UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GIOVANA VILLA ALVARENGA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GIOVANA VILLA ALVARENGA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GIOVANA VILLA ALVARENGA DETETIVES DA MATA ATLÂNTICA: JOGO COMO PROPOSTA DIDÁTICA PARA SENSIBILIZAÇÃO DE ALUNOS SOBRE O TRÁFICO DE ANIMAIS EM UMA ESCOLA PARTICULAR DE SÃO PAULO. São Paulo 2014

2 2 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GIOVANA VILLA ALVARENGA DETETIVES DA MATA ATLÂNTICA: JOGO COMO PROPOSTA DIDÁTICA PARA SENSIBILIZAÇÃO DE ALUNOS SOBRE O TRÁFICO DE ANIMAIS EM UMA ESCOLA PARTICULAR DE SÃO PAULO. Trabalho de Conclusão do Curso de Ciências Biológicas, apresentado ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como requisito para à obtenção do grau de Licenciado em Ciências Biológicas. Orientador: Prof. Dr. Adriano Monteiro de Castro São Paulo 2014

3 3 AGRADECIMENTOS Primeiramente, agradeço ao meu orientador Adriano Monteiro de Castro, por estar sempre disposto a me ajudar, por percorrer ao meu lado em todo esse processo e me tranquilizar em cada reunião de orientação. Os seus olhos brilham ao falar de educação. Ao meu pai, por ser meu amigo, por estar presente em todos os acontecimentos da minha vida, me apoiando e me ajudando a concretizar minhas ideias. À minha mãe, minha companheira e confidente que com seu jeito doce me acalmava nos momentos de estresse e nunca deixou de me incentivar. À minha irmã querida, que sempre está ao meu lado e que eu amo tanto. Aos meus amigos da faculdade: Ana Beatriz, Beatriz Murollo, Eduardo Dias, Jéssica Fleming, Inaiá Rodrigues, Larissa Orsolon e Renato Degan. Por todo apoio, pelas risadas, conselhos. Obrigada pela amizade sincera e quero levá-los comigo para sempre. À minha amiga, Tania Basso, por sempre me alegrar e pela ajuda com o Abstract. Ao meu amigo, Leonardo Giusti, por toda ajuda na impressão dos tabuleiros e das cartas. Obrigada pela contribuição, não sei o que seria do meu jogo sem você. Ao meu primo querido e amado, Caio Villa, pelos maravilhosos desenhos dos traficantes e animais. Obrigada! Ao meu companheiro, João Victor Matsui, por ouvir todos os meus problemas, minhas conquistas, me apoiando e dando forças para continuar. Obrigada por sempre estar ao meu lado. À instituição por conter um corpo docente excelente e me proporcionar momentos de muita aprendizagem.

4 4 Ao colégio Benjamin Constant, por abrir as portas e permitir a aplicação deste trabalho. Gratidão Paola Lupianhes e Ricardo Rosário por aceitarem o convite em participar da minha banca examinadora. É uma honra! E por fim agradeço aos meus queridos professores da Licenciatura, Magda Pechliye, Rosana Jordão e Adriano de Castro, meus mestres responsáveis pela minha formação, por despertarem em mim um amor pela educação, minha eterna admiração e um enorme prazer de conhecê-los e têlos como professores neste processo.

5 5 RESUMO O presente trabalho tem como objetivo geral ampliar oportunidades na educação básica para a sensibilização e construção de conhecimentos sobre o tráfico de animais. Para tanto, analisamos a aplicabilidade de um jogo elaborado para tal finalidade, nomeado Detetives da Mata Atlântica, em sala de aula da educação básica de modo a definir orientações para utilizações futuras do jogo. Neste sentido, propusemos uma ação educativa de caráter extensionista, pautada em atividade lúdica e dialógica. Convidamos alunos de duas turmas do Fundamental II de uma escola particular do Município de São Paulo para a aplicação do jogo e participação em uma discussão de fechamento. Organizamos os resultados obtidos em forma de quadros para posterior análise, o que evidenciou que as etapas da atividade possuem potencial para a sensibilização sobre a temática e que o jogo possibilita uma atividade lúdica que desenvolve a criatividade. Além disso, sua aplicação também permitiu a detecção de que abordagens com mais ênfase no bem estar dos animais podem contribuir para reverter o fato percebido de que as maiores preocupações dos alunos voltam-se prioritariamente à ilegalidade/legalidade quanto à manutenção de animais silvestres como pets. Palavras-chave: Jogo. Tráfico de animais silvestres. Ensino de ciências..

6 6 ABSTRACT This paper has a general objective to enhance awareness and knowledge in middle school about animal trafficking. Therefore it was analyzed the applicability of a game for this purpose called Detective of Atlantic Forest to be used in middle school classes, which, in such ways define guidelines for future use of games. In this sense it was proposed an extra curriculum activity, guided by a playful and conversational action. We invited middle school students from two classes from of a Private school in Sao Paulo to apply the game and participate in a closing discussion. Organizing the results obtained in charts to be analyzed later and what has been observed that the steps of the activity brought a potential awareness about the theme and that the game enables a playful activity which develops creativity. Furthermore its application allowed detecting a bigger emphasis approach on the well-being of animals which can contribute to reverse the facts that were noticed by the students which were mainly the illegality and legality actions in keeping wild animals as pets. Key Words: Game. Wild Animal Trafficking. Science Education.

7 7 LISTA DE QUADROS Quadro I Aplicação do jogo na primeira turma...27 Quadro II Aplicação do jogo na segunda turma...30 Quadro III Concepções a partir da discussão...32 Quadro IV Avaliação da atividade...35 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Cartas dos traficantes...19 Figura 2 Cartas dos locais...20 Figura 3 Cartas dos animais...21 Figura 4 Cartas dos animais...22 Figura 5 Tabuleiro...23 Figura 6 Bloco de anotações...25

8 8 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO: O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O JOGO COMO PROPOSTA DIDÁTICA A TEMÁTICA TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES MATERIAL E MÉTODOS PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO JOGO DESCRIÇÃO DAS REGRAS DO JOGO APLICAÇÃO RESULTADOS E DISCUSSÃO CONTEXTO DE APLICAÇÃO REFLETINDO SOBRE O TEMA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 37

9 9 1. INTRODUÇÃO A ideia de construir um jogo surgiu após um projeto feito na disciplina Metodologia do Trabalho Científico, no qual desenvolvi um tema para aplicação de atividades para crianças sobre o tráfico de animais. Para o presente trabalho de conclusão de curso eu me inspirei neste projeto realizado e elaborei um jogo para ser aplicado como atividade extensionista em escolas de ensino fundamental. O tráfico de animais silvestres, um problema ambiental e polêmico e a visão antropocêntrica das pessoas me incomoda muito, o que me motivou o desenvolvimento deste trabalho. O objetivo geral é ampliar oportunidades na educação básica para a sensibilização e construção de conhecimentos sobre este tema. Para tanto, meus objetivos específicos foram: elaborar um jogo de tabuleiro sobre o tema a partir da adaptação de um jogo comercial já consagrado, o Detetive, da indústria de brinquedos Estrela; avaliar a aplicabilidade do jogo em sala de aula da educação básica; e definir um conjunto de orientações para utilizações futuras do jogo. Para facilitar a leitura, o trabalho está organizado em cinco tópicos. O primeiro é este, com a introdução, em seguida o referencial teórico subdividido em três itens: processo de ensino e aprendizagem, jogo como proposta didática e o tráfico de animais. O terceiro tópico trata dos materiais e métodos, que mostra com detalhes o desenvolvimento deste trabalho. O quarto apresenta os resultados obtidos com a aplicação do jogo em forma de quadros, incluindo também a discussão que relaciona estes resultados com o referencial teórico. Por último, as considerações finais com conclusões e demandas futuras.

10 10 2. REFERENCIAL TEÓRICO: 2.1. O processo de ensino e aprendizagem. Há uma diferença entre epistemologia e pedagogia, a primeira é o estudo da origem do conhecimento e já a segunda é o modo como este conhecimento vai ser estudado. Sabemos que a relação entre sujeito e objeto do conhecimento define as oportunidades para a aprendizagem e, em suas diferentes interpretações, acabam por definir diferentes abordagens de ensino. Neste tópico, utilizaremos alguns autores para falar deste processo. Algumas epistemologias e pedagogias foram abordadas por Mizukami (1986), sendo divididas pela autora em cinco abordagens do processo de ensino: Tradicional, Comportamentalista, Humanista, Cognitivista e Sociocultural. Já no texto de Becker (1994) em três teorias: Pedagogia diretiva, Pedagogia não-diretiva e Pedagogia relacional. Enquanto em Pozo e Echevèrria (2001) são abordados três pressupostos sobre aprendizagem: Direta, Interpretativa e Construtiva. E além destas, Mauri (2006) divide em três as concepções da aprendizagem e do ensino mais habituais entre os professores: conhecer as respostas corretas, adquirir os conhecimentos relevantes e construção de conhecimentos. Na primeira concepção descrita por Mauri (2006), o papel dos professores é reforçar positivamente as respostas corretas e confirmar as erradas, identificando imediatamente o acerto ou o erro na resposta dos alunos e atribuindo-lhes um castigo ou um prêmio (notas, por exemplo). Podemos relacionar esta concepção com o Método Tradicional e Comportamentalista de Mizukami (1986). A abordagem tradicional na educação é caracterizada pela autora como transmissão de conhecimento e memorização por parte do aluno, quando o professor diz o conteúdo pronto e o aluno só escuta. Sendo uma arte centrada no professor, o foco está na aquisição de respostas adequadas. O método comportamentalista pode ser muito relacionado com a atribuição de um prêmio, sendo que neste método há a recompensa se o comportamento do aluno for o desejado pelo professor.

11 11 Na segunda concepção de Mauri (2006), os alunos são processadores de informação e os professores são capacitados informadores que oferecem aos alunos formas de obter o conhecimento (explicação, leitura, vídeos, visitas a museus etc.). Acreditam que o que ocorre nos pensamentos dos alunos é importante para o ensino, porém, o problema desta concepção é a cópia: os professores acreditam que a aprendizagem é reproduzir sem mudanças a informação recebida. Os professores se preocupam que a informação se fixe na memória dos alunos, pedindo que repitam exercícios já feitos até que consigam realizar com autonomia. Este processo de cópia não faz com que o aluno realmente aprenda, cópia de informação é uma memorização mecânica que pode ser esquecida. Comparando com a segunda abordagem de Pozo e Echevèrria (2001), a interpretativa, o resultado da aprendizagem vem da atividade pessoal do aluno mediante certos processos como: motivação, memória. Porém, a meta ou função da aprendizagem ainda é obter cópias mais exatas possíveis do conteúdo apresentado. Contrário às ideias apresentadas, Becker (1994) explica que, pela epistemologia inatista, o ser humano nasce com o conhecimento já programado na sua herança genética. A pedagogia não diretiva explicada por Becker (1994) é inatista, pois o aluno já traz o saber que ele necessita, precisando apenas trazê-lo à consciência. Com isso o professor é visto como um facilitador, um auxiliar, não interferindo muito nas decisões do aluno. Deve facilitar caso o aluno peça, acredita que o seu aluno consegue aprender por si mesmo. Muito semelhante a essa ideia temos a abordagem humanista retratada por Mizukami (1986), pela qual a educação está centrada no aluno e tem como finalidade liberar a sua autoaprendizagem, buscando autonomia. E, para isso, o professor é um facilitador quando o aluno quer, não existindo uma técnica para se facilitar. O professor cria seu próprio estilo de facilitar para que o seu aluno chegue ao seu objetivo. Voltando às concepções de Mauri (2006), na terceira, os alunos aprendem por um processo de construção pessoal. Longe de ser uma cópia, esta construção é a elaboração de uma representação pessoal do conteúdo de aprendizagem. O professor é um participante ativo desse processo, cujo foco

12 12 não é a matéria e sim a interação do aluno com objetos do conhecimento. O ensino é entendido como um conjunto de mediações no processo pessoal da construção do conhecimento e no próprio desenvolvimento. Podendo relacionar com as abordagens Cognitivista e Sociocultural de Mizukami (1986), descritas a seguir. Na abordagem cognitivista de Mizukami (1986), o conhecimento é considerado como uma construção contínua, o professor provoca e estimula o aluno a buscar novas estratégias para compreender a realidade. Provoca desequilíbrios, faz desafios, orienta e jamais oferece a resposta pronta para o aluno. Assim, o aluno elabora seu conhecimento. Na abordagem sociocultural de Mizukami (1986), o processo de ensino-aprendizagem é apresentado numa perspectiva interacionista de elaboração do conhecimento, mostra a importância de que o aluno tenha reflexão crítica, e para isso o professor questiona o aluno. Tem como um dos seus maiores representantes o educador brasileiro Paulo Freire, que acredita no ser humano como sujeito transformador da realidade na medida em que aumenta sua reflexão e consciência crítica. Complementando as abordagens descritas acima com Sollé e Coll (1999), o construtivismo não é algo que possa ser acompanhado como um livro de receitas, mas sim um referencial que possa ser analisado e se necessário discutido. Os referenciais teóricos apresentados servem como guia para as ações, mas não para determiná-las, pois deve ser levado em conta as particularidades de cada situação. Nesta concepção construtivista, o professor é um mediador entre o indivíduo e a sociedade, e a escola pode ser compreendida como um espaço que atende à diversidade, levando em conta a individualidade que proporciona o desenvolvimento mental, social, transformando o aluno em uma pessoa única, desenvolvendo uma dimensão socializadora, incluindo-o em um grupo e ajudando o acesso à cultura. Desta forma, aprender não é copiar, mas sim tornar-se capaz de formar uma interpretação pessoal sobre o conteúdo aprendido, o que ocorre por meio de conhecimentos prévios e experiências. Essa busca na individualidade do aluno é intensificada com aulas experimentais, isto é mostrado a partir de ideias de Gaspar (2009), descritas a seguir.

13 13 Gaspar (2009) acredita, a partir das ideias de Vygotsky, na importância da aula experimental, na qual se reforça a interação social, se permite o envolvimento e participação do aluno, gerando questionamentos e busca da resposta, tendo o professor como o parceiro mais capaz para a discussão sobre a atividade. Com isso, há a formação de uma nova estrutura cognitiva a partir de uma rica interação social. Muitos professores não mudam a forma de ensinar, trabalham em volta da aula teórica e deixam de lado uma prática. E o que impede muitas vezes essa mudança para o construtivismo por parte de alguns professores é uma barreira que, segundo Rosa (2007), surge porque o novo apresenta uma ameaça à ordem, ao estabelecido, ao já absorvido e acomodado. Por outro lado, a mudança vem da necessidade e do desejo; mudar em educação pressupõe incluir-se como pessoa, assumir os riscos da mudança para poder desfrutar do prazer de também aprender. Com base nas ideias apresentadas acima, percebemos que uma ação interacionista é fundamental para a formação de um indivíduo crítico e possibilita uma mediação na construção de conceitos, levando em conta os conhecimentos prévios dos alunos que são importantes nesse processo de aprendizagem. Assim, posta a ineficácia da abordagem tradicional, é preciso abandonar o hábito de reprodução O jogo como proposta didática. O jogo como proposta didática pode ser uma boa estratégia para trabalhar conceitos e alguns temas em sala de aula exatamente dentro de uma perspectiva interacionista, contribuindo para o processo de ensino e a aprendizagem. Nos próximos parágrafos, serão levantadas algumas teorias de alguns autores sobre o jogo. Segundo Kishimoto (2000), definir o jogo não é tarefa fácil, cada jogo tem a sua especificidade. Ele pode ser visto como o resultado de um sistema linguístico que funciona dentro de um contexto social, um sistema de regras a um objeto. O jogo assume a imagem, o sentido que cada sociedade lhe atribui, dependendo do lugar e da época, os jogos assumem significações distintas.

14 14 Antes o jogo era visto como coisa não séria e isso mudou, atualmente o jogo aparece como algo sério e destinado a educar a criança. Conceitualmente o jogo não é diferente da brincadeira, seja tratando do lúdico e como manifestação cultural. Em qualquer época, cultura ou classe social, os jogos e os brinquedos fazem parte da vida da criança, pois elas vivem num mundo de fantasia, onde realidade e faz-de-conta se confundem. O jogo dá a possibilidade de experimentar, de criar e de transformar o mundo, onde se apresenta justamente o lúdico e, ao contrário do que muitas pessoas podem admitir, é coisa muito séria e necessária, além de ser um direito (HUIZINGA, 1996). Portanto, o jogo antes de tudo é o lugar de construção de uma cultura lúdica. Existe realmente uma relação profunda entre jogo e cultura, jogo e produção de significações, mas no sentido de que o jogo produz a cultura que ele próprio requer para existir. É uma cultura rica, complexa e diversificada. Como qualquer atividade humana, o jogo, só se desenvolve e tem sentido no contexto das interações simbólicas, da cultura. (BROUGÈRE, 1998). Sendo assim, o jogo estimula o desenvolvimento intelectual, moral e social. Ao jogar há acordos em comum por todos aqueles que jogam em relação as regras, pode-se criar novas e/ou adaptá-las, contribuindo para a comunicação e o respeito (BROUGÈRE, 1998). Resumindo, quando alguém joga, está exercendo as regras do jogo e, ao mesmo tempo, desenvolvendo uma atividade lúdica (KISHIMOTO, 2000). Porém, é importante uma boa condução do professor para obter sucesso na aplicação do jogo, baseado na clareza de seus objetivos, da organização e capacidade de lidar com imprevistos em sala de aula. Outro fator é que a aplicação do jogo esteja coerente com as concepções de ensino e aprendizagem do professor (KISHIMOTO, 2000). Finalizando, o lúdico desempenha um papel fundamental no aprendizado e além dele há outros componentes do jogo como a competição e passatempo, entretanto, independentemente se são aspectos bons ou ruins, o

15 15 que deve ser visto no jogo são seus aspectos criadores, vendo no jogo a possibilidade do exercício da criatividade humana (HUIZINGA, 1996). É possível elaborar jogos de diferentes temas para aplicação em sala de aula e, para o presente trabalho, o tema escolhido foi o tráfico de animais silvestres, descrito no tópico a seguir A temática tráfico de animais silvestres. Atualmente, o comércio ilegal de animais silvestres vem crescendo e está se tornando um dos principais problemas ambientais e econômicos a ser resolvido no mundo (RENCTAS, 2001). No Brasil, esses animais são negociados em diversas feiras livres espalhadas pelo país, que mostram bastante organização no modo como atuam: circulam pela feira crianças e adolescentes, ainda acobertados pela menoridade penal, que anunciam, discretamente, o nome vulgar dos animais silvestres e seus respectivos valores; as crianças levam o interessado ao encontro do animal silvestre, que em geral está em galpões distante do local (CARRERA, s/d). Não há, juridicamente, um crime nas normas ambientais penais intitulado tráfico de animais. Na verdade, o tráfico é um conjunto de ações que, cada uma, por si só, constitui crime. Algumas ações que constitui o crime são maus tratos e o péssimo transporte para não atrair atenção dos agentes fiscalizadores. Este transporte pode ser interno, pelas rodovias brasileiras e pode ser internacional, pelos aeroportos (SÃO PAULO, 2006). A expressão tráfico de animais está associada ou ao transporte ou a manutenção em cativeiro, sendo ambas ilegais. Ilegais porque ou tais espécimes não têm origem legal ou o transporte não está autorizado, ou simplesmente porque, o que é mais comum, há as duas situações, tanto a origem como o transporte não estão autorizados pela autoridade competente (SÃO PAULO, 2006). As aves, pela beleza de suas cores e pelos seus cantos suaves e melodiosos são, sem dúvida, o grupo de animais mais procurados. Algumas aves chegam a valer verdadeiras fortunas. Este tipo de comércio já contribuiu

16 16 para a extinção de algumas de nossas espécies, um exemplo bem recente foi a ararinha-azul (PEREIRA; BRITO, 2005). Esta atividade está ligada a outros tipos de atividades ilegais, como as drogas, armas, álcool e pedras preciosas. Na América do Sul, os cartéis de drogas têm grande envolvimento com o comércio ilegal de animais silvestres, muitas vezes se utilizam da fauna para transportarem seus produtos. Frequentemente, são encontradas drogas dentro de animais vivos ou em suas peles (TOUEFIX, 1993; LE DUC, 1996 apud RENCTAS, 2001). E este comércio ilegal está associado a problemas culturais, de educação, pobreza, falta de opções econômicas, pelo desejo de lucro fácil e rápido, por status e satisfação pessoal de manter animais silvestres como de estimação (RENCTAS, 2001). Animal silvestre é diferente do animal doméstico, o segundo está acostumado a viver com o homem, já o primeiro foi tirado da natureza e reage de forma diferente na presença do ser humano podendo ter dificuldades no crescimento e na reprodução em cativeiro. Qualquer ser vivo necessita da natureza para sua sobrevivência, a partir dela temos de alimentos até remédios. Os seres vivos são essenciais na cadeia e qualquer alteração (extinção, se tornar raro) causa desequilíbrio em toda natureza. Mesmo tratando muito bem o animal silvestre em sua casa, não é uma ação de amor à natureza, pois as pessoas que possuem animais provenientes da natureza contribuem para uma série de problemas (RENCTAS, 2001). Os animais retirados da natureza perdem a habilidade de caçar seu alimento, de se defenderem de predadores ou de se protegerem de condições adversas. Além disso, um animal preso é privado do processo reprodutivo, ficando incapacitado de gerar descendentes, aumentando o risco de extinção de várias espécies (RIBEIRO; SILVA, 2007). O ideal no mundo seria evitar o dano ambiental, porém quando o dano ocorre além de adotar soluções com ações reativas (ações policiais, multas, processos) que não tem longo prazo, deveríamos adotar ações pró-ativas (educação) e estas teriam que ser o foco principal (SAITO, 2009).

17 17 As ações reativas seguem a legislação do artigo 29 (Lei 9605/98) que diz que quanto maior o nível de ameaça do espécime maior será a multa pecuniária a ser aplicada, variando de cinquenta reais a cinquenta milhões de reais, dependendo do ato há uma detenção de três meses a um ano. Quando são resgatados animais, há uma série de dificuldades, pois há pouco espaço em locais de recepção de animais para a reabilitação destes para serem reintroduzidos na natureza ou encaminhados para centros de conservação (SÃO PAULO, 2006). Segundo Vidolin et al. (2004), o valor ecológico que as espécies da fauna desempenham na estruturação e manutenção dos ecossistemas não é de consciência da grande parte da população e dos governantes. Seria importante a conscientização destes em relação às espécies da fauna, pois depende delas o equilíbrio biológico essencial para todas as formas de vida. 3. MATERIAL E MÉTODOS 3.1. Processo de elaboração do jogo O presente trabalho iniciou-se com o processo de elaboração do jogo Detetives da Mata Atlântica, para o desenvolvimento deste foram feitas algumas reuniões com o orientador, Adriano Monteiro de Castro, para que fossem implementadas modificações ao longo da criação do jogo. Na primeira reunião, apresentei a minha proposta referente ao tráfico de animais e a demanda foi pela decisão do tipo de jogo (cartas, tabuleiro, etc.) e para que faixa etária, de modo a configurar uma atividade de extensão universitária. Durante o mês de Julho, decidi que trabalharia com o Ensino Fundamental II e foram realizados levantamentos sobre espécies, desenhos de tabuleiros e cartas. O jogo Detetives da Mata Atlântica foi desenvolvido a partir da adaptação de um jogo comercial já consagrado, o Detetive, da indústria de brinquedos Estrela, no qual o objetivo é descobrir o suspeito, a arma e o local do crime. Adaptando para o tema tráfico de animais, decidi primeiramente por um tabuleiro com seis locais (Pet Shop, Feira Livre ou Feira de Rolo,

18 18 Aeroporto, Estrada, Mata atlântica e Floresta Amazônica) e com as seguintes cartas: cartas destes locais, cartas de alguns animais selecionados a partir de um estudo (Jararaca, Mico Leão Dourado, Papagaio Cara Roxa, Tartaruga Tigre d água, Tucano) e cartas de compradores (Dona Maria, Joãozinho, Estilista Luiza etc.). Até então, o objetivo do jogo seria descobrir que animal foi traficado, em que local e quem foi o comprador. Portanto, na segunda reunião de orientação, foi discutido sobre o jogo pré-pronto e decidido focar ou na Mata Atlântica ou na Floresta Amazônica; diminuir os locais no tabuleiro (Feira Livre, Pet Shop, Aeroporto e Estrada), lembrando-se da importância em especificar que é uma Banca Ilegal na Feira Livre e um Pet Shop Ilegal; em relação aos animais foi optado escolher quatro animais traficados ou da Floresta Amazônica ou da Mata Atlântica e em cada carta do animal seria composta por um desenho do animal e informações deste e por último em vez de colocar compradores foi decidido colocar quatro traficantes. Finalizando esta reunião, foi pensado na quantidade de alunos por tabuleiro (três duplas) e que os jogadores seriam os ambientalistas com o objetivo de investigar quem é o traficante, que animal foi traficado e onde ele foi encontrado. A partir desta reunião escolhi a Mata Atlântica por estar mais próxima de nós e os animais selecionados foram: Mico Leão Dourado, Papagaio Cara Roxa, Caninana e Tiê Sangue. Primeiramente, ia ter ao todo 12 cartas, cada dupla ficaria com 3 cartas na mão e as 3 restantes seriam as cartas confidenciais (um animal, um traficante e o local) a serem descobertas. Porém, foi alterado para 15 cartas, continuando a ter 4 traficantes: Pescoço, Bigode, Mano e Tuca (Figura 1); 4 locais: Estrada, Aeroporto, Pet Shop Ilegal e Banca Ilegal na Feira Livre (Figura 2) e aumentando para 7 animais, com isso alteramos para quatro duplas (8 jogadores) por tabuleiro. Os outros três animais selecionados por último foram: Cágado de Hoge, Caranguejeira e Tucano de Bico Verde.

19 Figura. 1 Cartas dos Traficantes. 19

20 20 Figura. 2 Cartas dos Locais. Em relação aos animais, a ficha com alguns dados destes foi elaborada a partir de pesquisas, principalmente pelo site da ICMBIO 1 (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Depois de feita esta pesquisa, mostrei a ficha para a Professora Paola, expliquei a minha proposta e ela sugeriu colocar os nomes científicos e o grau de ameaça de cada animal, foi utilizada a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas (Figura 3 e 4). 1 Site do ICMBIO:

21 Figura. 3 Cartas de animais 21

22 Figura. 4 Cartas de Animais. 22

23 23 Após a concepção das ideias iniciais foi realizada a aplicação piloto junto a alunos de Licenciatura em Ciências Biológicas para verificar quanto tempo de duração, e futuras demandas. Utilizamos um tabuleiro rascunho e cartas rascunho para jogar algumas partidas, a primeira partida acabou em menos de 10 minutos, já a segunda foi mais demorada, aproximadamente 20 minutos. Concluímos que seria possível realizar uma partida em uma aula de 45 minutos. Decidimos que o tabuleiro 2 (Figura 5) deveria ser equidistante e pensamos em uma forma de finalizar o jogo: após a dupla acusar o traficante, o animal que ele traficou e em que local foi encontrado este animal, os 8 jogadores terão que criar em conjunto uma história para contar como aconteceu este crime ambiental, para após cada equipe socializar com toda a turma. Figura. 5 Tabuleiro 2 As imagens utilizadas para a confecção do tabuleiro foram obtidas nas seguintes fontes: https://penseverde.wordpress.com/tag/mata-atlantica/;

24 24 Os desenhos das cartas com as caricaturas para representar os traficantes e mais quatro animais foram confeccionados pelo Caio Villa. Os outros 3 animais restantes e o tabuleiro elaborado pelo Power Point foram produzidos por mim. Estes desenhos foram escaneados e trabalhados em um programa de Photoshop e impressos em papel fotográfico 150g/m² A4 e o tabuleiro em papel A3 pelo Leonardo Giusti. Foram impressos ao todo 4 tabuleiros, 16 cartas com os traficantes, 16 cartas com os locais e 28 cartas com os animais. Portanto 4 kits com 15 cartas e um tabuleiro Descrição das regras do jogo. 1 - Jogo para 4 duplas; 2 - Sorteie um animal entre os sete animais, um local entre os quatro locais e um traficante entre os quatro traficantes e coloque-os em um envelope; 3 - Embaralhe as 12 cartas restantes e distribua 3 cartas para cada dupla; 4 - Anote no bloco (Figura 6) as cartas que você recebeu; 5 - Decidam a regra para saber quem será a dupla que iniciará a partida e a partir disso é em sentido horário; 6 - Jogue o dado e ande o número de casas até chegar em um dos 4 locais; 4 - Ao entrar no local, diga para as outras duplas o local que vocês estão, acuse um traficante e escolha um possível animal traficado; 5 - A dupla que está ao lado direito se tiver algumas destas cartas, mostre somente uma para a dupla que fez as acusações; 6 - Caso esta dupla não tiver nenhuma destas cartas, a próxima dupla em sentido anti-horário se tiver, mostre; 7 - E assim por diante;

25 Se a dupla estiver segura e quiser tentar adivinhar as cartas confidenciais guardadas no envelope, é preciso ter consciência que sairão do jogo caso a acusação esteja errada e a partida continuará. 9 - O jogo acaba quando alguma dupla acertar as cartas confidenciais contidas no envelope. Figura 6 Bloco de anotações 3.3. Aplicação Este trabalho foi realizado com a participação de alunos de duas turmas do sexto ano do Ensino Fundamental II de uma Escola de Educação Básica da

:: NOVA ESCOLA ON-LINE ::

:: NOVA ESCOLA ON-LINE :: Page 1 of 7 Planos de aula Educação Infantil Conhecimento de Mundo Natureza e Sociedade Seres Vivos Plano de trabalho O ovo vira pinto Introdução Muito freqüentemente, o trabalho com as ciências naturais,

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

Descrição e regras e dinâmica do jogo Unidos para produzir um lugar saudável - PDTSP TEIAS

Descrição e regras e dinâmica do jogo Unidos para produzir um lugar saudável - PDTSP TEIAS Descrição e regras e dinâmica do jogo Unidos para produzir um lugar saudável - PDTSP TEIAS Peças do jogo O jogo Unidos para produzir um lugar saudável PDTSP TEIAS Escola Manguinhos Versão inicial é composto

Leia mais

Você, no entanto, pode nos ajudar!

Você, no entanto, pode nos ajudar! Este livro pode ser adquirido por educação, negócios, vendas ou uso promocional. Embora toda precaução tenha sido tomada na preparação deste livro, o autor não assume nenhuma responsabilidade por erros

Leia mais

PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO: AS DESCOBERTAS DE MENDEL. Lílian Rosalina Gomes (Universidade Federal do Piauí - UFPI)

PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO: AS DESCOBERTAS DE MENDEL. Lílian Rosalina Gomes (Universidade Federal do Piauí - UFPI) PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO: AS DESCOBERTAS DE MENDEL Lílian Rosalina Gomes (Universidade Federal do Piauí - UFPI) Diego Porto Rocha (Universidade Federal do Piauí - UFPI) RESUMO: No decorrer dos anos surgiu

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Tanise Coppetti Universidade Federal de Santa Maria tani_coppetti@hotmail.com Resumo: Este trabalho apresenta uma atividade a respeito de equações

Leia mais

Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior?

Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior? Trabalhos na área ambiental influenciam o comportamento dos alunos em Instituições de Ensino Superior? Patrícia P Gomes¹ Camilla M dos Santos 2 Erika M Ferreira 2 Resumo O presente artigo teve como objetivo

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

Projeto: Filhotes. Eixo: Natureza e Sociedade Duração: Setembro/Outubro de 2012 Infantil I

Projeto: Filhotes. Eixo: Natureza e Sociedade Duração: Setembro/Outubro de 2012 Infantil I Projeto: Filhotes Eixo: Natureza e Sociedade Duração: Setembro/Outubro de 2012 Infantil I Justificativa: A escolha da temática FILHOTES para o infantil I se deve ao fato de que os animais em geral provocam

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

UMA PROPOSTA PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE INTERVALOS REAIS POR MEIO DE JOGOS

UMA PROPOSTA PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE INTERVALOS REAIS POR MEIO DE JOGOS UMA PROPOSTA PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DE INTERVALOS REAIS POR MEIO DE JOGOS Jéssica Ayumi Uehara Aguilera 1 j.ayumi@hotmail.com Alessandra Querino da Silva 2 alessandrasilva@ufgd.edu.br Cintia da Silva

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DIÁRIO DE BORDO E PROCESSOFÓLIO. INSTRUMENTOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES Mercedes Bêtta Quintano de Carvalho Pereira dos Santos ( Centro Universitário São Camilo) GT 02 Formação de Professores As alunas

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS SILVA, Bárbara Tavares da 1 ARAÚJO, Junivan Gomes de 2 ALVES, Suênha Patrícia 3 ARAÚJO, Francinário Oliveira de 4 RESUMO Sabemos que

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 Justificativa do Projeto Conhecer o corpo humano é conhecer a vida, poucos assuntos são tão fascinantes para os alunos quanto esse. Por menores que sejam as crianças,

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AVANÇANDO

Leia mais

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 Resumo: Delane Santos de Macedo 2 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia delayne_ba@hotmail.coml Gilson Bispo de Jesus

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL

AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL Ana Virgínia Carvalho Moreira * Emanuela Maciel Cariri dos Santos * Fabiana Sousa dos Anjos * Geovânio Alves da Silva * Jardel Britto Ferreira *

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 799 INTERVENÇÃO EM ARTE COM O AUXÍLIO DO SOFTWARE PHOTOSHOP Denise Penna Quintanilha Programa de Pós Graduação em

Leia mais

SENTIR 3. TEMPO 15-20 minutos TIPO DE TEMPO contínuo

SENTIR 3. TEMPO 15-20 minutos TIPO DE TEMPO contínuo COMO USAR O MATERIAL NAS PÁGINAS A SEGUIR, VOCÊ ENCONTRA UM PASSO A PASSO DE CADA ETAPA DO DESIGN FOR CHANGE, PARA FACILITAR SEU TRABALHO COM AS CRIANÇAS. VOCÊ VERÁ QUE OS 4 VERBOS (SENTIR, IMAGINAR, FAZER

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

GINCANA MATEMÁTICA, UM JEITO NOVO DE APRENDER MATEMÁTICA!

GINCANA MATEMÁTICA, UM JEITO NOVO DE APRENDER MATEMÁTICA! ISSN 2177-9139 GINCANA MATEMÁTICA, UM JEITO NOVO DE APRENDER MATEMÁTICA! Thaís Eduarda Ávila da Silveira thaisuab3@gmail.com Universidade Federal de Pelotas, Pólo Sapucaia do Sul, 92990-000 Sapucaia do

Leia mais

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel Mendel, o pai da genética - Parte I Conteúdos: Tempo: Objetivos: Descrição: Produções Relacionadas: Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel 5 minutos para cada áudio. Avaliar se o

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO: UMA ABORDAGEM POR MEIO DO JOGO BINGO DAS FUNÇÕES Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (EMAIEFEM) GT 10 ADELSON CARLOS MADRUGA Universidade

Leia mais

JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA RESUMO JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Farias, Airan FAP airanzinh@hotmail.com Omodei, Letícia Barcaro Celeste FAP leticia.celeste@fap.com.br Agência Financiadora: FUNPESQ Este trabalho

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO SOUZA, Caio Henrique Bueno de 1 RODRIGUES, Davi 2 SANTOS, Edna Silva 3 PIRES, Fábio José 4 OLIVEIRA, Jully Gabriela

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 JOGOS COMPUTACIONAIS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES DAS PESQUISAS E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Regina Célia Grando Universidade São Francisco regina.grando@saofrancisco.edu.br Resumo: No presente

Leia mais

dicas para usar o celular nas aulas

dicas para usar o celular nas aulas E-book 11 dicas para usar o celular nas aulas Sugestões de atividades com os aplicativos mais básicos e simples de um aparelho Por Talita Moretto É permitido compartilhar e adaptar este material, desde

Leia mais

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p.

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Linguagem & Ensino, Vol. 8, Nº 2, 2005 (275-285) RESENHAS BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Resenhado por Márcia Cristina Greco OHUSCHI

Leia mais

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO Resumo FIALHO, Neusa Nogueira FACINTER neusa_nf@yahoo.com.br Área Temática: Educação: Teorias, Metodologias e Práticas. Não contou com financiamento A falta

Leia mais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Projeto de formação de professores em Matemática Um projeto exclusivo

Leia mais

SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação

SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação CURRÍCULO DO PROGRAMA SESSÃO 7: Transformando os sonhos em ação Para muita gente, os sonhos são apenas sonhos. Não levam necessariamente a ações diretas para transformar tais sonhos em realidade. Esta

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

iniciais: relato de uma experiência de parceria

iniciais: relato de uma experiência de parceria A formação do professor de ciências para as séries iniciais: relato de uma experiência de parceria Profa. Dra. Maria Candida Muller Professora dos cursos de Pedagogia e Análise de Sistemas Centro Universitário

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO ISSN 2316-7785 PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO RESUMO Karen Rodrigues Copello Universidade Federal de Santa Maria karen_keruso@hotmail.com Debora Silvana Soares Universidade

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas Manual de Aplicação do Jogo da Escolha Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas 1 1. Como o jogo foi elaborado O Jogo da Escolha foi elaborado em 1999 pelo Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas

Leia mais

JOGO COMO POSSIBILIDADE DIDÁTICA PARA O ENSINO DE DOENÇAS PARASITÁRIAS

JOGO COMO POSSIBILIDADE DIDÁTICA PARA O ENSINO DE DOENÇAS PARASITÁRIAS JOGO COMO POSSIBILIDADE DIDÁTICA PARA O ENSINO DE DOENÇAS PARASITÁRIAS FINATTI, Luiz Augusto; CARVALHO, Barbara Reis; ROMERO, Giselle de Faria; PEREIRA, Natália Bueno; PECHLIYE, Magda Medhat. Modalidade:

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação METODOLOGIA PAUTADA NO JOGO E PEDAGOGIA DE PROJETOS: PESQUISA-AÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

7º Simpósio de Ensino de Graduação METODOLOGIA PAUTADA NO JOGO E PEDAGOGIA DE PROJETOS: PESQUISA-AÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 7º Simpósio de Ensino de Graduação METODOLOGIA PAUTADA NO JOGO E PEDAGOGIA DE PROJETOS: PESQUISA-AÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA Autor(es) MAGDA J. ANDRADE DE BARROS Co-Autor(es) ALCIDES JOSÉ SCAGLIA RILLER SILVA

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

TEIA TEIA DO DO SABER SABER

TEIA TEIA DO DO SABER SABER TEIA TEIA DO DO SABER SABER 2005 Fundação de Apoio às Ciências: Humanas, Exatas e Naturais GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó

Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó Guia de Discussão Série Eu e meu dinheiro Episódio: O pão da avó Sumário Sobre a série... 3 Material de apoio... 3 Roteiro para uso dos vídeos em grupos... 4 Orientações para o facilitador... 4 Conduzindo

Leia mais

Minha lista de sonhos

Minha lista de sonhos Licença No: # 122314/LS Fone: +55-11 5539-4719 E mail: vagner@programavirandoojogo.com.br Web: www.programavirandoojogo.com.br 2015 Minha lista de sonhos Com visão 2025 PREPARADO POR VAGNER MOLINA Rua

Leia mais

GUIA DE ESTUDOS 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I /2015 Semana de 26/10 a 30/10

GUIA DE ESTUDOS 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I /2015 Semana de 26/10 a 30/10 GUIA DE ESTUDOS 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I /2015 Semana de 26/10 a 30/10 Língua Portuguesa Temas: Leitura, compreensão e interpretação textual Para: 27/10 (terça-feira) Fazer no caderno de Português

Leia mais

campanha nacional de combate ao tráfico de animais selvagens

campanha nacional de combate ao tráfico de animais selvagens campanha nacional de combate ao tráfico de animais selvagens CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA SISTEMA CFMV/CRMVs Campanha Nacional de Combate ao Tráfico de Animais *O tráfico de animais é a terceira

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Aline Alcalá; Amanda Fernandes Dayrell; Danielle Martins Rezende; Gabriela Camacho; Renata Carmo-Oliveira O processo de inclusão de pessoas com necessidades

Leia mais

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Ricardo Lisboa Martins Faculdade Integrada Tiradentes - FITS ricardolisboamartins@gmail.com Alex Melo da Silva

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA CONSTRUÇÃO A PARTIR DO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA

QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA CONSTRUÇÃO A PARTIR DO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA CONSTRUÇÃO A PARTIR DO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA Camila Escarlety Costa 1, Jaciara Serafim De Souza 2, Lídia Thaislene Dos Santos 3, Nora Lucia Corrêa 4. 1 Universidade

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA Camila Nicola Boeri Universidade de Aveiro Portugal camilaboeri@hotmail.com Márcio Tadeu Vione IFMT - Campus Parecis - MT mtvione@gmail.com

Leia mais

Updates. Updates da Pesquisa FLL WORLD CLASS. Updates do Desafio do Robô FLL WORLD CLASS

Updates. Updates da Pesquisa FLL WORLD CLASS. Updates do Desafio do Robô FLL WORLD CLASS Updates da Pesquisa FLL WORLD CLASS 2 ANIMAIS Para escrever a sua Questão da FLL WORLD CLASS, seu time precisa escolher um tópico em que uma PESSOA possa aprender. Tudo bem se há um animal envolvido em

Leia mais

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR ANNA PAULA SILVA (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS), ELIANE FERREIRA PINTO (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS). Resumo A reciclagem tem como principal foco a conscientização

Leia mais

MATEMÁTICA E ENEM. Luiz Henrique Almeida de Souza do Nascimento UFMS luiz_g4@hotmail.com. Nathalia Teixeira Larrea UFMS nathalia_tl@hotmail.

MATEMÁTICA E ENEM. Luiz Henrique Almeida de Souza do Nascimento UFMS luiz_g4@hotmail.com. Nathalia Teixeira Larrea UFMS nathalia_tl@hotmail. MATEMÁTICA E ENEM Luiz Henrique Almeida de Souza do Nascimento UFMS luiz_g4@hotmail.com Nathalia Teixeira Larrea UFMS nathalia_tl@hotmail.com Luzia Aparecida de Souza UFMS luzia.souza@ufms.br Resumo Este

Leia mais

Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio. Atividade: Reflexão sobre Amadurecimento e Relacionamento Interpessoal

Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio. Atividade: Reflexão sobre Amadurecimento e Relacionamento Interpessoal Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio Atividade: Reflexão sobre Amadurecimento e Relacionamento Interpessoal Público: Oitavos anos Data: 25/5/2012 181 Dentro deste tema, foi escolhida para

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS.

JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS. JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS. cibdo@yahoo.com.br Cristiane Barbosa de Oliveira * (PQ) Neusa Maria John Scheid (PG). Palavras-Chave: Educação

Leia mais

A ÁLGEBRA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO

A ÁLGEBRA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO A ÁLGEBRA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE INTERVENÇÃO Vilmara Luiza Almeida Cabral UFPB/Campus IV Resumo: O presente relato aborda o trabalho desenvolvido no projeto de intervenção

Leia mais

Jogos Envolvendo Números Inteiros: Um Episódio na Classe de Sandra

Jogos Envolvendo Números Inteiros: Um Episódio na Classe de Sandra Jogos Envolvendo Números Inteiros: Um Episódio na Classe de Sandra Simone Cristina do Amaral Porto 1 GD7 Formação de Professores que Ensinam Matemática Resumo do trabalho. Este artigo discute um projeto

Leia mais

MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELA CRIANÇA DO MATERNAL. Cláudia Silva Rosa¹, Rosemara Perpetua Lopes²

MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELA CRIANÇA DO MATERNAL. Cláudia Silva Rosa¹, Rosemara Perpetua Lopes² A formação docente em Ciência, Tecnologia, Sociedade e Educação Ambiental MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELA CRIANÇA DO MATERNAL Cláudia Silva Rosa¹, Rosemara Perpetua

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE.

XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE. Resumo XADREZ NAS ESCOLAS: ESPORTE, CIÊNCIA OU ARTE. OLIVEIRA, Vanessa Duarte de PUCPR vane_do@hotmail.com CARVALHO, João Eloir PUCPR j.eloir@uol.com.br Eixo Temático: Educação, arte e movimento Agência

Leia mais

Resiliência. Capacidade para superar os desafios da vida

Resiliência. Capacidade para superar os desafios da vida Resiliência Capacidade para superar os desafios da vida O que é resiliência? Resiliência pode ser definida como a capacidade de se renascer da adversidade fortalecido e com mais recursos. (...) Ela engloba

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Silvana Laurenço Lima 1 Deise Nanci de Castro Mesquita 2 RESUMO: O objetivo desta comunicação é apresentar e discutir

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT)

A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT) A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT) Rosinei Borges de Mendonça UFMT-Araguaia rosineibm@gmail.com Adriana Queiroz do Nascimento UFMT-Araguaia

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Hernandes Santos, Amarílis Alfabetização na inclusão

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE JOGOS COMO INTERVENÇÃO NA REALIDADE DA ESCOLA PARCEIRA NO CONTEXTO DO PIBID DE MATEMÁTICA

A UTILIZAÇÃO DE JOGOS COMO INTERVENÇÃO NA REALIDADE DA ESCOLA PARCEIRA NO CONTEXTO DO PIBID DE MATEMÁTICA A UTILIZAÇÃO DE JOGOS COMO INTERVENÇÃO NA REALIDADE DA ESCOLA PARCEIRA NO CONTEXTO DO PIBID DE MATEMÁTICA Vinicius A. S. Guissi vinnyguissi@hotmail.com Thays R. S. Couto couto_thays@hotmail.com Paulo H.

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA, DESPERDÍCIO E ESCASSEZ DE ÁGUA 1

MODELAGEM MATEMÁTICA, DESPERDÍCIO E ESCASSEZ DE ÁGUA 1 MODELAGEM MATEMÁTICA, DESPERDÍCIO E ESCASSEZ DE ÁGUA 1 Resumo Willian Fuzinato Perez, willianthebest@gmail.com Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão FECILCAM Wellington Hermann 2, eitohermann@gmail.com

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO Eixo Temático 2 - Pesquisa e Práticas Educacionais Autora: Beatriz de Oliveira Abuchaim Orientadora: Maria Malta

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD ATIVIDADE INTEGRADORA ASSOCIADA A PRÁTICA DE ENSINO Módulo IV Desenvolvimento e Crescimento Estudo do desenvolvimento

Leia mais