Projeto Pedagógico do Curso de DIREITO

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1 + Projeto Pedagógico do Curso de DIREITO 2014/2015 Página 1

2 UNIVERSIDADE DE MARÍLIA CURSO DE DIREITO PROJETO PEDAGÓGICO MARILIA / SÃO PAULO Página 2

3 REITOR Dr. Márcio Mesquita Serva VICE REITORA Profª Regina Lúcia Ottaiano Losasso Serva PRÓ-REITORES GRADUAÇÃO Profº José Roberto Marques de Castro AÇÃO COMUNITÁRIA Profª Msc. Fernanda Mesquita Serva PESQUISA E PÓS GRADUAÇÃO Profª Dra. Suely Fadul Villibor Flory ADMINISTRATIVO Marco Antônio Teixeira COORDENAÇÃO Francis Marília Pádua Fernandes Página 3

4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 08 PARTE I PERFIL INSTITUCIONAL Breve Histórico Missão Estrutura Administrativa Organização Didático-Pedagógica Articulação de Gestão do Curso com a Gestão Institucional Formas de Acesso ao Curso Ensino Políticas de Bolsa de Estudo Plano de Carreira Corpo Docente 25 PARTE II ESTRUTURA DO CURSO Histórico do Curso Bases Legais Concepção do Curso Objetivos Gerais e Específicos do Curso Missão do Curso Justificativa Perfil do Egresso Competências e Habilidades 42 Página 4

5 2.9. Campo de Atuação Atividades da Profissão Estrutura Curricular do Curso Enfoque Interdisciplinar do Curso Trabalho de Conclusão de Curso Atividades Complementares Estágio Curricular Representação Gráfica do Perfil de Formação 58 PARTE III ESTRUTURA DIDÁTICO PEDAGÓGICA Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Comissão Própria de Avaliação Núcleo Docente Estruturante Conselho de Curso Articulação de Autoavaliação do Curso com a Autoavaliação Institucional 3.6. Implementação das Políticas Institucionais no PDI e no PPI no Âmbito do Curso Ouvidoria Mecanismos de Nivelamento Apoio ao Discente Monitoria Pré-requisitos Página 5

6 Atribuições do Monitor Avaliação Ensino Pesquisa Extensão Iniciação Científica 77 PARTE IV INFRAESTRUTURA Instalações Físicas Laboratório de Informática Biblioteca Auditório Sala dos Professores Sala de Reuniões Salas de Aula 86 PARTE V ESTRUTURA DA METODOLOGIA DE ENSINO E EMENTÁRIO Organização Curricular Adequação da Metodologia de Ensino à Concepção do Curso Adequação e Atualização das Ementas Ementário 92 Página 6

7 PARTE VI - ANEXOS Anexo A Regulamento Núcleo de Prática Jurídica Anexo B Regulamento TCC - Monografia Anexo C Regulamento das Atividades Complementares Anexo D Regulamento Laboratório de Informática Anexo E Biblioteca Anexo F Regulamento CPA Anexo G Regulamento NDE Anexo H Regulamento Conselho de Curso Anexo I Regulamento Comissão Disciplinar Página 7

8 APRESENTAÇÃO O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de da Universidade de Marília é um documento desenvolvido pelo NDE Núcleo Docente Estruturante do curso e tem como finalidade mapear e flexibilizar a estrutura do curso, atualizar e promover atividades que incrementem o repertório profissional, cultural e social do aluno. Reflete a organização do curso, viabilizando o trabalho de formação educacional e profissional. Nesse sentido, apresenta um arranjo didático-pedagógico do funcionamento global do curso, envolvendo os recursos humanos, tecnológicos, bibliográficos e de estrutura física, bem como as possibilidades da prática educacional que se encontram articuladas para promover o ensino ministrado nas disciplinas, nas atividades complementares e nas atividades de pesquisa e extensão, consolidados nos projetos de pesquisa e eventos do curso. O Projeto Pedagógico é baseado no PDI Plano de Desenvolvimento Institucional da Universidade de Marília e estabelece as orientações para a obtenção de padrões de qualidade na formação do profissional do direito. Tem por finalidade o aperfeiçoamento significativo da política e da prática universitária, observando a questão da qualidade do ensino, nas suas dimensões política, social, técnica e ética, como também, o processo educativo voltado para a formação do aluno com competência técnico-científica e compromisso social. Este documento é um instrumento de reflexão e aprimoramento sobre as práticas do curso e está baseado nas Diretrizes Curriculares constantes na Resolução n. 9 do Conselho Nacional de Educação CNE/CES de 9 de setembro de O que se pretende é definir planos de ação direcionados para a vida acadêmica em toda sua plenitude. Para a perfeita integração dos cursos mantidos pela Unimar, buscou-se uma perfeita e plena articulação entre o PDI Plano de Desenvolvimento Institucional, o PPI Projeto Político Institucional e os PPCs - Projetos Pedagógicos de Cursos, de maneira que um forneça subsídios ao outro, e que todos eles se completem de modo a permitir a total presença da filosofia e objetivos da Unimar, permitindo assim o crescimento sustentado da instituição. È importante destacar que o PDI, o PPI e os PPCs da Unimar são os resultados de um trabalho contínuo e participativo que envolveu todos os segmentos da estrutura organizacional da universidade, Página 8

9 orientado pelas diretrizes educacionais vigentes e acreditando que o plano resuma os anseios institucionais. Compreende também o resultado de discussão e participação, docente e discente, realizadas até o momento, permitindo ser um elemento para novas discussões, pois acredita-se que o projeto pedagógico elaborado de maneira participativa e democrática tem maior viabilidade e determinação para sua implantação e efetivação cotidiana. O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de segue as orientações do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade de Marília, com base no Parecer CES/CNE nº 91/2004, no que concerne ao plano de metas e ações da instituição que preconiza a construção de projetos pedagógicos compromissados com as bases conceituais, sua missão, seus objetivos e seus princípios norteadores. Assim sendo, este projeto, que teve sua primeira versão em 1994, está sendo revisto e ampliado, tomando como base tanto a vocação de nosso corpo docente, como também o perfil dos alunos que chegam aos nossos cursos. Outro fator importante que norteia nosso Projeto Pedagógico é a dinâmica de mercado e as mudanças socioculturais. O Projeto Pedagógico do Curso está adequado à Portaria n. 31 de 24 de julho de 2014, da Pró-Reitoria de Graduação. O Curso de da Unimar Universidade de Marília há 24 anos contribui ao aprimoramento da ciência do, à medida que mantém entre suas prioridades a defesa da democracia, a valorização dos direitos humanos e o exercício da cidadania. O Curso oferece o ensino jurídico embasado em sólida formação técnico-jurídica e sociopolítica. O perfil e estrutura do Curso seguem a vocação principiológica da Universidade, com vistas a formar profissionais capazes de realizar transformações sociais, empreendedores éticos, críticos, conscientes, comprometidos com a formação e o aprendizado contínuo oportunizado pelo Programa de Mestrado em. Página 9

10 PARTE I PERFIL INSTITUCIONAL 1.1. Informação sobre a Instituição A IES, Universidade de Marília - Unimar é uma instituição particular de educação superior mantida pela Associação de Ensino de Marília Ltda., com CNPJ nº / , pessoa jurídica de direito privado, com fins lucrativos. A sede da mantenedora localiza-se na Avenida Higyno Muzzy Filho, nº 1001, CEP: , Bairro Mirante, Marília - SP. Possui o primeiro Contrato Registrado na Jucesp - Junta Comercial do Estado de São Paulo, sob o número de 12/04/2000, protocolo nº 82604/00-9, estando o Contrato mais recente registrado na Jucesp sob o nº /07-1 com a data de 25/05/2007. A mantida é a Universidade de Marília UNIMAR, Instituição privada de ensino superior, com fins lucrativos (código INEP 420). É reconhecida pela Portaria MEC nº 261 de 25/04/88, publicada no D.O.U. de 26/04/88. A Mantenedora e a mantida estão situadas na cidade de Marília, Estado de São Paulo, à Av. Higyno Muzzy Filho, 1001, Campus Universitário CEP Caixa Postal 054 Fone (0XX ) Fax: (14) Endereço eletrônico A IES é credenciada pela Portaria MEC nº 261/88, de 25/04/1988, publicada no D.O.U. de 26/04/1988. O Diretor Presidente da Associação de Ensino de Marília Ltda. e também Reitor da Unimar é o Dr. Márcio Mesquita Serva, RG SSP-SP, CPF , com Os dirigentes da IES acreditam ser possível participar da criação e manutenção, no interior, de instituições que possam se destacar pela qualidade de seus cursos e serviços. A IES tem por objetivos: Página 10

11 I - rever sua proposta pedagógica de acordo com as diretrizes emanadas da legislação de ensino, de forma articulada com a demanda e necessidades regionais e nacionais. II - assegurar condições satisfatórias referentes à infraestrutura, recursos materiais e humanos para o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão; III - administrar recursos humanos, materiais e financeiros disponibilizados pela entidade mantenedora; IV - acompanhar e velar pelo cumprimento dos planos de trabalho dos docentes; V - prover meios para a recuperação dos alunos com baixo desempenho; VI - incentivar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural, premiando ideais e projetos inovadores; VII - realizar plenamente sua função social, contribuindo para a compreensão dos direitos e deveres do cidadão, da comunidade e do Estado, bem como estimular o conhecimento dos problemas da atualidade mundial, os nacionais e, particularmente, os regionais Breve Histórico Associação de Ensino de Marília, mantenedora da Universidade de Marília, foi fundada em dezembro de 1956, quando oferecia apenas um curso superior, o de Ciências Econômicas. Naquele momento a mantenedora e a mantida tinham a mesma denominação. Enquanto instituição isolada de ensino superior, localizada na cidade de Marília, situada na Alta Paulista, XIª Região Administrativa do Estado de São Paulo, a 442 Km da capital do Estado, foi constituída na década de Com Regimento Integrado desde 1975, a mantida passou a ser denominada Faculdades Integradas de Marília. No período compreendido entre 1972 até seu reconhecimento como Universidade de Marília em 1988, foram marcantes as realizações em termos de expansão de cursos superiores, aquisição de áreas de terrenos e obras de construção. Página 11

12 A década de 1970 foi promissora; até a legislação de ensino colaborou. A Lei n. 5692/71, que fixou as diretrizes referentes ao ensino do então 1º e 2º graus e ensino supletivo, traçou também as exigências requeridas ao exercício do magistério e à formação de especialistas para atuarem no sistema educacional brasileiro. Havia a necessidade de pessoal habilitado. A cidade de Marília, sede das Faculdades Integradas, também iniciava seu processo de industrialização, enquanto o êxodo rural era acentuado e o setor terciário da economia ganhava maior espaço. Marília e região necessitavam de mão de obra especializada que, no momento, era quase que exclusivamente importada dos grandes centros. Nesse panorama, a Associação de Ensino de Marília conseguiu autorização do Ministério da Educação para criar vários cursos de licenciatura e de bacharelado. As dependências disponíveis foram tornandose insuficientes para abrigar e satisfazer as necessidades dos novos cursos. A Prefeitura Municipal de Marília desapropriou grande área de terrenos prevendo transformá-la em campus universitário. A previsão se concretizou. A Associação de Ensino de Marília adquiriu extensa faixa de terra para abrigar seus cursos. Inauguraram-se as instalações do campus universitário em 1976, além dos demais cursos, o de Psicologia, Serviço Social e Educação Artística, autorizados pelo MEC nesse ano. Posteriormente, outros cursos foram sendo criados e reconhecidos. O campus ampliava-se com muitas construções, nas quais se instalavam laboratórios e ambientes especiais. A pós-graduação lato sensu, desde o início dos anos setenta, mereceu destaque nas ações desenvolvidas. Já eram oferecidos vários cursos nas áreas correlatas aos cursos de graduação. Em 1985, a Associação de Ensino de Marília assumiu a mantença da Instituição Tamoios de Ensino da cidade de Tupã, distante 70 km de Marília. Ali funcionavam mais cinco outros cursos superiores, dos quais apenas o de Arquitetura e Urbanismo, o campus de Marília não oferecia. Passaram a ser oferecidos 21 cursos superiores entre os dois campus. Página 12

13 Ainda em 1985 foi encaminhada e aprovada pelo MEC a Carta Consulta solicitando a transformação das Faculdades Integradas em Universidade, pela via do Reconhecimento. Durante o processo de Reconhecimento, a Comissão de Especialistas designada pelo MEC, mensalmente, durante quase dois anos, permanecia vários dias na instituição avaliando sua estrutura e funcionamento, bem como as condições econômico-financeiras para desenvolver o projeto de Universidade, proposto na Carta Consulta. Essa avaliação global incluía também a autoavaliação, cujos indicadores facilitaram o estabelecimento de prioridades na implantação do projeto de Universidade. Em 25 de abril de 1988, a Portaria Ministerial n. 261 concedeu o reconhecimento à Universidade de Marília, mantida pela Associação de Ensino de Marília. O plano de expansão aprovado mediante o reconhecimento da Universidade previa a criação de cursos de todas as áreas do conhecimento, com predominância, os da saúde. Na qualidade de Universidade, valendo-se da autonomia conferida pela Constituição Federal, novos cursos foram criados. No final da década de 90, a Unimar passou a oferecer cursos de pósgraduação stricto-sensu mestrado. A Unimar vem prestando relevantes serviços à comunidade, devido ao oferecimento de cursos em todas as áreas do conhecimento principalmente, aqueles ligados à saúde por meio do Hospital Universitário, laboratório de Análises Clínicas, das Clínicas de Odontologia, Psicologia, Nutrição, Planeta Soja, Fisioterapia e ainda pelo Hospital Veterinário. O ensino e a prestação de serviços à comunidade vêm estimulando a pesquisa e seus resultados estão sendo apresentados em revistas científicas e anais. Outros estudos estão sendo divulgados em livros de autoria dos docentes e de alunos, publicados pela instituição, por meio de uma editora contratada para esse fim. Página 13

14 A expansão de cursos esteve sempre vinculada à preocupação com a qualidade da oferta dos mesmos, motivo que justificou a aquisição de novas áreas de terrenos adjacentes ao campus, como os 350 alqueires destinados inclusive à Fazenda Experimental. Com 29 cursos superiores em funcionamento, o campus da Unimar, realmente, se transformou numa cidade; são avenidas pavimentadas e arborizadas; oferece serviços básicos aos acadêmicos: restaurantes, livraria, posto bancário, caixas de correio, vários orelhões, áreas de lazer, esporte e recreação, entre outros. O perfil atual da Unimar se consolidou como uma das maiores universidades privadas do país, quer pela dimensão da área que ocupa, quer pelo número e nível de cursos que oferece; pela sua inigualável estrutura física e também pela titulação e experiência do seu corpo docente. Com relação ao seu desenvolvimento pedagógico, o que se pretende é definir planos de ação direcionados para a vida acadêmica em toda a sua plenitude, com perspectivas de fazer sempre mais e melhor. Para a perfeita integração dos cursos mantidos pela Unimar, buscaram-se uma perfeita e plena articulação entre o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional), o PPI (Projeto Político Institucional) e os Projetos Pedagógicos de Curso (PPC), de maneira que um forneça subsídios ao outro e que todos eles se complementem de modo a permitir a total presença da filosofia e objetivos da Unimar, permitindo assim o crescimento sustentado da instituição. É importante destacar que tais documentos contêm resultados de um trabalho contínuo e participativo que envolveu todos os segmentos da estrutura organizacional da universidade. Tal trabalho foi orientado pelas diretrizes educacionais vigentes e resume os anseios institucionais, mediante compromisso assumido com a comunidade de toda sua área de influência, e totalmente coerente com a realidade institucional em relação ao ensino, pesquisa, extensão e a avaliação institucional. Nota-se também a importância da presença ativa da Comissão Própria de Avaliação da Unimar. Os resultados coletados a partir dos instrumentos de pesquisa aplicados efetivamente tornaram-se norteadores de ações Página 14

15 administrativas, técnicas e pedagógicas, auxiliando efetivamente na melhoria da qualidade almejada pela instituição Missão Sua missão é formar profissionais de nível superior, com visão humanística e capazes de realizar transformações sociais, preparando empreendedores éticos, críticos, conscientes e comprometidos com o aprendizado contínuo. Em verdade, a Universidade exerce papel preponderante na vida e desenvolvimento da região; a ela compete promover a união do trinômio: escola, família e comunidade, desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão Estrutura Administrativa Página 15

16 1.5. Organização Didático-Pedagógica No Regimento Geral da Universidade de Marília, em seu Título III, Da Organização Didático-Científica, Capítulo I, Do Ensino, consta, no artigo 38, que a UNIMAR ministrará o ensino por intermédio das seguintes modalidades de cursos: I- Sequencial; II- Graduação; III- Superior de Tecnologia; IV- Pós Graduação; V- Extensão No Estatuto da Universidade de Marília, em seu Título III, Da Organização Didático-Científica, Seção IV, consta, no artigo 50, que a Unimar dará suporte ao ensino e à extensão através da pesquisa, incentivando o desenvolvimento de novos conhecimentos e técnicas para a formação profissional e aplicação na realidade regional. Já para a política de Pesquisa, o Capítulo II, prevê no artigo 53, que a Universidade mantém atividades permanentes de pesquisa, indissociáveis do ensino e da extensão, mediante: - previsão de fundo para a pesquisa, estabelecido na proposta orçamentária anual; -destinação de parte do tempo integral ou parcial de grupos de docentes para atividades de pesquisa; -oferta do acervo bibliográfico, avançado sistema de informação e outros recursos; -intercâmbio com outras instituições nacionais e estrangeiras; -concessões de bolsas especiais; -divulgação dos resultados da pesquisa e publicação dos temas considerados relevantes para a educação; Página 16

17 -oferta de cursos de pós-graduação que possibilitem a iniciação em atividades de pesquisa; -promoção de congressos e outros eventos, de natureza científica ou técnico profissional; -estímulo e apoio aos seus pesquisadores, a fim de participarem de eventos de caráter científico, técnico, cultural ou educacional. Forma de escolha dos dirigentes A direção do Curso de está a cargo da professora Ms. Francis Marília Pádua Fernandes que foi designada pelo Reitor, atendidas as normas específicas contidas na Portaria GR. Nº008/2010. O coordenador de Curso, como gestor de processos acadêmico-administrativos, deve possuir capacidades e habilidades para o desenvolvimento das atribuições definidas no Regimento Geral da Instituição. Formação do Coordenador O coordenador de curso deve ter formação básica em área afim ao curso sob sua responsabilidade. A formação de um coordenador não se faz apenas pela sua graduação e pós-graduação, mas também pelo exercício do dia a dia e especialmente diante da possibilidade de capacitação específica. Dentro deste contexto, a profª Ms. Francis Marília Pádua Fernandes advogada, formada pela Fundação de Ensino Eurípedes Soares da Rocha (UNIVEM), na cidade de Marília e com pós-graduação Stricto-Sensu (mestrado) na área de pela Universidade de Marilia e aluna especial do Programa de Doutorado em Educação da UNESP/Marília. Atuação do Coordenador A nomeação da coordenação se dá em conformidade com a Portaria expedida pela Prograd e segue o disposto no Plano de Carreira e no Regimento Geral da IES. SEÇÃO III DA COORDENADORIA Página 17

18 Art A Coordenação didática dos Cursos ficará a cargo de um Coordenador designado pelo Reitor, com mandato por tempo indeterminado. Art Na hipótese de vaga ou impedimento do Coordenador de Curso, assumirá automaticamente as suas funções o Professor com a maior titulação acadêmica, indicado pelo Reitor, até o preenchimento da vaga, nos termos do Estatuto e deste Regimento Geral. São atribuições do Coordenador: 1. planejar, dirigir e acompanhar as atividades didáticas do Curso; 2. convocar e presidir as reuniões do Conselho de Curso e Núcleo Docente Estruturante enviando as atas das reuniões à Pró-Reitoria de Graduação; 3. elaborar o plano anual de atividades do Curso da sua responsabilidade e encaminhá-lo á Pró-Reitoria de Graduação; 4. elaborar horários de aulas, provas, provas substitutivas e exames; 5. elaborar planilhas de atribuição de aulas; 6. zelar pela observância do regime acadêmico e cumprimento dos planos de ensino, pesquisa e extensão, propondo à Pró Reitoria medidas de correção de falhas ou omissões na execução curricular, em relação a professores, alunos, pessoal técnico-administrativo ou recursos materiais; 7. apresentar o Calendário de Eventos para a Prograd no prazo estabelecido por esta; 8. instaurar procedimentos administrativos e disciplinares em seu âmbito de poder; 9. promover a articulação vertical e horizontal da execução curricular dos Cursos sob a sua coordenação; 10. encaminhar à Prograd matéria que deva ser apreciada pelos órgãos executivos ou colegiados superiores; 11. apresentar à Prograd, no prazo por esta fixado, relatório das atividades dos Cursos; Página 18

19 12. participar do processo de avaliação do curso, de acordo com as normas baixadas pela Comissão Própria de Avaliação; 13. responsabilizar-se pela inscrição de todos os alunos habilitados a participarem do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes ENADE, segundo as orientações técnicas do INEP; 14. gerenciar todo o processo de avaliação para reconhecimento ou renovação de reconhecimento dos cursos sob a sua responsabilidade; 15. zelar pela conservação das instalações colocadas à disposição do curso que coordena; 16. manter e zelar pelos laboratórios colocados à disposição do curso que coordena, mantendo a Prograd informada sobre as necessidades dos mesmos; 17. adotar, em casos de necessidade e urgência, ad referendum dos órgãos superiores, medidas que objetivem o regular funcionamento das atividades de ensino; 18. cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento Geral, do Estatuto e as deliberações dos órgãos colegiados; 19. exercer outras atribuições que, pela sua natureza, recaiam dentro de sua competência ou que lhe sejam delegadas por autoridade superior". Além das atividades regimentais acima expostas, o coordenador de curso deve ainda desenvolver algumas qualidades importantes para o pleno desenvolvimento de suas atividades, a saber: 1) apresentar uma visão sistêmica compreendendo a interdependência de todos os componentes da IES (suas áreas e processos) com o ambiente de mercado. Assim, uma visão holística lhe permitirá uma antecipação aos cenários de mudanças do mercado. A inovação deve ser estimulada gerando novas idéias focando na competitividade do profissional a ser formado. A Liderança não apenas entre seus pares, mas também entre o corpo discente e corpo técnico-administrativo também são solicitadas ao coordenador de curso. Desta forma, há uma constância de ações visando os propósitos da IES. A visão de futuro e uma análise das necessidades do mercado atual e do mercado futuro quanto ao profissional a ser formado pela IES são fundamentais. Tem-se aí a necessidade dos processos de Página 19

20 autoavaliação para implementação e adequação de rotas e rumos do curso. Assim, a atuação do coordenador de curso não se restringe a zelar pela qualidade intrínseca do curso e por sua respectiva gestão, mas também pela necessidade de considerar todas as dimensões da atividade e não se voltar apenas para o acadêmico devendo considerar a responsabilidade social regional da IES Articulação de Gestão do Curso com a Gestão Institucional A gestão do curso de articula-se com a gestão institucional uma vez que os aspectos abaixo relacionados são objetivos comuns: 1. atitude proativa, estimuladora e congregativa junto a alunos, professores e funcionários da IES e comunidade na qual a IES está inserida; 2. contato direto com docentes e alunos administrando-se conflitos eventuais e facilitando/ estimulando e acompanhando o processo ensinoaprendizagem; 3. colaborar para o desenvolvimento das competências das pessoas que compõem o curso; 4. supervisionar os laboratórios e instalações além dos equipamentos do curso; 5. verificar o movimento da biblioteca quanto à consulta ao acervo; 6. controlar frequência docente e supervisionar a frequência discente; 7. acompanhar o desempenho dos acadêmicos em cada disciplina por meio de relatórios de notas e reuniões com docentes e com os próprios acadêmicos; 8. buscar a empregabilidade dos alunos; 9. conhecer e acompanhar as solicitações do mercado de trabalho quanto à formação do profissional e vincular o curso com os anseios deste mercado; Página 20

21 10. promover a articulação com entidades e organizações que possam contribuir para o desenvolvimento e melhoria do curso (IBAMA, CADES, IES de outras regiões, Administrações públicas etc); 11. zelar por ações de responsabilidade social dos integrantes do curso na comunidade; Todas as atividades acima enumeradas são desenvolvidas e a articulação com a gestão institucional em nível superior se faz por meio de um cronograma de reuniões e atividades junto às pró-reitorias de Graduação, de Ação Comunitária, de Pesquisa e Pós-Graduação e Administrativo além do contato direto com o gabinete da Vice-Reitora e do Reitor Formas de Acesso ao Curso O acesso de ingressantes ao curso de realiza-se por meio de Processo Seletivo (Vestibular), de acordo com as normas fixadas pelo Conselho Universitário (CONSUNI), assegurado o cumprimento da legislação vigente, aproveitando-se para efeito de classificação o resultado do ENEM, caso o candidato manifeste seu interesse em fazê-lo. Também admite-se como ingressante, sem necessidade do processo seletivo, candidato diplomado, comprovadamente, em outro curso superior, ou transferido de outra Instituição de Ensino Superior, mediante análise do Histórico Escolar e Plano de Disciplinas do curso concluído, ou a concluir. Outras modalidades de ingresso, sem necessidade do Processo Seletivo, resultam de mudança de curso dentro da Instituição, ou ainda por meio de reabertura de matrícula a aluno que havia deixado de frequentar o curso (por abandono, trancamento, motivo de saúde etc.) e que venha solicitar formalmente sua readmissão como aluno do curso. O processo seletivo (vestibular) segue o Regimento Geral da Instituição disposto nos artigos 58 a 61, abaixo apresentados. CAPÍTULO II DO PROCESSO SELETIVO Página 21

22 Art. 58. O processo seletivo de ingresso no 1º período ou termo de cada curso destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los, dentro do estrito limite das vagas oferecidas. 1º. A Pró-reitoria de Graduação designará, através de Portaria, Comissão Coordenadora dos Processos Seletivos de Admissão dos Candidatos. 2º. As inscrições para o processo seletivo são abertas em Edital, no qual constarão os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida, a relação das provas, o critério de classificação e de desempate e demais informações úteis. 3º. No ato de inscrição ao processo seletivo de ingresso, a UNIMAR colocará à disposição dos candidatos um catálogo informativo, contendo as condições de oferta dos cursos. Art. 59. O processo seletivo de admissão estabelecerá metodologia uniforme e tratamento idêntico para todos os candidatos, e em todos os cursos oferecidos, nos termos das normas e procedimentos aprovados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Parágrafo único. A UNIMAR pode realizar prova de habilidade específica nos processos seletivos de admissão, para quaisquer dos cursos oferecidos, na forma proposta pela Comissão Coordenadora e aprovada pelo Conselho de Ensino,Pesquisa e Extensão. Art. 60. A classificação far-se-á por ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixado e excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos. 1º. A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza o concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la ou não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados. 2º. Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, esgotadas as chamadas de excedentes, nelas poderão ser recebidos alunos transferidos de outra instituição, ou portadores de diplomas de graduação mediante processo seletivo próprio, ou excedentes do mesmo processo seletivo que requererem, regularmente, reocupação de curso. Página 22

23 Art. 61. Não ocorrendo o preenchimento das vagas iniciais, é facultada à UNIMAR a realização de novo processo seletivo de admissão, mediante publicação de novo Edital, nos termos da legislação em vigor Ensino Regime Acadêmico A matrícula é realizada por disciplina, obedecendo ao elenco de disciplinas oferecidas para o curso a cada semestre, com organização sequencial em termos. Cada termo corresponde a um semestre letivo. A carga horária, por disciplina, é atingida pelo módulo de 20 semanas de aula e um mínimo de 100 dias letivos por semestre. O curso bacharel em, conta com uma única matriz curricular que está dividida em disciplinas pertencentes aos eixos de formação fundamental, profissionalizante e prática. A Matriz Curricular foi elaborada pela coordenação do curso, juntamente com o Núcleo Docente Estruturante e Conselho de Curso, com uma carga horária de horas relógio, 240 horas de atividades complementares, 500 horas de Núcleo de Prática Jurídica, perfazendo assim um total de horas, seguindo assim as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais - Resolucão CNE/CES Nº 9, de 29 de setembro de Políticas de Bolsa de Estudo A UNIMAR concede bolsa de estudos por meio de uma política abrangente de grande alcance social, representada por bolsas desconto conforme seu regulamento específico. Outra forma de desconto é mediante o desenvolvimento do Programa de Iniciação Científica, que possibilita ao aluno um desconto na mensalidade e incentiva-o em relação à pesquisa. Desde 2005, a IES Unimar vem participando do projeto PROUNI - Universidade para Todos e o Financiamento Estudantil (FIES) junto a Caixa Econômica Federal. Página 23

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