MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Curso de Odontologia da

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESORTO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Curso de Odontologia rojeto olítico-edagógico do Curso de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Natal/RN 2006

2 rojeto olítico edagógico Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Ciências da Saúde Curso de Odontologia Reitor: José Ivonildo do Rego ró-reitor de Graduação: José Cabral Neto Diretor do Centro de Ciências da Saúde: Juarez da Costa Ferreira Coordenador do Curso de Odontologia Íris do Céu Clara Costa Comissão de Redação, Acompanhamento e Avaliação do rojeto olítico- edagógico do Curso de Odontologia: Angelo Giuseppe Roncalli da Costa Oliveira edro Alzair ereira da Costa Eduardo Gomes Seabra Heitel Cabral Filho Inês de Medeiros Rocha

3 Sumário 1. Introdução Breve histórico do curso e seus currículos Diagnóstico atual e processo de construção do projeto Justificativa Objetivo Geral do Curso erfil do rofissional Competências a serem desenvolvidas Competências Gerais Competências Específicas Estrutura Curricular Organização dos componentes curriculares rocesso de equivalência entre as propostas curriculares Elenco de disciplinas Atividades de Flexibilização Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Orientação Acadêmica Vagas ofertadas e formas de acesso Estratégias de Implantação Suporte necessário ao funcionamento do curso Recursos Humanos Infra-estrutura física Salas de Aula e Laboratórios de Ensino Clínicas Bibliotecas Laboratório de Informática Sistemática de Avaliação Avaliação do rocesso de Ensino-Aprendizagem Avaliação do rojeto olítico-edagógico Resultados Esperados Bibliografia e Referências 35 Anexos 37

4 1. Introdução 1.1. Breve histórico do curso e seus currículos O Curso de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte teve sua origem com a criação da Faculdade de Farmácia e Odontologia de Natal, pelo Decreto Estadual nº. 682, de 03/02/1947. Em 06 de dezembro de 1948, o governo federal concede autorização oficial para o funcionamento das duas Faculdades através do Decreto n o , embora desde o ano anterior a primeira turma já estivesse com o curso em andamento (Anexo 1). No ano de 1951, a Faculdade diplomava a sua primeira turma de Cirurgiões-Dentistas e Farmacêuticos e, no ano seguinte, mediante o decreto nº , de 29/07/1952, o curso é devidamente reconhecido pelo governo federal. Incorporada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte pela lei estadual nº 2.307, de 26/06/1958, a Faculdade de Farmácia e Odontologia, com a federalização da Universidade pela Lei nº 3.849, de 18/12/1960, foi desmembrada em duas unidades independentes, a Faculdade de Odontologia e a Faculdade de Farmácia (Anexo 1). A partir da Reforma Universitária de 1968, implantada pela Lei de 28/11/1968, as Faculdades deixaram de existir, passando a vigorar o sistema de cursos, departamentos e centros. O curso de Odontologia passou, então, a fazer parte do Centro de Ciências da Saúde da UFRN. Desde a sua criação, o curso passou por diversas propostas curriculares, três delas estão disponíveis no sistema de registro da UFRN, o Na primeira estrutura, o curso foi programado para oito semestres, num total de 210 créditos (3.450 horas) distribuídos em 36 disciplinas. Na segunda proposta curricular, o tempo do curso passa para cinco anos (10 semestres), totalizando 205 créditos (3.465 horas) em 42 disciplinas. Finalmente, no início dos anos 1980 é implantado o currículo que está em vigor até 2006, onde o tempo mínimo do curso passa para nove semestres, numa carga horária de 231 créditos (3.795 horas) em 43 disciplinas (Anexo 2) Diagnóstico atual e o processo de construção do projeto O Brasil, a despeito de contar com um contingente de Cirurgiões-Dentistas (CDs) considerado adequado do ponto de vista quantitativo, apresenta uma grande desigualdade na distribuição desses profissionais em todo o território nacional. Dados do censo de 2000 do IBGE e do Conselho Federal de Odontologia apontam que a Região Nordeste, que contribui com quase 30% da população brasileira, concentra menos de 15% dos CDs, enquanto que a Região Sudeste, em que moram 43% dos brasileiros, responde pela fatia de 62% de todos os CDs do aís (Conselho Federal de Odontologia, CFO, 2005). Estas desigualdades refletem, em certa medida, as disparidades socioeconômicas que estão presentes no território brasileiro, o que pode ser constatado por outros dados referentes à educação, renda, saneamento, morbimortalidade, entre outros.

5 rojeto olítico edagógico Aliado a isso, o acesso aos serviços odontológicos no Brasil ainda é bastante limitado. Dados da NAD (esquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2003 mostraram que cerca de 28 milhões de brasileiros, algo próximo de 16% da população, nunca consultou um dentista durante toda a vida. Tendo em conta as faixas de renda, novamente se percebe o reflexo da desigualdade também no acesso: brasileiros com renda até um salário mínimo apresentam este percentual mais de 10 vezes maior (31%), do que indivíduos com ganhos de mais de 20 salários mínimos (2,9%) (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, 2004). or outro lado, embora dados epidemiológicos recentes apontem para uma redução marcante na cárie dentária da população infantil, percebe-se um estoque de doença ainda muito presente em população adolescente e adulta e grandes parcelas da população adulta e idosa com necessidades reabilitadoras. Ademais, as melhoras na saúde bucal, tanto em população infantil quanto adulta, têm se concentrado na população de mais alta renda, ficando a população com maiores necessidades ainda com alta prevalência e baixa acessibilidade aos serviços odontológicos. Historicamente, a formação odontológica tem se pautado pela construção de um perfil profissional voltado para a clínica privada, com conteúdos dentro de uma abordagem eminentemente tecnicista e de caráter flexneriano (1). As novas tendências do mercado, com a expansão do setor público e a retração do setor privado, aliadas às mais recentes discussões a respeito do esgotamento do modelo biomédico curativo-reparador e a um novo paradigma na educação médico-odontológica, apontam para a formação de um novo tipo de profissional, diferente daquele pensado por um currículo de 20 anos atrás. No âmbito do Curso de Odontologia da UFRN, as discussões a respeito de mudanças na estrutura curricular ocorrem, em ritmos distintos, há, pelo menos, dez anos. As comissões criadas ao longo desse tempo estabeleceram diagnósticos a respeito das principais deficiências do atual projeto pedagógico, os quais apontam para alguns pontos em comum. Um deles diz respeito ao descompasso entre o profissional formado atualmente e as exigências do mercado e da sociedade, uma característica que pode ser pensada a partir da análise da estrutura curricular como um todo. Do ponto de vista mais específico, o currículo atual se apresenta inadequado, simplesmente pelo fato de ter sido pensado em um outro contexto, com uma outra concepção de ensino e dentro de uma lógica radicalmente diferente da atual. Desse modo, dentre as suas principais características, as quais devem ser readequadas, estão as seguintes: a) Excessiva rigidez na estrutura curricular, com pouca ou nenhuma possibilidade de flexibilização. b) Grande concentração de conteúdos de caráter técnico e uma conseqüente pouca ênfase na área de ciências humanas e sociais. c) Técnicas pedagógicas pautadas em modelos da pedagogia da transmissão, reforçando o caráter passivo do aluno, e centrado na figura do professor. (1) O termo flexneriano tem sido referido por alguns autores para definir o modelo de ensino em saúde proposto a partir do Relatório Flexner, publicado em Suas características fundantes apontam para um ensino de caráter eminentemente tecnicista, mecanicista, biologicista e centrado na fragmentação do indivíduo (ver Mendes, 1984).

6 rojeto olítico edagógico d) Inexistência de articulação entre as diversas áreas, criando um currículo excessivamente desintegrado, com a maior parte das disciplinas funcionando de forma isolada e independente. e) Um modelo de clínica odontológica fragmentado, com clínicas estabelecidas por disciplina e com uma tentativa de integração bastante tardia e ineficiente. f) Falta de articulação entre os ciclos básico e profissionalizante, com uma separação não só de caráter físico, mas de concepção. g) Ausência de mecanismos que facilitem a participação do aluno em atividades de ensino, pesquisa e extensão, refletindo em um modelo centrado quase que exclusivamente na transmissão de conhecimentos. h) Concepções ainda bastante conservadoras de avaliação, com modelos baseados na memorização e de caráter eminentemente punitivo. Diante desses desafios, o processo de discussão ganhou maior impulso nos últimos anos, particularmente a partir da publicação das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia por parte do Ministério da Educação em novembro de Tais diretrizes, que foram fruto de ampla discussão e surgiram como uma necessidade a partir da publicação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei de 20/12/1996), apontam para uma nova concepção na formação profissional, com destaque para o perfil profissional e para o ensino baseado em competências e habilidades (Anexo 3). A partir de 2002, a Comissão de Reforma Curricular, antes composta por cinco membros se amplia, com representantes de várias áreas e disciplinas e com representação discente. Essa comissão ampliada passa a se reunir regularmente ao longo desses anos, com demandas diferentes, quanto à construção de uma nova estrutura curricular, gerando discussões a respeito do funcionamento do curso, bem como de estratégias de implantação. O rojeto olítico edagógico que ora se apresenta é, pois, resultado desse processo coletivo de construção. ossui, portanto, dialeticamente, as características de concepções distintas, resultado de diferentes visões de mundo, de diferentes inserções no processo de educação superior. É, no entanto, o produto de uma reforma possível, que avança na tentativa de superação das deficiências da atual proposta. 2. Justificativa A necessidade de superar as fragilidades constatadas no currículo vigente, a demanda pela formação de profissionais para atender as reais necessidades da população, as recomendações apresentadas no Relatório Final da III Conferência Nacional de Saúde Bucal e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Odontologia constituem as bases norteadoras do presente rojeto olítico edagógico do Curso de Odontologia da UFRN.

7 rojeto olítico edagógico Como o projeto está em processo de constante aperfeiçoamento, a busca pela superação das deficiências será contínua, considerando o contexto histórico que as determinam. Trata-se, pois, de encará-lo como um processo, objeto de constantes avaliações. Um primeiro aspecto importante é que este projeto deve estar pautado na defesa da Universidade ública enquanto patrimônio e conquista da sociedade. Deve, em princípio, expressar a liberdade e a autonomia das instituições públicas de ensino superior que, ao mesmo tempo, devem ser revestidas de uma função social muito clara, que é proporcionar produção de conhecimento e formar profissionais voltados para a construção de uma sociedade mais justa. No que diz respeito aos aspectos específicos do curso de Odontologia, esta proposta deve buscar suas bases na pedagogia crítica, e se pautar nos princípios da multi e interdisciplinaridade, da flexibilização e da formação humanística e ética dos profissionais. Conforme as recomendações das Diretrizes Curriculares, este projeto visa formar profissionais voltados para o Sistema de Saúde em vigor no aís, reforçando seu caráter de política de Estado e fomentando a articulação ensino-serviço. 3. Objetivo Geral do Curso A Odontologia é uma profissão que se apropriou da tarefa de cuidar das estruturas bucais, sem perder o sentido integral do ser humano inserido na sociedade. Essa compreensão da especificidade da prática odontológica aliada ao reconhecimento de sua indissociabilidade das práticas de atenção à saúde deverá nortear a formação do profissional de Odontologia. Neste sentido, o objetivo do curso é formar profissionais com conhecimento científico e técnico na área e compatíveis com as exigências do mercado de trabalho e da sociedade brasileira, com competência para lidar com os problemas relativos ao processo saúde-doença bucal. 4. erfil do rofissional Em consonância com o perfil apontado pelas Diretrizes Curriculares, o Cirurgião Dentista deve ter uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor técnico e científico; capacitado ao exercício de atividades referentes à saúde bucal da população, pautado em princípios éticos, legais e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade.

8 rojeto olítico edagógico Competências a serem desenvolvidas Ainda de acordo com as Diretrizes Curriculares, devem ser desenvolvidas, no aluno, competências de caráter geral e específico Competências Gerais Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo; Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custoefetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. ara este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação; Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativa, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a ser empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, proporcionando condições para que haja beneficio mútuo entre os

9 rojeto olítico edagógico futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais. É importante ressaltar que estas competências, como o próprio nome indica, devem nortear toda e qualquer atividade ou disciplina presente no curso. Trata-se, pois, de um desafio, uma vez que, tradicionalmente, as disciplinas apresentavam uma única preocupação que era o desenvolvimento de habilidades técnicas relativas ao seu campo de conhecimento. Embora tais habilidades sejam importantes elas não são bastantes para a formação profissional Competências Específicas As competências e habilidades específicas estão também descritas nas Diretrizes Curriculares. Em sua maioria, são aprofundadas a partir dos planos de ensino das disciplinas e são as seguintes: respeitar os princípios éticos e legais inerentes ao exercício profissional; atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, sensibilizados e comprometidos com o ser humano, respeitando-o e valorizando-o; atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com extrema produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de cidadania e de ética; reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; exercer sua profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição social; conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos; desenvolver assistência odontológica individual e coletiva; identificar em pacientes e em grupos populacionais as doenças e distúrbios bucomaxilo-faciais e realizar procedimentos adequados para suas investigações, prevenção, tratamento e controle; cumprir investigações básicas e procedimentos operatórios; promover a saúde bucal e prevenir doenças e distúrbios bucais;

10 rojeto olítico edagógico comunicar e trabalhar efetivamente com pacientes, trabalhadores da área da saúde e outros indivíduos relevantes, grupos e organizações; obter e eficientemente gravar informações confiáveis e avaliá-las objetivamente; aplicar conhecimentos e compreensão de outros aspectos de cuidados de saúde na busca de soluções mais adequadas para os problemas clínicos no interesse de ambos, o indivíduo e a comunidade; analisar e interpretar os resultados de relevantes pesquisas experimentais, epidemiológicas e clínicas; organizar, manusear e avaliar recursos de cuidados de saúde efetiva e eficientemente. aplicar conhecimentos de saúde bucal, de doenças e tópicos relacionados no melhor interesse do indivíduo e da comunidade; participar em educação continuada relativa a saúde bucal e doenças como um componente da obrigação profissional e manter espírito crítico, mas aberto a novas informações; participar de investigações científicas sobre doenças e saúde bucal e estar preparado para aplicar os resultados de pesquisas para os cuidados de saúde; buscar melhorar a percepção e providenciar soluções para os problemas de saúde bucal e áreas relacionadas e necessidades globais da comunidade; manter reconhecido padrão de ética profissional e conduta, e aplicá-lo em todos os aspectos da vida profissional; estar ciente das regras dos trabalhadores da área da saúde bucal na sociedade e ter responsabilidade pessoal para com tais regras; reconhecer suas limitações e estar adaptado e flexível face às mudanças circunstanciais. colher, observar e interpretar dados para a construção do diagnóstico; identificar as afecções buco-maxilo-faciais prevalentes; propor e executar planos de tratamento adequados; realizar a preservação da saúde bucal; comunicar-se com pacientes, com profissionais da saúde e com a comunidade em geral; trabalhar em equipes interdisciplinares e atuar como agente de promoção de saúde;

11 rojeto olítico edagógico planejar e administrar serviços de saúde comunitária; acompanhar e incorporar inovações tecnológicas (informática, novos materiais, biotecnologia) no exercício da profissão. Ainda de acordo com as Diretrizes Curriculares, a formação do Cirurgião Dentista deverá contemplar o sistema de saúde vigente no país, a atenção integral da saúde num sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra-referência e o trabalho em equipe. 6. Estrutura Curricular 6.1. Organização dos componentes curriculares As disciplinas e atividades de caráter obrigatório constituem cerca de 95% do currículo, sendo que deverão ser computadas, no mínimo, 100 horas de atividades de flexibilização curricular em atividades complementares de caráter obrigatório. A oferta de disciplinas optativas está demonstrada na estrutura curricular, descrita a seguir. Deverão ser disponibilizadas disciplinas pertencentes a diversos campos de conhecimento, os quais servirão como formação complementar ao aluno. Tais disciplinas estão relacionadas às Ciências Humanas e Sociais, à Administração, Línguas, Informática, entre outras, além de disciplinas relacionadas ao conhecimento específico da Odontologia, mas que não constituem o corpo específico de conhecimentos para a formação de um Cirurgião Dentista generalista. Desse modo, o número total de horas para integralização do curso é de horas, que terá uma duração de 4 anos e meio, correspondendo a, no mínimo, 9 semestres e, no máximo, 16 semestres. A integralização curricular dos cursos da UFRN é regulamentada pela Resolução 255/92 CONSEE. Considerando o atual modelo pedagógico da UFRN, procurou-se romper com o isolacionismo comum nas estruturas curriculares baseadas em disciplinas, reforçando o caráter integrador, multiprofissional e interdisciplinar. A construção da estrutura curricular visa a aliar estratégias de uma organização dinâmica do conhecimento, acrescentando habilidades e competências de modo lógico e de complexidade crescente. Neste sentido, a estruturação das áreas e das disciplinas tenta obedecer a um princípio de integração horizontal e vertical. Do ponto de vista da organização dos conteúdos básicos e profissionalizantes, procurouse, na medida do possível, romper com a lógica vigente, essencialmente dicotômica, articulando os conhecimentos relativos ao estudo do homem, das doenças e da sociedade com as práticas coletivas e individuais de atenção à saúde. Embora este rompimento seja difícil, considerando o modo ainda tradicional da organização burocrática e administrativa da UFRN, a concepção deste projeto é que os ciclos básico e profissionalizante constituem apenas áreas de conhecimento, as quais não devem, jamais, serem vistas de forma isolada.

12 rojeto olítico edagógico De acordo com as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais, as disciplinas, segundo as áreas de conhecimento, apresentam a distribuição ilustrada no Quadro 1. Quadro 1. Distribuição da carga horária obrigatória de acordo com área de conhecimento. Área Ciências Biológicas e da Saúde Disciplinas/ Atividades Carga Horária % Carga Horária Relativas à Estrutura ,70 Relativas à Função, Agressão e Defesa ,07 Ciências Humanas e Sociais ,57 Ciências Odontológicas ropedêutica Clínica ,30 Clínica Odontológica ,90 Odontologia ediátrica ,46 Total ,00

13 rojeto olítico edagógico UFRN CENTRO: CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Curso:Odontologia Turno: ( )M ( )T ( )N (X)MT ( )MN ( )TN ( )MTN Cidade: Natal Modalidade: ( )Bacharelado ( )Licenciatura (X)Formação ( )Tecnólogo Habilitação: Currículo: 04 Semestre de ingresso pelo Vestibular: 1º (X) Vagas: 36 2º (X) Vagas: 36 EXIGÊNCIAS ARA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Formatado CRÉDITOS (CR) DISCILINAS OBRIGATÓRIAS CARGA HORÁRIA (CH) ATIVIDADES Aula Lab Aula Lab Estágio Outras COMLEM. DISCI. / ATIVIDADES CH (III) CARGA HORÁRIA TOTAL (I + II + III) Total CR 249 Total CH (I) Total CH (II) DURAÇÃO DO CURSO (EM SEMESTRES) MÁXIMO IDEAL MÍNIMO LIMITE DE CRÉDITOS OR SEMESTRE MÁXIMO IDEAL MÍNIMO E S T R U T U R A C U R R I C U L A R 1º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE Obr CR CH Requisito Co/ré DBG0003 Biologia Celular e Molecular X 5 75 MOR0022 Histologia II X 5 75 MOR0043 Embriologia III X 3 45 MOR0022 C Anatomia Geral X 4 60 DBG0142 Genética VII X 4 60 DBG0003 C Introdução à Odontologia X 2 30 DCS0345 Sociologia da Saúde 4 60

14 rojeto olítico edagógico º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Anatomia de Cabeça e escoço X 5 75 Anatomia Geral Microbiologia Geral X 4 60 Bioquímica C Imunologia Bioquímica X X DFS0036 Fisiologia II X DAN0001 Antropologia I X 4 60 Disciplina Optativa 4 60 Microbiologia Geral Genética VII Bioquímica Biologia Celular e Molecular Anatomia geral MOR 0022 DBG0003 C C 3º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Anatomia e Escultura Dentária Histologia II DOD0030 DOD0052 atologia Geral Microbiologia e Imunologia Oral Odontologia, Cultura e Sociedade X 4 60 X 3 45 X 2 30 X 4 60 Metodologia da esquisa Científica X 4 60 SI0082 sicologia Aplicada à Odontologia X 4 90 DBF0202 Farmacologia II X 5 75 Anatomia Geral Anatomia de cabeça e pescoço atologia Geral C DFS0036 DM0102 DBQ0002 Microbiologia Geral Genética VII Bioquímica Imunologia Introdução a Odontologia DAN0001

15 rojeto olítico edagógico º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Saúde Bucal Coletiva I X 3 Odontologia, Cult. 45 e Sociedade Introdução à Odont atologia Oral DOD0O52 Estomatologia 4 60 DOD 0052 atologia Oral C Imagenologia 4 Cariologia atologia Geral Anatomia Geral Anatomia da cabeça e do pescoço Embriologia III atologia Oral Imunologia Microbiologia e Imonologia Oral Bioquímica C Microbiologia Geral Materiais Dentários I 6 60 Clínica Integrada Nível I 60 4 DOD 0052 DOD 0030 SI 0082 DBF 0202 Odont. Cult. e Sociedade

16 rojeto olítico edagógico º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Odontologia reventiva X 4 60 Cirurgia Odontológica X Clínica Integrada Nível II X Disciplina Optativa 2 30 Cariologia Clínica Integr. Nível I Saúde Bucal Coletiva I DOD 0028 Estomatologia Cariologia Estomatologia Mat.DentáriosI DOD 0030 Imagenologia DOD 0035 DOD 0032 C C 6º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Saúde Bucal Saúde Bucal Coletiva II X 4 60 Coletiva I Clínica Integrada Nível III X Clin.Integ. Niv II Clínica Infantil I X Anat.Escultura Dentária atologia Oral Estomatologia Imagenologia Materiais Dent I Odont. rev. Cirurgia Odont. 7º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Clínica rotética I Clínica Infantil I X Clínica rot II C Clínica Inf. II C Clínica rotética II Clínica Inf. I X Clínica rot. I C Clínica Inf. II C Clínica Infantil II X 4 60 Clínica Inf. I Trabalho de Conclusão de Curso I X 30

17 rojeto olítico edagógico º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Anat de Cab e Cirurgia Buco-maxilar escoço atologia Oral Traumatologia Buco-Maxilo-Facial X 6 90 X 4 60 Estomatologia Imagenologia sicologia aplicada à Odontologia Cirurgia odontologica Traumt B/M/Facial Anat. de Cab. e escoço atologia Oral Estomatologia Imagenologia sicologia aplicada à Odontologia c Cirurgia odontologica Estágio Supervisionado em TBMF X 45 Odontologia Legal Disfunção TemporoMandibular e Dor Orofacial X 3 45 X 2 30 Cirurgia bucomaxilar Clin. Int. Nível II Clin. Int. Nível III Clin. Int. Nível IV Clin. Infantill II Anat de Cab. e escoço Fisiologia atologia Oral Estomatologia Imagenologia Clin. Int. Nível II Clin. Infantil Clinica rotética Clínica Integrada Nível IV X Clin. Int. Nível III C 9º NÍVEL Código DISCILINA/ATIVIDADE OBR CR CH Requisito Co/ré Trabalho de Conclusão de Curso II X 30 Saúde Bucal Coletiva III X 45 Clínica Integrada Nível V X Clin. Int. Nível IV DOD0049 Estágio Supervisionado CRUTAC X 135 Implantodontia 3 45 Atividades Complementares X 105 Cirurgia Buco- Maxilar

18 rojeto olítico edagógico A seguir será feita uma breve descrição de como os conhecimentos deverão se articular ao longo dos nove semestres que compõem o curso, finalizando com a formação de um profissional dentro das características esperadas. 1 o eríodo: No primeiro semestre do curso, o aluno estará desenvolvendo suas competências e habilidades iniciais. Desse modo, é importante que tenha contato com conhecimentos relativos às ciências biológicas e da saúde e, ao mesmo tempo, tenha acesso ao entendimento do homem não apenas em sua dimensão biológica e individual, mas em seu sentido social. Além disso, um primeiro contato com a profissão escolhida é também fundamental. Assim, as disciplinas da área de ciências biológicas e da saúde com ênfase na estrutura, darão suporte ao conhecimento do homem na perspectiva molecular, celular, tecidual e anatômica. A genética e a embriologia darão o devido suporte para o conhecimento do modo como se desenvolvem estas estruturas. Em um outro campo de conhecimento, a disciplina de Introdução à Odontologia introduz o aluno no universo da Odontologia, entendida como uma profissão que possui historicidade, bem como se insere e dá vida social ao corpo biológico. Como disciplina complementar, disponibiliza a disciplina de Sociologia da Saúde, a qual aprofunda os conhecimentos a respeito da sociedade. 2o eríodo: No segundo momento, o aluno aprofundará seus conhecimentos da Anatomia Humana, trazendo maior especificidade para a prática odontológica, estudando com maior detalhe a anatomia da cabeça e pescoço, a qual dará suporte a, praticamente, toda intervenção clínica a ser pensada no futuro. No campo da agressão e defesa, a Microbiologia Geral traz um primeiro suporte ao entendimento das doenças infecciosas e a Imunologia ao modo como o organismo se defende. A Bioquímica e a Fisiologia, com o devido suporte das ciências biológicas do período anterior, aprofundam os conhecimentos das funções corporais em nível molecular e orgânico. Estabelecendo a ponte com um corpo cultural e social, a Antropologia discute o corpo em sua dimensão social e antropológica. Como atividade de flexibilização, pode ser cursada a disciplina Saúde & Cidadania, que introduz habilidades relativas ao trabalho em equipe, à multidisciplinaridade e à articulação entre cidadania e saúde. 3 o eríodo O conhecimento anatômico continua seu afunilamento, com a Anatomia Dentária. Começa, neste semestre, o conhecimento mais aprofundado das doenças, com a atologia Geral e com a Microbiologia e Imunologia Oral que trazem para o campo mais específico da Odontologia, os conhecimentos anteriores da Microbiologia e da Imunologia. O corpo social é novamente retomado na disciplina Odontologia, Cultura e Sociedade, articulando o modo de pensar a saúde e a doença nos planos biológico e social. Neste período o aluno já está apto, portanto, ao primeiro contato com as disciplinas de propedêutica clínica, ainda que em suas características mais básicas, através do conhecimento da Farmacologia e da sicologia aplicada à Odontologia, insumos fundamentais para a prática clínica no campo da terapêutica e da abordagem psicológica na relação profissional-paciente. Aliado a isso, a habilidade de pesquisa começa a ser melhor estimulada (embora deva constituir-se em conhecimento transversal), através da Metodologia da esquisa Científica.

19 rojeto olítico edagógico o eríodo Neste período, o estudo das doenças ainda ganha especificidade com a atologia Oral, que estuda as principais doenças da cavidade bucal em seus aspectos fisiopatológicos e histológicos e com a Estomatologia que discute seus aspectos clínicos. Dada a importância da cárie enquanto doença que mais afeta a boca, seu estudo ficará a cargo da Cariologia. Ainda no campo da propedêutica, a Imagenologia dará todo o suporte para o conhecimento das técnicas de diagnóstico por imagem e Materiais Dentários e traz o necessário entendimento a respeito dos diversos materiais utilizados na prática odontológica. A abordagem individual é expandida através da abordagem coletiva trazida pela Saúde Bucal Coletiva I. Articulando e integrando esse conjunto de conhecimentos, a Clínica Integrada Nível I deverá proporcionar ao aluno o primeiro contato clínico com o paciente, ainda trabalhando suas primeiras habilidades de diagnóstico, exercitando sua relação profissionalpaciente e seus conhecimentos de propedêutica, numa atividade denominada, informalmente, de Clínica de Acolhimento. 5 o eríodo A partir desse período, todo o conhecimento anterior será canalizado no sentido de incorporar, progressivamente, sucessivas habilidades de caráter clínico, social e humanístico, sem esquecer que deverão estar articuladas às atividades de atenção à saúde, via extensão, e de construção de conhecimento, por intermédio da pesquisa e iniciação cientifica. A Odontologia reventiva, articulada à clínica e à Saúde Coletiva, discute os principais métodos e técnicas preventivas aplicáveis ao plano coletivo. Na Cirurgia Odontológica, o aluno tem o primeiro contato com as práticas cirúrgicas mais invasivas como as exodontias, não esquecendo, contudo, que tal prática deve estar articulada a um plano integrado de tratamento. Na Clínica Integrada Nível II, são incorporados os conhecimentos teóricos das áreas de Oclusão, Dentística, eriodontia e Materiais Dentários. Considerando, contudo, a estratégia de clínicas integradas de complexidade crescente, as habilidades anteriormente trabalhadas na Clínica Nível I são também aqui incorporadas. 6 o eríodo Às habilidades desenvolvidas na Clínica Nível II são incorporados os conhecimentos teóricos da Endodontia e da Dentística, esta agora num maior nível de complexidade que o anterior. Ainda dentro da atenção clínica, começam a ser desenvolvidas as habilidades de atenção à criança na Clínica Infantil I, que deverá incorporar os conhecimentos da Odontopediatria e da Ortodontia. No campo da abordagem coletiva, a Saúde Bucal Coletiva II continua aprofundando os conhecimentos anteriores da Odontologia reventiva e da Saúde Bucal Coletiva I. 7 o eríodo A abordagem da criança continua na Clínica Infantil II e tem-se neste período a primeira aproximação com as atividades reabilitadoras. Na Clínica rotética I são abordados os conhecimentos das próteses dentárias removíveis (parciais e totais) e a Clínica rotética II as habilidades relativas ao tratamento com base em próteses fixas. Importante ressaltar que esta divisão se dá apenas por características operacionais, dadas as especificidades dos dois diferentes tipos de prótese, devendo, entretanto, funcionarem de

20 rojeto olítico edagógico forma articulada. Inicia-se, aqui uma integração, também, com a disciplina de Metodologia, anteriormente ofertada, onde as habilidades de pesquisa começam a ser melhor desenvolvidas a partir da disciplina que dará suporte ao trabalho de conclusão de curso. 8 o eríodo Neste período o aluno tem acesso às técnicas cirúrgicas mais complexas, através da Cirurgia Bucomaxilar e da Traumatologia associada ao estágio em TBMF. Ainda no campo da ropedêutica, a disciplina de DTM e Dor Orofacial acrescenta habilidades específicas a este campo de tratamento, cujo início se deu com os conhecimentos de oclusão e continuou de forma transversal nas clínicas subseqüentes. A Clínica Integrada Nível IV praticamente finaliza o processo de complexificação crescente, com a incorporação da prótese ao conjunto de habilidades desenvolvidas nas clínicas anteriores. No campo da formação humanística, a disciplina de Odontologia Legal, trata das questões éticas e da organização do trabalho profissional. 9 o eríodo Neste último período do curso são exercitadas habilidades finalizadoras. Os dois estágios (Clínica Integrada e CRUTAC) deverão proporcionar uma visão mais integrada ainda do tratamento, com a perspectiva de atuação extra-muro. A Saúde Bucal Coletiva III também procurará concluir a abordagem coletiva da saúde. No campo da ropedêutica, a disciplina de Implantodontia, de caráter complementar, procurará fornecer conhecimentos básicos a respeito desta área que tem se desenvolvido mais recentemente. Finalmente, o TCC II concluirá o processo iniciado com a Metodologia da esquisa e continuado pelo TCC I, fornecendo subsídios finais para o aluno desenvolver e apresentar seu trabalho de pesquisa, se possível com a publicação rocesso de equivalência entre as propostas curriculares Os quadros a seguir ilustram como se dará o processo de equivalência curricular. No Quadro I temos a equivalência entre as disciplinas do currículo vigente e o proposto e, no Quadro II, o inverso, ou seja, entre o proposto e o vigente. Cabe ressaltar que, em função de mudanças mais profundas em algumas disciplinas, como por exemplo, as fusões para a construção das disciplinas de Clínica Integrada, em alguns casos não são possíveis as equivalências.

21 rojeto olítico edagógico UFRN Centro: Centro de Ciências da Saúde Curso: Odontologia Turno: ( )M ( )T ( )N (X)MT ( )MN ( )TN ( )MTN Cidade: Natal Modalidade: ( )Bacharelado ( )Licenciatura (X)Formação ( )Tecnólogo Habilitação: Ênfase: Currículo: 04 QUADRO DE EQUIVALÊNCIA I Disciplinas do currículo vigente: Disciplinas do currículo proposto: Cód. Denominação CR. Cód. Denominação CR. DEF0001 Educação Física I 2 Sem Equivalência DEF0650 Ativ. Física, Saúde e Qualidade de Vida 4 DEF0650 Ativ. Física, Saúde e Qualidade de Vida 4 MOR0009 Anatomia III 9 Anatomia Geral 4 MOR0022 Histologia II 5 MOR0022 Histologia II 5 MOR0043 Embriologia III 3 MOR0043 Embriologia III 3 DBG0003 Biologia Celular e Molecular 5 DBG0003 Biologia Celular e Molecular 5 DBQ0002 Bioquímica II 8 DBQ0002 Bioquímica II 6 DEF0002 Educação Física II 2 Sem Equivalência DEF0651 Ativ. Física, Lazer e Cultura 4 DEF0651 Ativ. Física, Lazer e Cultura 4 DFS0036 Fisiologia II 8 DFS0036 Fisiologia II 8 DM0102 arasitologia II 3 Sem Equivalência EB0001 Estudo dos roblemas Brasileiros I 2 Sem Equivalência DBF0003 Biofísica III 4 Sem Equivalência DBF0202 Farmacologia II 5 DBF0202 Farmacologia II 5 DM0002 Microbiologia e Imunologia V 7 Microbiologia Geral 4 DOD0052 atologia Geral 3 DOD0052 atologia Geral 3 EB0002 Estudo dos roblemas Brasileiros 2 2 Sem Equivalência DAN0001 Antropologia I 4 DAN0001 Antropologia I DOD0028 atologia Oral 8 DOD0028 atologia Oral 8 DOD0029 Materiais Dentários 7 Materiais Dentários I 6 DOD0030 Anatomia e Escultura Dentária 4 DOD0030 Anatomia e Escultura Dentária 4 DOD0031 Oclusão 3 Clínica Integrada Nível I 4 DCS0029 Sociologia I 4 DCS0345 Sociologia da Saúde 4 DOD0033 Diagnóstico Oral 9 Estomatologia 4 Imagenologia 4

22 rojeto olítico edagógico QUADRO DE EQUIVALÊNCIA I Disciplinas do currículo vigente: Disciplinas do currículo proposto: Cód. Denominação CR. Cód. Denominação CR. DOD0034 Dentística ré-clínica 5 Sem Equivalência DOD0035 Odontologia reventiva e Social 6 Saúde Bucal Coletiva I 3 Odontologia reventiva 4 SI0082 sicologia Aplicada à Odontologia 8 SI0082 sicologia Aplicada à Odontologia 8 DOD0032 Cirurgia Odontológica 8 DOD0032 Cirurgia Odontológica 8 DOD0037 Endodontia 7 Sem Equivalência DOD0038 Dentística Clínica 7 Sem Equivalência DOD0039 rótese arcial Fixa 10 Sem Equivalência DOD0036 eriodontia 8 Sem Equivalência DOD0041 rótese Total 8 Sem Equivalência DOD0042 Odontopediatria 8 Sem Equivalência DOD0043 Ortodontia 6 Sem Equivalência DOD0040 rótese arcial Removível 7 Sem Equivalência DOD0045 Traumatologia Buco-Maxilo-Facial 6 DOD0045 Traumatologia Buco-Maxilo-Facial 6 DOD0046 Orientação rofissional 5 DOD0046 Orientação rofissional 5 DOD0047 Clínica Integrada 21 Clínica Integrada Nível IV 16 DOD0044 Cirurgia Buco-Maxilar 6 DOD0044 Cirurgia Buco-Maxilar 6 DOD0049 Estágio Supervisionado CRUTAC 3 Estágio Supervisionado CRUTAC DSC0001 Elaboração de Trabalho Científico 3 Sem Equivalência DOD0048 Estágio Supervisionado Clínica Integrada 7 DOD0048 Estágio Supervisionado Clínica Integrada 5

23 rojeto olítico edagógico UFRN Centro: Centro de Ciências da Saúde Curso: Odontologia Turno: ( )M ( )T ( )N (X)MT ( )MN ( )TN ( )MTN Cidade: Natal Modalidade: ( )Bacharelado ( )Licenciatura (X)Formação ( )Tecnólogo Habilitação: Ênfase: Currículo: 04 QUADRO DE EQUIVALÊNCIA II Disciplinas do currículo proposto: Disciplinas do currículo vigente: Cód. Denominação CR. Cód. Denominação CR. DBG0003 Biologia Celular e Molecular 5 DBG0003 Biologia Celular e Molecular 5 MOR0022 Histologia II 5 MOR0022 Histologia II 5 MOR0043 Embriologia III 3 MOR0043 Embriologia III 3 Anatomia Geral 4 MOR0009 Anatomia III 9 DBG0142 Genética VII 4 Sem Equivalência Introdução à Odontologia 2 Sem Equivalência DCS0345 Sociologia da Saúde 4 DCS0029 Sociologia I 4 Anatomia de Cabeça e escoço 5 Sem Equivalência DM0018 Microbiologia Geral 4 DM0002 Microbiologia e Imunologia V 7 Imunologia 3 DM0002 Microbiologia e Imunologia V 7 Bioquímica 6 DBS0002 Bioquímica II 8 DFS0036 Fisiologia II 8 DFS0036 Fisiologia II 8 DAN0001 Antropologia I 4 DAN0001 Antropologia I 4 DSC0090 Saúde & Cidadania 4 DSC0090 Saúde & Cidadania 4 DOD0030 Anatomia e Escultura Dentária 4 DOD0030 Anatomia e Escultura Dentária 4 DOD0052 atologia Geral 4 DOD0052 atologia Geral 4 Microbiologia e Imunologia Oral 2 Sem Equivalência Odontologia, Cultura e Sociedade 4 Sem Equivalência Metodologia da esquisa Científica 4 Sem Equivalência SI0082 sicologia Aplicada à Odontologia 4 SI0082 sicologia Aplicada à Odontologia 4 DBF0202 Farmacologia II 5 DBF0202 Farmacologia II 5 DIM0103 Introdução à Informática 4 Sem Equivalência Saúde Bucal Coletiva I 3 Sem Equivalência DOD0028 atologia Oral 8 DOD0028 atologia Oral 8 Estomatologia 4 DOD0033 Diagnóstico Oral 9

24 rojeto olítico edagógico QUADRO DE EQUIVALÊNCIA II Disciplinas do currículo proposto: Disciplinas do currículo vigente: Cód. Denominação CR. Cód. Denominação CR. Imagenologia 4 DOD0033 Diagnóstico Oral 9 Cariologia 3 Sem Equivalência Materiais Dentários I 6 DOD0029 Materiais Dentários 7 Clínica Integrada Nível I 4 Sem Equivalência Odontologia reventiva 4 DOD0035 Odontologia reventiva e Social 6 DOD0032 Cirurgia Odontológica 8 DOD0032 Cirurgia Odontológica 8 Clínica Integrada Nível II 18 Sem Equivalência Bioestatística 2 Sem Equivalência Saúde Bucal Coletiva II 4 Sem Equivalência Clínica Integrada Nível III 12 Sem Equivalência Clínica Infantil I 16 DOD0042 Odontopediatria 8 DOD0043 Ortodontia 6 Clínica rotética I 16 DOD0041 rótese Total 8 DOD0040 rótese arcial Removível 7 Clínica rotética II 10 DOD0039 rótese arcial Fixa 10 Clínica Infantil II 4 Sem Equivalência Trabalho de Conclusão de Curso I Sem Equivalência DOD0044 Cirurgia Buco-maxilar 6 DOD0044 Cirurgia Buco-maxilar 6 DOD0044 Traumatologia Buco-Maxilo-Facial 4 DOD0044 Traumatologia Buco-Maxilo-Facial 4 Estágio Supervisionado em TBMF DOD0044 Traumatologia Buco-Maxilo-Facial 4 Odontologia Legal 3 Sem Equivalência DTM e Dor Orofacial 2 Sem Equivalência Clínica Integrada Nível IV 16 DOD0047 Clínica Integrada 21 Trabalho de Conclusão de Curso II Sem Equivalência Saúde Bucal Coletiva III Sem Equivalência Estágio Supervisionado Clínica Integrada 5 DOD0048 Estágio Supervisionado Clínica Integrada 7 DOD0049 Estágio Supervisionado CRUTAC Estágio Supervisionado CRUTAC Implantodontia 3 Sem Equivalência

25 rojeto olítico edagógico O modelo de Clínica Integrada A sistemática de funcionamento das Clínicas Integradas segue o princípio da complexidade crescente a cada período, sempre tendo como suporte teórico, as disciplinas oferecidas no período anterior e com caráter cumulativo, como se vê a seguir. Os créditos teórico-práticos que constam na terceira coluna expressam a distribuição das áreas de conhecimento e definem as responsabilidades de cada uma delas. No caso do 5 o período, por exemplo, dos 18 créditos computados para a Clínica Integrada Nível II, dois serão destinados à discussão teórico-prática da Oclusão, cinco para Dentística I e assim por diante, ficando cinco créditos para a atividade clínica integrada propriamente dita. A quarta coluna ilustra os conhecimentos que devem ser desenvolvidos, estando articulados ao nível de complexidade estabelecido para cada clínica em particular. Quadro 2. eríodos, Clínicas, créditos e habilidades na organização das clínicas integradas de complexidade crescente. eríodo Clínica Créditos Teórico-ráticos Conhecimentos 4 o Clínica de Acolhimento (N1) Cariologia 5 o Clínica Integrada Nível II Oclusão - 2 créd Dentística I - 5 créd eriodontia - 4 créd Materiais Dentários - 2 créd 6 o Clínica Integrada Nível III Dentística II 4 créd Endodontia 4 créd Estomatologia atologia Oral Imagenologia Terapêutica Biossegurança Materiais Dentários Oclusão Cariologia O. reventiva Estomatologia Imagenologia Dentística eriodontia Oclusão Cariologia Odont. reventiva Estomatologia Imagenologia Dentística eriodontia Endodontia

26 rojeto olítico edagógico Quadro 2. Continuação eríodo Clínica Créditos Teórico-ráticos Conhecimentos 6 o Clínica Infantil I Odontopediatria 4 créd Ortodontia 6 créd Materiais Dentários Cariologia O. reventiva Estomatologia Imagenologia Odontopediatria Ortodontia 7 o Clínica rotética I rótese Removível arcial 6 créd rótese Removível Total 6 créd Materiais Dentários Oclusão Imagenologia Estomatologia rótese Removível arcial e Total 7 o Clínica rotética II rótese Fixa 8 créd Materiais Dentários Oclusão Imagenologia Estomatologia rótese Fixa arcial 7 o Clínica Infantil II Cariologia Odont. reventiva Estomatologia Imagenologia Odontopediatria Ortodontia 8 o Clínica Integrada Nível IV Cariologia Odont. reventiva Imagenologia Oclusão Estomatologia Dentística eriodontia Endodontia rótese Fixa rótese Removível arcial e Total DTM e Dor Orofacial

27 rojeto olítico edagógico Quadro 2. Continuação eríodo Clínica Créditos Teórico-ráticos Habilidades 9 o Estágio Supervisionado em Clínica Integrada Nível V 9 o Estágio Supervisionado CRUTAC Cariologia Odont. reventiva Imagenologia Oclusão Estomatologia Dentística eriodontia Endodontia rótese Fixa rótese Removível arcial e Total DTM e Dor Orofacial Cariologia Odont. reventiva Imagenologia Oclusão Estomatologia Dentística eriodontia Endodontia Saúde Coletiva 6.3. Elenco de Disciplinas O anexo 5 traz informações detalhadas sobre os planos de ensino de cada uma das disciplinas oferecidas, de caráter obrigatório e optativo Atividades de Flexibilização A atividades de flexibilização curricular do curso são expressas na oferta de disciplinas optativas e nas atividades complementares Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é atividade obrigatória para a integralização da carga horária e conseqüente colação de grau do aluno. A regulamentação do TCC está prevista em resolução específica, constante no anexo 4.

28 rojeto olítico edagógico Orientação Acadêmica Considerando as atividades de complementação e flexibilização curricular, a orientação acadêmica é uma estratégia fundamental para o perfeito andamento do curso. O detalhamento do processo de Orientação Acadêmica está descrito em resolução específica, editada pela UFRN. 7. Vagas ofertadas e formas de acesso O curso oferece anualmente 72 vagas, sendo 36 por semestre, ou seja, duas entradas anuais, funcionando nos turnos matutino e verpertino. Além disso, outras vagas são ofertadas por outras formas de acesso. Vestibular anual Sistema de entrada regular, onde são disponibilizadas 36 vagas por semestre, 72 ao ano. O vestibular da UFRN é realizado pela Comissão ermanente do Vestibular, a COMERVE ( Transferência compulsória ara os casos de transferência de servidor público federal e seus dependentes. Disciplina este ato a Resolução 056/97 CONSEE. Transferências voluntárias ara os casos de alunos de outra instituição que desejem ingressar na UFRN. A entrada se dá por seleção e é regulamentada pela Resolução 094/99 CONSEE. Reingresso ara os casos em que alunos da UFRN queiram ingressar em outros cursos mediante processo seletivo. É regulamentada pela Resolução 061/98 CONSEE. As duas últimas formas (transferências voluntárias e reingresso) não apresentam oferta regular, sendo decidido pela sua disponibilidade a cada ano pelo Colegiado de Curso. 8. Estratégias de Implantação Está prevista a implantação do presente projeto a partir do semestre A matriz a seguir faz uma simulação da organização do novo currículo em relação ao anterior.

29 rojeto olítico edagógico Quadro 3. Matriz de transição entre as duas estruturas curriculares CURRÍCULO NOVO 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o 7 o 8 o 9 o 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o 7 o 8 o 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o 7 o 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o 1 o 2 o 3 o 4 o 5 o 1 o 2 o 3 o 4 o 1 o 2 o 3 o 1 o 2 o CURRÍCULO ANTIGO 2 o 3 o 4 o 5 o 6 o 7 o 8 o 9 o 3 o 4 o 5 o 6 o 7 o 8 o 9 o 4 o 5 o 6 o 7 o 8 o 9 o 5 o 6 o 7 o 8 o 9 o 6 o 7 o 8 o 9 o 7 o 8 o 9 o 8 o 9 o 9 o 1 o Esta matriz de transição ajuda a entender de que maneira a implantação do novo currículo afeta o desenvolvimento das aulas quando se considera um determinado período em que se tem uma disciplina sendo ministrada simultaneamente para turmas do antigo e do novo currículo. Uma simulação de como seria organizada a carga horária, tendo em conta a atual distribuição, a matriz de transição e a proposta de reforma está ilustrada a seguir, em cada um dos nove períodos. Detalhes sobre a proposta da divisão de horários onde a transição também pode ser observada se encontra no Anexo 6. O que se pode perceber, desse modo, é que a normalização da estrutura curricular acontecerá somente no primeiro semestre de Neste espaço de convivência entre os dois currículos, algumas estratégias deverão ser pensadas para adaptar os recursos físicos e humanos existentes, bem como para estabelecer formas de migração de um currículo para o outro por parte do corpo discente, através das equivalências. Algumas situações podem ser antecipadas, particularmente aquelas em que certas disciplinas mudam de período entre os currículos, o que provoca a sua simultaneidade em um

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