Folha do Norte CÂMARA DE VEREADORES CRIA CPI PARA INVESTIGAR MENSALINHO DE ARRUDA

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1 Diretor/Editor: Fábio Oliva (MTb JP) Januária/MG, 04 de fevereiro de 2010 Ano VI R$ 1,50 SANGUESSUGA O ex-prefeito de Manga Haroldo Lima Bandeira (foto), do PMDB, está entre os acusados em 18 ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) de participar de um esquema para fraudar licitações e desviar verbas públicas federais semelhante àquele que ficou nacionalmente conhecido como o esquema da Máfia das sanguessugas. (Página 4) CLONAGEM Promotora suspeita que o detetive Moisés Francisco Neto (foto), de Montalvânia, faz parte de uma quadrilha especializada em furtos, roubos, receptação e adulteração de veículos, que atua há tempos em Minas Gerais e Bahia, não sendo provável que tenha agido sozinho. Moisés foi flagrado dirigindo veículo clonado que teria adquirido na Bahia. (Página 7) CÂMARA DE VEREADORES CRIA CPI PARA P INVESTIGAR MENSALINHO DE ARRUDA FOTO: FÁBIO OLIVA Depois de um 2009 difícil, marcado pelo ajuizamento de uma ação de improbidade administrativa já no primeiro ano de administração, pela qual pode ser condenado a pagar multa de R$ 1,5 milhão por gastar dinheiro público com promoção pessoal e pela descoberta do que pode ser a ponta de um engenhoso esquema de corrupção implantado na prefeitura de Januária, o prefeito Maurílio Arruda parece ter começado 2010 com o pé esquerdo. Anunciou como choque de gestão a impopular demissão de cerca de 100 servidores municipais para cortar despesas. Enquanto isso, toda a sua família está empregada na prefeitura. Para contrabalançar, anunciou também o corte de 20% dos salários do primeiro escalão e dos ocupantes de cargos de confiança. A medida chega com um ano de atraso em relação ao que já havia sido feito pelos prefeitos de Manga, Janaúba e outras cidades da região. OUTRO LADO Zezé da Copasa, com o vice-presidente José Alencar: Se o prefeito não deve, não tem o que temer Pré-sal: vitória da Emenda Humberto Souto no STF. Liminar é negada a deputado carioca e votação no Congresso está confirmada. (Página 6) Através da assessoria de imprensa, o prefeito Arruda tentou minimizar a importância da criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) pela Câmara Municipal para investigar mais um escândalo em sua administração. De acordo com sua assessoria, a CPI já nasceu com os dias contados, para não dá (sic) em nada, mais uma vez. Arruda acredita que o fato de a Procuradoria Jurídica da prefeitura ter ajuizado, antes da criação da CPI, uma ação judicial para obrigar seu cabo eleitoral Geraldo Diamantino França a devolver R$ 1,8 mil recebidos sem trabalhar será suficiente para tirá-lo da enrrascada. Arruda usou o ataque como forma de defesa. Afirmou que a CPI é mais uma ação política do PT local, que acusa de fazer pirotecnia para não deixá-lo governar a cidade. O vereador Zezé da Copasa (PT) retrucou. Disse que o papel do Legislativo é fiscalizar o Executivo e que se o prefeito não deve, nada precisa temer. A assessoria de imprensa da prefeitura não se pronunciou sobre a existência de outras pessoas que também estariam recebendo sem trabalhar e contra as quais não foi proposta nenhuma ação judicial. (Página 2) BONITO DE MINAS O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou denúncia e ação de improbidade contra o ex-prefeito do município de Bonito de Minas, Aier Nonato de Souza Ferreira (foto). Ele é acusado de desviar parte dos R$ 200 mil destinados ao município pela Funasa para reforma de moradias de pessoas carentes, para evitar a proliferação do barbeiro. (Página 3) JUVENÍLIA Um ex-prefeito de Juvenília, terá que pagar uma multa de R$ 17,5 mil por dificultar fiscalização dos auditores do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais. Professor Joaquim Gonçalves da Silva (foto), do PSDB, chegou a transferir toda a administração municipal para o distrito de Monte Rey para evitar o encontro com os fiscais do TCE-MG. (Página 8)

2 04 de fevereiro de Testemunha confirma acusações contra prefeito e pressão do vice A Câmara de Vereadores de Januária decidiu apurar as denúncias de que dinheiro público teria sido usado para pagar dívidas de campanha do prefeito Maurílio Neris de Andrade Arruda e do vice Afonso José dos Santos (Afonso do Sindicato), ambos do PTC. O requerimento para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito foi aprovado na primeira reunião ordinária deste ano, segunda-feira, dia 1º. Dos dez vereadores, oito assinaram o requerimento e votaram a favor da criação da CPI. Só o vereador Dudu do Sindicato não assinou o requerimento e votou contra a apuração das denúncias. O presidente Adelson Batista Magalhães (Delsinho) não precisou votar. Em casos como o de criação de CPI ele tem apenas o voto de Minerva, usado quando há empate. Dois dos três integrantes da CPI já estão definidos: Antônio Carneiro da Cunha (Tonheira) e Hamilton Viana. O terceiro integrante será definido nos próximos dias, porque o vereador Dudu do Sindicato recusou a indicação para fazer parte da CPI. O estopim de mais um escândalo de corrupção na administração do advogado e maçom Maurílio Arruda foi a descoberta de dois cheques emitidos em favor de Geraldo Diamantino França, cabo eleitoral que trabalhou na campanha do atual prefeito na região do bairro Cerâmica. Fotocópias dos cheques assinados pelo prefeito e pelo secretário Municipal de Finanças, ex-delegado Biancart José Monteiro, foram entregues a uma organização não-governamental de combate à corrupção e encaminhados ao Ministério Público Estadual. França não seria o único colaborador da campanha, beneficiário do esquema que já foi apelidado de Mensalinho do Arruda. Outros cabos eleitorais também estariam sendo beneficiados pelo esquema. Com amplos poderes de investigação, a CPI deverá investigar todas as informações que lhe chegarem sobre casos semelhantes. Suborno Todas as informações de que dinheiro público - que deveria ser empregado em obras e serviços para o bem-estar da população - pode ter sido usado tanto para o pagamento de dívidas de campanha, quanto para pagar suborno e cooptar lideranças religiosas e comunitárias serão investigadas pela CPI. Geraldo Diamantino França, pivô da crise, prestou depoimento na Delegacia Regional de Polícia Civil. Ouvido pela delegada Jessiane, confessou que recebia pagamento sem jamais ter trabalhado para a prefeitura. Em entrevista ao jornal O Tempo, de Belo Horizonte, ele afirmou que mantinha um contrato de prestação de serviços camuflado, pelo qual receberia R$ 900,00 durante três meses. Descontados os impostos, ficaria com R$ 773,00 por mês. Afonso (E) e Maurílio (D): administração de sucessivos escândalos O vice-prefeito de Januária Afonso José dos Santos foi acusado de cambalacho pelo cabo eleitoral Geraldo Diamantino França. Em depoimento à Polícia Civil, o líder comunitário do bairro Cerâmica afirmou que logo após a publicação de fotocópias dos cheques que recebeu da prefeitura no blog do jornalista investigativo Fábio Oliva foi procurado em sua residência por Afonso do Sindicato. O vice teria levado seis documentos para França assinar. Teria alegado que eram reivindicações de melhorias para o bairro que, uma vez assinados, levaria pessoalmente ao prefeito para despachar. O cabo eleitoral disse que assinou os documentos sem ler. Mais tarde descobriu o cambalacho. Entre os do- FOTO: ASCOM/JANUÁRIA Cabo eleitoral acusa Afonso do Sindicato de cambalacho cumentos, o vice-prefeito incluiu duas declarações em que supostamente França desmentiria a versão de que estaria recebendo sem trabalhar. Um dia depois de prestar depoimento, o cabo eleitoral foi novamente procurado em sua casa. Desta vez, pelo vice-prefeito e por André Rocha, funcionário público municipal. Os dois teriam pressionado França para assinar novos documentos, novamente sem ler o que estava escrito. França se recusou a assinar os papéis e procurou novamente a Polícia Civil para denunciar a pressão sofrida. Como o primeiro plano para se livrar do problema não deu certo, a prefeitura ajuizou ação contra França para obrigá-lo a devolver R$ 1,8 mil. CHEQUES REPASSADOS PELA PREFEITURA LigueGÁS Gás com qualidade e peso certo. Preço em promoção. Rua Várzea dos Porções, 102-A - Centro - Januária - Minas Gerais Folha do Norte CNPJ: / (38) Av. Cula Mangabeira, Sala Centro CEP Montes Claros - MG

3 04 de fevereiro de RATEIO DO FUNDEB Educadores de Manga receberam mais de R$ 5 mil em dezembro Anastasia (e), Fabrícia Mota (c) e Joaquim Oliveira Dezembro foi mês gordo para as professores da rede municipal de ensino de Manga. Enquanto a maioria dos prefeitos brasileiros ainda faz ginástica para pagar o 13º salário, cada educadora que trabalha para a Prefeitura do município de 21,4 mil habitantes, a 725 quilômetros de Belo Horizonte, colocou no bolso, em dezembro, mais de R$ 5 mil. A quantia é resultado do pagamento, no início de dezembro, do salário referente ao mês de novembro, somado à segunda parcela do 13º salário e acrescido da distribuição do rateio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). Além disso, a Prefeitura adiantou o pagamento do salário de dezembro, que normalmente só seria pago no início de janeiro de Só de rateio do Fundeb cada professor recebeu R$ 3.873,47. Isso nunca aconteceu na história de Manga, comentou Fabrícia Mota, secretária municipal de Educação. De acordo com o prefeito Joaquim de Oliveira (PPS), os pagamentos de todo o funcionalismo injetaram na economia do município cerca de R$ 2 milhões de reais apenas no mês de dezembro. Não sei o que faziam com o dinheiro antes, indagou o prefeito. Ele lembra que administrações anteriores chegaram a ficar sem pagar os servidores por quase seis meses. MPF denuncia ex-prefeito de Bonito de Minas por desvio de verba da Funasa Filho do presidente da AMAMS recebeu, em sua conta bancária, parte do dinheiro desviado Montes Claros - O Ministério Público Federal (MPF) em Montes Claros ajuizou denúncia e ação de improbidade contra o ex-prefeito do município de Bonito de Minas, Aier Nonato de Souza Ferreira. Ele é acusado, juntamente com empresários e funcionários públicos municipais que integravam a comissão de licitação, de ter desviado parte dos recursos públicos destinados ao município pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A verba foi desviada do Convênio 470/2002 firmado entre a Fundação Nacional de Saúde (FU- NASA) e a Prefeitura de Bonito de Minas para o controle da doença de chagas. Os recursos, no valor de R$ 200 mil, deveriam ser empregados na reforma das moradias Aier Nona de Souza Ferreira, ex-prefeito de Bonito de Minas foi assinado com a também fantasma HJ Celta Construções. Dez dias depois, a prefeitura já emitia o primeiro cheque em nome da HJ Celta no valor de R$ ,00, que foi, por sua vez, depositado pela empreiteira na conta de Franklin Máquinas e Serviços de Engenharia Ltda, empresa pertencente ao irmão de suposto agiota de Januária/MG. O segundo cheque, no valor de 35 mil reais, foi sacado na boca do caixa por Moacir Tavares da Silva. Moacir Tavares da Silva era o gestor da HJ Celta, que foi constituída em nome de laranjas justamente para efetuar falsos contratos com prefeituras da região. Atualmente, ele responde a diversas ações penais nas de pessoas carentes, para evitar a proliferação do barbeiro, inseto transmissor da doença que se abriga e prolifera em casas com reboco defeituoso e sem forro. Do total repassado pela União, auditoria realizada pela Funasa em 2006 constatou que mais de 80 mil reais foram desviados. O MPF afirma, no entanto, que o desvio é bem maior, já que, durante as investigações, descobriu-se que os próprios moradores é quem teriam, com recursos próprios, concluído as reformas de suas casas. Fato é que verbas encaminhadas pela Funasa foram mais uma vez manipuladas por um esquema de corrupção articulado por organização criminosa composta por prefeitos e empresas fantasmas do Norte de Minas Gerais. Alguns dos empresários envolvidos no esquema acabaram confessando a criação dessas firmas de fachada para fraudar licitações e vender notas fiscais frias. Radiografia da corrupção - Duas das empresas pertencentes ao esquema, HJ Celta Construções Ltda e Construtora Carvalho Lima, teriam participado da licitação supostamente realizada pelo município de Bonito de Minas para aplicação dos recursos destinados pelo Convênio 470/2002. Esse procedimento de licitação, como é praxe, padeceu de várias irregularidades, até mesmo a falta de publicidade. Como afirma o MPF, Licitação sem publicidade é um ato administrativo inexistente, porque a essência de um procedimento licitatório é a competição, e competição pressupõe ciência dos potenciais interessados. Sem edital, obviamente, a competição não pode existir. Mas, em Bonito de Minas, a despeito da falta de publicidade do edital, três empresas teriam descoberto a licitação e dela participado, sagrando-se vencedora a Construtora Carvalho Lima Outro fato que bem ilustra como se dá a má gestão de recursos públicos consiste no calendário de recebimento e desembolso das verbas. O ex-prefeito Aier Nonato de Souza Ferreira assinou contrato com a Construtora Carvalho Lima em fevereiro de Um ano depois, em 22/03/2004, esse contrato foi rescindido. Quatro dias depois, em 26/03/2004, novo contrato Justiças Federal e Estadual por crimes contra o patrimônio público. Com a liberação, pela Funasa, em 13/10/2004, da segunda parcela do convênio no valor de 60 mil reais, a Prefeitura de Bonito de Minas emitiu outro cheque para pagamento à HJ Celta, que, por sua vez, depositou-o na conta de Valmir Morais Filho. Valmir Morais de Sá Filho, é filho do presidente da Associação de Municípios da Área Mineira da Sudene (AMAMS), é um dos acusados na ação de improbidade administrativa movida pelo MPF. À época do recebimento do dinheiro, Valmirzinho era um jovem de 22 anos, sem renda própria ou ocupação definida. Seu pai, Valmir Morais, é o atual prefeito reeleito de Patis, município também situado na região norte do estado. Todos os pagamentos foram feitos sem a realização de qualquer fiscalização pelo município, muito menos foram apresentados quaisquer relatórios de medição pela empresa. Na verdade, os recursos teriam sido desviados e depositados em contas de terceiros num típico processo de lavagem de dinheiro. O prejuízo aos cofres públicos consiste, pois, não apenas na diferença apurada entre o percentual físico executado das obras e o valor pago à empreiteira. O prejuízo abrange, efetivamente, toda a verba pública federal desembolsada em prol da empresa fantasma, porque apenas uma pequena parcela das obras atingiu os objetivos do convênio, e ainda, assim, parte dessas obras foram executadas diretamente pelos beneficiários, sustenta o MPF. As ações penal e cível irão tramitar perante a Justiça Federal em Montes Claros. Se condenados, os réus estarão sujeitos, além das penas de prisão, a sanções da Lei de Improbidade, entre elas, a perda do cargo, suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com o Poder Público e a obrigação de ressarcir os prejuízos causados aos cofres públicos. O ex-prefeito já responde a outra ação de improbidade por envolvimento com a Máfia das Sanguessugas. As providências criminais relativas ao suposto crime de lavagem de dinheiro serão investigadas pela Procuradoria da República em Belo Horizonte, para onde foram remetidas cópias do inquérito policial.

4 04 de fevereiro de MPF denuncia máfia mineira das sanguessugas Montes Claros - O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com 18 ações contra ex-prefeitos, servidores públicos municipais, advogados e empresários de Aricanduva, Buenópolis, Buritizeiro, Catuti, Gameleiras, Juvenília, Mamonas, Manga, Monte Azul, Pai Pedro e São Romão, por participação em um esquema para fraudar licitações e desviar verbas públicas federais semelhante àquele que ficou nacionalmente conhecido como o esquema das sanguessugas. A Máfia mineira das Sanguessugas começou a atuar em São deste ano os primeiros convênios firmados com o Ministério da Saúde pelas prefeituras de Aricanduva, Gameleiras e São Romão, municípios situados no norte do estado, para aquisição de unidades móveis de saúde. No esquema mineiro, ao invés de ambulâncias, alguns dos denunciados adquiriam ônibus usados, muitos com mais de dez anos de uso, para serem utilizados como unidades móveis de saúde. O modo de atuação era o mesmo da máfia que teve atuação nacional: os líderes da quadrilha mineira negociavam as fraudes com os agentes públicos dos municípios. Essa negociação acontecia antes mesmo da celebração dos convênios, e os empresários chegavam a elaborar os projetos que as prefeituras tinham de apresentar para a solicitação dos recursos. Com a liberação da verba, as licitações eram direcionadas para as empresas pertencentes ao esquema, que, por sua vez, forneciam veículos com valor muito superior aos preços praticados no mercado. Ônibus usados foram comprados com sobrepreço que variou de 6 a 92% do valor de mercado, ou seja, alguns veículos custaram quase o dobro do que realmente valiam. Em um dos casos, no Município de Monte Azul, constatou-se uma ocorrência peculiar: a licita- Haroldo Bandeira, de Manga, acusado pelo MPF de integrar a Máfia Mineira das Sanguessugas ção foi deflagrada antes mesmo da celebração do convênio com o Ministério da Saúde. Ou seja, as propostas foram apresentadas pelas empresas antes da própria liberação da emenda parlamentar, mas o curioso é que, quando os recursos foram liberados, eles correspondiam ao exato valor da proposta vencedora formulada meses antes. Empresário condenado - Em Minas Gerais, a direção do braço empresarial da quadrilha coube ao empresário Aristóteles Gomes Leal Neto, dono da Lealmaq Leal Máquinas Ltda, empresa que exerceria, nesse esquema, papel correspondente ao da Planan no âmbito nacional. Na verdade, Aristóteles Gomes Neto também participou da máfia liderada pela família Vedoin. Ele já foi inclusive condenado pelos crimes de formação de quadrilha e fraude à licitações em uma ação penal movida pelo MPF em Mato Grosso contra a máfia das sanguessugas. A sentença foi proferida em fevereiro deste ano. Segundo a denúncia, Aristóteles associou-se de maneira estável e permanente com os principais expoentes da quadrilha. Entre 2001 e 2003, a Lealmaq teria participado de 74 licitações (37 apenas em municípios do Mato Grosso), juntamente com empresas do Grupo Planam, sem jamais vencer, apenas para dar cobertura e frustrar o caráter competitivo dos certames. Nos municípios mineiros, o roteiro era o mesmo: um mesmo grupo de empresas participava de licitações e algumas delas eram sistematicamente derrotadas, para que aquelas pertencentes ao grupo da Leal Máquinas (Lealmaq e UMS) fossem as vencedoras. De acordo com o MPF, a UMS não passava de uma empresa fantasma, sem qualquer estrutura para a execução do objeto previsto em seu contrato social, tendo sido constituída apenas para dar suporte ao esquema das fraudes. Ela funcionaria numa salinha sem identificação no município de Contagem. Outras duas empresas tiveram participação frequente nas fraudes em Minas Gerais: Platina Ônibus Ltda e Cirúrgica Savassi A Platina Ônibus, embora não pertencesse à família Leal, participou de inúmeras licitações sem ter vencido nenhuma e, segundo o relatório da CPMI das Ambulâncias, só fazia número para favorecer a Lealmaq. Seu proprietário, Luiz Amaro Dominici, também foi denunciado pelo MPF. A Cirúrgica Savassi era outra que sequer possuía, em seu contrato social, relação com o objeto das licitações. Outra coincidência que demonstra a atuação da quadrilha, com a apresentação de projetos préformulados pela máfia, está no valor idêntico de convênios firmados por quatro diferentes municípios: Catuti, Aricanduva, Mamonas e Pai Pedro, todos eles no valor de R$ ,00. Embora de mesmo valor e destinados à compra de objeto semelhante um ônibus usado laudos de vistoria feitos durante as investigações constataram que houve superfaturamento em todas as aquisições. Veja a relação dos municípios, convênios, ex-prefeitos e empresários processados pelo MPF em Montes Claros: 1.Aricanduva - Convênio 425/1999, no valor de R$ ,00 Réus/denunciados: Maria Alexandrina Cordeiro (ex-prefeita), Aristóteles Gomes Leal Neto e Lealmaq Leal Máquinas 2.Buenópolis - Convênio 1505/2001, no valor de R$ ,00 Réus: José Alves (exprefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Luiz Amaro Dominici, Alfredo Guzella Ramos, UMS Unidade Móvel de Saúde 3.Buritizeiro - Convênio 2383/2001, no valor de R$ ,00 Réus/denunciados: José Pereira da Silva (ex-prefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Luiz Amaro Dominici e Lealmaq Leal Máquinas 4.Catuti - Convênio 525/ 2000, no valor de R$ ,00 Réus: José Barbosa Filho (exprefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Luiz Amaro Dominici e UMS Unidade Móvel de Saúde 5.Gameleiras - Convênio 400/1999, no valor de R$ ,00 Réus/denunciados: Osvaldo Teixeira de Oliveira (ex-prefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto e Lealmaq Leal Máquinas 6.Juvenília - Convênio 1927/ 2001, no valor de R$ ,00 Denunciados: Joaquim Gonçalves Silva (ex-prefeito) e Aristó- teles Gomes Leal Neto. 7.Mamonas - Convênio 1767/2001, no valor de R$ ,00 Réus/denunciados: Aílton Neres Santana (ex-prefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Luiz Amaro Dominici e Lealmaq Leal Máquinas 8.Manga - Convênio 3112/ 2001, no valor de R$ ,00 Réus/denunciados: Haroldo Lima Bandeira (ex-prefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Susete Leal Otoni, Luiz Amaro Dominici e Lealmaq Leal Máquinas 9. Monte Azul - Convênio 1640/2001, no valor de R$ ,00 Réus/denunciados: José Edvaldo Antunes de Souza (ex-prefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Susete Leal Otoni e Lealmaq Leal Máquinas 10. Pai Pedro - Convênio 1782/2001, no valor de R$ ,00 Réus: Nicanor Soares Pereira (ex-prefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Luiz Amaro Dominici e Lealmaq Leal Máquinas 11. São Romão - Convênio 1664/1999, no valor de R$ ,00 Réus/denunciados: Dênio Marcos Simões (ex-prefeito), Aristóteles Gomes Leal Neto, Luiz Amaro Dominici, Lealmaq Leal Máquinas Ltda e Auto Oriente

5 04 de fevereiro de Esquema adquiria ônibus velhos superfaturados Diferencial - Segundo o MPF, a atuação da máfia mineira ainda teve uma agravante: a aquisição de ônibus velhos, geralmente com mais de 10 anos de uso, violou o interesse público, já que notória a constante necessidade de reparos em veículos antigos. Recursos valiosos, que poderiam ter sido empregados na aquisição de veículos novos e em boas condições, foram empregados criminosamente na compra de ônibus sucateados, os quais ainda necessitariam, para funcionar como unidade móvel de saúde, de serem adaptados. Ou seja, demandariam o emprego de mais recursos públicos. Por sinal, esse foi também um diferencial da máfia mineira: enquanto o esquema nacional vendia carros usados como se fossem novos, no esquema da Lealmáquinas, as prefeituras, desde a formulação do convênio, já explicitavam que os recursos seriam empregados na aquisição de veículos usados, alguns com data de fabricação predefinida. O relatório da CPMI das ambulâncias registrou que o estratagema criminoso foi repetido em benefício do Grupo Lealmaq entre os anos de 1999 e 2003 em todo o Estado de Minas Gerais e também em cidades dos estados de São Paulo, Bahia e Goiás. De uma forma geral, as empresas que comumente venciam as licitações para compra de veículos também apresentavam propostas para compra dos equipamentos e perdiam. Normalmente, vencia outra empresa do grupo, que também havia apresentado proposta para o veículo. O desdobramento das investigações pelo MPF acabou resultando na descoberta de outros municípios envolvidos com o esquema. Para Montes Claros, por exemplo, a CPMI enviou relatório sobre fraudes cometidas pela máfia mineira em quatro municípios Buritizeiro, Mamonas, Monte Azul e Pai Pedro -, mas os procuradores da República acabaram descobrindo que o esquema vigorou também em Aricanduva, Buenópolis, Catuti, Gameleiras, Itacambira, Juvenília, Lassance, Manga, Montalvânia, São Romão e Varzelândia. Em alguns casos, como Itacambira, Lassance, Montalvânia e Varzelândia, os inquéritos continuam em andamento. Já os inquéritos de Lontra e Pai Pedro foram remetidos à Procuradoria Regional da República da 1a. Região, em Brasília, porque os principais investigados foram reeleitos prefeitos desses municípios e a competência para denunciá-los, em razão do foro privilegiado, pertence ao respectivo Tribunal Regional Federal. Investigações continuam Os 45 municípios apontados pela CPMI como integrantes da máfia mineira das sanguessugas estão localizados em diversas regiões do estado. As ações divulgadas pelo MPF em Montes Claros dizem respeito apenas a municípios pertencentes àquela subseção judiciária. O grupo empresarial da família Leal já responde, no entanto, a uma ação de improbidade que tramita perante a Justiça Federal de Sete Lagoas relativa a fraudes cometidas na venda de unidade móvel de saúde para o município de Pompéu. Além das irregularidades no processo de licitação referente à execução do convênio, fiscalização empreendida pela Controladoria-Geral da União encontrou o ônibus reduzido a sucata, sem qualquer condição de uso. E também em Sete Lagoas, como em outras regiões do estado, existem diversos inquéritos em andamento que investigam a atuação da máfia mineira das sanguessugas. Prestação de contas de Arruda é uma farsa Presidente da Asajan classifica de fajuto balanço divulgado como se fosse prestação de contas A organização nãogovernamental que combate a corrupção em Januária desde 2004 vai requerer ao Ministério Público que faça o prefeito Maurílio Neris de Andrade Arruda enviar a prestação de contas de 2008 à Câmara de Vereadores, cumprindo o que determina o artigo 49 da Lei Complementar 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). De acordo com o presidente da Associação dos Amigos de Januária (Asajan), Cleuber Carvalho Oliva, Arruda tem privado os cidadãos januarenses do acesso às contas públicas, ferindo o princípio da transparência. O artigo da LRF que a ONG quer ver obedecido determina que, anualmente, as contas apresentadas pelos prefeitos fiquem disponíveis durante todo o exercício, nas Câmaras de Vereadores, para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade. Encontrando irregularidades, os cidadãos e as instituições podem questionar a legitimidade das contas e até propor ações populares para anular gastos considerados ilegais e lesivos aos cofres pú- blicos. Sem acesso às notas fiscais, cópias, de cheques, empenhos, contratos administrativos, extratos bancários e outros documentos é impossível exercer o controle social preconizado na Constituição Federal, argumenta Oliva. A entidade que ele dirige acaba de descobrir dois cheques da Prefeitura de Januária usados para pagar um cabo eleitoral que trabalhou na campanha do atual prefeito. Depois que o caso foi descoberto Geraldo Diamantino França, o cabo eleitoral, foi à Polícia Civil e declarou que mantinha um contrato camuflado com a Prefeitura, mas sem trabalhar. Oliva acredita que pelo histórico pregresso devem existir outras situações idênticas. Antes do caso envolvendo o cabo eleitoral, a Asajan também havia descoberto que a folha de pagamento de uma irmã do prefeito Arruda havia sido inflada com o pagamento de acréscimos indevidos. Enquanto todas as demais agentes comunitárias de saúde do município ganhavam salário mínimo, Luciene Neris de Andrade Arruda, a irmã do prefeito recebia quase o triplo. Sua folha de pagamento havia sido inflada com o pagamento de sobreaviso, horas extras e adicional de insalubridade, benefícios não conferidos a nenhuma de suas colegas de trabalho. Ao ser descoberta e denunciada a irregularidade ao Ministério Público, Luciene devolveu o dinheiro excedente aos cofres da Prefeitura de Januária, mas não ficou no prejuízo. Foi nomeada para ocupar cargo comissionado em que ganha o triplo do que é pago às agentes comunitárias de saúde. Luciene não é a única irmã de Arruda no primeiro escalão. Ana Rita Arruda, outra irmã do prefeito, deixou a função de fiscal de tributos, em que ganhava cerca de R$ 800,00 para ser secretária municipal de Administração, ganhando R$ 4,5 mil por mês. Cleuber Oliva alerta que se aproveitando do desinteresse natural da maioria dos vereadores em cumprir seu papel de fiscalização, tradicionalmente os prefeitos de Januária só remetem à Câmara de Vereadores os balanços, desacompanhados de qualquer comprovante de despesas. Ele classificou de fajuto o balanço que a Prefeitura de Januária divulgou, referente ao período de janeiro a setembro de 2009, anunciado como prestação de contas. Isso não é prestação de contas. Isso é uma enganação, porque não há como saber através de balanços se uma nota fiscal que foi contabilizada é superfaturada ou se a empresa é fantasma, alerta. O presidente da ONG lembra que, respondendo a uma consulta da Prefeitura Municipal de Santa Maria de Itabira, o conselheiro-relator José Ferraz, do TCE-MG, respondeu que é obrigação do Prefeito Municipal, tanto a prestação de contas à Câmara, quanto o envio mensal dos balancetes contábeis e orçamentários devidamente documentados. Ele lembra que ainda de acordo com o parecer do relator, caso seja descumprida a norma da Lei Orgânica, poderá o chefe do Executivo municipal praticar infrações político-administrativas, puníveis na forma da lei.

6 04 de fevereiro de PRÉ-SAL Vitória da Emenda Humberto Souto no STF BRASÍLIA/DF - O deputado federal Humberto Souto (PPS-MG) conseguiu sua primeira vitória na defesa da divisão proporcional, entre todos os estados e municípios brasileiros, das riquezas do petróleo produzido no mar. O ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal, mandou arquivar o pedido de liminar constante do mandado de segurança ajuizado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com base no qual pretendia impedir a votação da emenda ao projeto de lei que permite a divisão dos royalties recolhidos a partir da exploração do petróleo da camada pré-sal conforme os fundos de participação dos estados e dos municípios, de autoria do deputado Humberto Souto e co-autoria de Ibsen Pinheiro (PMDB-RS). Para Humberto Souto, que nesta semana entrou como litisconsorte no Supremo, para juntar informações contra os argumentos do deputado carioca, essa decisão do STF é a vitória da legalidade, do respeito à independência dos poderes e do direito de o Legislativo votar democraticamente. Agora, vamos para a votação da emenda no plenário da Câmara dos Deputados, onde os 24 estados prejudicados pelo atual sistema de divisão das riquezas do petróleo são maioria. Vamos mudar, para respeitar a Constituição Federal. A Emenda Humberto Souto vai garantir receitas expressivas dos royalties e participações especiais do petróleo a todos os municípios do Brasil, que atualmente não recebem praticamente nada daquela fonte. Em Minas Gerais, os menores municípios passariam a receber quase R$ 1,5 milhão por ano, enquanto aqueles do porte de Montes Claros passariam a ter uma renda extra de quase R$ 14 milhões por ano. É dinheiro que vai fazer diferença na saúde pública, na geração de empregos, na segurança, no asfaltamento de ruas e tantos outros setores, exemplifica o deputado. A votação dos projetos do pré-sal está prevista para a próxima semana, a partir de terça-feira e após a votação dos vetos do Governo Federal aos impedimentos do Tribunal de Contas da União a obras do PAC com denúncias de irregularidades. A Emenda Humberto Souto/Ibsen Pinheiro é a primeira da pauta do pré-sal, mas surgiu possibilidade de acordo para transferir sua votação para outra data, agendada antecipadamente, o que possibilitaria a votação dos projetos relacionados da forma enviada pelo governo, mas, também, a convocação de prefeitos para acompanhar a votação da nossa emenda, importantíssima para a maioria absoluta dos municípios brasileiros, informou Humberto Souto. Humberto Souto comemora vitória da emenda no STF INVESTIGAÇÃO Federal no encalço de Paulo Guedes Com caixas dágua sem serventia, moradores apanham água em lombo de burro A Polícia Federal está no encalço do deputado estadual Paulo Guedes (PT). Uma equipe de agentes federais esteve na cidade de Juvenília, no extremo Norte de Minas, investigando possível esquema de doações irregulares de milhares de canos e caixas d água do DNOCS Departamento Nacional de Obras Contra as Secas a moradores do município em troca de votos. O prefeito Antônio (Toninho) Marinho confirmou que foi ouvido pelos agentes. De acordo com o prefeito, os federais também ouviram outras pessoas e desejavam saber se as doações feitas na época em Paulo Guedes esteve à frente do DNOCS foram realizadas mediante convênio com a Prefeitura ou diretamente a associações. Toninho Marinho informou aos agentes que os materiais foram entregues diretamente aos moradores, sem qualquer participação da Prefeitura. Uma auditoria interna realizada no DNOCS revelou que diversos processos de doação foram realizados de forma irregular. As investigações começaram por denúncias encaminhadas à Polícia Federal pelos ex-deputados Murilo Badaró e Carlos Mota. De acordo com as denúncias, canos e caixas d água adquiridos através de emendas parlamentares para serem distribuídos a moradores de Minas Novas teriam sido irregularmente desviados para o Norte de Minas, a fim de beneficiar a campanha política de Paulo Guedes. As investigações feitas até agora revelam que grande parte do material está se deteriorando por causa da intempérie e se encontra jogado debaixo de árvores ou a céu aberto em pastagens. Segundo relatos feitos por moradores aos agentes da Polícia Federal, em muitos locais o desuso do material ocorreu porque simplesmente não há água para ser canalizada, já que a perfuração dos poços tubulares que o deputado teria prometido fazer em seguida à doação dos canos de caixas d água não teria acontecido. OUTRO LADO - O deputado Paulo Guedes nega a existência de qualquer irregularidade durante o tempo em que esteve à frente do DNOCS. O parlamentar diz que as denúncias contra ele têm motivação política. Quem se utiliza de bens públicos em benefício particular tem que ir é para a cadeia, afirmou o político petista. Deputado Paulo Guedes (PT) Construtora impedida de licitar por 2 anos Até 28 de julho de 2010, a Construtora Vale do São Francisco Ltda, de Januária, não poderá participar de licitação ou contratar com a administração pública em Minas Gerais. A suspensão teve origem em um processo aberto pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, depois que a empresa contratou mas não deu conta de realizar a obra do novo Fórum de Januária. A empresa da família do negociante Fabrício Viana de Aquino é uma das 91 inscritas no Cadastro de Fornecedores Impedidos de Licitar e Contratar com a Administração Pública Estadual (CA- FIMP).

7 04 de fevereiro de Testemunhas se dizem ameaçadas por detetive flagrado com carro clonado O descaso da Polícia Civil com a segurança de testemunhas que ajudaram a desvendar uma série de crimes praticados por um agente de polícia de Montalvânia está revoltando moradores daquela cidade. O detetive Moisés Francisco Neto é acusado de intimidar e ameaçar pessoas que depuseram sobre os crimes supostamente praticados por ele. As testemunhas se sentem traídas. Dizem que só concordaram em depor diante da garantia dada pelo 11º Departamento de Polícia Civil de que o policial não permaneceria naquela cidade para ameaçá-las. Natural da cidade de São Francisco, o agente Moisés Francisco Neto teve sua prisão preventiva decretada em outubro, após ser flagrado em Montalvânia, pelo delegado Renato Nunes Henriques, na direção de uma caminhonete supostamente clonada. As investigações acabaram revelando que o automóvel verdadeiro pertence ao agrimensor Luiz Carlos Silva Cerqueira, da cidade de Jequié/BA. Como na hora do flagrante não havia perito em Montalvânia (até hoje não tem) para emitir o laudo que atestasse tratar-se o veículo de um clone, o policial não ficou preso. Aproveitando-se disso, ele foragiu por quase um mês. Acabou se entregando na sede do 11º Departamento de Polícia Civil, em Montes Claros, após ter todos os seus pedidos de habeas corpus negados pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O detetive também está sendo investigado num inquérito policial em que é acusado de ameaçar Érica Pereira Campos, considerada testemunha-chave de uma investigação que apura o pagamento de propina por traficantes a policiais civis para darem cobertura ao tráfico de drogas. O inquérito foi instaurado em 23/03/2007. Segundo o Ministério Público Estadual, Érica Pereira Campos recebeu na prisão a visita de Moisés Francisco Neto, oportunidade em que teria sido ameaçada de morte pelo policial. Entretanto, na época, a Quinta Câmara Criminal do TJMG considerou que tal fato, isoladamente, não era suficiente para a decretação da prisão preventiva do detetive. Delegado Renato Nunes (de gravata) acredita estar na pista de quadrilha especializada em roubo e clonagem de veículos Promotora suspeita que detetive faça parte de quadrilha Moisés Francisco Neto ficou preso poucos dias. Vencido o prazo da prisão preventiva (cinco dias) o detetive foi colocado em liberdade. Seu retorno a Montalvânia levou insegurança para as testemunhas que depuseram acreditando na promessa de que o policial seria transferido. Mistério Público e colegas de profissão consideram Moisés uma pessoa perigosa e violenta. Segundo as testemunhas ele é visto constantemente embriagado e nessa condição dirige viaturas policias e exercita seu passatempo predileto: dar tiros de pistola nas copas das árvores. O delegado Renato Nunes Henriques suspeita que o detetive seja integrante de uma quadrilha especializada em furtos, roubos, receptação e adulteração de veículos. A quadrilha, de acordo com o delegado, atuaria em Minas Grais e Bahia. Ao deferir a prisão preventiva de Moisés, o juiz Eliseu Silva Leite Fonseca, afirmou que o policial é um agente do Estado, pago para garantir a segurança dos cidadãos que traiu a nobre função para cujo exercício é pago pelos cofres públicos e passou a atuar à margem da lei, cujo cumprimento prometeu defender. A prisão aprovisória do policial civil requerida pelo delegado Renato Nunes Henriques, de Montalvânia, contou com parecer favorável da promotora de justiça Andrea Beatriz Rodrigues de Barcelos. Os crimes do policial civil começaram a ser descobertos por integrantes de uma organização não-governamental que combate a corrupção em Montalvânia. De acordo com membros da VIDAC Verdade, Independência e Desenvolvimento da Associação Cochanina, o policial civil ostentava sinais exteriores de riqueza incompatíveis com os ganhos da função que exerce. Além disso, ele sempre retornava de suas constantes viagens à Bahia em carros de luxo e alto valor. Ao requerer a prisão temporária do detetive, o delegado Renato Nunes Henriques disse que trata-se de quadrilha especializada, a qual já vem atuando há muito tempo nos Estados de Minas e Bahia. Alegou também que a prisão de Moisés Francisco Neto era necessária pelo fato de ser um policial civil, pessoa destemida e temida até mesmo pelas testemunhas. - Solto, ele poderá influenciar testemunhas ou até mesmo intimidá-las, pois se trata de indivíduo perigoso, disse o delegado. Segundo a promotora de justiça Andrea Beatriz Rodrigues de Barcelos, o detetive Moisés Francisco Neto responde a procedimento investigatório criminal na Promotoria de Montalvânia a respeito de fatos semelhantes ao denunciado pela ONG (utilização de veículo irregular, financiado duas vezes no mesmo dia, em nome de pessoas Detetive Moisés Francisco Neto é acusado de ameaçar testemunhas diferentes), bem como a procedimento criminal, por extorsão e tortura em Manga; processo criminal por tortura e a diversos inquéritos por abuso de autoridade, em Januária, os quais levaram à decretação de seu afastamento cautelar do cargo de agente de polícia civil. A promotora disse ainda que há suspeita de que Moisés Francisco Neto faz parte de uma quadrilha especializada em furtos, roubos, receptação e adulteração de veículos, que atua há tempos em Minas Gerais e Bahia, não sendo provável que tenha agido sozinho. Ela ressaltou que referidos crimes são extremamente graves e que alimentam uma cadeia de crimes violentos, demonstrando a periculosidade do agente. Temendo o pior, as testemunhas estão tentando agendar audiência conjunta com as Comissões de Segurança Pública e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais para expor a situação.

8 04 de fevereiro de IMPROBIDADE Professor Joaquim multado por obstrução às atividades do TCE Um ex-prefeito da região norte de Minas Gerais terá que pagar uma multa de R$ 17,5 mil por dificultar fiscalização dos auditores do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE). Para obstruir o trabalho dos fiscais, o professor Joaquim Gonçalves da Silva (PSDB), ex-prefeito de Juvenília, chegou a transferir toda a administração municipal para o distrito de Monte Rey. De acordo com o relatório do auditor-relator Hamilton Coelho, do TCE- MG, a equipe de inspeção ficou impossibilitada de realizar, de forma plena, a fiscalização, em virtude do descaso do prefeito, caracterizado pelo não comparecimento à reunião marcada pessoalmente e pela ausência dos secretários de Obras, Serviços e Transportes, Educação e Saúde, do presidente da Comissão de Licitação e do próprio prefeito durante o período da inspeção. Por estes fatos, a Segunda Câmara considerou as despesas referentes aos processos licitatórios do ano de 2002 como não licitadas, diante da sonegação de documentos e aplicou a multa adicional de R$ 41 mil, calculada em torno de 10% do valor total das despesas. No total, o ex-prefeito terá que pagar R$ 58,5 mil em multas ao TCE-MG. O voto do auditor-relator Hamilton Coelho no processo administrativo nº foi aprovado por unanimidade pelos membros da Segunda Câmara, que também decidiu à vista da constatação de grave violação à norma legal encaminhar os autos ao Ministério Público de Contas para as providências judiciais cabíveis. A multa é pessoal ao ex-prefeito Joaquim Gonçalves da Silva, que apesar das irregularidades pôde disputar pela coligação PSDB/PR/PT/PPS as eleições municipais de 2008, graças ao atraso do TCE-MG no julgamento de suas contas. Obteve votos (46,23%) contra votos (52,15%) dados ao candidato reeleito Antônio Marinho de Matos, da coligação DEM/ PP/PDT/PTB/PMDB e 71 votos (1,62%) a Luiz Carlos Damásio. ESCOLA Em 2003, o ex-prefeito Joaquim Gonçalves da Silva (detalhe), assinou com a Secretaria de Estado da Educação um convênio que destinou cerca de R$ 180 mil para a construção da Escola Núcleo de Porto Agrário. O estabelecimento teria capacidade para atender 300 alunos. Outros R$ 78,2 mil foram alocados para construção de uma quadra de esportes ao lado da escola. Desvio dos recursos obriga alunos a frequentar escola em Carinhanha/BA Até hoje a escola não foi construída. No local onde deveria existir a escola o que emerge do mato é o esqueleto de uma construção inacabada, carcomida pelo vandalismo e pela ferrugem. No local onde deveria existir a quadra de esportes, não há nada, só um terreno baldio. Professor Joaquim é acusado de ter desviado a maior parte da verba, em conluio com empreiteiras, entre as quais a Construtora Proença Ltda, com sede em Montes Claros. Sem a escola, estudantes de Porto Agrário, são obrigados a estudar na Escola Estadual Coronel João Duque, no município de Carinhanha, Bahia. A LIGAÇÃO POR ASFALTO ENTRE BONITO DE MINAS E JANUÁRIA JÁ ESTÁ PRONTA. É o Governo de Minas trazendo o desenvolvimento para mais perto de cada um dos mineiros, com segurança nas estradas e acesso rápido à saúde e às escolas da região. Bonito de Minas Januária

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