A CRIAÇÃO NADA ELEMENTAR DO DETETIVE DE LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO. Anderson de Souza Andrade 1 ; (UNESP) Renato Oliveira Rocha 2 (UNESP)

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1 Revista Litteris ISSN: n. 10 setembro Linguagens A CRIAÇÃO NADA ELEMENTAR DO DETETIVE DE LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO Anderson de Souza Andrade 1 ; (UNESP) Renato Oliveira Rocha 2 (UNESP) 442 Resumo Neste artigo, tentaremos analisar o discurso humorístico nas crônicas Ed Mort vai fundo, e Ed Mort vai longe, de Luís Fernando Veríssimo e a maneira como o autor constroi a personagem Ed Mort, um detetive particular totalmente diferente dos tradicionais, revelando uma visão autêntica e original do escritor sobre a realidade brasileira. Como fundamentação teórica, temos os estudos sobre Análise do Discurso de MAINGUENEAU (1997), sobre paródia de SANT ANNA (1985) e sobre humor de BERGSON (1987), característica esta eminentemente presente na produção literária de Luís Fernando Veríssimo e nas crônicas que são nosso objeto de estudo neste trabalho. Palavras-chave: Análise do discurso, Humor, Crônica. Abstract In this article, we will try the analyze humorous discourse in the chronics Ed Mort vai fundo e Ed Mort vai longe, by Luís Fernando Veríssimo and the way that author to make the character Ed Mort, a particular detective absolutely different of traditional, revealing a authentic vision and original of writer about a Brazilian reality. In theoretical foundation, we have the studies about Analyze of Discourse, by MAINGUENEAU (1997), about parody by SANT ANNA (1985) and about humor by 1 Graduando em Letras. Universidade Estadual Paulista. Campus de Assis. São Paulo. Brasil. Link para Currículo Lattes: 2 Graduando em Letras. Universidade Estadual Paulista. Campus de Assis. São Paulo. Brasil. Link para Currículo Lattes: Este artigo foi produzido como parte da avaliação da disciplina Língua Portuguesa IV, ministrada pelo Prof. Dr. Odilon Helou Freury Curado, docente do Departamento de Linguística da Universidade Estadual Paulista - UNESP/Assis.

2 BERGSON (1987), characteristic eminently present in the literary production of Luís Fernando Veríssimo e in the chronics that will be objects of studies in this article. Keys-word: Analyze of Discourse, Humor, Chronic. Introdução Luís Fernando Veríssimo nasceu em 26 de setembro de 1936, em Porto Alegre. Filho de Érico Veríssimo, iniciou seus estudos na capital gaúcha, passando por escolas dos Estados Unidos. Iniciou sua carreira como jornalista, no Zero Hora, de Porto Alegre, em 1966, transferindo-se posteriormente para a Folha da Manhã. O sucesso como colunista resultou na publicação do livro A grande mulher nua, em 1975, uma coletânea de seus textos. Atuou também na televisão, criando quadros no programa O planeta dos homens, da Rede Globo de Televisão e fornecendo material para o programa Comédias da vida privada, baseado em seu livro homônimo de crônicas. Fez parte também de O Pasquim, editado entre 1969 e Seus textos são amplamente utilizados nos ensinos fundamental e médio, a fim de formar leitores devido ao estilo de Veríssimo e à presença do humor na sua escrita. L. F. Veríssimo criou personagens como, por exemplo, As cobras, A Velhinha de Taubaté, O Analista de Bagé, o detetive Ed Mort, entre outros. Nosso objeto de estudo será este último personagem, um verdadeiro representante dos detetives brasileiros, que ganha ares de malandro e, sobretudo, representa o povo brasileiro que enfrenta as dificuldades sem desanimar ou perder o bom humor. Neste trabalho, tentaremos demonstrar como Luís Fernando Veríssimo construiu esse detetive que foge totalmente à regra. O gênero policial, parodiado por Veríssimo nessas crônicas surgiu no Brasil em 1920, com a publicação de O Mistério, escrito por Coelho Neto, Afrânio Peixoto, Viriato Corrêa e Medeiros e Albuquerque. Tal novela foi publicada inicialmente em um jornal diário e, posteriormente, editada em livro pela Companhia Editora Nacional sessenta e nove anos depois da criação do gênero policial por Edgar Allan Poe, com Assassinatos da Rua Morgue. 443 O caso Ed Mort e a construção do sentido humorístico Ed Mort foi criado por Luís Fernando Veríssimo como paródia das histórias norte-americanas de detetives, principalmente as de Dashiell Hammet e Raymond Chandler. Esse personagem é um detetive particular atrapalhado e sempre sem dinheiro,

3 que se mete em confusões e divide um escritório com 17 baratas e um rato albino, chamado Voltaire. Ed Mort foi adaptado para tiras de quadrinhos, por Miguel Paiva, peça de teatro, especial de televisão e para o cinema em Fig. 1: Imagem da internet para Ed Mort. O próprio L. F. Veríssimo nos diz em A aposta do barão 3 : Quem, dentre vós nunca sonhou em criar o seu próprio agente secreto inglês que atire o primeiro James Bond. Certa vez, pensei inventar um superagente brasileiro, Jaime Alguma Coisa, e escrever suas aventuras no mundo da intriga internacional, mas não deu certo. Por alguma razão, sempre que eu começava a descrevê-lo, saía um tipo magro, baixo, orelhudo, de bigodinho, o único no departamento a torcer pelo América, e que enjoava com avião. [...]. Na primeira página da primeira aventura que imaginei para ele, o chefe da espionagem, seu superior, examina o dossiê de um caso dificílimo que tem à sua frente, morde a haste do cachimbo e decide: Este é um caso para o Jaimito. Parei aí mesmo. (VERÍSSIMO, 1979, p. 13). Conforme podemos perceber, a concepção de detetive adaptado ao padrão brasileiro, para o escritor, foge aos modelos de Auguste Dupin ou Sherlock Holmes, para citar dois personagens de referência da literatura policial em língua inglesa. É assim que o autor constroi seu personagem Ed Mort, que nem de longe lembra a figura de um grande detetive inglês. Em Ed Mort vai fundo, o narrador nos diz que: Divido meu escritório com dezessete baratas e um ratão albino. O ratão às vezes desaparece mas sempre volta. Por isso eu o chamo Voltaire. Temos um acordo. Quando as coisas vão bem, eu o sustento. 3 V. Luís Fernando Veríssimo: Ed Mort e outras histórias. p

4 Ultimamente, ele estava me trazendo queijo. Mort. Ed. Mort. Está na plaqueta (p. 143). Este trecho demonstra a precariedade do personagem e, ainda que às avessas, caracteriza um tipo, porque apresenta as características de uma profissão: detetive particular. Não só nesta crônica, como também nas outras, o detetive de Veríssimo repete que está na plaqueta, o que seria uma tentativa de afirmar seu reconhecimento; também a insistência em Mort. Ed Mort nos faz lembrar um bordão de um detetive famoso: Bond. James Bond. Percebemos aí uma paródia com o gênero policial e com a figura do detetive. Afonso Romano de SANT ANNA (1985), em Paródia, paráfrase e cia. define paráfrase como um recurso diretamente ligado à tradução e também como algo sublime, um desvio mínimo, em que não se altera radicalmente o sentido de um texto. Sendo assim, a paráfrase é uma maneira de transmitir os valores de uma linguagem. A paródia, ao contrário, é definida como um desvio total, mas capaz de produzir algo novo, de inaugurar um novo paradigma e fazer evoluir um discurso. Em suma, falar de paródia é falar de intertextualidade das diferenças. Falar de paráfrase é falar de intertextualidade das semelhanças (Op. cit., p. 28, grifos do autor). É possível notar, ainda o processo de influência literária (NITRINI, 2000), que levou L. F. Veríssimo a construir seu detetive, ainda que o resultado fuja aos padrões comentados anteriormente. Ainda em Ed Mort vai fundo, o detetive fica perplexo com a beleza de uma cliente que entra em seu escritório para solicitar os serviços de Ed Mort a fim de encontrar seu marido: Dizer que era uma mulher é fazer uma injustiça. Era o que vem depois da mulher. Fantástica. As baratas se dispersaram. Ela perguntou se estava interrompendo alguma coisa. Só o meu ritmo cardíaco respondi. (p. 143). Vemos aí que Ed Mort se desconcentra ao deparar-se com uma mulher bonita, por exemplo, o que não é compatível com um profissional que precisa estar focado em suas investigações. Conforme observa Flávio KOTHE (2007), em A narrativa trivial, 445 Ele [o detetive] é um racionalista, que não se envolve amorosamente com ninguém e trata de ser imparcial [...]. Pode-se construir uma história de detetive em que ele seja envolvido amorosamente ou que o crime seja passional, mas a probabilidade de se romper com isso as características do gênero é tão grande que os autores competentes preferem evitá-lo mais que Drácula à cruz de madeira. (Op. cit., p. 76).

5 Neste caso, não se trata de incompetência por parte de L. F. Veríssimo, mas sim de uma adaptação desse estilo de personagem ao contexto brasileiro. Porém, o desenrolar da história é totalmente inesperado, uma vez que Ed Mort parte para a investigação e a narrativa passa por algumas peripécias, mas o marido da moça é encontrado. Como recompensa, a cliente lhe paga apenas com um sorriso, o que já é grande coisa para Ed Mort. Não temos um grande desfecho, mas a carga humorística desta crônica vem à tona quando lemos que: Ela perguntou quanto era. Respondi: Um sorriso. Ela pagou. (p. 146). Na outra crônica, Ed Mort vai longe, somos situados pelo narradorpersonagem e informados sobre seu local de trabalho: Lugar perigoso. Aqui ninguém diz mais Isto é um assalto. Diz É outro. [...] Fui assaltado cinco vezes em vinte minutos. Sempre pela mesma pessoa. [...]. No fim ele me marcou com um X na testa para não se enganar mais. Com canivete. (p. 189). Mais adiante, outra distração por causa de mulher: 446 Custei a acreditar que aquilo que ela estava fazendo com o corpo se chamava caminhar. Tinha os seios como eu gosto, um de cada lado. Os cabelos soltos ondulavam ao vento. O que era estranho, porque não estava ventando. Boca carnuda, e a carne era de primeira. (Idem, ibidem). A crônica começa com a descrição do ambiente freqüentado pelo detetive, o que revela a precariedade de suas condições de trabalho e de segurança, e nos introduz em mais uma investigação, com mais uma mulher bonita que aparece na história à procura do marido. Ed Mort conta-nos um pouco mais de seus hábitos: [...]. Fomos até a lanchonete onde, um mês antes, um fiscal da Saúde Pública provara um ovo duro e caíra morto sobre o balcão. O fiscal continuava lá. O cheiro da fritura disfarçava o cheiro do cadáver. (p. 190). Desta vez, o marido foi encontrado em um endereço suspeito, de robe de chambre e aparando as unhas e, diferentemente da crônica anterior, a cliente não quis pagar Ed Mort e ainda ameaçou bater nele. Não bastasse isso, as baratas não o deixaram entrar em sua sala. Para finalizar, o detetive repete seu bordão diferentemente do que estamos acostumados: Mort. Ed Mort. Onde diabo está a plaqueta? (p. 192). Além de não receber por seus serviços, Ed Mort ainda teve a sua plaqueta roubada, a única coisa que poderia identificá-lo.

6 Nas duas crônicas selecionadas para análise existe a presença da comicidade que, conforme define BERGSON (1987), Trata-se, sempre, no fundo, de uma inversão de papéis (sic), e de uma situação que se volta contra quem a criou. (p ). A inversão de papéis ocorre pelo fato de o leitor esperar uma narrativa policial que esteja de acordo com o gênero, porém, somos apresentados a um modo totalmente diferente de narrar histórias policiais e a uma concepção diferente de detetive. 447 Conclusão Conforme tentamos demonstrar, o texto e o discurso, díspares à primeira vista, são complementares se for feita uma leitura humorística das crônicas de L. F. Veríssimo, revelando uma maneira original de escrever do autor. Para tanto, basta possuir um conhecimento prévio de histórias policias e do estilo destas para notar o desvio feito por Veríssimo e compreender a originalidade de seus textos. A caracterização de Ed Mort por Veríssimo mostra uma visão e uma concepção não-elementares de detetive. Somos apresentados ainda à concepção de mundo pensada pelo viés humorístico, dando um novo gás ao gênero e pensando nesse tipo de narrativa no contexto brasileiro. Bibliografia ANTONIO, Andréia Simoni Luiz. Muito riso, muito siso: a construção de tipos e caricaturas em personagens de Luís Fernando Veríssimo (dissertação de mestrado em Letras). Universidade Estadual Paulista UNESP/Araraquara, p. BERGSON, Henri. O riso: ensaio sobre a significação do cômico. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, KOCH, I. G. V.; BENTES, A. C.; CAVALCANTE, M. M. Intertextualidade: diálogos possíveis. São Paulo: Cortez, KOTHE, Flávio René. A narrativa trivial. 2. ed. Brasília: Editora da UnB, MAINGUENEAU, Dominique. Os termos-chave da análise do discurso. Trad. Maria Adelaide P. P. Coelho da Silva. Lisboa: Gradiva, 1997.

7 NITRINI, Sandra Margarida. Literatura Comparada. 2. ed. Editora da Universidade de São Paulo, POSSENTI, Sírio. Os humores da língua: análises linguísticas de piadas. Campinas/SP: Mercado de Letras, REIMÃO, Sandra Lúcia Amaral de Assis. Cicatriz de viagem (a literatura policial brasileira: presença do cômico). Tese de doutorado em Comunicação e Semiótica: PUC/SP, SAMOYAULT, Tiphaine. A intertextualidade. São Paulo: Hucitec, SANT ANNA, Affonso Romano de. Paródia, paráfrase & cia.. São Paulo: Ática, VERÍSSIMO, Luís Fernando. Ed Mort e outras histórias. São Paulo: Círculo do Livro,

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