O GÊNERO POLICIAL EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O GÊNERO POLICIAL EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹"

Transcrição

1 O GÊNERO POLICIAL EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹ ROSS, Huanna Sperb²; FARIAS, Vera Elizabeth Prola³ Iniciação científica ¹ Trabalho de Pesquisa do Projeto PROBIC Perspectivas Literárias: Geografia, História e Ficção - UNIFRA ² Curso de Letras do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil ³ Profª. Drª. do curso de Letras do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil RESUMO O presente estudo é um recorte do Projeto PROBIC (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) Perspectivas Literárias: Geografia, História e Ficção, autoria de Huanna Ross, em desenvolvimento no Centro Universitário Franciscano. Objetiva-se apresentar o surgimento do gênero policial, bem como refletir acerca de uma análise da narrativa Shakespeare não serve de álibi: Crime na Belle-Époque Carioca, autoria de Licínio Rios. Para isso, foram realizadas as leituras teóricas e, posteriormente, a leitura do romance. Como resultados parciais têm se julgado, a partir de um subsídio teórico adequado, as características que singularizam a leitura dos romances policiais. Portanto, foi possível perceber que a narrativa em questão se encaixa perfeitamente nas características desse gênero e, portanto, é um romance policial, gênero esse tão lido nos dias de hoje. Palavras-chave: Gênero policial; Análise; Narrativa. 1. INTRODUÇÃO Este trabalho é fruto do Projeto PROBIC (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) Perspectivas Literárias: Geografia, História e Ficção, o qual se desenvolve no Centro Universitário Franciscano. A narrativa policial, gênero lido por muitas pessoas nos dias de hoje e muito conhecida através do detetive mais famoso do mundo, Sherlock Holmes, criação de Conan Doyle, apresenta, segundo Reimão (1983), um crime e alguém com o intuito de desvendá-lo. Entretanto, nem toda narrativa que contenha esses elementos, pode ser considerada como policial, visto que, além disso, é preciso uma determinada maneira de articular a narrativa, bem como de construir a relação do detetive com o crime e com a narração. 2. DESENVOLVIMENTO

2 A narrativa policial, a qual é comum no âmbito social e que, normalmente, é chamada de romance policial é, na verdade, a narrativa policial de detetive ou romance de enigma, denominação essa que, de acordo com Reimão (1983), parece ser perfeita, uma vez que esse gênero de policial parte de um enigma, o qual atua, então, como desencadeante da narrativa e a busca de sua solução, a elucidação, o explicar o enigma, o transformar o enigma em um não-enigma é o motor que impulsiona e mantém a narrativa; quando se esclarece o enigma, se encerra a narrativa (REIMÃO, 1983, p.11). Em Shakespeare não serve de álibi: Crime na Belle-Époque Carioca, romance policial de Licínio Rios, ocorre, no início da narrativa, o assassinato de uma famosa cortesã, lady Parsons sem aviso, ele saltou qual leopardo da poltrona ao récamier. Lavinia Parsons não pôde gritar porque a mão dele cortou-lhe o ar, sufocando-a, até que a lâmina começasse a abrir caminho na garganta dela. O corte foi preciso, cirúrgico, de orelha a orelha. Como faca na manteiga, o instrumento foi separando em dois todos os tecidos que encontrava, numa incisão terrível, pouco acima do camafeu de ouro e lápis-lazúli que lady Parsons usava. Era o predileto dela (RIOS, 1998, p.41). A narrativa se encerra após a descoberta do assassino, ou seja, do enigma, ainda que só quem sabe o nome do sujeito praticante do crime seja o leitor, uma vez que os suspeitos acabam sendo mortos e o segredo do criminoso não é desvendado para os demais personagens. O gênero em questão surgiu em 1841, com a publicação do conto Assassinatos na Rua Morgue, autoria de Edgar Allan Poe ( ), considerado a primeira narrativa policial moderna, no qual Poe cria um detetive, Dupin. Poe, além de criador desse gênero, é, conforme Reimão (1983), o exemplo mais expressivo da narrativa de enigma. Isso porque ao criar o gênero policial, Poe dá margem a vários tipos de narrativas policiais que surgirão depois, ele próprio, em seus contos, escreve uma narrativa tipo policial de enigma ou romance de detetive. Poe é a narrativaenigma por excelência e, além disso, abriu a possibilidade do surgimento de outros tipos de narrativa policial (REIMÃO, 1983, p.11-12). Alguns fatores que estavam ocorrendo por volta de 1840 quando Poe cria o gênero, tiveram forte influência nessa criação. De acordo com Reimão (1983), as condições da época tiveram forte influência para que Poe criasse esse gênero, uma vez que os jornais, surgidos na Europa no século XIX, apresentavam algumas seções, as quais valorizavam os fatos cotidianos. Além disso, o desafio do mistério juntamente com certo prazer na desgraça alheia e ao sentimento de justiça violada que requer reparos são, basicamente, os elementos geradores da atração e do prazer na leitura deste tipo de narrativa. Outra questão de grande influência para o surgimento deste novo gênero foi a Revolução Industrial, com início no século XVIII, resultando nas chamadas cidades

3 industriais, muito presentes no romance policial, como, por exemplo, a capital carioca, Rio de Janeiro, no romance a ser analisado. O positivismo, que também influenciou as criações de Poe, foi, conforme Reimão (1983, p.14-15) um dos últimos movimentos filosóficos a obter grande divulgação, repercussão e aceitação fora do círculo dos especialistas, tinha como crença básica, como pressuposto fundamental, a afirmação de que os fenômenos são regidos por leis. Essas leis existiriam tanto ao nível do mundo natural quanto do orgânico e do universo humano. Uma das consequências dessas concepções positivistas é a crença de que o espírito humano está submetido a leis como qualquer outro fenômeno (REIMÃO, 1983, p.14-15). Além disso, a polícia que parece sempre ter existido, surgiu no século XIX. No início desse século, os policiais franceses eram recrutados entre os ex-condenados e um de seus chefes era o ex-condenado mais famoso de todos Vidocq ( ) -, que em 1828 lança suas memórias. (REIMÃO, 1983, p.13-14) Sendo assim, Vidocq, ex-contraventor, conhece o mundo do crime a fundo, o que facilita suas investigações, pois é através da convivência com os criminosos e de suas próprias experiências que ele consegue desvendar os crimes que lhe são apresentados. É em oposição a esse tipo de detetive que Poe cria Dupin. Entretanto, isso deixou a população intrigada, conforme Reimão (1983, p.14), afirma: Se num primeiro momento há uma aceitação e até uma certa louvação da polícia, logo a população das novas cidades industriais ficará desconfiada e insatisfeita, com esta nova instituição. Para as novas, instáveis e perplexas classes médias, era tênue demais o limite entre um contraventor e um excontraventor (REIMÃO, 1983, p.14). Talvez, por esse motivo, todos os primeiros grandes detetives, da ficção, foram investigadores que não pertenceram à polícia como instituição. Este é o caso de Jofre Amat, protagonista do romance de Licínio Rios, que é um historiador e conhecedor da cidade, inclusive o romance é repleto de citações de sua obra, também fictícia, como historiador urbano. Até a Idade Média, o ato criminal podia ser negociado entre os indivíduos lesados, porém, com o surgimento do poder judiciário, o crime passou a ser visto como uma infração às leis do Estado e, com isso, o criminoso era considerado um inimigo público, isto é, um perigo para toda a sociedade. Ao lado dessa concepção de criminoso, há também a questão patológica, ou seja O criminoso é um doente mental. Sua razão é, às vezes, quase tão perfeita quanto a normal. Sua falha está nos sentimentos éticos e morais que, nele, estão deteriorados. Daí encontrarmos, às vezes, na narrativa policial, a ideia de gênio do crime, em oposição ao gênio da justiça (o detetive), como, por exemplo, Sherlock Holmes versus Moriarty (REIMÃO, 1983, p.16).

4 Segundo Reimão (1983) para se pensar a narrativa policial é necessário a substituir a intuição e o acaso pela precisão e pela lógica, pois de acordo com o pensamento de Poe, nada, no ato de criar literatura, pode ser atribuído ao acaso, mas tudo se encaminha, rigorosamente, para a solução desejada. Juntamente com isso, é preciso que a história seja escrita ao contrário, ou seja, de trás para frente, para que então todos os incidentes convirjam para o final desejado. No romance de enigma, tanto o trabalho do detetive perante o crime quanto a narração de suas deduções, ocorrem após o crime ter acontecido. Na narrativa policial de Licínios Rios, essa regra básica fica bem clara, uma vez que inicialmente há o assassinato de Lavinia Parsons, logo após os passos da investigação de Jofre Amat para então, finalmente, ocorrer o desfecho do caso. Poe juntamente com seus seguidores Conan Doyle e Agatha Christie, a dama do crime e criadora do detetive belga Hercule Poirot e da fascinante Miss Jane Marple, forma a chamada trinca de ouro do romance enigma, no qual o tema verdadeiro não é o crime, mas o esforço para solucioná-lo. Para esse trio, o detetive desse tipo de romance, ou seja, o romance de enigma é uma mente dedutiva, uma máquina de pensar, que, através de vestígios, pistas, indícios, consegue reconstruir uma história, um fato passado, e assim descobrir o (s) culpado (s). Conforme Reimão (1983, p.32), o narrador do romance não pode ser o próprio detetive, assim como o narrador onisciente está descartado. A partir disso, o que resta é o narrador impessoal e não onisciente, como é o caso do narrador em terceira pessoa presente em Shakespeare não serve de álibi: Crime na Belle-Époque Carioca. Esse narrador apenas retrata para os leitores o que ele enxergou, não transpondo para a sua narração seu ponto de vista acerca dos acontecimentos. Na literatura policial, os textos podem ser: policial de detetive, também conhecido como romance de enigma ou policial noir, o romance negro. Segundo Reimão (2005) O romance policial noir, também denominado policial americano, é um desdobramento do policial enigma clássico e tem em Dashiell Hammett e Raymond Chandler seus fundadores e seus nomes mais expressivos. Sua narrativa é construída no presente, acompanha o correr dos fatos, segue as investigações, ou seja, se dá no mesmo tempo da ação, e não em forma de memória como no policial enigma (REIMÃO, 2005). Os detetives desses romances deixam a cargo do leitor as deduções construídas a partir dos dados apresentados, ou seja, cabe ao leitor deduzir o caráter, a personalidade e os sentimentos dos personagens a partir das descrições fornecidas pelo narrador. Além disso, a violência presente no romance em questão não é apenas um elemento a mais, mas sim, um reflexo da época em que ele surgiu, isto é, uma época pós-guerra, na qual existiam

5 por todos os lados crime organizado, gangues e corrupção policial. Há nesse tipo de narrativa policial a exploração das ações violentas, brutas, bem como das situações angustiantes nas quais o homem é capaz de se envolver e de todos os tipos de sentimentos, sejam eles ignóbeis ou não. Sendo assim, a gíria e os palavrões são admitidos e, consequentemente, a linguagem coloquial do dia-a-dia também. o leitor habituado a narrativas de enigma se defronta com outro tipo de leitura. Um protagonista que se opõe ao detetive clássico. Um detetive que convive e faz com que o leitor conviva, frequentemente, sem que a linguagem tente amenizar, com violência, com agressão, com frequentes descrições de lutas e violações corporais, e envolva-se, vivencie toda essa emoção da bestialidade (REIMÃO, 1983, p.63). No romance negro, as oposições ao romance de enigma são várias, como, por exemplo, o otimismo, a moralidade convencional, o espírito conformista a um detetive que sempre resolve os mistérios. A partir disso, Reimão (1983, p.51-52) cita as palavras de Marcel Duhamell, criador e diretor da coleção Série Noire : o leitor desprevenido que se acautele: os volumes da Série Noire não podem, sem perigo, estar em todas as mãos. O amante de enigmas a Sherlock Holmes aí não encontrará nada a seu gosto. [...] Aí vemos policiais mais corrompidos do que os malfeitores que perseguem. O detetive simpático não resolve sempre o mistério. Algumas vezes nem há mistério. E até mesmo, outras vezes, nem detetive. E então? Então resta a ação, a angústia, a violência, - sob todas as formas especialmente as mais vis -, a pancadaria é o massacre. [...] Há ainda o amor, de preferência bestial, a paixão desordenada, o ódio sem perdão, todos os sentimentos que numa sociedade policiada só devem ser encontrados raramente, mas que aqui são moeda corrente, e são, algumas vezes, expressos numa linguagem bem pouco acadêmica, mas onde domina sempre, rosa ou negro, o humor (DUHAMELL apud REIMÃO, 1983, p.51-52). Diferentemente do romance de enigma, no qual o crime acontecia anteriormente ao momento na narrativa, no romance negro a narrativa coincide com os acontecimentos, ou seja, os fatos ocorrem no presente e o leitor tem a possibilidade de acompanhar as investigações. Segundo Reimão (1983, p.56) não se trata de reconstituir um crime passado e seu desvendamento, mas de atuar lado a lado com o (s) criminoso (s) e tentar adiantar-se a ele (s). Sendo assim, o leitor é capaz de acompanhar os erros e enganos do detetive, uma vez que este é passível de cometer infrações, conforme Reimão (1983, p.63) o leitor habituado ao romance enigma, acostumado, pois, à palavra final do detetive clássico, que consegue encaixar numa versão lógica e inquestionável as pistas aparentemente mais dispersas possíveis, passa a acompanhar, em pé de igualdade, os tropeços e os enganos deste novo detetive, cuja palavra final não é inquestionável nem acima de qualquer suspeita (REIMÃO, 1983, p.63). O detetive, que era imune a qualquer tipo de violência no romance de enigma, está sujeito a perigos, pois não possui garantia da imunidade física. Em 1920, 79 anos após a estreia de Dupin e 33 anos depois do nascimento de Sherlock Holmes, apresentado por Conan Doyle,, surge no Brasil a publicação da primeira

6 narrativa policial brasileira, O mistério, escrita por Coelho Neto, Afrânio Peixoto, Medeiros e Albuquerque e Viriato Corrêa. 3. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS Visto que o presente trabalho encontra-se, ainda, em desenvolvimento, não foi possível obter nenhum conclusão até o momento. Entretanto, foi feita uma retrospectiva histórica, com base em textos teóricos de Sandra Lúcia Reimão, para entender o surgimento do romance policial, gênero muito lido atualmente, e sua evolução, bem como a criação de seus detetives. Além disso, observaram-se características desse gênero dentro do romance policial de Licínio Rios, Shakespeare não serve de álibi. 4. REFERÊNCIAS REIMÃO, Sandra Lúcia. O que é romance policial. São Paulo: Ed. Brasiliense, REIMÃO, Sandra Lúcia. Literatura policial brasileira. Rio de Janeiro: Zahar, RIOS, Licínio. Shakespeare não serve de álibi: Crime na Belle-Époque Carioca. São Paulo: Ed. 34, 1998.

Adriano Schwartz 1 Folha de São Paulo

Adriano Schwartz 1 Folha de São Paulo PONTO DE VISTA A ESTRATÉGIA DO CRIME Adriano Schwartz 1 Folha de São Paulo O escritor Ricardo Piglia já disse mais de uma vez que não há nada além de livros de viagens ou histórias policiais. Narra-se

Leia mais

PALAVRAS DE DETETIVE

PALAVRAS DE DETETIVE PALAVRAS DE DETETIVE Recorta as definições e une-as às respetivas palavras. Utiliza os dicionários disponíveis. Pessoa que possivelmente terá cometido o crime. Sinal, indicação, indício, que ajuda a resolver

Leia mais

SUPLEMENTO DE ATIVIDADES

SUPLEMENTO DE ATIVIDADES SUPLEMENTO DE ATIVIDADES NOME: N O : ESCOLA: SÉRIE: 1 Considerado um dos mais importantes escritores de todos os tempos, Edgar Allan Poe se inscreveu na história da literatura mundial com seu estilo inconfundível.

Leia mais

Pedagogia. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento

Pedagogia. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento. Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento Pedagogia Prof. Dr. Roger Quadros A influência das pesquisas na formação do professor Pesquisa educacional: os caminhos do conhecimento Objetivos: Discutir alguns cuidados básicos para a escolha do tema

Leia mais

A jornada do herói. A Jornada do Herói

A jornada do herói. A Jornada do Herói A Jornada do Herói Artigo de Albert Paul Dahoui Joseph Campbell lançou um livro chamado O herói de mil faces. A primeira publicação foi em 1949, sendo o resultado de um longo e minucioso trabalho que Campbell

Leia mais

endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5.O ANO EM 2012 Disciplina: Prova: PoRTUGUÊs

endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5.O ANO EM 2012 Disciplina: Prova: PoRTUGUÊs Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 5.O ANO EM 2012 Disciplina: Prova: PoRTUGUÊs desafio nota: Nesta prova você será apresentado a Sherlock Holmes, um dos mais conhecidos

Leia mais

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA

SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA SOBRE A DESCONSTRUÇÃO ROMANESCA EM BOLOR, DE AUGUSTO ABELAIRA Kellen Millene Camargos RESENDE (Faculdade de Letras UFG; kellenmil@gmail.com); Zênia de FARIA (Faculdade de Letras UFG; zenia@letras.ufg.br).

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO GÊNERO DETETIVESCO: DA NARRATIVA DE ENIGMA DE POE A O CRIME DA GÁVEA, DE MARCILIO MORAES

A EVOLUÇÃO DO GÊNERO DETETIVESCO: DA NARRATIVA DE ENIGMA DE POE A O CRIME DA GÁVEA, DE MARCILIO MORAES 342 A EVOLUÇÃO DO GÊNERO DETETIVESCO: DA NARRATIVA DE ENIGMA DE POE A O CRIME DA GÁVEA, DE MARCILIO MORAES Yara dos Santos Augusto Silva Resumo: O presente estudo busca investigar a evolução do gênero

Leia mais

Romance Policial: Origens e Experiências Contemporâneas

Romance Policial: Origens e Experiências Contemporâneas 1 Romance Policial: Origens e Experiências Contemporâneas por Adriana Freitas 1 Em sua Teoria do romance, Lukács (2000) estuda a perda do sentido imanente em que se baseava a epopéia helênica e o aparecimento

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

AS MANIFESTAÇÕES DE INTERTEXTUALIDADE ENTRE O CASO DOS DEZ NEGRINHOS E ASSASSINATOS NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.

AS MANIFESTAÇÕES DE INTERTEXTUALIDADE ENTRE O CASO DOS DEZ NEGRINHOS E ASSASSINATOS NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. AS MANIFESTAÇÕES DE INTERTEXTUALIDADE ENTRE O CASO DOS DEZ NEGRINHOS E ASSASSINATOS NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Allison Guimarães Andrade 1, Profª MSc. Regiane Magalhães Boainain 2 1 UNITAU/FCSL,

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

Introdução. De que adianta estudar filosofia se não para melhorar o seu pensamento sobre as questões importantes do dia a dia? Ludwig Wittgenstein

Introdução. De que adianta estudar filosofia se não para melhorar o seu pensamento sobre as questões importantes do dia a dia? Ludwig Wittgenstein Introdução De que adianta estudar filosofia se não para melhorar o seu pensamento sobre as questões importantes do dia a dia? Ludwig Wittgenstein O que a filosofia tem a ver com o dia a dia? Tudo! Na verdade,

Leia mais

Hebe Laghi de Souza. DARWIN e KARDEC

Hebe Laghi de Souza. DARWIN e KARDEC Hebe Laghi de Souza DARWIN e KARDEC U M D I Á L O G O P O S S Í V E L CAMPINAS SP 2007 Sumário prefácio...xvii Capítulo 1 novos conhecimentos... 1 Dois livros, duas teorias um novo rumo...1 Detonando o

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ministrantes: Anita Maria da Rocha Fernandes César Albenes Zeferino Maria Cristina Kumm Pontes Rafael Luiz Cancian Itajaí,

Leia mais

Ano: 6 Turma: 61 e 6.2

Ano: 6 Turma: 61 e 6.2 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 1ª Etapa 2014 Disciplina: Português Professor(a): Cristiane Lopes Ano: 6 Turma: 61 e 6.2 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de

Leia mais

Ano: 6 Turma: 61 e 6.2

Ano: 6 Turma: 61 e 6.2 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 1ª Etapa 2014 Disciplina: Português Professor(a): Cristiane Lopes Ano: 6 Turma: 61 e 6.2 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

Autor: Rabbi Yehuda Ashlag

Autor: Rabbi Yehuda Ashlag Autor: Rabbi Yehuda Ashlag A Kabbalah ensina a correlação entre causa e efeito de nossas fontes espirituais. Estas fontes se interligam de acordo com regras perenes e absolutas objetivando gols maiores

Leia mais

As fontes da nossa auto-imagem

As fontes da nossa auto-imagem AUTO IMAGEM O QUE EU ACHO DE MIM MESMO QUEM SOU EU E QUAL E O MEU VALOR? NARCISISMO (deus da mitologia grega que se apaixonou por si mesmo ao ver sua imagem refletida na água) AS FONTES DA NOSSA AUTO -

Leia mais

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado. 1 O que é Ética? Definição de Ética O termo ética, deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LETRAS E EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS MARIA DE FÁTIMA VIEIRA DE CARVALHO

DEPARTAMENTO DE LETRAS E EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS MARIA DE FÁTIMA VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE LETRAS E EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS MARIA DE FÁTIMA VIEIRA DE CARVALHO OS DETETIVES NA LITERATURA DE LÍNGUA ANGLÓFONA: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS CRIMES DA RUA MORGUE,

Leia mais

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre 01-O homo sapiens moderno espécie que pertencemos se constitui por meio do grupo, ou seja, sociedade. Qual das características abaixo é essencial para

Leia mais

Informações práticas para denunciar crimes raciais

Informações práticas para denunciar crimes raciais Informações práticas para denunciar crimes raciais O que é racismo? Racismo é tratar alguém de forma diferente (e inferior) por causa de sua cor, raça, etnia, religião ou procedência nacional. Para se

Leia mais

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE 1930 Jorge Eschriqui Vieira PINTO Alberto Torres foi um intelectual vanguardista entre

Leia mais

Janelas da alma: um olhar sobre o gênero policial. Nébias 1

Janelas da alma: um olhar sobre o gênero policial. Nébias 1 Janelas da alma: um olhar sobre o gênero policial Nébias 1 Marta Maria Rodriguez RESUMO: Este artigo visa a analisar duas obras que dialogam com o gênero policial: Janela indiscreta, de Alfred Hitchcock,

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia. Comunicação: Relato de Pesquisa

Universidade Federal de Uberlândia. Comunicação: Relato de Pesquisa PLANTA BAIXA: RESIGNIFICAÇÃO SENSORIAL DO ESPAÇO ESCOLAR André Luiz Silva Rodovalho (andreluizsr@yahoo.com.br), Bárbara Lamounier Borges Lima (barbaralblima@hotmail.com), Clara Fonseca Bevilaqua (clara.bevilaqua@uol.com.br),

Leia mais

Panorama Critico #03 - Out/Nov 2009

Panorama Critico #03 - Out/Nov 2009 Lia no infinitivo Vitor Butkus A análise de um objeto artístico pode se valer de procedimentos drásticos, mesmo cruéis. Um bom começo, para amenizar a situação, é a descrição da obra. Por aí, se elabora

Leia mais

ANÁLISE GEOGRÁFICA DA RELAÇÃO SOCIEDADE/NATUREZA

ANÁLISE GEOGRÁFICA DA RELAÇÃO SOCIEDADE/NATUREZA ANÁLISE GEOGRÁFICA DA RELAÇÃO SOCIEDADE/NATUREZA BIANCHI, Aline Barrim Universidade Federal de Santa Maria UFSM Centro de Ciências Naturais e Exatas CCNE Curso de Geografia Licenciatura email: alinebarrim@gmail.com

Leia mais

THALES GUARACY. Liberdade para todos. Leitor iniciante. Leitor em processo. Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: AVELINO GUEDES

THALES GUARACY. Liberdade para todos. Leitor iniciante. Leitor em processo. Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: AVELINO GUEDES Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente THALES GUARACY Liberdade para todos ILUSTRAÇÕES: AVELINO GUEDES PROJETO DE LEITURA Maria José Nóbrega Rosane Pamplona Liberdade para todos THALES GUARACY

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 79 Memória Institucional - Documentação 17 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE EM TURMA REGULAR E ESPECIAL DE ENSINO: A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO¹

PRÁTICA DOCENTE EM TURMA REGULAR E ESPECIAL DE ENSINO: A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO¹ PRÁTICA DOCENTE EM TURMA REGULAR E ESPECIAL DE ENSINO: A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO¹ PEDROTTI, Ana Paula Floss²; GRASSI, Marília Guedes²; FERREIRA, Marilise²; MOREIRA, Nathana Coelho²; NOAL,

Leia mais

2007 Para Francisco livro em 2008 cinemas em 2015 Hoje Vou Assim 2013, lançou o livro Moda Intuitiva

2007 Para Francisco livro em 2008 cinemas em 2015 Hoje Vou Assim 2013, lançou o livro Moda Intuitiva CR I S G U E R R A p u b l i c i tá r i a, e s c r i to r a e pa l e s t r a N t e PERFIL Começou sua trajetória na internet em 2007, escrevendo o blog Para Francisco, que virou livro em 2008 e irá para

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

GANYMÉDES JOSÉ Oito minutos dentro de uma fotografia

GANYMÉDES JOSÉ Oito minutos dentro de uma fotografia Leitor crítico Jovem Adulto Leitor crítico 7ª e 8ª séries Leitor fluente 5ª e 6ª séries GANYMÉDES JOSÉ Oito minutos dentro de uma fotografia PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Redes Sociais Em Apoio À Tomada De Decisão

Redes Sociais Em Apoio À Tomada De Decisão Redes Sociais Em Apoio À Tomada De Decisão Este assunto normalmente é tratado quando se aborda a coleta de dados no ciclo de Inteligência. No entanto, o fenômeno das redes sociais, atualmente, cresceu

Leia mais

Feminilidade e Violência

Feminilidade e Violência Feminilidade e Violência Emilse Terezinha Naves O tema sobre a violência e a feminilidade apresenta-se, nas mais diversas áreas do conhecimento, como um tema de grande interesse, quando encontramos uma

Leia mais

PNL Tecnologia, Metodologia e Atitude

PNL Tecnologia, Metodologia e Atitude 1 Dossiê Gilberto C. Cury Presidente da SBPNL - Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística Responsável por trazer a PNL ao Brasil, em 1981 gilberto@pnl.com.br PNL Tecnologia, Metodologia e Atitude

Leia mais

O homem da mão mirrada

O homem da mão mirrada FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro II Ensinos e Parábolas de Jesus Módulo IV Aprendendo com as Curas O homem da mão mirrada Roteiro 4 Objetivo Explicar a cura do

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

Gerência de projetos: arte ou disciplina? By André Barcaui, MsC, PMP is a consultant and management coach, Brazil. bbbrothers@bbbrothers.com.

Gerência de projetos: arte ou disciplina? By André Barcaui, MsC, PMP is a consultant and management coach, Brazil. bbbrothers@bbbrothers.com. Gerência de projetos: arte ou disciplina? By André Barcaui, MsC, PMP is a consultant and management coach, Brazil bbbrothers@bbbrothers.com.br O equilíbrio necessário para se tornar um excelente gerente

Leia mais

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009)

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) Consulta nº 159.756/08 Assuntos: - Filmagem em interior de UTI. - Legalidade de contratação de médicos plantonistas como pessoa jurídica.

Leia mais

MERCADO DE AÇÕES MULHERES

MERCADO DE AÇÕES MULHERES MULHERES NA BOLSA 32 REVISTA RI Março 2011 Está ficando para trás o tempo em que a Bolsa de Valores era um reduto identificado com o gênero masculino. Hoje esse espaço também já é ocupado pelas mulheres

Leia mais

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFº DANILO BORGES

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFº DANILO BORGES RESOLUÇÕES DE QUESTÕES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFº DANILO BORGES (UFU ) Segundo Jean Paul Sartre, filósofo existencialista contemporâneo, liberdade é I- escolha incondicional que o próprio homem

Leia mais

Revista Alamedas Revista Eletrônica do NDP V.1, n.1, jan./jun.2006 ISSN 1981-0253

Revista Alamedas Revista Eletrônica do NDP V.1, n.1, jan./jun.2006 ISSN 1981-0253 ELUF, Luiza Nagib. A Paixão no Banco dos Réus: Casos Passionais Célebres: de Pontes Visgueiro a Pimenta Neves. 2º ed. São Paulo: Saraiva, 2003. Fernanda Pamplona Ramão 1 Luiza Nagib Eluf realiza uma retrospectiva

Leia mais

Nomes: Marcelo Lauer, Mariana Matté, Matheus Fernandes, Raissa Reis e Nadine Siqueira

Nomes: Marcelo Lauer, Mariana Matté, Matheus Fernandes, Raissa Reis e Nadine Siqueira Escritor brasileiro Dados de Identificação: Nomes: Marcelo Lauer, Mariana Matté, Matheus Fernandes, Raissa Reis e Nadine Siqueira Turma: 201 Professora: Ivânia Lamb Romancista brasileiro nascido em São

Leia mais

AFETIVIDADE NA ESCOLA: ALTERNATIVAS TEÓRICAS E PRÁTICAS *

AFETIVIDADE NA ESCOLA: ALTERNATIVAS TEÓRICAS E PRÁTICAS * AFETIVIDADE NA ESCOLA: ALTERNATIVAS TEÓRICAS E PRÁTICAS * MÁRIO SÉRGIO VASCONCELOS ** ão é recente a discussão sobre o papel da afetividade na constituição da subjetividade humana. Inserida na história

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

Ética e estética do crime: ficção de detetive, hard-boiled e noir

Ética e estética do crime: ficção de detetive, hard-boiled e noir Resumo: Ética e estética do crime: ficção de detetive, hard-boiled e noir Prof. Dr. Julio Jeha i (UFMG) As três formas principais de literatura criminal ficção de detetive, hard-boiled e noir se caracterizam

Leia mais

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO: AUGUSTO COMTE RESUMO. sociologia. Comte, como pai da sociologia positivista adquiriu conhecimento dedicando ao

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO: AUGUSTO COMTE RESUMO. sociologia. Comte, como pai da sociologia positivista adquiriu conhecimento dedicando ao 1 O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO: AUGUSTO COMTE Rosemary Dias Ribeiro Rodrigues 1 RESUMO Desenvolveu o Positivismo corrente sociológico, é um dos fundadores da sociologia. Comte, como pai da sociologia positivista

Leia mais

A Ana e o Alex contra os falsificadores

A Ana e o Alex contra os falsificadores A Ana e o Alex contra os falsificadores A Ana e o Alex são da mesma turma e muito bons amigos. Estão sempre a viver aventuras incríveis e situações emocionantes. Juntos formam uma dupla experiente! Ana:

Leia mais

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2 Comol era r t i gos c i ent íc os Conteúdo Como ler artigos científicos... 2 Dicas de como ler o artigo... 4 Guia de como ler um artigo:... 5 Atividade 1... 7 Etapa 1... 7 Etapa 2... 8 Etapa 3... 8 Etapa

Leia mais

Blue Mind Desenvolvimento Humano

Blue Mind Desenvolvimento Humano Conhecendo o Coaching Por Fábio Ferreira Professional & Self Coach pelo Instituto Brasileiro de Coaching, com certificação internacional pela European Coaching Association e Global Coaching Community,

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES 1. (Unicamp 2013) A sabedoria de Sócrates, filósofo ateniense que viveu no século V a.c., encontra o seu ponto de partida

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO - IED AULAS ABRIL E MAIO Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com 2. Direito como objeto de conhecimento. Conforme pudemos observar nas aulas iniciais

Leia mais

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro

edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro edgar allan poe a filosofia da composição p r e fá c i o pedro süssekind t r a d u ç ã o léa viveiros de castro sumário 9 prefácio. A lição aristotélica de Poe [Pedro Süssekind] 17 A filosofia da composição

Leia mais

Sumário. 1 O início do enigma: o diagnóstico e suas angústias... 13. 2 Transtorno bipolar: a doença da instabilidade... 16

Sumário. 1 O início do enigma: o diagnóstico e suas angústias... 13. 2 Transtorno bipolar: a doença da instabilidade... 16 Sumário Prefácio... 9 1 O início do enigma: o diagnóstico e suas angústias... 13 2 Transtorno bipolar: a doença da instabilidade... 16 As faces do transtorno bipolar... 20 Depressão... 22 Sintomas da depressão...

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

3. Contextualização Espacial

3. Contextualização Espacial História 1. Logline Sherlock Holmes, famoso detetive, está na cidade do Porto, quando se apercebe da ocorrência de um misterioso crime. Várias pessoas foram envenenadas por toda a cidade e a policia não

Leia mais

PESQUISA QUALITATIVA

PESQUISA QUALITATIVA PESQUISA QUALITATIVA CONHECIMENTO É o processo pelo qual as pessoas intuem, apreendem e depois expressam. Qualquer ser humano que apreende o mundo (pensa) e exterioriza, produz conhecimento. PESQUISA É

Leia mais

Um Menino Igual a Todo Mundo

Um Menino Igual a Todo Mundo elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Um Menino Igual a Todo Mundo escrito por & ilustrado por Sandra Saruê Marcelo Boffa Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios

Leia mais

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes daqueles que consideramos nossos. Costuma indicar desconhecimento

Leia mais

A Polícia Comunitária no Brasil

A Polícia Comunitária no Brasil BuscaLegis.ccj.ufsc.br A Polícia Comunitária no Brasil José Ricardo Chagas* Admite-se a polícia comunitária como filosofia, vez que é uma nova forma de conceber e pensar a ação da polícia, mas também,

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA"

Mostra de Projetos 2011 PROJETO DIREITO E CINEMA Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA" Mostra Local de: Cornélio Procópio. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Cornélio

Leia mais

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos.

Abaixo, você encontra perguntas e respostas frequentes sobre o exercício profissional dos médicos. Consultas à Defesa Anualmente, o Departamento de Defesa Profissional da Associação Paulista de Medicina (APM) realiza cerca de mil atendimentos, esclarecendo dúvidas sobre uma série de assuntos e garantindo

Leia mais

Quando crescer, vou ser... estatístico!

Quando crescer, vou ser... estatístico! Page 1 of 7 Ferramentas Pessoais Acessar Registrar Ir para o conteúdo. Ir para a navegação Busca Buscar na On-line Buscar Busca Avançada Seções On-line Revista Voltar à página principal Revista Edição

Leia mais

RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL

RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL Conselho de Arbitragem RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL Abril /2013 1 / 4 1. INTRODUÇÃO O Futebol evolui consideravelmente nos últimos anos e a competitividade

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ACADEMIA DE POLÍCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CARGO ANALISTA DA POLÍCIA CIVIL - ADMINISTRAÇÃO PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA

CONCURSO PÚBLICO ACADEMIA DE POLÍCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CARGO ANALISTA DA POLÍCIA CIVIL - ADMINISTRAÇÃO PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA CONCURSO PÚBLICO ACADEMIA DE POLÍCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CARGO ANALISTA DA POLÍCIA CIVIL - ADMINISTRAÇÃO PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA INSTRUÇÃO: Leia com atenção o Texto 1 para responder às questões

Leia mais

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação Janaina Guimarães 1 Paulo Sergio Machado 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo fazer uma reflexão acerca da espiritualidade do educador

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Clelia Simeão Pires VIOLÊNCIA, EROTISMO E TRANSGRESSÃO: A GRANDE ARTE,

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Clelia Simeão Pires VIOLÊNCIA, EROTISMO E TRANSGRESSÃO: A GRANDE ARTE, UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Clelia Simeão Pires VIOLÊNCIA, EROTISMO E TRANSGRESSÃO: A GRANDE ARTE, UM ROMANCE POLICIAL DE RUBEM FONSECA Rio de Janeiro 2006 VIOLÊNCIA, EROTISMO E TRANSGRESSÃO:

Leia mais

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE Silvia Ramos A pesquisa mídia e violência O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade

Leia mais

Marquês de Sade. O corno de si mesmo. & outras historietas. Tradução e notas de Paulo Hecker Filho. www.lpm.com.br L&PM POCKET

Marquês de Sade. O corno de si mesmo. & outras historietas. Tradução e notas de Paulo Hecker Filho. www.lpm.com.br L&PM POCKET Marquês de Sade O corno de si mesmo & outras historietas Tradução e notas de Paulo Hecker Filho www.lpm.com.br L&PM POCKET 1 Sumário Abençoada simulação... 5 O rufião punido... 8 Vai assim mesmo... 12

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? RESUMO

ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? RESUMO ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? 1 Sandra Gaspar de Sousa Moura RESUMO Este artigo tem a finalidade de mostrar a importância das relações interpessoais dentro do ambiente escolar e como os sujeitos

Leia mais

2014 Setembro Ed. 16 1

2014 Setembro Ed. 16 1 1 Editorial Caros assinantes, tudo o que fazemos na vida tem por objetivo nossa felicidade. Quando ajudamos outra pessoa sentimos um forte prazer, felicidade. A filosofia nos convida a refletir se fazemos

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti Jogos Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti Teoria dos Jogos Neste curso, queremos olhar para redes a partir de duas perspectivas: 1) uma estrutura subjacente dos links de conexão 2) o comportamentos

Leia mais

Ao Assassino o seu Castigo, ou a Impossibilidade de sair Impune. Uma leitura da obra O Seminarista de Rubem Fonseca

Ao Assassino o seu Castigo, ou a Impossibilidade de sair Impune. Uma leitura da obra O Seminarista de Rubem Fonseca Ao Assassino o seu Castigo, ou a Impossibilidade de sair Impune Uma leitura da obra O Seminarista de Rubem Fonseca Tânia Ardito FLUP Auctor criminis det poenas Para pensarmos um pouco na ideia de crime

Leia mais

ANÁLISE DOS ELEMENTOS DA NARRATIVA EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹

ANÁLISE DOS ELEMENTOS DA NARRATIVA EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹ ANÁLISE DOS ELEMENTOS DA NARRATIVA EM SHAKESPEARE NÃO SERVE DE ÁLIBI: CRIME NA BELLE-ÉPOQUE CARIOCA ¹ ROSS, Huanna Sperb²; SILVEIRA, Louise da²; FARIAS, Vera Elizabeth Prola³ Iniciação científica ¹ Curso

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: domínio e/ou desenvolvimento? Cipriano Carlos Luckesi 1

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: domínio e/ou desenvolvimento? Cipriano Carlos Luckesi 1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: domínio e/ou desenvolvimento? Cipriano Carlos Luckesi 1 A partir do texto que publiquei na revista ABC EDUCTIO, nº 54, de março do corrente ano, tratando das armadilhas que são

Leia mais

AS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA PRESUMIDA

AS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA PRESUMIDA AS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS EM RELAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INOCÊNCIA PRESUMIDA * Luis Fernando da Silva Arbêlaez Júnior ** Professora Vânia Maria Bemfica Guimarães Pinto Coelho Resumo A Constituição Federal

Leia mais

RIQUEZA, SAÚDE, FAMA, FORTUNA, AMOR, E TUDO O QUE POSSAMOS DESEJAR.

RIQUEZA, SAÚDE, FAMA, FORTUNA, AMOR, E TUDO O QUE POSSAMOS DESEJAR. Este segredo dá a você tudo o que deseja, felicidade, amor, saúde, dinheiro, paz espiritual, não há nada que você não possa conseguir se aprender a aplicar o segredo em sua vida diária -Bob Proctor- O

Leia mais

Violência contra a Pessoa Idosa. Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br

Violência contra a Pessoa Idosa. Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br Violência contra a Pessoa Idosa Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br Violência contra as pessoas idosas: FOTOGRAFIA: THINKSTOCK problema sério e invisível Síntese de

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

fim de realçar ainda mais a capacidade de raciocínio do personagem. Assim, consegue utilizar melhor o detetive como instrumento para a elucidação do

fim de realçar ainda mais a capacidade de raciocínio do personagem. Assim, consegue utilizar melhor o detetive como instrumento para a elucidação do 53 5 BREVE DESCRIÇÃO DO ROMANCE POLICIAL, O DESENVOLVIMENTO DESSE GÊNERO NO BRASIL E A REVISTA DETETIVE 5.1 Surgimento da narrativa policial Em abril de 1841, diversos leitores americanos tomaram conhecimento

Leia mais

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro

Olimpíada de LP Escrevendo o futuro Olimpíada de LP Escrevendo o futuro QUATRO GÊNEROS EM CARTAZ: OS CAMINHOS DA ESCRITA Cristiane Cagnoto Mori 19/03/2012 Referências bibliográficas RANGEL, Egon de Oliveira. Caminhos da escrita: O que precisariam

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

AUXÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 O QUE É UM PROJETO?... 2 2.1 PROJETO DE PESQUISA... 2 3 CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS... 4 4 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA

Leia mais

Como elaborar um relatório de pesquisa

Como elaborar um relatório de pesquisa Como elaborar um relatório de pesquisa Profa. Dra. Maria José B. Finatto - UFRGS - Instituto de Letras www.ufrgs.br/textecc Seminários Temáticos PROPESQ - 2012 Preâmbulo - sério! O Programa Institucional

Leia mais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais

Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Cooperação Internacional no Âmbito das Nações Unidas: solidariedade versus interesses nacionais RELATÓRIO Samira Santana de Almeida 1 1. Apresentação

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais