DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL

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1 CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO TRANSCRIÇÃO IPSIS VERBIS CPI - ESCUTAS TELEFÔNICAS CLANDESTINAS EVENTO: Audiência Pública N : 1399/08 DATA: 29/10/2008 INÍCIO: 14h49min TÉRMINO: 17h44min DURAÇÃO: 2h55min TEMPO DE GRAVAÇÃO: 2h19min PÁGINAS: 74 QUARTOS: 28 DEPOENTE/CONVIDADO - QUALIFICAÇÃO ELOY DE LACERDA FERREIRA - Detetive particular. SUMÁRIO: Tomada de depoimento. OBSERVAÇÕES A reunião foi suspensa e reaberta. Houve intervenções fora do microfone. Inaudíveis.

2 O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Declaro aberta a reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito de Escutas Telefônicas Clandestinas/Ilegais, conforme denúncia publicada na revista Veja, edição 2.022, nº 33, de 22 de agosto de Encontram-se sobre a bancada cópias da ata da 68ª reunião. Pergunto aos Srs. Parlamentares se há necessidade da leitura da ata. O SR. DEPUTADO VANDERLEI MACRIS - Peço a dispensa, Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Deputado Macris solicita a dispensa. Está dispensada a leitura da ata. Em discussão a ata. (Pausa.) Não havendo quem queria discuti-la, em votação. Os Deputados que a aprovam permaneçam como se encontram. (Pausa.) Está aprovada a ata. Esta reunião foi convocada para tomar o depoimento do Sr. Eloy de Lacerda Ferreira, detetive particular, e para deliberar requerimentos. Antes de convidar o Sr. Eloy para tomar assento à mesa, farei uma comunicação aos Srs. Deputados. Lerei expediente que encaminharei, na condição de Presidente desta CPI, ao Presidente da Câmara dos Deputados e ao Presidente do Congresso Nacional: Exmo. Sr. Presidente Arlindo Chinaglia, Exmo. Sr. Presidente do Congresso Nacional Garibaldi Alves Filho, venho, na condição de Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas Ilegais ou Clandestinas, na de Parlamentar e na de brasileiro, denunciar ao Congresso Nacional, reiterados atos de intervenção do Supremo Tribunal Federal nas atividades deste Parlamento em Comissão peço silêncio às pessoas que se encontram no plenário para que possamos dar continuidade aos trabalhos. Agradeço. mormente em face de recentes decisões judiciais exaradas em razão da atividade da CPIESCUT, que colocam em xeque a harmonia dos Poderes da República brasileira. A Constituição Federal visa, no âmbito da existência de Poderes harmônicos e independentes entre si, a exatamente evitar o arbítrio e o desrespeito aos direitos fundamentais do homem, repartindo entre eles as funções estatais para que bem 1

3 pudessem exercê-ias, criando mecanismo de controles recíprocos, sempre como garantia da perpetuidade do Estado Democrático de Direito. Foi esboçada pela primeira vez por Aristóteles, na obra Política, detalhada, posteriormente, por John Locke, no Segundo tratado do governo civil, que também reconheceu três funções distintas e, finalmente, consagrada na obra de Montesquieu O espírito das Leis, a quem devemos a divisão e distribuição clássicas, tornando-se princípio fundamental da organização política Iiberal. Sobre isso, cito Ivair Nogueira Itagiba, que na sua obra O Pensamento Político Universal e a Constituição Brasileira, já ensinava: Realçou Montesquieu que o despotismo se alicerça no medo; a monarquia se estabelece na honra; a aristocracia se esteia na moderação e a democracia se arrima no patriotismo ou na virtude política. Precisou, porém, que o valor de qualquer forma política é relativa; o despotismo não consegue estabilidade; não há processo regular para as revoluções, que se concretizam no sistema governamental, que as circunstâncias impõem. Pareceu-lhe melhor a organização estatal que limitam os poderes governamentais. Para evitar a tirania e assegurar a liberdade, só é possível com a divisão dos poderes executivo, legislativo e judiciário, harmônicos e independentes entre si. Cai a talho de foice transcrever este lanço dos Comentários de João Barbalho: 'Mas a divisão orgânica dos poderes não os insula; eles mantêm relações recíprocas, auxiliam-se e corrigem-se. Expressões naturais e necessárias da mesma soberania, não separados para o exercício desta, mas não a ponto de prejudicá-ia. De todo desligados, da indiferença passariam à hostilidade, com sacrifícios das liberdades públicas. Em vez, pois, de poderes rivais e vivendo em conflito, a Constituição os estatui harmônicos, 2

4 devendo cada um respeitar a esfera de atribuições dos outros e exercer as próprias de modo que, nunca de embaraço, mas de facilidade e coadjuvação, sirvam às dos demais, colaborando todos assim a bem da comunhão. Para obter isso usou a Constituição de alguns expedientes e combinações, interessando e fazendo penetrar de certo modo a ação de uns no movimento funcional dos outros poderes. A independência dos Poderes não é estabelecida para açular turras, nem insuflar disputas. Não se Ihes confere autonomia para que andem às testilhas. Os limites constitucionais Ihes fixam a congruência, a concordância, a regularidade, a justa relação. Deles se exige unidade de ação. Enquadrados dentro de suas atribuições, vedadas as exorbitâncias, eles se ajudam e se desdobram numa cooperação que fotografa esta realidade tangível: há entre eles verdadeira interdependência. Quando então a Constituição afirma que os Poderes da União são independentes e harmônicos entre si, além de consagrar as teorias da separação dos poderes e dos freios e contrapesos, consistindo esta divisão funcional em distinguir três funções estatais atribuídas a três órgãos autônomos entre si, legislação, ao Poder Legislativo; administração, ao Poder Executivo; e jurisdição, ao Poder Judiciário, define também suas composições, funções e prerrogativas. Assim, apesar de independentes, os Poderes devem atuar de maneira harmônica, privilegiando a cooperação e a lealdade institucional, o que não tem sido observado em algumas decisões da Suprema Corte, que, às vezes, têm mais se atido a preocupações institucionais internas, minando a coesão governamental e a confiança popular na condução dos negócios públicos pelos agentes políticos. A Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas Ilegais ou Clandestinas foi criada e instalada dentro deste espírito de cooperação institucional, exatamente para socorrer o Poder Judiciário que, naquele momento, denunciava à 3

5 mídia nacional, a existência de um estado policialesco promovido por uma pretensa banda podre da Polícia Federal, que colocava na berlinda a tão necessária tranqüilidade dos Ministros da Suprema Corte para dizerem, em última instância, as garantias e os direitos individuais dos cidadãos brasileiros. Mas, surpreendentemente, a despeito da importância para a sociedade brasileira e para o próprio Poder Judiciário, o desvelamento das vicissitudes dos processos de autorizações judiciais de escutas telefônicas que tomam milhões de brasileiros e diversas autoridades políticas reféns de detetives, funcionários corruptos das policias e das empresas de telefonia fixa e móvel no Brasil, tem sido mantidas em segredo, inatingíveis e incólumes, por decisões que não tiveram a preocupação necessária com a cooperação institucional entre os Poderes da República. Somados a isso, pelas oitivas levadas a efeito pela CPI, pode-se afirmar, também, que juízes, delegados, e outros operadores do Direito têm levado a extremo a idéia de que os fins justificam os meios, corroborando ainda mais para a certeza de que estes ingredientes, sob o manto de segredos de justiça, às vezes defendido a unhas e dentes pelo Judiciário, estão a fomentar e manter a mais terrível caixa-preta, a das interceptações telefônicas. Citam-se, por exemplo, recentes decisões do Ministro Cezar Peluso, que negou à CPIESCUT (...), o compartilhamento de sigilo de informações constantes de processo em andamento na (...) 6ª Vara Criminal da Seção Judiciária da Justiça Federal, em São Paulo, um mês depois de permitir o compartilhamento de informações sigilosas com órgão administrativo do Poder Executivo, a CGU. (...) negar a quebra de sigilo judicial de processos criminais em andamento no primeiro grau de jurisdição sob a alegação de que o juízo singular era o único com competência para fazê-io. Nem o Supremo poderia quebrar sigilo judicial, disse ele, no julgamento de Mandado de Segurança nº Contudo, quando o Juiz Sanctis autorizou o compartilhamento das informações contidas no processo criminal relativo à Operação Chacal, o mesmo Relator (agora no MS ), preso a uma jurisprudência formada no sentido da salvaguarda da independência do Poder Judiciário, invadindo a esfera das competências do Poder Legislativo, mudou de idéia para intervir no Juízo de 4

6 Primeiro Grau a fim de, peremptoriamente, impedir o acesso a informações que aquele membro do Judiciário compartilha com diversas autoridades, inclusive internacionais. Causa estranheza o rigor do Ministro para com a CPI, que negou acesso a informações que empresas privadas detêm; que determina até onde vão as prerrogativas do Congresso Nacional em face de empresas privadas de telefonia, sabidamente, o núcleo podre das ocorrências de escutas telefônicas clandestinas e ilegais que envolvem a participação de autoridades públicas corruptas. Não foi por outro motivo que, mediante membros estupefatos com a sua última decisão (...) que nega a obrigatoriedade de um juiz que, sozinho, determinou 31% de todas as interceptações telefônicas de uma operadora, no Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2007, declarei: Em virtude de decisão do Supremo Tribunal Federal, esta CPI deixa de ouvir hoje o Dr. Rafael de Oliveira Fonseca. Aqui me cabe fazer algumas considerações que julgo importantes, no que diz respeito aos fatos em apuração por esta Comissão Parlamentar de Inquérito, não sem antes ler a decisão prolatada em liminar pelo Ministro Cezar Peluso: 'Comunico a Vossa Excelência que, nos termos da decisão cuja cópia segue anexa, concedi a liminar para desobrigar o paciente de comparecer à Audiência Pública para prestar depoimento perante essa Comissão Parlamentar de Inquérito no próximo dia 22 de outubro. Ademais, solicito-ihe informações sobre o alegado na petição inicial e demais documentos cujas cópias acompanham este ofício. Trata-se de um habeas corpus que foi impetrado pela Associação dos Magistrados Brasileiros. Na sessão passada, esta Comissão Parlamentar de Inquérito não entendeu como válidas as escusas 5

7 apresentadas pelo Exmo. Juiz da Vara de Itaguaí, haja vista que o mesmo, na verdade, recusava-se a aqui comparecer alegando a impossibilidade de juízes prestarem depoimentos sobre suas decisões. Assim, entendeu o Supremo, pois, hoje, não nos caberia outra medida a não ser a decretação da sua condução coercitiva a esta Casa. E por que isso se deu dessa forma? As coisas têm um início, têm um meio e têm um fim. Esta Comissão Parlamentar de Inquérito, como todos sabem, vem apurando uma série de fatos relativos às interceptações telefônicas (...) Vou deixar de ler a continuidade desta manifestação, porque ela já se encontra nos Anais desta Casa e desta Comissão. Para finalizar, registro que não estou só nesta empreitada. O próprio Supremo Tribunal Federal, em voto em separado do Ministro Marco Aurélio (Mandado de Segurança nº ), sintetizou, brilhantemente, a situação que acabei de expor, razão pela qual tomo a iniciativa de reproduzir aqui o seu voto: (...) Também deixo de reproduzir, porque já foi lido o voto de S.Exa. nesta Comissão, em que ele defende as prerrogativas da Comissão Parlamentar de Inquérito. Fica o alerta, pois, Presidentes, para que amanhã o Parlamento brasileiro não seja menos do que merece ser, razão pela qual solicito posicionamento formal de V.Exas. contra a invasão, pelo Poder Judiciário, das competências constitucionais do Congresso Nacional, reivindicando uma postura firme desta Casa contra as decisões judiciais que vêm criando embaraços para o pleno funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas, e as demais, mistas ou não, na condução dos seus trabalhos, por decorrência da jurisprudência que possa vir a ser firmada pela mais alta Corte do País. Respeitosamente, Marcelo Itagiba Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas. 6

8 Portanto, Srs. Deputados, essa foi a comunicação que encaminhei ao Presidente da Câmara dos Deputados e ao Presidente do Congresso Nacional para que adotem, institucionalmente, as medidas cabíveis para resguardar os poderes deste Parlamento. Dito isso, convido o Sr. Eloy de Lacerda Ferreira, tomar assento à mesa. O SR. DEPUTADO VANDERLEI MACRIS - Sr. Presidente, peço a palavra pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Deputado Macris, vou pedir a V.Exa. que aguarde por um minuto. Vou suspender esta sessão por 10 minutos para que passemos à votação nominal, depois retornaremos para fazer as inquirições e ouvir V.Exa. (A reunião é suspensa.) O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Declaro reabertos os trabalhos. O Dr. Eloy Lacerda já se encontra à Mesa. Antes de passar a palavra ao depoente, peço a atenção aos presentes para os procedimentos que vamos adotar. O tempo concedido ao depoente será de 20 minutos, não podendo ser aparteado. Os Deputados interessados em interpelá-lo deverão inscrever-se previamente na Secretaria. O Relator disporá do tempo que for necessário para as suas interpelações. Cada Deputado inscrito terá o prazo de 10 minutos para fazer suas interpelações, computados, nesse tempo, o prazo para as respostas do depoente. Para atender às formalidades legais, firmado pelo depoente, termos de compromisso, que integra o formulário de qualificação, de cujo teor faço a leitura: Sob a palavra de honra e a promessa de dizer a verdade do que souber e lhe for perguntado, responderá aos questionamentos dos Srs. Deputados. O Sr. Eloy Lacerda se faz acompanhar, neste momento, pelo seu advogado Dr. Ivo Galli. O Deputado Macris me solicitou a palavra pela ordem, a quem concedo. O SR. DEPUTADO VANDERLEI MACRIS - Sr. Presidente, antes de tomar o depoimento do nosso convidado, quero que V.Exa. nos esclareça uma questão importante para esta CPI. Por exemplo, temos alguns requerimentos de audiência. 7

9 Foi aprovada a convocação do Sr. Paulo Pinheiro, da Telemar; Ercio Alberto, Presidente da Associação Nacional de Operadoras de Celulares; do Sr. Gilberto Carvalho, Chefe do Gabinete do Presidente; acareação entre Daniel Dantas e Protógenes, que, neste caso, está ainda pendente de votação; convocação do Vice-Presidente da Brasil Telecom, enfim, uma série de requerimentos, Sr. Presidente, que nós entendemos importantes convite ao Sr. Tarso Genro, que já foi aprovado por esta Comissão. Além disso, algumas diligências que já foram apreciadas por esta Comissão que não foram ainda realizadas. Além disso, uma série de informações que ainda estão pendentes de recebimento por parte desta Comissão. Apenas para informar como é que V.Exa. pretende, a partir dessa reunião, desenvolver os nossos trabalhos em função dessas pendências todas que temos na Comissão. Era o esclarecimento que eu gostaria de ter de V.Exa. antes de iniciarmos o depoimento. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Agradeço a manifestação a V.Exa., sempre oportuno e sempre contribuindo para os trabalhos desta CPI. Vários requerimentos ainda estão por ser votados, não tivemos a oportunidade de fazê-lo em função, muitas vezes, da Ordem do Dia que começou, como no presente momento, como às vezes por ausência de quorum. Eu tenho trabalhado em conjunto com aquilo que o Relator aponta como o mais importante para o seu relatório. Eu acho que nenhum requerimento deve deixar de ser apreciado e deixar de ser votado. Inclusive, já vou lançar aqui uma sugestão para que haja a prorrogação desta Comissão Parlamentar de Inquérito para que a gente possa consolidar mais e melhor ainda os dados relativos a esta CPI, porque alguns dados nos faltam chegar, algumas diligências nos faltam realizar e algumas inquirições nos faltam fazer. Então, seria importante que os Srs. Deputados que pertencem a bancadas conversem com as suas Lideranças no sentido de que a gente vote aqui um requerimento de prorrogação, e que com essa prorrogação a gente possa solicitar ao Plenário a ratificação dessa nossa decisão, se for essa a nossa decisão. Senão, nós iremos cumprir aquilo que for possível cumprir, haja vista que nós teremos que entrar na fase de relatório, pelo menos a partir do dia 10 ou 15 de novembro, para 8

10 que o Relator tenha tempo suficiente de preparar esse relatório e para que esse relatório seja votado pela própria Comissão. Então, eu pediria a V.Exa. se tem alguma situação específica em particular que fosse do interesse de V.Exas., que sentassem junto ao Relator para que a gente pudesse então colocar, se ainda não foi colocado em votação, esses requerimentos ou quais aqueles que V.Exas. julgam mais importantes para serem ouvidos. Deputado Fruet. O SR. DEPUTADO GUSTAVO FRUET - Sr. Presidente, só como sugestão, é oportuno esse debate, mas como sugestão para não atrapalhar o depoimento, mesmo não havendo condições de votação de requerimento depois, se for possível estabelecer esse debate, esse esclarecimento, até porque V.Exa. colocou as 3 frentes que precisam ser concluídas, e ao que parece, pela demora e pela dificuldade de acesso a algumas informações, não será possível ter acesso completo a esses dados dentro do prazo estabelecido. Então, para que se possa ter uma situação dos pedidos que foram formulados, eu gostaria de propor, após o depoimento, mesmo que não haja votação de requerimentos, que possamos realizar uma reunião, mesmo que seja informal. Eu penso que são pelo menos 5 frentes que estão abertas, pendentes de resposta, e há requerimento, alguns taxados como polêmicos e outros que estão para ser votados, e se não ocorrer, realmente fica difícil pensar na prorrogação. Mas de qualquer maneira, como sugestão, se for possível, essa reunião após o depoimento. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Será feito. Agradeço a contribuição a V.Exa. Vamos passar agora à inquirição. Eu, às 16h, vou pedir para que alguém assuma a Presidência, haja vista que está presente nesta Casa o Governador do Estado do Rio de Janeiro, bem como o Prefeito eleito, e nós teremos uma reunião rápida na sede, na presidência do partido. Então, terei que me ausentar por 10 ou 15 minutos para fazer uma manifestação específica nessa reunião. Então, eu vou passar agora à inquirição do convocado, Sr. Eloy de Lacerda Ferreira. Dr. Eloy, eu gostaria de saber de V.Sa., se V.Sa. pudesse ou desejasse, expor, inicialmente, quem é o senhor, qual é a sua atividade, o que o senhor realiza, 9

11 e o senhor tem o prazo de 10 minutos para fazê-lo. Em seguida, nós queremos fazer as nossas inquirições. Com a palavra V.Sa. O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Eu trabalho com investigação particular desde A área do detetive particular é a área da... A gente dispõe mais de um trabalho conjugal, um trabalho pessoal, um trabalho empresarial sempre fazendo um trabalho particular, ajudando as pessoas a resolverem problemas pessoais. Eu acho que seria isso. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Já que V.Sa. encerrou a sua manifestação inicial, eu vou fazer já as inquirições. Vou começar fazendo algumas perguntas que seriam importantes. O senhor já foi policial? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não, nunca fui. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - O senhor tem alguma formação profissional? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não, não, não. Só a formação de detetive particular. Há 30 anos eu faço a mesma coisa. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Há 30 anos que o senhor é detetive particular. O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Isso. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - E a maioria dos seus casos são relativos a casos conjugais, a casos empresariais? É essa atividade que o senhor desenvolve? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Justamente, justamente. Isso. Digamos que 70% dos trabalhos são relacionados a casos pessoais, de pais na busca de filhos, com problemas de adolescência, com problema de uso de drogas, trabalhos conjugais e trabalhos em empresas, quando há dúvidas sobre a conduta de funcionários internos dentro da empresa, então agente é acionado. Esse seria o meu trabalho. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - E o senhor é bastante conhecido, é bastante demandado em São Paulo? 10

12 O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Nesses 30 anos, eu faço um trabalho com muita seriedade. Eu gosto muito do meu trabalho. A gente faz com muito carinho, então com certeza sou uma pessoa bem conhecida. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Quantos flagrantes de adultério o senhor já deu na sua atividade? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Olha, é difícil contar. Eu tenho um livro que eu escrevi relatando vários casos, mas é difícil contar. Mas eu acredito que, por ano, assim, a gente deva fazer uma faixa de uns 15, 20 trabalhos na área conjugal. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Mas a minha pergunta é a seguinte: o flagrante propriamente dito o senhor já deu algum ou é só a constatação de que está havendo alguma infidelidade, alguma coisa nesse sentido? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não, em 90% dos casos somente constatando já é o suficiente para uma definição, para que o casal se entenda e parta para a área judicial. Não seria o flagrante em si, seria a solução do caso. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Mas nos seus 30 anos o senhor nunca deu um flagrante propriamente dito, acompanhado de polícia e tudo o mais? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Ah, sim. Sim, sim. Com certeza, sim. Eu acredito que teve um desfecho policial, nesses 30 anos, eu acredito que uns 10 casos, mais ou menos. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Uns 10 casos, mais ou menos. E como é que, por exemplo, a gente faz essa averiguação? De que métodos o senhor se utiliza para, vamos dizer, chegar até a um flagrante desse elaborado por polícia? Quer dizer, qual é o processo investigativo que o senhor realiza? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Alguns anos atrás existia o trabalho do acompanhamento. Quando existe a dúvida, o cliente procura, expõe a dúvida do que está acontecendo e, em cima daquilo, a gente desenvolve um trabalho, que é montar um acompanhamento, ver a conduta da pessoa, os ambientes que a pessoa freqüenta, o que ela faz. Hoje existem recursos eletrônicos. A pessoa procura a gente e, quando é uma infidelidade conjugal, existe rastreador que se coloca no carro. E, através da 11

13 Internet, a gente controla aonde o carro vai, os locais que o carro freqüenta. O próprio cliente faz esse tipo de trabalho. Quando, digamos, ele tem um contato com a pessoa, que a pessoa alega que está num local, e via Internet ele vê que o carro está em local diferente, ele aciona a gente, aí eu mando uma pessoa de motocicleta ir para aquele local para fotografar e identificar o que de anormal está acontecendo com aquela pessoa. Esse trabalho é tanto no trabalho conjugal quanto no trabalho de pais em busca de filhos, para não existir o atrito com o filho: Aonde vai? A que horas você chega?. Então se coloca esse rastreador no carro, ele controla o filho e, quando tem dúvida de que ambiente ele está freqüentando, os locais que ele está freqüentando, eu sou acionado para mandar uma pessoa de moto lá e certificar e registrar o que está acontecendo de errado com a pessoa. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Então, na verdade, o método antigamente seria o método que nós podemos chamar de método, primeiro, de vigilância, é isso? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim, justamente. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - De acompanhamento da pessoa, e aí se faziam as fotografias, se fazia a prova que fosse necessária para o cliente. O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Justamente. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Agora, com o avanço tecnológico, essa vigilância, além de ser uma vigilância física, pessoal, passou a ser também uma vigilância chamada de vigilância, vamos dizer, eletrônica? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Justamente, isso mesmo, uma vigilância eletrônica. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Coloca-se um rastreador no carro para seguir esse carro? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Além de rastreador também é possível se colocar um rastreador com escuta dentro do veículo? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - O rastreador permite que tenha uma escuta dentro do veículo. Quando a pessoa tem... quando o veículo está se 12

14 locomovendo e tem mais de uma pessoa dentro do carro, permite que se ouça a conversa das duas pessoas dentro do carro. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Interessante. E, para isso, que tipo de equipamento faz esse... Tem algum equipamento específico? Tem uma denominação? Ele está à venda no mercado? Existe quem controle essa comercialização desse produto? O senhor pode falar um pouquinho sobre esse tipo de equipamento? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim. Existem grandes empresas que controlam esse tipo de produto. Normalmente, os carros blindados já saem com esse equipamento, que é um equipamento de segurança para algum problema de assalto, alguma coisa assim, seqüestro, para se ter o controle. Numa hora de descontrole do carro, há um botão de pânico, ele pode ser acionado. Existe a central que controla esse equipamento. Automaticamente, nós utilizamos esse sistema para investigação também. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - E essa conversa é normalmente gravada, para que fique um registro, para que possa ser apresentado ao cliente. É isso? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não, não, não. Essa conversa quem faz é o próprio cliente. Digamos que ele coloca no... pede para que se coloque um rastreador no carro do filho. E quando ele tem dúvida quanto ao horário de chegada do filho, ele vê o carro do filho se locomovendo, ele aciona a escuta, ele ouve a conversa do filho, vê o que está acontecendo, se tem alguma anormalidade, se o filho bebeu, se ele está na rua, se está com pessoas bagunçando, com mais de uma pessoa no carro, e ele tem condições de bloquear o carro tem um comando que bloqueia o carro e tem a possibilidade de me acionar e pedir que eu vá ao local para saber que ambiente o filho está freqüentando, o que ele está fazendo. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Agora, também é possível se gravar essa conversa? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim. Se for acoplado a um gravador, é possível, sim. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - É possível gravar. 13

15 Em algumas vezes, isso é usado para poder demonstrar à pessoa que ela estava incorrendo em algum erro, em algo equivocado? O pai mostra ao filho? Normalmente acontece isso ou não? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não. Normalmente, o fator surpresa, o fator de identificar o problema que ocorre com o filho, o problema que está ocorrendo, o sigilo disso, é o grande trunfo da situação, porque aí ele pode fazer um estudo da situação, encaminhar o filho ao psicólogo. Normalmente não se mostra. Isso é uma coisa pessoal, que ele resolve pessoalmente. Depois ele procura encaminhar o filho para a situação devida que estiver ocorrendo, dependendo da gravidade da coisa. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Existe também... Muitas vezes, o senhor recebe dos seus clientes, vamos dizer, alguma fita de alguma gravação para que o senhor possa, então, analisar a situação? Por exemplo, uma escuta telefônica colocada nos telefones do próprio solicitante da investigação? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Normalmente, quando existe o fato de o cliente ter uma fita que ele gravou, ele encaminha. Quando é um caso de adolescente, a gente encaminha para que seja encaminhado a um psicólogo, para que seja analisado, para o psicólogo dar um parecer dele. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Aqui chegou uma denúncia, e talvez o senhor possa até nos auxiliar nessa questão, para até dirimir essa dúvida: é verdade que o senhor teria feito alguma gravação para a advogada Priscila? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Mas já trabalhou para essa advogada? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Já trabalhei para a advogada. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - É uma advogada de São Paulo que cuida de questões familiares? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - É. Tem duas Priscilas em São Paulo. Com uma delas eu trabalhei. Mas não... O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Em que tipo de caso? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Em casos conjugais. 14

16 O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Com casos conjugais. O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - É. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Agora, essa questão de o senhor ter feito gravação... O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - De jeito nenhum! O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Nem solicitado a outra pessoa que fizesse isso? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Que eu me recorde, não. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Que o senhor se recorde, não. Está ótimo. Eu queria saber também o seguinte: por exemplo, nos casos empresariais, como é que funciona essa demanda de serviços empresariais? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - O dono da empresa contrata a gente, expõe o problema que existe dentro da empresa. Normalmente, eu tenho uma equipe de trabalho. Eu coloco pessoas para trabalharem na empresa. Essas pessoas observam diariamente o que existe de anormalidade, fazem um relatório, e, semanalmente, eu presto conta ao cliente de todos os departamentos que tiveram a infiltração, por onde elas passaram, o que elas viram de anormalidade, e apresento para o cliente. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - E é muito demandado esse tipo de serviço também? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim, sim. É constante. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Por exemplo, nessas empresas, muitas vezes, também não há um compartilhamento de comunicação, não se faz gravação dos funcionários dentro da empresa em suas conversas telefônicas? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim. Faz sim. Existe um equipamento que, quando se tem dúvida de um atendimento ao cliente, se corrige através da gravação interna; quando se tem dúvida do funcionamento de um departamento, ele se corrige também através da gravação interna. 15

17 O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Ou seja, essas empresas se utilizam, algumas vezes, para verificar o trabalho dos seus funcionários, de gravações das suas conversas? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Essas empresas... Normalmente, a auditoria da empresa utiliza-se dessas informações, para que... Elas são transformadas em dados para a auditoria poder dar um prosseguimento e poder apurar fatos internos, dentro da empresa. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Mas se ouve, também, a conversa dos funcionários? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Se ouve também a conversa dos funcionários. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Se ouve a conversa dos funcionários. Outra coisa: também existem situações o senhor, com tantos anos de experiência, mais de 30 anos no ramo, e com os avanços tecnológicos e instrumentos para que a gente possa interferir, vamos dizer, em dados de computador, para que a gente possa obter dados de mensagens que foram encaminhadas e recebidas? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim, existe... A Internet, hoje, oferece equipamentos, oferece softwares, que, acoplados a um computador, você pode fazer o acompanhamento dele. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Nesse caso de pais, por exemplo, muitas vezes é colocado isso dentro de computadores dos filhos para ver que tipo de comunicação é feita? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim. Sim, isso existe, sim. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - O senhor já atuou, alguma vez, em casos como esse? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Atuei na solução. O pai me procura, expondo o problema que ele apurou junto ao filho, e a gente tenta ver de que maneira eu posso ajudar para poder auxiliar. 16

18 O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - O senhor possui algum equipamento de gravação, de escuta telefônica, nos seus escritórios ou na sua residência? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - No meu escritório foi apreendido um equipamento que, maldosamente, foi dito que era um maleta de escuta de celular, mas, na realidade, o que aconteceu foi uma pasta que foi apreendida. Nessa pasta tinha 2 celulares e um gravador. Esse equipamento era para ser entregue a um cliente que estava com problema de extorsão. Esse equipamento é um celular que permite baixar, via Internet... Na Internet vende esse equipamento. Abaixa-se um software nesse celular, e o outro software faz a leitura desse celular. Então, um software lendo o outro. Então, o que estava acontecendo: o meu cliente estava com problema de extorsão. Ele saía para a rua, e a pessoa ligava para ele constantemente. Então, eu recomendei que ele comprasse quatro chips diferentes, com números diferentes de telefone. Porque a pessoa, quando ligava para ele, dando continuidade à extorsão, a pessoa tomava o cuidado de pedir que ele falasse com números diferentes. Então, em contato com os advogados, os criminalistas que queriam acompanhar a evolução da conversa dessa extorsão... Esse equipamento era para ser entregue ao cliente. Ele andaria na rua com o aparelho e, cada vez que a pessoa ligasse, ele trocaria o chip, para mostrar para a pessoa que estava com telefones diferentes, que não estava sendo gravado, e a esposa dele, na casa dele, com outro celular que lê o mesmo software... É como se fosse uma conferência. A esposa dele teria um gravador que seria acoplado a outro software, que estaria... a outro celular, com o software que estaria em casa e que faria a gravação, para que depois pudesse mostrar ao criminalista, para que ele acompanhasse a evolução, registrasse a evolução da extorsão. Agora, esse equipamento foi apreendido no meu escritório, e foi maldosamente publicado na imprensa que era uma maleta de escuta telefônica. Mas não é nada disso. É simplesmente uma maleta. Foi comprada uma mala 007, e nela foram acoplados dois gravadores... dois celulares com um gravador. Esse equipamento está na perícia. Estamos aguardando o resultado da perícia para confirmação da real situação. 17

19 O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Só para que nós possamos entender: o senhor disse que sofreu uma busca. O senhor sofreu alguma ação policial, recentemente? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Sim. Teve uma operação, em Varginha, na qual eu não era o autor. Um rapaz que trabalhou para mim como freelance foi fazer uma varredura ambiental, em Varginha, pegou algum tipo de equipamento ambiental e comunicou ao cliente dele. Essa operação era uma operação da Polícia Federal. A partir do momento que se comunicou ao cliente dele como um trabalho particular, o cliente conversou com outras pessoas que estavam envolvidas na operação, dizendo que teve uma pessoa de São Paulo que foi lá fazer uma varredura, e depois essa pessoa começou a ser investigada. Ele fazia alguns trabalhos de freelance para mim, como instalação de câmaras. E no contato que eu tive com ele... três, 4 contatos que eu tive com ele, acho que nos 30 dias... quinze ou 30 dias de investigação, em que ele estava... Eu, automaticamente, entrei como... entrei na operação, também, onde surgiu a busca no meu escritório, que pegaram essa tal... esses celulares. Então foi isso o que aconteceu. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - O senhor foi grampeado? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não, não fui grampeado. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Existe alguma conversa sua nessa operação com algum dos alvos da operação? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não. Minha, não. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - O senhor foi preso? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Fui preso. Fiquei 2 dias preso. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Prisão em flagrante ou por mandado judicial? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não, eu me apresentei. Foi flagrante, não é? (Intervenção fora do microfone. Inaudível.) O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Foi prisão temporária e eu me apresentei. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Ah, então foi decretada sua prisão temporária pelo juiz... 18

20 O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Foi decretada a prisão. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) -...e V.Sa. se apresentou ao juízo? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Justamente. Me apresentei em Belo Horizonte, fiquei 2 dias preso e depois foi decretada a soltura. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Mas o senhor não foi vítima de grampo telefônico? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não, não. Não fui vítima. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Não foi escutado nessa operação. O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - E os equipamentos que foram apreendidos... Foi só isso que foi apreendido no seu escritório? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Foi isso e alguns carros que foram apreendidos na minha casa, que depois eles me devolveram também, que não tinha... Eu entrei com recurso e pedi a liberação dos carros. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - V.Sa. já teve, no decorrer dos seus 30 anos de experiência, algum freelance ou alguém com quem o senhor tenha solicitado algo que porventura possa ter extrapolado do mandato que o senhor deu, preso por interceptação telefônica? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Eu desconheço isso. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - Desconhece? Nunca teve ninguém preso por interceptação, que tenha feito algum trabalho para o senhor, que seja da sua... O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Não. Desconheço. O SR. PRESIDENTE (Deputado Marcelo Itagiba) - O senhor tem muita relação, por exemplo, com o pessoal de empresas de telefonia em São Paulo? O SR. ELOY DE LACERDA FERREIRA - Do ano de 1975 até o ano de 1994, as centrais telefônicas eram centrais analógicas, e não existia uma lei, assim, muito rígida contra escuta telefônica. Então, eu tive 4 processos jurídicos nesse período, dos quais fui absolvido. É que no trabalho conjugal, quando foi utilizada a escuta 19

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