INPA. Detetives ajudam a solucionar crimes. Ciência para todos Outubro de 2011 nº 08, ano 3 (Distribuição Gratuita) ISSN Insetos

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1 Revista de divulgação científica do INPA Ciência para todos Outubro de 2011 nº 08, ano 3 (Distribuição Gratuita) ISSN Insetos Detetives ajudam a solucionar crimes MÚSICA Trabalho inédito alia ciência e atividades artísticas Urbanização Estudos sobre os efeitos da urbanização nas espécies de urubus Especial Jacaré s club: conhecendo os descendentes dos dinossauros

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3 EDITORIAL Divulgar e popularizar: agregando a ciência à sociedade Nossa floresta amazônica é rica e majestosa, e nos permite retirar dela a energia necessária para nosso dia a dia. No entanto, as ações humanas têm prejudicado os ecossistemas do planeta. A cada século, as mudanças climáticas afetam cada vez mais, de maneira negativa, nossa biosfera. Para que essas ações sejam diminuídas e reparadas, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) vem realizando pesquisas e educação ambiental no intuito de conscientizar a sociedade de que o uso desenfreado dos recursos naturais pode afetar, de maneira irreversível, a nossa biodiversidade. Esse trabalho de conscientização é mais difícil porque a ciência, apesar dos avanços, ainda está muito distante da maioria das escolas brasileiras. Pensando nessa ausência do conhecimento científico na vida da maioria dos brasileiros, principalmente, das crianças, pesquisadores da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) em parceria com o Inpa desenvolvem um projeto que insere estudantes de ensino básico no conhecimento e prática da ciência. Implementar essa idéia no país, é visar desde cedo, que crianças aprendam o papel fundamental que a floresta exerce em pé. O que não percebemos e precisamos nos dar conta, é que a ciência se faz presente em nosso cotidiano, e hoje é possível agregá-la nas mais diferentes modalidades. Nas artes, por exemplo, é possível unir a música com as mais diversas expressões do saber, ajudando a melhorar o cotidiano dos estudantes, sua desenvoltura acadêmica. EXPEDIENTE Adalberto Luis Val Diretor do Inpa Wanderli Pedro Tadei Diretor Substituto do Inpa Sérgio Fonseca Guimarães Chefe de Gabinete Estevão Monteiro de Paula Coordenador de Ações Estratégicas - COAE Beatriz Ronchi Teles Coordenadora de Capacitação - COCP Antonio Ocimar Manzi Coordenador de Pesquisas e Acompanhamento das Atividades Finalísticas - COPAF Carlos Roberto Bueno Coordenador de Extensão - COXT Tatiana Lima Assessora de Comunicação MTB (4214/MG) Editora chefe Josiane Santos Redação Eduardo Phillipe Josiane Santos Clarissa Bacellar Fernanda Farias Fotografias Acervo pesquisadores Acervo UNB/Infraero Flavio Ribeiro Eduardo Gomes Daniel Jordano Revisão Clarissa Bacellar e Josiane Santos Dessa forma, trabalhando com a interdisciplinaridade, o Inpa não visa apenas fazer pesquisas e gerar conhecimentos sobre ciência e tecnologia, mas também capacitar melhores profissionais, transformando-os em propagadores de conhecimentos para as próximas gerações. Em se tratando de conhecimento que vem da biodiversidade, a Amazônia é cheia de surpresas grandiosas, a cada nova descoberta científica nos deparamos com facetas inacreditáveis da nossa fauna, é isto que Ciência para Todos mostra de maneira surpreendente, com ajuda dos insetos detetives e da equipe de Entomologia Forense, como são solucionados crimes, antes indecifráveis, com ajuda dos insetos da nossa região. Mas a ciência também pode surpreender a natureza; com a ajuda de máquinas modernas, pesquisadores projetam verdadeiras armadilhas fotográficas para observar como as mais variadas espécies de animais se comportam e como as ações humanas afetam cada espécie. Cada espécie é única, com função e comportamentos próprios para melhor servir a natureza, sejam recém descobertas ou pré-históricas, como os jacarés, os primeiros répteis a habitar o planeta. Você confere todas as curiosidades da família dos Alligatoridae, lendo a editoria especial da revista. Se deixe levar pelo mundo desses parentes dos dinossauros que habitam os rios amazônicos. Revista de divulgação científica do Colaboradores Aline Cardoso Jéssica Vasconcelos Liliane Costa Wallace Abreu Projeto Gráfico Leila Ronize Rildo Carneiro Editoração Eletrônica Rildo Carneiro TRT-004 INPA Ciência para todos Outubro de 2011 nº 08, ano 3 (Distribuição Gratuita) ISSN Artes e Ilustrações: Daniel Santi e Flávio Ribeiro Insetos Detetives ajudam a solucionar crimes MÚSICA Trabalho inédito alia ciência e atividades artísticas URBANIZAÇÃO Estudos sobre os efeitos da urbanização nas espécies de urubus ESPECIAL Jacaré s club: conhecendo os descendentes dos dinossauros Boa leitura! Nossa Capa: Insetos detetives ajudam a solucionar crimes 3

4 Entomologia forense ajuda a polícia científica na solução de crimes 26 Ciência e prática desde a escola básica 20 Uma releitura da música por meio da ciência 6 Sumário 4

5 Projeto ajuda conservar os quelônios 14 da Amazônia Estudos tentam reduzir os impactos ambientais 28 da exploração petrolífera 34 Projeto monitora algumas espécies 24 horas para conhecer os impactos nos ecossistemas 40 Pesquisa estuda o efeito da urbanização sobre as espécies de urubus 44 Ciência para todos leva você a conhecer os parentes dos dinossauros, os jacarés 5

6 Musicaliz para dese > Por Clarissa Bacellar Quem nunca parou para ouvir determinada música porque simplesmente se identificou com a batida? Quem nunca cantou junto com a banda ou cantor preferido aquela música que mexe com seus sentidos e sentimentos a todo pulmão? O senso comum nos permite acreditar que a música tem o poder de mudar o que sentimos e até mesmo o que acreditamos, por isso existem tantos ritmos, sons, canções. Tem para todos os gostos. Assim, por mais polêmico que o tema possa ser, visto a vasta variedade de ritmos, história e o gosto musical, que influenciam na sensação individual, a música gera um prazer inegável aos seres humanos. Quem trabalha diretamente com música sabe o quanto ela pode ajudar no dia a dia. Não é a toa que hoje existem tantos tratamentos que usam a música como um método de recuperação auxiliar, como a musicoterapia. Quarteto de Cordas, Quarteto de Metais, professores auxiliares e o Maestro Carlos Freitas reunidos em ensaio Ciência nas artes 6 Preocupados com a qualidade de vida dos servidores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), o maestro Carlos Freitas e participantes de outros projetos musicais, que serão implementados no Instituto no próximo ano, decidiram formar um grupo de apoio aos integrantes de trabalhos como o coral Amazônia emcanto. É uma verdadeira fusão entre ciência, educação e arte, um processo inédito no país. A partir dos relatórios a serem produzidos pelos profissionais, com levantamentos, avaliações e dados coletados durante ensaios e apresentações, será possível melhorar a rotina de crianças, adolescentes, jovens e idosos que usam a música como uma forma de melhorar seu dia a dia. Freitas, que realizou um levantamento detalhado sobre o tema no Brasil, conclui que o trabalho é pioneiro porque não existe bibliografia que aborde essa sinergia entre música e ciência. Nós queremos mostrar que existe sim a possibilidade de fazer um trabalho de interdisciplinaridade como este, afirma. Programa de Educação e Cultura (PEC) O Programa de Educação e Cultura (PEC) é o conjunto de todos os projetos que se unirão e serão realizados com o apoio e coordenação do Inpa, abrangendo diferentes áreas de ensino. As reuniões para discutir o rumo dos projetos são realizadas todas as quartas-feiras, das 8h às 14h, com apoio dos parceiros Fundação Amazônica de Defesa da Biosfera (FDB) e do Banco Santander. Além dos músicos e professores que já atuam nos mais de 10 projetos que envolvem o desenvolvimento musical como forma de produção

7 ar nvolver eduardo gomes acervo pec Ensaio do Coral do Inpa, Amazônia em Canto FLAVIO RIBEIRO Apresentação do Coral Infantil, coordenado por Lourival Caldeiras Apresentação do Coral Infantil no Inpa acervo pec acervo pec científica, serão incluídos outros profissionais, que formarão o Grupo de Apoio ao Profissional (GAP) para músicos, que possam ajudar a criar um ambiente e condições favoráveis para o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos que participem dos projetos. Serão, então, divididos em dois grupos: o permanente, com os professores, músicos e profissionais que irão ajudar diretamente no trabalho com as crianças e adultos; e o de apoio, formado por psicólogos, fonoaudiólogos, ortodentistas, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros que podem ser chamados em casos específicos ou sempre que necessário. Prova de que isso é possível é o traba- Os professores do Projeto Social Rei Davi em visita às famílias dos alunos 7

8 lho desenvolvido com o coral do Inpa. Amazônia emcanto O Coral do Inpa, Amazônia emcanto, conduzido pelo maestro Freitas, que trabalha com corais há 20 anos, existe desde 31 de agosto de A idade média dos participantes do coral é 50 anos, uma idade que a queda muscular é muito comum. Assim, além da atuação do maestro e de Jean Carlos Barros Vieira, pianista e preparador vocal do coral, faz-se necessária a supervisão de um profissional que cuide das cordas vocais e demais músculos da cavidade oral dos integrantes. Aí está a prova de que a interdisciplinaridade proposta por Freitas é imprescindível. Entra em cena a fonoaudióloga Daniele Barreto, convidada pelo maestro a compor o grupo de apoio experimental, que ajudará tanto os idosos do coral do Inpa, quanto as crianças do coral infantil - a ser introduzido no PEC a partir de , e que assim os integrantes poderão desenvolver suas habilidades sem prejudicarem a si mesmos. A maioria da população acredita que o fonoaudiólogo só trabalha com criança que fala errado, e não é só isso, tem vários campos que o fono trabalha e as pessoas desconhecem, como a estéticatica, exemplifica a fonoaudióloga. FLAVIO RIBEIRO 8 Fotos: eduardo gomes Quarteto de Violões formado por Ailton de Freitas, Jeferson Silva, Neil Armstrong e que atualmente busca outro violonista para compor o grupo

9 Os quartetos: a busca por um público ouvinte de peças instrumentais Esse é objetivo do Quarteto de Metais, formado por Lourival Caldeiras, Marcelo Santos, Everton Scherer e Bruno Leonardo, que também faz parte dos projetos a serem implantados no Instituto e do Quarteto de Violões, formado por Ailton de Freitas, Jeferson Silva, Neil Armstrong e que atualmente busca outro violonista para compor o grupo. A proposta é montar um repertório com músicas amazônicas, propor uma nova sonoridade e, para isso, estão sendo feitos levantamentos de compositores amazonenses para que posteriormente sejam realizadas apresentações de teste. Seria uma outra forma de ouvir a mesma música, uma releitura, explica Lourival Caldeiras. O quarteto de metais, que já conta com dois trombones e dois trompetes, assim como o quarteto de violões, ainda pode aumentar. A idéia é que nós ampliemos para um quinteto com a participação de uma tuba ou uma trompa, informa Caldeiras. É preciso entender que também é importante e necessário ter um grupo que ouça, que aprecie isso, não apenas um grupo que toque, destaca o maestro Freitas. Grupos assim, comuns na Europa, já possuem um público que os acompanha, logo, como afirma Freitas, a busca por um público que ouça esse tipo de som pode ser feita por meio dos resgates de lendas amazônicas, de composições barés, com as quais certamente o amazonense se identifica. Freitas explica que também existirá uma parceria entre os quartetos e o coral, uma vez que o mesmo repertório será distribuído para todos os grupos, com o intuito de educar não apenas os componentes dos grupos, mas também todos que tenham a oportunidade de assistir as apresentações. Até porque o Inpa não é só árvore, pesquisas com floresta e animais. Isso tudo é muito importante, mas existe um homem no meio de tudo isso Carlos Freitas Rei Davi O Projeto Social Rei Davi, criado em 22 de maio de 2006, coordenado por Lourival Caldeiras, do Quarteto de Metais, é voltado ao ensino musical para crianças e começou a funcionar na própria casa de Caldeiras. O Projeto promove e apóia o desenvolvimento socioeducativo de crianças e adolescentes de famílias carentes por meio de atividades educativas e artísticas. O grupo oferece aulas gratuitas de reforço escolar, alfabetização e, é claro, música e dança. Em 2009, cerca de 200 alunos estavam matriculados. EDUARDO gomes Realizam-se ensaios de violino, viola, flauta transversal, saxofone, trompete, trombone, flauta doce, bateria, violão e clarinete com alunos vindos dos bairros: Centro, São José dos Campos, Castanheira e Mundo Novo. O Projeto conta hoje com a colaboração dos seguintes voluntários: Patrícia Paulino, Giovânnia Carvalho, Ana Carolina Shuan e Kamila Eliza Carvalho como professoras de reforço escolar e alfabetização, além de Edine Hsu, professora de música. As pessoas acreditam que música não tem nada a ver com ciência, mas os músicos também trabalham com pesquisas. O músico pesquisa, ele procura saber sobre tudo que esta acontecendo a sua volta, na sua região, para que possa realizar um trabalho bem produzido, afirma Caldeiras. Para o maestro do coral do Inpa, o universo conspira a favor deste trabalho. Nós começamos o projeto do coral do Inpa em 31 de agosto de 2006 e eles em 22 de maio. A gente aqui e eles lá, fazendo trabalhos distintos e depois de cinco anos o universo conspira para que nós trabalhemos em conjunto, afirma. 9

10 Um trabalho artístico, social, cultural e ambiental Há três anos o Projeto Bater Lata, que também fará parceria com o Inpa, mostra para as crianças que é possível fazer música com quase todo tipo de material, reciclando o que aparentemente não tem mais serventia. Garrafas, baldes, latas, pinchas, tudo que faça barulho, que tenha percussão, pode se transformar em um instrumento musical. Tudo pode ser reaproveitado, diz o coordenador do projeto, Rômulo Mascarenhas. Músico há 20 anos, Mascarenhas coordena um grupo com 40 crianças, de oito à 14 anos, que já se apresentaram em diversos lugares e ensina os pequenos a importância de proteger a natureza separando o lixo, se divertindo com Coral do Inpa, Amazônia em Canto o processo e preservando a saúde. O projeto começou com um convite de um amigo de formar um grupo de percussão e como não tinha recurso pra comprar os instrumentos a gente foi para percussão alternativa, tirar som de lata, baldes e outros instrumentos reciclados, conta. As aulas do Bater Lata acontecem na Igreja Ministério Internacional da Restauração, em Manaus (AM), onde as crianças e adolescentes ensaiam e aprendem a montar os instrumentos. Elas ficam muito empolgadas e não faltam aos ensaios, com direito até a apresentações fora da igreja, quando são convidadas, revela Marcarenhas. EDUARDO GOMES 10 Saúde e qualidade de vida A música tem o poder de desenvolver várias inteligências, gerar pensamento crítico, uma vez que o indivíduo pesquisa sobre a sociedade em que está inserido e como pode ajudar a melhorá-la, além de auxiliar na saúde porque libera a endorfina ajudando a relaxar. Um trabalho que envolve as atividades artísticas e rotineiras de músico com a ciência, a favor do desenvolvimento desse trabalho gerando qualidade de vida, é inédito no Brasil e, com o projeto associado a saúde, nós pretendemos conscientizar eles dos benefícios que podem ser obtidos, justifica o maestro. Já André Luis Barreiros, que trabalha com odontologia, o levantamento de dados sobre a saúde bucal dos músicos é de grande importância, uma vez que reflete o tempo e os cuidados que tomam com os instrumentos que tocam ou ainda como cantam. Muitos músicos e cantores ensaiam seis, oito horas por dia, realizando uma atividade que não é fisiológica, logo, precisam de uma avaliação da saúde bucal para que possam se cuidar de forma apropriada. Primeiro a gente tem que obter os dados e quando a gente tiver esses dados na mão podemos ajudar no projeto, então nós vemos como está a cavidade bucal, os músculos, se existe alguma lesão, para que possamos cuidar disso e melhorar o desempenho deles, além de dar credibilidade para o trabalho, explica Barreiros. Segundo a fonoaudióloga Barreto, esse projeto interdisciplinar é oportuno, pois vai trocando conhecimento e divulgando todas as áreas de ensino, inclusive a da saúde.

11 A música pode mudar o mundo porque pode mudar as pessoas Bono Vox 11 Quarteto de Metais, formado por Lourival Caldeiras, Marcelo Santos, Everton Scherer e Bruno Leonardo fotos: eduardo gomes

12 O PEC não é exclusivo, é inclusivo Uma das metas, visando a produção científica, é a cada três meses cada grupo do projeto produzir um artigo, expondo os resultados do que vier a ser desenvolvido. Levantamentos, pesquisas bibliográficas, discussões, apresentações, tudo que for produzido, para que se tenha e possa gerar conhecimentos dentro da área de música e de saúde. O PEC, segundo Freitas, busca assim valorizar o homem amazônico culturalmente. Até porque o Inpa não é só árvore, pesquisas com floresta e animais. Isso tudo é muito importante, mas existe um homem no meio de tudo isso. Então a gente está tentando trazer dignidade para as pessoas, que através da música podem descobrir uma meta e ir em busca de um futuro melhor, especifica. Nós trabalhamos com ciência o tempo todo. Nós trabalhamos com acústica, matemática, física, não apenas o processo humano e artístico. Talvez o capitalismo tenha desvencilhado a arte da ciência, mas elas não podem andar separadas, frisa Freitas. Em Manaus, a falta de respeito com o músico como cientista é perceptível e ignorada. Esse é um projeto para dignificar a profissão, músico não é aquele que tem que tocar enquanto todo mundo esta comendo, ele também é um profissional e precisa ser respeitado, a gente tem que mudar essa realidade. Nós queremos mudar paradigmas, protesta Freitas. Todos os grupos terão um repertório próprio e um comum, assim podem realizar apresentações separadamente ou juntos, desenvolvendo a cultura no Amazonas, gerando músicos de alta performance sem perder a qualidade. O projeto, como é grandioso, sabemos que existirá erros, mas porque também é pioneiro, assim, esse processo de erro será fundamental para o nosso desenvolvimento e aprendizagem, justifica o maestro. Dessa forma, todo o trabalho que os projetos realizarão em conjunto será com o intuito de compartilhar experiência, informação e conhecimento para melhorar a vida dos envolvidos, tanto da comunidade científica como da sociedade, porque, como diz o doutor Barreiros, a gente não é ninguém sozinho. Essa relação de complementos entre ciência, saúde e a música ainda tem muito o que revelar para e sobre o ser humano. A música é tão espetacular que ela tem a capacidade de diminuir a dor, de ajudar. Ela nos estimula a buscar melhorias para nossa vida, isso é especial, expõe o violonista Ailton de Freitas. O principal desafio do PEC é conseguir oferecer uma boa oportunidade aos interessados. Quantos Tom Jobim nós perdemos por ano, não é? E por falta de oportunidade, questiona o maestro. Logo, ouvir música, escrever música, fazer música, curtir música. Para viver bem e saudavelmente, nada melhor que boa música. Aquela favorita, quem sabe, que fica guardada na memória e em repetição infinita. Música para seus ouvidos *Todos os entrevistados afirmaram que a igreja é o ninho de criação de músicos e cantores, que precisam apenas de uma melhor preparação. *Para ouvir trecho de ensaio do Quarteto de Metais e do Coral do Inpa acesso o canal no YouTube AscomInpa *Hoje sabemos que basta estarmos no campo audível da música para que sua influência atue sobre nós, acelerando ou retardando as batidas do coração; relaxando ou irritando os nervos; influindo na pressão sanguínea, na digestão, no ritmo da respiração etc. 12 * Pesquisas recentes realiza pela York University e pelo Royal Conservatory of Music de Toronto e publicada pela revista Psychological Science revelam que a música ajuda no desenvolvimento da inteligência, como o conhecimento de vocabulário, tempo de reação e precisão.

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14 Ciência Conservação 14 aliada à educação ambiental para conservação da Amazônia > Por Liliane Costa Entre as principais fontes de proteínas consumidas na Amazônia, os quelônios foram e continuam sendo muito utilizados na região, desde a época do império português. Das 16 espécies existentes na Amazônia Brasileira, o gênero Podocnemis é o mais ameaçado pelo consumo e interesse econômico. Apesar da existência de inúmeros projetos em conservação, esforços dos órgãos fiscais e implementação de criadouros legalizados de quelônios, os problemas ainda não cessaram. Há 20 anos, o pesquisador Richard Carl Vogt, mudou-se para o Amazonas com o objetivo de estudar os quelônios na região. O zoólogo juntamente com outros pesquisadores do Instituto Nacional

15 ACERVO ProjeTo tartarugas da amazônia de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) fundou em 2002, a Associação de Ictiólogos e Herpetólogos da Amazônia (AIHA), uma associação civil, sem fins lucrativos, cuja finalidade básica é promover o estudo da ictiologia e herpetologia na Amazônia, assim como a interação cultural e científica entre os seus membros em geral, visando à conservação da natureza. Após muitos anos de pesquisa, Richard Vogt, com o apoio de estudantes, analisaram que desde 1967, ano em que foi criada pelo Governo Federal a lei que protege a fauna brasileira e proíbe a caça de espécies silvestres no Brasil, não foi suficiente para extinguir a caça predatória de quelônios. Estratégias vêm sendo adotadas para conservação deste grupo, como a proteção e o manejo nas praias de desova e a implantação de criadouros legalizados para desestimular o comércio ilegal nos grandes centros urbanos, mas resultados satisfatórios não foram observados. Concluiu-se que a grande extensão territorial da Amazônia brasileira dificulta a identificação e proteção das áreas críticas à reprodução destas espécies, além disso, o baixo número de técnicos para fiscalizar tamanha região é outro problema, junto a falta de ações e campanhas de atividades de educação ambiental, que envolvam tanto as populações tradicionais, quanto a população dos grandes centros urbanos, principais responsáveis pelo consumo da carne de tartaruga. Por isso, a integração de estudos científicos direcionados à educação é imprescindível, já que estas linhas de atuação deveriam ser desenvolvidas em conjunto para obter resultados mais concretos e efetivos, uma vez que se complementam. A partir daí, o pesquisador Vogt e o grupo de pesquisa viram a necessidade de criar um projeto voltado especificamente para a conservação de quelônios de água doce na região, com a missão de despertar a sensibilização frente às comunidades, principalmente quanto ao consumo e comércio ilegal. Estava surgindo então o Projeto Tartarugas da Amazônia: Conservando para o Futuro. Projeto Tartarugas da Amazônia: Conservando para o Futuro A AIHA criou o projeto chamado: Projeto Tartarugas da Amazônia: Conservando para o Futuro com o objetivo de ampliar ainda mais os estudos científicos desenvolvidos com cinco principais espécies mais ameaçadas: tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa), tracajá (Podocnemis unifilis), irapuca (Podocnemis erythrocephala), pitiú ou iaçá (Podocnemis sextuberculata) e o cabeçudo (Peltocephalus dumerilianus), criando programas de educação ambiental com abordagens dinâmicas para o desenvolvimento do manejo participativo com o compromisso de contribuir para a conservação da Amazônia, principalmente na cidade de Manaus e nas comunidades tradicionais da REBio Trombetas, por meio de parcerias estratégicas com o Inpa, Ampa, Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Os pesquisadores observaram um alto consumo da espécie na capital, portanto, tornou-se necessário a criação de Centro de Estudos dos Quelônios da Amazônia (CEQUA) para modificar o comportamento, alguns valores e hábitos sociais relacionados ao consumo desenfreado de tartarugas na região, já que em Manaus não existiam programas ambientais voltados para conservação de quelônios. Um centro de educação e estudos voltados para a conservação dos quelônios da Amazônia, qualificando jovens para atuarem como monitores e multiplicadores do conhecimento nas diferentes instituições de ensino na cidade de Manaus, explica Vogt. Duas linhas de ação: pesquisa e educação ambiental O Projeto Tartarugas da Amazônia surgiu com o objetivo de conservar as tartarugas existentes na região. Porém, percebeu-se que os trabalhos não poderiam ficar restritos somente às tartarugas, pois uma das chaves para o sucesso desta missão seria o apoio ao desenvolvimento de alternativa de renda para as comunidades ribeirinhas e quilombolas, 15

16 reduzindo assim a caça ilegal de quelônios na Amazônia. Para isso, as atividades desenvolvidas no projeto foram organizadas a partir de duas linhas de ação: pesquisa aplicada e educação ambiental. As atividades de pesquisa são de extrema importância em trabalhos com conservação, pois é preciso conhecer a história de vida de cada espécie. No momento, vários estudos sobre a ecologia de ninhos, padrão de movimentação, genética populacional, bioacústica, dieta, dispersão de sementes e ecologia de população estão sendo desenvolvidos, destaca Vogt. Conheça um pouco das cinco espécies atendidas pelo projeto Irapuca (Podocnemis erythrocephala) ACERVO ProjeTo tartarugas da amazônia Iaçá ou pitiú (Podocnemis sextuberculata) O maior comprimento da carapaça já registrado foi 34 cm e o peso máximo de 3,5 kg. Umas de suas principais características são os seis tubérculos que os filhotes e jovens possuem no plastrão, os quais tendem a desaparecer conforme crescem. As fêmeas são maiores que os machos. O habitat da espécie é em rios de água branca e clara. São herbívoros. Machos e fêmeas possuem a mesma dieta, porém notou-se que a frequência de consumo de sementes diminui conforme o tamanho do animal. Costumam construir ninhos nos pontos mais altos das praias que surgem na estação seca pondo, em média, 15,8 ovos por ninho. O período médio de incubação, observado para a Praia do Pirapucu (RDS Mamirauá), foi de 64 dias. A determinação sexual também ocorre de acordo com a temperatura de incubação. ACERVO ProjeTo tartarugas da amazônia O maior comprimento registrado para a espécie foi de 32,2 cm. Uma característica marcante na irapuca é o padrão de coloração vermelha ou alaranjada na cabeça, daí o seu nome específico. Nos machos, o padrão avermelhado persiste até a fase adulta; as fêmeas têm variação ontogenética, e o colorido avermelhado na cabeça torna-se marrom escuro nos adultos. As fêmeas são maiores do que os machos que possuem caudas mais longas e espessas. A espécie geralmente é encontrada em rios de águas pretas, mas também há registro em alguns rios de águas claras. São primariamente herbívoros, alimentando-se de plantas aquáticas e frutos que caem nos igapós, porém peixe também pode fazer parte da sua dieta. Durante o período reprodutivo, as fêmeas se deslocam por grandes distâncias para desovar nas campinas do rio Negro, mas também desovam nas praias. A desova ocorre geralmente durante a noite, quando cada fêmea deposita de 5 a 14 ovos por postura. A frequência de desovas por fêmea pode ser até quatro vezes durante uma estação reprodutiva. Os ovos são alongados, e a casca é rígida. O sexo dos filhotes é determinado pela temperatura de incubação. 16 Exploração: os adultos são capturados em redes de pesca, malhadeiras e nas praias de desovas, sendo consumidos localmente em grandes números, particularmente durante a estação da seca. A iaçá foi a espécie mais comum de tartaruga de água doce usada no tráfico comercial no rio Purus no Brasil, e as fêmeas adultas correspondem a uma proporção muito alta de espécimes neste tipo de comércio. Conservação: é considerada uma espécie ameaçada com populações vulneráveis. Exploração: a exploração de adultos e ovos ocorre principalmente na calha do rio Negro. Porém existem registros que mostram a espécie sendo consumida por jacaré-açu. Seus ovos são predados por moscas, lagartos, macacos, aves, roedores e outros mamíferos como o carnívoro iara e o marsupial mucura de-orelha-preta. Conservação: é considerada uma espécie vulnerável. Ainda não existem trabalhos de proteção para as áreas de desova.

17 Tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) É a maior tartaruga de água doce da América do Sul, chegando a medir 70 cm de comprimento e a pesar aproximadamente 25 kg. A maior fêmea de tartaruga já registrada mediu 109 cm de comprimento e pesou 90 kg. Possuem uma coloração marrom, cinza ou verde oliva e sua carapaça é achatada e mais larga na região posterior. Os machos são menores que as fêmeas, possuem a carapaça mais estreita e cauda maior. Os filhotes e jovens apresentam manchas amarelas na cabeça. Fêmeas adultas têm uma variação ontogenética, no colorido amarelo da cabeça que torna-se marrom escuro com o avançar da idade. A distribuição da espécie ocorre em toda a Bacia Amazônica. São herbívoros, ou seja, se alimentam de plantas (frutos, talos, folhas, sementes e algas). A reprodução ocorre durante a estação de seca, as tartarugas migram à procura das áreas de desova que varia de acordo com a localidade e o ciclo dos rios. Antes da desova as tartarugas se agrupam em frente aos tabuleiros, como são chamadas as praias de desova. Ao sair da água para desovar, as tartarugas andam pela praia atrás de um bom local para postura. Após a postura, continuam agrupadas em frente às praias por um longo período, que coincide com a subida das águas e com o nascimento dos filhotes. São depositados em média cerca de 100 ovos, ocorre apenas uma postura por ano. O período de incubação dos ovos é em média de 45 a 55 dias e o sexo dos filhotes é determinado pela temperatura de incubação. Exploração: desde a época do império português, a carne e os ovos de tartaruga-da-amazônia são consumidos pelo homem. O naturalista Henry Bates relatou que no alto rio Amazonas, próximo a cidade de Tefé, cerca de 48 milhões de ovos foram coletados anualmente entre 1848 e Atualmente a lei permite a comercialização da tartaruga-da-amazônia de criadouro comercializado para desestimular o comercio ilegal. ACERVO ProjeTo tartarugas da amazônia Conservação: anualmente cerca de 2 a 3 milhões de filhotes de tartaruga-da-amazônia nascem nas praias dos rios amazônicos que vem sendo monitoradas e protegidas. Apesar deste número estar muito longe dos 48 milhões de ovos que eram coletados anualmente no século XIX, em apenas quatro praias. Cabeçudo (Peltocephalus dumerilianus) O comprimento da carapaça do adulto pode medir até 52 cm nos machos e até 47 cm nas fêmeas, com adultos podendo pesar entre 8 e 15 kg. É uma grande tartaruga e, em contraste com a maioria dos demais gêneros de tartarugas aquáticas e das espécies da sua mesma família. Os machos são maiores do que as fêmeas. A mordida desta espécie é muito forte, possuem muita força em seu maxilar. A espécie é amplamente distribuída, na Bacia Amazônica, sendo abundantes no rio Negro, e em típicos rios de água preta. Apesar de possuírem um bico (focinho) muito afiado e maxilas muito fortes, sugerindo serem predadores, no seu conteúdo estomacal foi encontrado primariamente sementes e frutos. Constroem ninhos em qualquer lugar de areia seca na floresta de igapó. Seus ninhos são feitos principalmente no interior da floresta alagada, em barrancos de terra junto às raízes de árvores caídas. Contudo, as fêmeas também podem construir ninhos na margem da água. A desova varia de julho a novembro dependendo da localidade. As fêmeas desovam entre 10 e 25 ovos por ninho. Exploração: nesta espécie, os adultos são os mais explorados, pois seus ninhos são tão bem camuflados que dificulta a predação, principalmente a humana. O cabeçudo não é consumido por ser a espécie preferida, mas porque populações das outras espécies de tartarugas têm sido dizimadas em larga escala pela coleta de adultos e de ovos. Conservação: por meio de dados concretos de monitoramento de espécies adultas e praias de desova, o projeto mostra também para as comunidades locais, como o consumo desenfreado está afetando o status das populações locais de quelônios, mostrando alternativas de subsistência como forma de expandir o interesse coletivo em respeito à natureza. 17

18 Tracajá (Podocnemis unifílis) Chegam a medir 35 cm de comprimento e pesar cerca de 6 kg. Os machos são menores que as fêmeas, possuem a carapaça mais estreita e cauda mais longa e espessa. Os filhotes e jovens apresentam manchas amarelas na cabeça. Fêmeas adultas têm uma variação ontogenética, no colorido amarelo da cabeça que torna-se marrom a ferrugem com o avançar da idade. Em alguns machos o padrão de cor da cabeça pode se perder. Vivem em uma variedade de habitats como, grandes rios, lagos, lagos de meandro, pântanos, brejos e lagoas. Ocorrem nos três tipos de rios amazônicos: rio de água branca, rio água clara e rio água preta. São predominantemente herbívoros, ou seja, se alimentam de plantas (frutos, talos, folhas, sementes e algas). As fêmeas consomem mais sementes e frutos, enquanto os machos comem mais caules de gramíneas. O período de desova varia ao longo de sua distribuição na Amazônia. A desova é dependente do recuo do nível da água, com isso a estação de desova varia de junho até fevereiro dependendo da localidade. As fêmeas desovam de uma a duas vezes por temporada cerca de 35 a 40 ovos. O sexo dos filhotes é determinado pela temperatura de incubação. Exploração: a principal ameaça para a sobrevivência desta espécie é a massiva exploração de adultos, jovens e ovos para consumo e venda. Algumas populações de tracajás nas bacias dos rios Madeira e Tapajós têm sofrido efeito da poluição por mercurio (Hg) normalmente associada com o garimpo de ouro. Conservação: na Amazônia existe um programa que monitora e protege as praias de desova para tracajás e tartarugas- da-amazônia. ACERVO ProjeTo tartarugas da amazônia 18 Apoiadores Desde sua criação, a ONG vem atuando na organização de eventos em Manaus como o Joint Meeting of Icthyologists and Herpetologists, 6th World Congress of Herpetology e o XIX Encontro Brasileiro de Ictiologia, promovendo campanhas destinadas a conservação e pesquisa de peixes e quelônios na Amazônia. E foi com a união destas parcerias que o Projeto Tartarugas da Amazônia: Conservando para o Futuro, por meio da AIHA, concorreu na quarta edição da Seleção Pública de Projetos oferecida pela Petrobrás através do Programa Petrobras Ambiental, sendo contemplada no ano de 2011 para desenvolver o tão sonhado projeto. Graças às fortes parcerias e ao patrocínio da Petrobras, até o final de 2012, um Centro de Estudos de Quelônios da Amazônia (CEQUA) será construído na cidade de Manaus, tornando-se o pioneiro em toda a Amazônia. Ele vai atuar em quatro áreas: Educação Ambiental, Comunicação, Visitação & Aquário e Pesquisa. Será construído nas dependências do Inpa, um local já consagrado na Amazônia dentro do roteiro de turismo científico-ambiental na zona urbana de Manaus, usufruindo de infraestrutura de visitação oferecida pelo Bosque da Ciência, com sua sede próxima de um lago artificial que já abriga várias espécies de tartarugas da amazônia. Com um espaço aberto ao público, o Centro vai contar com exposições de tartarugas amazônicas vivas em ambientes de aquário com informações sobre a conservação, ecologia e biologia das espécies.

19 Pesquisadores fazem a medição dos quelônios fotos: projeto tartarugas da amazônia 19

20 Educação cient Ciência na Interdisciplinar > Por Wallace Abreu É do interior do estado do Pará que vem a iniciativa de um novo modelo de educação ambiental. A proposta de incluir no ensino fundamental e médio a metodologia científica de ensino tem movimentado os estudantes do município de Oriximiná (a 823 quilômetros de Belém) que vem buscando se destacar na sala de aula para integrar a equipe do Programa de Ação Interdisciplinar (PAI), coordenado pelo professor Domingos Wanderley Picanço Diniz, da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). que demos ao projeto já deixa claro exatamente a que o programa se propõe: uma ação. Temos que ensinar a educação científica na prática e não ficar só na retórica, argumenta Diniz. O que a gente busca é a efetivação de novas didáticas pedagógicas na prática do ensino. Eles entram na mata, eles vão aos igarapés, eles vão, na prática, entender como funciona aquele ecossistema. E não é nada fora da realidade deles, só que eles passam a enxergar esse ambiente em que vivem de outra forma, disse. 20 O objetivo do projeto é tirar os estudantes do ensino fundamental e médio da sala e promover uma educação ambiental real, na prática e não através das páginas de livros, fotos ou vídeos. O título De acordo com o coordenador do programa, tratase de uma proposta interdisciplinar por se tratar de um projeto que se propõe a fazer perguntas ou solucionar problemas já levantados relacionados a dife-

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