Como Fazer um Programa, simples, em OpenGL para Trabalhar com Iluminação (exemplo do site da Isabel Mansour)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Como Fazer um Programa, simples, em OpenGL para Trabalhar com Iluminação (exemplo do site da Isabel Mansour)"

Transcrição

1 Como Fazer um Programa, simples, em OpenGL para Trabalhar com Iluminação (exemplo do site da Isabel Mansour) 1) Crie um Programa Simples que desenhe qualquer sólido na Tela. Há um exemplo Há Novo na Página da Disciplina, com o nome OpenBásico-I. Este programa serve também como Partida Inicial para àqueles que ainda têm dúvidas de como começar um programa em OpenGL. 2) Crie uma Função chamada Iluminação e Ponha ela em qualquer lugar antes da main. As explicações são dadas a seguir: A estrutura do código para iluminação de uma cena, que pode ficar inteiramente dentro de uma única função de Iluminação, em OpenGL possui as seguintes módulos (partes): (1) Definição das Estruturas de Dados para os Tipos de Luz, Posição da Luz e Tipo de Brilho (2) Definição da Cor de Fundo e como será o sombreamento nos objetos da cena. (5)Faça as habilitações necessárias, incluindo uso de iluminação, número da Luz, e se vai querer o uso do Z-Buffer. (3)Definição das reflectâncias dos Materiais e Ativar os Tipos de Luzes que prefere. (4)Define Parâmetros para cada Luz de 0 a 7

2 A explicação de cada bloco é dada a seguir: (1) Exemplo: GLfloat luzambiente[4]={0.2,0.2,0.2,1.0}; GLfloat luzdifusa[4]={0.7,0.7,0.7,1.0}; // "cor" GLfloat luzespecular[4]={1.0, 1.0, 1.0, 1.0};// "brilho" GLfloat posicaoluz[4]={0.0, 50.0, 50.0, 1.0}; Aqui, foram definidos três tipos de iluminação: ambiente, difusa e especular. Cada uma é um vetor R, G, B, A; ou seja, a luz que será utilizada de cada um desses tipos é uma combinação RGB. Note que a luz ambiente foi definida como sendo R = G = B = 0.2, para simular uma luz ambiente cinzenta, bem fraquinha. O Alfa, A = 1.0, significa que não há fog. A posição onde ficará essa luz está no vetor posicaoluz, e representa um ponto no espaço tridimensional (x, y, z). Despreze o quarto valor. GLfloat especularidade[4]={1.0,1.0,1.0,1.0}; GLint especmaterial = 60; Aqui, o primeiro vetor define o quanto especular será o material renderizado. Lembre que uma reflexão especular é aquela que inside em um ponto e se espalha em uma única direção. Ao contrário da difusa que se espalha em todas as direções. Portanto, uma reflexão especular depende da posição do observador. Uma vez que a reflexão é 3D (uma para cada direção), somente os três primeiros valores são considerados. Finalmente, a intensidade da reflexão do material é definida por especmaterial, nesse caso, 60. (2) Exemplo: // Especifica que a cor de fundo da janela será preta glclearcolor(0.0f, 0.0f, 0.0f, 1.0f); Aqui, essa função define de que cor será o fundo da cena. // Habilita o modelo de colorização de Gouraud glshademodel(gl_smooth); Essa função é interessante. Ela define como você quer que a luz se espalhe sobre o material. Por exemplo, lembre-se que os objetos renderizados são malhas triangulares. Então, cada triângulo possui a sua cor. De acordo com o ângulo de incidência da luz, ela pode insidir somente parte (se insidir inclinada) ou toda (se insidir 90 draus). Então, se o objeto for redondo, a luz vinda de um ponto, inside com diferentes intensidades em cada ponto do objeto, uma vez que o ângulo que o atinge varia. Mas, de acordo com a teoria vista em

3 sala, existem 2 maneiras de simular essa incidência: Gouhaud e Phong. Em OpenGL, GL_SMOOTH é o modelo de Gouhaud. Mas, se quiser que nào haja nenhum desses efeitos, e que simplesmente cada ponto de cada triângulo dependa somente da direção e intensidade da luz incidente, use GL_FLAT. Faça o teste com os dois e veja a diferença. (3) Exemplo // Define a refletância do material glmaterialfv(gl_front,gl_specular, especularidade); // Define a concentração do brilho glmateriali(gl_front,gl_shininess,especmaterial); No item (1) foram definidos os valores de iluminação e reflectância que serão usados. Aqui, eles são definidos explicitamente, através da função glmaterial. O argumento GL_FONT diz para renderizar somente as partes frontais. GL_BACK diz para renderizar as partes internar (objeto vazado, por exemplo). Se quiser renderizar tudo, faça GL_FONT_BACK. O segundo argumento, informa que a reflectância da matarial é em uma única direção, como um espelho, por exemplo. Por isso é usado o argumento GL_SPECULAR e depois GL_SHININESS. Finalmente, o argumento especularidade é o vetor definido em (1) e especmaterial é a variável definida também em (1). (4) Exemplo: gllightfv(gl_light0, GL_AMBIENT, luzambiente); gllightfv(gl_light0, GL_DIFFUSE, luzdifusa ); gllightfv(gl_light0, GL_SPECULAR, luzespecular ); gllightfv(gl_light0, GL_POSITION, posicaoluz ); Aqui, finalmente definimos quantos spots de luz iremos usar. Em OPenGL, podese usar até 8, GL_LIGHT0 a GL_LIGHT7. A função gllightfv define os parâmetros de cada spot. O primeiro argumento é o próprio spot usado, o segundo é que tipo de luz será usado e o terceiro é o vetor de luz correspondente, definida em (1). Assi, as três primeiras chamadas da função gllightfv define que o spot LIGHT0 será uma mistura de luz ambiente, difusa e especular (uma salada que deixa realista). Embora a difusa e a especular sejam antagônicas, é interessante ver esse efeito misturado. A quarta chamada da função gllightfv diz apenas que o spot de Luz GL_LIGHT0 ficará na posição indicada pelo vetor posicaoluz, definido em (1). (5) Exemplo: glenable(gl_color_material); glenable(gl_lighting);

4 glenable(gl_light0); glenable(gl_depth_test); Uma vez todas as luzes tenham sido definidas, ainda temos que habilitar. Isso é para que possamos ter vários tipos de spots de luz que podemos controlar habilitando e desabilitando rapidamente. Assim, chamamos 4 vezes a função glenable com o argumento correspondente: (a) GL_COLOR_MATERIAL: Habilita a definição da cor do material a partir da cor corrente (b) GL_LIGHTING: Habilita o uso de iluminação (c) GL_LIGHT0: Habilita o uso de iluminação A última habilitação glenable(gl_depth_test) permite finalmente habilitar a técnica do Z-Buffer. EXERCÍCIOS (1) Que efeito acontece se compararmos os sombreamentos de Guhaud e Flat? (2) Modifique a posição da Luz de frontal, como está sugerindo no vetor posição luz, para lateral e descreva sucintamente o efeito que gerou. (3) Use 2 spots de luz, um voltado para a alça do Tepot e outro voltado para o bico, produzindo os efeitos a seguir para spots em posições infinitas e finitas:

5

Computação Gráfica - 13

Computação Gráfica - 13 Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 13 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

8. Síntese de Imagens: Cálculo de Cor

8. Síntese de Imagens: Cálculo de Cor 8. Síntese de Imagens: Cálculo de Cor O processo de determinar a aparência (ou seja, a textura e a cor) das superfícies visíveis é chamado de shading. Essa aparência da superfície depende das propriedades

Leia mais

Iluminando o Cenário

Iluminando o Cenário Iluminando o Cenário O realismo da cena é reforçada pela iluminação; A iluminação dos objetos cria a ilusão de volume: http://mech.fsv.cvut.cz/~dr/papers/habil/node51.html Fundamentos: Fisicamente: a percepção

Leia mais

Iluminação em OpenGL. André Tavares da Silva.

Iluminação em OpenGL. André Tavares da Silva. Iluminação em OpenGL André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Iluminação em OpenGL Assume fontes pontuais de luz Omnidirecionais: todas as direções. Ex. : sol (direcional), luz incandescente (pontual);

Leia mais

Paulo Sérgio Rodrigues. Exercícios de Laboratório

Paulo Sérgio Rodrigues. Exercícios de Laboratório Paulo Sérgio Rodrigues Exercícios de Laboratório Iluminação São Bernardo do Campo, SP Abril de 2010 Iluminação Como é possível observar na Fig. 1, a imagem gerada não possui uma qualidade satisfatória.

Leia mais

Iluminaçao. Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido.

Iluminaçao. Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido. Iluminaçao Os modelos de Iluminação são técnicas usadas para calcular a intensidade da cor de um ponto a ser exibido. Também chamados modelos de reflexão, utilizam: a cor do objeto a cor da luz a posição

Leia mais

Iluminação e sombreamento

Iluminação e sombreamento OpenGL Iluminação e sombreamento Sombreamento OpenGL calcula a cor de cada pixel e parte disso depende de qual é a iluminação usada no cenário e de como os objetos no cenário refletem ou absorvem a luz

Leia mais

Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering

Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering VI / CG 2012/2013 Beatriz Sousa Santos, J. Madeira 1 As imagens realistas obtêm-se : usando projecções perspectivas da cena aplicando efeitos de iluminação

Leia mais

Iluminação (lighting) e Sombreamento (shading)

Iluminação (lighting) e Sombreamento (shading) Iluminação (lighting) e Sombreamento (shading) Cap 16: Foley Cap 5: OpenGL Aula 11: Notas do Dave Revisão Coordenadas padrão Ponto Coordenadas da janela Matriz Modelview Transformação p/ Viewport Coordenadas

Leia mais

FCG2006 Prova sobre OpenGL e Rastreamento de Raios

FCG2006 Prova sobre OpenGL e Rastreamento de Raios FCG2006 Prova sobre OpenGL e Rastreamento de Raios Aluno(a): matrícula: 1. O programa SimpleLight.c mostrado no Quadro 1 produz a janela mostrada na Figura 1. A partir do código, calcule coordenadas na

Leia mais

Computação Gráfica. Modelo de sombreamento Determina como o modelo de iluminação será aplicado e quais seus argumentos

Computação Gráfica. Modelo de sombreamento Determina como o modelo de iluminação será aplicado e quais seus argumentos Computação Gráfica Iluminação Prof. Rodrigo Rocha Prof.rodrigorocha@yahoo.com Introdução Determinação da cor envolve Além das propriedades da superfícies Cor, textura, material,... Incidência da luz Shading

Leia mais

Iluminação. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com) Fonte: Material do Prof. Claudio Esperança e do Prof. Paulo Roma Cavalcanti

Iluminação. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com) Fonte: Material do Prof. Claudio Esperança e do Prof. Paulo Roma Cavalcanti Iluminação Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com) Fonte: Material do Pro. Claudio Esperança e do Pro. Paulo Roma Cavalcanti Iluminação Estudo de como a luz interage com objetos de uma cena Emissão

Leia mais

Modelos de Iluminação

Modelos de Iluminação Universidade Católica de Pelotas Centro Politécnico Modelos de Iluminação por Flávia Santos Computação Gráfica Prof. Dr. Paulo Roberto Gomes Luzzardi Universidade Católica de Pelotas Centro Politécnico

Leia mais

OpenGL. http://www.opengl.org. Alberto B. Raposo

OpenGL. http://www.opengl.org. Alberto B. Raposo OpenGL http://www.opengl.org Alberto B. Raposo OpenGL: o que é? API Interface para programador de aplicação Aplicação API abstrata API Hardware & Software Dispositivo de saída Dispositivo de entrada Por

Leia mais

Computação Gráfica 3D Studio Max 2008.1 www.damasceno.info Prof.: Luiz Gonzaga Damasceno

Computação Gráfica 3D Studio Max 2008.1 www.damasceno.info Prof.: Luiz Gonzaga Damasceno 10 Iluminação e Sombras Lembre-se que iluminar é estabelecer uma relação entre luz e sombras. Se o ambiente estiver muito claro pode destruir áreas importantes de sombras. Este Tutorial mostra como simular

Leia mais

n À primeira vista: basta desenhar n Uma subrotina para desenhar cada tipo de objeto n Mas... n Como fazer interação? n Como estruturar a cena?

n À primeira vista: basta desenhar n Uma subrotina para desenhar cada tipo de objeto n Mas... n Como fazer interação? n Como estruturar a cena? Programação Gráfica Computação Gráfica OpenGL Renato Ferreira À primeira vista: basta desenhar Uma subrotina para desenhar cada tipo de objeto Mas... Como fazer interação? Como estruturar a cena? Como

Leia mais

Cenários 3D Interativos com Software Livre

Cenários 3D Interativos com Software Livre Liliane dos Santos Machado 1 Ronei Marcos de Moraes 2 Resumo: Com a evolução tecnológica e o surgimento da realidade virtual, observa-se o desenvolvimento de sistemas gráficos cada vez mais realistas.

Leia mais

Tópico: A Terceira Dimensão (Conceitos Básicos)

Tópico: A Terceira Dimensão (Conceitos Básicos) Tópico: A Terceira Dimensão (Conceitos Básicos) Computação gráfica tridimensional Modelagem tridimensional Elaboração de imagens tridimensionais Realidade virtual Formatos tridimensionais: DXF, padrão

Leia mais

CG 2013/2014 Primeiro Teste LEIC Alameda/Taguspark

CG 2013/2014 Primeiro Teste LEIC Alameda/Taguspark Computação Gráfica Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda / Taguspark Primeiro Teste 6 de Outubro de 013 O teste tem a duração de 1h00, tolerância incluída. Responda às questões

Leia mais

Modelos de Iluminação

Modelos de Iluminação C A P Í T U L O 4 Modelos de Iluminação Um modelo de iluminação é um conjunto de equações que determinam quantitativamente qual é a cor sobre um ponto da superfície de um objeto em função das propriedades

Leia mais

Computação Gráfica. Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda / Taguspark. Exame de Recurso 29 de Junho de 2011

Computação Gráfica. Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda / Taguspark. Exame de Recurso 29 de Junho de 2011 Computação Gráfica Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda / Taguspark Exame de Recurso 29 de Junho de 211 O exame tem a duração de 2h3, tolerância incluída. Responda às questões

Leia mais

Dicas de uso - Render Up (versão 3.6.7 ou superior)

Dicas de uso - Render Up (versão 3.6.7 ou superior) Dicas de uso - Render Up (versão 3.6.7 ou superior) Desenvolvido por: Procad Softwares para Layout Rua dos Cinamomos - 517 - Cinqüentenário CEP 95012-140 - Caxias do Sul - RS Brasil Fone/Fax: 54 3209 9200

Leia mais

Introdução Programando com OpenGL Exemplos. O que é OpenGL? [1]

Introdução Programando com OpenGL Exemplos. O que é OpenGL? [1] Sumário ao OpenGL Exemplos Leandro Tonietto Processamento Gráfico / Computação Gráfica Jogos Digitais ltonietto@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto Mar-2008 Alguns slides são provenientes

Leia mais

A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia

A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia ILUMINAÇÃO A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia a luz vem de várias fontes; tem muitas qualidades; características que afetam todo o processo. A LINGUAGEM DA LUZ Fotografia Medíocre X Fotografia Grandiosa Depende

Leia mais

Iluminação. André Tavares da Silva. Capítulo 14 de Foley Capítulo 7 de Azevedo e Conci

Iluminação. André Tavares da Silva. Capítulo 14 de Foley Capítulo 7 de Azevedo e Conci Iluminação André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Capítulo 14 de Foley Capítulo 7 de Azevedo e Conci Introdução Roteiro Modelos de Iluminação Luz Ambiente; Reflexão Difusa; Atenuação Atmosférica;

Leia mais

Cap.6 Iluminação Engenharia Informática (5385) - 2º ano, 2º semestre 1

Cap.6 Iluminação Engenharia Informática (5385) - 2º ano, 2º semestre 1 Cap.6 Iluminação Engenharia Informática (5385) - 2º ano, 2º semestre 1 Motivação Modelo de Iluminação = aproximação da iluminação do mundo real wireframe Sensação da 3-dimensionalidade, percepção da profundidade

Leia mais

Dicas de uso - Render Up

Dicas de uso - Render Up Dicas de uso - Render Up (versão 3.6.7 ou superior) Desenvolvido por: Promob Software Solutions Rua dos Cinamomos - 517 - Cinquentenário CEP 95012-140 - Caxias do Sul - RS Brasil Fone/Fax: 54 3209 9200

Leia mais

1 - No painel Create, sub-painel Systems, Ative o botão Sunlight.

1 - No painel Create, sub-painel Systems, Ative o botão Sunlight. Sistema Luz Solar Deixamos para criar a luz do Sol no final da iluminação, porque como o sistema de Sunlight, exige um tempo considerável de cálculo para ser renderizado, agilizaria todo o processo. 1

Leia mais

Render com Ambient Occlusion (3dsmax e Mental Ray) Filipe Costa Luz (MovLab)

Render com Ambient Occlusion (3dsmax e Mental Ray) Filipe Costa Luz (MovLab) Render com Ambient Occlusion (3dsmax e Mental Ray) Filipe Costa Luz (MovLab) Este tutorial visa explorar as técnicas de render para simular a luz exterior (Fake Global Illumination) em Mental Ray, com

Leia mais

Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering. Beatriz Sousa Santos, J. Madeira

Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering. Beatriz Sousa Santos, J. Madeira Modelos de Iluminação Métodos de surface-rendering Beatriz Sousa Santos, J. Madeira 1 As imagens realistas obtêm-se : usando projecções perspectivas da cena aplicando efeitos de iluminação naturais às

Leia mais

Modelos de Iluminação Locais

Modelos de Iluminação Locais Modelos de luminação Locais Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e nterfaces 1 Modelos de luminação Locais Os modelos de iluminação expressam as componentes de iluminação que definem a intensidade de

Leia mais

Cap. 7 Coloração (Shading) e Iluminação Global

Cap. 7 Coloração (Shading) e Iluminação Global Cap. 7 Coloração (Shading) e Iluminação Global Engenharia Informática (5385) - 2º ano, 2º semestre Revisão sobre Modelos de Iluminação Dependentes da Luz Modelos dependentes da luz Ambiente Normais à superfície

Leia mais

Tamanho da arte. Margens. O que é Sangra? Caixa de informações

Tamanho da arte. Margens. O que é Sangra? Caixa de informações Tamanho da arte O site disponibiliza para download os Arquivos padrão, que são arquivos modelo para auxiliar a confecção do seu material. Eles possuem margens predefinidas e tamanho adequado ao tipo de

Leia mais

Laboratório Virtual Kit Óptico

Laboratório Virtual Kit Óptico Laboratório Virtual Kit Óptico Reflexão A luz nem sempre se propaga indefinidamente em linha reta: em algumas situações eles podem se quebrar, como acontece quando um espelho é colocado em seu caminho.

Leia mais

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma.

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA CURSO DE FÍSICA LABORATÓRIO ÓPTICA REFLEXÃO E REFRAÇÃO OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a

Leia mais

Realidade Aumentada. Introdução. Sumário da Apresentação. Realidade Aumentada 28/08/2013. Prof. Sementille 1

Realidade Aumentada. Introdução. Sumário da Apresentação. Realidade Aumentada 28/08/2013. Prof. Sementille 1 Realidade Aumentada 2. Ferramentas para Desenvolvimento de Aplicações de Realidade Aumentada Prof. Dr. Antonio Carlos Sementille Sumário da Apresentação Visão geral da hierarquia das principais ferramentas

Leia mais

1º Teste Computação Gráfica

1º Teste Computação Gráfica 1º Teste Computação Gráfica LEIC-Tagus/LERCI Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Brisson Lopes 23 de Abril de 25 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O Teste

Leia mais

Modelo gráfico do VTK: fundamentos e aplicações

Modelo gráfico do VTK: fundamentos e aplicações Modelo gráfico do VTK: fundamentos e aplicações J. Barbosa J. Tavares 1 Visualização Científica Modelo gráfico do VTK Principais classes do modelo gráfico do VTK: Render Window Renderer Light Camera Actor

Leia mais

Modelos de Iluminação e Reflexão

Modelos de Iluminação e Reflexão Modelos de Iluminação e Reflexão Edward Angel, Cap. 6 Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 1 Na última aula... Recorte 2D Cyrus-Beck Sutherland-Hodgman Recorte 3D Sumário Iluminação

Leia mais

Computação Gráfica 3D Studio Max 2008.1 www.damasceno.info Prof.: Luiz Gonzaga Damasceno

Computação Gráfica 3D Studio Max 2008.1 www.damasceno.info Prof.: Luiz Gonzaga Damasceno 10.8 Parâmetros de Sombras Os parâmetros Bias, Size e Sample Range ajudam a controlar as sombras do tipo Shadow Map, que se destacam dos objetos, aparecendo borradas ou com falta de nitidez. 1 - Bias é

Leia mais

Animação e Visualização Tridimensional

Animação e Visualização Tridimensional Animação e Visualização Tridimensional Mestrado em Engenharia Informática e de Computadores Alameda º mini-teste 22 de Outubro de 204 O mini-teste tem a duração máxima de 45 minutos, tolerância incluída.

Leia mais

OpenGL. Parte I: Geometria. Waldemar Celes Departamento de Informática Tecgraf/PUC-Rio

OpenGL. Parte I: Geometria. Waldemar Celes Departamento de Informática Tecgraf/PUC-Rio OpenGL Parte I: Geometria Waldemar Celes Departamento de Informática Tecgraf/PUC-Rio API OpenGL: : o que é? Interface para programador de aplicação Aplicação API Hardware & Software API abstrata Dispositivo

Leia mais

Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta

Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta Aula 03: Movimento em um Plano Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta Caro aluno, olá! Neste tópico, você vai aprender sobre um tipo particular de movimento plano, o movimento circular

Leia mais

Iluminação e Sombreamento

Iluminação e Sombreamento luminação e Sombreamento Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica 1 Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica http://www.oyonale.com/ldc/english/classroom.htm

Leia mais

AMBIENT REFLECTIVE OCCLUSION SHADER

AMBIENT REFLECTIVE OCCLUSION SHADER Universidade Lusófona Curso - de Cinema e Multimédia Disciplina - Animação Docente Pedro Miguel Sousa MENTAL RAY Nota: Abra o ficheiro OcclusionShader.max Mental Ray é um motor de renderização com um enorme

Leia mais

Rotação de Espelhos Planos

Rotação de Espelhos Planos Rotação de Espelhos Planos Introdução Um assunto que costuma aparecer em provas, isoladamente ou como parte de um exercício envolvendo outros tópicos, é a rotação de espelhos planos. Neste artigo, exploraremos

Leia mais

Curso: Ensino Fundamental II Disciplina: MATEMÁTICA Professor: Álvaro / Leandro

Curso: Ensino Fundamental II Disciplina: MATEMÁTICA Professor: Álvaro / Leandro Nome do aluno: nº série/turma 9 Curso: Ensino Fundamental II Disciplina: MATEMÁTICA Professor: Álvaro / Leandro Data: De 17 a 21/08/2009 Bimestre: 3º Tipo de atividade: Lista de Exercícios A REFLEXÃO DA

Leia mais

ÓTICA e ONDAS. Ótica estudo da luz e dos fenômenos luminosos em geral.

ÓTICA e ONDAS. Ótica estudo da luz e dos fenômenos luminosos em geral. 1 ÓTICA e ONDAS Ótica estudo da luz e dos fenômenos luminosos em geral. Propagação Retilínea da Luz Observando os corpos que nos rodeiam, verificamos que alguns deles emitem luz, isto é, são fontes de

Leia mais

Construindo a câmara escura

Construindo a câmara escura Construindo a câmara escura Shizue Introdução Captar e registrar imagens tornou-se possível com a câmara escura de orifício. Essa câmara nada mais é do que uma lata, preta por dentro para não refletir

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Seguidor de Linha Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19 Sensor Smart Seguidor de Linha 1. Introdução Os sensores seguidores de linha são sensores que detectam

Leia mais

MODELANDO COM SPLINES E PATCHES, E NÃO POLÍGONOS

MODELANDO COM SPLINES E PATCHES, E NÃO POLÍGONOS T utorial por David Oilveira Figuras 1A e 1B Animation Master Parte 2 Modelando Personagens Orgânicos no AM Figura 2 MODELANDO COM SPLINES E PATCHES, E NÃO POLÍGONOS Um dos pontos diferenciais do Animation

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Ultrassom Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13 Sensor Smart Ultrassom 1. Introdução Os sensores de ultrassom ou ultrassônicos são sensores que detectam

Leia mais

2º Exame Computação Gráfica

2º Exame Computação Gráfica 2º Exame Computação Gráfica LEIC-T Prof. Mário Rui Gomes 17 de Julho 2007 Nº Nome: Antes de começar: Identifique todas as folhas com o seu número. Responda às questões seguintes justificando adequadamente

Leia mais

Microsoft Office Excel

Microsoft Office Excel 1 Microsoft Office Excel Introdução ao Excel Um dos programas mais úteis em um escritório é, sem dúvida, o Microsoft Excel. Ele é uma planilha eletrônica que permite tabelar dados, organizar formulários,

Leia mais

Exemplo 1. Um programa que cria uma instância de uma classe que herda da classe Frame

Exemplo 1. Um programa que cria uma instância de uma classe que herda da classe Frame 6. Como aplicações gráficas funcionam em Java? Todas as aplicações gráficas em Java usam instâncias de classes existentes, que por serem parte da linguagem podem ser executadas em todas as versões de Java

Leia mais

Guia Rápido do GCC SignPal Aprendice

Guia Rápido do GCC SignPal Aprendice Guia Rápido do GCC SignPal Aprendice Esta é a janela principal do GCC SignPal Aprendice O software se divide basicamente em 3 partes que descrevemos a seguir: 1. Barra de Ferramentas Veja abaixo breve

Leia mais

FOTO = luz GRAFIA = escrever

FOTO = luz GRAFIA = escrever Iluminação FOTO = luz GRAFIA = escrever Joseph Nicéphore Niépce - 1826 Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície

Leia mais

Computação Gráfica II Prof. Miguel Pelizan

Computação Gráfica II Prof. Miguel Pelizan Computação Gráfica II Prof. Miguel Pelizan Tutorial 6 Solid Works No SolidWorks peça para abrir uma nova montagem. Peça para cancelar o início da montagem. Clique na seta abaixo do ícone Inserir componentes

Leia mais

OpenGL Conceitos Básicos

OpenGL Conceitos Básicos Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Eletrônica e Computação Prof. Cesar Tadeu Pozzer Disciplina: Computação Gráfica pozzer@inf.ufsm.br 23/05/202 OpenGL Conceitos Básicos Histórico Antes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Pedro Martins Menezes. Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Pedro Martins Menezes. Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Pedro Martins Menezes Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos Niterói 2008 Pedro Martins Menezes Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos Trabalho de Conclusão

Leia mais

Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação

Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 - Informática Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação 1 Introdução ao Microsoft PowerPoint

Leia mais

Introdução a Prática em OpenGL

Introdução a Prática em OpenGL Introdução a Prática em OpenGL Universidade de São Paulo USP Disciplina de Computação Gráfica Profª Maria Cristina PAE: Thiago Silva Reis Santos Agosto de 2010 Sumário Bibliotecas Necessárias Instalação

Leia mais

CRIANDO UMA BIBLIOTECA NO KERKYTHEA por CHARLES BÉRGAMO para o blog do Arqpadao

CRIANDO UMA BIBLIOTECA NO KERKYTHEA por CHARLES BÉRGAMO para o blog do Arqpadao CRIANDO UMA BIBLIOTECA NO KERKYTHEA por CHARLES BÉRGAMO para o blog do Arqpadao 1 Vamos criar uma biblioteca no Kerkythea e no mesmo processo vamos fazer um Alpha mask, (Alpha mask ou máscara alpha, significa

Leia mais

Curso Wellington - Física Óptica Espelhos Planos Prof Hilton Franco

Curso Wellington - Física Óptica Espelhos Planos Prof Hilton Franco 1. Considere um objeto luminoso pontual, fixo no ponto P, inicialmente alinhado com o centro de um espelho plano E. O espelho gira, da posição E 1 para a posição E 2, em torno da aresta cujo eixo passa

Leia mais

Reflexão da luz. Espelhos planos

Reflexão da luz. Espelhos planos PARTE II Unidade E 11 capítulo Reflexão da luz Espelhos planos seções: 111 Reflexão da luz Leis da reflexão 112 Imagens em um espelho plano 113 Deslocamento de um espelho plano 114 Imagens de um objeto

Leia mais

O que é a cor? Como converter as cores para CMYK

O que é a cor? Como converter as cores para CMYK Introdução A Cartilha de Fechamento de Arquivos a seguir foi preparada pela equipe de criação da gráfica Cores, com o intuito de ajudar seus clientes a criarem artes o mais precisa possível, evitando assim

Leia mais

Visualização de Campos Vetoriais 3D Através da Iluminação de Linhas de Corrente

Visualização de Campos Vetoriais 3D Através da Iluminação de Linhas de Corrente TEMA Tend. Mat. Apl. Comput., 5, No. 1 (2004), 17-25. c Uma Publicação da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional. Visualização de Campos Vetoriais 3D Através da Iluminação de Linhas

Leia mais

GAAL - 2013/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar

GAAL - 2013/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar GAAL - 201/1 - Simulado - 1 Vetores e Produto Escalar SOLUÇÕES Exercício 1: Determinar os três vértices de um triângulo sabendo que os pontos médios de seus lados são M = (5, 0, 2), N = (, 1, ) e P = (4,

Leia mais

PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA. CC 2º Período

PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA. CC 2º Período PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA CC 2º Período PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA Aula 07: Funções O comando return Protótipo de funções O tipo void Arquivos-cabeçalho Escopo de variáveis Passagem de parâmetros por valor

Leia mais

1º ACESSO. 1 No site Avon, a Revendedora deverá clicar em ATIVE SUA CONTA NA INTERNET.

1º ACESSO. 1 No site Avon, a Revendedora deverá clicar em ATIVE SUA CONTA NA INTERNET. Para garantir a segurança do site Avon e tornar o acesso ainda mais simples, o cadastro para 1º acesso e o processo de recuperação de senha serão validados por e-mail ou SMS. Se necessário, conte com o

Leia mais

INTRODUÇÃO À TRIDIMENSIONALIDADE Step by step Maja`s House 16 11 2015

INTRODUÇÃO À TRIDIMENSIONALIDADE Step by step Maja`s House 16 11 2015 INTRODUÇÃO À TRIDIMENSIONALIDADE Step by step Maja`s House 16 11 2015 PARTE II: luminação. Visualizações realistas (renders). ILUMINAÇÃO Por omissão, o AutoCAD ilumina o desenho 3D com duas luzes distantes

Leia mais

canal 1 canal 2 t t 2 T

canal 1 canal 2 t t 2 T ircuito L (Prova ) --7 f [khz] L T [s] s canal canal t t T Fig. ircuito usado Tarefas: ) Monte o circuito da figura usando o gerador de funções com sinais harmônicos como força eletromotriz. Use um resistor

Leia mais

Figuras geométricas. Se olhar ao seu redor, você verá que os objetos. Nossa aula. Figuras geométricas elementares

Figuras geométricas. Se olhar ao seu redor, você verá que os objetos. Nossa aula. Figuras geométricas elementares A UU L AL A Figuras geométricas Se olhar ao seu redor, você verá que os objetos têm forma, tamanho e outras características próprias. As figuras geométricas foram criadas a partir da observação das formas

Leia mais

Manual de instruções da unidade da impressora

Manual de instruções da unidade da impressora Manual de instruções da unidade da impressora Para Windows 7 DS-RX1 Ver.1.01 Em relação aos direitos autorais Os direitos autorais para o Manual de Instruções da Unidade da Impressora DS-RX1, a Unidade

Leia mais

Design de padrões têxteis

Design de padrões têxteis Design de padrões têxteis Anna Maria López López Anna Maria López López vive em Lugo, no noroeste da Espanha. Ela trabalha nos campos de artes gráficas, moda e Web design desde 1994. Seus designs e artes-finais

Leia mais

Simetria Externa. Universidade de São Paulo. Instituto de Química de São Carlos. Departamento de Química e Física Molecular. SQM 409 - Cristalografia

Simetria Externa. Universidade de São Paulo. Instituto de Química de São Carlos. Departamento de Química e Física Molecular. SQM 409 - Cristalografia Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Departamento de Química e Física Molecular Simetria Externa SQM 09 - Cristalografia Prof. Dr. Maria Teresa do Prado Gambardella . Simetria Externa

Leia mais

www.educandusweb.com.br

www.educandusweb.com.br Sistema Terra-Lua-Sol Índice 1. Introdução... 3 2. Simulador... 3 2.1 Painel Principal... 3 O que ocorreu com dimensões e distâncias dos corpos estudados?... 5 2.2 Visualização - Wireframe/Texturizada...

Leia mais

Escrito por Vinícius Godoy de Mendonça Seg, 06 de Abril de 2015 11:10 - Última atualização Seg, 06 de Abril de 2015 11:10

Escrito por Vinícius Godoy de Mendonça Seg, 06 de Abril de 2015 11:10 - Última atualização Seg, 06 de Abril de 2015 11:10 No artigo passado, vimos como criar uma série de quadrados dispostos lado-a-lado. Uma das coisas interessantes sobre essa geometria é que ela pode ser distorcida para criar os mais variados tipos de superfícies.

Leia mais

Criar trabalhos realistas com o preenchimento de malha

Criar trabalhos realistas com o preenchimento de malha Criar trabalhos realistas com o preenchimento de malha Ariel Garaza Díaz Sobre o autor Ariel mora e trabalha em Montevidéu, Uruguai. Tornou-se um designer profissional em 1980 e usa o software Corel desde

Leia mais

OpenGL Shading Language

OpenGL Shading Language OpenGL Shading Language Guilherme S. Moura (gsm@cin.ufpe.br) Saulo A. Pessoa (sap@cin.ufpe.br) Vladimir Alves (vap2@cin.ufpe.br) Felipe Maia O que é? High Level Shading Language para OpenGL Descreve shaders

Leia mais

GEOMETRIA DESCRITIVA CONCEITOS BÁSICOS

GEOMETRIA DESCRITIVA CONCEITOS BÁSICOS BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL EaD UAB/UFSCar GEOMETRIA DESCRITIVA CONCEITOS BÁSICOS APOSTILA DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DA UFSCar volume 6 (Original produzido pelo Prof. Admir Basso) Adaptado

Leia mais

DE JOIAS. Guia de Melhores Práticas FOTOGRAFIA. Domine a Técnica de Fotografia de Anéis em Apenas 4 Passos EDIÇÃO Nº 11 GRÁTIS

DE JOIAS. Guia de Melhores Práticas FOTOGRAFIA. Domine a Técnica de Fotografia de Anéis em Apenas 4 Passos EDIÇÃO Nº 11 GRÁTIS FOTOGRAFIA EDIÇÃO Nº 11 GRÁTIS DE JOIAS SOLUÇÕES PARA IMAGENS DE PRODUTO QUE CONQUISTARAM OS LÍDERES DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Guia de Melhores Práticas Domine a Técnica de Fotografia de Anéis em Apenas 4

Leia mais

Criar trabalhos realistas com o preenchimento de malha

Criar trabalhos realistas com o preenchimento de malha Criar trabalhos realistas com o preenchimento de malha Ariel Garaza Díaz Nascido em Montevidéu, Uruguai, Ariel vive e trabalha em Madri, Espanha. Ele é designer profissional desde 1980 e usuário de softwares

Leia mais

guia de aplicação da marca

guia de aplicação da marca guia de aplicação da marca Sumário 03 apresentação A marca mek Usos incorretos 04 a marca principal 12 o que não fazer 05 06 07 08 09 10 11 cores da marca variações - aplicações sobre fundos nas cores

Leia mais

SISTEMA OPERACIONAL - WINDOWS

SISTEMA OPERACIONAL - WINDOWS Manual do Usuário SISTEMA OPERACIONAL - WINDOWS Copyright GVT 2015 Versão 1.0.1 www.gvtcloud.com.br 1 Cloud... 3 2 Instalação do Cloud... 4 3 Configurações... 7 3.1 Geral... 9 3.2 Pastas... 11 3.2.1 UpLoad:...

Leia mais

zine 15 de Junho de 2005 Edição #9

zine 15 de Junho de 2005 Edição #9 O slackware é a distribuição linux mais antiga ainda em atividade. Tendo sido criada por Patrick Volkerding em 1993, a partir da SLS. Em todos esses anos, a distro conquistou ardorosos utilizadores, principalmente

Leia mais

Material protegido pelas leis de direito autoral Proibida qualquer tipo de divulgação sem à devida autorização ou citada a fonte de forma correta.

Material protegido pelas leis de direito autoral Proibida qualquer tipo de divulgação sem à devida autorização ou citada a fonte de forma correta. Para que serve? Basicamente o V-Ray Frame Buffer é a janela que apresenta o processo de renderização ao usuário. Entretanto esta simples janela de renderização contém diversas ferramentas que podem auxiliar

Leia mais

A luz propaga-se em linha recta e radialmente em todas as direcções sempre que a velocidade de propagação for constante.

A luz propaga-se em linha recta e radialmente em todas as direcções sempre que a velocidade de propagação for constante. Propagação da luz A luz propaga-se em linha recta e radialmente em todas as direcções sempre que a velocidade de propagação for constante. Ao propagar-se, a luz pode atravessar materiais transparentes

Leia mais

CRIANDO TEMPLATES E LEGENDAS

CRIANDO TEMPLATES E LEGENDAS CRIANDO TEMPLATES E LEGENDAS Este tutorial tem como objetivo instruir passo à passo como criar templates de peças, utilizar os novos recursos de cadastro de propriedade de peças e criação de legenda. 1-

Leia mais

PARA CASA * Como voce faria para armazenar o resultado em uma variavel chamada NOME?

PARA CASA * Como voce faria para armazenar o resultado em uma variavel chamada NOME? USO DE VARIAVEIS 1. Crie um programa Scratch que recebe um valor de entrada do usuário (p.ex. o nome do usuário), armazene este valor na variável padrão resposta e faça o personagem gato dizer o valor

Leia mais

A arte da ilustração de veículo

A arte da ilustração de veículo A arte da ilustração de veículo Oscar O. Osorio Cortés (Mosh) Sobre o autor Designer gráfico e ilustrador, Mosh estudou design gráfico e fotografia no México. Ele descobriu o CorelDRAW com versão 4 e tem

Leia mais

Computação Gráfica Interativa

Computação Gráfica Interativa Computação Gráfica Interativa conceitos, fundamentos geométricos e algoritmos 1. Introdução Computação Gráfica é a criação, armazenamento e a manipulação de modelos de objetos e suas imagens pelo computador.

Leia mais

Apontamentos de Computação Gráfica

Apontamentos de Computação Gráfica Apontamentos de Computação Gráfica Capítulo 9 - Iluminação e Texturas em Gráficos 3D Prof. João Beleza Sousa Prof. Arnaldo Abrantes LEIC/DEETC/ISEL Novembro de 2008 Introdução Luzes Modelos de Iluminação

Leia mais

Use, de preferência, os seguintes navegadores: Mozilla firefox ou google chrome ou internet explorer.

Use, de preferência, os seguintes navegadores: Mozilla firefox ou google chrome ou internet explorer. Use, de preferência, os seguintes navegadores: Mozilla firefox ou google chrome ou internet explorer. Antes de começar, é necessário realizar algumas configurações para que o curso possa ser visualizado

Leia mais

Manual de utilização do programa

Manual de utilização do programa PCIToGCode Manual de utilização do programa PCIToGCode O PCITOGCODE é um aplicativo desenvolvido para converter imagem de uma placa de circuito impresso em um arquivo de códigos G. Com o arquivo de códigos

Leia mais

Acif Sistema de Recuperação de Crédito

Acif Sistema de Recuperação de Crédito Acif Sistema de Recuperação de Crédito 2 Índice Acesso ao Sistema...3 Menu de acesso...3 Cadastro de Devedores...4 Cadastro de Dívidas...5 Alertas do sistema...8 3 Acif Sistema de Recuperação de Crédito

Leia mais

PROVA ESCRITA PARTE A e B

PROVA ESCRITA PARTE A e B PROCESSO DE SELEÇÃO INGRESSO NO 1º SEMESTRE DE 2012 PROVA ESCRITA PARTE A e B INSCRIÇÃO Nº CAMPO GRANDE MS, 07 DE NOVEMBRO DE 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM

Leia mais

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos Sistema topograph 98 Tutorial Módulo Projetos Como abrir um projeto existente _ 1. Na área de trabalho do Windows, procure o ícone do topograph e dê um duplo clique sobre ele para carregar o programa.

Leia mais

2 A Derivada. 2.1 Velocidade Média e Velocidade Instantânea

2 A Derivada. 2.1 Velocidade Média e Velocidade Instantânea 2 O objetivo geral desse curso de Cálculo será o de estudar dois conceitos básicos: a Derivada e a Integral. No decorrer do curso esses dois conceitos, embora motivados de formas distintas, serão por mais

Leia mais

Manual para Utilização Site DVA Express. Versão 2.0 para Parceiros.

Manual para Utilização Site DVA Express. Versão 2.0 para Parceiros. Manual para Utilização Site DVA Express Versão 2.0 para Parceiros. Introdução O presente manual tem por finalidade instruir os parceiros e representantes na utilização do site para consultas, rastreabilidade

Leia mais