a ingestão pelas turbinas de materiais

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 Consultoria especializada (pessoa física) para elaborar e implantar novas metodologias

Leia mais

A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35

A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35 A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35 OS BIOMAS DO BRASIL: (Aziz Ab Saber) O que se leva em consideração nesses domínios morfoclimáticos? Clima. Relevo. Solo. Vegetação. Vida. História da Terra e da ocupação

Leia mais

CASH CARIBBEAN AFFORDABLE SOLAR HOUSE. Casa Solar Acessível Caribenha

CASH CARIBBEAN AFFORDABLE SOLAR HOUSE. Casa Solar Acessível Caribenha CASH CARIBBEAN AFFORDABLE SOLAR HOUSE Casa Solar Acessível Caribenha ESCOLHA DA CASA PAÍS LATINO CLIMA TROPICAL CASA PERMEÁVEL POSSIVEL ALCANCE DE INTERESSE SOCIAL CASH HOME Slogan: Ser verde e acessível.

Leia mais

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO CP/CAEM/05 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 05 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA DO BRASIL 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Analisar os fatores fisiográficos do espaço territorial do Brasil, concluindo sobre a influência

Leia mais

ANÁLISE DE UNIDADES DE PAISAGEM NO JARDIM PAULISTA EM PRESIDENTE PRUDENTE SP

ANÁLISE DE UNIDADES DE PAISAGEM NO JARDIM PAULISTA EM PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 196 ANÁLISE DE UNIDADES DE PAISAGEM NO JARDIM PAULISTA EM PRESIDENTE PRUDENTE SP Elaine Cristina Barboza, Larissa

Leia mais

cidades verdes OUTUBRO 2014

cidades verdes OUTUBRO 2014 cidades verdes ESPAÇOS DE QUALIDADE OUTUBRO 2014 Edifício Cidade Nova Universidade Petrobras 1987 Ano de Fundação Parque Madureira Rio+20 1999 2007 2010 Alinhamento com Agenda 21 1 o LEED NC Core & Shell

Leia mais