A ironia em o Xangô de Baker Street, de Jô Soares

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1 A ironia em o Xangô de Baker Street, de Jô Soares Renato Oliveira Rocha 1 Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho -FAPESP-Assis Orientadora: Profa. Dra. Gabriela Kvacek Betella Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho -Assis Resumo: Em O Xangô de Baker Street (1995), Jô Soares, em um interessante procedimento intertextual, transporta o famoso detetive Sherlock Holmes e seu fiel escudeiro, doutor Watson, para o Rio de Janeiro do século XIX e os põe em contato com personalidades da época, como por exemplo, a atriz francesa Sarah Bernhardt, o imperador Pedro II, Olavo Bilac, entre outros. A convite do próprio imperador, Sherlock Holmes e Watson vêm ao Brasil para desvendar o roubo de um valioso violino Stradivarius junto com assassinatos de jovens moças, que intrigam a sociedade e, graças à ironia utilizada por Jô Soares, a dupla não consegue resolver os crimes, uma vez que o assassino era ninguém menos do que Jack, o Estripador, o famoso serial killer que cometeu seus crimes em Londres, em A proposta deste trabalho é analisar a ironia utilizada pelo humorista-escritor Jô Soares em seu romance. Palavras-chave: Literatura brasileira. Romance brasileiro. Ironia. Humor. Abstract: In O Xangô de Baker Street (1995), Jô Soares, using an interesting procedure intertextual, "conveys" the famous detective Sherlock Holmes and his faithful sidekick, Dr. Watson, to Rio de Janeiro in the nineteenth century and brings them into contact with personalities time, such as French actress Sarah Bernhardt, Emperor Pedro II, Olavo Bilac, among others. At the invitation of the emperor himself, Sherlock Holmes and Watson come to Brazil to uncover the theft of a valuable Stradivarius violin along with the murders of young girls, that intrigue and society, thanks to the irony used by Joe Smith, the duo can not solve crimes Since the killer was none other than Jack the Ripper, the infamous serial killer who committed his crimes in London in The purpose of this study is to analyze the irony used by comedian-writer Jô Soares in his novel. Keywords: Brazilian literature. Brazilian novel. Irony. Humor. Tutto nel mondo è burla! Introdução Acreditamos que um dos motivos, entre outros, que fizeram O Xangô de Baker Street (1995) se tornar um best-seller foi a linguagem utilizada por Jô Soares para juntar personagens históricos e fictícios no mesmo romance. Escrito por um humorista, o livro mantém as características que fizeram a fama de seu autor nos palcos e na televisão. 1 Bolsista de Iniciação Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

2 Percebemos que, utilizando a ironia para desenvolver a trama, em certos momentos o autor toma a voz do narrador e deixa claro que, além de romance histórico-policial, O Xangô é um romance de humor. Por meio da ironia, recurso familiar a Jô Soares, somos apresentados ao infalível detetive Sherlock Holmes, ao imperador dom Pedro II e ao serial killer mais famoso e desconhecido da História, Jack, o Estripador. Sobre este último, cujo paradeiro é ignorado até hoje, Jô pode perfeitamente usar e abusar do mito que criou-se em torno do assassino e inseri-lo no contexto do Rio de Janeiro do século XIX, recriando esse personagem originalmente brasileiro. Era no tempo do imperador No início do livro, Jô Soares utiliza uma citação de Wittgenstein (Humor não é um estado de espírito, mas uma visão de mundo), que dá o tom do romance. Com a visão de humorista, o autor pode recontar a história de dom Pedro II, Sarah Bernhardt, entre outros e criar, de maneira inimaginada por Arthur Conan Doyle o relato da vinda de Sherlock Holmes e do doutor Watson ao Brasil em No Rio de Janeiro do século XIX, a atriz francesa Sarah Bernhardt, que conseguiu o status de celebridade à época, estava em excursão pelo Brasil. Concomitantemente, o roubo de um violino Stradivarius, pertencente à Maria Luísa Catarina de Albuquerque, a Baronesa de Avaré, preocupava o imperador Pedro II, que havia presenteado a jovem viúva. A partir desses acontecimentos o romance se inicia, sempre com algum recurso irônico / humorístico sem que perca-se o suspense indispensável para um romance policial. Personalidades foram retratadas de maneira semelhante ao que acontecia na Corte ou inteiramente desconstruídas, desde o imperador Pedro II, passando por Sherlock Holmes e situações da época. A começar pelo infalível detetive, Jô Soares faz uma releitura do símbolo máximo da Razão na literatura ao dar a Holmes características bem diferentes das originalmente pensadas por Conan Doyle, como, por exemplo, a capacidade dedutiva. Ainda em Londres, a governanta de Holmes e Watson traz um telegrama do imperador para o detetive que, antes de ler, percebe um pingo amarelado na blusa da sra. Hudson, deduzindo que, contrariando ordens médicas, ela havia comido ovos no café da manhã. Ao que a governanta o adverte: Bem, senhor Holmes, na verdade, isso que o senhor chama de mancha amarela é um broche de ouro, que pertenceu à minha mãe. Mas o engraçado é que 667

3 realmente comi uma omelete hoje cedo. (SOARES, 2006, p. 32). E o detetive completa: É evidente. Minhas deduções estão sempre certas. O seu broche é que está errado. Pode ir. (idem, ibidem). Diferentemente do que acontece em Um estudo em vermelho, quando Watson e Holmes se conhecem: Espere um pouco perguntei repentinamente, parando e voltando-me para Stamford, como ele soube que eu estive no Afeganistão? Ele sorriu de modo enigmático. Essa é uma característica de Holmes. Muitas pessoas já quiseram saber como ele descobre as coisas. (DOYLE, 2003, p. 16). O contraste entre as características originais do Sherlock Holmes de Conan Doyle e de Jô Soares revelam a inversão de algo já consagrado na literatura policial que é o caráter infalível do detetive, como é possível perceber em mais passagens do romance. Em outro capítulo, quando o Holmes e Watson já estavam no Brasil, acontece uma perseguição ao assassino que matava de maneira cruel moças e que preocupava tanto à polícia quanto ao detetive. Passando por várias peripécias, a misteriosa figura quase foi capturada, não fosse uma indisposição intestinal que acometera Sherlock Holmes, em plena Biblioteca Nacional: Foi quando avistou um vaso sanitário de porcelana francesa decorado com ramos de rosas vermelhas entrelaçadas. Aquela visão despertou-lhe imediatamente uma cólica violenta. Holmes ainda hesitou entre jogar-se da janela e sentar-se no vaso. A hesitação durou poucos segundos. Desabotoando as calças, ele cedeu ao chamado imperioso da natureza. O detetive ficou ali, humilhado, madrugada adentro. O dendê produzira uma proeza que nem mesmo seu arquiinimigo, o professor Moriaty, conseguiria realizar: deter Sherlock Holmes. (SOARES, 2006, p. 138). Ironicamente, Jô inseriu o detetive importado para os trópicos para denunciar a polícia local da época do império e, por que não, a polícia brasileira de uma maneira geral e para mostrar que, nem tudo o que vem de fora e que nós brasileiros adoramos resolve. Nas palavras de Flávio Kothe, [...] o investigador privado [...] entra geralmente em ação quando a polícia não consegue resolver um caso: ele acaba provando a incompetência do órgão público e a superioridade da iniciativa privada. (KOTHE, 2007, p ). Sobre esse aspecto, há ironia também na representação do órgão público, representados pelas figuras do delegado Mello Pimenta e do médico-legista Saraiva. Pimenta era descrito como um policial balofo porém muito ágil; Já o legista, [...] envergando um avental médico coberto de manchas escuras de sangue coagulado, estava o doutor Saraiva, médico-legista do Estado. Magérrimo, Saraiva ostentava um cavanhaque e uma longa cabeleira branca, também manchada, pois o legista, distraído, tinha 668

4 o cacoete de coçar a cabeça ao meditar sobre a autópsia que estava praticando. Vendo-os lado a lado, era impossível não pensar em Dom Quixote e seu fiel escudeiro. (SOARES, 2006, p. 28). Com tais figuras responsáveis por solucionar crimes, Jô ironiza mais ainda as atitudes de Mello Pimenta, como, por exemplo, quando o delegado envia um telegrama a Sherlock Holmes pedindo sua ajuda. Considerando que, à época, a língua inglesa não era tão valorizada quanto o francês, o toque de humor dá-se no conteúdo da mensagem, reproduzida a seguir: WELCOME MISTER SHERLOCK HOLMES PERIOD PLEASE HELP PERIOD TWO STRANGE MURDERS OF YOUNG WOMEN PERIOD ASSASSIN CUT OFF EARS AND LEAVES STRINGS PERIOD STRINGS MAYBE VIOLIN PERIOD HOPE SEE YOU IN RIO DE JANEIRO PERIOD ATTENTIONELLY COMMA INSPECTOR PIMENTA (SOARES, 2006, p. 62). E ainda, quando Sarah Bernhardt vai ao encontro de Mello Pimenta e o delegado se pronuncia em francês: Mello Pimenta, à vos ordres. Asseyez-vous, madame, s il vous plaît. Ah, quelle surprise! Vous parlez français? Não, senhora. Só essa frase, que eu ensaiei a manhã inteira. (SOARES, 2006, p. 69, grifo do autor). Ao final da conversa, a atriz se despede com o cumprimento merde, mal interpretado pelo oficial, que responde: Merde para a senhora também. (p. 73). As caricaturas do monarca Dom Pedro II, sabidamente caricaturizado na imprensa do século XIX, foi também satirizado por Jô Soares em seu romance. Quando foi à casa da baronesa de Avaré, o imperador, ao perguntar sobre as notícias sobre o roubo do violino, Maria Luísa, alheia do que estava acontecendo, diz: Claro, achei divertidíssima a caricatura sua que o Agostini publicou na Ilustrada. A barba talvez esteja um pouco longa. Não é disso que estou falando. Refiro-me à nota que Múcio Prado publicou sobre o violino roubado. (SOARES, 2006, p. 44). imperador De a cordo com Lilia Moritz Schwarcz, em As barbas do imperador, as caricaturas do 669

5 [...] descreviam um Pedro Banana, um Pedro Caju ; resultado sobretudo da indiferença com que o monarca encarava os negócios de Estado, ou da atitude oscilante que começava a ostentar publicamente. Desde os anos 50 a imprensa gozava no Brasil de grande liberdade, e é por isso mesmo que o próprio imperador era um dos alvos mais constantes de ataques e desenhos satíricos. [...] Entre eles destacam-se [...] A Semana Ilustrada e O Mosquito, e outros mais recentes, como O Mequetrefe, O Fígaro e a Revista Ilustrada. (SCHWARCZ, 2006, p. 416). D. Pedro II de olho na lua 2. D. Pedro lê e analisa as grandes notícias. Outra caricatura presente no livro é o modo de se conseguir títulos, que foi ironizada por Jô Soares da seguinte maneira: durante a inauguração de uma estrada de ferro estavam os bajuladores do imperador e Rodrigo Modesto Tavares. Antes de iniciar a cerimônia, dom Pedro II deixou escapar uma flatulência que deixou as autoridades sem saber o que fazer. Então, Rodrigo Modesto, disse: Mil perdões, Majestade. Fui eu. Acontece-me de vez em quando. Sofro de meteorismo. E assumiu, dignamente o ruidoso flato imperial. (SOARES, 2006, p. 166). Para recompensar o corajoso bajulador, dom Pedro concedeu o título de Visconde com Grandeza a Rodrigo, o visconde de Ibituaçu 3. Apesar de irônica, essa passagem revela uma prática comum na Corte brasileira. De acordo com Lilia Schwarcz (2006, p ), foi dom Pedro I quem instituiu a concessão de títulos, honras e distinções como prêmio a serviços prestados e assim a nobreza ia consolidando-se. E mais adiante, com o sucessor de Pedro I, A prerrogativa de conceder títulos e honras parece ter sido uma das primeiras faculdades exercidas por Pedro II. No dia de seu aniversário de quinze anos, havia apenas quatro meses como chefe de Estado, o imperador menino escrevia em seu diário que logo após o café da manhã [...] teria tido tempo para [...] meditar sobre as mercês, a fim de ver se eram ou não justas. (SCHWARCZ, 2006, p. 170). 2 Imagens da internet para Charges de Dom Pedro II. 3 Vento grande em tupi-guarani. 670

6 Esta observação do autor sobre aspectos da vida cotidiana da Corte no romance está de acordo com o que nos diz Beth Brait, em estudo sobre a ironia 4 : a intertextualidade, que pode ser uma das denominações para algumas formas de discurso reportado, assume, nesses discursos uma função crítica, quer para estabelecer um perfil da vítima, do alvo a ser atingido, quer para assinalar pólos (sic) de abertura. (BRAIT, 1996, p. 57). Entre outras ironias com endereço, como a que acabamos de citar, há espaço também para a piada e para o chiste em passagens que demonstram a ingenuidade de Sherlock Holmes e do doutor Watson. Quando o detetive vai ao alfaiate para encomendar ternos de linho branco surpreende a Salomão Calif quando este tirava suas medidas: Salomão Calif passou a tirar as medidas de Sherlock. Ao ajoelhar-se para medir o gancho, impressionou-se com o volume que estufava uma das pernas das calças: Noto que o senhor Holmes é extremamente bem-dotado comentou, com a adulação tradicional dos alfaiates. Não diga disparates, senhor Salomão, isto é o meu cachimbo explicou Sherlock Holmes. (SOARES, 2006, p. 184). O doutor Watson também tem sua personalidade desconstruída ao dizer que Londres não foi feita em um dia. (p. 61), até Cristo descansou no sexto dia. (p. 63) e como diz um velho provérbio escocês, as únicas aves que morrem de véspera são o peru e o porco. (p. 208). Foi Watson quem encarnou a pomba-gira em um terreiro de candomblé, causando confusão em Sherlock Holmes: O que é isso? perguntou Holmes mais assustado ainda. [...] É um exu-fêmea, um demônio com jeito de mulher-dama. Só costuma baixar nas mulheres ou então em... esse moço é adé? O que é isso? Efeminado traduziu, constrangido, Mukumbe. Não, é inglês. (SOARES, 2006, p. 305). Conclusão Dentre várias outras situações de ironia presentes no romance, assinalamos essas como as mais assertivas feitas por Jô Soares em O Xangô de Baker Street por causa do teor crítico nas observações de um autor contemporâneo sobre aspectos do cotidiano do Rio de Janeiro do 4 Ironia em perspectiva polifônica. 671

7 século XIX. Isso explica-se em muito pela pesquisa bibliográfica feita por Jô, que pode ser confirmada ao final do romance. As décadas que consagraram Jô Soares como humorista nos palcos e na televisão estão intimamente ligadas ao autor também na literatura. Em entrevista ao site Portal Literal, em 2005, Jô expressa sua ligação com o humor também na escrita: Quando eu percebi que, com o humor, que é a minha ferramenta principal dava para eu escrever sobre qualquer tema, sobre qualquer assunto, aí continuei, porque escrever para mim é uma coisa muito lúdica, é uma grande brincadeira no melhor sentido da palavra. (Jô Soares, grifo nosso). Pensando assim, é possível fazer com que uma história de furto e assassinatos e, sobretudo, da falha do infalível Sherlock Holmes seja contada de maneira bem-humorada somando-se a isso o surgimento do serial killer mais famoso de todos os tempos: Jack, o Estripador no Brasil, em O Xangô de Baker Street é mesmo de matar de rir 5. Referências bibliografia BRAIT, Beth. Ironia em perspectiva polifônica. Campinas: Editora da UNICAMP, DOYLE, Arthur Conan. Um estudo em vermelho. Tradução de Antonio Carlos Vilela. São Paulo: Melhoramentos, JÔ Soares na FLIP de You Tube. 12 jul Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=djndis1huks>. Acesso em: 03 jun KOTHE, Flávio René. A narrativa trivial. 2. ed. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 1. ed São Paulo: Companhia das Letras, 2. ed., 8ª. reimpressão, SOARES, Jô. O Xangô de Baker Street. 1. ed São Paulo: Companhia das Letras, 37ª. reimpressão, TOLEDO, Roberto Pompeu de. Sherlock e Sarah. In: Revista Veja. São Paulo: Editora Abril. Ed. 1410, 20 set p V. Sherlock e Sarah. Revista Veja, 20 set

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