Por trás de cada caso. 1. Introdução:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Por trás de cada caso. 1. Introdução:"

Transcrição

1 Por trás de cada caso Resumo Breve estudo de literatura comparativa-estrutural sobre elementos semelhantes nos livros O Relógio Belisário de José J. Veiga e O Xangô de Baker Street de Jô Soares. 1. Introdução: Em literatura existem as regras de cada gênero ou tipo de literatura,mas são regras que depois de estabelecidas podem e são quebradas de acordo com a evolução e cada gênero, a mistura dos gêneros e intencionalidade dos autores.em literatura as regras são criadas para depois serem quebradas.o estudo dos períodos e das escolas literárias no Ensino Médio são a prova disso, pois os momentos de ruptura que são registrados como os mais importantes, estudados e não a continuidade depois de consagrado. No universo dos gêneros literários acontecem boas surpresas para leitores de todos os níveis de leitura, principalmente na elaboração das narrativas como nos casos de e em O Relógio Belisário de José J. Veiga e o Xangô de Baker Street de Jô Soares nos quais encontramos Serlock Holmes, personagem de autoria original de Conan Doyle. Nos dois romances citados temos caricaturas da personagem de Doyle e a integração entre o romance histórico e o policial: ambas as personagens vão para o Brasil no período da belle èpoque, a primeira de férias e a segunda convidada para resolver um caso que tem relação com outro caso. E O Relógio Belisário há a conexão entre as narrativas fantástica, histórica e policial: a narrativa fantástica desencadeia as outras duas narrativas. Enquanto em O Xangô de Baker Street há a conexão entre as narrativas histórica, policial e cômica. O que demonstra que na atualidade diferentes tipos de romances podem ser reunidos numa única obra,de acordo com a intenção do autor(a). A literatura modificou-se de acordo com as mudanças que ocorreram no mundo e com os seres humanos. 1.1.Antes um pouco de história literária: O romance policial clássico nasce no século XIX, por volta de 1840, por Edgar Allan Poe ( ), além da personagem detetive, o gênero e as regras do gênero através dos seus contos: A carta roubada,assassinatos na Rua Morgue e o Mistério de Marie Roget; influenciado pelos acontecimentos de sua época( crescimento das cidades, positivismo, etc) abrindo a possibilidade para outros tipos de narrativa

2 policial que surgiram depois i. Poe criou a tradição e o tipo clássico de detetive através da personagem Auguste Dupin que resolve os casos através de processos lógicos.depois dele surgiu todo o universo dos romances policiais, de autores e personagens. O romance policial clássico ou de enigma tem um enigma que desencadeia a narrativa na qual o detetive através de seus métodos de dedução soluciona o crime e assim que é desvendado encerra a narrativa que é um conjunto de duas histórias : a do crime e a do inquérito.a investigação começa após o crime ter acontecido e o detetive procura desvendar o que aconteceu para solucionar o caso e prender o culpado. O detetive não corre risco de vida. Os casos são narrados em primeira pessoa pelas personagens-narradoras fixas que acompanham os detetives, esse por sua vez não é um agente oficial na maioria dos romances. Dentro deste universo a personagem mais famosa é Sherlock Holmes de Conan Doyle( ).O detetive e Jhon Watson surgem em 1887 na obra Um Estudo em Vermelho,utilizando procedimentos técnicos científicos como coleta de pistas, por exemplo, e raciocínio lógico para solucionar os casos. Para Todorov o bom romance policial não transgride as regras de construção,mas sim se adapta a elas. Caso contrário estará fazendo literatura ii.ele também define as três espécies de romance policial: 1.O clássico,ou romance de enigma, que contém duas histórias: a do crime cometido e a do inquérito ( quem?,como? e por quê?).na história do inquérito,as personagens descobrem raciocinando, não agem para descobrir o criminoso. O detetive possui imunidade. A história do inquérito é contada pelo amigo do detetive, que através dos fatos, escreve um livro sobre os casos. 2.O romance negro,no qual as duas histórias são fundidas em uma.não é apresentado em forma de memórias. O detetive arrisca a vida e a saúde. É narrado em terceira pessoa imparcial ou em primeira pessoa, pelo próprio detetive. 3. O romance de suspense: surge através da união de características das duas espécies anteriormente citadas. 2. Serlock Holmes de Doyle Ele, sem sombra de dúvida,é uma criatura que fugiu ao controle de seu criador. Embora existam outros detetives importantes no mundo do romance policial, e o próprio Holmes tenha sido inspirado pelo Auguste Dupin de Poe, ele é o mais popular personagem do gênero, a ponto de haver pessoas que acreditem que ele realmente existiu como pessoa do mundo real, e não só como criação ficcional. A residência no

3 221_B da Baker Street, em Londres foi criada para receber as cartas que pessoas enviam endereçadas ao detetive. Doyle escreveu quatro romances e cinco livros de contos que imortalizaram sua personagem.em O Estudo em Vermelho o leitor é apresentado a personagem e a seu método de racionalização dedutiva: através do pensamento construído através das pistas consegue reconstruir a história do fato passado e descobrir o(s) culpado(s).utiliza também os recursos científicos de sua época e conhecimentos que julga serem importantes para as investigações. Mesmo transcendendo como personagem imortal Holmes não deixou de ser o tipo clássico de detetive de romance policial trabalhando com seus recursos que conjugam ciência e intuição além também de senso prático com o gosto pela aventura.outra posição clássica no romance policial de enigma é do narrador testemunha: o fiel Dr. Watson que é parte responsável pela popularidade de Holmes,pois é através das anotações no diário do médico que os leitores conhecem o detetive. Ele é o narrador que escolhe as aventuras que devem ser relatadas. Nem todas as aventuras de Holmes viraram narrativas policiais. O critério de seleção de Waston consiste em privilegiar os casos que foram pouco divulgados nos jornais, os que acentuam as qualidades de Holmes, e casos que foram esclarecidos por provas totalmente lógicas, segundo o método preferencial do detetive. O relato da solução do mistério ocorre depois que foi solucionado e é uma visão parcial dos fatos apresentados pelo ponto de vista de quem sabe tanto dos fatos como qualquer outra das personagens envolvidas no caso.além disso o autor deixa registro que possibilita crer que as personagens são pessoas reais.é um recurso ficcional para dar credibilidade à obra de ficção, mas há leitores que caem no jogo do autor.como por exemplo, em Um Estudo em Vermelho: Quando ao que aconteceu lá o melhor a fazer é citar o que o próprio relato do velho caçador, conforme ficou registrado no diário do Dr. Watson a quem já devemos tanto. iii O interesse do público por Holmes o fez fugir ao controle do seu criador devido admiração despertada.o autor o matou e foi forçado a ressuscitá-lo devido ao clamor dos leitores.em Sherlock Holmes_ Psicológia Social Aplicada,Truzzi iv recorda que o autor quis matar a personagem e por causa dos leitores indignados com o fato foi forçado a ressucitá-la. A imagem de Sherlock como epíteme da aplicação da racionalidade e do método científico ao comportamento humano é, certamente, um fundamental do talento do detetive para conquistar a imaginação do mundo. v Segundo ele, o que impressiona não é a habilidade superior de Sherlock, mas antes o caráter razoável e a obviedade do seu método depois de esclarecido ao leitor, levando a crer que seu método é acessível a um atento estudante de seus métodos. O que esperasse dos cientistas no mundo real é o que Holmes executa no seu mundo ficcional: mais luz e mais justiça. Ele é o herói que triunfa, sempre por

4 meio da lógica e do método científico. O que fascinou leitores, criminologistas e pessoas preocupadas com a vida real paralela a ficção. Tanto que atualmente muitos métodos inventados por Doyle são usados em laboratórios científicos.a séries CSI são herdeiras desta tradição do romance policial e também são a continuidade evoluída do uso dos métodos científicos atuais nas investigações policiais. Sherlock possui uma postura do positivismo e ceticismo científico verdadeiramente comtiano e não crê em sobrenatural,também resume a orientação basicamente determinista da maioria das ciências sociais modernas. Determinismo é visto como presente em todos os níveis da vida,alinha ao lado sociológico contrariando os psicólogos. A ênfase é colocada na procura de leis e eventos recorrentes. Preocupa com a verificação empírica das conjecturas é um ponto central de sua abordagem básica. Insistindo sobre a absoluta necessidade de fatos observáveis: dados.mas, forçados a dotar hipóteses ou intuições. Às vezes, até o detetive faz suposições equivocadas. Aparentemente também compartilha de alguns esteriótipos e preconceitos do seu mundo vitoriano com relação a determinados grupos minoritários. Demonstra leve preconceito contra negros e judeus. E também revela ideias falsas e incomuns a respeito dos processos de pensamento já mencionados. 3.O romance de Veiga Nele temos a relação entre os romances policial, fantástico e histórico. Segundo Todorov vi,o romance fantástico acontece através de um evento sobrenatural que se insere no mundo real. Existe através da incerteza da personagem que é compartilhada com o leitor.quando tem explicação,passa a ser da categoria fantástico estranho e quando o sobrenatural é aceito passa a ser da categoria fantástico maravilhoso.ele também observou a função social do fantástico: um pretexto para falar de assuntos proibidos tanto por alguma forma de censura institucionalizada quanto a autocensura por causa das regras sociais e é também uma forma de combater a censura. Enquanto o romance histórico foi um gênero surgido com o Romantismo.Como o escritor e o artista românticos não se sentiam integrados ao mundo industrializado e materialista da Europa do século XIX, fizeram o regresso ao passado recriando lendas e heróis medievais ou de épocas passadas que lhes permitiam fugir à realidade.como o gênero passou por mudanças com a crise do romance moderno dependendo da intenção do autor, a narrativa pode fugir ou enfrentar a realidade descentralizando o discurso dominante.ou até recontar a história pelo visão do vencidos, a qual é sempre omitida pelos vencedores na historigrafia oficial.

5 Acontece do seguinte modo no romance: Belisário é um menino que vive no sítio de Mariano, um desembargador aposentado, traduz para as outras pessoas as histórias que lhe são transmitidas de maneira misteriosa por um relógio antigo o qual o desembargador adquirira num antiquário.a partir da descoberta desta propriedade do relógio e da capacidade de Belisário em captar as imagens e descrevê-las, reúnem-se na sala de jantar o desembargador, sua esposa Artemisa, os filhos Simão e Dolores e o vizinho grego Mirkiz, especialista em ervas medicinais.através de Belisário ficam sabendo que o relógio foi trazido para o Brasil em 1905, por José Carlos Roche, um bibliófilo e publicista, que o adquiriu num antiquário em Paris. Em sua viagem de regresso ao Brasil, Roche trava conhecimento com um passageiro do mesmo navio o qual descobre ser o detetive inglês Sherlock Holmes que decidiu passar uma temporada no Brasil na tentativa de recuperar-se do choque causado pela morte de seu fiel auxiliar,o Dr. Jhon Waston.Embora pretenda manterse incógnito, ao chegar ao Rio de Janeiro, Holmes ajuda a desvendar o roubo na casa de uma amiga de Roche, a condessa de Windsor, cuja investigação está a cargo do delegado Edgar Pahl. A pista encontrada por Holmes, uma ponta de punhal utilizada para arrombar a porta e as gavetas onde se encontravam as joias da condessa, que ele identifica como fragmento de um Cris javanês, leva-os ao escritor Lima Barreto, conhecido romancista que acabara de publicar o conto O Homem que sabia javanês, e fornece a pista necessária: ele tivera a ideia para o conto ao ver, num botequim, um homem tentar vender um punhal javanês. De posse do endereço, o delegado vai à procura do tal homem, que afirma ter vendido a arma para um certo Cartucho.O delegado efetua a prisão deste último, e as joias são recuperadas. As histórias transmitidas pelo relógio sofrem um hiato, provavelmente correspondente a um período em que ele estivera avariado ou fora de uso. As próximas imagens que Belisário volta a captar se situam num período bem mais recente: nos anos da ditadura militar.declarando serem histórias já conhecidas, que ninguém gostaria de reviver, Mariano decide que o melhor a fazer é enviar Belisário à escola, e esquecer,que o futuro reserve histórias melhores a serem registradas pelo relógio. Na capacidade mágica que o relógio tem de transmitir histórias e na sensibilidade que permite ao menino Belisário apreendê-las e traduzi-las, temos elementos da narrativa fantástica. Na reconstrução do ambiente da belle époque carioca,podemos ver uma característica do romance histórico.por fim, o caso solucionado por Sherlock Holmes pode ser considerado com conto policial interpolado na narrativa do romance O Holmes de Veiga É uma caricatura da personagem de Doyle.Não é o detetive racional, está abatido pela morte de Wastson, ele não conduz a situação, é conduzido pelos eventos

6 desencadeados na narrativa.a narração é em terceira pessoa,pois o narrador por excelência das aventuras de Holmes é Watson. A morte dele é o que dá credibilidade a narrativa de Veiga.Além disso, o autor rompe com as regras do romance policial tradicional e problematiza a narrativa simplificando-a. Por quê? 3.2. O caso A narrativa policial é a de enigma, na qual Holmes participa da investigação, conhecedor de armas, reconhece que o fragmento da faca na cena do crime é um cris javanês. O roubo das joias é a primeira história. O inquérito é conduzido pelo delegado Edgar Pahl, que assume o comando da investigação e prende o ladrão, seguindo as pistas indicadas,primeiro por Holmes e a seguinte pelo jornalista Roche e depois pelo escritor Lima Barreto que conhecera o javanês ao procurar informações para seu famoso conto O homem que falava javanês. A integridade física de todas as personagens é mantida. Pahl é recompensado e o infrator é preso.como de praxe,o bandido, na notícia de jornal, é visto como inimigo da sociedade. Dentro do contexto da narrativa, as personagens não questionam a causa do crime, aceitam os fato como se apresentam. O leitor superficial também pode ficar neste nível de leitura, mas lendo atentamente percebe-se algo mais dentro desta narrativa aparentemente simples.o autor não monta um quebra-cabeças como é típico no romance policial. A história é desenvolvida como um jogo de dominó. Veiga problematiza a construção tradicional da história policial, por incrível que pareça, através da simplificação do caso a ser desvendado. Na época em que a narrativa acontece,1905, é que temos a resposta. Jeffrey D. Needell nos apresenta ao mundo e a ordem da belle époque num detalhado estudo sobre ela vii.foi um período conturbado, no qual a elite carioca utilizou paradigmas culturais derivados da aristocracia europeia para se manter, promover seus interesses e ter uma visão elevada de si mesma. A mentalidade política era conservadora.houve crises de ordem econômica e social que de modos diferentes afetaram todas as classes sociais, mas a elite se beneficiou através de arranjos políticos. O Rio de Janeiro era um importante centro político e sócioeconômico.a elite afrancesou-se e consolidou a dependência cultural do Brasil, tendo o elemento negativo e indissociável : o caminho da civilização pelo atalho da europeização, negando a cultura realmente brasileira.o racismo cientifico era usado para inferiorizar o povo no seu conceito de civilização. O preconceito era aplicado também a quem não soubesse falar francês. Fora da elite, a realidade era outra: a miséria dos negros e mulatos que falavam português. Dentro da teoria sobre o romance policial, esse é o mundo da ordem defendido pelo delegado Pahl.Enquanto Holmes é um detetive particular, Pahl é um detetive que trabalha oficialmente a serviço da lei. O roubo no palacete da condessa desestrutura a

7 ordem estabelecida, que é restabelecida com a prisão do ladrão e a devolução do produto do roubo.tem outra característica do romance policial que é de manter a integridade física das personagens. 4. O romance de Jô Soares Nesse romance temos a relação entre os romances policial, histórico,anteriormente comentados, e o cômico (que é um elemento que merece atenção, embora a teoria sobre comédia seja muito escassa).no dicionário viii : obra ou representação teatral em que predominam a sátira e a graça. No sentido figurado é fato ridículo. E comédia de costumes: Teat. A que reflete os usos e costumes, ideias e sentimentos habituais determinada sociedade, classe ou profissão: Martins Pena é o fundador da nossa comédia de costumes ix. Para Aristóteles x a comédia é arte através da imitação de seres inferiores em ações vulgares(no ponto de vista grego antigo),não pelo vício,mas sim por ser o cômico uma espécie de feio. O que demonstra uma divisão valorativa pejorativa para com a comédia que marcou o desinteresse de estudiosos quase que totalmente pela comédia.questão levantada por Ivo C. Bender xi que também resalta a existência da Poética II na qual o assunto é o riso,que pouco chegou até nós. A comédia dessacraliza heróis e deuses o que foi feito fartamente por Aristofanes. A inferioridade mencionada é resultado de um defeito ou falha a qual é risível por sua insignificância. Na comédia os deuses ou os simples mortais deixam exposto seu lado ridículo o que não pode ocorrer na tragédia. Pode ocorrer também na paródia. O riso implica reconhecer o ridículo, atribuir um valor determinado às ações; a comicidade é possível ser criada no âmbito da linguagem. É adesão do humano. Uma marca de determinada ação seja uma falha ou um padrão de gosto que fuja à norma estabelecida: de caráter ou de aspecto físico, mas em pequena proporção. Para Massaud Moisés o riso deflagra em razão da incongruência ou da ruptura, ainda que breve, das regras estabelecidas pelo uso. A comédia explora justamente esses instantes em que o imprevisto da ação gera o ridículo ou a surpresa espontânea. xii No caso da comédia de costumes, ela visa criticar os hábitos e costumes de uma sociedade de determinada época. O que acontece no romance: No Rio de Janeiro de 1886 um homem mata uma prostituta e deixa uma pista, enquanto Sarah Bernhardt, estrela de uma companhia de teatro francesa e a trupe apresentam espetáculos na cidade. Durante um encontro, no final do espetáculo com D. Pedro II menciona o roubo do violino Stradivarius da marquesa de Avaré, Maria Luísa Catarina de Albuquerque, e como não deseja envolvimento da polícia Sarah menciona ser amiga de Sherlock Holmes, o grande detetive dedutivo e que Wastson deve publicar as aventuras dele para que todos o

8 conheçam.num jantar com a sociedade carioca a atriz conta o fato que se espalha rapidamente através da coluna de fofocas do jornal. Em Londres, no apartamento 221 b da Baker Street, Holmes recebe o telegrama do imperador do Brasil convidando-o para ir ao Rio de Janeiro resolver o caso do roubo do violino sigilosamente. Ele e Wastson partem imediatamente para o Brasil.Ao ler o jornal do commercio a imperatriz fica sabendo de todas as notícias e se enfurece. O imperador tentou remediar,mas não conseguindo retira-se. No final de uma apresentação de Sarah mais uma moça é atacada e morta pelo assassino à noite. Quando amanhece a polícia é chamada e o legista observa as semelhanças com o crime anterior. O delegado Mello Pimenta encontra um cartão que a vítima ganhou da atriz francesa e ao conversar com a sua esposa,esperidiana, que é leitora do jornal do commercio, fica sabendo da chegada do detetive inglês que cuidará do roubo do violino. Quando navio chega ao Rio de Janeiro ele recebe a carta de Pimenta que lhe pede ajuda. Sarah soube que a moça a qual deu o cartão foi morta, mas não tinha nenhuma informação que pudesse ajudar o delegado.e na livraria O Recanto de Afrodite, de Miguel Solera de Lara, que era também um ponto de encontro dos boêmios, Sarah esbarra em Mercedes Leal que põe cartas como passatempo.a atriz pede para ela por as cartas e a leitura índica um acidente na próxima vez que voltar ao Brasil.Outro ponto preferido da boêmia era o Bar do Necrotério: Bilac, Passos, Coelho Neto, Paula Nei, Azevedo, Patrocínio, Albertino Fazelli, Chiquinha Gonzaga formam o grupo se autodenominavam a Malta. Reunidos discutem a chegada de Holmes, as moças mortas e o roubo do violino. O delegado aparece por lá e já que as notícias são de domínio público, confirma e os convida para irem ao necrotério.somente Passos, Nei, Neto,Bilac e Gonzaga aceitaram o convite e lá conversam a respeito delas. A musicista confirma que as pistas são as cordas de violino,o sol e o mi. Ao chegar ao Brasil Holmes revela que sabe falar português aprendido em Macau, na China, Língua que Wastson não compreende. São hospedados no Hotel Albion. Mais tarde os dois participam de um almoço com Sarah, seu filho Maurice, o visconde de Ibiutaça e o marquês de Salles no qual conversaram sobre a possibilidade de Watson escrever as aventuras de Holmes, os casos e amenidades.pratos típicos foram servidos.o detetive deseja falar com a baronesa para saber mais detalhes. O cocheiro particular do imperador os leva até ela. Souberam que um criado levou o violino para o conserto na loja Viola d Ouro. À noite Holmes sente o efeito da comida, perdeu o sono e resolve dar uma volta. O homem atacou a atriz Anna Candelária que conseguiu escapar, encontrou Holmes que correu atrás do agressor o qual despistou-o na Biblioteca Nacional. De dia, Pimenta foi a Viola d Ouro, confirmou com Giacomo a informação dada por Chiquinha e encontra

9 Holmes e Watson. A convite do marquês de Salles os três vão ao Café Amorim e conversam sobre os assassinatos. Holmes classifica o assassino como um serial killer e liga esse caso ao caso do violino roubado: o mesmo homem matou as moças e roubou o instrumento. O visconde de Ibituaçu oferece um jantar em homenagem a Sherlock e Sarah, comparecem a Malta, a baronesa de Avaré, Maurice, moças e rapazes os quais voltam a falar nos casos e a moça que escapou.sarah alega ter visto alguém parecida com ela: Anna Candelária. O detetive procura por Anna e a encontra. Carolina de Lourdes sai à noite durante uma tempestade para ir a casa do pai,mas a chuva a impede e o assassino serial a executa. No dia seguinte, Pimenta chama Holmes e Watson para verem o local do crime. No necrotério confirmam a terceira vítima do serial killer.vão ao hospício e entrevistam um canibal. Após participam dos eventos da Corte como ir a Petrópolis e ao Jockey Club. Também são levados a um babalorixá que afirma que Holmes é filho de Xangô. Sarah termina a sua turnê no Brasil e parte aplaudida por todos. Pimenta recebe uma carta do assassino Oluparun, leva para Holmes e diz que receberam ajuda de Nina Milet,jovem criminologista e patologista baiano que quer ajudar a traçar o perfil do assassino,mas a conversa foi pouco proveitosa. À noite, o assassino mata a baronesa de Avaré e seus escravos, e como as outras vítimas, e escreve na testa dela a palavra MISTÉRIO. Oluparun é Miguel Solera de Lara que arromba o quarto de Holmes deixa o violino e um bilhete: goodbye.o imperador deu o violino ao detetive.holmes e Watson partem no mesmo barco que Sorela de Lara para irem para Inglaterra, ele vai morar em Londres. O doutor resolve escrever as aventuras de Holmes e este pede para não escrever sobre a aventura no Brasil. Lara recorda o jogo das pistas que Holmes não soube ligar para desvendar o crime.e crimes semelhantes acontecem em Londres. Ele se autodenomina Jack, o estripador O Holmes de Soares Também é uma caricatura da personagem de Doyle. O detetive não é a infalível máquina de pensar e não soluciona os crimes.o que rompe com duas das principais características do romance policial: o detetive que descobre o culpado e esse por sua vez ser punido. O assassino deste caso não é descoberto nem punido.além disso todas as informações sobre o andamento das investigações são de domínio público, fato que parece prejudicar as investigações,mas é a falha que caracteriza a comédia. No romance policial clássico só o detetive, a polícia e os contratantes do detetive particular tem conhecimento de algumas informações.mesmo que o crime seja de conhecimento público não há o envolvimento mássiço e direto das personagens não

10 ligadas ao caso como acontece no romance de Soares.Holmes comete erros em suas deduções,pois é um inglês pouco familiarizado com a cultura brasileira da belle époque e suas nuances.do romance histórico temos a minuciosa recriação do ambiente da belle époque carioca. O texto é narrado em terceira pessoa.watson está vivo, acompanha Holmes,mas não é o narrador das aventuras do detetive e por motivos óbvios a viagem ao Brasil não constará na biografia oficial das aventuras do detetive e também é pedido pelo próprio ao doutor, afinal o caso não foi solucionado e o assassino escapou.um vexame para o infalível Holmes.Sarah sugere no início do livro que Watson escreva as aventuras de Holmes.A sugestão é acatada no final do livro. Houve empenho do autor com relação a pesquisa histórica como demonstra a bibliografia no final do romance.recria o ambiente histórico e ficcionalizou personagens históricos com personagens ficcionais.intertextualiza com os romances policiais clássicos e personagens de outro autor,mas como caricaturas, é tempera com humor e uma boa pitada de ironia por causa do descompasso da belle époque carioca: brasileiros que querem ser europeus enquanto europeus querem descobrir o Brasil: Se naquela noite Sarah realmente pensava experimentar a comida da terra, ficou decepcionada. O cardápio, preparado por um chef francês chamado especialmente para a ocasião, copiava radicalmente os restaurantes de Paris. Pg.24 No romance de Veiga a belle époque retratada é o mistério a ser revelado ou compreendido, no romance de Soares a belle époque é retratada por dentro com momentos de comicidade devido aos próprios paradoxos que a belle époque proporcionava: (...) Para muitos, que não entendiam uma palavra do que estava sendo dito em cena, era um espetáculo de circo, e Sarah um fenômeno tão misterioso quanto um tigre que tocasse flauta ou um elefante equilibrista. Pg. 47 e 48. O choque cultural entre as personagens inglesas e francesas com o comportamento dos brasileiros da elite é inevitávelmente gera momentos cômicos.exemplo: _ Os trajes. Não compreendo por que os homens todos se vestem de preto, à europeia, num país tropical. O detetive tocara uma corda sensível.o costume de copiar os coletes e as pesadas sobrecasacas dos climas frios era motivo de espanto e de chacota por parte dos viajantes e até O Mequetrefe já fizera charges criticando está mania. _O senhor Holmes há de nos perdoar,mas a civilização tem seu preço.(...)_ respondeu a baronesa de Avaré. Pg 175. Os males de determinadas tendências de moda não são novos. Os brasileiros como cita Needell xiii chegaram a fazer o absurdo de vestir roupas do inverno europeu em pleno calor carioca de 40 graus para alcançar a civilização, como observado no fragmento do livro.o tempo passou, a nação hegemônica mudou e de outros modos

11 o que ocorria na belle époque continua acontecendo.existem brasileiros que não gostam do Brasil e infelizmente há muitos que só dão valor aos produtos e as pessoas que são estrangeiras, como se tudo que fosse de fora fosse o melhor. 4.2.O caso Há dois crimes que são cometidos pela mesma personagem Oluparun: o roubo do violino e os assassinatos das mulheres nos quais deixa uma corda do violino em cada vítima.o detetive é chamado para desvendar os crimes,mas não consegue.fato que surpreende,mesmo sendo uma caricatura.porém o detetive está fora do seu habitat natural,londres, e não esta familiarizado com as minúcias culturais do país que se encontra e seus paradoxos. Os eventos são desencadeados como elos de corrente ligadas através das indicações das personagens que levam ao passo seguinte da ação.rompe a principal regra do romance policial,pois o detetive não lê as pistas corretamente, não evita os crimes anunciados pelo assassino o qual as deixa de propósito, não descobre a identidade do criminoso e não o prende.heresia total com as regras do romance policial,mas são falhas que fortalecem o cômico na história.apenas os leitores conhecem no final a identidade dele.o interessante é que Lara depois se denomina Jack, o estripador e na história real de Jack ninguém descobriu a sua verdadeira identidade, há apenas especulações sobre sua verdadeira identidade, o que leva investigadores modernos a tentar descobri-la até hoje. 5.Conclusão: Entre Veiga e Soares, os únicos pontos em comum no caso dos respectivos romances é o material usado para tecer as narrativas, cada qual à sua maneira mostrou criatividade com elementos narrativos conhecidos conectados e oferecem aos leitores narrativas que apresentam crítica social e humor com leveza apesar da aparente simplicidade. 6.Referências Bibliográficas: Romances: SOARES, Jô. O Xangô de Baker Street. São Paulo: Companhia das Letras, VEIGA, J.J.. O Relógio Belisário. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, Teoria: ADORNO, Theodor W. Posição do narrador no romance contemporâneo.in.: Teoria estética.trad. Modesto Carone.São Paulo: Abril Cultural, Col. Os Pensadores. ARISTÓTELES.Poética. São Paulo: Ed. Nova Cultural, 1996.

12 BENDED,Ivo C.. Comédia e Riso: Uma poética do teatro cômico. Porto Alegre: Ed. Universidade.UFRGS/EDPUCR,1996. BENJAMIN,Walter. O narrador In.: Textos escolhidos. São Paulo: Abril Cultural,1983. CHAUÍ, Marilena de Souza. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense,1980. CODO, Wanderley. O que é alienação. São Paulo: Brasiliense,1994. KOTHE,Flávio R.. O herói. São Paulo: Ática, A alegoria. São Paulo: Ática, Literatura e Sistemas Intersemióticos. São Paulo : Cortez Autores Associados, A Narrativa Trivial. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, LINS, Álvaro. No Mundo do Romance Policial In.: O Relógio e o Quadrado. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, MOISES, Massaud.Dicionário de Termos Literários. São Paulo : Cultrix,1995. Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, REIMÃO, Sandra Lucia. O que é o romance policial. São Paulo: Brasiliense, SANT ANNA, Affonso Romano de. Paródia, Paráfrase e Cia. São Paulo:Ática, SOENTGENS, Jens. O riso como parte do método filosófico In. Filosofos n.1,v.4. Trad. Jordino Marques. Goiânia: Editora da UFG. TODOROV, Tzvetan. Tipologia do Romance Paulo: Perspectiva. Policial In.: Estruturas Narrativas.São.Introdução a Literatura Fantástica. São Paulo: Perspectiva, STALLONI, Yves.Os gêneros literários. Trad. Flávia Nascimento. Rio de Janeiro: Defil, TRUZZI, Marcelo. Você conhece meu método _ Uma justaposição de Charles S. Pierce e Sherlock Holmes In.: O signo dos três. (Org.) Umberto Eco e Thomas A Sebok. São Paulo: Perspectiva.

13 i REIMÃO,Sandra Lúcia. O que é o Romance Policial. São Paulo :Brasiliense, ii TODOROV, Tzvetan. Tipologia do Romance Policial In.: Estruturas Narrativas. iii Pg.144. iv TRUZZI,Marcelo. Você conhece meu método _Uma justaposição de Charles S. Pierce e Sherlock Holmes In.:O signo dos três (org.) Umberto Eco e Thomas A. Seblek. São Paulo: Perspectiva. v Idem. Pg. 59. vi TODOROV,Tvetan.Introdução à Literatura Fantástica. São Paulo: Perspectiva. vii NEEDELL,Jeffrey D.. Belle Époque Tropical: Sociedade e cultura da elite do Rio de Janeiro na virada do século viii Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa.Rio de Janeiro: Nova Fronteira pg.435. ix Idem.pg.435. x ARISTÓTELES. Poética. São Paulo:Editora Nova Cultural, xi BENDED,Ivo C.. Comédia e Riso: Uma poética do teatro cômico. Porto Alegre:Ed. Universidade., UFRGS/EDPUCRS, xii MOISES,Massaud.Dicionário de Termos Literários. São Paulo:Cultrix xiii Idem :vii.

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA Kellen Millene Camargos RESENDE (Faculdade de Letras UFG; kellenmil@gmail.com); Zênia de FARIA (Faculdade de Letras UFG; zenia@letras.ufg.br).

Leia mais

SUPLEMENTO DE ATIVIDADES

SUPLEMENTO DE ATIVIDADES SUPLEMENTO DE ATIVIDADES NOME: N O : ESCOLA: SÉRIE: 1 Considerado um dos mais importantes escritores de todos os tempos, Edgar Allan Poe se inscreveu na história da literatura mundial com seu estilo inconfundível.

Leia mais

A jornada do herói. A Jornada do Herói

A jornada do herói. A Jornada do Herói A Jornada do Herói Artigo de Albert Paul Dahoui Joseph Campbell lançou um livro chamado O herói de mil faces. A primeira publicação foi em 1949, sendo o resultado de um longo e minucioso trabalho que Campbell

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão 3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão ACADEMIA DE PLATÃO. Rafael, 1510 afresco, Vaticano. I-Revisão brevíssima

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

SHOW DA QUÍMICA: A UTILIZAÇÃO DO TEATRO COMO UMA PROPOSTA INOVADORA RESUMO

SHOW DA QUÍMICA: A UTILIZAÇÃO DO TEATRO COMO UMA PROPOSTA INOVADORA RESUMO SHOW DA QUÍMICA: A UTILIZAÇÃO DO TEATRO COMO UMA PROPOSTA INOVADORA Paula Mantovani dos Santos 1 ; Ademir de Souza Pereira 2 UFGD/FACET Caixa Postal 533, 79.804-970 Dourados MS, E-mail: paulamantovani@live.com

Leia mais

readquire a alegria de viver. O incrível universo do jardim fortalece a amizade entre as crianças e traz de volta o sorriso ao rosto do senhor Craven.

readquire a alegria de viver. O incrível universo do jardim fortalece a amizade entre as crianças e traz de volta o sorriso ao rosto do senhor Craven. O JARDIM SECRETO Introdução ao tema Mais que um simples romance sobre a descoberta de um lugar proibido, O jardim secreto revela o fascínio dos primeiros contatos com a natureza e a importância que ela

Leia mais

A arte do século XIX

A arte do século XIX A arte do século XIX Índice Introdução ; Impressionismo ; Romantismo ; Realismo ; Conclusão ; Bibliografia. Introdução Durante este trabalho irei falar e explicar o que é a arte no século XIX, especificando

Leia mais

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade.

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade. DRÁCULA Introdução ao tema Certamente, muitas das histórias que atraem a atenção dos jovens leitores são as narrativas de terror e mistério. Monstros, fantasmas e outras criaturas sobrenaturais sempre

Leia mais

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro sumário 9 prefácio. A lição aristotélica de Poe [Pedro Süssekind] 17 A filosofia da composição

Leia mais

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor,

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor, Xixi na Cama Cara Professora, Caro Professor, Estamos oferecendo a você e a seus alunos mais um livro da coleção Revoluções: Xixi na Cama, do autor mineiro Drummond Amorim. Junto com a obra, estamos também

Leia mais

3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos:

3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I 3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos: Elaboração de cenas e improvisação teatral de textos jornalísticos.

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

Preconceitos: Xenofobia, racismo, chauvinismo

Preconceitos: Xenofobia, racismo, chauvinismo Preconceitos: Xenofobia, racismo, chauvinismo Tânia Fernandes 01-07-2011 Tânia Fernandes Página 1 INTRODUÇÃO Hoje em dia cada vez mais existe preconceito entre a humanidade, olhamos de lado para pessoas

Leia mais

TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS.

TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS. TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS. Amanda Cristina de Sousa amandita_badiana@hotmail.com E.M. Freitas Azevedo Comunicação Relato de Experiência Resumo: O presente relato trata da

Leia mais

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado. 1 O que é Ética? Definição de Ética O termo ética, deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Leia mais

Um na Estrada Caio Riter

Um na Estrada Caio Riter Um na Estrada Caio Riter PROJETO DE LEITURA 1 O autor Caio Riter nasceu em 24 de dezembro, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia

Leia mais

AVALIAÇÃO DA UNIDADE III PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS

AVALIAÇÃO DA UNIDADE III PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS DA UNIDADE III PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS QUESTÃO 01 (1,0 ponto) Leia atentamente a proposição. O Romantismo era a apoteose do sentimento; O Realismo é a anatomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte

Leia mais

Nomes: Marcelo Lauer, Mariana Matté, Matheus Fernandes, Raissa Reis e Nadine Siqueira

Nomes: Marcelo Lauer, Mariana Matté, Matheus Fernandes, Raissa Reis e Nadine Siqueira Escritor brasileiro Dados de Identificação: Nomes: Marcelo Lauer, Mariana Matté, Matheus Fernandes, Raissa Reis e Nadine Siqueira Turma: 201 Professora: Ivânia Lamb Romancista brasileiro nascido em São

Leia mais

Pedagogia. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento

Pedagogia. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento Pedagogia Prof. Dr. Roger Quadros A influência das pesquisas na formação do professor Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento Objetivos: Discutir alguns cuidados básicos para a escolha do tema

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

Arquétipos na publicidade e propaganda

Arquétipos na publicidade e propaganda Arquétipos na publicidade e propaganda Mauricio BARTH 1 Moris Mozart MUSSKOPF 2 Resumo Diversos indicadores comprovam o processo de envelhecimento da população brasileira. Esta tendência, do ponto de vista

Leia mais

Como Funciona e o Que Você Precisa Saber Para Entender o Fator da Perda de Peso? Capítulo 9: Mantendo Um Corpo Livre De Celulite Para o Resto Da Vida

Como Funciona e o Que Você Precisa Saber Para Entender o Fator da Perda de Peso? Capítulo 9: Mantendo Um Corpo Livre De Celulite Para o Resto Da Vida Aviso Legal Qualquer aplicação das recomendações apresentadas neste livro está a critério e único risco (do leitor). Qualquer pessoa com problemas médicos de qualquer natureza deve buscar e consultar um

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS

PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - PORTUGUÊS - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== BRINCADEIRA Começou

Leia mais

PALAVRAS DE DETETIVE

PALAVRAS DE DETETIVE PALAVRAS DE DETETIVE Recorta as definições e une-as às respetivas palavras. Utiliza os dicionários disponíveis. Pessoa que possivelmente terá cometido o crime. Sinal, indicação, indício, que ajuda a resolver

Leia mais

1. Você escolhe a pessoa errada porque você espera que ela mude após o casamento.

1. Você escolhe a pessoa errada porque você espera que ela mude após o casamento. 10 Maneiras de se Casar com a Pessoa Errada O amor cego não é uma forma de escolher um parceiro. Veja algumas ferramentas práticas para manter os seus olhos bem abertos. por Rabino Dov Heller, Mestre em

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

PERSONAGENS: CLEMÊNCIA

PERSONAGENS: CLEMÊNCIA PERSONAGENS: CLEMÊNCIA (a viúva de Alberto, mãe de Mariquinha e Júlia) MARIQUINHA (a filha que ama Felício, mas tem dois outros pretendentes interessados em seu dote) JÚLIA (a irmã de Mariquinha de 10

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

Lição 1 Como Amar os Inimigos

Lição 1 Como Amar os Inimigos Lição 1 Como Amar os Inimigos A. Como seus pais resolviam as brigas entres você e seus irmãos? B. Em sua opinião qual a diferença entre amar o inimigo e ser amigo do inimigo? PROPÓSITO: Aprender como e

Leia mais

Um grupo de alunos e uma professora. que decidiram escrever um livro...

Um grupo de alunos e uma professora. que decidiram escrever um livro... Um grupo de alunos e uma professora que decidiram escrever um livro... Tudo começou com um garoto chamado Luan que, num belo dia, resolveu compartilhar sua história... Luan Cardoso era um menino de apenas

Leia mais

Identificação do projeto

Identificação do projeto Seção 1 Identificação do projeto ESTUDO BÍBLICO Respondendo a uma necessidade Leia Neemias 1 Neemias era um judeu exilado em uma terra alheia. Alguns dos judeus haviam regressado para Judá depois que os

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES:

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES: Atividades gerais: Verbos irregulares no - ver na página 33 as conjugações dos verbos e completar os quadros com os verbos - fazer o exercício 1 Entrega via e-mail: quarta-feira 8 de julho Verbos irregulares

Leia mais

endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5.O ANO EM 2012 Disciplina: Prova: PoRTUGUÊs

endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5.O ANO EM 2012 Disciplina: Prova: PoRTUGUÊs Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 5.O ANO EM 2012 Disciplina: Prova: PoRTUGUÊs desafio nota: Nesta prova você será apresentado a Sherlock Holmes, um dos mais conhecidos

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES. Resolverei neste ponto o desafio que coloquei no site na semana passada.

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES. Resolverei neste ponto o desafio que coloquei no site na semana passada. Olá pessoal! Resolverei neste ponto o desafio que coloquei no site na semana passada. Fiquei muito feliz com o respaldo que essa questão teve. Virou até tópico do Fórum Concurseiros. http://www.forumconcurseiros.com/forum/showthread.php?t=274909

Leia mais

PROJETO DE LEITURA A PEDRA NO SAPATO DO HERÓI ORÍGENES LESSA INTENÇÃO: INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO

PROJETO DE LEITURA A PEDRA NO SAPATO DO HERÓI ORÍGENES LESSA INTENÇÃO: INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO PARTE 1 PROJETO DE LEITURA A PEDRA NO SAPATO DO HERÓI ORÍGENES LESSA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA INTENÇÃO: INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO 1. Conhecendo o autor...

Leia mais

JANEIRO DE 2013,SEXTA FEIRA DIA 11. escrito por: Antפnio Carlos Calixto. Filho. Personagens: Dana de. Oliveira uma moça. simples ingênua morena

JANEIRO DE 2013,SEXTA FEIRA DIA 11. escrito por: Antפnio Carlos Calixto. Filho. Personagens: Dana de. Oliveira uma moça. simples ingênua morena OSUTERBOS DE 2013,SEXTA FEIRA DIA 11. JANEIRO escrito por: Antפnio Carlos Calixto Filho Personagens: Dana de Oliveira uma moça simples ingênua morena olhos pretos como jabuticaba,1.70a,sarad a cabelos

Leia mais

O GÊNERO POLICIAL EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹

O GÊNERO POLICIAL EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹ O GÊNERO POLICIAL EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹ ROSS, Huanna Sperb²; FARIAS, Vera Elizabeth Prola³ Iniciação científica ¹ Trabalho de Pesquisa do Projeto PROBIC Perspectivas

Leia mais

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC ÁFRICA Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM Ricamente ilustrada por fotos e desenhos, esta obra traça um painel detalhado da vida dos habitantes da África do Oeste: sua tradição oral, detalhes

Leia mais

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO

Leia mais

SUBPROJETO PIBID-EDUCAÇÃO FÍSICA: XADREZ NA ESCOLA ESTADUAL TANCREDO NEVES

SUBPROJETO PIBID-EDUCAÇÃO FÍSICA: XADREZ NA ESCOLA ESTADUAL TANCREDO NEVES SUBPROJETO PIBID-EDUCAÇÃO FÍSICA: XADREZ NA ESCOLA ESTADUAL TANCREDO NEVES Lucas Duarte Passos¹; Wilson Claudino Bezerra²; Carlos Eduardo Zanetti de Albuquerque 3 ; Raquel Canazza de Macedo 4 ; Marina

Leia mais

Anexo 1: Integração da comunidade na República da Irlanda: um estudo de caso

Anexo 1: Integração da comunidade na República da Irlanda: um estudo de caso Integração da Comunidade 263 Anexo 1: Integração da comunidade na República da Irlanda: um estudo de caso Por haver uma grande diversidade, em termos do que pode ser feito em diferentes países e lugares,

Leia mais

NOVOS OLHARES SOBRE A ESCRAVIDÃO

NOVOS OLHARES SOBRE A ESCRAVIDÃO NOVOS OLHARES SOBRE A ESCRAVIDÃO Charles Nascimento de SÁ charles.as@superig.com.br FTC/FACSA A escravidão no Brasil tem nos maus tratos e na violência do sistema sua principal afirmação. Ao longo das

Leia mais

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ Geane Apolinário Oliveira Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Geane-cg@hotmail.com RESUMO: Este

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL Emanuel Carvalho 2 Prefácio * Edivan Silva Recebi o convite para prefaciar uma obra singular, cujo título despertou e muita minha atenção: Como escrever um livro infantil,

Leia mais

Módulo Estratégia RPG: Trabalho Final

Módulo Estratégia RPG: Trabalho Final Pontifícia Universidade Católica Departamento de Artes & Design Curso de Especialização O Lugar do Design na Leitura Nome: Giselle Rodrigues Leal Matrícula: 072.997.007 Data: 19/05/08 Módulo Estratégia

Leia mais

Naconclusão de muitos clássicos da literatura de mistério,

Naconclusão de muitos clássicos da literatura de mistério, A história nas estrelas Naconclusão de muitos clássicos da literatura de mistério, o detective reúne todas as personagens principais no salão e anuncia os resultados da sua investigação. Na nossa história

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DA NARRATIVA O ALQUIMISTA BASEADA NA ANÁLISE ESTRUTURAL DA NARRATIVA

UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DA NARRATIVA O ALQUIMISTA BASEADA NA ANÁLISE ESTRUTURAL DA NARRATIVA UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DA NARRATIVA O ALQUIMISTA BASEADA NA ANÁLISE ESTRUTURAL DA NARRATIVA Mestranda Ivi Furloni Ribeiro Resumo: Nosso objetivo neste presente artigo é entender como se constitui a narrativa

Leia mais

Tesouro em vaso de barro. Quando o natural é visitado pelo sobrenatural

Tesouro em vaso de barro. Quando o natural é visitado pelo sobrenatural Tesouro em vaso de barro Quando o natural é visitado pelo sobrenatural Consagração Enchendo o vaso com o tesouro - parte 2 Jz. 14 Sansão desceu até a cidade de Timna e ali viu uma moça filisteia. Voltou

Leia mais

IV PARTE FILOSOFIA DA

IV PARTE FILOSOFIA DA IV PARTE FILOSOFIA DA 119 P á g i n a O que é? Como surgiu? E qual o seu objetivo? É o que veremos ao longo desta narrativa sobre a abertura do trabalho. Irmos em busca das estrelas, no espaço exterior,

Leia mais

Teatro O Santo e a Porca ( 1957)

Teatro O Santo e a Porca ( 1957) Modernismo Teatro O Santo e a Porca ( 1957) Biografia Ariano Suassuna (1927-2014) foi um escritor brasileiro. "O Auto da Compadecida", sua obra prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua

Leia mais

ANÁLISE LITERÁRIA: OS ESTEREÓTIPOS DE BELEZA EM SHREK 1. O conto narra a estória de Shrek, um ogro que vive sozinho em um pântano, mas que

ANÁLISE LITERÁRIA: OS ESTEREÓTIPOS DE BELEZA EM SHREK 1. O conto narra a estória de Shrek, um ogro que vive sozinho em um pântano, mas que 1 ANÁLISE LITERÁRIA: OS ESTEREÓTIPOS DE BELEZA EM SHREK 1 Luciara dos Santos (UFS) I. ENREDO O conto narra a estória de Shrek, um ogro que vive sozinho em um pântano, mas que logo tem sua tranqüilidade

Leia mais

Neoclassicismo. Segundo a leitura acima analise os itens e marque uma ÚNICA alternativa:

Neoclassicismo. Segundo a leitura acima analise os itens e marque uma ÚNICA alternativa: Neoclassicismo Questão 01 De acordo com a tendência neoclássica, uma obra de arte só seria perfeitamente bela na medida em que imitasse não as formas da natureza, mas as que os artistas clássicos gregos

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Alguns planos de aula elaborados pelos bolsistas Angelita, Sheynna e Willian.

Alguns planos de aula elaborados pelos bolsistas Angelita, Sheynna e Willian. Alguns planos de aula elaborados pelos bolsistas Angelita, Sheynna e Willian. Leitura do conto O gato preto, de Edgar Allan Poe (duas aulas) 1- Leitura compartilhada do conto, dividido em duas partes.

Leia mais

Colégio Nomelini Ensino Fundamental II LISTA Nº 04 9º ANO

Colégio Nomelini Ensino Fundamental II LISTA Nº 04 9º ANO Trazer a tarefa resolvida no dia: 22/03/2013 (Sexta-feira) Prof. Vanessa Matos Interpretação de textos LISTA Nº 04 9º ANO DESCRIÇÃO: A seleção de atividades é para a leitura e interpretação. Responda os

Leia mais

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS

Usos e Costumes. Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS Usos e Costumes Nos Dias Atuais TIAGO SANTOS [ 2 ] Prefácio Nos dias atuais temos visto muitas mudanças de paradigmas nos regulamentos internos de nossas instituições. Isso tem ocorrido pela demanda de

Leia mais

Dicionário. Conceitos. Históricos

Dicionário. Conceitos. Históricos Dicionário de Conceitos Históricos Kalina Vanderlei Silva Maciel Henrique Silva Dicionário de Conceitos Históricos Copyright 2005 Kalina Vanderlei Silva e Maciel Henrique Silva Todos os direitos desta

Leia mais

Prof. Paulo Alexandre

Prof. Paulo Alexandre Prof. Paulo Alexandre As indicações mostradas nesta apresentação funcionam como guia de estudos do Realismo e do Naturalismo. Todas as informações devem ser complementadas pelo aluno, com a utilização

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril Descobrimento do Brasil. Pintura de Aurélio de Figueiredo. Em 1500, há mais de 500 anos, Pedro Álvares Cabral e cerca de 1.500 outros portugueses chegaram

Leia mais

CENTRO DE APRENDIZAGEM LICEU SAPIENTIA. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre Os livros serão indicados pelas professoras de Inglês e Espanhol

CENTRO DE APRENDIZAGEM LICEU SAPIENTIA. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre Os livros serão indicados pelas professoras de Inglês e Espanhol RELAÇÃO DOS LIVROS DE LITERATURA 8º ANO PROF. Josias/ Eliane/Iara Data: 05/02/2014 As Aventuras de Tom Sawyer Tom Sawyer é um menino travesso e muito aventureiro. Ao mesmo tempo em que apronta poucas e

Leia mais

THALES GUARACY. Liberdade para todos. Leitor iniciante. Leitor em processo. Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: AVELINO GUEDES

THALES GUARACY. Liberdade para todos. Leitor iniciante. Leitor em processo. Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: AVELINO GUEDES Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente THALES GUARACY Liberdade para todos ILUSTRAÇÕES: AVELINO GUEDES PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona Liberdade para todos THALES GUARACY

Leia mais

Introdução. De que adianta estudar filosofia se não para melhorar o seu pensamento sobre as questões importantes do dia a dia? Ludwig Wittgenstein

Introdução. De que adianta estudar filosofia se não para melhorar o seu pensamento sobre as questões importantes do dia a dia? Ludwig Wittgenstein Introdução De que adianta estudar filosofia se não para melhorar o seu pensamento sobre as questões importantes do dia a dia? Ludwig Wittgenstein O que a filosofia tem a ver com o dia a dia? Tudo! Na verdade,

Leia mais

Indice. Bullying O acaso... 11

Indice. Bullying O acaso... 11 Indice Bullying O acaso... 11 Brincadeira de mau gosto. Chega! A história... 21 O dia seguinte... 47 A paixão... 53 O reencontro... 61 O bullying... 69 9 Agosto/2010 O acaso Terça-feira. O sol fazia um

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013 LÍNGUA PORTUGUESA - 4º ANO ENSINO FUNDAMENTAL. ALUNO PROFESSORA DATA

ESCOLA ESTADUAL AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013 LÍNGUA PORTUGUESA - 4º ANO ENSINO FUNDAMENTAL. ALUNO PROFESSORA DATA ESCOLA ESTADUAL AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013 LÍNGUA PORTUGUESA - 4º ANO ENSINO FUNDAMENTAL. ALUNO PROFESSORA DATA Leia o texto abaixo para responder as questões 01 e 02. QUESTÃO 01 A frase Meu medo de cão

Leia mais

TÍTULO: REFLEXÕES SOBRE A POESIA E A FUGA AO DIDATISMO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: REFLEXÕES SOBRE A POESIA E A FUGA AO DIDATISMO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: REFLEXÕES SOBRE A POESIA E A FUGA AO DIDATISMO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIÃO DAS FACULDADES DOS GRANDES LAGOS AUTOR(ES): STELA FERNANDES

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

TRADUÇÃO DO HUMOR NAS TIRAS CYA- NIDE AND HAPPINESS : ADAPTAÇÃO E EMPRÉSTIMOS TRADUTÓRIOS

TRADUÇÃO DO HUMOR NAS TIRAS CYA- NIDE AND HAPPINESS : ADAPTAÇÃO E EMPRÉSTIMOS TRADUTÓRIOS TRADUÇÃO DO HUMOR NAS TIRAS CYA- NIDE AND HAPPINESS : ADAPTAÇÃO E EMPRÉSTIMOS TRADUTÓRIOS Bruna Vançan de REZENDE Vitor Monteiro de AQUINO Discentes UNILAGO Lauro Maia AMORIM Docente UNILAGO AUTORES RESUMO

Leia mais

POESIA NO ENSINO MÉDIO: ANÁLISE DE RECEITAS RESUMO

POESIA NO ENSINO MÉDIO: ANÁLISE DE RECEITAS RESUMO POESIA NO ENSINO MÉDIO: ANÁLISE DE RECEITAS Caroline Orlandini Moraes (Bolsista Fundação Araucária / G CLCA UENP/CJ) (Integrante do GP Literatura e Ensino - UENP/CJ) Rafaela Stopa (Orientadora - CLCA-UENP/CJ)

Leia mais

PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1

PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1 199 PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1 FERIOTO, Diego Gomes. 2 RESUMO Apresentaremos resultados parciais da pesquisa que pretende enfatizar a importância dos processos criminais como

Leia mais

Enquadramento Histórico

Enquadramento Histórico Enquadramento Histórico Aquilo que os cristãos conhecem de Paulo resume-se a dois ou três momentos da sua vida: a conversão na estrada de Damasco, o discurso no areópago de Atenas, o martírio na cidade

Leia mais

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 INTERVENÇÃO DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS Dr. Isaltino Afonso Morais Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 LOCAL: Figueirinha, Oeiras REALIZADO

Leia mais

O Tiro Final & Outros Contos Sensacionais

O Tiro Final & Outros Contos Sensacionais Multibrasil Download - www.multibrasil.net Sir Arthur Conan Doyle O Tiro Final & Outros Contos Sensacionais Tradução de: Fernando B. Ximenes Introdução O Tiro Final O Pastor de Jackman's Gulch O Vexame

Leia mais

4ºano. 3º período 1.4 LÍNGUA PORTUGUESA. 30 de agosto de 2013

4ºano. 3º período 1.4 LÍNGUA PORTUGUESA. 30 de agosto de 2013 4ºano 1.4 LÍNGUA PORTUGUESA 3º período 30 de agosto de 2013 Cuide da organização da sua avaliação, escreva de forma legível, fique atento à ortografia e elabore respostas claras. Tudo isso será considerado

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

Texto 4 Composição em prosa não literária

Texto 4 Composição em prosa não literária Curso de Redação: Do texto ao texto Professora: Maria Aparecida Araújo Texto 4 Composição em prosa não literária Conteúdo Descrição Narração Dissertação Bibliografia: 1. CARNEIRO, Agostinho Dias: Redação

Leia mais

A Corte Chegou Cândida Vilares e Vera Vilhena PROJETO DE LEITURA. Ficha Autoras: Romance histórico. As autoras A vivência como professoras

A Corte Chegou Cândida Vilares e Vera Vilhena PROJETO DE LEITURA. Ficha Autoras: Romance histórico. As autoras A vivência como professoras A Corte Chegou Cândida Vilares e Vera Vilhena PROJETO DE LEITURA 1 As autoras A vivência como professoras foi a base de trabalho das autoras. Na sala de aula, puderam conviver com a realidade de leitura

Leia mais

A PESQUISA E OS DILEMAS ÉTICOS DO TRABALHO DA ENFERMAGEM. IN: SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM ENFERMAGEM

A PESQUISA E OS DILEMAS ÉTICOS DO TRABALHO DA ENFERMAGEM. IN: SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM ENFERMAGEM A PESQUISA E OS DILEMAS ÉTICOS DO TRABALHO DA ENFERMAGEM. IN: SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM ENFERMAGEM Lisboa, MTL. A pesquisa e os dilemas éticos do trabalho da enfermagem. In: Seminário Nacional

Leia mais

Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1

Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1 Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1 Leila Cristina Leite Ferreira-UFPA RESUMO: Este artigo traz como discussão a captação, a elaboração e a

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS Minhas áreas de atuação são, pela ordem de número de eventos: Gestão de Projetos; Gestão de Ativos; Gestão de Segurança Industrial e Gestão Estratégica de empresas. Considero-me,

Leia mais

A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura

A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura É essencial que todo vestibulando saiba diferenciar e interpretar charges, cartuns, tirinhas e caricaturas. Dessa forma buscarei elucidar as semelhanças

Leia mais

Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D

Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D História Oral de Jayme Leão Celeste Mayumi Fernanda Alcântara Luciana Reis História Oral de Jayme Leão Ao chegarmos

Leia mais

capítulo i Perfis...21 capítulo ii Da Rússia a Maceió e Recife... 27

capítulo i Perfis...21 capítulo ii Da Rússia a Maceió e Recife... 27 Sumário Agradecimentos...13 Nota...15 Apresentação........................................................19 capítulo i Perfis...21 capítulo ii Da Rússia a Maceió e Recife... 27 A família reunida Os caminhos

Leia mais

FILOSOFIA COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA

FILOSOFIA COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA A prova de filosofia se mostrou abrangente em relação aos conteúdos propostos. Destacamos algumas pequenas observações nas questões envolvendo o livro X da República de

Leia mais

1. A TRADIÇÃO REALISTA

1. A TRADIÇÃO REALISTA 1. A TRADIÇÃO REALISTA Se você alguma vez passou os olhos por um livro chamado Raízes do Brasil (1936)*, talvez tenha lido uma passagem famosa, que refere uma característica portuguesa que Sérgio Buarque

Leia mais

Cara Professora, Caro Professor,

Cara Professora, Caro Professor, A olhinhos menina de rasgados Cara Professora, Caro Professor, Estamos oferecendo a você e a seus alunos um belo livro de narrativa A menina de olhinhos rasgados, do premiado autor mineiro Vanderlei Timóteo.

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO SEDUC CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE PROFESSORES CEFAPRO ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA

SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO SEDUC CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE PROFESSORES CEFAPRO ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO SEDUC CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE PROFESSORES CEFAPRO ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA ANDRÉ ANTÔNIO MAGGI SACOLA MÁGICA E LATA LITERÁRIA Claudia

Leia mais

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS 1 Introdução O presente estudo se insere no contexto do sistema penitenciário feminino e, empiricamente, tem como tema as

Leia mais