A RECEPÇÃO DO LEITOR NA PERSPECTIVA DO ENÍGMA EM COIVARA DA MEMÓRIA

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1 A RECEPÇÃO DO LEITOR NA PERSPECTIVA DO ENÍGMA EM COIVARA DA MEMÓRIA Auda Ribeiro Silva (Mestranda UFS) Introdução A escrita de Francisco Dantas, prosador sergipano, é sem sombra de dúvidas primorosa, obras como a sua nunca se esgotam, sempre oferecem possibilidades de interpretação, sempre abrem leques para novas pesquisas. Coivara da memória (1991), seu grande início na literatura, é um exemplo, visto que tem instigado aos acadêmicos estudos que não foram ainda executados, dentre eles o enigma do assassinato. No contexto literário, como é sabido, o mistério é uma ferramenta muito utilizada, a exemplo dos romances policiais, góticos e de suspense, embora Coivara da memória não se encaixe em nenhum desses modelos, é possível encontrarmos traços das narrativas de mistério, narrativas essas, cujo desenvolvimento gira em torno de um suspense que quase sempre é centrado em um crime. Aqui o delito configura o grande enigma da obra, uma vez que o protagonista, narrador-personagem, aguarda julgamento em prisão domiciliar por um crime que ninguém sabe com precisão se ele o cometeu, ou seja, o crime não é resolvido. O mencionado crime é o assassinato da personagem coronel Tucão, considerado o mandachuva da cidade, tio e desígnio de vingança do protagonista, acusado de cometer o homicídio. A partir desse panorama de incertezas, o leitor é convidado a encontrar pistas discursivas para a resolução desse mistério. Nesse sentido, este trabalho objetiva analisar a recepção do leitor na perspectiva do enigma em Coivara da memória, ou por assim dizer, o papel do leitor frente à renovação de sentidos dessa obra, no tocante à recepção dos significados que estão encobertos ou não nesse texto, visto que o autor utiliza-se do enigma para suscitar a curiosidade do leitor, e, consequentemente, ao refletir e tentar encontrar respostas o leitor torna-se co-autor do texto lido. A estética da recepção na perspectiva do enigma Para abarcar a atividade do leitor e a sua relação com a obra, expande na década de 60 e 70 a Teoria da Recepção, ou por assim dizer, Estética da Recepção considerada uma tendência da história da Literatura Comparada. A estética da recepção trata-se, 1

2 pois, de um processo dialético, no qual o movimento entre produção e recepção passa sempre pela comunicação literária. Daí o fato de a noção de recepção ter um duplo sentido: acolhida ou apropriação e troca ou intercâmbio (NITRINI, 170, 1997). Dessa maneira, a teoria da recepção apresenta uma proposta de mudança de paradigmas em que o leitor, o texto e o processo comunicativo estão interligados, tendo a leitura como uma atividade de reconstrução do texto. Dito de outro modo, o desenvolvimento da leitura realiza-se como ato de tirar informações e reconhecer traços, ler passa ser uma participação direta, ativa, ou seja, a leitura é um processo de apropriação do outro. (cf. KRISTEVA apud NITRINI). Por não ser homogênea, a estética da recepção possibilita diferentes opiniões tanto fenomenológicas (do ato individual da leitura), quanto hermenêuticas (resposta do público ao texto), ela é entendida como uma renovação da literatura comparada, tem-se nos teóricos Hans Robert Jauss e Wolfgang Iser os que melhor formularam o conceito da estética da recepção (cf. NITRINI, 1997). De acordo com Jauss, (1994, p. 25) a história da literatura é um processo de recepção e produção estética que se realiza na atualização dos textos literários por parte do leitor que os recebe, do escritor, que se faz novamente produtor, e do crítico, que sobre eles reflete. Na perspectiva da estética da recepção o leitor passa ter um papel essencial frente ao fazer literário, isso porque a obra literária deixa lacunas que precisam ser preenchidas pelo leitor, e, portanto, no ato da leitura ele torna-se autor do texto. Segundo Iser: O não-dito de cenas aparentemente triviais e os lugares vazios do diálogo incentivam o leitor a ocupar as lacunas com suas projeções. Ele é levado para dentro dos acontecimentos e estimulado a imaginar o não dito como é significado. Daí resulta um processo dinâmico, pois o dito parece ganhar sua significância só no momento em que remete ao que oculta. Mas, sendo uma implicação do dito, o ocultado ganha próprio contorno. Quando o que é ocultado ganha vida na representação do leitor, o dito emerge diante de um pano de fundo que o faz aparecer (ISER, (ano, p. 106). Esses não ditos e os espaços vazios de diálogo podem ser percebidos com mais evidência em narrativas com tons enigmáticos, em que o leitor é instigado a desvendar o mistério, atraídos pelo suspense, ele fica ansioso aguardando o desenrolar da trama e ao mesmo tempo fazendo conjecturas. Ramos (2013, p. 118), afirma que o suspense é, na verdade, uma expressão inglesa quase universalmente empregada para se referir a uma mistura de incerteza, de intensa expectativa [...] que são 2

3 experimentadas à medida que há a iminência de acontecimentos. Desse modo, o suspense pode também ser entendido como uma forma em que o autor se utiliza para suscitar a curiosidade do leitor que aguarda aflito pelo desenlace da obra, tornando-se uma estratégia narrativa. (cf. Ramos, 2013). Dessa forma, podemos inferir que Francisco Dantas enquanto escritor usa dessa estratégia na obra Coivara da memória, pois, como dito anteriormente, ela é uma narrativa que traz no seu ínterim um ar de mistério, um tom enigmático, em que o crime descrito na trama não é solucionado, como é possível percebermos nas palavras do próprio protagonista: a partir deste esquisito desfecho [...] sem se quer o consolo de saber ao certo se realmente houve alguma mão safada metida nesta morte imponderável, apesar de aparentemente natural (Dantas, 1991, p.351). Vê-se então, que são questionamentos como esse do narrador-personagem que ficam no ar, de modo que não encontramos evidências concretas acerca do assassinato. O que se tem claro são apenas suspeitas, o que talvez intensifique a atmosfera de mistério, de forma que cause na história um estado de inquietude. O leitor, que tem às mãos textos como esse, nas palavras de Barthes, pode perfeitamente ser encaixado como hermenêutico que recebe a obra como um conjunto de enigmas que compete ao leitor desvendar, como faz um caçador ou um detetive, através de um trabalho com os índices (COMPAGNON, 2001, p. 146). A partir do dito enigma, esse olhar de detetive vai permanecer durante toda leitura da obra Coivara da memória. Isso é percebido desde a falta de identificação por parte do protagonista, porque em nenhum momento da narrativa é revelado o seu nome. O leitor pode entender isso como uma pista ou mesmo um recurso em que o narradorpersonagem utiliza, pois esse narrador não se assemelha a outro tipo de personagem da trama e nem a outro tipo de narrador. Quanto ao esclarecimento dessa questão, cada leitor fará uma leitura, e essa depende do grau de informação, do conhecimento do receptor, visto que a obra não está acabada, seu sentido está sempre se renovando a partir do horizonte de expectativa, ou seja, o conhecimento prévio do leitor, ou mesmo o que se pressupõe antecipadamente ao receber a obra (cf. NITRINI, 1997). Desse modo, o leitor que tem um domínio sobre o foco narrativo pode fazer uma leitura mais ampla sobre essa ausência de identificação do narrador, da mesma forma, quando percebe que o narrador-personagem é algo mais além, uma figura entre os mestres e sábios que tem o poder de contar a sua vida e a vida alheia (cf. BENJAMIN, 1994), e 3

4 usa dessa sapiência destacada por Walter Benjamin para se esconder no anonimato, esse leitor, sem sombra de dúvidas tem um horizonte ampliado. Nessa direção, Jauss introduziu o conceito do mencionado horizonte de expectativa numa visão metodológica fundamental que abrange as conjecturas em que o leitor recebe o texto (cf. NITRINI, 1997). Nas palavras de Jauss: O horizonte de expectativa de uma obra, que assim se pode reconstruir, torna possível determinar seu caráter artístico a partir do modo e do grau segundo o qual ela produz seu efeito sobre um suposto público. Denominando-se distância estética aquela que medeia entre o horizonte de expectativa preexistente e a aparição de uma obra nova cuja acolhida, dando-se por intermédio da negação de experiências conhecidas ou da conscientização de outras, jamais expressas, pode ter por consequência uma mudança de horizonte, tal distância estética deixa-se objetivar historicamente no espectro das reações do público e do juízo da crítica (sucesso espontâneo, rejeição ou choque, casos isolados de aprovação, compreensão gradual ou tardia). Assim, a interpretação de um texto é um diálogo, uma troca prática de perguntas e respostas, em que a subjetividade do leitor é posta em cheque, visto que o mesmo recebe a obra e a ressignifica de acordo com o contexto que se encontra inserido, ou seja, seu horizonte de expectativa será imprescindível para determinar o significado preciso do texto. A partir da estética da recepção o leitor pode agir de diversas maneiras em relação a obra: consumir simplesmente ou criticá-la, admirá-la ou recusá-la, deleitar-se com sua forma, interpretar seu conteúdo, assumir uma interpretação conhecida ou tentar apresentar uma nova (NITRINI, 1997, 171). Na narrativa em questão, o leitor com certeza é chamado a não só fazer uma nova interpretação, como também, a preencher as lacunas dos não ditos a exemplo das suspeitas do assassinato da personagem Tucão, em que são apresentadas duas possibilidades: a primeira seria a do protagonista que tinha o desejo declarado de vingança pela morte do pai. Várias passagens do texto confirmam esse anseio, a exemplo dessa: amanhã, consumada a vingança, partirei talvez para sempre ainda cosido à madrugada, enfim desobrigado do pesadelo que venho arrastando como posso desde a morte de meu pai (Dantas 1991, p.346). A segunda suspeita, não manifestada claramente, seria a dos sobrinhos do velho Tucão, eles eram ávidos pela herança do tio, no último capítulo o narrador deixa escapar uma possível pista: dizem que o jagunço Malaquias, a testemunha maior, emigrou para a divisa de Minas com Bahia, onde permanece bem estabelecido com o saldo que lhe pagaram os sobrinhos do Coronel 4

5 (Dantas, 1991, p.351). Esse jagunço citado é a pessoa contratada pelo protagonista para ajudá-lo na morte do seu algoz. Teria Malaquias traído a personagem principal, dando cabo do velho Tucão a mando dos sobrinhos dele? Pensando assim, o assassinato foi uma vingança ou uma armadilha? São perguntas a serem feitas por parte do leitor. São espaços vazios que são evidenciados pelos não ditos. O processo interpretativo a partir do enigma Barthes ao tratar de interpretação discute sobre os textos legível e escrevível, para ele, os textos legíveis são produtos (e não produções) que constituem a enorme massa da literatura (1992, p.39), esse tipo de texto valoriza os textos clássicos, o sentido que já está posto, ou seja, respeita o que o que o texto já carrega em si. Já o texto escrevível é a mão escrevendo, antes que o jogo infinito do mundo (o mundo como jogo seja cruzado [...] que venha impedir, na pluralidade dos acessos, a abertura das redes, o infinito das linguagens (1992, p. 39), o escrevível abre leques para o leitor, nele há uma entrada para que o leitor participe da feitura do texto, visto que esse processo de construção é agregador, possibilitando um novo horizonte de expectativa, um novo olhar por parte do leitor, justamente porque o leitor passa a dizer. A obra Coivara da memória, a partir do enigma pode muito bem ser encaixada como texto escrevível, pois o seu sentido não está posto, é antes de tudo, indecidível, cuja leitura necessita de uma melhor aplicação no sentido de criar passagens na cadeia interpretativa. Nesse texto os significados não são estáticos, são plurais, o que está escrito pode ser re-escrito, o leitor torna-se um produtor, não apenas um mero consumidor. Aqui, a partir desta fala do narrador-personagem podemos inferir a possibilidade desse tipo de texto: [...] se não ouço o diabo deste chiado gasturento, eu diria que o odiento está morto, assim deste branco camisolão de inocente. Esta miséria orgânica, assim serenamente decaída, será mesmo o matador de meu pai, o chefão poderoso contra quem gastei a vida urdindo a minha desforra? É ele, sim. Eis o narigão entupido de cupim, a mão criminosa empretecida pelo cuspo do satanás. [...] volto decidido a terminar tudo de vez, para enfim me desgrudar desta inhaca de defunto cru, azeitado de fedentina. Estendo as mãos, que se espicham e recuam crispadas como se tivessem vida própria. Encaro os dedos que tremem de repugnância, pericio a garganta molenga, tomando a medida exata. Concentro todas as energias para dominar as reações de apavorado. E já não escuto nenhum vestígio de vida. Olho a cova dos olhos e só enxergo dois buracos desabitados, prendo a respiração e cerro e cerro as pupilas com medo de recuar, os dois polegares se afundam no 5

6 pescoço de lama podre e se imobilizam lá no fundo (Dantas, 1991, p. 350). Percebe-se então, que o narrador deixa os espaços a serem preenchidos pelo leitor, pois o texto apresenta dúvidas, e partir desse mistério o leitor pode fazer associações, como por exemplo: identificar as características reais de um defunto e perceber se o velho Tucão, a partir da descrição relatada na obra, se encaixa como morto, antes mesmo do protagonista dar cabo de sua morte, com isso investigar os vários significantes contidos no texto, bem como, fazer as aberturas para os acréscimos de outros, até chegar ao significado que o texto propõe. Dessa forma, o leitor estará interpretando a obra e participando da construção ficcional. Na mesma prospectiva, mas sobre uma outra ótica Humberto Eco no texto Interpretação e superinterpretação vai dizer que um texto quando é produzido para uma comunidade de leitores, a intenção do autor não será respeitada no momento da interpretação, pois o leitor ao contatar com a obra carrega consigo um planejamento para chegar a um resultado, esse, está atrelado ao que Eco chama de competência da linguagem enquanto tesouro social (cf. Humberto Eco, 2005), ou seja, numa proposta de leitura deve-se respeitar o cabedal cultural de cada leitor, mesmo diante da natureza do texto. Nas palavras de Eco o próprio ato da leitura é uma transação difícil entre a competência do leitor (conhecimento de mundo do leitor) e o tipo de competência que o texto postula a fim de ser lido de forma econômica (2005, p. 80). Para tanto, Humberto Eco na obra Sobre a literatura destaca dois tipos de leitores: o leitor semântico e o leitor crítico ou estético. O primeiro seria o leitor que apenas decodifica o que está posto no texto, sem grandes reflexões, não vai além do que está na superfície textual. Já o segundo tipo de leitor, considerado por Eco como leitor-modelo, faz uma leitura mais ampla, ultrapassa a superfície do texto, vai além do que ele já carrega, esse dito leitor é ativo, mas respeita os limites da interpretação, isto é, a natureza do texto. Em Coivara da memória pode-se despertar os dois tipos de leitores e para se tornar o segundo tipo de leitor, ele precisa antes de tudo, ultrapassar o campo da decodificação de modo a fazer uma análise semântica, estética e critica, seria o que fosse capaz de captar além do sentido que o texto já carrega. Para isso é necessário que ele tenha um conhecimento, como já foi dito, estético da obra, e consiga contextualizá-la, como por exemplo: saber que Coivara da memória é um romance neo-realista de 30 voltado para a região nordeste, possui técnicas narrativas do Modernismo, como também, tem uma 6

7 técnica de escrita autobiográfica, cujo enredo contextualiza o declínio da cana de açúcar no Centro-sul de Sergipe. Essas e outras informações farão com que o leitor que as possui faça uma leitura mais ampla da obra, pois o mesmo tem um horizonte de expectativa abrangente. Considerações finais Diante do exposto, não é o nosso propósito aqui o desvendar desse mistério, uma vez que se trata de uma obra literária, que é aberta e cheia de lacunas, cujo universo propicia ao leitor descobrir infinitas interconexões, de forma que podemos correr o risco de não chegarmos com fidelidade ao que o texto propõe. A discussão levantada aqui foi no sentido de passar pelos conceitos de Estética da recepção, interpretação e leitor numa correlação com o enigma, de modo a entender que essas definições, quer seja pela teoria da recepção com o universo de expectativas, quer seja pela interpretação através do texto escrevível descrito por Barthes, quer seja ainda pelo 2º leitor estético ou crítico abordado por Umberto Eco estão imbricadas. E o leitor, advindo dessas concepções descritas, pode fazer uma leitura revisada da obra Coivara da memória, no intuito de agregar sentidos, preencher os espaços vazios deixado pelo enigma, uma vez que a leitura acopla o processamento do texto com o leitor, este, por sua vez, é afetado por tal processo (ISER, 1999, p.97.) Enfim, no ato da leitura a capacidade de recepção é um construto de sentidos que surge na relação do leitor com o texto, e essas novas percepções vão ressignificar e contribuir na produção da co-autoria do texto por parte do leitor. REFERÊNCIAS BARTHES, Roland. S/Z. Tradução Léa Novaes. Rio de Janeiro: Nova fronteira, BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura: Tradução Sérgio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, BROCANELLI, Noelma. A morte nas crônicas memorialísticas de Helena Silveira. Dissertação de mestrado. Universidade de São Paulo. São Paulo, COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria: literatura e senso comum. Santiago Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001; Dantas, Francisco J.C. Coivara da memória. 4. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, ECO, Humberto. Sobre a literatura. 2. ed. Rio de Janeiro: Record,

8 Interpretação e superinterpretação. Tradução Monica Stahel. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, ISER, Wolfgang. O ato da leitura. Uma teoria do efeito estético. Tradução Johannes Kretschmer. São Paulo: Editora 34, JAUSS, Hans Robert. A história da literatura como provocação à teoria literária. Tradução Sergio Tellaroli. São Paulo: Ática, NITRINI, Sandra. Literatura comparada: história, teoria e crítica. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, RAMOS, Jozelma Oliveira. As narrativas de Mistério. Revista Eletrônico Mediação. Minas Gerais Endereço Eletrônico: php/mediacao/article/view/

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