FIBRA ÓPTICA. Uma solução profissional para grandes redes de distribuição DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA. 158 Catálogo 2013 / 2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FIBRA ÓPTICA. Uma solução profissional para grandes redes de distribuição DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA. 158 Catálogo 2013 / 2014"

Transcrição

1

2 DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA Uma solução profissional para grandes redes de distribuição A utilização de fibra óptica é a solução profissional para resolver o problema da distribuição do sinal de TV em grandes distâncias. Cada vez mais se encontram situações em que é necessário distribuir o sinal de TV por áreas extensas como, por exemplo, centros comerciais, estádios, grandes urbanizações, etc. Com o cabo coaxial, ao aumentar as distâncias a servir, surgem uma série de limitações tais como a atenuação do sinal, o que requer a utilização de amplificadores de linha que implicam uma degradação da qualidade do sinal (diminuição da relação C/N). O problema agrava-se ainda mais quando é necessário distribuir sinal FI de satélite. Nestes casos a utilização de fibra óptica é uma solução e apresenta as seguintes vantagens: Atenuação de apenas 0,3 db/km. Cobrem-se grandes distâncias sem necessidade de reamplificação. Imunidade perante o ruído e as interferências. Segurança e fiabilidade na transmissão. Grande largura de banda. Totalmente compatível com as tecnologias digitais. Dimensões e peso reduzidos. Facilidade de passagem através de condutas e canalizações estreitas. A matéria prima para o seu fabrico é a mais abundante na natureza. Como inconveniente, a fibra óptica requer cuidados acrescidos relativamente a outras tecnologias. Cobertura Cubierta exterior Hilos Fios de "aramida" Aramida m Recubrimiento Revestimento plástico Revestimiento Revestimento Núcleo Composição típica da fibra óptica. sección Secção transversal A Televés, líder no campo da transmissão e recepção de sinais digitais, apresenta um novo e completo sistema de equipamento de fibra óptica como solução alternativa para a distribuição dos sinais de televisão. 158 Catálogo 2013 / 2014

3 PWR PWR PWR PWR FIBRA ÓPTICA DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA Em função dos serviços a tratar, existe um vasto leque de dispositivos T.0X disponíveis, que se dividem nos seguintes grupos: Centrais de cabeça SMATV (Ver secção T.0X) Centrais de cabeça MATV (Ver secção T.0X) Controlo de centrais de cabeça e SW (Ver secção T.0X) Centrais de cabeça de Fibra óptica Transmissor 2333 / / Receptor 2335 Para instalação e configuração dos módulos existe um conjunto de equipamentos auxiliares e acessórios. CDC IP: ref CDC IP/GSM: ref Software de controlo TSuite: ref Amplificador Push-Pull de potência elevada: ref Fonte de alimentação comutada: ref Comando programador PCT 5.0: ref Adaptador USB-COM: ref Carga 75 Ω com bloqueio de DC: ref Carga 75 Ω sem bloqueio de DC: ref Suporte de parede 498mm (Alim.+7 Módulos T0X): ref Suporte de parede 560mm (Alim.+8 Módulos T0X): ref Caixilho sub-rack 19 /5U (Alim.+7 Módulos T0X): ref Cofre com fechadura: 7 módulos + FA (inclui unidade de ventilação): ref Armário rack 19 15U: ref Armário rack 19 28U: ref Armário rack 19 37U: ref Placa cega: ref Chicote interligação Bus de Controlo 1m: ref SÉRIE T.0X F.O. - GUIA RÁPIDO DE REFERÊNCIAS SAÍDA TIPO ENTRADA TX Transmissor com Canal Retorno 2334 / RF OPT OPT RF RF RF Receptor com Canal Retorno 2336 RX OPT 2335 OPT 2336 REPARTIDORES ÓPTICOS Catálogo 2013 / 2014

4 CENTRAIS DE CABEÇA T.0X Transmissores Ópticos QR-A00151 Transmissores que geram uma saída óptica em 1330 ou 1550 nm modulada com o sinal RF presente na entrada. A ref e a incluem, receptor óptico para o canal de retorno. Entrada de RF compatível com SMATV ( MHz). Diferentes potências de saída, até 10 dbm. Controlo do nível de entrada em RF para o ajuste dos parâmetros de qualidade da transmissão óptica. A ref e a dispõem de controlo do nível de saída do canal de retorno. Sinais de controlo para monitorização do sinal óptico de saída. A ref e a também monitorizam o sinal óptico de entrada no canal de retorno. Alarme indicador de ausência de sinal óptico REF DESCRIÇÃO Transmissor Óptico T.0X 1310nm SC/APC 6dBm sem Canal Retorno Transmissor Óptico T.0X 1310nm SC/APC 10dBm sem Canal Retorno Transmissor Óptico T.0X 1550nm SC/APC 4dBm sem Canal Retorno Transmissor Óptico T.0X 1550nm SC/APC 10dBm sem Canal Retorno Transmissor Óptico T.0X 1310nm SC/APC 6dBm com Canal Retorno nm Transmissor Óptico T.0X 1310nm SC/APC 10dBm com Canal Retorno nm LIGAÇÕES 1 Saída Teste (-16dB) 2 Entrada RF 3 Alimentação 4 Alarmes 5 Saída óptica canal directo 6 Entrada óptica canal de retorno 7 Atenuação RF canal directo 8 Atenuação RF canal retorno 160 Catálogo 2013 / 2014

5 PWR PWR FIBRA ÓPTICA CENTRAIS DE CABEÇA T.0X Referências ENTRADA RF Canal directo F.O. Canal Retorno Frequência de entrada MHz Nível máximo de entrada MATV 102 DIN45004B dbμv Nível máximo de entrada FI 107 DIN VDE0885/12 Ruído equivalente de entrada a 850MHz dbm/hz Ruído equivalente de entrada a 2GHz Margem de regulação 0-18 db Perdas de retorno 10 Impedância 75 Comprimento de onda nm Largura de banda detecção MHz Potência óptica máxima recebida mw/dbm - 2/3 - Conector óptico - SC/APC - Saída F.O. Canal directo RF Canal Retorno Comprimento de onda nm Potência óptica máxima emitida mw/dbm 4/6 10/10 4/6 10/10 2,5/4 10/10 Conector óptico SC/APC Frequência de entrada MHz Nível máximo de saída DIN45004B dbμv Margem de regulação db Perdas de retorno Impedância GERAL Alimentação Vdc Consumo a 24Vdc ma Índice de protecção IP 20 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 50 x 216 x 175 DIAGRAMA DE BLOCOS ENTRADA RF: Canal directo SAÍDA RF: Canal retorno Misturador C.directo/C.retorno Atenuador Canal retorno Atenuador Canal directo Canal retorno Conversor RF FO Controlo Canal directo Conversor RF FO Controlo Canal retorno ENTRADA FO: Canal retorno Saída FO: Canal directo Led Relé Led Relé 161 Catálogo 2013 / 2014

6 CENTRAIS DE CABEÇA T.0X QR-A00025 Receptores Ópticos Receptores ópticos que entregam o sinal RF original previamente convertido por um emissor de F.O. A ref inclui emissor óptico para o canal de retorno. Entrada FO multi-comprimento de onda ( nm). Ampla margem dinâmica de entrada (-10 a 6 dbm). Saída amplificada em RF capaz de fornecer 114 dbμv em MATV e 117 dbμv em SAT (FI). Sinais de controlo para a monitorização do sinal óptico de entrada. A ref também monitoriza o sinal óptico de saída no canal de retorno. Alarme indicador de ausência de sinal óptico REF DESCRIÇÃO Receptor Óptico T.0X nm SC/APC sem Canal Retorno Receptor Óptico T.0X nm SC/APC com Canal Retorno 1310nm 3dBm LIGAÇÕES 1 Alimentação 2 Alarmes 3 Saída óptica canal de retorno 4 Entrada óptica canal directo 5 Atenuador RF do canal directo 6 Saída RF canal directo/entrada canal de retorno 162 Catálogo 2013 / 2014

7 PWR PWR FIBRA ÓPTICA CENTRAIS DE CABEÇA T.0X Referências ENTRADA F.O. Canal directo RF Canal retorno Comprimento de onda nm Largura de banda detecção MHz Potência óptica máxima recebida mw/dbm 4/6 Conector óptico SC/APC Frequência de entrada MHz Nível máximo de entrada C.Ret DIN45004B dbμv - 95 Ruído equivalente de entrada a 30 MHz dbm/hz -152,5 Perdas de retorno db - 11 Impedância - 75 Saída RF Canal directo F.O. C.Ret (Só ref.2336) Frequência de saída MHz Nível máximo de saída MATV DIN45004B 114 dbμv Nível máximo de saída FI DIN VDE0885/ Margem de regulação 0-18 db Perdas de retorno 11 Impedância 75 Comprimento de onda nm Potência óptica máxima emitida mw/dbm - 2/3 Conector óptico - SC/APC Alimentação Vdc GERAL Consumo a 24 Vdc ma Índice de protecção IP 20 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 50 x 216 x 175 DIAGRAMA DE BLOCOS Disponible en Ref Led Relé Led Relé Controlo Canal directo Controlo Canal retorno SAÍDA FO C. retorno Conversor FO RF 2336 ENTRADA FO C. directo 2335 Conversor FO RF Amplificador Canal directo Atenuador Canal directo Diplexor Canal directo / Canal retorno ENTRADA RF: Canal de retorno SAÍDA RF: Canal directo Catálogo 2013 / 2014

8 CENTRAIS DE CABEÇA T.0X Repartidores Ópticos Repartidores ópticos passivos de 2, 4, 8, 16 e 32 saídas para redes ópticas em estrela. QR-A00153 REF. DESCRIÇÃO 2337 Repartidor Óptico T.0X 1310/1550nm SC/APC 2D 4dB 2339 Repartidor Óptico T.0X 1310/1550nm SC/APC 4D 7dB Repartidor Óptico T.0X 1310/1550nm SC/APC 8D 10dB Repartidor Óptico T.0X 1310/1550nm SC/APC 16D 14dB Repartidor Óptico T.0X 1310/1550nm SC/APC 32D 17dB DIAGRAMA DE BLOCOS LIGAÇÕES Entrada FO Repartidor FO Saídas FO 1 Entrada 2 Saídas Referências Nº de saídas Comprimento de onda nm ENTRADA / SAÍDA Conector óptico SC/APC Perda de inserção 1310/1550 nm 4,1 7, ,7 17,5 Directividade 55 db Perdas de retorno 55 Uniformidade 0,6 0,8 0,8 1,2 2 GERAL Índice de protecção IP 20 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 50 x 216 x x 216 x Catálogo 2013 / 2014

9 CENTRAIS DE CABEÇA T.0X QR-A00152 Amplificador Óptico Amplificador óptico (EDFA) idealizado para amplificar sinais provenientes de um transmissor óptico com um comprimento de onda de 1550nm (ref ). Potência de saída elevada. Figura de ruído baixa. Margem elevada de entrada. 1 REF. DESCRIÇÃO Amplificador Óptico T.0X 1550nm SC/APC 20dBm 2 3 DIAGRAMA DE BLOCOS ENTRADA ÓPTICA Isolador óptico Acoplador seletivo em Lambda Fibra dopada Isolador óptico SAÍDA ÓPTICA Diodo laser Terminação sem reflexão LIGAÇÕES 1 Alimentação 2 Entrada óptica 3 Saída óptica Referência ENTRADA ÓPTICA Limite de potência óptica de entrada dbm -3 ~ +10 Conector de entrada tipo SC/APC SAÍDA ÓPTICA GERAL Potência óptica de saída dbm 20 ± 0,8 Conector de saída tipo SC/APC Figura de ruído db 5 (a 0 dbm) Perdas ópticas de retorno db 50 Comprimento de onda nm 1550 Alimentação Vdc 24 Consumo a 24 Vdc ma 410 máx. Índice de protecção IP 20 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 75 x 216 x Catálogo 2013 / 2014

10 CENTRAIS DE CABEÇA T.0X Amplificador RF QR-A00064 Central de amplificação de alta potência para sinais processados numa central de cabeça T.0X. Baixa distorção de segunda e terceira ordem que permite níveis de saída elevada (valores típicos de 120 dbμv). Duas entradas de sinal, permitindo misturar os canais processados da própria central de cabeça com canais provenientes de outros conjuntos. Saída de teste para ensaios sem interromper o sinal aos utilizadores REF. DESCRIÇÃO 5575 Amplificador T.0X MATV Push-Pull LIGAÇÕES 1 Saída RF 2 Saída Teste (-30dB) 3 Alimentação 4 Atenuador 5 Entrada RF 6 Entrada RF Referência 5575 DIAGRAMA DE BLOCOS Frequência de entrada MHz ENTRADA RF Saída RF GERAL Figura de ruído < 11 db Perdas de retorno > 10 Impedância Ω 75 Frequência de saída MHz Ganho db 44 ± 2,5 Nível de saída DIN45004B 120 dbμv máximo 42 CH Cenelec 105 Margem de regulação 0-20 db Perdas de retorno > 8 Impedância Ω 75 Alimentação Vdc 24 Consumo ma 450 máx. Índice de protecção IP 20 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 50 x 216 x 175 ENTRADA RF Amplificador Monolítico (baixa distorção) Atenuador variável -30 db Saída RF Saída Teste 166 Catálogo 2013 / 2014

11 CENTRAIS DE CABEÇA T.0X QR-A00065 Fonte de alimentação Fonte comutada de alta potência, tipo Flyback, e elevado rendimento (>85%). Disponibiliza até 5A a 24 V (120 W). Dotada de duas saídas monitorizadas por díodos LED que indicam o estado das tensões entregues. Detecção de sobrecarga ou curto-circuito. Intensidade de corrente limitada ao fornecimento de 4A por saída. Protecção da variação de tensão de saída REF. DESCRIÇÃO 5629 Fonte de alimentação T0.X comutada 120W 24V-5A LIGAÇÕES 1 Saídas DC 2 LED estado 3 Entrada de Rede ( Vac) DIAGRAMA DE BLOCOS Referência 5629 Entrada AC Tensão de entrada VAC Frequência Hz 50, 60 Saída DC Tensão de saída Vdc 24 Corrente máxima A 5 (4 max.por saída) Potência máxima W 120 Rendimento % > 85 ENTRADA AC Filtro de rede Comutação primária Comutação secundária Saída DC Consumo W 140 máx. GERAL Índice de protecção IP 20 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 75 x 216 x 175 Re-alimentação 167 Catálogo 2013 / 2014

12 APLICAÇÕES Refs / 2335 / / Canais TX Saída óptica: 12 canais Salida óptica: QPSK 16 canales QPSK 7 canais 8 canales TDT Canais Canales de entrada QPSK QPSK Fibra óptica 10 Fibra Km óptica 10 Km x Canais Canales de de entrada TDT TDT codificados Fibra óptica Km Km RX x RX Distribuição Distribución RF RF 168 Catálogo 2013 / 2014

13 EQUIPAMENTOS DE INTEMPÉRIE Receptores ópticos QR-A00021 Receptor óptico de intempérie (com canal de retorno na ref. 2310). Estes receptores, também denominados nodos ópticos utilizam-se como interligação entre a rede troncal de fibra óptica (FTTB e/ou FTTC) e a rede coaxial de distribuição. Amplificação em RF com elevado nível de saída. Etapas separadas de RF e SAT (FI) com controlos de equalização e atenuação. Escala gráfica (LEDs) indicativa da potência óptica de entrada. LED OK/ NOT OK da potência óptica transmitida no canal de retorno. Saída auxiliar/teste que evita o corte de serviço aos utilizadores durante as operações de manutenção. Chassis blindado IP REF DESCRIÇÃO Receptor Óptico Intempérie nm SC/APC com Canal Retorno 1310nm Receptor Óptico Intempérie nm SC/APC sem canal de Retorno LIGAÇÕES 1 Saída RF/ Entrada C.Ret 2 Teste 3 Rede V~ 4 Atenuadores 2 5 Entrada óptica (Fx directo) 6 Saída óptica (Tx canal de retorno) 7 Entrada fibra óptica LEDs de potência recebida 9 LED de potência do canal de retorno DIAGRAMA DE BLOCOS Led Led Só na Ref * Só ref Controlo Canal directo Controlo Canal retorno SAÍDA FO C. retorno* Conversor FO RF ENTRADA FO C. directo Conversor FO RF Amplificador Canal directo Atenuador Canal directo Diplexor Canal directo / Canal retorno ENTRADA RF: Canal de retorno* SAÍDA RF: Canal directo 169 Catálogo 2013 / 2014

14 EQUIPAMENTOS DE INTEMPÉRIE Referência Comprimento de onda nm ENTRADA Canal directo óptico Canal de retorno RF Pot. óptica de entrada (recomendado) dbm Pot. máx. entrada óptica permanente + 3 Conector óptico SC/APC Margem de frequência MHz Nível máx.de entrada (1) dbμv 90 - Planicidade ± 2 - db Perdas de retorno > 10 - Impedância Ω 75 - SAÍDA Canal directo RF Canal de retorno óptico Frequência de saída MHz Nível máx. de saída MATV (42 CH CENELEC) dbμv Nível máx. de saída SAT FI (DIN VDE0885/12) C/N para canais analógicos dbc > 45 - > 45 - Atenuador entre etapas Equalizador db Planicidade ± 1,5 ± 3 ± 1,5 ± 3 Perdas de retorno > 10 > 7,5 > 10 > 7,5 Impedância Ω Conector tipo F-PG11 F-PG11 Teste interior no cofre db 25 ± 1,5 27 ± 1,5 25 ± 1,5 27 ± 1,5 Tipo de laser tipo Fabry-Perot (Classe 1M) - Comprimento de onda nm Max. potência óptica emitida dbm 3 - Conector óptico SC/APC - GERAL Tensão de alimentação Vac 196~264 Corrente ma 180 (36 VA máx.) Potência consumida W 18 Temperatura de funcionamento ºC Peso gr 1825 Chassis Alumínio Índice de protecção IP 61 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 232 x 140 x Medida efectuada para duas portadoras em 10 e 25MHz com nível de 90dBμV para uma intermodulação 35MHz superior a 50dB. 170 Catálogo 2013 / 2014

15 EQUIPAMENTOS PARA INTERIOR DE MORADIA Receptor óptico com ajuste automático Equipamento para redes FTTH (Fiber To The Home), com CAG garantindo um nível de sinal de saída estável para a rede de cabo coaxial. 5 QR-A REF. DESCRIÇÃO 2311 Receptor óptico doméstico com ajuste automático DIAGRAMA DE BLOCOS LIGAÇÕES 1 Saída RF 2 Conector óptico SC/APC 3 LED indicador de potência óptica de entrada 4 Rede V~ 5 LED ON/OFF Led Controlo Ajuste automático Detector RF ENTRADA ÓPTICA Conversor FO RF Amplificador Atenuador Amplificador SAÍDA ÓPTICA Referência 2311 Dispositivo óptico tipo Fotodiodo PIN InGaAs Comprimento de onda nm ENTRADA Largura de banda de detecção MHz ÓPTICA Potência óptica de entrada dbm -10 ~ +3 Perdas ópticas de retorno db 40 Saída RF Largura de banda MHz Impedância ohm 75 Perdas de retorno db 11 Margem de funcionamento de ajuste automático óptico db Nível max. saída (1) (2 portadoras, IMD 60 db) dbμv 110/portadora 107/portadora Nível de saída 42 Canais CENELEC & 1 Transponder SAT completo (2) dbμv 93/canal 90/canal Tensão de alimentação Vac 230 ± 30% Corrente ma 35 máx. Potência consumida W 3 máx. Conector de saída RF fêmea F tipo GERAL Conector de entrada óptica SC/APC Temperatura de funcionamento ºC Peso gr 230 Índice de protecção IP 20 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm Nível de saída máximo para que CSO e CTB >= 60dB.. 2. O led indicador da potência óptica recebida ficará vermelho quando a potência óptica incidente superar o valor máximo indicado; a cor verde indicará um nível de potência óptica compreendido entre os 10dBm e os 3dBm e cor âmbar quando a potência incidente for inferior a 10dBm. 171 Catálogo 2013 / 2014

16 EQUIPAMENTOS PARA INTERIOR DE MORADIA Refs / Canais RF DISTRIBUTION Distribuição NETWORK RF DISTRIBUTION Distribuição NETWORK Catálogo 2013 / 2014

17 FIBRA ÓPTICA DISTRIBUIÇÃO F.O. (ICT-2) DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA ITED2 173 Catálogo 2013 / 2014

18 DISTRIBUIÇÃO DA REDE DE FIBRA ÓPTICA Repartidor geral QR-A00184 Para instalação no ATE. Permite organizar os cabos/fibras ópticos depois de efectuadas as respectivas conectorizações e fusões. Protege e separa as fibras da rede de distribuição. Os organizadores (cassetes) permitem o cumprimento do raio de curvatura mínimo. Inclui diversos acessórios para um melhor acondicionamento das fibras. Armários metálicos com lacagem a quente e pintura electroestática. REF DESCRIÇÃO Repartidor Geral de Fibra Óptica RG-FO - Interior Até 48 conectores SC/APC (não incluídos) Medidas (Larg x Alt x Prof): 370 x 350 x 95mm Repartidor Geral de Fibra Óptica RG-FO 48 - Exterior Até 48 conectores SC/APC (não incluídos) Medidas (Larg x Alt x Prof): 370 x 350 x 95mm Catálogo 2013 / 2014

19 DISTRIBUIÇÃO DA REDE DE FIBRA ÓPTICA Repartidor Geral QR-A00185 Para instalação no ATE. Permite organizar os cabos/fibras ópticos depois de efectuadas as respectivas conectorizações e fusões. Protege e separa as fibras da rede de distribuição. Os organizadores (cassetes) permitem 0 cumprimento do raio de curvatura mínimo. Inclui diversos acessórios para um melhor acondicionamento das fibras. Podem ser instalados como caixa de passagem. REF DESCRIÇÃO Repartidor Geral de Fibra Óptica RG-FO 8 - Interior capacidade de organização até 8 fibras Medidas (Larg x Alt x Prof): 153 x 264 x 67 Repartidor Geral de Fibra Óptica RG-FO 4 - Exterior capacidade de organização até 8 fibras Medidas (Larg x Alt x Prof): 250 x 215 x Repartidor de cliente Ligação entre o RG-FO e a rede de cliente. QR-A00186 REF DESCRIÇÃO Repartidor de Cliente de Fibra Óptica 2 SC-APC (Larg x Alt x Prof): 80 x 80 x 25 Repartidor de Cliente de Fibra Óptica 4 SC-APC (2 incluídos) (Larg x Alt x Prof): 150 x 110 x Catálogo 2013 / 2014

20 DISTRIBUIÇÃO DA REDE DE FIBRA ÓPTICA Cabos de Fibra Óptica De 2, 24 ou 48 fibras monomodo, de baixa sensibilidade a curvaturas e em conformidade com a Norma ITU-T G.657-A2. QR-A00187 REF. DESCRIÇÃO Cabos multifibra (ITU-T-G657A2) fornecimento Cabo 48 Fibras Monomodo LSFH (ITU-T G657A2) 800 m Cabo 48 Fibras Monomodo LSFH (ITU-T G657A2) por metro / Tensor central Protecção contra a água Fibras de aramida Revestimento ajustado Fibras de aramida Revestimento interior Fibra óptica Cobertura exterior Micromódulo / QR-A00188 REF. DESCRIÇÃO Cabos multifibra (ITU-T-G657A2) fornecimento Cabo 24 Fibras Monomodo LSFH (ITU-T G657A2) 2000 m Cabo 24 Fibras Monomodo LSFH (ITU-T G657A2) por metro Tensor central Anel preto Fibras de aramida Cobertura exterior Bainha interior Fibra óptica / / Catálogo 2013 / 2014

21 DISTRIBUIÇÃO DA REDE DE FIBRA ÓPTICA Cabos de Fibra Óptica QR-A00189 REF. DESCRIÇÃO Cabo multifibra (ITU-T-G657A2) fornecimento Cabo 2 Fibras Monomodo Interior LSFH (ITU-T G657A2) 300 m Cabo 2 Fibras Monomodo Exterior LSFH (ITU-T G657A2) 200 m Fibras de aramida Bainha interior Fibras de aramida Bainha interior Cobertura exterior Fibra óptica Cobertura exterior Fibra óptica Referência Nº de fibras Tipo de fibra 9/125 (G657A2) Atenuação db/km 0.4 (1310 nm); 0,3 (1550 nm) Bainha interior da fibra material LSFH e retardante à chama Ø mm 0,9 ± 0,05 material LSFH e retardante à chama Revestimento do cabo Ø mm 15,0 ± 0.2 8,0 ± 0.2 3,5 ± 0.2 4,8 ± 0.2 cor laranja preto Raio de curvatura mínimo 10 x Ø 5 x Ø 10 x Ø Tracção N Compressão N/100mm Temp. de funcionamento ºC Fornecimento 800 m por metro 2 Km por metro 300 m 200 m Acessórios QR-A00190 REF. DESCRIÇÃO 2327 Manga protecção para fusão óptica (p/ref.2321) 2328 Junção mecânica de Fibra Óptica (p/ref.2322 e 2341) 2329 Conectores de Fibra Óptica SC/APC Pigtail SC/APC Fibra Monomodo 4m Adaptador SC/APC F-F Catálogo 2013 / 2014

22 178 Catálogo 2013 / 2014

23 FIBRA ÓPTICA DISTRIBUIÇÃO F.O. (ICT-2) DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA (LNB ÓPTICO) 179 Catálogo 2013 / 2014

24 DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA (LNB ÓPTICO) LNBs Ópticos Convertem as 4 bandas/polaridades SAT FI numa única saída óptica: HHi - HLo - VHi - VLo QR-A00191 Capacidade de alimentar até 32 pontos de distribuição num raio de 10Km REF. DESCRIÇÃO 2353 LNB Óptico Offset 1310nm FC/PC 2363 LNB Óptico Foco Primário 1310nm FC/PC (sem Alimentador) 2363 Referência DESCRIÇÃO LNB Óptico (offset) LNB Óptico Diâmetro interno do suporte (foco primário) Ø 40mm Frequência de entrada 10,7...12,75 GHz Frequência de saída 0,95...5,45 Comprimento de onda nm 1310 Osciladores locais GHz 9,75(Vertical) / 7,3 (Horizontal) Potência de saída óptica de -30 até 60 ºC dbm 7±2 Figura de ruído 0,5 típ. db Ganho de -30 até 60 ºC 72± Ruído de fase máximo Offset de frequência dbc/hz 100 (KHz) Estabilidade do oscilador local MHz ±2 Isolamento entre polaridades db 30 típ. Alimentação Vdc 12 Consumo ma <250 <450 Temperatura de funcionamento ºC -30 até 60 Conectores Entrada DC F-fêmea tipo Saída óptica FC/PC Peso gr Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm 68 x 98 x x 101 x 120 ACESSÓRIOS Protecção para o conector FC/PC un. 1 Conector F Fêmea-F Fêmea un. 1 Adaptador AC/DC de alimentação Entrada Saída Tensão Vac Frequência Hz 50/60 Tensão Vdc 12 Corrente ma Catálogo 2013 / 2014

25 DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA (LNB ÓPTICO) Conversores FIBRA ÓPTICA/RF: SATÉLITE QR-A00192 Os conversores ópticos convertem o sinal óptico num sinal de FI ( MHz), QUAD (2351) disponibiliza 4 saídas universais e o QUATTRO (2350) 4 polaridades independentes (1 polaridade por saída). Conectorização de entrada FC/PC e fibra monomodo. Alimentação local (2350) ou remota (2351) pelo receptor de satélite REF. DESCRIÇÃO 2350 Conversor MDU FO/CC FC/PC - F Quattro SAT c/alimentador 2351 Conversor MDU FO/CC FC/PC - F Quad SAT Referência DESCRIÇÃO Quattro MDU Quad MDU Parâmetros de entrada Margem de frequência GHz 0, ,45 Perdas de retorno ópticas db 20 Potência óptica Configuração SML PON -13 mín / 0 máx dbm Configuração STD PON -18 mín /-14 máx Transponders SAT nº 120 Conector de entrada óptica tipo FC/PC fêmea Parâmetros de saída Margem de frequência V < 14,5 Vdc Banda Baixa H > 15,5Vdc MHz saída fixa V < 14,5Vdc 22KHz Banda Alta H > 15,5Vdc 22KHz Nível de saída nominal/transponder dbm -65 min. /-25 max. Planicidade db 5 Perdas de retorno db 10 Rejeição entre saídas db 30 Figura de ruído db 4 Impedância ohm 75 Alimentação Tensão Vdc 20 Corrente ma <300 a partir do receptor Conectores tipo F Temperatura de funcionamento ºC 0-50 Peso gr 400 Dimensões (Larg Alt Prof) mm Catálogo 2013 / 2014

26 Televes 8 ways Optical Splitter Televes 8 ways Optical Splitter Televes 8 ways Optical Splitter QUAD Optical Converter QUAD Optical Converter FIBRA ÓPTICA APLICAÇÃO Conversor Quad/Quattro e multiswitches Adaptador AC/DC Cabo coaxial Televes 8 ways Optical Splitter V dc Distribuição do sinal através de conversores QUAD Alimentação de dois LNBs ópticos através de uma única fonte way optical splitter 2 x Coax Fibra PON Rede óptica passiva PON Passive Optical Network 2350 Distribuição de sinal através de conversores QUATTRO 182 Catálogo 2013 / 2014

27 Televes 8 ways Optical Splitter Televes 4 ways Optical Splitter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter Televes 4 ways Optical Splitter QUATTRO Optical Converter Televes 4 ways Optical Splitter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter Televes 4 ways Optical Splitter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter QUATTRO Optical Converter FIBRA ÓPTICA APLICAÇÃO Conversor Quattro e multiswitches Adaptador AC/DC 2353 Cabo coaxial Fibra óptica x x x Catálogo 2013 / 2014

28 DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA (LNB ÓPTICO) KIT Conversor FIBRA ÓPTICA/RF: SATÉLITE+TERRESTRE Kit que converte as 4 bandas/polaridades SAT (FI) e a banda terrestre (sinais digitais) numa única saída óptica. QR-A00193 LNB com saída coaxial, converte as 4 polaridades de satélite numa margem de frequências MHz. Conversor ODU32 combina sinais de SAT (FI) convertidos pelo LNB com sinais DAB/TDT, transmitindo-os por duas saídas ópticas. Potências ópticas compreendidas entre 6 e 8 dbm. Composição do kit Ref : - LNB offset. - Conversor ODU32 de RF em sinal óptico. - Adaptador AC/DC de alimentação. - Cabo coaxial (2m/ 50Ω/ Conectores N). - Protecções intempérie para os conectores. - Suporte para fixar o ODU32 ao mastro. REF DESCRIÇÃO Kit Conversão CC/FO F - FC/PC DAB/TDT+FI Conversor + LNB offset + alimentador + acessórios Referência ÓPTICAS Comprimento de onda nm 1310 Potência óptica por cada conector de saída dbm 6 a 8 Frequência de entrada DAB / DVB-T MHz / Impedância Ohm 75 Níveis de entrada 1 canal 70 a 95 * * (o sinal DAB deve estar 15dB abaixo do 4 canais dbμv 90 sinal TDT) 8 canais 85 Ganho DAB / DVB-T dentro da banda 4 Planicidade sinais TDT dentro do canal db 0.5 Margem do CAG (Controlo Automático de Ganho) 25 Figura de ruído no ganho máximo 10 OIP3 dbμv 134 Rejeição ( MHz) db 20 SAT ELÉCTRICAS MECÂNICAS Frequência de entrada Pol. vertical / Pol. horizontal MHz / Impedância Ohm 50 Nível de entrada dbμv 96 a 111 Planicidade em banda Polarização vertical 4 Polarização horizontal 7 (3 db de pendente) Planicidade do ganho cada segmento de 30 MHz db 1 Margem do CAG (Controlo Automático de Ganho) min. 15 Figura de ruído no ganho máximo 12 OIP3 (min) dbμv 129 Rejeição ( MHz) (min) db 20 Tensão de alimentação do conversor (através do conector F) Vdc 12 Tensão de alimentação do LNB (através do conector N) Vdc 6,2 Consumo de corrente (incluindo o LNB) ma 500 Saída óptica FC/PC Conectores Entrada satélite N fêmea Typ Entrada DVB-T/DAB F fêmea Alimentação F fêmea Temperatura de funcionamento ºC -30 até +60 Peso gr 545 Dimensões do conversor ODU (Larg x Alt x Prof) mm Catálogo 2013 / 2014

29 DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA (LNB ÓPTICO) Conversores FIBRA ÓPTICA/RF: SATÉLITE+TERRESTRE QR-A00194 Os conversores ópticos convertem o sinal óptico num sinal de FI ( MHz) e DAB/TDT, QUAD (2351) disponibiliza 4 saídas universais + terrestre e o QUATTRO (2350) 4 polaridades independentes (1 polaridade por saída) + terrestre. Conectorização de entrada FC/PC e fibra monomodo. Alimentação local. A ref (QUATTRO) disponibiliza as 4 polaridades independentes (1 polaridade por saída), similar a um LNB QUATTRO standard. A ref (QUAD) disponibiliza 4 saídas universais, similar a um LNB QUAD standard Recomendações: A potência óptica de saída típica do conversor RF/FO, ref é de 7 dbm e a margem dinâmica dos conversores FO/RF ref e é de -15 a 0 dbm, assim: Na ausência de repartidores ópticos na rede de distribuição, dever-se-á instalar um atenuador óptico ref (15 db). Na presença de repartidores ópticos na instalação, é possível complementar com os atenuadores de refs e 2364 (5 db e 10 db) para se ajustar à atenuação ideal. Se a atenuação estiver dentro da margem dinâmica, não será necessário a aplicação de atenuadores adicionais. REF. DESCRIÇÃO Conversor FO/CC FC/PC - F Quattro DAB/TDT+SAT c/alimentador Conversor FO/CC FC/PC - F Quad DAB/TDT+SAT c/alimentador 185 Catálogo 2013 / 2014

30 DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓPTICA (LNB ÓPTICO) Conversores FIBRA ÓPTICA/RF: SATÉLITE+TERRESTRE Referência Comprimento de onda nm /1550 Perdas de retorno db 45 Margem de potência de entrada ÓPTICAS Transponder SAT dbm Nível de saída Canal TDT Canal DAB DVB-T / DAB SAT ELÉCTRICAS MECÁNICAS Frequência de entrada DVB-T / DAB MHz Impedância ohm 75 Perdas de retorno (min) db 10 Potência de saída DVB-T 69 DAB dbμv 56 Max 29 Ganho Min 6 db dentro da banda 6 Planicidade ganho TDT dentro do canal 0,5 OIP3 dbμv 100 Rejeição ( MHz) db 25 Nível de saída dbμv -37 até 70 Bandas de frequência de saída Alta Vertical Baixa Vertical MHz Alta Horizontal Baixa Horizontal Alta Vertical 13/22 - Selecção das bandas de saída Baixa Vertical 13/ - Vdc/KHz de SAT Alta Horizontal 18/22 - Baixa Horizontal 18/ - Impedância ohm 75 Perdas de retorno (mín) db 10 Ganho 39 Margem do CAG (Controlo Automático de Ganho) 35 Pendente do ganho db 2 dentro da banda 6 Planicidade do ganho cada segmento 30 MHz 1 OIP3 (mín) dbμv 112 Rejeição (mín) 30 (856 MHz) 30 (856 MHz) db Figura de ruído 7 Tensão de alimentação Vdc 20 Consumo de corrente ma 800 Saída óptica FC/PC Conectores Entrada DVB-T / DAB tipo F fêmea Entrada alimentação Jack fêmea Temperatura de funcionamento ºC -30 até +60 Peso gr 595 Dimensões (Larg x Alt x Prof) mm Catálogo 2013 / 2014

COAXDATA. Coaxdata Homeplug e Coaxdata Gigabit ADAPTADOR COAXIAL ETHERNET. 200 Mbps. 700 Mbps. 300 Catálogo 2013 / 2014

COAXDATA. Coaxdata Homeplug e Coaxdata Gigabit ADAPTADOR COAXIAL ETHERNET. 200 Mbps. 700 Mbps. 300 Catálogo 2013 / 2014 ADAPTADOR COAXIAL ETHERNET QR-A00171 Coaxdata Homeplug e Coaxdata Gigabit A largura de banda do cabo coaxial permite combinar outros serviços no cabo sem interferir o sinal de televisão. O Coaxdata é um

Leia mais

CENTRAIS DE CABEÇA T05

CENTRAIS DE CABEÇA T05 CENTRAIS DE CABEÇA T05 SMATV QR-000 Processadores FI/FI (simples/triplo) Sistema modular que permite a selecção de um (ref. 5860) ou três transponders (ref. 58640) da banda de FI satélite e efectua um

Leia mais

ATI Modular: um novo conceito

ATI Modular: um novo conceito ATI Modular: um novo conceito A SOLUÇÃO IDEAL PARA OS SEUS PROJECTOS Todos os produtos estão de acordo com as exigências do novo manual ITED ed.2 O novo conceito de ATI O novo ATI - Armário de Telecomunicações

Leia mais

14 CABOS DE FIBRA ÓTICA

14 CABOS DE FIBRA ÓTICA FIBRA OTICA 4 4 CABOS DE FIBRA ÓTICA Fibra Ótica com diferentes tipos de cabos: Tight Buffer - Estrutura Fechada Fibra ótica com revestimento em PVC. Usado para ligações dentro de edifícios (cabos, cordões

Leia mais

Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h) Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h)

Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h) Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h) Curso de Formação de O curso tem como objectivos específicos, dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam: Obter a RENOVAÇÃO da CERTIFICAÇÃO reconhecida pela ANACOM como técnico de projecto

Leia mais

O essencial para instalar... MANUAL DE APLICAÇÕES PRÁCTICAS EDIÇÃO LIMITADA SOLUÇÕES DE TELEVISÃO PARA TODOS

O essencial para instalar... MANUAL DE APLICAÇÕES PRÁCTICAS EDIÇÃO LIMITADA SOLUÇÕES DE TELEVISÃO PARA TODOS O essencial para instalar... MANUAL DE APLICAÇÕES PRÁCTICAS SOLUÇÕES DE TELEVISÃO PARA TODOS enda-pt-manual de Aplic.indd 1 EDIÇÃO LIMITADA 23/01/2013 9:47:5 O manual de aplicações práticas de instalações

Leia mais

Luiz Bertini. Antenas Parabólicas

Luiz Bertini. Antenas Parabólicas Antenas Parabólicas Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possui um alto ganho. Uma antena receptora de satélites de 3 metros de diâmetro, por exemplo, tem um ganho de 33dB, ou seja,

Leia mais

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

Leia mais

Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios. Direcção de Fiscalização

Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios. Direcção de Fiscalização Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios Direcção de Fiscalização Novo regime ITED Manual ITED, 2.ª edição linhas orientadoras Regras técnicas Tubagem Cablagem Pontos de fronteira Ligações de

Leia mais

LABORATÓRIO 3 PROPAGAÇÃO EM FIBRAS ÓPTICAS

LABORATÓRIO 3 PROPAGAÇÃO EM FIBRAS ÓPTICAS LABORATÓRIO 3 PROPAGAÇÃO EM FIBRAS ÓPTICAS 1. RESUMO Determinação da dependência espectral da atenuação numa fibra óptica de plástico. Verificação do valor da abertura numérica da fibra. 2. INTRODUÇÃO

Leia mais

cabo coaxial CABO COAXIAL CERTIFICADO CABO COAXIAL 100% CERTIFICADO Um cabo com a marca Televes é um CABO CERTIFICADO.

cabo coaxial CABO COAXIAL CERTIFICADO CABO COAXIAL 100% CERTIFICADO Um cabo com a marca Televes é um CABO CERTIFICADO. CABO COAXIAL 100% CERTIFICADO cabo coaxial CERTIFICADO O passo dado pela Televes no sentido de melhorar o serviço e a excelência técnica reflecte-se agora neste novo desafio. O novo conceito de instalação

Leia mais

Digital Active Outdoor DVB-T/T2 Antenna SRT ANT 15 ECO

Digital Active Outdoor DVB-T/T2 Antenna SRT ANT 15 ECO Digital Active Outdoor DVB-T/T2 Antenna SRT ANT 15 ECO User Manual Manuel d utilisateur Bedienungsanleitung Istruzioni d uso Manual de usuario Manual do Usuário Használati útmutató Návod k obsluze Bruksanvisning

Leia mais

Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios. Manual ITED 2.ª Edição. Direcção de Fiscalização

Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios. Manual ITED 2.ª Edição. Direcção de Fiscalização Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios Manual ITED 2.ª Edição Direcção de Fiscalização Julho de 2010 Novo regime ITED Manual ITED, 2.ª edição linhas orientadoras Regras técnicas Tubagem Cablagem

Leia mais

TELEVESINTEGRA. Sistema 2 Elementos (Sem GIC) INSTALAÇÃO UNIFAMILIAR. 310 Catálogo 2013 / 2014

TELEVESINTEGRA. Sistema 2 Elementos (Sem GIC) INSTALAÇÃO UNIFAMILIAR. 310 Catálogo 2013 / 2014 TELEVES INTEGRA INSTALAÇÃO UNIFAMILIAR QR-A00182 Sistema (Sem GIC) Básico: Videoporteiro 7647 + Monitor 768621. Este sistema caracteriza-se principalmente por não necessitar de GIC (Gestor Integral de

Leia mais

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Fundamentos em Sistemas de Computação Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Camada Física Primeira cada do modelo OSI (Camada 1) Função? Processar fluxo de dados da camada 2 (frames) em sinais

Leia mais

Ref. Descrição Embalagem Preço Unitário EAN 13

Ref. Descrição Embalagem Preço Unitário EAN 13 1030 Antena BIII/UHF Logarítmica (C5-12/C21-69) 10 33,83 8424 450 010 303 1050 Antena DAB - 3E 1 28,09 8424 450 010 501 1083 Antena UHF Painel - Painel (C21-69) 5 49,07 8424 450 010 839 1121 Antena UHF

Leia mais

Debate / Palestra sobre Meios de Transmissão de Dados

Debate / Palestra sobre Meios de Transmissão de Dados Debate / Palestra sobre Meios de Transmissão de Dados Escola Secundária João de Barros Corroios Curso Profissional de Gestão de Equipamentos Disciplina de Comunicação de Dados 14-10-2011 Pedro Russo Breve

Leia mais

Antenas Parabólicas. - Tela de alumínio; - Fibra de vidro; - Alumínio.

Antenas Parabólicas. - Tela de alumínio; - Fibra de vidro; - Alumínio. Antenas Parabólicas Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possui um alto ganho. Uma antena receptora de satélites de 3 metros de diâmetro, por exemplo, tem um ganho de 33dB, ou seja,

Leia mais

Camada Física. Bruno Silvério Costa

Camada Física. Bruno Silvério Costa Camada Física Bruno Silvério Costa Sinais Limitados por Largura de Banda (a) Um sinal digital e suas principais frequências de harmônicas. (b) (c) Sucessivas aproximações do sinal original. Sinais Limitados

Leia mais

fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 23

fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 23 fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 23 Fibra Óptica fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 24 FIBRA ÓPTICA Fibra Óptica é um pedaço de vidro com capacidade de transmitir luz. Tal filamento

Leia mais

Curso Instalador ITED

Curso Instalador ITED Curso Instalador ITED Formação de Actualização UFCD ITED A + ITED B Abril de 2015 Cablagem Fibra Óptica no ITED Ricardo Oliveira Fibra Óptica ITED 3ª edição - Mantém-se a obrigatoriedade de utilização

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

Vejamos, então, os vários tipos de cabos utilizados em redes de computadores:

Vejamos, então, os vários tipos de cabos utilizados em redes de computadores: Classificação quanto ao meio de transmissão Os meios físicos de transmissão são os cabos e as ondas (luz, infravermelhos, microondas) que transportam os sinais que, por sua vez, transportam a informação

Leia mais

1. Descrição do Produto

1. Descrição do Produto 1. Descrição do Produto Os repetidores óticos FOCOS/PROFIBUS AL-2431 e AL-2432 destinam-se a interligação de quaisquer dispositivos PROFIBUS, assegurando altíssima imunidade a ruídos através do uso de

Leia mais

Splitter Óptico 1xN Balanceado

Splitter Óptico 1xN Balanceado Splitter Óptico 1xN Balanceado Tipo do Produto Família do Produto Descrição Splitter óptico FBS - Furukawa Broadband System Splitters Ópticos são componentes passivos que realizam a divisão do sinal óptico

Leia mais

RECEPTORES E ACESSÓRIOS LAR

RECEPTORES E ACESSÓRIOS LAR RECEPTORES E ACESSÓRIOS LAR RECEPTORES INDIVIDUAIS - TV TERRESTRE Receptor Digital Terrestre zas Hbb QR-A00120 Receptor TDT híbrido (SD e HDTV) com ligação à internet. Acesso ao conteúdo HbbTV, o que permite

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI V3.2

INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI V3.2 INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI V3.2 Para mais informações ou sugestões, contacte o seu distribuidor. Edição 4 Pag 1/8 Mod.100/2 ÍNDICE ÍNDICE...2 1. INTRODUÇÃO...3 2. DOCUMENTOS NORMATIVOS APLICADOS...3

Leia mais

Antenas Parabólicas -- Apostila Básica

Antenas Parabólicas -- Apostila Básica Antenas Parabólicas -- Apostila Básica Antenas parabólicas são usadas em UHF e Microondas. Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possuem um alto ganho. Uma antena receptora de satélites

Leia mais

SOLUÇÕES BRASILSAT CONTRA INTERFERÊNCIA - Aplicações em comunicações via satélite em Banda C

SOLUÇÕES BRASILSAT CONTRA INTERFERÊNCIA - Aplicações em comunicações via satélite em Banda C - Aplicações em comunicações via satélite em Banda C V2.0 - AÇÃO DIVERSIDADE - BrasilSat, uma empresa socialmente responsável CAUSAS DE INTERSISTÊMICAS (ESPAÇO PARA TERRA): Dentro da Faixa de 3,625 a 4,2GHz

Leia mais

REGRAS de EXECUÇÃO. António M. S. Francisco (revisão 01/06)

REGRAS de EXECUÇÃO. António M. S. Francisco (revisão 01/06) REGRAS de EXECUÇÃO António M. S. Francisco (revisão 01/06) INTERNET Para informação completa e detalhada consultar o manual ITED em: http://www.anacom.pt Para informação sobre material (catálogo) para

Leia mais

Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas

Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas O objetivo deste tutorial é conhecer os componentes utilizados em sistemas de distribuição de CATV (TV à cabo) e antenas coletivas, usadas para a recepção

Leia mais

Engenheiro Eletrônico pela Unicamp e Mestre em Engenharia Eletrônica pelo INPE.

Engenheiro Eletrônico pela Unicamp e Mestre em Engenharia Eletrônica pelo INPE. Antena Coletiva: Projeto e Cuidados para Receber a TV Digital Este tutorial apresenta considerações para projeto de sistemas de antena coletiva para distribuir sinais de TV digital de alta definição, HD,

Leia mais

FIBRA ÓTICA CABOS CORDÃO ÓTICO SIMPLEX OU DUPLEX GAVETAS DE DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓTICA TORPEDOS E CAIXAS PARA JUNTAS ADAPTADORES CONVERSORES DE MEIOS

FIBRA ÓTICA CABOS CORDÃO ÓTICO SIMPLEX OU DUPLEX GAVETAS DE DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓTICA TORPEDOS E CAIXAS PARA JUNTAS ADAPTADORES CONVERSORES DE MEIOS FIBRA ÓTICA CABOS CORDÃO ÓTICO SIMPLEX OU DUPLEX GAVETAS DE DISTRIBUIÇÃO FIBRA ÓTICA TORPEDOS E CAIXAS PARA JUNTAS ADAPTADORES CONVERSORES DE MEIOS 04 05 0 07 08 09 02 FIBRA ÓTICA TECNOLOGIA ÓTICA Com

Leia mais

História da Fibra Óptica

História da Fibra Óptica História da Fibra Óptica Em 1870, o físico inglês Jonh Tyndall, demonstrou o princípio de guiamento da luz através de uma experiência muito simples, utilizando um recipiente furado com água, um balde e

Leia mais

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 15/03/2004)

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 15/03/2004) Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas O objetivo deste tutorial é conhecer os componentes utilizados em sistemas de distribuição de CATV (TV à cabo) e antenas coletivas, usadas para a recepção

Leia mais

Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA

Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA PCS 2476 Introdução - 1 Meios Físicos e Suas Características PCS 2476 Introdução - 2 Linhas Físicas Linhas Bifilares Par de fios Cabo de Pares Linha Aberta Linha de Alta Tensão

Leia mais

26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente?

26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente? CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CÓDIGO 05 UCs de Eletrônica e/ou de Telecomunicações 26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente?

Leia mais

RADIOBAND. jcmtechnologies. sistema de comunicação via rádio para bandas de segurança. elementos de segurança

RADIOBAND. jcmtechnologies. sistema de comunicação via rádio para bandas de segurança. elementos de segurança ES01 sistema para bandas de segurança aplicáveis ás portas enrolável basculantes deslizantes batentes seccionadas guilhotina rápidas barreiras RADIOBAND sistema de comunicação via rádio para bandas de

Leia mais

ATI 3play - características gerais

ATI 3play - características gerais patente nº 104593 ATI 3play - características gerais Primário e Secundário Cat 6 (classe E). Conectores RJ45, permanent link Cat 6, de acesso exterior para injecção de sinais de equipamento activo ( RC-PC

Leia mais

Soluções para a recepção e distribuição do sinal de TV

Soluções para a recepção e distribuição do sinal de TV PT TABELA 2014 Soluções para a recepção e distribuição do sinal de TV NOVO MEDIDOR DE CAMPO COM PROCESSAMENTO DIGITAL Vê-lo-á mais claro Precisão matemática e funcionalidade exclusiva agora num ecrã de

Leia mais

RECEPTOR AM DSB. Transmissor. Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1

RECEPTOR AM DSB. Transmissor. Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1 RECEPTOR AM DSB Transmissor Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1 O receptor super-heteródino O circuito demodulador que vimos anteriormente é apenas parte de um circuito mais sofisticado capaz de

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceitos de transmissão de dados 1/26 2.2 Meios físicos de transmissão de dados 2/26 Tipos de meios de transmissão Pares de fios Pares entrançados Cabo coaxial Fibras

Leia mais

Comunicações por Computador

Comunicações por Computador Comunicações por Computador António Nabais Grupo de Sistemas e Tecnologias de Informação Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico do Cávado e do Ave anabais@ipca.pt 2006/2007 Componentes de

Leia mais

LNBF. www.brasilsat.com.br comercial@brasilsat.com.br Telefone: 55 +41 2103-0511 Catálogo

LNBF. www.brasilsat.com.br comercial@brasilsat.com.br Telefone: 55 +41 2103-0511 Catálogo LNBF Catálogo MODELO PÁGINA Ficha Técnica - LNBF_BS_60226-1 Ficha Técnica - LNBF_BS_60227-1 Ficha Técnica - LNBF_BS_60310-1 Ficha Técnica - LNBF_BS_60339 Ficha Técnica - LNBF_BS_60340 Ficha Técnica - LNBF_BS_60341

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 04. Meios Físicos de Transmissão Prof. Ronaldo Introdução n

Leia mais

ESCOLA DE COMUNICAÇÕES AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

ESCOLA DE COMUNICAÇÕES AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA ESCOLA DE COMUNICAÇÕES AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA ESCOLA DE COMUNICAÇÕES OBJETIVOS Descrever a função de cada bloco do diagrama-bloco do RECEPTOR-TRANSMISSOR EB 11-RY 20/ERC; Descrever os procedimentos de medição

Leia mais

Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Divisão de Manutenção / Departamento de Manutenção de Sistemas Digitais

Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Divisão de Manutenção / Departamento de Manutenção de Sistemas Digitais Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Divisão de Manutenção / Departamento de Manutenção de Sistemas Digitais Especificação Técnica ETD -00.063 Materiais de telecomunicação ópticos Versão:

Leia mais

Leitor ATG25A-CT (Cabo Preto)

Leitor ATG25A-CT (Cabo Preto) Leitor ATG25A-CT (Cabo Preto) Esse leitor é para ser usado conectado à uma controladora através das interfaces Wiegand, Abatrack, RS232 ou RS485. Ao colocar-se o tag ativo dentro do seu limite de leitura,

Leia mais

Índice. Antenas. Satélite. Complementos mecânicos. Distribuição e acessórios. Electrónica

Índice. Antenas. Satélite. Complementos mecânicos. Distribuição e acessórios. Electrónica Catálogo Geral 006 Índice 5 anos a sintonizar PORTUGAL Antenas Antenas FM/BI...5 FM...5 Banda I monocanal...5 Antenas BIII/DAB...6 Multicanal...6 DAB...6 Antenas mistas...7 VHF/UHF...7 Antenas mistas especiais...8

Leia mais

Exame de Amador de Radiocomunicações

Exame de Amador de Radiocomunicações Exame de Amador de Radiocomunicações Categoria 1 1. O que acontece normalmente às ondas de rádio com frequências inferiores à frequência máxima utilizável (MUF) que são enviadas para a ionosfera? 1. São

Leia mais

HARTING News IP 65/67. Julho, 2004. Flexibilidade e facilidade de instalação mediante o repetidor PROFIBUS PRC 67-10

HARTING News IP 65/67. Julho, 2004. Flexibilidade e facilidade de instalação mediante o repetidor PROFIBUS PRC 67-10 Neste número: Novos Dispositivos para PROFIBUS HARTING amplia a sua gama de dispositivos para PROFIBUS, Repetidores e Conversores RS-485, para oferecer maiores possibilidades de instalação de uma rede

Leia mais

4 CARACTERÍSTICA DE DESEMPENHO DE RECEPÇÃO

4 CARACTERÍSTICA DE DESEMPENHO DE RECEPÇÃO 4 CARACTERÍSTICA DE DESEMPENHO DE RECEPÇÃO Este bloco de ensaios visa a avaliar as características dos sistemas de TV Digital ATSC, DVB-T e ISDB-T para recepção dos sinais. 4.1 Limiar da relação portadora

Leia mais

Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C

Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C Agosto de 2012 1 Agenda Testes da Star One A Questão afeta toda a Banda C e não somente a Banda Estendida Tanto a Transmissão Digital quanto a Analógica

Leia mais

Figura - Radio em 1920.

Figura - Radio em 1920. Curiosidade: Muitos dos primeiros receptores AM com alimentação AC (para as válvulas) funcionavam com o chassi ligado ao neutro da rede (como terra), freqüentemente, ao se inverter a posição da tomada,

Leia mais

INSTITUTO LABORO ESCOLA TECNICA

INSTITUTO LABORO ESCOLA TECNICA INSTITUTO LABORO ESCOLA TECNICA PESQUISA CABO COAXIAIS ASPECTOS TECNICOS FIBRA OPTICA SISTEMA TIPICO DE COMUNICAÇÃO PTICA ESTRUTURA DE UMA FIBRA OPTICA TIPOS DE FIBRA OPTICA Por Ítalo da Silva Rodrigues

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com COMUTAÇÃO CIRCUITOS PACOTES É necessário estabelecer um caminho dedicado entre a origem e o

Leia mais

Cabeamento Óptico 14/03/2014. Vantagens de utilização. Noções Ópticas. Vantagens de utilização. Sistema de comunicação Fibra. Funcionamento da Fibra

Cabeamento Óptico 14/03/2014. Vantagens de utilização. Noções Ópticas. Vantagens de utilização. Sistema de comunicação Fibra. Funcionamento da Fibra Cabeamento Óptico Fundamentos de Redes de Computadores Prof. Marcel Santos Silva Vantagens de utilização Total imunidade às interferências eletromagnéticas; Dimensões reduzidas; Maior segurança no tráfego

Leia mais

Memória Descritiva de Sistema de Comunicação Marítima para o Porto de Abrigo de Ponta Delgada

Memória Descritiva de Sistema de Comunicação Marítima para o Porto de Abrigo de Ponta Delgada Memória Descritiva de Sistema de Comunicação Marítima para o Porto de Abrigo de Ponta Delgada Sistema de Comunicação Marítima para o Porto de Abrigo 1(10) Índice 1. Objectivo... 3 2. Descrição do Sistema

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO DIGITAL Modelo: ED-2970

SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO DIGITAL Modelo: ED-2970 SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO DIGITAL Modelo: DESCRIÇÃO O sistema de treinamento em comunicação digital apresenta fácil aprendizado em princípios e aplicações da moderna tecnologia de comunicação

Leia mais

09/08/2015 DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES. Tecnologia em Jogos Digitais. Mídias (meios) de transmissão

09/08/2015 DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES. Tecnologia em Jogos Digitais. Mídias (meios) de transmissão Tecnologia em Jogos Digitais Mídias (meios) de transmissão DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Mídias físicas: composta pelo cabeamento e outros elementos componentes utilizados na montagem

Leia mais

Meios de transmissão. Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006

Meios de transmissão. Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Redes de Computadores Meios de transmissão Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Meios de transmissão Redes de Computadores 1 Meios de transmissão Asseguram

Leia mais

VÁLVULA PROPORCIONAL DE REGULAÇÃO DE PRESSÃO ELECTRÓNICA DIGITAL SENTRONIC D. P302-PT-R4a

VÁLVULA PROPORCIONAL DE REGULAÇÃO DE PRESSÃO ELECTRÓNICA DIGITAL SENTRONIC D. P302-PT-R4a VÁLVULA PROPORCIONAL DE REGULAÇÃO DE PRESSÃO ELECTRÓNICA DIGITAL SENTRONIC D P02-PT-R4a Série 608 / 609 REGULAÇÃO DA PRESSÃO SENTRONIC D: Uma nova geração de reguladores electrónicos de pressão, de controlo

Leia mais

PARA SUA SEGURANÇA 1- DISPLAY. - Indica aparelho em "espera" ( Stand - By) DISPLAY NORMAL- Indica o número do canal, frequência, etc.

PARA SUA SEGURANÇA 1- DISPLAY. - Indica aparelho em espera ( Stand - By) DISPLAY NORMAL- Indica o número do canal, frequência, etc. 1 Parabéns pela aquisição da mais moderna tecnologia em receptores de sinais de TV via satélite. Estamos certos de que o receptor Century USR 1900 lhe proporcionará a melhor imagem e também bons momentos

Leia mais

Teste de interferência de equipamentos WiMax em recepção de satélite banda C

Teste de interferência de equipamentos WiMax em recepção de satélite banda C Teste de interferência de equipamentos WiMax em recepção de satélite banda C Antonio Vivaldi Rodrigues Diretor de Engenharia CelPlan 2/32 Í N D I C E 1. SUMÁRIO EXECUTIVO... 5 2. INTRODUÇÃO... 6 3. SETUP

Leia mais

Sistema de comunicação óptica. Keylly Eyglys Orientador: Adrião Duarte

Sistema de comunicação óptica. Keylly Eyglys Orientador: Adrião Duarte Sistema de comunicação óptica Keylly Eyglys Orientador: Adrião Duarte História A utilização de transmissão de informação através de sinais luminosos datam de épocas muito remotas. Acredita-se que os gregos

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores - 1º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 03 Cabeamento

Leia mais

Rastreador RST-VT. Manual de Instalação RST - VT. Versão 1.4 RST-VT

Rastreador RST-VT. Manual de Instalação RST - VT. Versão 1.4 RST-VT Rastreador Manual de Instalação RST - VT Versão 1.4 Rastreador Emissão: Revisão 1.5 Data: 18/09/2013 Número de Páginas 23 Histórico de Revisões DATA VERSÃO DESCRIÇÃO AUTORES 18/09/2013 1.5 16/12/2012 1.4

Leia mais

Medidor de Campo Profissional

Medidor de Campo Profissional F O P T I C H45 PRIMEIRO MEDIDOR DE CAMPO COM PROCESSAMENTO DIGITAL Medidor de Campo Profissional O primeiro medidor do mercado capaz de medir e apresentar sinais MPEG-4 I B R E I N P U T Medidor de Campo

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI

INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI GERAÇÃO 3.1 Para mais informações ou sugestões, contacte o seu distribuidor. Edição 8 Pag 1/8 Mod.100/2 ÍNDICE índice...2 1. Introdução...3 2. Documentos normativos aplicados...3

Leia mais

TABELA. Soluções para a recepção e distribuição do sinal de TV

TABELA. Soluções para a recepção e distribuição do sinal de TV TABELA 2015 Soluções para a recepção e distribuição do sinal de TV pt COMPLETA GAMA DE MULTISWITCHES Fabrico a 100% em linhas de montagem automatizadas e robotizadas. MSW pode alimentar remotamente via

Leia mais

14. ENSAIOS 14.1 ENSAIOS DE REDES DE PARES DE COBRE

14. ENSAIOS 14.1 ENSAIOS DE REDES DE PARES DE COBRE 14 ENSAIOS 177 14. ENSAIOS Os ensaios das ITED são da responsabilidade do instalador que constituirá, assim, um Relatório de Ensaios de Funcionalidade (REF), tal como consta do ponto 14.6. O instalador

Leia mais

CABLAGEM E ACESSÓRIOS. redes coaxiais redes UTP

CABLAGEM E ACESSÓRIOS. redes coaxiais redes UTP CABLAGEM E ACESSÓRIOS redes coaxiais redes UTP CABO COAXIAL N46 V2 TK (RG6). Em conformidade com ITED 2ª Edição. Classe de ligação TCDCH. Frequência máxima: 3GHz. Condutor central CCS Ø1,02mm. Dieléctrico

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Infra-estrutura de cabeamento metálico ou óptico, capaz de atender a diversas aplicações proporcionando flexibilidade de layout, facilidade de gerenciamento, administração e manutenção

Leia mais

Máscara WiMax LNB Gardiner LNB Greatek

Máscara WiMax LNB Gardiner LNB Greatek 6.5. Caracterização da saturação do LNBF A verificação de nível de saturação no LNBF foi feita com o aumento do nível de sinal de TX até que se observasse frequências espúrias no analisador de espectro.

Leia mais

Cabo Óptico Pré Conectorizado Fanout

Cabo Óptico Pré Conectorizado Fanout Cabo Óptico Pré Conectorizado Fanout Tipo do Produto Cabo Óptico Pré-Conectorizado Descrição Cabo Óptico de construção tipo " tight buffer" (indoor ou indoor/outdoor) ou cordão multifibra (somente indoor)

Leia mais

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03 UFSM-CTISM Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03 Professor: Andrei Piccinini Legg Santa Maria, 2012 Par trançado Cabo coaxial Fibra óptica Meios Não-guiados Transmissão por rádio Microondas

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI V2.2

INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI V2.2 INSTRUÇÕES GERAIS ARMÁRIO ATI V2.2 MANUAL ITED 1ª EDIÇÃO Para mais informações ou sugestões, contacte o seu distribuidor. Edição 10 Pag 1/8 Mod.100/2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. DOCUMENTOS NORMATIVOS APLICADOS...3

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Meios de Transmissão Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Abril de 2012 1 / 34 Pilha TCP/IP A B M 1 Aplicação Aplicação M 1 Cab M T 1 Transporte Transporte

Leia mais

Agenda WWW.PARKS.COM.BR

Agenda WWW.PARKS.COM.BR Agenda Localização de aplicações GPON no espectro eletromagnético; Principio Fibra Óptica ; Ângulos de inserção; Relação Comprimento de onda e atenuação; Vantagens de aplicação de fibra e GPON; Cuidados;

Leia mais

Seleção de Produtos. Sensor Fotoelétrico. Como especificar. TECNI-AR Ltda - Tel: 31 3362-2400 w.tecni-ar.com.br

Seleção de Produtos. Sensor Fotoelétrico. Como especificar. TECNI-AR Ltda - Tel: 31 3362-2400 w.tecni-ar.com.br Seleção de Produtos Sensor Fotoelétrico Como especificar Saída coletor PNP aberto Saída coletor NPN aberto Temporizador embutido Tipo padrão Tipo relflexivo (Tipo Difuso) Tipo feixe estreito Emissor Receptor

Leia mais

Cabos de Telecomunicações

Cabos de Telecomunicações Cabos de Telecomunicações A General Cable detém uma posição de liderança tecnológica no fabrico de cabos de telecomunicações. A unidade fabril de Morelena, que concentra a produção na Europa desde tipo

Leia mais

Global Invacom LNB Óptico

Global Invacom LNB Óptico TEST REPORT LNB Óptico O Futuro Começa Agora: Global Invacom LNB Óptico A Revolução da Recepção Via Satélite O tempo passa depressa quando nos divertimos! Foi apenas há cerca de um ano quando a TELE-satélite

Leia mais

Módulo WCM200. Controlador WSI250 - HI Tecnologia

Módulo WCM200. Controlador WSI250 - HI Tecnologia Automação Industrial Módulo Controlador WSI250 - HI Tecnologia W i re l e s s S i g n a l I n t e r fa c e O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador WSI250 da HI tecnologia

Leia mais

No seguimento do nosso e-mail de 29 de Junho, acrescentamos os seguintes comentários relativamente à parte da Fibra Óptica :

No seguimento do nosso e-mail de 29 de Junho, acrescentamos os seguintes comentários relativamente à parte da Fibra Óptica : From: Primo Gonçalves [mailto:rui.goncalves@intelprima.com] Sent: terça-feira, 7 de Julho de 2009 12:51 To: manual.ited.itur@anacom.pt Subject: Manual ITED 2º edição -Versão 3.1-21 Maio 2009 Caros Srs.,

Leia mais

REDE DE FIBRA ÓPTICA

REDE DE FIBRA ÓPTICA REDE DE FIBRA ÓPTICA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Sumário 1. Cabos de fibras ópticas... 2 2. Emendas ópticas... 3 3. Interfaces ópticas... 4 4. Distribuidor geral óptico... 5 5. Cordões Ópticos... 5 6. Práticas

Leia mais

FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR

FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR Tipo do Produto Cabos Ópticos Construção Dielétrico Tight Monomodo ou Multimodo Descrição Cabo óptico tipo "tight", constituído por fibras ópticas do tipo multimodo ou monomodo.

Leia mais

e P= 60,65% de P o . informa a largura do pulso. Balanço do tempo de subida Balanço de dispersão Considerações iniciais

e P= 60,65% de P o . informa a largura do pulso. Balanço do tempo de subida Balanço de dispersão Considerações iniciais Balanço do tempo de subida Balanço de dispersão Considerações iniciais A resposta da fibra a uma entrada impulsiva é um pulso gaussiano. Na qual é o desvio padrão correspondente a largura do pulso no domínio

Leia mais

CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC. Modelo FP4-4 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO

CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC. Modelo FP4-4 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC Modelo FP4-4 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO Introdução A FP4 é uma Central de Detecção de Incêndio Convencional, equipada com 4 zonas de detecção,

Leia mais

Cabo Optico Aéreo Dielétrico Tubo unico ASU (NR/RC)

Cabo Optico Aéreo Dielétrico Tubo unico ASU (NR/RC) Cabo Optico Aéreo Dielétrico Tubo unico ASU (NR/RC) Os cabos ópticos TELCON contam com uma excelente proteção e transmissão óptica para conectar longas distancias e outros serviços como Multimedia, Internet

Leia mais

Infra-Estrutura de Redes

Infra-Estrutura de Redes Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul Infra-Estrutura de Redes Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof:Eduardo M. de Araujo Site-http://www.professoreduardoaraujo.com Objetivos: Camada física

Leia mais

Relatório Técnico PD.33.10.91A.0040A/RT-02-AA. Análise de convivência entre os sistemas FWA e TVRO.

Relatório Técnico PD.33.10.91A.0040A/RT-02-AA. Análise de convivência entre os sistemas FWA e TVRO. Relatório Técnico PD.33.10.91A.0040A/RT-02-AA Análise de convivência entre os sistemas FWA e TVRO. Comparação entre módulos LNB comerciais e modificados para a situação de convivência entre sistemas terrestres

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA Modelo: ED-2950

SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA Modelo: ED-2950 SISTEMA DE TREINAMENTO EM COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA Modelo: DESCRIÇÃO O sistema de treinamento em comunicação apresenta experimentos planejados para desenvolver comunicações eletrônicas fundamentais. O é

Leia mais

Meios Físicos de Comunicação

Meios Físicos de Comunicação Meios Físicos de Comunicação Aula 5 Fibra Óptica Meios Físicos de Comunicação - Fibra Óptica 1 Conteúdo Conceitos Iniciais Tipos Fatores de Perdas Medição e Teste Vantagens Conversores e Conectores Meios

Leia mais

SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO

SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO Marcelo Pessoa Engenheiro de soluções para saneamento Introdução As indústrias buscam eficiência, aumento da qualidade e a redução de custos. Para alcançar isto investem

Leia mais

QUANDO TRATAMOS SOBRE MEIOS DE TRANSMISSÃO, DEVEMOS ENFATIZAR A EXISTÊNCIA DE DOIS TIPOS DESSES MEIOS, SENDO:

QUANDO TRATAMOS SOBRE MEIOS DE TRANSMISSÃO, DEVEMOS ENFATIZAR A EXISTÊNCIA DE DOIS TIPOS DESSES MEIOS, SENDO: CABEAMENTO DE REDE QUANDO TRATAMOS SOBRE MEIOS DE TRANSMISSÃO, DEVEMOS ENFATIZAR A EXISTÊNCIA DE DOIS TIPOS DESSES MEIOS, SENDO: MEIO FÍSICO: CABOS COAXIAIS, FIBRA ÓPTICA, PAR TRANÇADO MEIO NÃO-FÍSICO:

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS Soluções em fibra óptica CATÁLOGO DE PRODUTOS Rua Jacobi Barrichello, 42 - Vila Friburgo - São Paulo/SP Tel: (11) 2834-2009 / 5548-3527 1 Sumário Introdução... 3 Linha para transmissão de em 8-bits - Padrão

Leia mais

Meios físicos Os meios físicos

Meios físicos Os meios físicos Meios físicos Os meios físicos são considerados componentes da camada 1. Se encarregam daquilo que diz respeito à representação física são bits (por exemplo, voltagem ou pulsos de luz). 1 Representação

Leia mais

NASCE A ERA DA COMUNICAÇÃO ELÉCTROMAGNÉTICA

NASCE A ERA DA COMUNICAÇÃO ELÉCTROMAGNÉTICA 1844 Demonstração pública bem sucedida do TELÉGRAFO, inventado por SAMUEL MORSE. Transmitida a mensagem What hath God wrought entreo Capitólio em Washington e Baltimore NASCE A ERA DA COMUNICAÇÃO ELÉCTROMAGNÉTICA

Leia mais

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão Os meios físicos de transmissão são compostos pelos cabos coaxiais, par trançado, fibra óptica, transmissão a rádio, transmissão via satélite e são divididos em duas

Leia mais