2 trimestre de Análise Gerencial da Operação e Demonstrações Contábeis Completas. Itaú Unibanco Holding S.A.

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1 2 trimestre de 2011 Análise Gerencial da Operação e Demonstrações Contábeis Completas Itaú Unibanco Holding S.A.

2 Itaú Unibanco Índice Análise Gerencial da Operação 1 Demonstrações Contábeis Completas 55

3 Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A.

4 Índice Sumário Executivo 3 Análise do Resultado 11 Margem Financeira Gerencial 12 Receitas de Prestação de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias 15 Resultado de Perdas com Créditos 16 Despesas não Decorrentes de Juros 18 Despesas Tributárias de ISS, PIS, Cofins e Outras 20 Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido 20 Balanço Patrimonial 22 Balanço por Moedas 26 Valores em Risco 27 Estrutura Acionária 28 Análise dos Segmentos 31 Banco Comercial 36 Crédito ao Consumidor 37 Itaú BBA 38 Seguros, Previdência e Capitalização 39 Negócios no Exterior 47 Relatório dos Auditores Independentes 53 Demonstrações Contábeis Completas 55 As demonstrações contábeis relativas aos períodos anteriores foram reclassificadas para fins de comparabilidade (ver Nota Explicativa das Demonstrações Contábeis nº22 I). As tabelas deste relatório apresentam os números em milhões. No entanto, as variações foram calculadas utilizando números em unidades. Expectativas futuras decorrentes da leitura desta análise devem considerar os riscos e incertezas que envolvem quaisquer atividades e que estão fora do controle das empresas do conglomerado (mudanças políticas e econômicas, volatilidade nas taxas de juros e câmbio, mudanças tecnológicas, inflação, desintermediação financeira, pressões competitivas sobre produtos, preços e mudanças na legislação tributária, dentre outras).

5 Sumário Executivo Apresentamos, abaixo, informações e indicadores financeiros do Itaú Unibanco Holding S.A. (Itaú Unibanco). Destaques R$ milhões (exceto onde indicado) 2º T/11 1º T/11 2º T/10 1º S/11 1º S/10 Demonstração do Resultado do Período Lucro Líquido Lucro Líquido Recorrente Produto Bancário (1) Margem Financeira Gerencial (2) Ações (R$) Lucro Líquido por Ação (3) 0,79 0,78 0,70 1,57 1,41 Lucro Líquido Recorrente por Ação (3) 0,73 0,80 0,73 1,53 1,43 Número de Ações em Circulação em milhares Valor Patrimonial por Ação 14,57 14,01 12,15 14,57 12,15 Dividendos/JCP Líquido (4) Dividendos/JCP Líquido (4) por Ação 0,15 0,15 0,21 0,30 0,42 Market Capitalization (5) Market Capitalization (5) (US$ milhões) Índices de Desempenho (%) Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio anualizado (6) 22,2% 22,7% 23,4% 22,4% 24,2% Retorno Recorrente sobre o Patrimônio Líquido Médio anualizado (6) 20,4% 23,4% 24,4% 21,9% 24,4% Retorno sobre o Ativo Médio anualizado (7) 1,8% 1,8% 2,0% 1,8% 2,0% Retorno Recorrente sobre o Ativo Médio anualizado (7) 1,7% 1,9% 2,1% 1,8% 2,1% Índice de Basileia Consolidado Econômico Financeiro 16,1% 16,1% 15,7% 16,1% 15,7% Taxa Anualizada da Margem Financeira com clientes (8) 11,6% 11,7% 12,6% 11,6% 12,3% Índice de Inadimplência (90 dias) 4,5% 4,2% 4,6% 4,5% 4,6% Índice de Cobertura (PDD/Operações vencidas há mais de 90 dias) 166% 173% 188% 166% 188% Índice de Eficiência (IE) (9) 48,3% 47,8% 48,0% 48,0% 46,8% Índice de Eficiência Acumulado 12 meses (IE) (9) 49,6% 49,6% 47,1% 49,6% 47,1% Índice de Eficiência Ajustado ao Risco (IEAR) (9) 72,5% 69,3% 70,1% 70,9% 69,4% Balanço Patrimonial 30/jun/11 31/mar/11 30/jun/10 Ativos Totais Total de Operações de Crédito com Avais e Fianças Operações de Crédito (A) Fianças, Avais e Garantias Depósitos + Debêntures + Obrigações por TVM + Empréstimos e Repasses (B) (10) Índice Operações de Crédito/Captações (A/B) 76,6% 75,9% 76,8% Patrimônio Líquido Dados Relevantes Ativos sob Administração Colaboradores do Conglomerado (indivíduos) Quantidade de Pontos de Atendimento Número de Agências (unidades) Número de PABs (unidades) Número de Caixas Eletrônicos (unidades) (11) Índices Macroeconômicos Principais Indicadores 2º T/11 1º T/11 2º T/10 1º S/11 1º S/10 Risco País (EMBI) CDI Taxa do Período (%) 2,8% 2,6% 2,2% 5,5% 4,3% Dólar Cotação em R$ 1,5611 1,6287 1,8015 1,5611 1,8015 Dólar Variação do Período (%) -4,2% -2,3% 1,2% -6,3% 3,5% Euro Cotação em R$ 2,2667 2,3129 2,2043 2,2667 2,2043 Euro Variação do Período (%) -2,0% 3,8% -8,4% 1,7% -12,1% IGP-M Taxa do Período (%) 0,7% 2,4% 2,8% 3,1% 5,7% Poupança Taxa do Período (%) 1,8% 1,8% 1,6% 3,6% 3,2% (1) Produto Bancário é a soma da Margem Financeira Gerencial, das Receitas de Prestação de Serviço e Rendas de Tarifas Bancárias, das Outras Receitas Operacionais e do Resultado de Seguros, Previdência e Capitalização antes das Despesas de Sinistros e de Comercialização; (2) Detalhada na página 12; (3) Calculado com base na média ponderada da quantidade de ações em circulação; (4) JCP Juros sobre Capital Próprio. Valores pagos/provisionados (Nota 16 b II das Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis). A partir de 2011, os dividendos foram provisionados considerando-se o mínimo estatutário; (5) Quantidade total de ações em circulação (ON e PN) multiplicado pela cotação média da ação preferencial no último dia de negociação do período; (6) O cálculo do retorno foi efetuado dividindo-se o Lucro Líquido pelo Patrimônio Líquido Médio. O quociente dessa divisão foi multiplicado pelo número de períodos no ano para se obter o índice anual; (7) O cálculo do retorno foi efetuado dividindo-se o Lucro Líquido pelo Ativo Médio. O quociente dessa divisão foi multiplicado pelo número de períodos no ano para se obter o índice anual; (8) Não inclui Margem Financeira com o Mercado. Veja detalhes na página 14; (9) Maiores detalhes das metodologias de cálculo do Índice de Eficiência e do Índice de Eficiência Ajustado ao Risco na página 19; (10) Conforme detalhado na página 24; (11) Inclui PAEs (posto de atendimento eletrônico) e pontos em estabelecimentos de terceiros. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 3

6 Sumário Executivo Lucro Líquido e Lucro Líquido Recorrente Obtivemos Lucro Líquido de R$ milhões no segundo trimestre de Esse montante engloba o impacto dos efeitos não recorrentes no resultado, os quais são apresentados na tabela abaixo, resultando no Lucro Líquido Recorrente de R$ milhões no período. Eventos Não Recorrentes Líquidos de Efeitos Fiscais R$ milhões 2º T/11 1º T/11 2º T/10 1ºS/11 1ºS/10 Lucro Líquido Recorrente Efeitos não Recorrentes 286 (108) (133) 178 (66) Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos Federais - Lei nº /09 (a) Ajuste a Valor de Mercado - BPI (b) (156) - - (156) - Provisão para Contingências - Planos Econômicos (c) (67) (108) (133) (175) (211) Lucro Líquido Observação: Os impactos dos eventos não recorrentes, descritos acima, estão líquidos dos efeitos fiscais ver Nota Explicativa das Demonstrações Contábeis nº22 K. Eventos não Recorrentes do primeiro semestre de 2011 e de 2010 (a) Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos Federais - Lei nº /09 Efeitos complementares da adesão do Itaú Unibanco Holding e suas controladas ao Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos Federais em 2009, este programa inclui débitos administrados pela Receita Federal do Brasil e pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. (b) Ajuste ao Valor de Mercado - Investimento BPI Efeito de avaliação do investimento mantido no Banco Português de Investimento pelo valor de mercado de suas ações em 30 de junho de (c) Provisão para Contingências - Planos Econômicos Constituição de provisão para perdas decorrentes de planos econômicos que vigoraram durante a década de Demonstração do Resultado Gerencial As tabelas a seguir estão baseadas na Demonstração do Resultado Gerencial que, por sua vez, decorre de reclassificações realizadas na demonstração do resultado contábil. Basicamente, os efeitos fiscais do hedge dos investimentos no exterior originalmente contabilizados nas linhas de despesas tributárias (PIS e Cofins) e de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido são reclassificados para a margem financeira. Nossa estratégia de gestão do risco cambial do capital investido no exterior tem por objetivo não permitir efeitos decorrentes de variação cambial no resultado. Para alcançarmos esta finalidade, o risco cambial é neutralizado e os investimentos são remunerados em reais, por meio da utilização de instrumentos financeiros derivativos. Nossa estratégia de hedge dos investimentos no exterior também considera o impacto de todos os efeitos fiscais incidentes. Ressalta-se que tivemos apreciação de 4,2% do Real em relação ao Dólar norte-americano e de 2,0% em relação ao Euro no segundo trimestre de Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 4

7 Sumário Executivo Abaixo, apresentamos a conciliação entre os Resultados Contábeis e os Gerenciais dos últimos dois trimestres. Conciliação entre o Resultado Contábil e o Gerencial 2º trimestre de 2011 Contábil Efeitos não Recorrentes Itaú Unibanco Efeitos Fiscais do Hedge Gerencial R$ milhões Produto Bancário (497) Margem Financeira Gerencial (497) Margem Financeira com Clientes Margem Financeira com o Mercado (497) 690 Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas Bancárias Resultado de Operações com Seg., Prev. e Cap. antes das despesas com Sinistros e das Despesas de Comercialização Outras Receitas Operacionais Perdas com Créditos e Sinistros Líquidas de Recuperação (4.118) - - (4.118) Despesa de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (5.107) - - (5.107) Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo Despesas com Sinistros (403) - - (403) Outras Receitas/(Despesas) Operacionais (9.491) (9.096) Despesas não Decorrentes de Juros (8.072) (7.971) Despesas Tributárias de ISS, PIS, Cofins e Outras (1.040) - 57 (983) Despesas de Comercialização de Seguros (238) - - (238) Resultado de Participações em Coligadas (141) Resultado Operacional (439) Resultado não Operacional Resultado antes da Tributação e Participações (439) Imposto de Renda e Contribuição Social (1.071) (624) 439 (1.256) Participações no Lucro (71) - - (71) Participações Minoritárias nas Subsidiárias (211) - - (211) Lucro Líquido (286) Conciliação entre o Resultado Contábil e o Gerencial 1º trimestre de 2011 Contábil Efeitos não Recorrentes Itaú Unibanco Efeitos Fiscais do Hedge R$ milhões Gerencial Produto Bancário (156) Margem Financeira Gerencial (156) Margem Financeira com Clientes Margem Financeira com o Mercado (156) 935 Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas Bancárias Resultado de Operações com Seg., Prev. e Cap. antes das despesas com Sinistros e das Despesas de Comercialização Outras Receitas Operacionais Perdas com Créditos e Sinistros Líquidas de Recuperação (3.575) - - (3.575) Despesa de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (4.380) - - (4.380) Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo Despesas com Sinistros (402) - - (402) Outras Receitas/(Despesas) Operacionais (8.956) (8.769) Despesas não Decorrentes de Juros (7.850) (7.686) Despesas Tributárias de ISS, PIS, Cofins e Outras (958) - 23 (935) Despesas de Comercialização de Seguros (245) - - (245) Resultado de Participações em Coligadas Resultado Operacional (133) Resultado não Operacional Resultado antes da Tributação e Participações (133) Imposto de Renda e Contribuição Social (1.470) (56) 133 (1.392) Participações no Lucro (35) - - (35) Participações Minoritárias nas Subsidiárias (178) - - (178) Lucro Líquido Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 5

8 Sumário Executivo Apresentamos a seguir a demonstração do resultado sob a perspectiva onde destacamos o Produto Bancário. Este é obtido a partir do agrupamento das principais rubricas em que são registradas as rendas oriundas das operações bancárias e das operações de seguros, previdência e capitalização. Demonstração de Resultado Perspectiva do Produto Bancário 2º T/11 1º T/11 2º T/10 1º S/11 1º S/10 2ºT/11 1ºT/11 Variação 2º T/11-2º T/10 R$ milhões 1º S/11 1º S/10 Produto Bancário ,5% ,5% ,1% Margem Financeira Gerencial ,8% ,1% ,8% Margem Financeira com Clientes ,3% ,1% ,6% Margem Financeira com o Mercado (245) -26,2% (201) -22,5% (285) -14,9% Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas Bancárias ,6% ,1% ,1% Resultado de Operações de Seg., Prev. e Cap. antes das Despesas com Sinistros e das Despesas de Comercialização ,5% 85 7,1% 44 1,8% Outras Receitas Operacionais (33) -26,0% (38) -28,5% (98) -30,6% Perdas com Créditos e Sinistros Líquidas de Recuperação (4.118) (3.575) (3.389) (7.693) (6.833) (543) 15,2% (729) 21,5% (860) 12,6% Despesas de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (5.107) (4.380) (3.955) (9.487) (7.765) (727) 16,6% (1.152) 29,1% (1.723) 22,2% Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo ,4% ,3% ,7% Despesas com Sinistros (403) (402) (386) (805) (853) (2) 0,4% (18) 4,6% 48-5,6% Margem Operacional (103) -0,7% 977 7,6% ,7% Outras Receitas/(Despesas) Operacionais (9.096) (8.769) (8.223) (17.865) (15.723) (328) 3,7% (874) 10,6% (2.142) 13,6% Despesas não Decorrentes de Juros (7.971) (7.686) (7.138) (15.657) (13.645) (285) 3,7% (832) 11,7% (2.012) 14,7% Despesas Tributárias de ISS, PIS, Cofins e Outras (983) (935) (942) (1.918) (1.780) (48) 5,1% (41) 4,3% (137) 7,7% Despesas de Comercialização de Seguros (238) (245) (228) (484) (494) 7-2,8% (10) 4,5% 11-2,1% Resultado de Participações em Coligadas (2) -2,0% 10 11,4% (3) -1,7% Resultado Operacional (430) -8,3% 104 2,2% 549 5,8% Resultado não Operacional (0) ,9% 85 0,0% 108 0,0% Resultado antes da Tributação e Participações (389) -7,4% 188 4,0% 657 7,0% Imposto de Renda e Contribuição Social (1.256) (1.392) (1.083) (2.648) (2.406) 137-9,8% (173) 15,9% (242) 10,1% Participações no Lucro (71) (35) (54) (107) (116) (36) 103,6% (18) 32,7% 9-8,2% Participações Minoritárias nas Subsidiárias (211) (178) (232) (389) (454) (33) 18,2% 21-9,0% 65-14,3% Lucro Líquido Recorrente (321) -8,8% 19 0,6% 489 7,6% Apresentamos a seguir a demonstração do resultado sob a perspectiva em que destacamos a Margem Financeira Gerencial. Demonstração de Resultado Perspectiva da Margem Financeira 2º T/11 1º T/11 2º T/10 1º S/11 1º S/10 2ºT/11 1ºT/11 Variação 2º T/11-2º T/10 R$ milhões 1º S/11 1º S/10 Margem Financeira Gerencial ,8% ,1% ,8% Margem Financeira com Clientes ,3% ,1% ,6% Margem Financeira com o Mercado (245) -26,2% (201) -22,5% (285) -14,9% Resultado de Créditos de Liquidação Duvidosa (3.715) (3.173) (3.004) (6.888) (5.980) (542) 17,1% (711) 23,7% (908) 15,2% Despesa de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (5.107) (4.380) (3.955) (9.487) (7.765) (727) 16,6% (1.152) 29,1% (1.723) 22,2% Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo ,4% ,3% ,7% Resultado Bruto da Intermediação Financeira (327) -3,8% 480 6,2% ,9% Outras Receitas/(Despesas) Operacionais (3.454) (3.350) (3.078) (6.804) (5.568) (103) 3,1% (376) 12,2% (1.236) 22,2% Receitas de Prestação de Serviços e de Tarifas Bancárias ,6% ,1% ,1% Resultado com Operações de Seg., Prev. e Cap ,4% 57 9,8% 102 9,2% Despesas não Decorrentes de Juros (7.971) (7.686) (7.138) (15.657) (13.645) (285) 3,7% (832) 11,7% (2.012) 14,7% Despesas Tributárias de ISS, PIS, Cofins e Outras (983) (935) (942) (1.918) (1.780) (48) 5,1% (41) 4,3% (137) 7,7% Resultado de Participações em Investimentos Permanentes (2) -2,0% 10 11,4% (3) -1,7% Outras Receitas Operacionais (33) -26,0% (38) -28,5% (98) -30,6% Resultado Operacional (430) -8,3% 104 2,2% 549 5,8% Resultado não Operacional (0) ,9% Resultado antes da Tributação e Participações (389) -7,4% 188 4,0% 657 7,0% Imposto de Renda e Contribuição Social (1.256) (1.392) (1.083) (2.648) (2.406) 137-9,8% (173) 15,9% (242) 10,1% Participações no Lucro (71) (35) (54) (107) (116) (36) 103,6% (18) 32,7% 9-8,2% Participações Minoritárias nas Subsidiárias (211) (178) (232) (389) (454) (33) 18,2% 21-9,0% 65-14,3% Lucro Líquido Recorrente (321) -8,8% 19 0,6% 489 7,6% Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 6

9 Sumário Executivo Lucro Líquido R$ milhões Produto Bancário R$ milhões ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 Lucro Líquido Recorrente Lucro Líquido O Lucro Líquido Recorrente no segundo trimestre de 2011 atingiu R$ milhões, apresentando redução de 8,8% em relação ao primeiro trimestre de 2011 e crescimento de 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em comparação ao primeiro semestre de 2011 com mesmo período de 2010, observamos uma evolução do Lucro Líquido Recorrente de 7,6%, principalmente pelas evoluções de 15,6% da Margem Financeira com Clientes e de 11,1% das Receitas de Prestações de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias. Nesse período observamos também o crescimento de 12,6% das Perdas com Créditos e Sinistros Líquidas de Recuperação de Crédito e o incremento de 14,7% das Despesas não Decorrentes de Juros. 3ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 No segundo trimestre de 2011, o Produto Bancário, que representa as rendas oriundas das operações bancárias e das operações de seguros, previdência e capitalização, totalizou R$ milhões. A seguir são apresentados os principais componentes do Produto Bancário e demais itens do resultado. Margem Financeira Gerencial 2ºT/ R$ milhões Retorno Anualizado 1ºT/ ,9 25,8 25,0 26,3 23,4 21,6 22,7 22,2 % 4ºT/10 3ºT/ ,4 22,6 24,4 24,4 22,5 23,0 23,4 20,4 2ºT/ ºT/ ºT/ ºT/ ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 ROE Recorrente Médio ROE Médio Em 30 de junho de 2011, o saldo do Patrimônio Líquido totalizou R$ milhões no retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio alcançou 22,2%, enquanto o nosso retorno recorrente anualizado sobre o Patrimônio Líquido médio alcançou 20,4%. Lucro por Ação e Lucro por Ação Recorrente 0,71 0,71 0,60 0,70 0,62 0,50 0,73 0,70 0,70 0,67 0,86 0,75 0,80 0,78 0,79 0,73 R$ Margem Financeira com Clientes Margem Financeira com o Mercado No segundo trimestre de 2011, a Margem Financeira com Clientes totalizou R$ milhões, um aumento de 4,3% em relação ao período anterior, em linha com o crescimento da carteira de crédito, e 14,1% com relação ao segundo trimestre de A margem financeira das operações realizadas com o mercado alcançou R$ 690 milhões, uma redução de R$ 245 milhões decorrente, basicamente, do menor resultado com posições proprietárias. A margem financeira gerencial totalizou R$ milhões no segundo trimestre de 2011, correspondendo a um aumento de R$ 215 milhões em relação ao primeiro trimestre de ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 Lucro Líquido Recorrente por Ação Lucro Líquido por Ação O Lucro Líquido por Ação foi de R$ 0,79 no segundo trimestre de 2011 e R$ 1,57 no primeiro semestre de Os valores recorrentes de lucro por ação foram de R$ 0,73 e R$ 1,53 no segundo trimestre e no primeiro semestre de 2011, respectivamente. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 7

10 Sumário Executivo Receitas de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias R$ milhões o mesmo período de 2010 para uma variação de 11,7%, ora observada. A relação entre as despesas não decorrentes de juros sobre os ativos atingiu 4,1% no segundo trimestre de 2011, praticamente estável em relação ao trimestre anterior. Índice de Eficiência (I.E.) e Índice de Eficiência Ajustado pelo Risco (I.E.A.R.) (*) 75,9 75,2 73,5 72,0 71,1 70,1 70,2 70,8 Em % 3ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 As receitas de prestação de serviços, incluindo as rendas de tarifas bancárias, apresentaram crescimento de 4,6% no segundo trimestre de 2011 em relação ao período anterior, totalizando R$ milhões. Resultado de Créditos de Liquidação Duvidosa ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 4,5% Despesa de PDD Resultado de crédito de liquidação duvidosa Despesas não Decorrentes de Juros 4,9% ,2% ,5% Receita de recuperação de crédito 4,7% 4,7% ,0% 4,1% R$ milhões As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa alcançaram R$ milhões no segundo trimestre de 2011, com acréscimo de R$ 727 milhões em relação ao período anterior, principalmente em face ao deslocamento para as faixas de atraso superiores a 90 dias das carteiras em geral e, da carteira de micro e pequenas empresas em particular. O resultado de créditos de liquidação duvidosa, líquido das recuperações de créditos, totalizou R$ milhões no trimestre, aumento de R$ 542 milhões, devido ao aumento das despesas de provisão mencionadas acima e do crescimento de R$ 185 milhões na recuperação de créditos baixados como prejuízo. R$ milhões ,6 46,2 74,8 74,0 68,7 70,1 71,4 69,9 69,3 72,5 48,8 48,0 50,6 51,9 45,7 45,6 47,8 48,3 (*) Os critérios de cálculo estão detalhados na página 19. Lucro não Realizado ,3 47, ,3 46, ,1 46, ,4 48, ,3 49,9 49, ,6 49,6 48,0 3ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 I.E. Trimestre (%) I.E.A.R. Trimestre (%) I.E. Acumulado 12 meses (%) I.E.A.R. Acumulado 12 meses (%) I.E. Acumulado 6 meses (%) O índice de eficiência do segundo trimestre atingiu 48,3%, aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre de Essa flutuação ocorreu, principalmente, em função da queda da margem financeira com o mercado, que fez com que a evolução do produto bancário não acompanhasse a evolução das despesas não decorrentes de juros. No acumulado 12 meses, o índice de eficiência alcançou 49,6%, aumento de 2,5 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, influenciado principalmente pelas despesas com migração de agências do segundo semestre de A melhora do índice de eficiência pode ser observada comparando os seis meses finalizados em junho de 2011 (48,0%), com o índice de eficiência do ano de 2010 (49,1%). O índice de eficiência ajustado ao risco do segundo trimestre atingiu 72,5%, um aumento de 3,2 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre de 2011, devido, principalmente, ao aumento das despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa. Nos últimos 12 meses, o índice de eficiência ajustado ao risco alcançou 70,8%, melhora de 1,2 ponto percentual quando comparado ao mesmo período do ano anterior. R$ milhões ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 DNDJ (R$ milhões) DNDJ / Ativos Médios As despesas não decorrentes de juros totalizaram R$ milhões no segundo trimestre de 2011, apresentando evolução de 3,7% em relação ao trimestre anterior. Os principais efeitos ocorreram nas despesas administrativas, com destaque para as despesas com serviços de terceiros, instalações e processamento de dados e telecomunicações. A evolução de 3,7% no trimestre confirma a trajetória de desaceleração do crescimento dessas despesas, passando da variação de 18,1% verificada no primeiro trimestre de 2011 sobre 3ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 O lucro não realizado totalizou R$ milhões no segundo trimestre de 2011, praticamente estável em relação ao trimestre anterior. Neste trimestre realizamos ajuste a valor de mercado das ações correspondentes ao nosso investimento no Banco Português de Investimento. Esse ajuste no valor de R$ 236 milhões foi tratado como não recorrente e, líquido de efeitos fiscais, impactou o Lucro Liquido do período em R$ 156 milhões. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 8

11 Sumário Executivo Balanço Patrimonial Ativo 30/jun/11 31/mar/11 30/jun/10 jun/11 mar/11 Variação R$ milhões jun/11 jun/10 Circulante e Realizável a Longo Prazo ,8% 22,7% Disponibilidades ,1% 25,2% Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ,2% -14,8% Títulos Mobiliários e Inst. Financ. Derivativos ,3% 42,6% Relações Interfinanceiras e Interdependências ,9% 54,7% Operações de Crédito, Arrendamento e Outros Créditos ,4% 21,1% (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) (23.775) (22.239) (22.623) 6,9% 5,1% Outros Ativos ,8% 20,2% Carteira de Câmbio ,7% 36,4% Outros ,7% 15,5% Permanente ,0% 4,2% Investimentos ,7% -8,7% Imobilizado de Uso e de Arrend. Merc. Operacional ,5% 13,3% Intangível e Ágio ,9% 5,5% TOTAL DO ATIVO ,8% 22,4% O ativo total em 30 de junho de 2011 alcançou R$ 792,5 bilhões, uma evolução de R$ 14,0 bilhões em relação ao final do trimestre anterior e de 22,4% sobre 30 de junho de Destacamos o aumento das operações de crédito (sem avais e fianças) de 4,4% nesse trimestre e de 21,1% em relação aos últimos 12 meses, alcançando R$ 317,0 bilhões. Foi também relevante o crescimento das Relações Interfinanceiras e Interdependências de R$ 34,0 bilhões em relação a 30 de junho de 2010, principalmente em virtude dos aumentos da exigibilidade de depósitos compulsórios determinados pelo Banco Central ao longo de Balanço Patrimonial Passivo 30/jun/11 31/mar/11 30/jun/10 jun/11 mar/11 Variação R$ milhões jun/11 jun/10 Circulante e Exigível a Longo Prazo ,7% 22,8% Depósitos ,4% 10,1% Depósitos à Vista ,5% -7,4% Depósitos de Poupança ,7% 15,7% Depósitos Interfinanceiros ,8% 23,4% Depósitos a Prazo ,5% 11,5% Captações no Mercado Aberto ,3% 25,8% Recursos de Aceites e Emissão de Títulos ,6% 71,0% Relações Interfinanceiras e Interdependências ,9% 19,5% Obrigações por Empréstimos e Repasses ,7% 39,3% Instrumentos Financeiros e Derivativos ,9% 0,6% Provisões Técnicas de Seg., Prev. e Capitalização ,0% 20,8% Outras Obrigações ,5% 28,6% Dívida Subordinada ,4% 31,7% Carteira de Câmbio ,5% 35,5% Diversos ,2% 25,4% Resultados de Exercícios Futuros ,2% 41,5% Participações Minoritárias nas Subsidiárias ,4% -8,1% Patrimônio Líquido ,7% 20,0% TOTAL DO PASSIVO ,8% 22,4% No passivo e patrimônio líquido, em relação ao mesmo período do ano anterior, destacam-se o crescimento de 20,0% no patrimônio, de 25,8% nas captações no mercado aberto, de 71,0% dos recursos de aceites e emissão de títulos, de 39,3% das obrigações por empréstimos e repasses, de 11,5% dos depósitos a prazo e de 31,7% da dívida subordinada. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 9

12 Sumário Executivo Carteira de Crédito com Avais e Fianças Nossa carteira de crédito, incluindo operações de avais e fianças, alcançou o saldo de R$ milhões em 30 de junho de 2011, com acréscimo de 4,4% em relação ao saldo do primeiro trimestre de 2011 e de 22,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. No segmento de pessoas físicas, tivemos como destaques no trimestre as carteiras de crédito imobiliário e de crédito pessoal, com crescimentos de 18,4% e 12,8%, respectivamente. No período de 12 meses, os destaques foram as carteiras de cartão de crédito, crédito pessoal e crédito imobiliário com evoluções de 22,8%, 34,7% e 73,2%, respectivamente. Em nossa carteira de clientes pessoas jurídicas 30/jun/11 31/mar/11 31/dez/10 30/jun/10 registramos crescimento trimestral de 3,6% e de 22,9% no período de 12 meses. Nossa carteira de grandes empresas apresentou evolução de 3,1% no trimestre e 20,6% nos últimos 12 meses, enquanto a carteira de micro, pequenas e médias empresas apresentou crescimentos de 4,3% e 26,2% nos mesmos períodos, respectivamente. Nosso saldo de avais e fianças atingiu R$ milhões em 30 de junho de 2011, com acréscimo de 4,7% no trimestre e de 32,0% nos últimos 12 meses influenciado, principalmente, pelo aumento das operações com as grandes empresas, que cresceram 4,6% em relação a 31 de março de 2011 e 31,9% em relação a 30 de junho de R$ milhões Variação (%) jun/11 mar/11 jun/11 dez/10 jun/11 jun/10 Pessoas Físicas ,6% 8,7% 21,3% Cartão de Crédito ,6% 4,6% 22,8% Crédito Pessoal ,8% 26,8% 34,7% Veículos ,5% 0,0% 9,2% Crédito Imobiliário ,4% 36,2% 73,2% Pessoas Jurídicas ,6% 7,6% 22,9% Grandes Empresas ,1% 7,4% 20,6% Micro, Pequenas e Médias Empresas (*) ,3% 7,9% 26,2% Argentina/Chile/Uruguai/Paraguai ,4% 7,6% 23,4% Total com Avais e Fianças ,4% 8,0% 22,3% Total Varejo (**) ,1% 8,4% 23,2% Saldo de Avais e Fianças ,7% 12,4% 32,0% Pessoas Físicas ,1% -6,1% 25,1% Grandes Empresas ,6% 12,7% 31,9% Micro, Pequenas e Médias Empresas ,1% 17,0% 41,8% Argentina/Chile/Uruguai/Paraguai ,1% -7,1% 4,1% (*) Inclui Crédito Rural Pessoas Físicas; (**) Inclui Cartão de Crédito, Crédito Pessoal, Veículos, Crédito Imobiliário PF, Crédito Rural PF e Micro, Pequenas e Médias Empresas; Obs.: A carteira de crédito consignado adquirida é considerada como risco de grandes empresas e, para fins de comparabilidade, os períodos anteriores foram ajustados. As carteiras de crédito imobiliário e crédito rural do segmento pessoa jurídica encontram-se alocadas de acordo com o porte do cliente. Para outros detalhes, ver página 23. Carteira de Crédito Abertura por moeda jun/11 mar/11 dez/10 set/10 jun/10 mar/10 dez/09 10,2% 7,6% ,3 46,3 43,1 40,8 38,2 37,5 36,3 set/09 37,2 230,6 267,8 Moeda Local Moeda Estrangeira 9,8% 9,1% 8,6% 8,3% 7,5% 7,3% 7,5% 7,4% 6,7% 6,3% 6,1% 5,9% 5,7% 5,9% ,5 256,1 245,5 240,3 311,8 298,6 290, ,0 276,6 294,4 Saldo de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ,3 R$ bilhões 344,9 333, set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Saldo de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (R$ milhões) Saldo da PDD Complementar modelo perda esperada (R$ milhões) Saldo da PDD Adicional modelo perda esperada + provisão anticíclica (R$ milhões) Saldo da PDD Específica + Genérica + Complementar / Carteira de Crédito Saldo da PDD Específica + Genérica / Carteira de Crédito 360,1 Em junho de 2011, o saldo da carteira de crédito sem avais e fianças evoluiu R$ 13,3 bilhões em relação a março de 2011, alcançando R$ 317,0 bilhões, enquanto o saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa aumentou R$ 1,5 bilhão, atingindo R$ 23,8 bilhões. A proporção do saldo de provisões frente à carteira de crédito manteve-se praticamente estável, passando de 7,3% para 7,5%. Índice de Inadimplência (90 dias) 8,1% 5,3% 3,1% 8,0% 7,4% 5,9% 6,7% 6,3% 6,0% 5,6% 5,8% 5,7% 5,8% 4,1% 4,0% 4,8% 4,6% 4,2% 4,2% 4,2% 4,5% 3,3% 3,2% 3,1% 3,5% 2,8% 2,9% jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Pessoas Físicas Total Pessoas Jurídicas O índice de inadimplência total (operações de crédito com atraso superior a 90 dias) atingiu 4,5% em junho de 2011, crescendo 0,3 ponto percentual em relação a março de 2011 e reduzindo 0,1 ponto percentual em relação a junho de O principal crescimento de inadimplência foi verificado no segmento de micro e pequenas empresas. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 10

13 Análise do Resultado Itaú Unibanco Holding S.A.

14 Análise do Resultado Margem Financeira Gerencial Nossa margem financeira gerencial totalizou R$ milhões no segundo trimestre de 2011, esse montante corresponde a um aumento de R$ 215 milhões em relação ao primeiro trimestre de Com relação ao primeiro semestre de 2011, houve crescimento de 12,8% quando comparado com igual período de A seguir, destacamos os principais componentes que contribuíram para as variações entre o segundo trimestre e o primeiro trimestre de 2011: R$ milhões 2º T/11 1º T/11 1ºS/11 1ºS/10 Variação 2º T/11 1º S/11 1º T/11 1º S/10 Com Clientes ,3% ,6% Sensíveis à Taxa de Juros ,3% ,6% Sensíveis a Spreads ,2% ,0% Com o Mercado (245) -26,2% (285) -14,9% Total ,8% ,8% Margem Financeira com Clientes A margem financeira gerencial das operações realizadas com clientes decorre da utilização de produtos e serviços financeiros por nossos clientes correntistas e não correntistas. No segundo trimestre de 2011, a margem com clientes totalizou R$ milhões, o que corresponde a um aumento de 4,3 % em relação ao período anterior, alinhado ao aumento verificado em nossa carteira de crédito. Para permitir uma análise mais detalhada da margem, segregamos abaixo as operações em dois grupos distintos: o da margem financeira das operações sensíveis à variação da taxa de juros e o da margem das operações sensíveis à variação dos spreads. Em seguida, comentamos a evolução da margem financeira com clientes em curso normal, bem como os efeitos decorrentes das variações no mix da carteira e na composição das safras de originação que contribuem para a margem. Operações Sensíveis a Spreads Nossa margem financeira das operações sensíveis a spreads atingiu R$ milhões no período, o que corresponde a um aumento de 4,2% ou R$ 380 milhões em relação ao trimestre anterior. Este acréscimo deveu-se basicamente ao crescimento do saldo médio das operações de crédito. Taxa Anualizada das Operações Sensíveis a Spreads R$ milhões 2ºT/11 1ºT/11 Variação 2ºT/11-1ºT/11 Saldo Médio ,2% Margem Financeira ,2% Taxa Anualizada 11,7% 11,9% -0,2 p.p. Operações Sensíveis à Variação na Taxa de Juros 12,9% 13,3% 13,0% 13,3% 12,5% 12,7% 11,9% 11,7% Nossa margem financeira das operações sensíveis à variação da taxa de juros somou R$ milhões no trimestre, o que corresponde a um aumento de 4,3% ou R$ 79 milhões em relação ao trimestre anterior, influenciado basicamente pelo aumento da taxa básica da economia, a SELIC, parcialmente compensada pela redução no saldo médio destas operações. Taxa Anualizada das Operações Sensíveis à Variação na Taxa de Juros 2ºT/11 1ºT/11 R$ milhões Variação 2ºT/11-1ºT/11 Saldo Médio (1.228) -1,8% Margem Financeira ,3% Taxa Anualizada 11,2% 10,6% 0,8 p.p. 8,7% 8,3% 8,1% 8,9% 10,4% 10,3% 10,6% 11,2% 3º T/09 4º T/09 1º T/10 2º T/10 3º T/10 4º T/10 1º T/11 2º T/11 Margem Financeira com o Mercado A margem financeira das operações realizadas com o mercado decorre basicamente das operações da tesouraria. No trimestre, a margem financeira das operações realizadas com o mercado somou R$ 690 milhões, apresentando redução de R$ 245 milhões decorrente, basicamente, do menor resultado das posições proprietárias. 3º T/09 4º T/09 1º T/10 2º T/10 3º T/10 4º T/10 1º T/11 2º T/11 Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 12

15 Análise do Resultado Margem Financeira Gerencial com Clientes Em função das variações descritas anteriormente, nossa Net Interest Margin NIM, taxa anualizada da margem financeira gerencial com clientes, que não considera a margem financeira com o mercado, atingiu 11,6% no segundo trimestre de 2011, praticamente estável em relação à taxa do trimestre anterior. Considerando a elevação da despesa com a provisão para crédito de liquidação duvidosa, líquida da recuperação de operações anteriormente baixadas como prejuízo, a taxa NIM ajustada atingiu 7,8%, apontando uma redução de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. Saldo Médio Margem Financeira R$ milhões (*) Disponibilidades + Depósitos Interfinanceiros + Títulos e Valores Mobiliários (-) TVM Vinculados a Compromissos de Recompra (-) Instrumentos Financeiros Derivativos (-) Recursos Garantidores das Provisões Técnicas de PGBL/VGBL (-) Operações Sensíveis à Variação na Taxa de Juros. (**) Líquido das aplicações compulsórias (Banco Central). Obs.: spread é obtido pela aplicação dos ativos menos o custo de oportunidade anualizado. CDI (a.a.) Saldo Médio Margem Financeira CDI (a.a.) Saldo Médio Margem Financeira Depósitos à Vista + Floatings (-) Depósitos Compulsórios (10.769) (11.194) (10.969) Passivos Contingentes (-) Depósitos em garantia de Passivos Contingentes Obrig. Fiscais e Previdenciárias (-) Depósitos em Garantia de Obrig. Fiscais e Previdenciárias Capital de Giro (Patrimônio Líquido + Minoritários Ativo Permanente Capital Alocado às Operações com o Mercado (Tesouraria)) (-) Créditos Tributários (26.196) (25.759) (25.989) Operações Sensíveis à Variação na Taxa de Juros Realizadas com Clientes (A) ,2% ,6% ,0% Saldo Médio 2º T/11 1º T/11 1º S/11 Margem Spread Financeira (a.a.) Saldo Médio Margem Spread Financeira (a.a.) Saldo Médio CDI (a.a.) Margem Spread Financeira (a.a.) Disponibilidades + Depósitos Interfinanceiros + TVM (*) Relações Interfinanceiras e Interdependências (**) Operações de Crédito, Arrendamento e Outros Créditos (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) (23.007) (22.129) (22.677) Operações Sensíveis a Spreads (B) ,7% ,9% ,7% Net Interest Margin Margem Financeira com Clientes (C = A+B) ,6% ,7% ,6% Desp. de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (5.107) (4.380) (9.487) Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo (E) Net Interest Margin após Provisões para Risco de Crédito (F = C+D+E) ,8% ,2% ,0% Net Interest Margin com Clientes e Net Interest Margin com Clientes após Provisões para o Risco de Crédito 12,2% 12,5% 12,1% 12,6% 12,2% 12,2% 11,7% 11,6% 7,4% 8,2% 8,2% 8,7% 8,7% 9,3% 8,2% 7,8% 3º T/09 4º T/09 1º T/10 2º T/10 3º T/10 4º T/10 1º T/11 2º T/11 NIM com clientes NIM com clientes após Provisões para Risco de Crédito Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 13

16 Análise do Resultado Aspectos Complementares da Análise da Margem Financeira com Clientes (A) NIM de Créditos em Curso Normal As operações em curso normal são aquelas cujos pagamentos feitos pelos clientes estão em dia, sem qualquer atraso. As operações em curso anormal são aquelas que estão em atraso a partir de um dia e incluem produtos de renegociação de crédito. A taxa anualizada da margem financeira gerencial com clientes em curso normal atingiu 11,3% no segundo trimestre de 2011, o que corresponde a um crescimento de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. A correspondente elevação de nossa carteira em curso anormal se reflete em nossos resultados na medida em que a margem financeira em curso anormal decorre de critério de apropriação de receita diferente de nossa margem em curso normal. Para as operações com atrasos superiores a 60 dias, não reconhecemos as receitas financeiras pelo regime de competência. (B) Evolução do mix da Carteira de Crédito (sem avais e fianças) Apresentamos o mix de nossa carteira de crédito, destacando os principais componentes e sua participação nos últimos trimestres. O mix de nossa carteira de crédito vem se alterando ao longo do tempo. Quando comparamos nossa carteira em 30 de junho de 2011 com as posições dos últimos dois trimestres desde 31 de dezembro de 2010, podemos observar que a dinâmica do mix reduz o crescimento das margens no 1º trimestre e acelera o crescimento no 2º trimestre, fazendo com que as variações se compensassem no primeiro semestre deste ano e neutralizassem os efeitos decorrentes da variação do nosso mix de crédito, como pode ser observado nos gráficos a seguir: 9,0% 9,1% 9,4% 9,5% 9,9% 10,5% 6,4% 6,3% 6,1% 5,8% 6,5% 7,1% 10,8% 10,8% 10,5% 11,2% 10,8% 10,9% 21,6% 21,1% 20,7% 20,4% 19,7% 19,0% 26,6% 26,6% 26,8% 26,0% 25,9% 25,4% 25,7% 26,2% 26,6% 27,1% 27,2% 27,2% mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Micro, Pequenas e Médias Grandes Empresas Veículos Cartão de Crédito Crédito Pessoal Outros (C) Carteira de Crédito por Período de Contratação No gráfico a seguir, apresentamos a evolução de nossa carteira de crédito sem avais e fianças por período de contratação ,5% 25,7% 12,0% 36,9% ,7% 10,6% 12,4% 5,6% 8,4% 11,8% 14,5% 33,7% ,9% 4,6% 6,6% 9,8% 10,7% 11,4% 36,4% Jun/10 Mar/11 Jun/11 2T11 1T11 4T10 3T10 2T10 1T Demais As contratações seguem ritmo razoavelmente constante, em termos proporcionais, a cada trimestre. Além disso, dado o perfil de duração dos nossos diversos produtos de crédito, a composição das safras de contratação também apresentou perfil constante nos últimos períodos. Em 30 de junho de 2011, o saldo da carteira de crédito era formado por 47,8% provenientes das safras de 2011, 31,7% de 2010, 9,9% de 2009 e 10,6% de anos anteriores. Vê-se, portanto, que as operações originadas no ano de 2009, com spreads mais elevados, já representam uma parcela pequena do portfólio e que as contratações de créditos ocorridas durante o ano de 2010, com spreads mais baixos, não causaram impacto relevante em nossa NIM com clientes durante os últimos trimestres. Além disso, as operações contratadas a partir do início de 2011 representam 47,8% do portfólio. Vale ressaltar que nossas demais originações (anteriores a 2008) correspondem em grande parte às operações de veículos e crédito imobiliário que possuem maior prazo médio de vencimento, permanecendo por mais tempo em nossa carteira de crédito. A análise apresentada indica para o segundo trimestre de 2011 a retomada dos spreads em nossas operações de curso normal associada à maior neutralidade do mix e à redução da relevância de nossas safras antigas T/10 2 T/10 3 T/10 4 T/10 1 T/11 2 T/11 Margem com Clientes - Ajustada ao Mix de Crédito de Junho de 2011 Margem com Clientes Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 14

17 Análise do Resultado Receitas de Prestação de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias Variação R$ milhões 2º T/11 1º T/11 1º S/11 1º S/10 2º T/11 1º T/11 1º S/11 1º S/10 Administração de Recursos ,3% 80 6,7% Serviços de Conta Corrente ,9% 5 0,4% Operações de Crédito e Garantias Prestadas ,2% ,2% Serviços de Recebimentos (29) -8,9% (8) -1,3% Cartões de Crédito ,7% ,0% Outros ,6% ,7% Total ,6% ,1% No segundo trimestre de 2011 as receitas de prestação de serviços, incluindo as rendas de tarifas bancárias, alcançaram R$ milhões, indicando crescimento de 4,6% em relação ao primeiro trimestre. No primeiro semestre de 2011 nossas receitas de serviços e tarifas bancárias evoluíram 11,1% quando comparadas ao mesmo período do ano anterior. Administração de Recursos As receitas de administração de recursos somaram R$ 638 milhões no trimestre, evolução de 0,3% quando comparadas ao período anterior. O total de ativos sob administração somou R$ milhões ao final de junho de Serviços de Conta Corrente As receitas decorrentes dos serviços de conta corrente atingiram R$ 598 milhões no segundo trimestre registrando crescimento de 3,9% em relação ao período anterior principalmente pela melhora na eficiência de cobrança de tarifas com reduções dos totais de isenções e de descontos comerciais e pelos reajustes de preços em pacotes de serviços neste trimestre. Operações de Crédito e Garantias Prestadas As receitas de operações de crédito e garantias prestadas continuaram a crescer e evoluíram 6,2% no segundo trimestre em relação ao período anterior, totalizando R$ 827 milhões. O crescimento destas receitas deve-se principalmente a maior quantidade de operações de financiamento de veículos para pessoas físicas em relação ao primeiro trimestre de 2011, impactado pelo sazonal aumento do número de contratações em relação ao período anterior. Serviços de Recebimentos No segundo trimestre deste ano, as receitas relacionadas aos serviços de recebimento diminuíram 8,9% em relação ao trimestre anterior, devido à redução nas rendas de cobrança, principalmente em cobrança eletrônica. Cartões de Crédito As receitas com cartões de crédito totalizaram R$ milhões no segundo trimestre de 2011, apresentando crescimento de 6,7% em relação ao período anterior, influenciadas, principalmente, pelas maiores receitas de interchange, anuidades e aluguel de equipamentos POS neste período. Outros R$ milhões 2º T/11 1º T/11 Variação Serviços de Câmbio Rendas de Corretagem e Colocação de Títulos Rendas de Serv. Custódia e Adm. de Carteiras (4) Serviços de Assessoria Econômica e Financeira Outros Serviços Total Houve crescimento das receitas com serviços de assessoria econômica e financeira, ocasionada pela maior atividade das áreas Corporate e Banco de Investimento. Receitas de Prestação de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias No primeiro semestre de 2011, as receitas de prestação de serviços e rendas de tarifas bancária evoluíram 11,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A mesma tendência é observada quando comparamos os valores acumulados dos últimos doze meses com o mesmo período imediatamente anterior, em que se verifica um crescimento de 10,7%. No segundo trimestre de 2011, a relação entre o total de receitas de prestação de serviços e rendas de tarifas bancárias e o produto bancário que considera além destas receitas, a margem financeira gerencial, a receita de operações com seguros, previdência e capitalização e outras receitas operacionais atingiu 26,0% e evoluiu 0,5 ponto percentual em relação ao período anterior. Este índice tem apresentado valores entre 25% e 26% durante os últimos trimestres, principalmente pela evolução consistente das receitas de serviços e tarifas bancárias, o gráfico a seguir demonstra o histórico trimestral das receitas de serviços e sua relação com nosso produto bancário R$ milhões ,5% 24,8% 25,6% 25,8% 26,3% 25,3% 25,5% 26,0% 3ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 Receitas de Prestação de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias Receitas de Prestação de Serviços e Rendas de Tarifas Bancárias/Produto Bancário Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 15

18 Análise do Resultado Resultado de Perdas com Créditos 2º T/11 1º T/11 1º S/11 1º S/10 2º T/11-1º T/11 Variação 1º S/11-1º S/10 R$ milhões Despesa de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (5.107) (4.380) (9.487) (7.765) (727) 16,6% (1.723) 22,2% Receita de Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo ,4% ,7% Resultado de Créditos de Liquidação Duvidosa (3.715) (3.173) (6.888) (5.980) (542) 17,1% (908) 15,2% O resultado de créditos de liquidação duvidosa totalizou R$ milhões no segundo trimestre de A despesa com provisão para créditos de liquidação duvidosa alcançou R$ milhões no período, com acréscimo de R$ 727 milhões em relação ao trimestre anterior. Importante notar que o aumento da inadimplência de curto prazo, medida da carteira com atrasos de 31 a 90 dias, observado no trimestre anterior levou a um aumento da carteira em atraso acima de 90 dias ao final do segundo trimestre de 2011 e afetou diversos indicadores de crédito, principalmente no segmento de micro e de pequenas empresas. O saldo da provisão complementar à mínima requerida pela resolução n o 2.682/99 do Conselho Monetário Nacional mantevese em R$ milhões ao final do segundo trimestre de Ao dividirmos o saldo da provisão complementar pela carteira de crédito, a relação se reduz de 1,7% para 1,6%, uma vez que a provisão manteve-se constante apesar do crescimento da carteira de crédito no trimestre. A receita de recuperação de créditos anteriormente baixados como prejuízo somou R$1.393 milhões no segundo trimestre, um acréscimo de R$185 milhões em relação ao primeiro trimestre de PDD e Carteira de Crédito 10,2% 7,6% ,8% 9,1% 8,6% 8,3% 7,5% 7,3% 7,5% 7,4% 6,7% 6,3% 6,1% 5,9% 5,7% 5,9% set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Despesa de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ,8% ,7% 1,5% 1,5% 1,5% 1,4% ,5% ,6% 3ºT/09 4ºT/09 1ºT/10 2ºT/10 3ºT/10 4ºT/10 1ºT/11 2ºT/11 Despesa de PDD (R$ milhões) Despesa de PDD / Carteira de Crédito (*) (*) Saldo médio da carteira de crédito considerando os dois últimos trimestres. A relação entre a despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa e a carteira de crédito atingiu 1,6% no segundo trimestre de 2011, crescendo 0,1 ponto percentual em relação ao patamar do trimestre anterior. Índices de Inadimplência e Nonperforming Loans R$ milhões 30/jun/11 31/mar/11 30/jun/10 Nonperforming Loans 60 dias (a) Inadimplência 90 dias (b) Carteira de Crédito (c) Índice NPL [(a)/(c)] (60 dias) 5,5% 5,3% 5,6% Índice de Inadimplência [(b)/(c)] (90 dias) 4,5% 4,2% 4,6% (a) Operações de crédito vencidas há mais de 60 dias e que não geram apropriação de receitas no regime de competência. (b) Operações de crédito vencidas há mais de 90 dias. (c) Não inclui avais e fianças. O índice de inadimplência total (operações de crédito em atraso superior a 90 dias) atingiu 4,5% em junho de 2011, aumentando em 0,3 ponto percentual em relação ao período anterior. O aumento da carteira em atraso no segmento de micro e pequenas empresas foi o principal responsável pela piora deste índice, como pode ser observado nos gráficos de indicadores de crédito demonstrados a seguir. As carteiras de pessoas físicas e de médias e grandes empresas continuam a apresentar níveis baixos de inadimplência vis-a-vis suas médias históricas. Saldo de Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (R$ milhões) Saldo da PDD Complementar modelo perda esperada (R$ milhões) Saldo da PDD Adicional modelo perda esperada + provisão anticíclica (R$ milhões) Saldo da PDD Específica + Genérica + Complementar / Carteira de Crédito Saldo da PDD Específica + Genérica / Carteira de Crédito Em junho de 2011, o saldo da carteira de crédito sem avais e fianças evoluiu R$ milhões em relação a março de 2011 alcançando R$ milhões, enquanto o saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa aumentou R$ milhões, atingindo R$ milhões. A proporção do saldo de provisões frente a carteira de crédito moveu-se de 7,3% para 7,5%. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 16

19 Análise do Resultado Índice de Inadimplência (acima de 90 dias) 8,1% 8,0% 7,4% 6,7% 6,3% 5,9% 5,3% 5,6% 6,0% 5,8% 5,8% 5,7% 4,8% 4,6% 4,5% 4,1% 4,0% 4,2% 4,2% 4,2% 3,1% 3,3% 3,2% 3,5% 2,8% 2,9% 3,1% Índice de Cobertura 90 dias O índice de cobertura da carteira com atrasos acima de 90 dias alcançou 166% em junho deste ano, influenciado pelo crescimento de 11,6% da carteira de crédito em atraso, principalmente no segmento de pessoas jurídicas. O saldo de provisão para créditos de liquidação duvidosa atingiu R$ milhões em junho, com aumento de 6,9% em relação ao período anterior. jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Pessoas Físicas Total Pessoas Jurídicas O gráfico acima apresenta as evoluções dos índices de inadimplência acima de 90 dias da carteira de crédito total, da carteira crédito para pessoas físicas e da carteira de crédito para pessoas jurídicas. O índice de inadimplência para pessoas físicas subiu 0,1 ponto percentual e atingiu 5,8% ao final do segundo trimestre de 2011, enquanto o índice da carteira para pessoas jurídicas subiu 0,4 ponto percentual, atingindo 3,5% em 30 de junho de Índice de Inadimplência (31 a 90 dias) 5,3% 3,4% 1,9% 4,7% 2,9% 1,5% 4,3% 2,7% 1,3% 13,4% 12,7% 11,7% 4,5% 2,9% 1,6% 4,2% 2,6% 1,3% 3,7% 2,4% 1,4% 11,2% 10,5% 9,6% 9,5% 3,7% 4,2% 2,3% 1,2% 2,9% 1,8% 4,1% 2,7% 1,5% jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Pessoas Físicas Total Pessoas Jurídicas Observamos, também, que houve redução de 0,2 pontos percentuais na inadimplência de curto prazo, medida de 31 a 90 dias de atraso. Esses índices de inadimplência diminuíram 0,1 ponto percentual entre as pessoas físicas e 0,3 ponto percentual entre as pessoas jurídicas. Índice de Inadimplência (acima de 30 dias) 9,9% 9,9% 8,8% 8,8% 8,2% 7,8% 7,2% 6,6% 6,5% 7,1% 7,2% 173% 177% 189% 188% 196% 177% 173% 166% set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Obs.: O índice de cobertura é obtido através da divisão do saldo de provisão para créditos de liquidação duvidosa pelo saldo das operações vencidas há mais de 90 dias. Até set/10, o índice de cobertura considerava um adicional de provisão anticíclica. Carteira em Curso Anormal A carteira em curso anormal vencida há mais de 15 dias apresentou crescimento de 6,1% no segundo trimestre, enquanto o saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa, conforme anteriormente salientado, apresentou evolução de 6,9% no mesmo período. R$ milhões 30/jun/11 31/mar/11 30/jun/10 Carteira em Curso Anormal Saldo de PDD Total (23.775) (22.239) (22.623) Cobertura (2.640) (2.654) 57 Obs.: Carteira em curso anormal são as operações de crédito com pelo menos uma parcela vencida há mais de 15 dias, independentemente da garantia. Write Off das Operações de Crédito O write off da carteira de crédito totalizou R$ milhões no segundo trimestre de 2011, apresentando uma redução de R$ 587 milhões em relação ao período anterior e redução de R$ 632 milhões em relação ao segundo trimestre de A relação entre as operações levadas a write off e o saldo médio da carteira de crédito alcançou 1,2% no segundo trimestre de 2011, com reduções de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 0,4 ponto percentual quando comparada ao mesmo período do ano anterior. R$ milhões 5,0% 5,6% 5,3% 4,9% 4,5% 4,2% 4,1% 4,8% 5,0% jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 Pessoas Físicas Total Pessoas Jurídicas 1,3% 1,8% 1,9% ' 1,6% 1,3% 1,2% 1,4% 1,2% O índice de inadimplência da carteira com atraso superior a 30 dias atingiu 7,2% em 30 de junho de 2011, apresentando aumento de 0,1 ponto percentual em relação ao final do trimestre anterior. 3ºT09 4ºT09 1ºT10 2ºT10 3ºT10 4ºT10 1ºT11 2ºT11 Write Off Write Off /Carteira de Crédito (*) (*) Saldo médio da carteira de crédito considerando os dois últimos trimestres. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 17

20 Análise do Resultado Despesas não Decorrentes de Juros Variação R$ milhões 2º T/11 1º T/11 1º S/11 1º S/10 2º T/11 1º T/11 1º S/11 1º S/10 Despesas de Pessoal (3.335) (3.243) (6.578) (5.896) (93) 2,9% (682) 11,6% Despesas Administrativas (3.422) (3.260) (6.682) (6.120) (162) 5,0% (562) 9,2% Despesas Operacionais (1.129) (1.105) (2.234) (1.472) (24) 2,2% (762) 51,8% Outras Despesas Tributárias (1) (84) (78) (162) (156) (6) 8,2% (5) 3,3% Total (7.971) (7.686) (15.657) (13.645) (285) 3,7% (2.012) 14,7% (1) Não inclui ISS, PIS e Cofins. As despesas não decorrentes de juros totalizaram R$ milhões no segundo trimestre de 2011, apresentando uma evolução de 3,7% em relação ao trimestre anterior, principalmente pelo aumento das despesas administrativas. Despesas de Pessoal Colaboradores (2) R$ milhões 2º T/11 1º T/11 Variação Remuneração (1.535) (1.519) (16) Encargos (492) (494) 2 Benefícios Sociais (369) (393) 23 Treinamento (68) (49) (19) Participação nos Resultados (529) (562) 32 Desligamentos e Processos Trabalhistas (342) (226) (116) Total (3.335) (3.243) (93) As despesas de pessoal totalizaram R$ milhões no segundo trimestre, com aumento de 2,9% em comparação ao período anterior, impactadas, basicamente, pelo crescimento das despesas com processos trabalhistas, devido à variação do custo médio, e ao aumento das despesas com desligamentos, relacionadas, principalmente, a reestruturação da área de crédito ao consumidor. O número de colaboradores passou de em março para em junho devido, principalmente, a reestruturação da área de crédito ao consumidor. Essa reestruturação teve como objetivo a integração dos sistemas e processos em uma única plataforma, capturando sinergias entre as estruturas operacionais e revisando a estratégia de alguns negócios. Como parte desta revisão, iniciamos a transferência de postos de trabalho das estruturas comerciais para os parceiros varejistas. Despesas Administrativas R$ milhões 2º T/11 1º T/11 Variação Processamento de Dados e Telecomunicações (892) (846) (47) Serviços de Terceiros (807) (718) (89) Instalações (535) (485) (50) Depreciação e Amortização (344) (338) (6) Propaganda, Promoções e Publicações (220) (217) (3) Transportes (144) (139) (5) Segurança (119) (121) 1 Materiais (111) (108) (3) Serviços do Sistema Financeiro (86) (130) 44 Viagens (46) (40) (6) Outras (116) (118) 2 Total (3.422) (3.260) (162) As despesas administrativas apresentaram crescimento de 5,0% entre os trimestres, impulsionadas pelo aumento das despesas com serviços de terceiros, relacionadas principalmente ao desenvolvimento de sistemas, pelo aumento das despesas com instalações, principalmente pelas maiores despesas com manutenção e conservação em função de reformas de agências para o novo padrão e atualização do mobiliário da administração central, bem como pela evolução das despesas com processamento de dados e telecomunicações, impactadas por projetos de tecnologia que estavam em negociação no primeiro trimestre Despesas Operacionais R$ milhões 2º T/11 1º T/11 Variação Provisão para Contingências (285) (277) (7) Comercialização Cartões de Crédito (448) (492) 45 Sinistros (155) (130) (24) Outras (242) (205) (37) Total (1.129) (1.105) (24) set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 (2) Para empresas sob controle do Itaú Unibanco, consideramos 100% do total de colaboradores. Para as empresas com controle compartilhado, consideramos 50% do total de colaboradores. Para empresas sem o controle do Itaú Unibanco, nenhum colaborador é considerado. No segundo trimestre as despesas operacionais foram impactadas, principalmente, pelo leve aumento de sinistros. Análise Gerencial da Operação Itaú Unibanco Holding S.A. 18

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