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1 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO Selecção de intervenções no Curso de Pós-graduação de Especialização em Direito do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Urbanismo Coordenação de Marcelo Rebelo de Sousa e Carla Amado Gomes

2 Organização de Carla Amado Gomes e Tiago Antunes Com o patrocínio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento

3 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO Selecção de intervenções no Curso de Pós-graduação de Especialização em Direito do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Urbanismo Coordenação de Marcelo Rebelo de Sousa e Carla Amado Gomes

4 Edição: Instituto de Ciências Jurídico-Políticas Novembro de 2011 Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Alameda da Universidade Lisboa ISBN:

5 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 3 Nota de apresentação O ICJP lançou o Curso de Pós-Graduação de Especialização em Direito do Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo, no formato de sessões semanais ministradas por especialistas no ano lectivo de , sob a coordenação dos Professores Doutores Fausto de Quadros e Maria da Glória Dias Garcia. O modelo anterior, com um tronco de disciplinas comuns no primeiro semestre e especialização no segundo, regidas por docentes da FDUL, fora de certa forma ultrapassado com a introdução do mestrado em Ciências Jurídico-Administrativas, ao nível do 2º Ciclo de Estudos, levando o ICJP a repensar o formato. Foi assim que nasceu a Pós-Graduação a que este livro digital se reporta. A Pós-Graduação foi-se renovando e diversificando ao longo dos anos, tendo chegado a integrar um módulo de Direito do Turismo ( ). Foi nesse ano que o Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa assumiu a coordenação, tendo passado a contar com a colaboração da Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes a partir do ano lectivo seguinte. Nos anos lectivos de e , a dimensão do Direito Ambiental foi reforçada e o Direito do Turismo desapareceu. O interesse principal, reiteradamente manifestado pelos pósgraduandos em inquéritos de satisfação periodicamente realizados, residia, todavia, no Direito do Urbanismo. Numa tentativa de ir ao encontro das melhores expectativas, práticas e teóricas, do público interessado, o ICJP reformulou este ano lectivo a Pós-Graduação, centrando-a no Direito do Urbanismo e Construção, e abdicando assim da perspectiva ambiental (de resto, bem representada nos 1.º e 2.º Ciclos de ensino na FDUL). Numa tentativa de fixar a memória da Pós-Graduação em Direito do Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo tal como se realizou de 2007 até 2011, reuniram-se alguns textos distribuídos pelos especialistas que participaram nas várias sessões do Curso. As áreas de incidência principalmente representadas são o Ambiente e o Urbanismo e a ordem de publicação obedece a esta summa divisio.

6 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 4 Não pode deixar aqui de agradecer-se a todos os docentes e especialistas que participaram na Pós-Graduação ao longo dos anos e a enriqueceram com o seu saber e experiência. Do mesmo passo, um agradecimento é devido à Dr.ª Telma Oliveira, Secretária do ICJP, pelo empenho e dedicação que sempre dedica às iniciativas do ICJP e cuja simpatia e competência muito contribuem para a adesão do público. Lisboa, Novembro de 2011

7 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 5 ÍNDICE O lugar do Direito na protecção do ambiente Maria da Glória Dias Garcia Ambiente: saber científico, política e Direito Maria da Glória Dias Garcia A avaliação de impacto ambiental e os seus múltiplos breve panorâmica do quadro normativo eurocomunitário e apontamentos de jurisprudência Carla Amado Gomes A avaliação de impacto ambiental na formação e execução dos contratos públicos Miguel Assis Raimundo O procedimento de licenciamento ambiental revisitado Carla Amado Gomes O Ministério Público e a defesa do ambiente António Leones Dantas Ambiente, Ordenamento do território e Urbanismo na Provedoria de Justiça Miguel Martinho Selecção de jurisprudência constitucional em Ordenamento do território e Urbanismo Esperança Mealha Execução dos instrumentos de gestão territorial e mecanismos de compensação (perequação) Fernanda Paula Oliveira Das cedências e compensações para o domínio (público) municipal Fernanda Paula Oliveira A contratualização no Direito do Urbanismo Alexandra Leitão A propósito dos actos precários e dos actos provisórios análise de alguns actos jurídicos previstos no RJUE Filipa Calvão Notas sobre a alteração da licença urbanística Luís Pereira Coutinho Urbanismo, financiamento público e fiscalidade Carlos Lobo

8 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 6

9 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 7 CURSO PÓS-GRADUADO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO URBANISMO Ano lectivo Coordenação: Professores Doutores Fausto de Quadros e Maria da Glória Dias Garcia PROGRAMA 1.º Semestre Planeamento Urbanístico Prof. Doutor Eng. Sidónio da Costa Pardal e Mestre José Mário Ferreira de Almeida Direito das Expropriações e outras restrições de utilidade pública Mestre Cláudio Monteiro Finanças e Fiscalidade do Urbanismo Mestre Carlos Lobo 2.º Semestre Direito da Edificação e da Urbanização Mestre André Folque Direito e Política dos Solos e da Habitação Mestre João Miranda Contencioso Urbanístico Mestre António Duarte de Almeida Sessão de Abertura CICLO DE CONFERÊNCIAS I. 19/10/2007 (18h-21h) Palavras de Abertura: Presidente do Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito de Lisboa Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Direito de Lisboa Perspectivas europeia e nacional da política de ordenamento do território. A importância da digitalização dos planos. Conferencistas: Prof. Doutor Manuel Lopes Porto (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra) Prof. Doutor Jorge Gaspar (Investigador do CEG Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa)

10 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 8 Prof. Doutora Maria José Vale (Faculdade de Engenharia da Universidade Católica Portuguesa) II. 26/10/2007 (18h-19h30m) Planeamento da orla costeira Conferencista: Mestre José Mário Ferreira de Almeida (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Advogado) III. 2/11/2007(18h-19h30m) A execução dos planos e a perequação como meio jurídico de promoção da justiça. Problemas e soluções. Conferencista: Mestre Fernanda Paula Oliveira (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra) IV. 9/11/2007(18h-19h30m) A contratualização no direito do urbanismo. Conferencista: Mestra Alexandra Leitão (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) V. 16/11/2007(18h-19h30m) O controlo jurídico prévio das operações urbanísticas. E a legalização das operações urbanísticas nascidas à margem da lei Conferencista: Mestre Sofia Galvão (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Advogada) Sessão Aberta VI. 23/11/2007 (18h-21h) A segurança das construções. A estética das construções. Conferencistas: Prof. Doutor Manuel Correia Fernandes (Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto)

11 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 9 Prof. Doutor José Aguiar (Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa) Prof.ª Doutora Maria da Glória Garcia Sessão Aberta VII. 11/01/2008 (18h-21h) A salubridade das construções e as construções «amigas» do ambiente. A certificação das construções «amigas» do ambiente. Conferencistas: Mestre José Eduardo Figueiredo Dias (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra) Prof. Doutor Guilherme Carrilho da Graça (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Consultor) Prof.ª Doutora Maria da Glória Garcia (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) VIII. 25/01/2008 (18h-19h30m) A recuperação do património histórico-cultural Conferencista: Mestre João Martins Claro (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Advogado) IX. 07/03/2008 (18h-19h30m) Fiscalização das operações urbanísticas e responsabilidade urbanística. Conferencista: Prof. Doutor Fernando Alves Correia (Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra) X. 14/03/2008 (18h-19h30m) Direito penal e urbanismo Conferencista: Mestre Teresa Serra (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Advogada)

12 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 10 XI. 04/04/2008 (18h-19h30m) O regime jurídico da tutela das autarquias locais. Em especial, a dissolução de órgão autárquico e a perda de mandato de titular de órgão autárquico por razões urbanísticas Conferencista: Dr. João Amaral e Almeida (Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, Advogado) XII. 11/04/2008 (18h-19h30m) Providências cautelares em matéria de urbanismo Conferencista: Prof. Doutora Carla Amado Gomes (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) Sessão de fecho XIII. 18/04/2008 (18h-21h) Cidade e qualidade de vida urbana. Política e direito. Conferencistas: Prof. Doutor Nuno Portas (Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto) Prof. Doutor Fausto de Quadros (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) Palavras de Fecho do Curso: Presidente do Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito de Lisboa Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Direito de Lisboa

13 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 11 CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO SOBRE DIREITO DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO, DO URBANISMO E DO TURISMO Ano lectivo Professor Coordenador: Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa PROGRAMA 05/11/2008 I. Abertura do curso e Introdução ao Direito do Ordenamento do Território Sessão de abertura: - Intervenção do Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa II. Direito do Ordenamento do Território 1.ª Sessão: Da vinculatividade e das relações entre instrumentos de gestão territorial Prof. Doutor Fernando Alves Correia 12/11/ ª Sessão: Servidões e Restrições de Utilidade Pública Mestre Bernardo Azevedo 19/11/ ª Sessão: A intervenção dos particulares na elaboração de instrumentos de gestão territorial Mestre João Miranda 26/11/ ª Sessão: Da avaliação de impacto ambiental prévia à aprovação de instrumento de gestão territorial Prof.ª Doutora Maria da Glória Garcia 03/12/ ª Sessão: Da avaliação de impacto ambiental pós-plano Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário 10/12/ ª Sessão: Da dinâmica dos instrumentos de gestão territorial Mestre Rodrigo Esteves de Oliveira 17/12/ ª Sessão: Execução dos instrumentos de gestão territorial e mecanismos de compensação Mestre Fernanda Paula Oliveira 07/01/ ª Sessão: Do direito à indemnização pela entrada em vigor de instrumento de gestão territorial Mestre Dulce Lopes

14 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 12 14/01/ ª Sessão: Da impugnação de norma regulamentar contida em instrumento de gestão territorial Dr. Mário Esteves de Oliveira 21/01/2009 III. Direito da Edificação e da Urbanização 10.ª Sessão: Introdução e descrição crítica dos procedimentos de aprovação de operações urbanísticas Dr. João Pereira Reis 28/01/ ª Sessão: Da realização de obras por ente público Mestre Cláudio Monteiro 04/02/ ª Sessão: Das consultas e entidades exteriores ao município Mestre Mafalda Carmona 11/02/ ª Sessão: Da contratualização Mestre Alexandra Leitão 18/02/ ª Sessão: Das cedências e compensações para o domínio público municipal Mestre Fernanda Paula Oliveira 25/02/ ª Sessão: Do procedimento de alteração de licença de operação urbanística Prof. Doutor Luis Pereira Coutinho 04/03/ ª Sessão: Da execução das obras de urbanização Dr. Filipe Abecasis 11/03/ ª Sessão: Da recepção das obras de urbanização Mestre João Martins Claro 18/03/ ª Sessão: Das medidas de tutela da legalidade urbanística Prof. Doutor Pedro Gonçalves 25/03/ ª Sessão: Da validade e eficácia dos actos de licenciamento e das garantias dos particulares Mestre André Salgado de Matos 01/04/ ª Sessão: Taxas Prof. Doutor José Casalta Nabais

15 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 13 08/04/2009 IV. Direito do Turismo 21.ª Sessão: Das alterações ao Regime Jurídico da Instalação e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos Dr. Pedro Sáragga Leal 15/04/ ª Sessão: Dos tipos de empreendimentos turísticos e suas características prototípicas (1.ª parte) Mestre Paulo de Moura Marques 22/04/ ª Sessão: Dos tipos de empreendimentos turísticos e suas características prototípicas (2.ª parte) Mestre Paulo de Moura Marques 29/04/ ª Sessão: Da gestão dos empreendimentos turísticos Dr. José Miguel Júdice 06/05/ ª Sessão: Da importância dos PIN no desenvolvimento de empreendimentos turísticos estruturantes Dr. Basílio Horta 13/05/ ª Sessão: Regime Jurídico dos PIN (PIN +) Mestre Manuel da Silva Gomes 20/05/ ª Sessão: Actividades de turismo de natureza e o regime da REN Prof. Doutor Paulo Correia 27/05/ ª Sessão: Rede Natura Dr. Tiago Caldeira Antunes 03/06/ ª Sessão: PROTAL Secretário de Estado do Ordenamento do Território Prof. Doutor João Ferrão V. Debate e Encerramento do Curso: Projectos de Desenvolvimento Turístico vs Regras Urbanísticas e Ambientais

16 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 14 CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO SOBRE DIREITO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO, DO URBANISMO E DO TURISMO Ano lectivo PROGRAMA Coordenação: Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa e Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes I. Direito do Ambiente Abertura no dia 18 de Novembro de 2009 Colóquio sobre Responsabilidade Civil por dano ecológico (18, 19 e 20 de Novembro de 2009) 25/11/ ª sessão: O regime da avaliação de impacto ambiental Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes 2/12/ ª sessão: O regime do licenciamento ambiental Dr. Pedro Delgado Alves 9/12/2009: 3.ª sessão: O regime do licenciamento industrial Dr. Tiago Antunes 16/12/ ª sessão: O regime do licenciamento pecuário Mestre Dinamene Freitas 6/01/ ª sessão: O regime da REN Dr. Rui Lanceiro 13/01/ ª sessão: O regime do comércio de licenças de emissão de CO2 Dr. Tiago Antunes 20/01/ ª sessão: O regime da responsabilidade civil por dano ecológico Prof. Doutor Vasco Pereira da Silva 27/01/ ª sessão: O contencioso ambiental Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes

17 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 15 II. Direito do Ordenamento do Território 3/02/ ª Sessão: Da vinculatividade e das relações entre instrumentos de gestão territorial Mestre André Folque 10/02/ ª Sessão: Servidões e Restrições de Utilidade Pública Mestre Bernardo Azevedo 17/02/ ª Sessão: A intervenção dos particulares na elaboração de instrumentos de gestão territorial Mestre João Miranda 24/02/ ª Sessão: Da avaliação de impacto ambiental prévia à aprovação de instrumento de gestão territorial Prof.ª Doutora Maria da Glória Garcia 03/03/ ª Sessão: Da avaliação de impacto ambiental pós-plano Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário 10/03/ ª Sessão: Da dinâmica dos instrumentos de gestão territorial Mestre Rodrigo Esteves de Oliveira 17/03/ ª Sessão: Execução dos instrumentos de gestão territorial e mecanismos de compensação Mestre Fernanda Paula Oliveira 24/03/ ª Sessão: Do direito à indemnização pela entrada em vigor de instrumento de gestão territorial Mestre Dulce Lopes 31/03/ ª Sessão: Da impugnação de norma regulamentar contida em instrumento de gestão territorial Dr. Mário Esteves de Oliveira III. Direito da Edificação e da Urbanização 21/04/ ª Sessão: Introdução e descrição crítica dos procedimentos de aprovação de operações urbanísticas Dr. João Pereira Reis e Dr. Rui Ribeiro Lima 28/04/ ª Sessão: Da realização de obras por ente público Mestre Cláudio Monteiro

18 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 16 05/05/ ª Sessão: Das consultas e entidades exteriores ao município Mestre Mafalda Carmona 12/05/ ª Sessão: Da contratualização Mestre Alexandra Leitão 19/05/ ª Sessão: Das cedências e compensações para o domínio público municipal Mestre Fernanda Paula Oliveira 26/05/ ª Sessão: Do procedimento de alteração de licença de operação urbanística Prof. Doutor Luis Pereira Coutinho 02/06/ ª Sessão: Da execução das obras de urbanização Dr. Filipe Abecasis 09/06/ ª Sessão: Da recepção das obras de urbanização Mestre João Martins Claro 16/06/ ª Sessão: Das medidas de tutela da legalidade urbanística Prof. Doutor Pedro Gonçalves IV. Direito do Turismo 23/06/ ª Sessão: Do Regime Jurídico da Instalação e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos Dr. Pedro Sáragga Leal 30/06/ ª Sessão: Dos tipos de empreendimentos turísticos e suas características prototípicas (1.ª parte) Mestre Paulo de Moura Marques 07/07/ ª Sessão: Dos tipos de empreendimentos turísticos e suas características prototípicas (2.ª parte) Mestre Paulo de Moura Marques 14/07/ ª Sessão: Da gestão dos empreendimentos turísticos Dr. José Miguel Júdice 21/07/ ª Sessão: Regime Jurídico dos PIN (PIN +) Mestre Manuel da Silva Gomes 28/07/ ª Sessão: Rede Natura e ecoturismo Dr. Tiago Caldeira Antunes

19 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 17 ADENDA Aulas extras: Dia 18 de Janeiro de 2010 (segunda-feira) Mestre Miguel Raimundo A relevância da AIA na formação e execução dos contratos públicos Dia 25 de Janeiro de 2010 (segunda-feira) Mestre António Sequeira Ribeiro O regime das contra-ordenações ambientais Dia 26 de Abril de 2010 (segunda-feira) Mestre Jorge Alves Correia A contratação pública no Direito do Urbanismo: admissibilidade e limites Dia 3 de Maio de 2010 (segunda-feira) Mestre Miguel Raimundo Promoção imobiliária de iniciativa pública: uma análise a partir do Direito da Contratação Pública Dia 31 de Maio de 2010 (segunda-feira) Prof.ª Doutora Filipa Urbano Calvão Actos precários e actos provisórios no Direito do Urbanismo

20 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 18 CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO SOBRE DIREITO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO URBANISMO Ano lectivo PROGRAMA Coordenação Científica: Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa e Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes Módulo I. Direito do Ambiente Abertura no dia 20 de Outubro de 2010 Colóquio sobre Ambiente & Energia (dias 20 e 21 de Outubro de 2010) 27/10/ ª sessão: O "direito ao ambiente": a vertente procedimental Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes 3/11/ ª sessão: O regime da avaliação de impacto ambiental Prof.ª Doutora Alexandra Aragão 10/11/ ª sessão: A relevância da AIA na formação e execução dos contratos públicos Mestre Miguel Raimundo 17/11/ ª sessão: O regime do licenciamento ambiental Dr. Tiago Antunes 18/11/ ª sessão: O Ministério Público e a defesa do ambiente Dr. António Leones Dantas (Procuradoria-Geral da República) 24/11/ ª sessão: O regime do licenciamento industrial Dr. Tiago Antunes 15/12/ ª sessão: O regime das contra-ordenações ambientais Mestre António Sequeira Ribeiro

21 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 19 16/12/ ª sessão: A acção das ONGAs na protecção do ambiente: alguns casos paradigmáticos Prof. Doutor Francisco Ferreira (Quercus) 5/01/ ª sessão: O regime da protecção da natureza Dr. José Mário Ferreira de Almeida 12/01/ ª sessão: O regime da responsabilidade civil por dano ecológico Dr.ª Heloísa Oliveira 19/01/ ª sessão: O contencioso ambiental Prof. Doutor Vasco Pereira da Silva 20/01/ ª sessão: A jurisprudência ambiental no contencioso da União Europeia Prof.ª Doutora Carla Amado Gomes 26/01/ ª sessão: A fiscalidade ambiental Prof. Doutor Carlos Lobo Módulo II. Direito do Ordenamento do Território 2/02/ ª sessão: Da vinculatividade e das relações entre instrumentos de gestão territorial Mestre André Folque 09/02/ ª sessão: Servidões e Restrições de Utilidade Pública Mestre Bernardo Azevedo 16/02/ ª sessão: A intervenção dos particulares na elaboração de instrumentos de gestão territorial Mestre João Miranda 17/02/ ª sessão: Ordenamento do território e Urbanismo no Tribunal Constitucional Mestre Esperança Mealha (Tribunal Constitucional)

22 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 20 23/02/ ª sessão: Da avaliação de impacto ambiental prévia à aprovação de instrumento de gestão territorial Prof.ª Doutora Maria da Glória Garcia 2/03/ ª sessão: Da avaliação de impacto ambiental pós-plano Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário 09/03/ ª sessão: Da dinâmica dos instrumentos de gestão territorial Mestre Rodrigo Esteves de Oliveira 16/03/ ª sessão: Execução dos instrumentos de gestão territorial e mecanismos de compensação Prof.ª Doutora Fernanda Paula Oliveira 17/03/ ª sessão: Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo na Provedoria de Justiça Dr. Miguel Martinho (Provedoria de Justiça) 23/03/ ª Sessão: Do direito à indemnização pela entrada em vigor de instrumento de gestão territorial Mestre Dulce Lopes 30/03/ ª Sessão: Da impugnação de norma regulamentar contida em instrumento de gestão territorial Dr. Mário Esteves de Oliveira 06/04/ ª Sessão: O princípio da cooperação entre administrações públicas no Direito do Ordenamento do Território Dr. Rui Lanceiro Módulo III. Direito da Edificação e da Urbanização 13/04/ ª sessão: Introdução e descrição crítica dos procedimentos de aprovação de operações urbanísticas Dr. João Pereira Reis e Dr. Rui Ribeiro Lima

23 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 21 27/04/ ª sessão: Da realização de obras por ente público Mestre Cláudio Monteiro 04/05/ ª sessão: Da contratualização Prof. Doutora Alexandra Leitão 11/05/ ª sessão: Promoção imobiliária de iniciativa pública: uma análise a partir do Direito da Contratação Pública Mestre Miguel Raimundo 18/05/ ª sessão: Do procedimento de alteração de licença de operação urbanística Prof. Doutor Luis Pereira Coutinho 19/05/ ª sessão: Ambiente e Urbanismo nos tribunais administrativos Dr.ª Dora Lucas Neto (TAC Lisboa) 25/05/ ª sessão: Da recepção das obras de urbanização Mestre João Martins Claro 01/06/ ª sessão: Actos precários e actos provisórios Prof.ª Doutora Filipa Urbano Calvão 08/06/ ª sessão: Urbanismo e reabilitação urbana: notas sobre o novo regime Prof.ª Doutora Suzana Tavares da Silva 15/06/ ª sessão: Das cedências e compensações para o domínio público municipal Profª Doutora Fernanda Paula Oliveira 16/06/ ª sessão: Ambiente, Ordenamento do Território e Urbanismo: a visão do Advogado Dr. Leonel Lobo Antunes (Carlos Sousa Brito & Associados) 22/06/ ª sessão: Das medidas de tutela da legalidade urbanística Prof. Doutor Pedro Gonçalves

24 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 22

25 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 23 O LUGAR DO DIREITO NA PROTECÇÃO DO AMBIENTE 1 1. Ecologia e justiça ambiental Com a identificação, pela observação e pela investigação, da «questão ecológica», as ciências em geral não se limitaram a autonomizar um objecto específico de conhecimento, determinante do nascimento de uma nova ciência, a ecologia; tornaram também clara a necessidade de intervir politicamente no sentido de a «controlar». Sob outro ângulo de análise, podemos afirmar que peritos de várias áreas científicas, na conjugação dos conhecimentos que foram adquirindo sobre o modo como a realidade ambiental, na sua complexidade e diversidade, se comporta e evolui, foram dando origem a uma comunidade científica unificada por um mesmo sentimento de desconforto: o ambiente está crescentemente a degradar-se e a tornar-se uma ameaça para o futuro da vida na Terra. A conclusão a que se chegou mostra que este desconforto não é neutro. Em primeiro lugar, gera-se num quadro eticamente comprometido, já que é a degradação da vida, e logo, da vida humana, que está em causa, quando não, a prazo, a sua extinção. Em segundo lugar, é um desconforto gerado num âmbito relacional alargado, que põe em causa as fronteiras políticas dos Estados e, bem assim, os limites de compreensão dos direitos subjectivos e inerentes deveres. Em terceiro lugar, é um desconforto que se projecta num profundo «sentimento de injustiça» já que é o bem-estar de uns, ou a sua qualidade de vida, que retira a qualidade de vida aos outros. Isto porque a degradação ambiental tem um «culpado», um culpado identificado: o homem. Predador voraz, insaciável, da natureza, o homem, na sociedade técnica e consumista em que vivemos, tornou-se predador de si próprio. 1 O título da intervenção coincide com o título da obra da Autora «O lugar do direito na protecção do ambiente», publicado pela Almedina, em As referências bibliográficas bem como os desenvolvimentos dos temas simplesmente aflorados nesta intervenção podem, assim, encontrar-se naquela obra para a qual globalmente remetemos.

26 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 24 Daqui à divulgação de alertas, à difusão de constantes chamadas de atenção para as consequências da manutenção, quando não da aceleração, de certos comportamentos sociais lesivos do ambiente foi um passo. A este, de imediato outro se associou: o das propostas de intervenção do poder político, concretamente o estadual, destinadas a conter e, mesmo, alterar os comportamentos lesivos, reequilibrando o sistema de justiça social afectado. Só que este último passo, o das propostas de intervenção do poder político, se abre caminho à resolução do problema anterior, pôs a nu um novo problema, e não de menor importância: o reequilíbrio do sistema de justiça social de que falamos tem uma escala espacial desconhecida, porque coloca em relação sociedades politicamente diferentes a justiça ambiental gera-se num plano intrageracional. Além disso, põe em relação as gerações presentes com as futuras, gerações que, pela própria natureza das coisas, não interagem fisicamente, dando origem aquilo a que chamamos justiça intergeracional. Ora esta alteração de escala, espacial e temporal, dificulta o reequilíbrio do sistema de justiça social, para mais uma alteração determinada pela acção do poder político democrático. As razões desta dificuldade são várias. Uma primeira razão reside na ignorância sobre a «questão ecológica». Com efeito, apesar do muito que os cientistas hoje já sabem sobre os fenómenos ambientais e o seu desenvolvimento futuro, a dimensão do que ignoram não é menor, pelo que a intervenção considerada «necessária» nada terá de evidente ou indiscutível. Estará sempre envolta em incertezas. Estará sempre envolta em dúvidas, quer quanto às melhores propostas de solução, quer quanto às exactas consequências de cada intervenção. Poderá, no entanto, contrapor-se que nada do que se diz é novo, uma vez que sempre os homens ignoraram o futuro e, nesse sentido, todas as suas acções se tiveram de considerar de consequências incertas, acarretando vários riscos. Mas o raciocínio não pode ficar por aqui. É que a incerteza no

27 Instituto de Ciências Jurídico-Políticas 25 âmbito do desenvolvimento ambiental, os riscos que as acções humanas podem provocar aos equilíbrios do ambiente são tais que a experiência da ignorância de tempos idos de pouco nos serve hoje. Com efeito, centrando a atenção no risco ambiental, diremos que ele se distingue dos anteriores, em primeiro lugar, pela dimensão. A sua grandeza é tal que deixar a cada um a capacidade de o gerir implica acreditar na existência de poderes que individualmente os homens não detêm. Em segundo lugar, o risco ambiental distingue-se dos anteriores pelo momento em que se manifesta. É que, não raras vezes, é no momento em que se transforma em dano que o risco se manifesta. Ora, se é assim, então os comportamentos humanos passam a ser considerados lances de jogos de fortuna e azar, o que acentua a escala da incerteza em que nos movemos. Uma segunda razão que dificulta o reequilíbrio do sistema de justiça social emerge do facto de ser hoje claro que o pensamento teórico dos cientistas, dos peritos em geral, ganha e muito se for entrelaçado com o conhecimento e a experiência do local, o conhecimento e a experiência que a vivência das situações e a proximidade dos fenómenos permitem. Falamos do conhecimento tecido em percepções sensitivas, em comparações de fenómenos no local onde se geram, e de todo um conjunto de experiências situadas sociais, culturais, históricos, económicos... indispensáveis à compreensão das complexidades que as situações comportam nas suas sinergias. O conhecimento teórico e a experiência prática tendem, por isso, a interligar-se. Esta aliança, porém, nem sempre se revela tarefa fácil, desde logo por ausência de uma linguagem comum, que torne o diálogo fluente e enriquecedor. Mas a ligação necessária entre teóricos e práticos evidencia uma realidade que se julga ser capaz de sustentar novas solidariedades: a ignorância cognitiva não está só do lado de quem é analfabeto ou, mais amplamente, do homem comum, daquele que não é cientista. A ignorância atinge todos, cientistas e não cientistas. Ninguém lhe pode fugir. A sociedade da incerteza é também a sociedade da ignorância.

28 ESTUDOS DE DIREITO DO AMBIENTE E DE DIREITO DO URBANISMO 26 Uma terceira razão para a aludida dificuldade do reequilíbrio do sistema de justiça social reside numa realidade que a psicologia cognitiva recentemente mostrou (DANIEL KAHNEMANN e AMOS TVERSKY): o homem, ao longo dos tempos, só adestrou a memória e tem, por isso, dificuldade em lidar com previsões e probabilidades. As capacidades do cérebro ligadas à previsão de acontecimentos e à análise das probabilidades estão, por isso atrofiadas, e desenvolvê-las exige tempo. Tempo que a resolução da «questão ecológica» parece não nos estar a querer dar... Daí que, comportando a acção humana sempre potenciais danos, a sua partilha por toda a sociedade se apresente como consequência. Em quarto lugar, a legitimação da intervenção política, no quadro da ignorância e incerteza em que se situa, acarreta particulares problemas. É que o tempo curto da acção adequada ao controlo da «questão ecológica» é exigido pela específica intencionalidade que move essa acção. Vale isto dizer que a manutenção da vida no longo prazo demanda hoje urgência na acção. O princípio jurídico-constitucional da sustentabilidade ambiental do desenvolvimento económico e social inscreve-se neste âmbito e os comportamentos que, de seguida, este princípio, na sua indeterminação, impõe, multiplicam-se. Ora a incomodidade do agir urgente, sob pressão, aliada ao agir diferente, que sai da rotina, não corresponde, no momento da decisão, à percepção de que o comportamento é, em si, correcto ou justo. Porque a correcção da acção, se avaliada pelos efeitos, só no tempo longo, geracional, pode ser percepcionado e, mesmo aí, diluído em múltiplas acções conjuntas. Quem tem de alterar, sob o signo da urgência, comportamentos ou expectativas de vida, sofre o desconforto da pressão da decisão, a incomodidade da alteração comportamental, e sofre ainda o facto de desconhecer se daquele desconforto e desta incomodidade resultaram os efeitos pretendidos. Para além de nunca afastar a dúvida quanto a saber se o efeito a alcançar com a acção que desenvolveu sempre se produziria sem ela. Por outras palavras, a acção dirigida a produzir certo resultado tido por ambientalmente

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