A IMAGEM DO FEMININO NA PUBLICIDADE CONTEMPORÂNEA: ESTUDOS DE CASO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMAGEM DO FEMININO NA PUBLICIDADE CONTEMPORÂNEA: ESTUDOS DE CASO"

Transcrição

1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA JULIANA ACIOLY LIMA A IMAGEM DO FEMININO NA PUBLICIDADE CONTEMPORÂNEA: ESTUDOS DE CASO FORTALEZA 2008

2 JULIANA ACIOLY LIMA A IMAGEM DO FEMININO NA PUBLICIDADE CONTEMPORÂNEA: ESTUDOS DE CASO Monografia apresentada à banca examinadora dos trabalhos de conclusão curso de graduação da Faculdade 7 de Setembro como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Comunicação Social Publicidade e Propaganda. FORTALEZA 2008

3 JULIANA ACIOLY LIMA A IMAGEM DO FEMININO NA PUBLICIDADE CONTEMPORÂNEA: ESTUDOS DE CASO Monografia apresentada ao curso de Comunicação Social da Faculdade 7 de Setembro, como requisito parcial para a obtenção do grau de bacharel, com habilitação em Publicidade e Propaganda. Data de Aprovação: BANCA EXAMINADORA Assinatura: Prof. Dr. Paulo Germano Barrozo de Albuquerque Orientador Assinatura: Prof. Ms. Leonardo Paiva Macêdo Membro Assinatura: Profa. Ms. Ana Paula Rabelo Membro

4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a algumas pessoas. Primeiro, a minha mãe, que sempre acreditou em mim, no meu potencial e foi a primeira que me deu apoio a fazer esse curso, enquanto muitos diziam que não valia à pena, e que também pagou meu curso com muito esforço e carinho. Dedico ao meu pai, que sempre esteve ali do meu lado quando eu precisasse. Também dedico a todas as pessoas da minha família que de alguma forma me ajudaram a conceder o meu trabalho, em especial a Tia Silvana e a minha avó Ivone, que sempre me perguntava se eu já tinha terminado. Aos meus primos, Lucas e Pedro, pois quando ia dormir na casa deles, eles me deixavam estudar, mesmo que às vezes também não deixavam, pois a gente ficava horas conversando. Dedico também a minha irmã, que me ajudava em dizer palavras bonitas quando meu vocabulário já estava esgotado. Não posso esquecer também de agradecer ao meu namorado, Elias, por seu companheirismo e amor, me dando forças, quando eu achava que não ia dar tempo, e entendendo o tempo que eu passava estudando sem lhe dar atenção.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço ao professor Paulo Germano, que aceitou essa difícil tarefa de ser meu orientador, compreendendo os meus atrasos, as minhas faltas na orientação, tirando as minhas dúvidas, me tranqüilizando quando achava que não ia dar tempo. Agradeço simplesmente por toda a sua paciência e dedicação comigo. Agradeço também ao professor Leonardo Paiva, pois ele me ajudou na escolha inicial do tema da monografia. Enfim, agradeço a todos que de alguma forma me ajudaram na execução desse trabalho.

6 RESUMO LIMA, Juliana Acioly. A imagem do feminino na publicidade contemporânea: estudos de casos. Fortaleza, Monografia Publicidade e Propaganda Faculdade 7 de Setembro. Este trabalho visa discutir a imagem do feminino no campo publicitário, com o objetivo de descobrir qual o papel da mulher na publicidade, de como ela é vista nas propagandas atuais e também antigas, utilizando análises de propagandas, em especial de cervejas. Para isso, o trabalho foi dividido em 3 capítulos. No primeiro, procurou-se discutir primeiro a sociedade de consumo, visto que se precisava de um embasamento teórico para entender como se deu o processo de consumo nas pessoas. Foi visto também nessa parte, o conceito de Indústria cultural, para complementar ainda mais o capítulo. O segundo, visou apresentar a imagem da mulher na publicidade e como se deu o movimento feminista, quais suas características e influência para a sociedade contemporânea. Por fim, no terceiro capítulo, é feita uma análise de propagandas de cervejas que utilizam à imagem da mulher, como um objeto de consumo ou coisa. Palavras-chave: publicidade, propaganda, mulher, cerveja.

7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I A SOCIEDADE DE CONSUMO ORIGEM A SOCIEDADE DE CONSUMO NA VISÃO SOCIOLÓGICA INDÚSTRIA CULTURAL E SOCIEDADE DE CONSUMO CAPÍTULO 2 - A IMAGEM DA MULHER NA PUBLICIDADE O FEMINISMO A MULHER NAS DÉCADAS DE 70 E A MULHER NA DÉCADA DE CAPITULO 3 ANÁLISES DE PROPAGANDAS CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA

8 INTRODUÇÃO A indústria cultural foi um processo que resultou na crescente mercantilização das formas culturais, ocasionadas pelo surgimento das indústrias de entretenimento na Europa e nos Estados Unidos no final do século XIX e inícios do século XX. Tais bens culturais produzidos por estas indústrias são planejados e manufaturados de acordo com os objetivos capitalistas que buscam por lucro, eles não surgem espontaneamente das próprias massas, são planejados para o seu consumo. (THOMPSON, 1995). Mesmo fora da procura de lucro, todo sistema industrial tende ao crescimento, e toda produção de massa destinada ao consumo tem sua própria lógica, que é a máquina de consumo. A indústria cultural não escapa a essa lei. Mais que isso, nos seus setores os mais concentrados, os mais dinâmicos, ela tende ao público universal. (MORIN, 1997, p.35) Para Horkheimer e Adorno (apud THOMPSON, 1995), o desenvolvimento da indústria cultural faz parte de um processo de crescimento nas sociedades. Tal processo faz com que os indivíduos se tornem menos capazes de serem independente e sempre mais dependente dos processos sociais podendo ter ou não controle. Em vez de fazer com que esses indivíduos tenham seu próprio pensamento, sua individualidade, esse novo universo faz com que os indivíduos consumam bens padronizados. A indústria cultural, fruto do desenvolvimento capitalista, trouxe a mercantilização do erotismo e da sensualidade, utilizando o desejo e o sonho como principais ingredientes para obtenção do lucro. Com esse objetivo, imagens eróticas e linguagem ambígua invadem todos os meios de comunicação de massa, e os anúncios publicitários são constituídos de ícones sexuais que apelam ao consumo. (JORDÃO,2005: n.p.). A publicidade faz com que consumidores sejam um objeto que ela pode brincar da maneira que quiser, seduzindo-os, fazendo com que eles consumam descontroladamente. Para Grillo (2006), a mulher está enquadrada em dois tipos de propaganda: a de consumidora, por decidir a compra, podendo se identificar com a modelo ou atriz e este ser o grande trunfo para a 1

9 decisão de compra, se sentir parecida com a modelo ou atriz em questão. O segundo tipo é a da mulher ser utilizada em propagandas, atraindo o desejo dos consumidores, ocasionando assim a compra de produtos e mais lucros para as empresas. Os anúncios publicitários, ao exporem atraentes modelos, provocam não só o desejo masculino para a aquisição do produto, como o público feminino, pois, quando entra em jogo a magia da sedução, a mercadoria confunde-se com a imagem feminina, objeto de desejo masculino e figura a ser copiada pela mulher. É como se o homem, ao adquirir o produto, estivesse mais próximo de celebridades televisivas (...). (JORDÃO,2005: n.p.) Isso acontece nas propagadas de cerveja, onde na cerveja são vistas as qualidades da modelo, sendo esta gostosa, atraente, faz com que os consumidores relacionem os fatos e como conseqüência o consumo. Essa utilização das mulheres em anúncios publicitários de cerveja não só fazem com que as empresas obtenham lucro, mas nos faz ver uma outra face da mulher. Uma mulher sem sentimentos, sem essência, sem ideais. Onde está sua pureza? Seu orgulho? Seu valor? A publicidade vem destituindo o papel feminino na sociedade, sujeitando a mulher na condição de objeto e esta acaba aceitando isso de forma clara para sentir-se aceita perante a sociedade. Usando a mulher como isca, esta se vê reduzida à aparência e a representação de papéis. Destituída de direitos, essência, subjetividade, idéias e valores, aceita o jogo para se sentir mais importante perante a sociedade. A aceitação desse jogo mostra tanto o machismo do homem quanto o da mulher, já que esta aceita a submissão e, portanto a humilhação, de forma tácita, ao comprar os produtos que são vendidos desta forma. (GRILLO, 2006: n.p.) Hoje a mulher participa ativamente do mercado consumidor de cerveja. Antes elas só decidiam o poder das compras do lar, das roupas dos filhos e maridos e hoje elas também bebem cerveja. Com isso, as propagandas de cerveja utilizam as mulheres em mesas de bares, donas de bares, consumindo cervejas, etc. 2

10 A mulher-objeto 1, objeto de divertimento, de prazer e de luxo, seria, de algum modo, a vítima do cinismo desfrutador de um homem. É o reino do novo ídolo da cultura de massa: não a deusa nua das religiões antigas, não a madona de corpo dissimulado do cristianismo, mas a mulher seminua, em pudor impudico, a provocadora permanente.(morin, 1997, p. 122) Assim, a figura feminina serve como um instrumento de venda de produtos, em nosso caso a cerveja. E a propaganda tem captado isso, e cada vez mais a mulher vem sendo utilizada. No primeiro capítulo, falaremos dos conceitos dados por Lívia Barbosa sobre como se deu a sociedade de consumo. Ela fará um estudo sobre diversos conceitos de sociólogos e estudiosos, sempre fazendo a sua crítica. O estudo da sociedade de consumo é muito importante nesse primeiro passo, pois é a partir dele que iremos entender o porquê que as pessoas passaram a consumir, escolhendo objetos pelo prazer. Toda essa análise será baseada na obra da autora chamada Sociedade de consumo. No segundo capítulo, entraremos no conceito da imagem da mulher na publicidade, de como ela é vista perante aos olhos da sociedade, se ela é explorada pela mídia ou se ela vista de forma natural de ser mulher feminina. No decorrer deste capítulo, faremos uma breve pausa para discorrer como se deu o movimento feminista, na procura de entender os conceitos dados à mulher hoje, complementando com a análise de algumas propagandas. Basearemos-nos nos artigos reunidos na obra de Maria Inês Ghilardi Lucena, chamada de Representações do feminismo. Por fim, no terceiro capítulo, analisaremos algumas propagandas de cervejas, com o objetivo de responder aos nossos questionamentos, explanaremos também alguns dados sobre o mercado de cerveja em Fortaleza, para assim concluirmos nosso trabalho. 1 Conceito utilizado por Morin em seu livro Cultura de massas no século XX: o espírito do tempo. V.1. onde a mulher é definida como um objeto, uma imagem que provoca o desejo masculino, atribuindo à mulher suas condutas sedutoras. 3

11 1. CAPÍTULO I - A SOCIEDADE DE CONSUMO 1.2 A ORIGEM Lívia Barbosa, em seu livro Sociedade de consumo, faz um estudo sobre os conceitos de diversos autores acerca da sociedade de consumo, quais são suas características e qual sua influência na sociedade contemporânea. Para entender melhor como se deu o processo de origem da sociedade de consumo, na qual há muitas controvérsias sobre as origens históricas, a autora dividiu inicialmente em duas etapas: quando ocorreu e o que mudou. Em meados da década de 1980, historiadores começaram a expor novas leituras para antigos dados históricos, fazendo assim uma revisão da importância da Revolução Industrial no surgimento da sociedade contemporânea. O que se coloca em questão é o surgimento de uma Revolução do Consumo e Comercial que teria acontecido bem antes da Revolução Industrial e foi um ingrediente importante para a modernidade e modernização ocidental. Assim, em relação a historiografia tradicional, esse revisionismo confronta-o com novas questões. Uma questão, por exemplo, é de que como a industrialização poderia ter ocorrido em bases capitalistas sem a existência prévia de uma demanda adequada para a produção?. (BARBOSA, 2004, p. 15). Outro fator importante destacado pela autora e que vale ressaltar é que as grandes invenções tecnológicas relacionadas à Revolução Industrial ocorreram depois da explosão do consumo. Então, pode-se concluir que não foram as invenções tecnológicas que influenciaram as pessoas a consumirem mais. As principais invenções mecânicas da indústria de tecidos, cabeça de lança da industrialização, só apareceram a partir da década de 1780, embora a indústria de roupas já funcionasse a pleno vapor, fundada no trabalho externo ou doméstico dos artesãos, permanecendo com essa estrutura produtiva até a década de O mesmo se refere a indústria de brinquedos, cujas inovações tecnológicas só vieram a afetá-la depois de plenamente estabelecida. Podemos concluir, portanto, que não foram essas invenções que criaram as condições materiais para as pessoas consumirem mais. (BARBOSA, 2004, p.15-16) 4

12 Para a autora, o lado econômico desse debate entre produtivistas e os que acreditam que houve uma Revolução do Consumo antes da Revolução Industrial assume ou que as pessoas são insaciáveis pelo consumo, ou que existe uma tendência natural a consumir, que faz com que qualquer aumento no salário ou na renda seja destinado a compra de mais bens e mercadorias. Com base nesses pressupostos, a preocupação dos estudiosos se volta para a investigação de como essas diferentes maneiras e outras puderam afetar o consumo. Entretanto, esse lado econômico não consegue e nem está interessado em explicar a origem dessa insaciabilidade e nem dessa propensão natural a consumir. Tais idéias são compartilhadas por Keynes e Marx e todos os economistas até hoje. Para eles, essas idéias são aspectos psicológicos do ser humano e que não seria o papel da economia investigar, mas apenas constatar. Essa constatação, contudo, nunca se baseou em qualquer evidência empírica, apenas na preferência cultural ocidental recente em destinar ao consumo de bens e mercadorias todo aumento da renda. Ao contrário, a insaciabilidade, que constitui uma das características da sociedade de consumo moderna, é o resultado de um processo histórico, no interior do qual podemos observar transformações que começaram a se delinear nos dois séculos anteriores ao XVII, quando atingem o seu apogeu e se consolidam.(barbosa, 2004, p. 17). De acordo com a autora, embora não se saiba bem do quando aconteceu a sociedade de consumo, variando do século XVI até o XVIII, existe, por outro lado a ocorrência de algumas mudanças. Algumas delas começaram a aparecer a partir do século XVI, registrando-se o aparecimento de novas mercadorias de diversos segmentos sociais, fruto da expansão ocidental para o oriente. Os observadores da época consideravam que esse conjunto de mercadorias não poderia ser dito de necessidade, pois incluíam objetos tais como alfinetes, brinquedos, fitas, fivelas de cinto, plantas ornamentais e também novos itens de alimentação, bebidas e produtos de beleza, dentre outros muitos produtos. Outras mudanças que contribuíram para a constituição da sociedade contemporânea que Barbosa destaca, foram as mudanças culturais como o surgimento do romance ficcional moderno, o aumento do grau de literariedade 5

13 da população, a prática da leitura silenciosa, a preocupação com novas formas de lazer, a construção da subjetividade, a valorização do amor romântico e a expansão da ideologia individualista e por fim, a o desenvolvimento de novos processos e modalidades de consumo, bem como sistemas e práticas de comercialização que buscavam atingir novos mercados de consumidores. Apesar de várias mudanças, a autora irá se deter em duas. A passagem do consumo familiar para o consumo individual e a transformação do consumo de pátina para o consumo de moda. No que diz respeito a primeira transformação, Barbosa argumenta que o consumo familiar, característico da sociedade tradicional, era para suprir as necessidades de reprodução física e social. Formada por grupo de status, a sociedade era composta por grupos com estilo de vida previamente definidos na escolha de roupas, atividades de lazer, alimentos, dentre outros bens de consumo, aos quais as escolhas individuais encontravam-se subordinadas e condicionadas. Todo este estilo de vida era controlado e regulado por leis suntuárias. Essas leis definiam o que podia e o que não podia ser consumido, elas tinham uma preocupação moral com o luxo até a demarcação de posição social. Segundo Barbosa, para Nobert Elias, status e estilo de vida eram variáveis dependentes entre si e independentes da renda na sociedade francesa dos séculos XVII e XVIII. O autor quis dizer que a posição social de uma pessoa determinava o seu estilo de vida, independentemente de sua renda. Essa relação é inteiramente rompida na sociedade contemporânea individualista e de mercado. Nessa sociedade, a liberdade de escolha e autonomia na decisão de como queremos viver e a ausência das instituições e de códigos sociais e morais são suficientes para que todos nós tenhamos o poder de decidir por nós mesmo, seja na escolha de simples necessidades, como na escolha de um presidente. O que existe nessa sociedade é uma variedade de grupos, tribos urbanas e indivíduos criando as suas próprias modas. Uma sociedade que não existem grupos de referência, não existem regras ou restrições para consumir, onde cada um possui liberdade de escolha, onde só bastaria desejar e possuir dinheiro. 6

14 Dessa maneira, Barbosa argumenta que estilo de vida e identidade passaram a ser opcionais, independente da renda, posição social e idade. Segundo Stuart Ewen e Zygmunt Bauman (2004, p.22) não é só uma questão de opção individual, mas também, uma situação transitória.transitória, pois estilo de vida e identidade são variáveis que podem ser compostos e decompostos, de acordo com o estado de espírito de cada um, mesmo com a renda limitada. Isso ocorre com a existência de produtos considerados piratas, permitindo que os estilos de vida sejam construídos e desconstruídos e lançados ao mercado, e utilizados por pessoas na qual a renda não seja compatível com o produto original. Assim, estilo de vida, no contexto da cultura do consumo, sinaliza para a individualidade, auto-expressão, estilo pessoal e autoconsciente. A roupa, o corpo, o discurso, o lazer. A comida, a bebida, o carro, a casa, entre outros, devem ser vistos como indicadores de uma individualidade, propriedade de um sujeito específico, ao invés de uma determinação de um grupo de status. Os objetos e as mercadorias são utilizados como signos culturais de forma livre pelas pessoas para produzirem efeitos expressivos em um determinado contexto. Para alguns autores, essa tendência sugere a irrelevância das divisões sociais do tipo classe social, idade e sexo na determinação da vida cotidiana. Para outros, contudo esse ponto é altamente discutível. (BARBOSA, 2004, p. 23). Outra mudança que a autora relata na sociedade tradicional para a sociedade de consumo foi a mudança do consumo de pátina para o consumo de moda. No consumo de pátina os objetos pertencem às mesmas famílias e são usados há gerações, conferindo nobreza, tradição e status aos seus proprietários. Ao contrário do consumo de pátina, o consumo de moda é a curta duração, é a valorização do novo e do individual. É impressionante a velocidade com que os estilos de vida mudam e como a vida útil de um produto é pequena e de como as pessoas se desfazem das coisas e compram mais para satisfazer desejos. Um dos impulsos a esse processo foi dado pela criação de lojas de departamentos, pois estrategicamente gigantescas, elas atiçavam o desejo de consumir nas pessoas, fornecendo um mundo de sonhos e utilizando-se da nova tecnologia do olhar ao apresentar as mercadorias ao alcance das mãos sem obrigatoriedade da compra: a vitrine. Eles se utilizavam também de cenários, com manequins de papelão disponibilizando para o público o que estava sendo 7

15 usado no momento, facilitando a divulgação das últimas tendências por todos os segmentos. Além de tudo isso, essas lojas facilitavam as compras, os sonhos. Com essa forma de financiar os sonhos, ocorreu o surgimento do crédito direto ao consumidor, que foi criado por Aristie Boucicaut, dono do Bon Marché, uma das primeiras lojas de departamentos, inaugurada em meados do século XX em Paris. Por fim, a autora conclui que qualquer que tenham sido as razões para a democratização do consumo, o fato é que no século XIX estava estabelecida uma sociedade de consumo claramente diferenciada e novas modalidades de comercialização e técnicas de marketing. A Inglaterra, França e Estados Unidos já faziam parte dessa realidade. 1.2 A SOCIEDADE DE CONSUMO NA VISÃO SOCIOLÓGICA São diversas as teorias que Lívia Barbosa relatou em seu livro para entendermos o processo sociológico de como ocorreu a constituição da sociedade de consumo. Ela utilizou diversas teorias para caracterizar sociologicamente a sociedade de consumo. O primeiro aspecto ressaltado pela autora, é que as teorias sobre sociedade de consumo dizem respeito à natureza da realidade social. Elas mapeiam e analisam o porque da importância do consumo na sociedade contemporânea ocidental. Mas, ao mesmo tempo, essas teorias sobre o consumo dizem respeito a outras dimensões da vida social. Elas procuram resposta para várias questões como: Quais os processos sociais e subjetivos que estão na raiz da escolha de bens e serviços? Quais são os valores, as práticas, os mecanismos de fruição e os processos de mediação social a que se presta o consumo? Qual o impacto da cultura material na vida das pessoas e, ainda, como o consumo se conecta a outros aspectos da vida social? Para Barbosa, um outro autor fundamental para o entendimento da sociedade de consumo é Don Slater. Em suas obras, o surgimento de uma cultura do consumo deve ser compreendida nos quadros dos tempos modernos. Em sua análise, ele relaciona valores, práticas e instituições no interior das quais nossos desejos e necessidades se definem mutuamente. Ele 8

16 define a cultura do consumidor através de indicadores sociológicos, pois seria impossível ter uma única definição. O primeiro indicador diz que a cultura do consumidor é uma cultura de consumo de uma sociedade de mercado. (BARBOSA, 2004, p.32). Nela, o consumo tornou-se o foco central da vida social, na qual as relações sociais, os valores culturais, as idéias, identidades estão relacionadas de acordo com o consumo as invés de estar ligadas ao trabalho, cidadania e religião. Dessa maneira, ele acaba por descrever a sociedade contemporânea de uma forma negativa, totalmente materialista, no qual os valores das pessoas estão nas coisas que elas possuem. Um segundo indicador é a cultura do consumidor é a cultura de uma sociedade de mercado. (BARBOSA, 2004, p.33). Tudo que consumimos esta em forma de mercadorias e o acesso das pessoas a essas mercadorias é através de recursos materiais como dinheiro ou recursos culturais, como gosto e estilo de vida. Para o autor o terceiro indicador seria a cultura do consumidor é, em principio, universal e impessoal.(barbosa, 2004, p.33). Nesta cultura, as mercadorias são produzidas para um mercado de massas e não para indivíduos específicos. Isto quer dizer que qualquer objeto, experiência, atividade, enfim, qualquer coisa pode ser, em princípios, consumida por qualquer pessoa. O quarto indicador diz que a cultura do consumidor identifica liberdade com escolha e vida intima. (BARBOSA, 2004, p.34). Ser consumidor é comprar, pagar e fazer do seu dinheiro o que quiser, sendo assim o consumo é um ato privado, supostamente, sem a interferência de terceiros. No quinto indicador o autor faz referência à necessidade dos consumidores que são ilimitados e insaciáveis. Segundo ele, a insaciabilidade pode ser interpretada de duas formas. Na primeira é vista como conseqüência de refinamento, sofisticação, de imaginação dos desejos e necessidades das pessoas ou da vontade individual de progresso econômico e social. A segunda é vista como uma exigência do sistema capitalista para sua própria sobrevivência. O sexto indicador diz que a cultura do consumidor é a forma privilegiada para negociar identidade e status em uma sociedade pós- 9

17 tradicional. (BARBOSA, 2004, p.34). Nela, a identidade social é construída pelos indivíduos a partir de suas escolhas individuais, não havendo mais instituições que escolhem o que as pessoas devem que fazer. Um sétimo indicador seria a cultura do consumo representa a importância crescente da cultura no exercício do poder.(barbosa, 2004, p.32). Neste ponto, a questão cultural confronta entre a real liberdade de escolha ou a submissão a interesses econômicos maiores que se escondem atrás do marketing. Concluindo a sua definição sobre cultura do consumidor, Slater nos alerta sobre o perigo de transformá-la em uma questão de mera preferência do consumidor e segundo ele, elas precisam ser compreendidas como parte de uma história dos tempos modernos. O próximo autor que merece destaque é Mike Featherstone. A sua análise é associada a pós-modernidade, ao contrário de Slater que é compreendida nos tempos modernos. Ele reúne suas teorias sobre cultura do consumidor em três grandes grupos. O autor define cultura do consumidor como sendo um termo usado para ressaltar que o mundo de mercadorias e os seus princípios são fundamentais para o entendimento da sociedade contemporânea. Isto envolve uma dupla perspectiva: primeiro, na dimensão cultural da economia, a simbolização e o uso de bens materiais como consumidores e não apenas utilidades; segundo, na teoria dos bens culturais, os princípios de mercado como oferta, demanda, acumulação de capital, competição e monopólio operam no interior da esfera dos estilos de vida, bens culturais e mercadorias. (BARBOSA, 2004, p. 36). Barbosa argumenta que é de suma importância à ligação entre a cultura do consumidor e a pós-modernidade, tanto para Feathestone, como para vários outros autores. Pois, para eles a cultura do consumidor é a própria cultura pós-moderna. Uma cultura cheia de signos e mensagens. Featherstone reúne suas teorias sobre cultura do consumidor em três grandes grupos: as teorias sobre a produção do consumo, teorias sobre os modos de consumo e o consumo de sonhos, imagens e prazeres. Na primeira divisão, produção do consumo, Featherstone compreende a cultura do consumidor como conseqüência da expansão capitalista e do grande impulso 10

18 trazido à produção pelos métodos tayloristas e fordistas. (BARBOSA, 2004, p. 37). As pessoas passaram a consumir mais, com a alta produção de mercadorias, e o marketing e a propaganda foram essenciais para que isso acontecesse, pois eles têm o poder de sedução e manipulação para com as pessoas, deixando-as com vontade de consumir. Segundo Barbosa, isso nos leva a ver que a cultura do consumidor é desintegradora, pois os valores e as relações sociais começam a ser diferentes, pois não existem mais as leis suntuárias que decidem pelas pessoas. Agora ser um consumidor é fazer escolhas do que quer comprar, de como pagar e gerir o seu dinheiro sem qualquer interferência institucional ou de terceiros. Apesar de sua perspectiva sociológica, Featherstone acaba naturalizando o modelo contemporâneo de consumo, que é o poder de decisão de cada pessoa. O autor centrará sua atenção nas interpretações neomarxistas. Ele dará ênfase nas implicações para a cultura do consumo segundo a interpretação da escola de Frankfurt. A primeira diz respeito à Indústria Cultural, ou seja, a transformação da cultura em mercadoria; e a segunda diz respeito à anulação do valor de uso em relação ao valor de troca, ou seja, permite que as mercadorias se tornem livres para serem associadas à muitos valores. Portanto, Featherstone diz que o marketing e a propaganda tornam-se capazes de explorarem e associarem imagens de romance, aventura, exotismo, desejo, beleza, realização, progresso científico a mercadorias mundanas tais como sabão, máquinas de lavar, carros e bebidas alcoólicas. Para o entendimento da influência da Indústria Cultural na sociedade de consumo, daremos uma pausa para discutir um pouco o seu conceito. 1.3 INDÚSTRIA CULTURAL E SOCIEDADE DE CONSUMO A indústria cultural foi um processo que resultou na crescente mercantilização das formas culturais, ocasionadas pelo surgimento das indústrias de entretenimento na Europa e nos Estados Unidos no final do século XIX e inícios do século XX. Tais bens culturais produzidos por estas indústrias são planejados e manufaturados de acordo com os objetivos 11

19 capitalistas que buscam por lucro, eles não surgem espontaneamente das próprias massas, são planejados para o seu consumo. (THOMPSON, 1995) De acordo com Coelho, os termos indústria cultural, meios de comunicação de massa, cultura de massa são expressões que estão sempre correlacionados. Ao se referir de um, lembramos dos outros, mas esses termos não são iguais, possuem diferenças. Para entendermos os meios de comunicação de massa é necessário à existência de meios, mas não se precisa deles para existir a cultura de massa. O surgimento desses meios veio com a invenção dos tipos móveis de imprensa feita por Gutenberg no século XV, mas isso não significa, porém, que a partir disso passe a existir uma cultura de massa, embora com este meio já se pudessem reproduzir em massa os textos da época. Para o autor, a indústria cultural só iria aparecer com os primeiros jornais e a cultura de massa para existir exigiu a presença do romance de folhetim, esse seria sim, um produto da cultura de massa. Mas, para se ter uma cultura de massa outros produtos deveriam estar juntos a esses dois, formando um sistema: o teatro de revista, a opereta, o cartaz. Isso marcaria o surgimento da cultura de massa na segunda metade do século XIX europeu. Não se poderia, de todo modo, falar em indústria cultural num período anterior ao da Revolução Industrial, no século XVIII. Mas embora esta Revolução seja uma condição básica para a existência daquela indústria e daquela cultura, ela não é ainda a condição suficiente. É necessário acrescentar a esse quadro a existência de uma economia de mercado, isto é, de uma economia baseada no consumo de bens; é necessário, enfim, a ocorrência de uma sociedade de consumo, só verificada no século XIX em sua segunda metade período em que se registra a ocorrência daquele mesmo teatro de revista, da opereta, do cartaz. (COELHO, 2003, p. 10). Contudo, o autor argumenta que os termos indústria cultural, meios de comunicação de massa, cultura de massa surgiram com a industrialização, que junto a ela veio à mudança na produção, na forma de trabalho humano, onde o uso de máquinas estava crescendo e o trabalho humano tornou-se submisso ao ritmo da máquina, a exploração ao trabalhador e a divisão do trabalho. Tudo isso são indícios marcantes da sociedade capitalista liberal para o surgimento da cultura de massa. 12

20 Para o autor dois desses traços merecem destaque especial: a reificação (coisificação) e a alienação. Esses traços passaram a ser marcantes, pois para a sociedade capitalista liberal tudo é dito como coisa, bem, produto, até mesmo o homem é transformado em coisa. E este homem só pode ser alienado de trabalho, pois possui um valor em moeda inferior às forças por ele gastas, alienado do produto de seu trabalho, que ele mesmo não pode comprar, pois seu trabalho não é remunerado à altura do que ele produz. (COELHO, P.11). Portanto, ele é alienado de tudo, da vida do país e da sua própria vida, dos seus projetos, uma vez que não tem capacidade de ter um pensamento crítico de si mesmo e da sociedade. Assim para Coelho, a cultura feita em série, realizada industrialmente em grande escala, passa a ser vista não como instrumento de livre expressão, crítica e conhecimento, mas como produto trocável por dinheiro e que deve ser consumido como se consome qualquer outra coisa. (COELHO, P.11). Dessa maneira, Coelho conclui que a revolução industrial, o capitalismo liberal, a economia de mercado, a sociedade de consumo, a alienação, a reificação são acontecimentos que caracterizam a indústria cultural, mas os mesmo não são suficientes para descrevê-la. Para Horkheimer e Adorno (apud THOMPSON, 1995), o desenvolvimento da indústria cultural faz parte do processo de desenvolvimento do capitalismo. Tal processo faz com que os indivíduos se tornem menos capazes de serem independentes e mais dependente dos processos sociais podendo ter ou não controle. Em vez de fazer com que esses indivíduos tenham seu próprio pensamento, sua individualidade, esse novo universo faz com que os indivíduos consumam bens padronizados. Continuando a discussão sobre indústria cultural Coelho explica as três formas de manifestação cultural dadas por Dwight MacDonald: superior, média e de massa. A cultura superior são todos os produtos canonizados pela crítica erudita, como pinturas, romances, arquiteturas e composições. A cultura média é a chamada midcult, remete ao universo dos valores pequenoburqueses, como por exemplo os Mozarts em ritmo de discoteca. A cultura de massa, conhecida como masscult, é difícil de classificar os produtos, pois há uma comparação feita pela cultura dos produtos dos meios de comunicação de massa (TV, rádio e cinema) e pela cultura dos produtos vindos da literatura ou 13

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 Nathália Sene GARIERI/ Licenciada em História Aline Rafaela Portílio LEMES Aline Aparecida SILVA Samuel Douglas Farias COSTA RESUMO A propaganda ocupa um largo

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS 2012 Graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário de Lavras UNILAVRAS (Brasil) E-mail: vivianecastrofreire@yahoo.com.br RESUMO As necessidades humanas estão diretamente

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

TRABALHO E CONSUMO: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA DOS SERVIÇOS DE VENDA NO VAREJO DE BENS DURÁVEIS

TRABALHO E CONSUMO: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA DOS SERVIÇOS DE VENDA NO VAREJO DE BENS DURÁVEIS TRABALHO E CONSUMO: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA DOS SERVIÇOS DE VENDA NO VAREJO DE BENS DURÁVEIS Lúbia Gonzaga DUTRA; Jordão Horta NUNES Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais-UFG

Leia mais

Estas mudanças rápidas e descontroladas tornou-se preocupantes, pois não revelam compromisso algum com as possíveis conseqüências de suas ações sobre

Estas mudanças rápidas e descontroladas tornou-se preocupantes, pois não revelam compromisso algum com as possíveis conseqüências de suas ações sobre 1. INTRODUÇÃO O consumismo é uma ideologia e um hábito comum na sociedade contemporânea. O ato de consumir faz parte do cotidiano, e está presente em toda e qualquer sociedade humana. O apego aos bens

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre 01-O homo sapiens moderno espécie que pertencemos se constitui por meio do grupo, ou seja, sociedade. Qual das características abaixo é essencial para

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

MULHER E UNIVERSIDADE: A LONGA E DIFÍCIL LUTA CONTRA A INVISIBILIDADE.

MULHER E UNIVERSIDADE: A LONGA E DIFÍCIL LUTA CONTRA A INVISIBILIDADE. 1 MULHER E UNIVERSIDADE: A LONGA E DIFÍCIL LUTA CONTRA A INVISIBILIDADE. Nathalia Bezerra FECLESC RESUMO: O presente trabalho tem por objetivo analisar o difícil acesso das mulheres ao longo da história

Leia mais

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NA REPRESENTAÇÃO DE AMBIENTE EM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Lucia de Fatima Estevinho Guido

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NA REPRESENTAÇÃO DE AMBIENTE EM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Lucia de Fatima Estevinho Guido OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E SUA INFLUÊNCIA NA REPRESENTAÇÃO DE AMBIENTE EM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Lucia de Fatima Estevinho Guido Universidade Federal de Uberlândia Este trabalho apresenta resultados

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo 5 Conclusão Para melhor organizar a conclusão desse estudo, esse capítulo foi dividido em quatro partes. A primeira delas aborda as significações do vinho e como elas se relacionam com o aumento de consumo

Leia mais

Ana Paula Vitelli, Ph.D. Reunião do Comitê de RH, Britcham 08 de Outubro, 2013 São Paulo SP

Ana Paula Vitelli, Ph.D. Reunião do Comitê de RH, Britcham 08 de Outubro, 2013 São Paulo SP Ana Paula Vitelli, Ph.D. Reunião do Comitê de RH, Britcham 08 de Outubro, 2013 São Paulo SP Introdução Do que estamos falando? Um grupo específico de mulheres Uma visão Pesquisa de Doutorado na FGV EAESP

Leia mais

Categorias Sociológicas

Categorias Sociológicas Categorias Sociológicas Fato Social DURKHEIM, E.; AS REGRAS DO MÉTODO SOCIOLÓGICO.São Paulo, Abril, Os Pensadores, 1973 p. 389-90. O que é fato social O objeto de estudo da Sociologia é o fato social.

Leia mais

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo Camila Fernandes Colégio Mãe de Deus T. 301 Resumo: A condição da redução do cidadão em consumidor, e a criação de tal cultura global, deu-se através

Leia mais

CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA. Em cena: A realidade do sonho

CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA. Em cena: A realidade do sonho CAPÍTULO 11 CAMINHOS ABERTOS PELA SOCIOLOGIA Em cena: A realidade do sonho Uma mapa imaginário ( página 123) A sociologia foi uma criação da sociedade urbana. Com a advento da industrialização as grandes

Leia mais

Consumidores da Felicidade 1 : Um estudo sobre Consumo, Narcisismo e Pós- Modernidade. BRAGA, Moema Mesquita da Silva

Consumidores da Felicidade 1 : Um estudo sobre Consumo, Narcisismo e Pós- Modernidade. BRAGA, Moema Mesquita da Silva Consumidores da Felicidade 1 : Um estudo sobre Consumo, Narcisismo e Pós- Modernidade BRAGA, Moema Mesquita da Silva Resumo: Palavras Chave: Felicidade, Pós Modernidade, Narcisismo, Consumo. O Objetivo

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Palácio do Planalto, 12 de março de 2003 Minha cara ministra Emília Fernandes, Minha cara companheira Benedita da

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro

Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Vítor Quartezani 1 Imprensa esportiva e a construção da imagem do torcedor brasileiro Trabalho de Conclusão de Curso em Forma de Projeto

Leia mais

AS MÚLTIPLAS FACES DO MOVIMENTO FEMINISTA NAS DÉCADAS DE 60 e 70 NO BRASIL

AS MÚLTIPLAS FACES DO MOVIMENTO FEMINISTA NAS DÉCADAS DE 60 e 70 NO BRASIL AS MÚLTIPLAS FACES DO MOVIMENTO FEMINISTA NAS DÉCADAS DE 60 e 70 NO BRASIL Érika Teline Rocha Barbosa 1 Rebeca Barros de Almeida Brandão 2 Rafaela Ferreira Telecio 3 Resumo O presente estudo constitui-se

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

Televisão brasileira: o início da problemática 1

Televisão brasileira: o início da problemática 1 Televisão brasileira: o início da problemática 1 AUTOR: QUINTANA JÚNIOR, José CURSO: Comunicação Social Jornalismo/Unifra, Santa Maria, RS OBRA: CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil: com

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I TEXTO I Igualdade de Gênero no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher As desigualdades são sentidas de formas diferentes pelas pessoas dependendo do seu envolvimento com a questão. As mulheres sentem

Leia mais

que se viver com dignidade, o que requer a satisfação das necessidades fundamentais. O trabalho é um direito e um dever de todo cidadão.

que se viver com dignidade, o que requer a satisfação das necessidades fundamentais. O trabalho é um direito e um dever de todo cidadão. Osdireitosdohomemedocidadãonocotidiano (OscarNiemeyer,1990) "Suor, sangue e pobreza marcaram a história desta América Latina tão desarticulada e oprimida. Agora urge reajustá-la num monobloco intocável,

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

1- O que é um Plano de Marketing?

1- O que é um Plano de Marketing? 1- O que é um Plano de Marketing? 2.1-1ª etapa: Planejamento Um Plano de Marketing é um documento que detalha as ações necessárias para atingir um ou mais objetivos de marketing, adaptando-se a mudanças

Leia mais

Análise crítica dos textos de Flusser e Key

Análise crítica dos textos de Flusser e Key Análise crítica dos textos de Flusser e Key Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Universidade de São Paulo - FAU USP ECA-0800-Teoria das Mídias Prof. Dr. Mauro Wilton de Souza 4 semestre do Curso de Design

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Análise das propagandas de cerveja segundo preceitos éticos e direitos fundamentais relacionados à igualdade dos gêneros

Análise das propagandas de cerveja segundo preceitos éticos e direitos fundamentais relacionados à igualdade dos gêneros Análise das propagandas de cerveja segundo preceitos éticos e direitos fundamentais relacionados à igualdade dos gêneros Bruna Rodrigues 1 ; Caroline Xavier 2 ; Lauriene Santos 3 ; Dayvid de Oliveira 4

Leia mais

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE

PROCESSO DE INGRESSO NA UPE PROCESSO DE INGRESSO NA UPE SOCIOLOGIA 2º dia 1 SOCIOLOGIA VESTIBULAR 11. A Sociologia surgiu das reflexões que alguns pensadores fizeram acerca das transformações ocorridas na sociedade do seu tempo.

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

O GÊNERO MASCULINO NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO PUBLICITÁRIO EM JORNAIS DO SÉCULO IX E XXI

O GÊNERO MASCULINO NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO PUBLICITÁRIO EM JORNAIS DO SÉCULO IX E XXI 1517 O GÊNERO MASCULINO NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO PUBLICITÁRIO EM JORNAIS DO SÉCULO IX E XXI Flaviano Carvalho de Souza Pibic/CNPq - UFPB Ana Cristina de Sousa Aldrigue PROLING - UFPB Muitas mudanças ocorreram

Leia mais

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009 Questão 01 UFBA - -2009 2ª FASE 2009 Na Época Medieval, tanto no Oriente Médio, quanto no norte da África e na Península Ibérica, muçulmanos e judeus conviviam em relativa paz, fazendo comércio e expressando,

Leia mais

O novo desafio das marcas: uma visão global dos hábitos dos clientes em dispositivos móveis e redes sociais

O novo desafio das marcas: uma visão global dos hábitos dos clientes em dispositivos móveis e redes sociais O novo desafio das marcas: uma visão global dos hábitos dos clientes em dispositivos móveis e redes sociais SDL Campaign Management & Analytics Introdução Prezado profissional de marketing, A ideia de

Leia mais

Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960. Maíra Zimmermann. No período relativo ao segundo pós-guerra, com o avanço da

Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960. Maíra Zimmermann. No período relativo ao segundo pós-guerra, com o avanço da Jovem Guarda além do iê-iê-iê: Estilo de vida jovem nos anos 1960 Maíra Zimmermann Data da defesa: 15/MAIO/2009 Instituição: Centro Universitário Senac No período relativo ao segundo pós-guerra, com o

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT)

O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT) O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT) O capitalismo teve origem na Europa, entre os séculos XIII e XIV, com o renascimento urbano e comercial e o surgimento de uma nova classe social:

Leia mais

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia.

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia. * Este texto corresponde à visão da autora Marcia Dib e todas as informações aqui contidas são de inteira responsabilidade da autora. ** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME CADERNO PEDAGÓGICO TEORIAS DA COMUNICAÇÃO ENADE VOLUME 4 ISBN: 2015/1 ALUNO(A): APOIO PEDAGÓGICO: NUCLEO DE FORMAÇÃO GERAL ANNA PAULA SOARES LEMOS JOAQUIM HUMBERTO COELHO DE OLIVEIRA LUCIMAR LEVEGNHAGEN

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 8 o ano o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o :. Leia os textos e responda às questões e. Texto Na Grécia Antiga, Aristóteles (384 a.c.-3 a.c.) já defendia a ideia de que o Universo

Leia mais

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos (Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos na Educação de Surdos Por MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir a Educação em Direitos Humanos como

Leia mais

LEONARDO KOURY MARTINS ENSAIO DISCURSIVO. Concepções acerca de uma nova ordem societária

LEONARDO KOURY MARTINS ENSAIO DISCURSIVO. Concepções acerca de uma nova ordem societária LEONARDO KOURY MARTINS ENSAIO DISCURSIVO Concepções acerca de uma nova ordem societária LEONARDO KOURY MARTINS ENSAIO DISCURSIVO CONCEPÇÕES ACERCA DE UMA NOVA ORDEM SOCIETÁRIA O passado não se pode ser

Leia mais

UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA

UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA Módulo 1 - Aspectos gerais da educação e das relações étnico-raciais Unidade 10 - Para uma educação antirracista Objetivos: Analisar o conceito de multiculturalismo;

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda DISCIPLINA: Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA: 06/02/2012. CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br QUESTÕES DE VESTIBULAR e-mail: especifico@especifico.com.br Av. Rio Claro nº 615 Centro

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

Max WEBER. Apresentando Max Weber. Principais contribuições: 1864-1920 TEMPOS MODERNOS OS CAMINHOS DA RACIONALIDADE

Max WEBER. Apresentando Max Weber. Principais contribuições: 1864-1920 TEMPOS MODERNOS OS CAMINHOS DA RACIONALIDADE Max WEBER 1864-1920 TEMPOS MODERNOS Apresentando Max Weber Principais contribuições: OS CAMINHOS DA RACIONALIDADE O PROTESTANTISMO E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO O MUNDO DESENCANTADO Apresentando Max Weber

Leia mais

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX Ricardo Barros Aluno do curso de Pós graduação (mestrado) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo Sendo as coisas que pensamos

Leia mais

Módulo 1. Introdução à Disciplina

Módulo 1. Introdução à Disciplina Módulo 1. Introdução à Disciplina Você conhece o Marketing ele está à sua volta em todos os locais. Você vê os resultados do Marketing na grande quantidade de produtos disponíveis no shopping center, nos

Leia mais

5 anos da Lei Maria da Penha:

5 anos da Lei Maria da Penha: 5 anos da Lei Maria da Penha: 05 de Agosto Comemoramos nossas conquistas exigindo direitos para todas nós Cinco anos de Lei Maria da Penha: Comemoramos nossas conquistas e repudiamos as desigualdades!

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Curso: Especialização em Psicopedagogia Módulo: Noções Fundamentais de Direito

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2010

PROJETO DE LEI N o, DE 2010 PROJETO DE LEI N o, DE 2010 (Do Sr. Wladimir Costa) Obriga que imagens utilizadas em peças publicitárias ou publicadas em veículos de comunicação, que tenham sido modificadas com o intuito de alterar características

Leia mais

INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM. * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais e sistemas financeiros.

INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM. * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais e sistemas financeiros. INDIVIDUALISMO ÉMILE DURKHEIM Fato Social - Exterioridade (o fato social é exterior ao indivíduo). - Coercitividade. - Generalidade (o fato social é geral). * Os fatos sociais são regras jurídicas, morais

Leia mais

Vitória uma expressão local da cultura de consumo contemporânea¹

Vitória uma expressão local da cultura de consumo contemporânea¹ Vitória uma expressão local da cultura de consumo contemporânea¹ Luiza Dazzi Braga² Lygia Maria Muniz Perini³ Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES. Resumo Este artigo é parte de um projeto

Leia mais

Mulheres dos Anos Dourados

Mulheres dos Anos Dourados Os Anos Dourados O otimismo do pós-guerra, as esperanças no futuro próximo e a sensação de que o país alcançaria de vez a modernidade ainda hoje dão saudades a muita gente. A nostalgia de uma época que

Leia mais

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO

ESTILO E IDENTIDADE. Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO ESTILO E IDENTIDADE Autores: TACIANA CORREIA PINTO VIEIRA DE ANDRADE E CARMEM LÚCIA DE OLIVEIRA MARINHO Introdução Por milhares de anos, foi possível concordar que a mais importante linguagem do homem

Leia mais

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 TEXTO NUM. 2 INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 Max Weber, O indivíduo e a ação social: O alemão Max Weber (1864-1920), diferentemente de Durkheim, tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas

Leia mais

Para pensar... Existe diferença entre criar, inventar e descobrir? O que tem isso a ver com a ação do ser humano? A Evolução da Técnica

Para pensar... Existe diferença entre criar, inventar e descobrir? O que tem isso a ver com a ação do ser humano? A Evolução da Técnica Para pensar... Existe diferença entre criar, inventar e descobrir? O que tem isso a ver com a ação do ser humano? Na Grécia Antiga: A Evolução da Técnica Techné quase sinônimo de arte (enquanto habilidade

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

ELEMENTOS PARA A ANÁLISE DA RELAÇÃO CONSUMO E MEIO AMBIENTE

ELEMENTOS PARA A ANÁLISE DA RELAÇÃO CONSUMO E MEIO AMBIENTE ISSN 1518-3394 v.1 - n.1 - ago./set. de 2000 Disponível em www.cerescaico.ufrn.br/mneme ELEMENTOS PARA A ANÁLISE DA RELAÇÃO CONSUMO E MEIO AMBIENTE Resumo: Sandra Kelly de Araújo Professora do Curso de

Leia mais

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO 3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO Fazer vídeos hoje em dia já não é o bicho de 7 cabeças que realmente foi a pouco tempo atrás. Nesse e-book você vai começar a aprender

Leia mais

SUMÁRIO O MUNDO ANTIGO

SUMÁRIO O MUNDO ANTIGO SUMÁRIO Apresentação Prefácio Introdução 1. Da história da pedagogia à história da educação 2. Três revoluções em historiografia 3. As muitas histórias educativas 4. Descontinuidade na pesquisa e conflito

Leia mais

ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL É muito comum ler em notas de jornais, revistas, internet sobre as classes sociais, geralmente são classificadas da seguinte maneira: classe A, B, C, D, E. No mês de julho de 2008,

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO LINHA DE PESQUISA TEORIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PROJETO IDENTIDADE E A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Leia mais

Resenha. Informar não é comunicar (WOLTON, Dominique. Porto Alegre: Sulinas, 2011).

Resenha. Informar não é comunicar (WOLTON, Dominique. Porto Alegre: Sulinas, 2011). Resenha Informar não é comunicar (WOLTON, Dominique. Porto Alegre: Sulinas, 2011). Bruno Ribeiro NASCIMENTO 1 Dominique Wolton costuma nadar contra a corrente: quando os críticos da indústria cultural

Leia mais

Família. Dias, pags. 235-256

Família. Dias, pags. 235-256 Família Dias, pags. 235-256 Sobre instituições... São sistemas complexos de relações sociais dentro dos quais operam a(s) cultura(s) e a estrutura social. A família, por exemplo, inclui valores (amor,

Leia mais

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7 ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7 Índice 1. Ética empresarial...3 2 1. ÉTICA EMPRESARIAL É neste contexto, e com o objetivo de o mundo empresarial recuperar a confiança, que vai surgindo a ética Empresarial.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NO MUNDO DA TECNOLOGIA

A IMPORTÂNCIA DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NO MUNDO DA TECNOLOGIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A IMPORTÂNCIA DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL NO MUNDO DA TECNOLOGIA Zedequias Vieira Cavalcante¹, Mauro Luis Siqueira da Silva² RESUMO: A Revolução Industrial

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Serasa Experian e Educação Financeira

Serasa Experian e Educação Financeira Família e Dinheiro FAMÍLIA E DINHEIRO Serasa Experian e Educação Financeira O Programa Serasa Experian de Educação Financeira Sonhos Reais é uma iniciativa que alia o conhecimento em crédito da empresa

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Gênero e Religião. Karina Kosicki Bellotti Pós-Doutoranda em História IFCH/UNICAMP Correio eletrônico: karinakbellotti@yahoo.com

Gênero e Religião. Karina Kosicki Bellotti Pós-Doutoranda em História IFCH/UNICAMP Correio eletrônico: karinakbellotti@yahoo.com Gênero e Religião Karina Kosicki Bellotti Pós-Doutoranda em História IFCH/UNICAMP Correio eletrônico: karinakbellotti@yahoo.com SOUZA, Sandra Duarte de. (org.) Gênero e Religião no Brasil: Ensaios Feministas.

Leia mais

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato.

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Luciany Fusco Sereno** Introdução O trabalho tem por objetivo apresentar um estudo de caso realizado na cidade de Barreirinhas-MA

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

All You Zombies. Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959. Versão Portuguesa, Brasil. Wendel Coelho Mendes

All You Zombies. Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959. Versão Portuguesa, Brasil. Wendel Coelho Mendes All You Zombies Wendel Coelho Mendes Versão Portuguesa, Brasil Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959 Esse conto é minha versão sobre a verdadeira história de All You Zombies,

Leia mais

Resenha do livro Comportamentos em Lugares Públicos Notas sobre a organização social dos ajuntamentos, de Erving Goffman (Petrópolis: Vozes, 2010).

Resenha do livro Comportamentos em Lugares Públicos Notas sobre a organização social dos ajuntamentos, de Erving Goffman (Petrópolis: Vozes, 2010). PITANGA, Carolina Vasconcelos. Resenha do livro Comportamentos em lugares públicos Notas sobre a organização social dos ajuntamentos, de Erving Goffman (Petrópolis: Vozes, 2010). RBSE Revista Brasileira

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

Aspectos culturais e relações de gênero 1

Aspectos culturais e relações de gênero 1 Aspectos culturais e relações de gênero 1 Objetivo da Aula A questão de gênero realiza-se culturalmente por ideologias que tomam formas específicas em cada momento histórico e, tais formas, estão associadas

Leia mais

CRÍTICA SEMANAL DA ECONOMIA

CRÍTICA SEMANAL DA ECONOMIA Núcleo de Educação Popular 13 de Maio - São Paulo, SP. CRÍTICA SEMANAL DA ECONOMIA www.criticadaeconomia.com.br EDIÇÃO Nº 1224/1225 Ano 29; 1ª 2ª Semanas Fevereiro 2015. País rico é país com pobreza Enquanto

Leia mais

MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014

MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014 MIGUEL, L. F.; BIROLLI, F. Feminismo e política: uma introdução. São Paulo: Boitempo, 2014 Karen Capelesso 4 O livro Feminismo e política: uma introdução, de Luis Felipe Miguel e Flávia Biroli, se vincula

Leia mais

Título: A vocação de escritor e o romance na cidade de São Paulo 1940-1960

Título: A vocação de escritor e o romance na cidade de São Paulo 1940-1960 1 Plano de atividades para pós-doutorado Título: A vocação de escritor e o romance na cidade de São Paulo 1940-1960 Supervisor: Sergio Miceli Pessôa de Barros Resumo A proposta tem por interesse investigar

Leia mais

Do contrato social ou Princípios do direito político

Do contrato social ou Princípios do direito político Jean-Jacques Rousseau Do contrato social ou Princípios do direito político Publicada em 1762, a obra Do contrato social, de Jean-Jacques Rousseau, tornou-se um texto fundamental para qualquer estudo sociológico,

Leia mais

Gustavo Noronha Silva. Clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber

Gustavo Noronha Silva. Clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber Gustavo Noronha Silva Clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Gustavo Noronha Silva Clássicos da Sociologia: Marx, Durkheim e Weber

Leia mais

Introdução. Introdução

Introdução. Introdução Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Introdução O propósito do marketing e satisfazer as necessidades e desejos dos clientes-alvo. Dessa forma, a análise do comportamento do consumidor visa identificar

Leia mais

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO DESIGUALDADES SOCIAIS DISCIPLINA:SOCIOLOGIA PROFESSOR: WALDENIR 2012

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO DESIGUALDADES SOCIAIS DISCIPLINA:SOCIOLOGIA PROFESSOR: WALDENIR 2012 CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO DESIGUALDADES SOCIAIS DISCIPLINA:SOCIOLOGIA PROFESSOR: WALDENIR 2012 ESTAMOS CONDENADOS A SER DESIGUAIS? No mundo em que vivemos, percebemos que os indivíduos são diferentes

Leia mais

Família nuclear casal e filhos solteiros.

Família nuclear casal e filhos solteiros. Família Uma família é um conjunto de pessoas ligadas por parentesco de sangue, por casamento ou algum outro tipo de relacionamento acordado ou adoção, e que compartilha a responsabilidade básica de reprodução

Leia mais