Vedação. Selabilidade para a indústria e proteção ao meio ambiente. Gaxetas, Juntas Metálicas e Não-Metálicas. CURSO DE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Vedação. Selabilidade para a indústria e proteção ao meio ambiente. Gaxetas, Juntas Metálicas e Não-Metálicas. CURSO DE"

Transcrição

1 CURSO DE Vedação Selabilidade para a indústria e proteção ao meio ambiente. Gaxetas, Juntas Metálicas e Não-Metálicas.

2 ÍNDICE INTRODUÇÃO GAXETAS 2 1. Definição Tipos Construtivos Gaxetas de Vedação Composição Fator de ph Sistema de Engaxetamento Dimensionamento da Caixa de Gaxetas Seleção de Gaxetas de Vedação Engaxetamento Misto Instalação de Gaxetas Problemas Mais Comuns com Engaxetamento JUNTAS DE VEDAÇÃO Definição Forças em uma União Flangeada Eficiência de uma Junta Influência do Acabamento dos Flanges na Escolha da Junta Tipos de Faces de Vedação dos Flanges Dimensionamento de Juntas Não-Metálicas Emendas de Juntas Não-Metálicas Materiais mais utilizados na Fabricação de Juntas Não-Metálicas Problemas Mais Comuns com Juntas de Papelão Hidráulico Juntas Metálicas Procedimento de Instalação de Juntas... 23

3 CURSO DE VEDAÇÃO 1 PRODUTOS TEADIT Gaxetas Papelões Hidráulicos Juntas Metálicas Juntas de Expansão Metálicas e Não-Metálicas Tecidos e Fitas Técnicas Produtos em PTFE Expandido - Quimflex Produtos em PTFE TEALON Papelões Isolantes Esta apostila foi preparada para fornecer informações básicas sobre vedações em válvulas, equipamentos rotativos e uniões flangeadas. Seu objetivo é, servir de material de apoio ao curso ministrado pela Teadit, passando um maior conhecimento técnico aos responsáveis pelas especificações de Gaxetas e Juntas, bem como orientar os usuários sobre os procedimentos necessários à instalação destes materiais. Cabe ressaltar que o conteúdo desta apostila está embasado na experiência do grupo Teadit na fabricação de produtos para vedação de qualidade internacionalmente reconhecida e que representa o que existe de mais moderno a nível mundial. Como este é um trabalho sujeito a atualizações, a Teadit agradece o envio de comentários e sugestões ao Departamento Técnico, por , fax ou correio. Av. Pastor Martin Luther King Jr., Rio de Janeiro- RJ - CEP Tel. 55 (21) Fax. 55 (21) A/C. Engenharia de Aplicação - Tel. 55 (21) Departamento Técnico EMPRESA ISO 90 01

4 2 CURSO DE VEDAÇÃO 1. DEFINIÇÃO O controle das perdas de fluidos é essencial para o bom funcionamento de equipamentos mecânicos. Vários métodos são empregados para atingir esse objetivo, sendo a utilização de gaxetas o mais antigo, e até hoje o mais funcional Capa sobre Alma Consiste em se trançar uma capa sobre uma alma de fios torcidos. É uma gaxeta de pouca resistência mecânica e baixa densidade, porém de excelente confor mabilidade. Recomendada para isolamento térmico. Quando impregnadas e lubrificadas, também podem ser utilizadas em haste de válvulas em aplicações pouco exigentes (baixa pressão). Construídas com fios trançados de diversas fibras, as gaxetas se caracterizam por serem produtos macios, flexíveis, resilientes (elástico), com boa resistência mecânica, térmica e química. Fáceis de serem instaladas, as Gaxetas podem trabalhar com praticamente todos os tipos de fluidos, em amplas faixas de temperaturas e pressões. 2. TIPOS CONSTRUTIVOS 2.2. Capa sobre Capa Neste processo, são trançadas várias capas, uma sobre a outra, até se atingir a bitola desejada. São gaxetas densas, porém pouco flexíveis, sendo recomendadas para altas pressões e baixas velocidades periféricas, como em válvulas, juntas de expansão, etc. Como as gaxetas são utilizadas numa ampla gama de aplicações (haste de válvulas, bombas rotativas, alternativas e centrífugas, misturadores, sopradores, tampas de filtros e reatores, evaporadores e fornos), existem vários tipos construtivos visando à obtenção da melhor relação custo/benefício em cada uma delas. No caso de gaxetas de vedação, várias experiências demonstraram que a força de vedação é influenciada pela construção da gaxeta. As gaxetas com construção mais densa são mais efetivas na transmissão da força de aperto de anel para anel, e como consequência a força de vedação também é melhor distribuída (embora de forma decrescente) do anel junto à sobreposta até o anel no fundo da caixa. O tipo de construção da gaxeta também é determinante em sua flexibilidade. As gaxetas mais flexíveis se conformam melhor ao eixo (haste), garantindo uma superfície de contato / vedação mais homogênea Entrelaçada Trança Grossa Os fios são trançados de uma só vez, passando uns sobre os outros numa mesma direção. Normalmente macias estas gaxetas podem absorver grande quantidade de lubrificantes e impregnantes. São relativamente densas e flexíveis, sendo recomendadas para serviços com médias velocidades periféricas e pressões relativamente baixas. São também utilizadas em equipamentos rotativos velhos e com desgaste. A seguir, relacionamos as características de fabricação e aplicação dos diferentes tipos construtivos: capa sobre alma, capa sobre capa, entrelaçada trança grossa, entrelaçada trança fina.

5 CURSO DE VEDAÇÃO Entrelaçada Trança Fina Os fios se entrecruzam diago- nalmente, de um lado ao outro da gaxeta. Cada fio é fortemente preso pelos outros, formando uma estrutura muito sólida e densa, porém flexível. Sem capas para se desgastarem, as gaxetas com essa construção podem absorver uma boa quantidade de lubrificantes e impregnantes, sendo as mais indicadas para aplicações em eixos rotativos, alternativos e válvulas, em serviços com altas pressões e/ou altas velocidades periféricas, devido as seguintes características: Possui uma superfície mais lisa maior área de contato da gaxeta com o eixo (haste), melhor vedação. Maior estabilidade dimensional menor deformação transmitindo melhor a força de aperto de anel para anel. Maior flexibilidade Ajusta-se melhor quando curvada sobre o eixo. Melhor efeito de vedação A força de vedação é melhor distribuída ao longo do engaxetamento. 3. GAXETAS DE VEDAÇÃO As gaxetas de vedação, são cortadas em forma de anéis, flexionadas de modo a se conformar em torno do eixo (haste) e instaladas na caixa de Gaxetas. Ao apertarmos a sobreposta, ela exerce sobre os anéis uma pressão axial (força de aperto) que os deforma, provocando sua expansão contra o eixo (haste) e a caixa de gaxetas. Essa força provocada pela expansão dos anéis é chamada de força de vedação Características Básicas de Aplicação Estática Haste de Válvulas Nestas aplicações a gaxeta funciona como elemento de vedação, não sendo permitido gotejamento ou qualquer vazamento visual. Portanto, são gaxetas com características construtivas próprias para resistir à alta pressão de aperto, recebendo ou não reforços metálicos para aplicações extremas. Dinâmica Eixos de Bombas e de outros equipamentos rotativos e alternativos. Normalmente nessas aplicações, a gaxeta funciona como elemento controlador de vazamento e necessita de uma película de fluido entre ela e o eixo (luva), com o objetivo de diminuir o atrito entre ambos e refrigerar o sistema. As fontes desta película podem ser: os lubrificantes adicionados a gaxeta durante sua fabricação, o gotejamento controlado do fluido de processo ou um fluido de fonte externa. Algumas gaxetas em situações específicas poderão trabalhar sem gotejamento, consulte nosso Departamento Técnico (vide introdução). Tentar eliminar o gotejamento através de aperto excessivo na sobreposta poderá elevar a temperatura dentro da caixa de gaxetas acima dos limites máximos de trabalho dos componentes da gaxeta (fibras, impregnantes e lubrificantes), e causar desgaste acentuado do eixo por abrasão. O aperto excessivo também poderá causar a extrusão da gaxeta entre o eixo e a caixa, travar o eixo e acarretar até mesmo a queima do motor elétrico. Não é recomendado o uso de gaxetas com reforço metálico em bombas, pois poderá danificar o eixo (luva). Aplicação estática - Válvulas Aplicação dinâmica - Bombas

6 4 CURSO DE VEDAÇÃO 4. COMPOSIÇÃO 4.1. Fibras Utilizadas Existe uma grande variedade de fibras apropriadas para a fabricação de gaxetas de vedação, cada uma delas com características próprias. A utilização de uma ou outra, tem como objetivo a obtenção do melhor desempenho para as gaxetas em cada aplicação específica. Abaixo relacionamos as fibras mais utilizadas, bem como as principais propriedades que conferem as gaxetas: FIBRAS TEMPERATURA ( o C) FAIXA DE ph Mínima Máxima Carbono At. Oxidante 650 Vapor 0-14 Grafite Flexível Grafite Flexível/Carbono At. Oxidante 650 Vapor 0-14 PTFE Expandido PTFE - grafite meta-aramida para-aramida EGK : PTFE-grafite/aramida EWK : PTFE-aramida Fenólica Sintética Grafitada* 2-12 Teflonada** Vegetais Parafinada * Impregnada com grafite ** Impregnada com PTFE Carbono São obtidas por processo de oxidação controlada de fibras de base asfáltica ou acrílica, obtendo-se as fibras de carbono (com 95% de carbono). Possuem excelente estabilidade e condutividade térmica, são auto-lubrificantes, e são inertes a maioria dos produtos químicos. Ideal para trabalhos com alta temperatura, alta pressão, alta velocidade periférica e produtos químicos agressivos. Produtos: Quimgax Quimgax 2200 Grafite Flexível Obtido a partir do grafite puro expandido e, posteriormente, compactado sob pressão, o Grafite Flexível apresenta propriedades únicas de inércia química, resistência térmica, resiliência e compressibilidade. É auto lubrificante e dissipador de calor, sendo portanto ideal para trabalhos a altas temperaturas. As gaxetas de grafite flexível podem ser reforçadas com fios de Inconel. Este reforço visa aumentar a resistência mecânica das gaxetas para aplicações em válvulas de alta pressão. Produtos: Quimgax 2000S - Quimgax 2000IC - Quimgax Quimgax 2236 Grafite Flexível / Carbono Reúne as principais características dos dois tipos de filamento, proporcionando uma gaxeta com excelente selabilidade, baixo coeficiente de atrito e excelente resistência à extrusão. Sendo indicada tanto para haste de válvulas como para eixos rotativos. Produto: Quimgax 2202 PTFE Expandido Atualmente, vários tipos de filamentos de PTFE são utilizados na produção de gaxetas, sendo que os testes demonstraram que os diferentes processos de produção dos filamentos influenciam diretamente na performance das gaxetas de PTFE. A TEADIT utiliza hoje na fabricação de seus filamentos, a mais avançada tecnologia em PTFE expandido e aditivado, que proporciona às suas gaxetas características superiores às das similares produzidas com filamentos obtidos por outros processos, tais como: Maior Flexibilidade, melhor conformação na caixa de gaxetas. Menor Atrito, menor desgaste e geração de calor. Menor Encolhimento, maior selabilidade. Menor Relaxamento, menor necessidade de reapertos. Maior Transmissão de Calor, maior arrefecimento. Essas qualidades conferem as Gaxetas de PTFE expandido e aditivado TEADIT, excelente performance numa ampla faixa de aplicação. Produtos: Quimgax Quimgax Quimgax Quimgax 2020 PTFE-Grafite Produzido com a mesma tecnologia do filamento de PTFE expandido e aditivado, é obtido através da integração molecular do PTFE expandido com o grafite, resultando em um material auto-lubrificante com coeficiente de atrito muito baixo, excelente resistência a produtos químicos, alta condutibilidade térmica e dissipação de calor. Apresenta excelente selabilidade, não enrijece e virtualmente elimina o desgaste no eixo. Produto: Quimgax 2007G Aramidas Fibras de poliamida aromática dividem-se em dois grupos: 1) para-aramidas oferecem incomparável resistência à pressão e a fluidos abrasivos. Apresentam ainda excelente estabilidade dimensional e boa resistência a produtos químicos. Como as gaxetas produzidas com essa fibra são especialmente indicadas para trabalhar com fluidos que contenham sólidos em suspensão / abrasivos (areia, polpa de minério, etc.), recomendamos que o eixo / luva

7 CURSO DE VEDAÇÃO 5 do equipamento possua um acabamento superficial com dureza entre 45 e 60 HRC. Produtos: Quimgax Quimgax Quimgax ) meta-aramidas são fibras resistentes a fluidos abrasivos e quimicamente agressivos. Suas principais características são, boa estabilidade térmica e dimensional, maciez e flexibilidade, proporcionando baixo desgaste da luva/ eixo e alta durabilidade do engaxetamento. Produto: Quimgax 2030 EGK O EGK é um filamento exclusivo, patenteado pela TEADIT. No EGK, o filamento de para-aramida encontra-se totalmente envolvido pelo filamento de PTFE-grafite (EG). Este filamento reune propriedades tais como a resistência mecânica da para-aramida (interna) e a resistência química, autolubrificação e baixo coeficiente de atrito dos filamentos de PTFE expandidos e aditivados (externa). Possui grande resistência à extrusão. Produto: Fenólica Devido a sua estrutura química (termofixa), a fibra fenólica possui propriedades que claramente a distingue de outras fibras e que conferem as gaxetas características tais como: boa resistência à temperatura, a produtos químicos e abrasivos, excelente estabilidade térmica, além de não provocar o desgaste prematuro da superfície dos eixos/luvas. Produto: Quimgax 2777 Quimgax 2070 (EGK) Sintética As fibras sintéticas possuem boas propriedades mecânicas, que conferem a gaxeta boa estabilidade térmica e dimensional. Apresenta excelente relação custo / benefício em aplicações com fluidos pouco agressivos. Produtos: Quimgax Quimgax Quimgax Quimgax 2062 Fibras Vegetais As fibras vegetais, tais como o rami e o algodão, têm como principal vantagem o seu baixo custo, além de não serem abrasivas. Apresentam boa resistência mecânica e conformabilidade em equipamentos desgastados, porém baixa resistência aos produtos químicos e ao calor. Produtos: Quimgax Quimgax Impregnantes e Lubrificantes Devem ser combinados com as fibras de tal forma que não sejam facilmente expulsos da trama da gaxeta quando esta for apertada pela sobreposta, evaporados pelo calor gerado devido ao atrito da gaxeta com o eixo, dissolvidos ou precipitados por reações químicas com o fluido bombeado. Em algumas gaxetas, a perda prematura dos impregnantes e lubrificantes, provocará uma redução significativa de seu volume, obrigando a serem efetuados sucessivos reapertos da sobreposta na tentativa de controlar o vazamento. Essa perda de volume aliada ao maior atrito entre as fibras das gaxetas e o eixo do equipamento, também provocará maior desgaste do conjunto eixo/gaxeta e reduzirá drasticamente o tempo de vida útil do conjunto. Daí a importância de uma criteriosa escolha do impregnante e do lubrificante de uma gaxeta, pois a combinação adequada da fibra com esses componentes contribuirá significativamente na redução dos reapertos da sobreposta, prolongando a vida útil do engaxetamento tanto em eixos rotativos e alternativos, quanto em hastes de válvulas. Impregnantes Tem como objetivo proteger as fibras da gaxeta contra o ataque químico dos fluidos e bloquear sua passagem entre a estrutura da mesma. Os tipos mais utilizados são: Sintéticos Comparáveis em alguns casos aos minerais, porém, desenvolvidos em laboratório para atender especificações de alta performance. Possuem excelentes características de viscosidade temperatura e, quando se decompõem, volatilizam-se sem deixarem resíduos. PTFE A emulsão de PTFE em suspensão é um dos impregnantes mais empregados atualmente, pois além de aumentar a resistência química das fibras utilizadas na construção das gaxetas e não contaminar os fluidos de processo, possui baixo coeficiente de atrito e é auto- -lubrificante. Lubrificantes Essenciais para Gaxetas utilizadas em aplicações dinâmicas (eixos em movimento), os lubrificantes ajudam a minimizar o atrito e dissipar o calor gerado na interface entre os anéis da gaxeta e a superfície do eixo, e entre as fibras da gaxeta. Durante a partida do equipamento, os lubrificantes devem ser liberados das gaxeta ao se apertar a sobreposta, de forma a prover a vedação e a lubrificação inicial, até a entrada gradual do sistema de lubrificação dinâmico. Após a partida e durante toda vida útil do engaxetamento, os lubrificantes proporcionam uma resiliência as gaxetas, pois ao reduzirem o atrito entre as fibras, permitem que

8 6 CURSO DE VEDAÇÃO as mesmas de deformem e se recuperem, acompanhando pequenas ações mecânicas tais como a flexão do eixo. Os tipos mais comuns são: Silicones Resistem a condições extremas e são quimicamente inertes e termicamente estáveis até 360 C. nantes e sem sólidos em suspensão) em equipamentos rotativos e bombas centrífugas de simples estágio. Sendo a pressão interna do sistema maior que a pressão atmosférica, o fluido de processo é forçado a passar entre o eixo e a gaxeta, proporcionando a lubrificação e a refrigeração necessária. Óleos Minerais Normalmente são empregados os óleos inertes quimicamente. Grafite É o lubrificante sólido mais usual. Utilizado na forma de escamas ou pó. 5. FATOR DE PH Um dos fatores mais importantes para a escolha de uma gaxeta, é a compatibilidade química de seus componentes com o fluido de processo com o qual terão contato. A agressividade química de um fluido é medida por um fator chamado de Potencial de Hidrogênio (ph), que varia em uma escala de 0 a 14. FLUIDO LIMPO PRESSÃO POSITIVA GOTEJAMENTO Neutros Sistema Integrado de Lubrificação Com auxílio de um anel lanterna esse sistema é utilizado quando: O fluido de processo contiver sólidos em suspensão, mantendo a caixa de gaxetas limpa. Cáusticos 1 2 Ácidos O fluido de processo for contaminante, evitando que o mesmo entre em contato com o meio ambiente. 0 ph 14 A pressão na caixa for inferior a pressão atmosférica, evitando a entrada de ar no sistema. Quanto mais próxima das extremidades estiver a classificação de um fluido, mais agressivo ele será. Exemplos: Fluidos Ácidos Variam de 0 a 6 Ácido Sulfúrico > ph tendendo a 0 Fluidos Neutros Variam de 6 a 8 Água (neutro) > ph 7 Fluidos Cáusticos Variam de 8 a 14 Soda Cáustica > ph tendendo a SISTEMAS DE ENGAXETAMENTO Os sistemas de engaxetamento utilizados dependem do projeto da caixa de gaxetas e dos fluidos envolvidos. Os dois projetos mais usuais nas industriais em geral são: Sistema Auto-lubrificante Este é o projeto mais simples e amplamente utilizado com fluidos limpos (não contami- A temperatura do fluido do processo for muito elevada, ajudando na refrigeração e lubrificação do engaxetamento. Este sistema consiste na injeção de um fluido limpo (normalmente água), com uma pressão de 1 a 1,5 bar superior à pressão interna da caixa de gaxetas. Este fluido é injetado entre os anéis da gaxeta através do anel lanterna (anel perfurado de PTFE, bronze, aço carbono ou inox), cuja posição no engaxetamento é definida no projeto pelo fabricante do equipamento. Se não houver problemas de contaminação ou de diluição do fluido de processo, este líquido é suprido por uma fonte externa. Quanto o fluido bombeado não puder sofrer contaminação ou diluição e/ou quando a pressão interna na caixa de gaxetas for inferior à atmosférica, o fluido de injeção deverá ser retirado da própria descarga da bomba e filtrado (se contiver sólidos em suspensão) para então ser injetado na caixa de gaxetas através do anel lanterna.

9 CURSO DE VEDAÇÃO 7 SAÍDA Injeção de Fluido Lubrificante Limpo SOBREPOSTA CAIXA DE GAXETAS Rotativos Em equipamentos rotativos de uma maneira geral e em bombas especificamente encontramos as seguintes medidas: SAÍDA Fluido com Sólidos em Suspensão E N T R A D A Anéis de Gaxeta Anel Lanterna ANÉIS DE GAXETAS 7. DIMENSIONAMENTO DA CAIXA DE GAXETAS O dimensionamento da caixa de gaxetas depende fundamentalmente das características físico-químicos do fluido e em função do equipamento. Válvulas O API (American Petroleum Institute) criou a norma API 621 com recomendações para o recondicionamento de Válvulas Gaveta, Globo e de Bloqueio, das quais destacamos: A utilização de no máximo 6 anéis de gaxetas Em caixas mais profundas, a utilização de espaçadores no fundo da caixa que deverão ser: de carbono, de material equivalente ao da caixa de gaxetas ou de um material com dureza inferior em pelo menos 50 HB do que a dureza do material da haste. E N T R A D A DE ACIMA DE ACIMA DE ACIMA DE ACIMA DE ROTOR B 2B DIÂMETROS DOS ANÉIS pol (mm) 5/8" (15,9) 1,1/8" (28,6) 1,7/8" (47,6) 3" (76,2) 4,3/4" (120,7) ATÉ ATÉ ATÉ ATÉ ATÉ 7B 1,1/8" (28,6) 1,7/8" (47,6) 3" (76,2) 4,3/4" (120,7) 12" (304,8) CAIXA DE GAXETAS 0,25 B 1,5 B 0,25 B 5,25 B 2B 3B B SOBREPOSTA o o 15 A 30 EIXO TAMANHO DA GAXETA (B) pol (mm) 5/16" 3/8" 1/2" 5/8" 3/4" (7,9) (9,5) (12,7) (15,9) (19,1) Número de anéis de gaxeta: 5 Largura do anel lanterna: 2 vezes a bitola da gaxeta Curso ou ajuste da sobreposta: 2 vezes a bitola da gaxeta. Caso não haja anel de lanterna, a profundidade total da caixa será igual a 5B. Tolerâncias nas Caixas de Gaxetas de Equipamentos Rotativos Essas recomendações apresentam como vantagens, o menor esforço para movimentação da haste e a economia em gaxeta, sem afetar a selabilidade do sistema. Abaixo indicamos as principais tolerâncias para utilização dos espaçadores: A - Espaçador / Haste Haste / Sobreposta: 0,90 a 1,50 mm B - Caixa de Gaxetas / Sobreposta Caixa de Gaxetas / Espaçador: 0,15 a 0,80 mm C - Fundo da Caixa / Haste: 0,5 mm (máximo) As condições gerais do equipamento são de vital importância para a vida útil do engaxetamento. Folgas excessivas causam extrusão da gaxeta e o empenamento causa fadiga no engaxetamento devido aos esforços alternados de compressão durante a rotação do eixo. De nada adianta especificar corretamente o tipo de gaxeta se as tolerâncias acima não forem obedecidas.

10 8 CURSO DE VEDAÇÃO 8. SELEÇÃO DE GAXETAS DE VEDAÇÃO Num engaxetamento típico, a pressão de vedação e o consequente esforço do motor ou do operador (válvulas) para girar o eixo, serão diretamente proporcionais à pressão de operação do sistema, ao comprimento da caixa de gaxetas, ao diâmetro do eixo e sua RPM e ao coeficiente de atrito do engaxetamento. Portanto, ao fazer a seleção da Gaxeta para uma determinada aplicação, deve-se analisar os seguintes fatores: Tipo e Condições do Equipamento As Gaxetas para válvulas devem ser mais densas e não há necessidade de muito lubrificante. Já para os equipamentos rotativos, as Gaxetas devem ser flexíveis e conter bastante lubrificante ou então serem feitas com fibras auto-lubrificantes, verificar o sistema de lubrificação existente no equipamento. O acabamento superficial do eixo ou haste deverá ter a rugosidade adequada e estar em bom estado. Para fluidos limpos, podemos trabalhar com gaxetas mais macias e consequentemente menos agressivas ao eixo. Características Químicas do Fluido A resistência química dos lubrificantes e impregnantes da Gaxeta bem como a fibra utilizada na sua construção tem fundamental importância neste item, dessa forma deveremos escolher uma gaxeta cuja faixa de ph seja compatível com o ph do fluido de processo. Temperatura e Pressão de Operação Aqui também a resistência dos materiais de construção da Gaxeta devem ser compatíveis com as temperaturas e pressões as quais serão submetidos. Velocidade Periférica As experiências em campo mostraram que cada tipo de Gaxeta (material, construção, lubrificação) tem um limite de resistência que pode ser relacionado com a com a velocidade periférica (ou superficial) do eixo. Características Físicas do Fluido Os fluidos podem ser gases ou líquidos, podendo ainda ser voláteis, cristalizantes, limpos ou com sólidos em suspensão. Vp = 0 eixo.π.rpm No caso de gases (incluindo o vapor), trata-se normalmente de uma válvula e a gaxeta deverá ser compacta e de alta selabilidade. Quando o fluido for volátil, obrigatoriamente devemos ter um lubrificante externo ou aplicar uma Gaxeta autolubrificante. No caso de fluidos cristalizantes ou com sólidos em suspensão, além da fonte externa de lubrificação, devemos trabalhar com gaxetas que possuam boa resistência a abrasão. Onde: Vp = Velocidade Periférica do eixo, em m/s 0 = Diâmetro do eixo, em mm RPM = Rotações por minuto Relação Custo x Benefício Sempre que uma Gaxeta for especificada, os seguintes fatores devem ser observados: desempenho, durabilidade, contaminação do fluido, otimização dos itens de estoque, eventuais problemas à saúde de quem manuseia a Gaxeta e perdas de produção. A análise de todos estes fatores é que determinará o produto mais vantajoso ao cliente. Tabela de Aplicação de Gaxetas para Válvulas: Tipo Fibra Temperatura (ºc) Pressão (bar) Faixa de ph Tipo de Válvula Grafite HT/ Inconel Grafite HT/ Inconel 650 Vapor a 14 Bloqueio 450 Atm. Oxidante a 14 Bloqueio 2000IC Grafite/Inconel 450 Atm. Oxidante 650 Vapor a 14 Bloqueio 2202 Carbono/ Grafite 450 Atm. Oxidante 650 Vapor a 14 Controle / Bloqueio 2000S Grafite 450 Atm. Oxidante 650 Vapor a 14 Controle / Bloqueio 2005 PTFE a 14 Controle / Bloqueio

11 CURSO DE VEDAÇÃO 9 Tabela de Aplicação de Gaxetas para Rotativos: Tipo 2202 Fibra Carbono/ Grafite 2200 Carbono/Grafitado Temperatura (ºc) 450 Atm. Oxidante 650 Vapor 450 Atm. Oxidante 650 Vapor Pressão (bar) Faixa de ph Velocidade Periférica (m/s) Suporta fluido abrasivo Necessita de lubrificação 30 0 a Não Não 25 0 a Sim Não 2025 Carbono / PTFE a Sim Sim 2020 PTFE Aditivado / Composto Especial a Sim Não 2006 PTFE a Não Sim 2007G PTFE-grafite a Não Sim PTFE-grafite / para-aramida PTFE-grafite + para-aramida PTFE Expandido - Grafite Encapsulado para-aramida PTFE / Grafitado para-aramida / PTFE a Não Sim a Sim Sim a Não Sim a Sim Sim a Sim Sim 2030 meta-aramida/ PTFE a Sim Sim 2777 Fenólica/PTFE a Sim Sim 2019 Acrílica/PTFE a Não Sim 2555 Sintética a Não Sim 2143 Vegetal/ Graxa Mineral a 8 6 Não Sim 8.1. Exemplo Especificar uma gaxeta para trabalhar em uma bomba centrífuga que possui as seguintes condições operacionais: Fluido: Celulose pré-branqueada Temperatura de operação: 80 C Pressão de operação: 6 bar Velocidade Periférica: 6 m/s ph: 7 a 13 Pressão da água de refrigeração: 8 bar Solução: Passo 1: Como a celulose pré-branqueada é um fluido abrasivo, verificar na tabela acima ou na descrição das fibras (item 4.2) quais as gaxetas que atendem esse requisito. Resposta: 2004, 2017, 2030, 2043, 2044, 2777 e 2200 Passo 2 : Verificar nas tabelas existentes no catálogo de gaxeta ou na tabela acima, a compatibilidade química entre o fluido de processo e as gaxetas selecionadas no passo 1. Resposta: As gaxetas compatíveis com o fluido são: 2030, 2777 e 2200 Passo 3 : Verificar nas tabelas existentes no catálogo de gaxetas ou na tabela acima, quais das gaxetas selecionadas no item anterior atendem as condições de pressão e temperatura. Resposta: Todas Passo 4 : Verificar se as gaxetas selecionadas no passo 2, podem trabalhar na velocidade periférica informada. Resposta: Sim, todas atendem. Passo 5 : Verificar na tabela de preços o custo de aquisição (R$/mt) de cada uma das gaxetas selecionadas e comparar com os dados técnicos / desempenho esperado de cada uma delas, classificando-as como segue: Gaxeta mais econômica: 2030 Gaxeta com melhor custo/benefício: 2777 Gaxeta de maior performance: 2200 Escolha agora a gaxeta que mais lhe convém.

12 10 CURSO DE VEDAÇÃO 9. ENGAXETAMENTO MISTO Nas indústrias em geral, o emprego do Engaxetamento Misto, que consiste na utilização de anéis com gaxetas de tipos distintos de fibras, vem se tornando cada vez mais usual seja pela necessidade de se reduzir o consumo de fluido de selagem ou pela necessidade de se prolongar à vida útil dos engaxetamentos submetidos às mais severas condições de operação. Um engaxetamento ideal tem que atender a todas as condições do serviço e manter o controle da vedação por um período prolongado devendo então possuir as seguintes propriedades: resistência a produtos químicos. resistência à extrusão. suportar altas pressões e temperaturas. boa estabilidade dimensional. boa dissipação de calor. baixo coeficiente de atrito Distribuição da Força de Aperto A pressão exercida pela sobreposta vai diminuindo de anel para anel no sentido da sobreposta para o fundo da caixa de gaxetas, devido ao atrito entre a superfície interna do anel de gaxeta e o eixo/luva de desgaste, e entre a superfície externa do anel de gaxeta e a caixa de gaxetas. razão, em equipamentos rotativos, cerca de 70% do desgaste do eixo ou luva de desgaste ocorre na região que fica em contato com os dois anéis mais próximos à sobreposta (Figura 2). Pelo exposto no item anterior, podemos dividir a caixa de gaxeta em duas regiões distintas: Anel Lanterna REGIÃO I É a região compreendida entre o fundo da caixa de gaxetas e o anel lanterna ou pelos dois anéis mais próximos do fundo da caixa de gaxetas. Nesta região, a gaxeta tem contato direto com o fluido a ser vedado, tendo que resistir aos seguintes esforços: Ataque químico. Ataque por abrasão dos sólidos em suspensão. Extrusão causada pela pressão de aperto. E N T R A D A SAÍDA ROTOR ANÉIS DE GAXETA Figura 1 CAIXA DE GAXETAS SOBREPOSTA EIXO DIREÇÃO RADIAL PRESSÃO DE APERTO DIREÇÃO AXIAL REGIÃO II É a região compreendida entre o anel lanterna e a sobreposta, ou pelos anéis mais próximos da sobreposta. Nesta região, conforme mostrado nas figuras 1 e 2, as gaxetas sofrem maiores forças axiais e radiais, tendo que possuir as seguintes características: Baixo coeficiente de atrito. Alta dissipação de calor. SAÍDA FORÇA RADIAL Boa resistência à extrusão. FORÇA AXIAL Resistência à temperatura. E N T R A D A Figura FORÇA DA SOBREPOSTA 70 %DO DESGASTE CARGA RETIDA Boa estabilidade dimensional Conclusão Tendo em vista as características e os conceitos das gaxetas nas regiões I e II, vários arranjos de gaxetas poderão ser analisados, com o objetivo de proporcionar uma maior vida do engaxetamento com ou sem fluidos abrasivos e melhor performance do equipamento, com ou sem água de selagem. Desta forma, os anéis do fundo da caixa de gaxetas (Figura 1), recebem uma pressão de aperto menor que os anéis mais próximos à sobreposta. Por esta 400 ( PSI ) Consulte a nossa Engenharia de Aplicação para selecionar o arranjo mais adequado as suas condições de operação.

13 CURSO DE VEDAÇÃO INSTALAÇÃO DE GAXETAS Preparativos 1. Organizar todas as ferramentas e materiais necessários para a execução do serviço. 2. Solicitar o bloqueio do equipamento e aguardar sua liberação pela segurança 3. Certificar-se que o mesmo está despressurizado, drenado e na temperatura ambiente. 4. Preparar o local de trabalho: Lavar e desobstruir o equipamento. Providenciar iluminação adequada para a execução do serviço. 5. Remover da sobreposta, todos os anéis de gaxetas velhos e o anel lanterna. Método clássico Método hidrojato 6. Limpar e verificar a caixa de gaxetas, o eixo ou a luva / haste de modo que: Rugosidade máxima esteja dentro das tolerâncias da norma (API 600 = 32 µpol ou 0.8 µm) A superfície esteja lisa e sem desgaste Preparo dos Anéis e Instalação em Bombas 7. Tolerâncias recomendadas: Folga entre a caixa e o eixo (Fce) = de 0,25 a 0,40 mm Folga entre a sobreposta e o eixo (Fse) = de 0,40 a 0,50 mm Folga entre a sobreposta e a caixa (Fsc) = 0,25 a 0,30 mm Empenamento Máx.=0,025 mm 8. Se a folga existente entre o fundo da caixa e o eixo/luva for excessiva ou o fluido a ser vedado for abrasivo, colocar um anel de fundo em PTFE. 9. Limpar e verificar estojos e porcas, substituindo-os se necessário. 10. Verificar o sistema de água de selagem. 11. Conferir a bitola correta da gaxeta pela fórmula: Diâm. caixa - Diâm. eixo Conferir o número correto de anéis de gaxeta e a posição do anel lanterna. Número de anéis: Montagem sem Anel Lanterna Profundidade caixa gaxetas Bitola gaxeta Montagem com Anel Lanterna Número de anéis de gaxetas no fundo da caixa Valor de (A) (B) Bitola gaxeta Número de anéis de gaxetas após o anel lanterna Valor de (A) (C) (D) Bitola gaxeta 13. Utilizar uma fita de PTFE veda rosca envolta no local da gaxeta onde será efetuado o corte, de modo que as fibras não se abram. Se a temperatura na caixa de gaxetas for superior a 200ºC, utilizar fita crepe no lugar da fita de PTFE. 14. Determinar o comprimento do anel pelas fórmulas: Para equipamentos que utilizem bitolas de gaxeta até ½. L=(1,3 x S + D) x 3,14 (C) (A) (B) (A) = Prof. Total da Caixa de Gaxeta (B) = Prof. até o Furo de Injeção (C) = Valor de (A) Valor de (B) (A) (D) (A) = Prof. Total da Caixa de Gaxeta (D) = Largura do Anel Lanterna

14 12 CURSO DE VEDAÇÃO Para equipamentos que utilizem bitolas de gaxeta acima de ½. L=((1,3 x S + D) x 3,14) + S onde: L = comprimento do anel S = bitola da gaxeta D = diâmetro do eixo 15. Efetuar o corte dos anéis com o auxílio de um dispositivo de corte a 45º (bitola da gaxeta até ½ ) ou 90º (bitola da gaxeta acima de ½ ). 16. Lubrificar os anéis, um a um. Nunca utilizar graxa na lubrificação de anéis. Utilizar um lubrificante compatível com a gaxeta e com a aplicação. Ex.: óleo mineral, vaselina ou silicone. 17. Com auxílio de uma luva bipartida, ferramenta específica ou da sobreposta, empurre um anel de cada vez até o fundo da caixa de gaxetas. 18. Instalar os anéis de tal for- -ma que fiquem defasados de 90º entre si. Sempre no último anel junto a sobreposta a emenda deverá estar virada para baixo, evitando que o gotejamento gire com o eixo formando um chuveiro. 19. Lubrificar parafusos e porcas com lubrificante adequado de acordo com as condições operacionais. 20. Posicionar corretamente o anel lanterna medindo ou contando o número de anéis de gaxetas até o local do furo de injeção, de modo que o início do anel coincida com o furo de injeção. Vide item Após instalar o último anel, apertar alternadamente as porcas da sobreposta até encontrar forte resistência. Afrouxar as porcas da sobre-posta reapertando-os até encontrar pequena resistência. 22. A sobreposta deve penetrar na caixa de gaxetas no mínimo 3 mm, para evitar que o último anel extrude pela folga existente entre a sobreposta e a caixa, travando o seu curso. 23. Abrir sempre a água de selagem, antes da partida, pois sua falta poderá acarretar danos irreversíveis ao engaxetamento. 24. Desbloquear o equipamento, fechando os drenos, abrindo as válvulas de processo, retirando as etiquetas de bloqueio e liberando o equipamento com o pessoal do controle. 25. Ligar a unidade. Se necessário, apertar as porcas alternadamente ¼ de volta por vez até alcançar o gotejamento desejado. 26. Substituir a gaxeta quando o gotejamento não puder mais ser controlado mediante o ajuste da sobreposta Instalação em Válvulas 1. Siga as mesmas orientações de preparo, remoção e instalação de anéis, já mencionadas para bombas. 2. Apertar o preme-gaxeta até encontrar forte resistência. 3. Abrir e fechar a válvula 3 vezes. ATENÇÃO: O aperto excessivo poderá travar a haste impedindo a abertura ou fechamento da válvula. 4. Colocar o sistema em operação.

15 CURSO DE VEDAÇÃO PROBLEMAS MAIS COMUNS COM ENGAXETAMENTO EFEITOS APARENTES POSSÍVEIS CAUSAS POSSÍVEIS SOLUÇÕES Anéis junto a sobreposta queimados. Anéis com face interna carbonizada. Anéis com face interna desgastada. Excesso de aperto na sobreposta, falha na lubrificação interna (falta de gotejamento) Falha na injeção de água de selagem) acarretando aquecimento excessivo pelo atrito da gaxeta com o eixo. O fluido bombeado possui temperatura acima do limite máximo da gaxeta. Alta abrasividade Causada pelos sólidos em suspensão do fluido ou pela rugosidade acentuada da superfície do eixo ou da luva de desgaste. Diminuir o aperto da sobreposta. O anel lanterna foi montado fora de sua posição. A tubulação do sistema de lubrificação e/ou refrigeração está obstruída (normalmente a válvula está fechada). Especificar uma gaxeta que suporte a temperatura de trabalho do fluido. Verificar se a gaxeta é a indicada para trabalhar com fluido abrasivo. Verificar se a água de selagem está limpa (sem sólidos em suspensão), com volume e pressão adequados. Providenciar reparo do eixo ou a troca da luva de desgaste por uma com a dureza superficial compatível com o trabalho com fluidos abrasivos. Anéis secos, sem impregnantes ou lubrificantes. Ataque químico Incompatibilidade da gaxeta com o fluido. Especificar a gaxeta adequada em relação ao fluido bombeado. Anéis mostram tendência a extrudar. Folga excessiva entre o eixo e a sobreposta. Excesso de aperto Gaxeta inadeguada Providenciar o reparo da caixa de engaxetamento, do eixo ou da sobreposta para diminuir a folga. Diminuir aperto da sobreposta Especificar uma gaxeta que possua maior resistência a extrusão. Falta de anel ou parte do engaxetamento. Folga excessiva entre o eixo e o fundo da caixa de engaxetamento. Providenciar o reparo do fundo da caixa de engaxetamento ou do eixo para diminuir a folga. Se não for possível, utilizar um anel rígido como primeiro anel. Saliência lateral em um ou mais anéis. Anel cortado muito curto. Utilizar os anéis com os comprimentos corretos. Anéis com face externa desgastada ou brilhante. Anéis giram junto com o eixo Luva de desgaste ou eixo desgastado. Bitola da gaxeta inferior à recomendada. Providenciar o reparo do eixo ou trocar a luva de desgaste. Utilizar gaxeta com a bitola correta. Variação na espessura radial dos anéis. Alta vibração Rotor desbalanceado. Rolamento danificado. Empenamento do eixo. Desalinhamento do eixo. Fazer o balanceamento do rotor. Providenciar a troca dos rolamentos. Fazer o reparo do eixo. Face de contato de um anel está brilhante. Um anel gira e o outro se mantém fixo. Fazer o reparo do eixo.

16 14 CURSO DE VEDAÇÃO 1. DEFINIÇÃO Junta de vedação é todo material que comprimido entre duas partes de uma união flangeada, permite manter o vazamento de um fluido dentro dos limites máximos aceitáveis para a aplicação. Os materiais das juntas devem ser sempre mais macios do que os materiais dos flanges, de modo que, ao serem apertadas contra as superfícies dos flanges preencham as imperfeições entre elas, proporcionado a vedação sem que os flanges sejam danificados. Em juntas, o vazamento pode ocorrer entre as superfícies da junta e dos flanges ou através da própria junta (juntas não-metálicas), sendo este último caso mais comum na vedação de gases, podendo ser bastante perigoso se o gás for tóxico ou explosivo. 2. FORÇAS EM UMA UNIÃO FLANGEADA Força Radial É originada pela pressão interna e tende a expulsar a junta. Força de Separação Também é originada pela pressão interna e tende a separar os flanges. Força dos Parafusos É a carga total exercida pelo aperto dos parafusos. Força de Vedação É a força que comprime os flanges contra a junta. Inicialmente é igual à força dos parafusos, após a pressurização do sistema é igual à força dos parafusos menos a força de separação. A força dos parafusos, aplicada inicialmente sobre a junta, além de esmagá-la, deve: Compensar a força de separação causada pela pressão interna. Ser suficiente para manter uma pressão residual sobre a junta, evitando o vazamento do fluido. 3. EFICIÊNCIA DE UMA JUNTA A eficiência de uma junta é determinada pela observância dos seguintes fatores durante a especificação do tipo da junta e material a ser utilizado. Pressão de Operação Representada pela pressão interna do fluido contra a junta, tentando expulsá-la. Temperatura e Ciclagem Térmica A alternância entre o calor e o frio atuam sobre a junta, flange e parafusos, causando efeitos termomecânicos pela dilatação e contração dos metais e o colapso de alguns tipos de juntas. O calor afeta o material da junta pela aceleração do creep- -relaxation, que é a deformação permanente que ocorre em materiais macios quando sob esforço. Certos fluidos confinados se tornam cada vez mais agressivos com o aumento da temperatura, atacando os materiais orgânicos da junta. Como regra geral, quanto mais alta for a temperatura, mais criteriosa deve ser a seleção da junta. Compatibilidade Química É a capacidade da junta resistir ao ataque químico do fluido que será vedado. Torque Adequado É o aperto a ser dado nos parafusos do flange de modo a que a junta seja comprimida o suficiente para vedar o fluido nas condições de operação especificadas. O cálculo do torque deve levar em conta os limites de resistência das juntas, flanges e parafusos de modo a que não sejam danificados. Acabamento superficial O acabamento superficial dos flanges tem grande influência na selabilidade da junta. Flanges com maior rugosidade requerem juntas mais macias. Condições gerais Tipo, material e dimensional dos flanges e dos parafusos, montagem correta e características típicas de cada equipamento / aplicação. 4. INFLUÊNCIA DO ACABAMENTO DOS FLANGES NA ESCOLHA DA JUNTA Como regra geral, é necessário que a superfície seja ranhurada para as juntas não metálicas já que elas precisam ser mordidas pela superfície de vedação, lisa para as metálicas e ligeiramente áspera para as semi-metálicas. As superfícies dos flanges podem variar do acabamento bruto de fundição até o lapidado. Entretanto, o acabamento mais encontrado comercialmente é o ranhurado concêntrico ou em espiral fonográfica, conforme mostrado na Figura 1.

17 CURSO DE VEDAÇÃO 15 Ambos são usinados com ferramentas similares, tendo as ranhuras 1/64 (0,4mm) ou menos de profundidade e passo de 1/32 (0,8mm). Ranhurado Concêntrico Figura 1 Espiral Fonográfica Descrição da Junta Acabamento da Superfície de Vedação dos Flanges Plana não-metálica Metalflex 1/16 >1/16 (espiral) Metalbest (dupla camisa metálica ) Camprofile (metálica ranhurada com cobertura) Ring-Joint Tipo TEADIT BX 953 RX Acabamento µ m 3,2 a 6,4 3,2 a 13 3,2 a 6,4 2,5 máximo 3,2 a 6,4 1,6 Superficial µ pol 125 a a a máximo 125 a Seção Transversal BX 953 RX * Conforme norma do ASME PCC-1:2010 Quadro de Aplicação Linha TEADIT Papelões Hidráulicos U60NA - NA1100 NA NA1002 NA NA1000M NA NA1085 CARACTERÍSTICAS DO FLANGE Não-Metálico ou Metálico com revestimento frágil Metálico RF FF RF FF (com ressalto) (sem ressalto) (com ressalto) (sem ressalto) Lingueta e Ranhura Liso ou Ranhurado Liso ou Ranhurado Liso Ranhurado Liso Ranhurado Macho e Fêmea Anel Classe de Pressão (PSI) 400 QUIMFLEX SH (5) (5) 400 QUIMFLEX 24B (4) 400 QUIMFLEX PL TEALON TF TEALON TF 1580 / Camprofile 946 < 250 Ra Juntas 911, 923, 927, 942 Junta 911M Junta 913 < 250 Ra 600 Junta 913M < 250 Ra GRAFLEX 300 Anéis RTJ Observações: 1- Em flanges sem ressalto usar sempre juntas FF. 2 - Verificar sempre a compatibilidade química das juntas com o fluido a ser vedado. 3 - Verificar os limites de serviço específicos para produto selecionado. 4 - Verificar se o flange não sofre rotação (empenamento). 5 - Certificar-se que a junta não dobra, e que todo o diâmetro externo da junta toca os parafusos de aperto.

18 16 CURSO DE VEDAÇÃO 5. TIPOS DE FACES DE VEDAÇÃO DOS FLANGES Nas figuras a seguir mostramos as combinações mais usuais das possíveis faces dos flanges e sua influência na seleção das juntas. Face Plana Junta não confinada (Figura 2). As superfícies de contato de ambos os flanges são planas. A junta deve ser do tipo FF (Full Face = face plana), cobrindo toda a superfície de contato. A face plana é normalmente utilizada em flanges de materiais frágeis. Face Ressaltada Junta não confinada (Figura 3). As superfícies de contato são ressaltadas de 1/16 ou 1/4. As juntas podem ser do tipo RF (Raised Face = face com ressalto) indo até os parafusos, ou FF (Full Face = face plana). A junta RF é a mais utilizada, pois além de permitir sua montagem / desmontagem sem a necessidade de se retirar todos os parafusos, é mais econômica. Figura 3 Figura 2 O-rings metálicos não sólidos e juntas dupla camisa com enchimento metálico são as mais indicadas. Figura 5 Face Plana e Ranhura Macho e Fêmea Junta semi-confinada (Figura 6). A profundidade da fêmea é igual ou menor à altura do macho, para evitar a possibilidade de contato direto dos flanges quando a junta é comprimida. O diâmetro externo da fêmea é até 1/16 (1,6mm) maior que o do macho. Os flanges devem ser afastados para montagem da junta. Figura 6 Tipos mais comuns; Junta confinada no diâmetro externo Ring Joint Também chamado anel API (Figura 7). Ambos os flanges possuem canais com paredes em ângulos de 23. A junta é de metal sólido com perfil oval ou octogonal. Lingueta e Ranhura Junta totalmente confinada (Figura 4). A profundidade da ranhura é igual ou um pouco maior que a altura da lingueta. A ranhura é cerca de 1/16 mais larga que a lingueta. Normalmente a junta tem a mesma largura da lingueta. É necessário afastar os flanges para a colocação da junta. Este tipo de flange produz elevadas pressões de aperto sobre a junta, não sendo adequado para a utilização de juntas não-metálicas. Figura 4 Face Plana e Ranhura Junta totalmente confinada (Figura 5). A face de um dos flanges é plana e a outra possui uma ranhura onde a junta é encaixada. Usada em aplicações onde à distância entre os flanges deve ser precisa, pois quando a junta é esmagada, os flanges encostam. Somente as juntas de grande resiliência podem ser usadas neste tipo de montagem. Juntas espiraladas, Figura 7 6. DIMENSIONAMENTO DE JUNTAS NÃO-METÁLICAS No Brasil, as juntas consideradas padrão seguem a norma ASME B Porém, outras normas podem ser utilizadas como referência para a fabricação de juntas mediante solicitação do cliente. No caso de juntas não normalizadas, devemos seguir as recomendações abaixo: Fazer os furos com diâmetro levemente maior que o diâmetro dos parafusos. Deste modo, a Junta não abaulará em torno dos parafusos, proporcionando um assentamento perfeito (figura 8). Dimensionar corretamente o diâmetro interno da Junta para que a parte exposta do flange não seja corroída pelo líquido (figura 9).

19 CURSO DE VEDAÇÃO 17 O diâmetro interno da Junta deve ser levemente maior que o da tubulação; isto fará com que o fluxo não seja obstruído quando se esmagar a junta (figura 10). Figura 10 Figura 8 Figura 9 Nunca martele o Papelão Hidráulico sobre o flange para confeccionar a Junta, pois poderá danificá-lo. 7. EMENDAS DE JUNTAS NÃO-METÁLICAS Quando as dimensões da Junta forem maiores que as folhas dos materiais não-metálicos, e na impossibilidade da utilização de Quimflex 24B (que não requer emendas), podem ser utilizados dois tipos de emendas: Cauda de Andorinha É a emenda mais usada em aplicações industriais, permitindo a fabricação de Juntas em qualquer tamanho e espessura (Figuras 12 e 13). Figura 12 Chanfrada Quando a força de esmagamento for baixa, podem ser feitas emendas chanfradas, coladas ou soldadas. Devido à dificuldade de fabricação, este tipo emenda só é viável para espessuras de no mínimo 3,0mm (Figura 14) Figura 14 Espessura Mínima da Junta 3,2 mm (1/8 ) L 200 mm A= (.3 a.4) L B= (.3 a.5) L C= (.5 a.6) L Figura 13 L > 200 mm A= (.15 a.2) L B= (.15 a.25) L C= (.25 a.3) L 8. MATERIAIS MAIS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE JUNTAS NÃO-METÁLICAS Colado Papelão Hidráulico Definição Fabricado a partir da vulcanização sob pressão de compostos de elastômeros (borrachas) e fibras, é o material mais empregado na confecção de juntas planas para vedação estática de fluidos, por serem econômicos e cobrirem uma ampla faixa de aplicação. Suas principais características são: Elevada resistência ao esmagamento. Alta retenção de torque. Resistência a altas temperaturas e pressões. Boa resistência a produtos químicos Fibras Utilizadas As fibras têm a função de elemento estrutural, sendo as responsáveis pela resistência à pressão e ao esmagamento dos papelões hidráulicos, além de influenciarem no limite da temperatura de trabalho e na resistência química aos produtos a serem vedados. Os tipos de fibras utilizados pela Teadit na fabricação dos Papelões Hidráulicos são: Celulose Fibra vegetal com boa resistência mecânica, baixa resistência à temperatura e a produtos químicos. Tem como grande atrativo o baixo custo, o que a torna uma boa alternativa ao amianto em aplicações não severas. Aramida Fibra sintética com boa resistência a produtos químicos e excelente resistência mecânica. Lã de Rocha Fibra Mineral que possui como principal característica à resistência a elevadas temperaturas. Carbono / Grafite Fibras com boa inércia química e boa resistência a ciclagens térmicas moderadas. Ideal para altas temperaturas Borrachas Atuam como ligante entre as fibras, contribuindo na obtenção de uma boa resistência mecânica e conferindo a flexibilidade necessária ao papelão. Tem forte influência na determinação da resistência química do papelão em relação aos fluidos que serão vedados, sendo responsável também por sua selabilidade. Borracha SBR (estireno-butadieno) Apresenta ótimo desempenho em contato com água quente e fria, ar, ácidos fracos, álcalis e produtos químicos em geral. Sua resistência a óleos e solventes é limitada. Borracha NBR (borracha nitrílica) Possui excelente resistência à água, solventes, hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, óleos minerais, animais e vegetais, tetracloreto de carbono, solventes de esmalte, ácidos fracos, álcalis diluídos e concentrados e produtos químicos em geral. Hypalon Borracha sintética que apresenta alta resistência à oxidação pelo oxigênio e ozônio. Possui boa resistência térmica e a fluidos corrosivos. Não propaga fogo e resiste a intempéries. Indicada para trabalhar com ácidos em geral.

20 18 CURSO DE VEDAÇÃO Acabamento Superficial do Papelão Hidráulico Grafitado Como opção ao acabamento natural, o grafite pode ser aplicado em uma ou duas faces dos papelões hidráulicos, evitando sua aderência aos flanges e facilitando a desmontagem da junta Limites de Serviços Cada Papelão Hidráulico possui limites máximos de temperatura e pressão em função dos seus componentes (tipos de borracha e fibras). Estas condições máximas, porém não podem ocorrer em conjunto, visto que, na medida que aumenta a temperatura, a borracha sofre uma aceleração em seu processo de envelhecimento, e alguns tipos de fibras são atacados, diminuindo a resistência à pressão do papelão hidráulico. De uma forma genérica, a compatibilidade dos Papelões Hidráulicos Teadit em relação aos fluidos básicos é apresentada na Tabela de Compatibilidade Química contida em nosso Catálogo de Produtos. Para fluidos específicos, devem ser realizados testes dos papelões nos próprios fluidos a serem vedados. O papelão Hidráulico também pode conter tela metálica. A inserção de tela metálica tem como objetivo aumentar a resistência à pressão do papelão hidráulico Seleção de um Papelão Hidráulico Especificar o Papelão Hidráulico sempre de acordo com as condições reais de serviço. Neste caso, devemos considerar todos os dados listados a seguir: Compatibilidade Química. Temperatura máxima de operação. Pressão máxima de operação. Curva PxT. Presença de ciclagem térmica. Acabamento superficial dos flanges. Dimensional da junta. Vibração. Custo x Benefício. Os Papelões Hidráulicos TEADIT atendem as normas ASTM conforme indicação do catálogo Exemplo de Especificação Selecionar um papelão hidráulico para fabricação de juntas para flanges RF de 3 classe 300 #, de uma linha de Vapor Saturado a 250 C e 40 bar, em usina de açúcar e álcool. Solução: Passo 1 : Verificar na tabela de compatibilidade química existente no final do capítulo de Papelões Hidráulicos, existente no catálogo geral de produtos TEADIT, quais os tipos de papelão que são indicados para trabalhar com vapor saturado. Resposta: NA1002, NA1060, NA1100, NA1092 e U60NA. Passo 2: Verificar no catalogo geral, as tabelas existentes na descrição de cada produto, se os valores máximos de operação informados (temperatura e pressão) são inferiores aos limites máximos dos papelões selecionados no item anterior. Resposta: Sim. Passo 3: Verificar se as condições operacionais de temperatura e pressão, estão dentro da área limitada pela linha verde e que corresponde aos limites normais de aplicação de cada um dos papelões. Resposta: NA1100, NA1092, NA1060 e U60NA estão de acordo. Passo 4: Verificar se existe a possibilidade de ocorrerem ciclos térmicos, ou seja, de variações de temperatura na linha. Resposta: No caso de uma usina de açúcar e álcool são normais ao longo da safra pequenas paradas de produção, acarretando esfriamento de algumas linhas. Dessa forma recomendamos a escolha de um papelão que tenha alguma resistência a ciclos térmicos. Nesse caso ficaríamos com o NA1100, NA1092 e U60NA. Passo 5: Verificar acabamento superficial dos flanges. Para que se possa utilizar juntas de papelão hidráulico, os flanges têm que ser ranhurados com rugosidade entre 125 a 500 µ polegada. Passo 6: Verificar se o dimensional da junta está de acordo com o dimensional dos flanges. Como se trata de junta padrão consultar a norma ASME B Passo 7: Verificar se existe possibilidade de fortes vibrações ou golpes de aríete na linha. Caso positivo, utilizar juntas Metalflex 913M. Passo 8: Verificar custo x benefício das lâminas dos três papelões selecionados. Resposta: U60NA Tabela de Aplicação de Papelões Hidráulicos: Tipos de Papelões Hidráulicos Composição Temperatura (ºC) uso contínuo Pressão (bar) uso contínuo U60NA NA1092 NA1100 NA1002 NA1040 NA1000M NA1060 NA1085 Fibra Inorgânica e NBR Fibra Aramida/ Grafite e NBR Fibra Carbono e NBR Fibra Aramida e NBR Fibra Celulose e NBR Fibra Aramida e NBR Fibra Aramida e NBR / SBR Fibra Aramida e Hypalon

Gaxetas de Fibras Sintéticas e Outras

Gaxetas de Fibras Sintéticas e Outras Gaxetas de Fibras Sintéticas e Outras Quimgax 2030 Quimgax 2004 Quimgax 2017 Quimgax 2043 Quimgax 2044 Quimgax 2777 Quimgax 2019 Quimgax 2143 Quimgax 2153 Quimgax 2061 e 2062 As gaxetas de fibras sintéticas

Leia mais

27 Sistemas de vedação II

27 Sistemas de vedação II A U A UL LA Sistemas de vedação II Ao examinar uma válvula de retenção, um mecânico de manutenção percebeu que ela apresentava vazamento. Qual a causa desse vazamento? Ao verificar um selo mecânico de

Leia mais

Gaxetas de Fibra de Carbono e de Grafite

Gaxetas de Fibra de Carbono e de Grafite i Gaxetas de Fibra de Carbono e de Grafite Quimgax 2000IC Quimgax 2000S quimgax 2002 Quimgax 2025 Quimgax 2200 Quimgax 2202 As Gaxetas de Carbono e Grafite são uma excelente opção nas aplicações de vedação

Leia mais

V Á L V U L A S SÉRIE 2700

V Á L V U L A S SÉRIE 2700 V Á L V U L A S SÉRIE 2700 Válvulas de agulha compactas de alta confiabilidade e versatilidade para controle de processos e uso geral na indústria. As modernas válvulas de agulha Série 2700 da Detroit

Leia mais

A seguir parte do material didático que é distribuído aos participantes do curso.

A seguir parte do material didático que é distribuído aos participantes do curso. A seguir parte do material didático que é distribuído aos participantes do curso. A próxima turma do curso VÁLVULAS INDUSTRIAIS está programada para o período de 16 a 19 de setembro de 2013, no Rio de

Leia mais

35 anos solucionando problemas em Vedação e Isolação Térmica. Especificações técnicas

35 anos solucionando problemas em Vedação e Isolação Térmica. Especificações técnicas 35 anos solucionando problemas em Vedação e Isolação Térmica. Especificações técnicas GAXETA VEGETAL Gaxeta de Rami com PTFE - REF.: J-1067 Fabricada com fios de puro rami cardado, impregnada fio a fio

Leia mais

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor 1. Junta de expansão de fole com purga de vapor d água Em juntas de expansão com purga da camisa interna, para

Leia mais

Produtos em Graflex. Placas de Grafite Graflex TJB, TJE, TJR

Produtos em Graflex. Placas de Grafite Graflex TJB, TJE, TJR Produtos em Graflex Placas de Grafite Graflex TJB, TJE, TJR Juntas Graflex Junta Auto-Adesiva - GR3110I Fitas de Grafite Graflex TJI, TJH e TJZ Anéis de Graflex tabela de compatibilidade química - graflex

Leia mais

- Válvulas com Flange -

- Válvulas com Flange - Procedimentos de Montagem e Manutenção - Válvulas com Flange - Para Sistemas de Vapor, Óleo Térmico e Outros Processos Industriais. Em uma instalação industrial de aquecimento, devem ser previstas facilidades

Leia mais

ELEMENTOS DE VEDAÇÃO. Treinamento. Antenor Vicente

ELEMENTOS DE VEDAÇÃO. Treinamento. Antenor Vicente ELEMENTOS DE VEDAÇÃO Treinamento Antenor Vicente VEDAÇÃO PROCESSO USADO PARA IMPEDIR A PASSAGEM, DE MANEIRA ESTÁTICA OU DINÂMICA DE LÍQUIDOS, GASES E SÓLIDOS DE UM MEIO PARA OUTRO JUNTAS JUNTA É TODO MATERIAL

Leia mais

Recomendações papa as Válvulas de Baixa Emissão Fugitiva

Recomendações papa as Válvulas de Baixa Emissão Fugitiva 1 /5 Recomendações papa as Válvulas de Baixa Emissão Fugitiva 1. Introdução As emissões fugitivas surgiram como preocupação no cenário mundial nos anos 90, quando se estimou que 60-70% das emissões nas

Leia mais

MANUTENÇÃO EM MANCAIS E ROLAMENTOS Atrito É o contato existente entre duas superfícies sólidas que executam movimentos relativos. O atrito provoca calor e desgaste entre as partes móveis. O atrito depende

Leia mais

Catálogo de Gaxetas, Raspadores e Guias

Catálogo de Gaxetas, Raspadores e Guias Catálogo de Gaxetas, Raspadores e Guias CIAGN 1021 (2011) AGN Vedações Hidráulica, Pneumática e Serviços Ltda. Índice página 1. Introdução 3 2. Compostos das Gaxetas 3 3. Dimensões das Gaxetas 3 3.1 Gaxeta

Leia mais

U ma junta mal selecionada

U ma junta mal selecionada Especificação inadequada não resolve problemas de vedação U ma junta mal selecionada ou instalada de maneira incorreta e... desperdício de fluído ou até mesmo risco de acidente. Em tempos de competitividade

Leia mais

Série: FBME MANUAL TÉCNICO BOMBA CENTRÍFUGA MULTIESTÁGIO FBME. Aplicação

Série: FBME MANUAL TÉCNICO BOMBA CENTRÍFUGA MULTIESTÁGIO FBME. Aplicação MANUAL TÉCNICO Série: FBME Aplicação Desenvolvida para trabalhar com líquidos limpos ou turvos, em inúmeras aplicações, tais como indústrias químicas, petroquímicas, papel, polpa, siderúrgica, mineração,

Leia mais

CONECTORES MEIOS DE LIGAÇÃO ENTRE TUBOS

CONECTORES MEIOS DE LIGAÇÃO ENTRE TUBOS CONECTORES MEIOS DE LIGAÇÃO ENTRE TUBOS ELEMENTOS DE LINHA São equipamentos e acessórios que se apresentam com constância ao longo de uma tubulação de processo. Os principais desses componentes são: conectores,

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

V Á L V U L A S. MANIFOLD Série 2700 LAMINADO

V Á L V U L A S. MANIFOLD Série 2700 LAMINADO V Á L V U L A S MANIFOLD Série 2700 LAMINADO Índice Informações gerais... 02 Manifold de 2 vias... 04 Manifold de 3 vias... 09 Manifold de 5 vias... 12 Suporte... 15 1 As modernas válvulas Manifold Série

Leia mais

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação A U A UL LA Acoplamento Introdução Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, percebeu um estranho ruído na roda. Preocupada, procurou um mecânico. Ao analisar o problema, o mecânico concluiu que

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Indicações importantes relativas às instruções de montagem VOSS O desempenho e a segurança mais elevados possíveis no funcionamento dos produtos VOSS só serão obtidos se forem cumpridas

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Sumário Buchas Guias Mancais de Deslizamento e Rolamento Buchas Redução de Atrito Anel metálico entre eixos e rodas Eixo desliza dentro da bucha, deve-se utilizar lubrificação.

Leia mais

DEFEITOS EM BOMBAS CENTRIFUGA E SOLUÇÕES

DEFEITOS EM BOMBAS CENTRIFUGA E SOLUÇÕES DEFEITOS EM BOMBAS CENTRIFUGA E SOLUÇÕES simples multiestágio BOMBEAMENTO INSUFICIENTE E NULO VAZÃO OU PRESSÃO NULAS OU INSUFICIENTE VÁLVULA PRESA OU ENTUPIDA ROTOR FURADO, ENTUPIDO OU COM DESGASTE EXECESSIVO

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Indicações importantes relativas às instruções de montagem VOSS O desempenho e a segurança mais elevados possíveis no funcionamento dos produtos VOSS só serão obtidos se forem cumpridas

Leia mais

Operação e Manutenção em Moinhos. Hans Strobel M&D - NdB

Operação e Manutenção em Moinhos. Hans Strobel M&D - NdB Operação e Manutenção em Moinhos Hans Strobel M&D - NdB Construção básica de um Moinho Separação Produto/Elementos de Moagem Mancal com Rolamentos Câmara de Moagem Transmissão por polias e correias Vedação

Leia mais

Elementos de Vedação. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc.

Elementos de Vedação. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Elementos de Vedação Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. ELEMENTOS DE VEDAÇÃO Conceito Vedação é o processo usado para impedir a passagem, de maneira estática ou dinâmica, de líquidos, gases e sólidos particulados

Leia mais

Linha Industrial. Soluções Rexnord ÍNDICE. Soluções em Acoplamentos. Acoplamentos Omega Acoplamentos Omega HSU. Correntes de Engenharia

Linha Industrial. Soluções Rexnord ÍNDICE. Soluções em Acoplamentos. Acoplamentos Omega Acoplamentos Omega HSU. Correntes de Engenharia www.rexnord.com.br vendassl@rexnord.com.br Soluções Rexnord Linha Industrial ÍNDICE Soluções em Acoplamentos Acoplamentos Omega Acoplamentos Omega HSU Correntes de Engenharia Pronto atendimento Rexnord:

Leia mais

www.dumaxcomercial.com (53) 3228-9891 3028-9892

www.dumaxcomercial.com (53) 3228-9891 3028-9892 www.dumaxcomercial.com (53) 3228-9891 3028-9892 Index - Anéis O rings - Gaxetas - Raspadores - Reparos - Retentores - Placas - Rolamentos para Bombas - Rotativos - Bombas - Peças Especiais - Dumax Comercial

Leia mais

VÁLVULA GLOBO DE CONTROLE SÉRIE 10

VÁLVULA GLOBO DE CONTROLE SÉRIE 10 VÁLVULA GLOBO DE CONTROLE SÉRIE 10 EXCELÊNCIA EM CONTROLE DE FLUXO 1 Válvula Globo de Controle Série 10 Características gerais As válvulas globo de controle de sede simples da série 10, produzidas pela

Leia mais

LONA DE FREIO PEÇAS ESPECIAIS

LONA DE FREIO PEÇAS ESPECIAIS GAXETAS SECAS MANTA E TECIDO DE FIBRA CERÂMICA GAXETAS IMPREGNADAS FITAS CORTIÇA J U N T A E S P I R A L A D A FELTRO J U N T A D E V E D A Ç Ã O PAPELÃO HIDRAÚLICO F I T A P A T E N T E T E F L O N JUNTA

Leia mais

Dados Técnicos Sobre Tubos

Dados Técnicos Sobre Tubos www.swagelok.com Dados Técnicos Sobre Tubos Índice Serviço de Gás.......................... 2 Instalação.............................. 2 Tabelas de Pressão de Trabalho Sugeridas Tubos em Aço Carbono.....................

Leia mais

KITS DE ISOLAMENTO PARA FLANGES

KITS DE ISOLAMENTO PARA FLANGES KITS DE ISOLAMENTO PARA FLANGES Kits de Isolamento para Flanges Trata-se de um conjunto de peças cuja função é isolar eletricamente flanges de tubulações da passagem de correntes estranhas, evitando a

Leia mais

AULA 2 CONTEÚDO: Capítulo 3. Capítulo 5. Capítulo 6. Volume I do Livro Texto. Meios de Ligação de Tubos. Conexões de Tubulação. Juntas de Expansão

AULA 2 CONTEÚDO: Capítulo 3. Capítulo 5. Capítulo 6. Volume I do Livro Texto. Meios de Ligação de Tubos. Conexões de Tubulação. Juntas de Expansão AULA 2 Volume I do Livro Texto CONTEÚDO: Capítulo 3 Capítulo 5 Capítulo 6 Meios de Ligação de Tubos. Conexões de Tubulação. Juntas de Expansão 1 MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS PRINCIPAIS MEIOS LIGAÇÕES ROSQUEADAS

Leia mais

Trocadores de calor: Vedação é uma questão de segurança, economia e proteção ambiental.

Trocadores de calor: Vedação é uma questão de segurança, economia e proteção ambiental. Trocadores de calor: Vedação é uma questão de segurança, economia e proteção ambiental. O mercado e diretrizes de empresas apontam cada vez mais para investimentos no sentido de reverter situações de contaminação

Leia mais

MÓDULO 4 4.5 - PROCEDIMENTOS DE REPARO

MÓDULO 4 4.5 - PROCEDIMENTOS DE REPARO Normas Aplicáveis MÓDULO 4 4.5 - PROCEDIMENTOS DE REPARO - NBR 15.979 Sistemas para Distribuição de Água e Esgoto sob pressão Tubos de polietileno PE 80 e PE 100 Procedimentos de Reparo - NBR 14.461 Sistemas

Leia mais

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps

BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002. Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior. Goulds Pumps BOLETIM 222.1 Fevereiro de 2002 Bombas Goulds Modelos 5150/VJC cantiléver verticais de sucção inferior Goulds Pumps Goulds Modelos 5150/VJC Bombas cantiléver verticais Projetadas para lidar com lamas corrosivas

Leia mais

vendas1@juntasamf.com.br

vendas1@juntasamf.com.br À Sr( a) Ref.: Apresentação para Cadastro de Fornecedor Prezados Senhores, Vimos através desta, apresentar a Juntas AMF Ind. e Com. de Peças Ltda., uma empresa que já se tornou referencia no mercado de

Leia mais

- Cilindro Pneumático ISO

- Cilindro Pneumático ISO de Instalação, Operação e Manutenção Janeiro 2000 - ISO Série P1E (Tubo Perfilado) 32 a 100 mm Índice Introdução... 1 Características Técnicas... 1 Características Construtivas... 1 Instalação... 2 Manutenção...

Leia mais

Travas e vedantes químicos

Travas e vedantes químicos A U A UL LA Travas e vedantes químicos O mecânico de manutenção de uma empresa de caminhões tentava eliminar, de todas as formas, um vazamento de óleo que persistia na conexão de um manômetro de um sistema

Leia mais

COMPRESSORES PARAFUSO

COMPRESSORES PARAFUSO COMPRESSORES PARAFUSO PARTE 1 Tradução e adaptação da Engenharia de Aplicação da Divisão de Contratos YORK REFRIGERAÇÃO. Introdução Os compressores parafuso são hoje largamente usados em refrigeração industrial

Leia mais

VÁLVULAS MANIFOLD MANIFOLD 3 VIAS MANIFOLD 5 VIAS

VÁLVULAS MANIFOLD MANIFOLD 3 VIAS MANIFOLD 5 VIAS MANIFOLD As válvulas Manifold, produzidas pela Detroit, foram desenvolvidas e dimensionadas para tornar uma tubulação de instrumentos de diferencial de pressão mais simples, mais segura e mais confiável.

Leia mais

Manual de Instalação, Operação e Manutenção Válvulas Gaveta, Globo e Retenção Informações Gerais Precauções e Recomendações Manuseio e Armazenamento

Manual de Instalação, Operação e Manutenção Válvulas Gaveta, Globo e Retenção Informações Gerais Precauções e Recomendações Manuseio e Armazenamento Informações Gerais Para garantir a qualidade e a vida útil de uma válvula é necessário verificar a instalação, aplicação, bem como o seu material de acordo com o fluido que será utilizado e uma manutenção

Leia mais

Gaxetas e Anéis Raspadores de Molythane. Catálogo PPD 3800 BR Outubro 2001

Gaxetas e Anéis Raspadores de Molythane. Catálogo PPD 3800 BR Outubro 2001 Gaxetas e Anéis Raspadores de Molythane Catálogo PPD 3800 BR Outubro 2001 Pense em Qualidade, Pense Parker Para nós da Parker, a qualidade é alcançada quando suas expectativas são atendidas, tanto em relação

Leia mais

INTRODUÇÃO NOTAS. www.imbil.com.br 3

INTRODUÇÃO NOTAS. www.imbil.com.br 3 www.imbil.com.br 1 www.imbil.com.br 2 INTRODUÇÃO Neste catálogo estão descritos todos os modelos de bombas da linha INI-K e INI-O de nossa fabricação. Nele constam informações técnicas de construção, e

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Sumário Tipos (continuação) Contato plano-frontal para junções móveis. Contato plano-frontal para junções móveis. Contato plano-frontal para junções móveis. Frontais: é composto

Leia mais

MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER

MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER 1. INTRODUÇÃO Este Manual de Aplicação do GS-Super demonstra passo a passo o procedimento correto para aplicação do material bem como os cuidados necessários

Leia mais

Megabloc Manual Técnico

Megabloc Manual Técnico Bomba Padronizada Monobloco Manual Técnico Ficha técnica Manual Técnico Todos os direitos reservados. Os conteúdos não podem ser divulgados, reproduzidos, editados nem transmitidos a terceiros sem autorização

Leia mais

USO, MANUTENÇÃO E REGULAGEM DE CASSETES PARA ÁREA DE TREFILAÇÃO

USO, MANUTENÇÃO E REGULAGEM DE CASSETES PARA ÁREA DE TREFILAÇÃO USO, MANUTENÇÃO E REGULAGEM DE CASSETES PARA ÁREA DE TREFILAÇÃO Cassetes Os cassetes laminadores são micro cadeiras de laminação, que substituem as fieiras nas máquinas de trefilação. Seu surgimento no

Leia mais

Bomba Multiestágio de Média Pressão MBN

Bomba Multiestágio de Média Pressão MBN Bomba Multiestágio de Média Pressão MBN Principais Aplicações Com um design modular, as bombas MBN são bombas horizontais segmentadas e bipartidas radialmente. São recomendadas para o bombeamento de líquidos

Leia mais

Polias e correias I. Como Ernesto resolveu o problema da correia e da polia? Polias e correias é o tema desta aula.

Polias e correias I. Como Ernesto resolveu o problema da correia e da polia? Polias e correias é o tema desta aula. Polias e correias I A UU L AL A O número de rotações por minuto (rpm) executado por uma furadeira de coluna não estava compatível com a necessidade exigida pelo trabalho. O número de rotações desenvolvido

Leia mais

Manual PORTA PLACAS. Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21

Manual PORTA PLACAS. Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21 Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21 Manual PORTA PLACAS Rev 00-12/07/2012 pág - 2 de 21 Índice CERTIFICADO ISO 9001:2008 DESENHO DE OPERAÇÃO MANUAL DE OPERAÇÃO DESENHO DE CONJUNTO TABELAS DIMENSIONAIS Histórico

Leia mais

E-mail: vendas@bratal.com.br

E-mail: vendas@bratal.com.br CENTRAL DE VENDAS Consulte-nos pelo fone/fax : (19) 341.0081 E-mail: vendas@bratal.com.br 603 - Tubos 01 ESCOLHA ADEQUADA DA TUBULAÇÃO.... 1 DIAGRAMA TEÓRICO PARA CÁLCULO DE TUBULAÇÕES...........................

Leia mais

Setting Compression Packings gaxetas para bombas e valvulas

Setting Compression Packings gaxetas para bombas e valvulas PT Setting Compression Packings gaxetas para bombas e valvulas Seccion estandard en mm acondicionamento normal Kg acondicionamento normal lbs dimensão mm 5 mm.0. /8" /6" 6 mm mm.5 5.5 /4" /" 4 mm 5 mm

Leia mais

MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS

MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS 1 MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS A presente especificação destina-se a estabelecer as diretrizes básicas e definir características técnicas a serem observadas para execução das instalações da

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET

CONJUNTOS DE FACAS DE AR WINDJET CONJUNTOS DE FACAS WINDJET CONJUNTO DE FACAS WINDJET SOPRADORES CONJUNTOS DE FACAS WINDJET SUMÁRIO Página Visão geral dos pacotes de facas de ar Windjet 4 Soprador Regenerativo 4 Facas de ar Windjet 4

Leia mais

Manual de Instruções POÇOS TERMOMÉTRICOS POR. Instrumentação Industrial para Pressão e Temperatura

Manual de Instruções POÇOS TERMOMÉTRICOS POR. Instrumentação Industrial para Pressão e Temperatura Instrumentação Industrial para Pressão e Temperatura POR Manual de Instruções MI-TW-POR_2 10/2014 Copyright Nuova Fima S.p.A. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida

Leia mais

TUBOS DE PROTEÇÃO TUBOS DE PROTEÇÃO

TUBOS DE PROTEÇÃO TUBOS DE PROTEÇÃO TUBOS METÁLICOS São feitos em metal (normalmente aço inox), fechado em uma das extremidades através de solda ou caldeamento, e, quase sempre rosqueado na outra parte e fixo ao. TUBOS CERÂMICOS São muito

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MONTAGEM PASSO A PASSO

PROCEDIMENTO DE MONTAGEM PASSO A PASSO 3189P RETENTOR APLICADO NO CUBO DE RODA TRASEIRO DO EIXO MÉRITOR 1) Após desmontagem e limpeza do cubo, verificar o estado do alojamento do mesmo. 5) O retentor deverá ser aplicado até o encosto final

Leia mais

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Os discos de corte e desbaste são produzidos e controlados com rigor, sendo submetidos a testes internos que objetivam a reprodução da qualidade lote

Leia mais

Universidade Paulista Unip

Universidade Paulista Unip Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,

Leia mais

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Multiciclone

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Multiciclone Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção ISO 9001:2000 VENTEC AMBIENTAL EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES LTDA Rua Cinco, nº 550 - Distrito Industrial Nova Era - Indaiatuba - São Paulo CEP: 13.347.395

Leia mais

Vedação => TC. Vedação => TA. Vedação => TG. Vedação => TS

Vedação => TC. Vedação => TA. Vedação => TG. Vedação => TS Montagem das caixas SNHL Vedação => TC Vedação => TA Vedação => TG Vedação => TS Burger S/A Industria e Comércio Técnica/di 15/05/2009 66 Vedação TC Vedadores de Feltro TC Os vedadores são constituídos

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES

MANUAL DE INSTALAÇÃO CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES MANUAL DE INSTALAÇÃO CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES As chapas de policarbonato alveolares, possuem em um dos lados, tratamento contra o ataque dos raios ultravioletas,

Leia mais

SUPORTE LATERAL componentes. VARANDA componentes. SUPORTE LATERAL componentes. Tel: 55 11 4177-2244 plasnec@plasnec.com.br l www.plasnec.com.

SUPORTE LATERAL componentes. VARANDA componentes. SUPORTE LATERAL componentes. Tel: 55 11 4177-2244 plasnec@plasnec.com.br l www.plasnec.com. VARANDA 5 6 9 SUPORTE LATERAL 12 4 7 10 8 Código: 17010101 Descrição: Conjunto suporte lateral regulável Ø 13mm: 1 - Manopla - PA rosca M10 SS 304 2 - Arruela - M12 24mm SS 304 3 - Olhal - M10 PA M10 SS

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano 19 Sistema de Refrigeração - Tópicos Introdução Meios refrigerantes Tipos de Sistemas de Refrigeração Sistema de refrigeração a ar Sistema de refrigeração a água Anticongelantes

Leia mais

Arranjo Instalações Físico da Indústria. Caracterização dos Sistemas na Indústria

Arranjo Instalações Físico da Indústria. Caracterização dos Sistemas na Indústria Caracterização dos Sistemas na Indústria - Trata-se do conjunto de das instalações de processo e das instalações auxiliares, que são agrupadas de acordo com sua nalidade, em diversos sistemas integrados;

Leia mais

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade.

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade. Aula 10: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas emprwegadas 02:

Leia mais

Manual de Instruções e Lista de Peças. Máquina de Costura Industrial Galoneira BC 500-01 CB

Manual de Instruções e Lista de Peças. Máquina de Costura Industrial Galoneira BC 500-01 CB Manual de Instruções e Lista de Peças Máquina de Costura Industrial Galoneira BC 500-01 CB ÍNDICE DETALHES TÉCNICOS, INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA... 01 MONTAGEM MOTOR E ROTAÇÃO DA MÁQUINA... 02 LUBRIFICAÇÃO...

Leia mais

Hardware Básico. Refrigeração. Professor: Wanderson Dantas

Hardware Básico. Refrigeração. Professor: Wanderson Dantas Hardware Básico Refrigeração Professor: Wanderson Dantas Ventoinhas Ventoinhas são pequenos ventiladores que melhoram o fluxo de ar dentro do computador, trazendo ar frio para dentro do computador e removendo

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Indicações importantes relativas às instruções de montagem VOSS O desempenho e a segurança mais elevados possíveis no funcionamento dos produtos VOSS só serão obtidos se forem cumpridas

Leia mais

Manual de Instruções. Poços de Proteção. Exemplos

Manual de Instruções. Poços de Proteção. Exemplos Manual de Instruções oços de roteção Exemplos Manual de Instruções de oços de roteção ágina 3-11 2 Índice Índice 1. Instruções de segurança 4 2. Descrição 4 3. Condições de instalação e instalação 5 4.

Leia mais

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO CONSUMO DE ENERGIA E AR COMPRIMIDO NA INDÚSTRIA Consumo de Energia 20% 50% 30% Fornec.de ar Refrigeração Outros Consumo de Ar Comprimido 10%

Leia mais

www.imbil.com.br 1 1

www.imbil.com.br 1 1 www.imbil.com.br 1 1 INTRODUÇÃO Neste catálogo estão descritos todos os modelos de bombas da linha BP de nossa fabricação. Nele constam informações técnicas de construção, e curvas características de cada

Leia mais

- JUNTA PARA FLANGE FACE COM RESSALTO (RF) Há dois tipos quanto à altura do ressalto: 1/16" e 1/4" este tipo de face recebe juntas cortadas e o diâmetro externo dessas juntas tangencia os parafusos. O

Leia mais

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Fornecedor: Tipo Descrição Página -13 Introdução -01-01 + 02 Aplicação dos bicos especiais -02-01 Resistências para bicos 10 Resistência

Leia mais

CONTEÚDO: Capítulo 4. Válvulas Industriais. Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: www.jefferson.ind.

CONTEÚDO: Capítulo 4. Válvulas Industriais. Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: www.jefferson.ind. CONTEÚDO: Capítulo 4 Válvulas Industriais Email: vendas@jefferson.ind.br Fone: 016 3622-5744/3622-9851 Site: 1 VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO

Leia mais

Soldagem de manutenção II

Soldagem de manutenção II A UU L AL A Soldagem de manutenção II A recuperação de falhas por soldagem inclui o conhecimento dos materiais a serem recuperados e o conhecimento dos materiais e equipamentos de soldagem, bem como o

Leia mais

Goulds 3640. API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos

Goulds 3640. API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos API-610 10ª edição/iso 13709 API BB2 de dois estágios dividida radialmente entre rolamentos Goulds Pumps Uma empresa líder em soluções de pacotes de bombas projetadas segundo normas do API Liderança comprovada

Leia mais

Trocadores de calor a placas. A otimização da troca térmica

Trocadores de calor a placas. A otimização da troca térmica Trocadores de calor a placas A otimização da troca térmica Um amplo conhecimento para otimizar seus processos As atividades da Alfa Laval têm um único objetivo: oferecer a você cliente tecnologias que

Leia mais

kyuma só válvula para todas as aplicações - Unique à prova de mistura

kyuma só válvula para todas as aplicações - Unique à prova de mistura . kyuma só válvula para todas as aplicações - Unique à prova de mistura Válvula Unique à prova de mistura Conceito O excepcional conceito dessa válvula à prova de mistura é caracterizado por sua excelente

Leia mais

W Worldval. Manual de instalação, operação e manutenção para válvulas gaveta, globo e retenção forjadas.

W Worldval. Manual de instalação, operação e manutenção para válvulas gaveta, globo e retenção forjadas. Antes da instalação de quaisquer válvula, estas instruções deverão der lidas: 1.0 Informações gerais: Confira as especificações da válvula com as condições de serviço (fluído, pressão, etc.); Não instale

Leia mais

kymanual ou automática a escolha é sua

kymanual ou automática a escolha é sua . kymanual ou automática a escolha é sua Válvula borboleta LKB automática ou manual Aplicação ALKBéumaválvulaborboletasanitáriaacionadamanualou automaticamente para uso em sistemas com tubulações em aço

Leia mais

------------------------------- -----------------------------Henflex. Henflex------------------------------ Índice

------------------------------- -----------------------------Henflex. Henflex------------------------------ Índice Índice 1.Características Gerais... 2 2.Seleção do Tamanho do Acoplamento... 2 2.1- Dimensionamento dos acoplamentos Henflex HXP para regime de funcionamento contínuo... 2 2.2 Seleção do Acoplamento...

Leia mais

Power Pipe Line. Redes de Ar Comprimido

Power Pipe Line. Redes de Ar Comprimido Power Pipe Line Redes de Ar Comprimido Power Pipe Line - PPL - é um novo sistema de tubulação de encaixe rápido projetado para todo tipo de planta de ar comprimido, bem como para outros fluidos, gases

Leia mais

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA MÉTODO DE MEDIÇÃO Podemos dividir os medidores de temperatura em dois grandes grupos, conforme a tabela abaixo: 1º grupo (contato direto) Termômetro à dilatação de líquidos de sólido Termômetro à pressão

Leia mais

Instruções de Montagem / Operação / Manutenção. Porta de Explosão

Instruções de Montagem / Operação / Manutenção. Porta de Explosão Intensiv-Filter do Brasil Ltda. Av. Água Fria, 648 - Sala 01 CEP 02332.000 - Santana - São Paulo - Brasil Fone: +55 11 6973-2041 / Fax: +55 11 6283 6262 e-mail: intensiv@intensiv-filter.com.br Instruções

Leia mais

Tubulações Industriais

Tubulações Industriais 07/12/2012 1 2012 Tubos 07/12/2012 2 Geração Produção e / ou Tubulação Utilização Armazenagem Utilização Líquidos Pastosos Com suspensão Gases 07/12/2012 3 Conduto rígido tubos; Conduto flexível tubo fexível,

Leia mais

Princípio de Funcionamento dos Filtros do Ar

Princípio de Funcionamento dos Filtros do Ar MÓDULO 3 Sistema de Alimentação do Ar Após passar por um filtro do ar que é responsável pela eliminação das impurezas contidas no ar ambiente, o ar é aspirado pelo motor através de seus êmbolos. Figura

Leia mais

COMPRESSORES, SOPRADORES E VENTILADORES COMPRESSORES CENTRÍFUGOS (NORMA API 617)

COMPRESSORES, SOPRADORES E VENTILADORES COMPRESSORES CENTRÍFUGOS (NORMA API 617) COMPRESSORES, SOPRADORES E VENTILADORES FAIXAS MAIS USADAS ÁRA SELEÇÃO DOS COMPRESSORES. CENTRÍFUGOS: ENTRE 2.000 E 200.000 FT 3 /MIN (CFM) PRESSÃO ATÉ 5.000 PSIG ALTERNATIVOS: ATÉ 16.000 CFM PRESSÃO ATÉ

Leia mais

Transmissão de Movimento

Transmissão de Movimento Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias Laboratório de Engenharia Agrícola EAG 03204 Mecânica Aplicada * Transmissão de Movimento 1. Introdução A transmissão

Leia mais

EQUIPAMENTOS ROTATIVOS

EQUIPAMENTOS ROTATIVOS 1 INTRODUÇÃO EQUIPAMENTOS ROTATIVOS O objetivo da presente apostila é prestar informações mínimas, a nível técnico, sobre os principais equipamentos rotativos utilizados na indústria de petróleo e petroquímica.

Leia mais

Bombas Submersas. 1. Aplicação. 2. Dados de operação das bombas submersas. 3. Construção / projeto. Denominação UPD, BPD e BPH (exemplo)

Bombas Submersas. 1. Aplicação. 2. Dados de operação das bombas submersas. 3. Construção / projeto. Denominação UPD, BPD e BPH (exemplo) Manual Técnico A3405.0P Bombas Submersas 1. Aplicação É recomendada para o abastecimento de água limpa ou levemente contaminada, abastecimento de água em geral, irrigação e sistemas de aspersão pressurizados

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

Purgador Termostático Bimetálico Manual de Instalação e Manutenção

Purgador Termostático Bimetálico Manual de Instalação e Manutenção Purgador Termostático Bimetálico Manual de Instalação e Manutenção ÍNDICE Termo de Garantia 1.Descrição 2.Instalação 3.Manutenção 4.Peças de reposição 5.Informações Técnicas 1 TERMO DE GARANTIA A Spirax

Leia mais

Keystone RMI DUBEX Válvula Borboleta

Keystone RMI DUBEX Válvula Borboleta Keystone RMI DUBEX Válvula Borboleta Dubex é uma válvula de sede resiliente triexcêntrica com flange duplo, projetada para serviços na indústria de água Características Aplicação geral Estação de bombeamento

Leia mais

Dureza Máxima Rockwell B. a) De acordo com a Norma API 6 A os anéis em ferro doce e aço carbono devem ser cadmiados com uma camada de 0,0002 a 0,0005.

Dureza Máxima Rockwell B. a) De acordo com a Norma API 6 A os anéis em ferro doce e aço carbono devem ser cadmiados com uma camada de 0,0002 a 0,0005. - São anéis metálicos usinados de acordo com padrões estabelecidos pelo American Petroleum Institute (API) e American Society of Mechanical Engineers (ASME), para aplicações em elevadas pressões e temperaturas.

Leia mais

Selo diafragma com conexão flangeada Com diafragma faceado ao processo Modelo 990.27

Selo diafragma com conexão flangeada Com diafragma faceado ao processo Modelo 990.27 Selo diafragma Selo diafragma com conexão flangeada Com diafragma faceado ao processo Modelo 990.27 WIKA Folha técnica DS 99.27 Outras aprovações veja página 3 Aplicações Indústria de processos químicos

Leia mais

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Lavador de Ar

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Lavador de Ar Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção ISO 9001:2008 VENTEC AMBIENTAL EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES LTDA Rua André Adolfo Ferrari, nº 550 - Distrito Industrial Nova Era - Indaiatuba - São Paulo

Leia mais