Capítulo 5. Sensores Digitais

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capítulo 5. Sensores Digitais"

Transcrição

1 Sensores Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson

2 Capítulo 5 Sensores Digitais

3 Capítulo 5 Codificador Incremental de Posição

4 Capítulo 5 Codificador Incremental de Posição

5 Capítulo 5 Efeito Doppler

6 Capítulo 5 Efeito Doppler Emissor em repouso relativamente ao receptor, a radiação emitida chegaria a este último com frequência: Quando o emissor se move relativamente ao receptor com velocidade v, a radiação emitida chega ao receptor com frequência: Onde v tem sinal positivo se o emissor se aproxima do receptor ou sinal negativo no caso contrário

7 Capítulo 5 Efeito Doppler Assim, no receptor o desvio em frequência devido ao efeito Doppler é:

8 Capítulo 5 Efeito Doppler O sinal + ou para as velocidades e é sempre dado orientando-se a trajetória positivamente do observador para a fonte:

9 Capítulo 5 Efeito Doppler - Exercícios 1) Um automóvel com velocidade constante de 72km/h se aproxima de um pedestre parado. A frequência do som emitido pela buzina é de 720Hz. Sabendo que a velocidade do som no ar é de 340m/s, qual a frequência que o pedestre irá ouvir?

10 Capítulo 5 Efeito Doppler Exercícios 2) A figura ao lado representa uma fonte sonora que desloca pela trajetória representada pela linha cheia, com velocidade escalar constante, emitindo um som de frequência constante. Um observador localizado no ponto P escutará o som de forma mais aguda quando a fonte passar por qual ponto?

11 Capítulo 5 Efeito Doppler Exercícios 3) Um maratonista treina correndo ao longo de uma rodovia. Nesta rodovia, no mesmo sentido, trafega um carro com velocidade de 20m/s. Ao avistar o maratonista, o motorista buzina para ncentiválo, com frequência real de 320Hz. Sabendo que a velocidade do som no ar é de 340m/s e que a frequência da buzina percebida pelo maratonista foi de 335Hz, determine a velocidade do maratonista.

12 Capítulo 5 Efeito Doppler Exercícios 4) No esquema abaixo, A é uma ambulância que se move a 108km/h e C é um carro que se move opostamente à ambulância a uma velocidade de 36 km/h. A ambulância, tocando sirene, emite um som de freqüência 900 Hz. Se a velocidade do som no ar (supostamente parado) é de 340 m/s, calcule a freqüência aparente do som ouvido pelo motorista de C: a) antes do cruzamento de seu carro com a ambulância; b) depois do cruzamento de seu carro com a ambulância.

13 Capítulo 5 Velocidade do Som A partir da Primeira Lei da Termodinâmica, aplicada a um gás ideal, em um estado de equilíbrio termodinâmico, obtemos para a velocidade da onda sonora. Onde: é a razão entre o calor específico do gás, a pressão constante, e o seu calor específico, a volume constante (para o ar = 1,402); M - massa molecular (para o ar M = 29,0 10 3Kg /mol); R - constante universal do gases (R = 8,31J /mol K); T - temperatura absoluta.

14 Capítulo 5 Com base na equação anterior encontramos que a velocidade do som no ar, a 0 oc é, aproximadamente, 331,5 m/s. Vemos então que a velocidade do som depende diretamente da temperatura e seu valor aproximado pode ser calculado através de: v = 331,5 + 0,60.ɸ Onde ɸ é a temperatura ambiente em oc.

15 Capítulo 5 Efeito Doppler x Temperatura - Exercícios 8) Calcule a velocidade do som no ar para as temperaturas abaixo: a) 100 oc; b) 25 oc; c) 230 oc.

16 Técnicas de Condicionamento de Sinal

17 Condicionamento Conversão de sinal (ex. impedância/ frequência ou impedância/ tensão); Manipulação do sinal (ex. linearização ou compensação de grandezas de influência); Filtragem (ex. eliminação da f.e.m. induzida pelos 50Hz da rede eléctrica); Amplificação.

18 Conversão Impedância/Tensão Montagem potenciométrica com resistência de polarização fixa.

19 Conversão Impedância/Tensão - Exercício 1) Calcule a tensão de saída Vo do sistema abaixo, considerando que R1 = 220R, Rs = 13,33R e Vi = 18Vdc.

20 Conversão Impedância/Tensão Montagem potenciométrica com resistência de polarização sensível às grandezas de influência.

21 Conversão Impedância/Tensão - Exercício 1) Calcule a tensão de saída Vo do sistema abaixo, considerando que R1 = 200R, Rs = PT-100 e Vi = 24Vdc para as seguintes temperaturas:

22 Conversão Impedância/Tensão - Exercício 2) Calcule a tensão de saída Vo do sistema abaixo, considerando que R1 = 10K, Rs = LDR e Vi = 12Vdc para as seguintes intensidades luminosas:

23

24 Circuitos em Ponte: Medida de Resistências 1º Caso: A relação entre a tensão medida e a variação de resistência é não-linear podendo apenas ser considerada aproximadamente linear para os casos em que a variação da resistência é baixa em comparação com a sua resistência em repouso. Mais ainda, apesar de simples, esta montagem não possui a capacidade de eliminar, da tensão de medida, o efeito das grandezas de influência.

25

26 Circuitos em Ponte: Medida de Resistências 2º Caso: A relação entre a tensão medida e a variação de resistência continua nãolinear. Conseguiu um aumento da sensibilidade da montagem para o dobro. Contudo, com esta topologia não é possível eliminar, da tensão medida, a influência de grandezas parasitas.

27

28 Circuitos em Ponte: Medida de Resistências 3º Caso: A sensibilidade e o erro de não-linearidade são aproximadamente idênticos aos obtidos no primeiro caso. Contudo, com esta topologia é possível compensar a tensão de medida das flutuações de resistência do sensor devido a outras grandezas que não aquela que se pretende medir.

29 Circuitos em Ponte: Medida de Resistências 4º Caso: Esta estratégia de condicionamento não só se duplica a sensibilidade em relação ao terceiro caso como também se melhora a linearidade.

30 Circuitos em Ponte: Medida de Resistências 5º Caso: A única vantagem desta montagem em relação à anterior está no fato de duplicar a sensibilidade.

31 Conversão Impedância/Frequência Multivibrador astável com dois transistores:

32 Conv. Impedância/Frequência - Exercício 7) Calcule a frequência de saída Vo do multivibrador astável abaixo, considerando que C=10uF, C1= 100nF, R1=10K, R2=100K, R=LDR (dados abaixo) e Vcc=12Vdc para as seguintes intensidades luminosas:

33 Conversão Impedância/Frequência Multivibrador astável com amplificador operacional:

34 Conversão Impedância/Frequência 8) Calcule a frequência de saída Vo do multivibrador astável abaixo, considerando que C=10nF, R= NTC (gráfico), R1=10K e R2=100K e Vcc=12Vdc para as seguintes temperaturas:

35 Conversão Impedância/Frequência Multivibrador astável com portas lógicas CMOS (inversoras):

36 Conversão Impedância/Frequência Multivibrador astável com integrado LM/NE555:

37 Pré-Amplificadores Amplificadores Operacionais: O amplificador operacional é um amplificador de corrente contínua do tipo diferencial com elevado ganho possuindo duas entradas, uma inversora e outra não-inversora. O comportamento deste tipo de dispositivo é regulado por uma malha de realimentação e possuem, idealmente, as seguintes características: Ganho de tensão em malha aberta infinito. Impedância de entrada e largura de banda infinita. Impedância de saída nula.

38 Ganho: É uma característica apresentada por um dispositivo amplificador ou atenuador, que consiste em modificar a amplitude de um sinal aplicado à sua entrada.

39 Pré-Amplificadores Amplificador Inversor:

40 Amplificador Inversor - Exercício Calcule o sinal se saída e o ganho do amplificador abaixo em escala linear e db, sabendo que R1=22, Rf=3,3M e Vi = 100mVac:

41 Pré-Amplificadores Amplificador Não-Inversor:

42 Amplificador Não Inversor Exercício Calcule o sinal se saída e o ganho do amplificador abaixo em escala linear e db, sabendo que R1=22, Rf=3,3M e Vi = 100mVac:

43 Pré-Amplificadores Amplificador Somador:

44 Amplificador Somador Exercício Projetar um circuito com A.O. Que produza uma saída igual a: a) (4V1 +V2 + 0,1V3), dado Rf = 60K; b) Escreva uma expressão para a saída e esboce sua forma de onda quando V1 =2.sent, V2 = +5V e V3 = 100V; c) Calcular o valor eficaz total da tensão de saída Vo para o item b.

45 Pré-Amplificadores Amplificador Diferencial:

46 Amplificador Diferencial Exercício Para o circuito a seguir, determinar e expressão de saída Vo:

47 Pré-Amplificadores Integrador:

48 Pré-Amplificadores Amplificador Logarítmico:

49 Pré-Amplificadores Linearização com AMPOPs: Para esta montagem, a relação entre ambas as grandezas é sempre linear e independente da taxa de variação da resistência do sensor.

50 Amplificadores de Instrumentação

51

A Somente I é correta. B Somente II é correta. C Todas estão corretas. D I e II estão corretas. E Somente III é correta.

A Somente I é correta. B Somente II é correta. C Todas estão corretas. D I e II estão corretas. E Somente III é correta. UECEVEST FÍSICA 2 ACÚSTICA PROF: ANDRADE QUESTÃO 01 Ondas de ultrassom são geradas por cristais oscilando rapidamente em um campo elétrico alternado e têm um alcance de frequência de mais de 20 khz. Durante

Leia mais

CAMPUS CENTRO 2ª CERTIFICAÇÃO - SÉRIE: 3ª TURMAS: 1301, 1303, 1305 E

CAMPUS CENTRO 2ª CERTIFICAÇÃO - SÉRIE: 3ª TURMAS: 1301, 1303, 1305 E ALUNO(A): COLÉGIO PEDRO II CAMPUS CENTRO 2ª CERTIFICAÇÃO - SÉRIE: 3ª TURMAS: 1301, 1303, 1305 E 1307 EXERCÍCIOS DE FÍSICA Lista Complementar de Ondas (Acústica) com gabarito comentado PROFESSOR: OSMAR

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO Educação do jeito que deve ser 3ª PROVA PARCIAL DE FÍSICA QUESTÕES FECHADAS

COLÉGIO XIX DE MARÇO Educação do jeito que deve ser 3ª PROVA PARCIAL DE FÍSICA QUESTÕES FECHADAS COLÉGIO XIX DE MARÇO Educação do jeito que deve ser 2016 3ª PROVA PARCIAL DE FÍSICA QUESTÕES FECHADAS Aluno(a): Nº Ano: 2º Turma: Data: 24/11/2016 Nota: Professor(a): Pâmella Duarte Valor da Prova: 20

Leia mais

EXERCÍCIOS DE PREPARAÇÃO B1i EXERCÍCIO REFERENTE À AULA DE AMPLIFICADORES DIFERENCIAIS.

EXERCÍCIOS DE PREPARAÇÃO B1i EXERCÍCIO REFERENTE À AULA DE AMPLIFICADORES DIFERENCIAIS. EXERCÍCIOS DE PREPARAÇÃO B1i Exercícios Preparação B1i EXERCÍCIO REFERENTE À AULA DE AMPLIFICADORES DIFERENCIAIS. Exercício Resolvido : Projetar a polarização de um amplificador diferencial, segundo os

Leia mais

EXERCÍCIOS: AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

EXERCÍCIOS: AMPLIFICADORES OPERACIONAIS EXERCÍCIOS: AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 1) Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmativas: ( ) Um amplificador operacional tem impedância de entrada muito alta. ( ) Um amplificador operacional

Leia mais

Boa Prova e... Aquele Abraço!!!!!!!! Virgílio.

Boa Prova e... Aquele Abraço!!!!!!!! Virgílio. PROVA DE FÍSICA 3 o TRIMESTRE DE 2015 PROF. VIRGÍLIO NOME Nº 9º ANO Olá, caro(a) aluno(a). Segue abaixo uma série de exercícios que têm, como base, o que foi trabalhado em sala de aula durante todo o ano.

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR Escola Superior de Tecnologia de Tomar Departamento de Engenharia Electrotécnica Electrónica I 2007-2008 Exame Duração: 2:00 Horas Data: 31-01-2008 Importante: Todas as respostas

Leia mais

Física. Polícia Rodoviária Federal

Física. Polícia Rodoviária Federal CEM CADERNO DE EXERCÍCIOS MASTER Física Período: 2008-2017 Sumário Física... 3 Cinemática escalar... 3 Dinâmica... 3 Trabalho, energia, impulso e quantidade de movimento... 3 Estática... 5 Ondas... 6 Gabarito...

Leia mais

FGE 0357 Oscilações e Ondas 4ª Lista de exercícios 30/junho/2010.

FGE 0357 Oscilações e Ondas 4ª Lista de exercícios 30/junho/2010. FGE 0357 Oscilações e Ondas 4ª Lista de exercícios 30/junho/2010. 1) (Halliday) A densidade linear de uma corda vibrante é 1,3 x 10-4 kg/m. Uma onda transversal propaga-se na corda e é descrita pela equação:

Leia mais

2 Objetivos Verificação e análise das diversas características de amplificadores operacionais reais.

2 Objetivos Verificação e análise das diversas características de amplificadores operacionais reais. Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6 1 Título Prática 11 Características dos Amplificadores Operacionais 2 Objetivos Verificação e análise das diversas características

Leia mais

Resolução de Questões do ENEM (Manhã)

Resolução de Questões do ENEM (Manhã) Resolução de Questões do ENEM (Manhã) Resolução de Questões do ENEM (Manhã) 1. Em museus de ciências, é comum encontrarem-se máquinas que eletrizam materiais e geram intensas descargas elétricas. O gerador

Leia mais

Electrotecnia. Informática para a Saúde. Amplificadores Operacionais

Electrotecnia. Informática para a Saúde. Amplificadores Operacionais Electrotecnia Informática para a Saúde Amplificadores Operacionais Sumário Amplificadores Operacionais 1 Simbologia 2 Características 3 Funcionamento 4 Configurações Básicas: 4.1 Amplificador Inversor

Leia mais

Propagação em Pequena Escala. CMS Bruno William Wisintainer

Propagação em Pequena Escala. CMS Bruno William Wisintainer Propagação em Pequena Escala CMS 60808 2016-1 Bruno William Wisintainer bruno.wisintainer@ifsc.edu.br Definição Modelos que caracterizam as variações rápidas da potência do sinal quando o móvel é deslocado

Leia mais

Efeito Doppler. Página 1 de 10

Efeito Doppler.  Página 1 de 10 Efeito Doppler 1. (Pucrs 2007) Quando uma ambulância se aproxima ou se afasta de um observador, este percebe uma variação na altura do som emitido pela sirene (o som percebido fica mais grave ou mais agudo).

Leia mais

Curso Técnico em Eletroeletrônica Eletrônica Analógica II

Curso Técnico em Eletroeletrônica Eletrônica Analógica II Curso Técnico em Eletroeletrônica Eletrônica Analógica II Aula 09 Amplificador Operacional: Características Buffer Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino 2016 AMPLIFICADORES OPERACIONAIS É um amplificador

Leia mais

Aula 15 Amplificadores Operacionais (pág. 453 a 459)

Aula 15 Amplificadores Operacionais (pág. 453 a 459) Aula 15 Amplificadores Operacionais (pág. 453 a 459) Prof. Dr. Aparecido Nicolett PUC-SP Slide 1 Considerações gerais: Amplificadores Operacionais são amplificadores diferencias com ganho muito alto, impedância

Leia mais

Capítulo 3: Osciladores, V CO e PLL (sintetizadores de frequência)

Capítulo 3: Osciladores, V CO e PLL (sintetizadores de frequência) (sintetizadores de frequência) Tipos osciladores Cir. Eletrônica Aplica. Definição e aplicação Classes: 2 Tipos: senoidais, triangulares e onda quadrada Fatores: Frequência de operação Amplitude de saída

Leia mais

AULA DEMONSTRATIVA. Matemática. Professor Guilherme Neves. Aula 00 Aula Demonstrativa

AULA DEMONSTRATIVA. Matemática. Professor Guilherme Neves.  Aula 00 Aula Demonstrativa AULA DEMONSTRATIVA Matemática Professor Guilherme Neves www.pontodosconcursos.com.br Aula 00 Aula Demonstrativa www.pontodosconcursos.com.br Professor Guilherme Neves 1 Aula Conteúdo Programático Data

Leia mais

Electrónica e Instrumentação

Electrónica e Instrumentação Electrónica e Instrumentação Engenharia Mecânica 4º ano Caderno de Exercícios 2002 / 03 FM EI 4EM Introdução O presente Caderno de Problemas destinase a apoiar as aulas da disciplina de Electrónica e Instrumentação

Leia mais

ONDULATÓRIA. Neste capítulo vamos definir e classificar as ondas quanto à sua natureza e estudar alguns fenômenos ondulatórios.

ONDULATÓRIA. Neste capítulo vamos definir e classificar as ondas quanto à sua natureza e estudar alguns fenômenos ondulatórios. AULA 19 ONDULATÓRIA 1- INTRODUÇÃO Neste capítulo vamos definir e classificar as ondas quanto à sua natureza e estudar alguns fenômenos ondulatórios. 2- DEFINIÇÃO Onda é qualquer perturbação que se propaga

Leia mais

4. AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

4. AMPLIFICADORES OPERACIONAIS . AMPLIFICADOES OPEACIONAIS Fernando Gonçalves Instituto Superior Técnico Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica - 00/005 O Amplificador Operacional O amplificador operacional é um componente

Leia mais

= 3,0m/s. Em certo momento, lança-se, horizontalmente, sobre ele um bloco de massa m 2. = 2,0kg, com velocidade inicial v 20

= 3,0m/s. Em certo momento, lança-se, horizontalmente, sobre ele um bloco de massa m 2. = 2,0kg, com velocidade inicial v 20 Física QUESTÕES de 01 a 06 LEIA CUIDADOSAMENTE O ENUNCIADO DE CADA QUESTÃO, FORMULE SUAS RESPOSTAS COM OBJETIVIDADE E CORREÇÃO DE LINGUAGEM E, EM SEGUIDA, TRANSCREVA COMPLETAMENTE CADA UMA NA FOLHA DE

Leia mais

Física para Engenharia II - Prova P2-2012

Física para Engenharia II - Prova P2-2012 430196 Física para Engenharia II - Prova P - 01 Observações: Preencha todas as folhas com o seu nome, número USP, número da turma e nome do professor. A prova tem duração de horas. Não somos responsáveis

Leia mais

V in (+) V in (-) V O

V in (+) V in (-) V O CAPÍTULO III INTRODUÇÃO AOS AMPLIFICADORES OPERACIONAIS Introdução aos OPAMPS I - Introdução : Os amplificadores operacionais são dispositivos aplicados à eletrônica analógica. É o dispositivo de maior

Leia mais

Prova de Física Prof. Júnior

Prova de Física Prof. Júnior Prova de Física Prof. Júnior Em dois veículos iguais (mesma massa) colidindo numa parede, um a 80 km/h e o outro a 60 km/h, em qual deles o efeito da colisão será maior? Logicamente o estrago será maior

Leia mais

Fig. 1 (a) Diagrama de Amplitude e (b) diagrama de fase de um filtro passa-baixo (um polo em s=ω o

Fig. 1 (a) Diagrama de Amplitude e (b) diagrama de fase de um filtro passa-baixo (um polo em s=ω o Fig. 1 (a) Diagrama de Amplitude e (b) diagrama de fase de um filtro passa-baixo (um polo em s=ω o ). 0 Fig. 2 (a) Diagrama de Amplitude e (b) diagrama de fase de um filtro passa-alto (um zero em s=0 e

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS - ONDAS

LISTA DE EXERCÍCIOS - ONDAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE FÍSICA - DEPARTAMENTO DE FÍSICA GERAL DISCIPLINA: FIS 1 - FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-E www.fis.ufba.br/~fis1 LISTA DE EXERCÍCIOS - ONDAS 013.1 1. Considere

Leia mais

PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS. LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas

PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS. LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas Conteúdo P1 - Amplificador operacional...3 P2 - RTEC....5 P3 - RTET e RTEC....7 P4 - Realimentação positiva...9 P5 - Intensidade luminosa....11

Leia mais

Experimento #2 AMPLIFICADOR OPERACIONAL

Experimento #2 AMPLIFICADOR OPERACIONAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA Experimento #2 AMPLIFICADOR OPERACIONAL Aplicações com amplificadores

Leia mais

Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014

Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014 Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014 01 - Em uma competição de salto em distância, um atleta de 70kg tem, imediatamente antes do salto, uma velocidade na direção horizontal de módulo 10m/s. Ao saltar,

Leia mais

DISCIPLINA: FÍSICA 1 - PDF PROFESSOR(A): ANDERSON Curso: E.M. TURMA: ( ) 3101 ( ) 3102 DATA:

DISCIPLINA: FÍSICA 1 - PDF PROFESSOR(A): ANDERSON Curso: E.M. TURMA: ( ) 3101 ( ) 3102 DATA: EXERCÍCIOS ON LINE 1º Bimestre DISCIPLINA: FÍSICA 1 - PDF PROFESSOR(A): ANDERSON Curso: E.M. TURMA: ( ) 3101 ( ) 3102 DATA: NOME: Nº.: 1) (Puccamp-SP) Dois trens trafegam em sentidos contrários com movimentos

Leia mais

- A mecânica é a parte da Física que estuda os movimentos; - Estuda o movimento dos corpos sem abordar as causas desse movimento. RESPONDA!

- A mecânica é a parte da Física que estuda os movimentos; - Estuda o movimento dos corpos sem abordar as causas desse movimento. RESPONDA! CAPÍTULO 11 O MOVIMENTO COM VELOCICADE CONSTANTE - A mecânica é a parte da Física que estuda os movimentos; - Ela pode ser dividida em: A) CINEMÁTICA - Estuda o movimento dos corpos sem abordar as causas

Leia mais

ONDAS. é solução da equação de propagação de onda

ONDAS. é solução da equação de propagação de onda ONDAS 1. Uma estação de rádio emite a uma frequência de 760 khz. A velocidade das ondas de rádio é igual a 3 10 8 m/s. Determine o respectivo comprimento de onda (c.d.o.). 2. Um diapasão oscila com a frequência

Leia mais

ELECTRÓNICA GERAL FILTROS ACTIVOS E OSCILADORES 1º TRABALHO DE LABORATÓRIO 1º SEMESTRE 2015/2016 JOSÉ GERALD E PEDRO VITOR

ELECTRÓNICA GERAL FILTROS ACTIVOS E OSCILADORES 1º TRABALHO DE LABORATÓRIO 1º SEMESTRE 2015/2016 JOSÉ GERALD E PEDRO VITOR ELECTRÓNICA GERAL 1º TRABALHO DE LABORATÓRIO FILTROS ACTIVOS E OSCILADORES 1º SEMESTRE 2015/2016 JOSÉ GERALD E PEDRO VITOR AGOSTO 2015 Sessão 1 Secções Biquadráticas com 3 Amplificadores Operacionais 1.1

Leia mais

01. No chuveiro elétrico ocorre a transformação de energia elétrica em energia térmica em virtude do efeito Joule que acontece quando a corrente

01. No chuveiro elétrico ocorre a transformação de energia elétrica em energia térmica em virtude do efeito Joule que acontece quando a corrente 01. No chuveiro elétrico ocorre a transformação de energia elétrica em energia térmica em virtude do efeito Joule que acontece quando a corrente elétrica atravessa o resistor do chuveiro. A temperatura

Leia mais

Gráficos de M.U.V. Movimento Uniformemente Variado Velocidade pelo Tempo

Gráficos de M.U.V. Movimento Uniformemente Variado Velocidade pelo Tempo Gráficos de M.U.V. Movimento Uniformemente Variado Velocidade pelo Tempo 1. (Uerj 015) Em uma pista de competição, quatro carrinhos elétricos, numerados de I a IV, são movimentados de acordo com o gráfico

Leia mais

CURCEP 2015 ACÚSTICA

CURCEP 2015 ACÚSTICA CURCEP 2015 ACÚSTICA FÍSICA B PROF.: BORBA INTRODUÇÃO É o segmento da Física que interpreta o comportamento das ondas sonoras audíveis frente aos diversos fenômenos ondulatórios. ONDA SONORA: Onda mecânica,

Leia mais

PARTE II - Circuitos Resistivos Não-Lineares

PARTE II - Circuitos Resistivos Não-Lineares Problema 2.1 Amplificador não inversor PATE II ircuitos esistivos NãoLineares onsidere o amplificador da figura 2.1. A tensão, v in, na entrada do amplificador operacional (A.O.), que se supõe ideal, é

Leia mais

Eletrônica Digital. Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br

Eletrônica Digital. Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br Eletrônica Digital Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br Conversores D/A Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br Analógico X Digital Variação Contínua Infinitos Valores tempo

Leia mais

Observação: As ondas são as que antecedem, a perturbação formada de espumas, há o transporte de energia e a oscilação, não há o transporte da matéria.

Observação: As ondas são as que antecedem, a perturbação formada de espumas, há o transporte de energia e a oscilação, não há o transporte da matéria. ONDAS Para a Física, a onda é uma perturbação que se propaga no espaço ou em qualquer outro meio. Elas são classificadas em relação à natureza, direção e energia de propagação. Definição: As ondas são

Leia mais

Mecânica Efeito Doppler Acústico

Mecânica Efeito Doppler Acústico Efeito Doppler Acústico O que você pode aprender... - Propagação de ondas sonoras - Deslocamento Doppler de freqüência Princípio: Se uma fonte de som estiver em movimento relativo ao seu meio de propagação,

Leia mais

Resolução Comentada Unesp - 2013-1

Resolução Comentada Unesp - 2013-1 Resolução Comentada Unesp - 2013-1 01 - Em um dia de calmaria, um garoto sobre uma ponte deixa cair, verticalmente e a partir do repouso, uma bola no instante t0 = 0 s. A bola atinge, no instante t4, um

Leia mais

/LFHQFLDWXUDHP(QJHQKDULDGH 6LVWHPDVH&RPSXWDGRUHV,QVWUXPHQWDomRH0HGLGDV

/LFHQFLDWXUDHP(QJHQKDULDGH 6LVWHPDVH&RPSXWDGRUHV,QVWUXPHQWDomRH0HGLGDV 81,9(6,'$'('$0$'(,$ ([HUFtFLRVDUHVROYHUQDDXOD Considere a função YW representada na figura. (Exercício adaptado do Prob. 1 de [1]). )LJXUD. Oscilograma com uma tensão rectangular. Determine: D Os valores

Leia mais

Condicionamento de sinais analógicos

Condicionamento de sinais analógicos Condicionamento de sinais analógicos O condicionamento do sinal analógico do sensor/transdutor é uma etapa fundamental antes de ser efetuada a conversão A/D. Os principais processos de condicionamento

Leia mais

Eletrônica Básica II. Amplificadores Diferenciais e Multiestágio

Eletrônica Básica II. Amplificadores Diferenciais e Multiestágio Eletrônica Básica II Amplificadores Diferenciais e Multiestágio Amplificadores Diferenciais O amplificador diferencial é a configuração mais utilizada em circuitos integrados analógicos Como exemplo, o

Leia mais

I - colocam-se 100 g de água fria no interior do recipiente. Mede-se a temperatura de equilíbrio térmico de 10ºC.

I - colocam-se 100 g de água fria no interior do recipiente. Mede-se a temperatura de equilíbrio térmico de 10ºC. Questão 1: Um recipiente metálico, isolado termicamente, pode ser usado como calorímetro. Com esse objetivo, é preciso determinar primeiramente a capacidade térmica C do calorímetro, o que pode ser feito

Leia mais

LISTA - RECUPERAÇÃO. Além desta lista, que deverá ser resolvida e levada à escola no dia da recuperação, recomendamos também:

LISTA - RECUPERAÇÃO. Além desta lista, que deverá ser resolvida e levada à escola no dia da recuperação, recomendamos também: IÊNIAS ÍSIA Data: Nome N o 9 o Ano LISTA - REUPERAÇÃO omunicado REUPERAÇÃO de ÍSIA 9º Ano 2016 Prof. André Sayão e Profa. Luciana Além desta lista, que deverá ser resolvida e levada à escola no dia da

Leia mais

Folha 3 Amplificadores operacionais (ampops).

Folha 3 Amplificadores operacionais (ampops). Folha 3 Amplificadores operacionais (ampops). 1. Os fios de ligação aos terminais de saída de um transdutor captam um ruído de interferência com frequência de 60 Hz e 1 V de amplitude. O sinal de saída

Leia mais

1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes moles é?

1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes moles é? Exercícios de Física 1- Quais das seguintes freqüências estão dentro da escala do ultrassom? a) 15 Hz b) 15 KHz c) 15 MHz d) 17.000 Hz e) 19 KHz 2- A velocidade média de propagação nos tecidos de partes

Leia mais

VESTIBULAR UFPE UFRPE / ª ETAPA

VESTIBULAR UFPE UFRPE / ª ETAPA VESTIBUAR UFPE UFRPE / 1999 2ª ETAPA NOME DO AUNO: ESCOA: SÉRIE: TURMA: FÍSICA 3 VAORES DE AGUMAS GRANDEZAS FÍSICAS Aceleração da gravidade: 1 m/s 2 Calor específico da água: 1, cal/g ºC Calor latente

Leia mais

Ondas Sonoras. Profo Josevi Carvalho

Ondas Sonoras. Profo Josevi Carvalho Ondas Sonoras Profo Josevi Carvalho INTRODUÇÃO É o ramo da Física que interpreta o comportamento das ondas sonoras audíveis frente aos diversos fenômenos ondulatórios. ONDA SONORA: Onda mecânica, longitudinal

Leia mais

INTERFACE COM O MUNDO ANALÓGICO

INTERFACE COM O MUNDO ANALÓGICO INTERFACE COM O MUNDO ANALÓGICO Grandeza Digital grandeza que assume um número finito de valores entre um intervalo. O número possível de valores é uma função da quantidade de bits disponíveis para a representação.

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS CENTRO FÍSICA 3ª SÉRIE TESTE TURMAS 1301 e 1303

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS CENTRO FÍSICA 3ª SÉRIE TESTE TURMAS 1301 e 1303 COLÉGIO PEDRO II CAMPUS CENTRO FÍSICA 3ª SÉRIE TESTE TURMAS 1301 e 1303 Professor: Pedro Terra Coordenador: Sérgio Lima TURMA: NOTA NOME: NÚMERO: Responda às questões objetivas no quadro abaixo, a caneta

Leia mais

ANALISADOR DE ESPECTROS

ANALISADOR DE ESPECTROS Sistemas de Medida em Radiofrequência ANALISADOR DE ESPECTROS Prof. Francisco Alegria Outubro de 2003 Analisador de Espectros Visualização e análise de um sinal no domínio da frequência. Determinação do

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 3

LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 3 LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 3 Questões 1) Na Figura 1, três longos tubos (A, B e C) são preenchidos com diferentes gases em diferentes pressões. A razão entre o módulo da elasticidade volumar e a densidade

Leia mais

Experiência: CIRCUITOS INTEGRADORES E DERIVADORES COM AMPOP

Experiência: CIRCUITOS INTEGRADORES E DERIVADORES COM AMPOP ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

Fundamentos de Electrónica

Fundamentos de Electrónica 3 Circuitos Corrente alternada de corrente contínua Corrente alternada sinusoidal A electricidade é produzida por geradores em centrais eléctricas e distribuída aos consumidores industriais e domésticos,

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO ELECTRÓNICA. Trabalho de Laboratório AMPLIFICADOR DIFERENCIAL

INSTRUMENTAÇÃO ELECTRÓNICA. Trabalho de Laboratório AMPLIFICADOR DIFERENCIAL INSTUMENTAÇÃO ELECTÓNICA Trabalho de Laboratório AMPLIFICADO DIFEENCIAL INTODUÇÃO: Um amplificador diferencial é essencialmente um circuito constituído por um amplificador operacional de elevado ganho

Leia mais

Modos Normais de Vibração. Ressonância num Tubo Fechado

Modos Normais de Vibração. Ressonância num Tubo Fechado Modos Normais de Vibração. Ressonância num Tubo Fechado Prof. Niels Fontes Lima Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Determinação da resposta de um tubo fechado em ambas extremidades

Leia mais

O Som O som é uma onda mecânica, pois necessita de um meio material para se propagar. O Som. Todos os sons resultam de uma vibração (ou oscilação).

O Som O som é uma onda mecânica, pois necessita de um meio material para se propagar. O Som. Todos os sons resultam de uma vibração (ou oscilação). O Som Todos os sons resultam de uma vibração (ou oscilação). O Som O som é uma onda mecânica, pois necessita de um meio material para se propagar. As ondas sonoras são longitudinais. Resultam de compressões

Leia mais

ONDULATÓRIA II : INTERFERÊNCIA / ACÚSTICA E ONDAS HARMÔNICAS

ONDULATÓRIA II : INTERFERÊNCIA / ACÚSTICA E ONDAS HARMÔNICAS 1. (Fac. Albert Einstein - Medicina 016) Em 1816 o médico francês René Laënnec, durante um exame clínico numa senhora, teve a ideia de enrolar uma folha de papel bem apertada e colocar seu ouvido numa

Leia mais

28/10/2010 IFBA. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista, 2010.

28/10/2010 IFBA. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista, 2010. IFBA CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE Vitória da Conquista, 2010 2 a Parte Introdução Amplificador Operacional 1 Amp-Ops A maioria são dispositivos de

Leia mais

Ondas. Jaime Villate, FEUP, Outubro de 2005

Ondas. Jaime Villate, FEUP, Outubro de 2005 Ondas Jaime Villate, FEUP, Outubro de 2005 1 Descrição matemática das ondas Uma onda é uma perturbação que se propaga num meio. Por eemplo, uma onda que se propaga numa corda ou o som que se propaga no

Leia mais

Física. Leo Gomes (Vitor Logullo) Ondas

Física. Leo Gomes (Vitor Logullo) Ondas Ondas Ondas 1. Uma onda sonora e outra onda luminosa monocromática, após se propagarem no ar, sofrem refração ao passarem do ar para o vidro. Esquematize suas trajetórias, justificando. 2. Um pincel de

Leia mais

ENEM 2013 Resolução de Física Caderno ROSA = 5 40 = 0,125

ENEM 2013 Resolução de Física Caderno ROSA = 5 40 = 0,125 ENEM 203 Resolução de Física Caderno ROSA 47. Alternativa (B) Sendo uma troca de calor, podemos resolver da seguinte orma: Q q Q p m q c T m c T m q.. (70 30) m.. (25 30) m q. 40 m. 5 m q m 5 40 0,25 49.

Leia mais

Folhas de exercícios de Ondas

Folhas de exercícios de Ondas DEF-FEUP Física MIEC - 2012/2013 Folhas de exercícios de Ondas Ondas - 1 Descrição cinemática das ondas; Intensidade; Nível de intensidade sonora Problemas 1.1 Mostre explicitamente que as funções de onda

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica - CEL037

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica - CEL037 Página 1 de 5 1 Título 2 Objetivos Prática 10 Aplicações não lineares do amplificador operacional. Estudo e execução de dois circuitos não lineares que empregam o amplificador operacional: comparador sem

Leia mais

A prova foi de nível médio para difícil, considerando que se trata de uma matéria complexa, que a maioria não gosta, nem tem afinidade.

A prova foi de nível médio para difícil, considerando que se trata de uma matéria complexa, que a maioria não gosta, nem tem afinidade. Comentário da prova de Física PRF 013 COMNTÁRIO PROA DA PRF 013 Pro. - CSP inícius Silva Aula 03 Olá prezados concurseiros da PRF 013, é com muito prazer que venho echar o meu trabalho para esse concurso

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento Informática Disciplina Sistemas de Instrumentação Engenharia de Sistemas e 1 Ano Curso Ano º Semestre Informática º Lectivo Aulas Teórico-Práticas Ficha de Trabalho N.º3 005/006 Título Condicionamento

Leia mais

FIS01183 Prova 3 Semestre 2010/1 Turma H/HH. Em todas as questões explicite seu raciocínio e os cálculos realizados. Boa prova!

FIS01183 Prova 3 Semestre 2010/1 Turma H/HH. Em todas as questões explicite seu raciocínio e os cálculos realizados. Boa prova! FIS01183 Prova 3 Semestre 2010/1 Turma H/HH Nome: Matrícula: Em todas as questões explicite seu raciocínio e os cálculos realizados. Boa prova! 1. O experimento de ondas na corda realizado em laboratório

Leia mais

( a ) ( b ) Figura1: Amplificador operacional Símbolo e circuito equivalente

( a ) ( b ) Figura1: Amplificador operacional Símbolo e circuito equivalente Amplificador Operacional - 1 - AMPLIFICADOR OPERACIONAL 1.Introdução O amplificador operacional (AO) é um dispositivo em circuito integrado (CI) que tem grande aplicações em todas as áreas da eletrônica.

Leia mais

Exercícios cinemática Conceitos básicos e Velocidade média

Exercícios cinemática Conceitos básicos e Velocidade média Física II Professor Alexandre De Maria Exercícios cinemática Conceitos básicos e Velocidade média COMPETÊNCIA 1 Compreender as Ciências Naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas,

Leia mais

SENSORES. Acelerômetro. Sensore de temperatura. Sensore de luminosidade. Chave de fim de curso. Interruptor de lâminas. Sensor potenciômetro

SENSORES. Acelerômetro. Sensore de temperatura. Sensore de luminosidade. Chave de fim de curso. Interruptor de lâminas. Sensor potenciômetro SENSORES São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e que transmitem um sinal para um dispositivo de medição ou controle. 1 SENSORES Acelerômetro

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco

Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Eletrônica e Sistemas Prática 1: Modulação em Largura de Pulso (PWM) Circuitos de Comunicação Professor: Hélio Magalhães Alberto Rodrigues Vitor Parente

Leia mais

Circuitos Elétricos Ativos, análise via transformada de Laplace

Circuitos Elétricos Ativos, análise via transformada de Laplace Circuitos Elétricos Ativos, análise via transformada de Laplace Carlos Eduardo de Brito Novaes carlosnov@gmail.com 8 de maio de 0 Introdução Utilizando a transformada de Laplace, a modelagem dinâmica de

Leia mais

As figuras acima mostram as linhas de indução de um campo magnético uniforme B r

As figuras acima mostram as linhas de indução de um campo magnético uniforme B r 1) No sistema mostrado abaixo, as roldanas e os fios são ideais e o atrito é considerado desprezível. As roldanas A, B, e C são fixas e as demais são móveis sendo que o raio da roldana F é o dobro do raio

Leia mais

AVALIAÇÃO DE FÍSICA P1 I BIMESTRE

AVALIAÇÃO DE FÍSICA P1 I BIMESTRE Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Fabrizio Série: 1º ANO Disciplina: Física Data da prova: 22/02/14 AVALIAÇÃO DE FÍSICA P1 I BIMESTRE 1 - Considere a figura

Leia mais

Universidade Federal do Paraná - Engenharia Mecânica DEMEC Prof. Alessandro Marques Disciplina: Sistemas de Medições 1 (Exercícios)

Universidade Federal do Paraná - Engenharia Mecânica DEMEC Prof. Alessandro Marques Disciplina: Sistemas de Medições 1 (Exercícios) 1) Um manômetro foi construído com estes módulos: a) Transdutor extensométrico Faixa de medição: 0 a 20 bar Sensibilidade: 2 mv/bar Incerteza Expandida (U TE ): ± 0,02 mv b) Amplificador Faixa de medição:

Leia mais

G 6,7 10 m kg s. Lista Especial exercícios de Física Assunto: GRAFICO_MRU_E_MRUV Prof. Elizeu. g 10,0 m s e a constante da gravitação universal como

G 6,7 10 m kg s. Lista Especial exercícios de Física Assunto: GRAFICO_MRU_E_MRUV Prof. Elizeu. g 10,0 m s e a constante da gravitação universal como Lista Especial exercícios de Física Assunto: GRAFICO_MRU_E_MRUV Prof. Elizeu 01. (Unicamp 017) O semáforo é um dos recursos utilizados para organizar o tráfego de veículos e de pedestres nas grandes cidades.

Leia mais

O circuito LCR ressonante

O circuito LCR ressonante p. 1/3 Resumo O circuito LCR ressonante Realização de Filtro Passa-Baixo, Passa-Alto, Passa Banda, Notch, Passa-Tudo Realização de Filtros Activos de Segunda Ordem baseados em substituição de Indutância

Leia mais

Capitulo 3 - Amplificador Operacional

Capitulo 3 - Amplificador Operacional Capitulo 3 - Amplificador Operacional 1 3.1 Conceito amplificador CC multiestágio, com entrada diferencial operações matemáticas como soma, integrações, etc 3.2 Principais Características a) Resistência

Leia mais

4 - RADAR DE IMPULSOS

4 - RADAR DE IMPULSOS 4 - RADAR DE IMPULSOS 65 Exemplo impulso Exemplo dum impulso, com valores comuns para um radar de vigilância do ar de médio alcance 66 1 sinal emitido A 1 é a amplitude f t é a frequência da portadora

Leia mais

RELEMBRANDO ONDAS LONGITUDINAIS

RELEMBRANDO ONDAS LONGITUDINAIS ACÚSTICA ONDAS SONORAS Possuem origem MECÂNICAS. Propagam-se somente em meios materiais; Não se propagam no vácuo. O sistema auditivo de uma pessoa normal é sensibilizado por uma frequência entre 20Hz

Leia mais

Para perceber porque é que os corpos quentes radiam energia é necessário perceber o que é o calor.

Para perceber porque é que os corpos quentes radiam energia é necessário perceber o que é o calor. A informação do BI dos Corpos Celestes Para perceber porque é que os corpos quentes radiam energia é necessário perceber o que é o calor. Para perceber o espectro estelar (que é mais complicado que o do

Leia mais

Revisão de Amplificadores Operacionais e Polarização de

Revisão de Amplificadores Operacionais e Polarização de nstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Osciladores e Multivibradores Revisão de Amplificadores Operacionais e Polarização de Transistores

Leia mais

Colectânea de Problemas

Colectânea de Problemas Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Mestrado em Engenharia Física Tecnológica (MEFT) Mestrado em Engenharia Biomédica (MEBiom) Colectânea de Problemas 1 Teoria dos Circuitos 2 Circuitos com

Leia mais

Curso: E.M. TURMA: 1101 / 1102 DATA:

Curso: E.M. TURMA: 1101 / 1102 DATA: 1) Determine o módulo do vetor soma de a (a = 60 u) com b (b = 80 u) em cada caso: a) b) EXERCÍCIOS ON LINE 1º Bimestre DISCIPLINA: FISICA 1 PROFESSOR(A): ANDERSON Curso: E.M. TURMA: 1101 / 1102 DATA:

Leia mais

CARACTERÍSTICAS 1. INTRODUÇÃO AO AMPOP. Porque usar AMPOP? Preço; Tamanho; Consumo; Confiabilidade. ticas. Integração:

CARACTERÍSTICAS 1. INTRODUÇÃO AO AMPOP. Porque usar AMPOP? Preço; Tamanho; Consumo; Confiabilidade. ticas. Integração: . INTODUÇÃO AO AMPOP Os amplificadores operacionais são dispositivos extremamente versáteis com uma imensa gama de aplicações em toda a eletrônica. Os amplificadores operacionais são amplificadores de

Leia mais

Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II Aula 11 Amplificadores Operacionais Par diferencial e características elétricas

Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II Aula 11 Amplificadores Operacionais Par diferencial e características elétricas Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II Aula 11 Amplificadores Operacionais Par diferencial e características elétricas Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino CONFIGURAÇÕES COMPOSTAS COM

Leia mais

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 322 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS PROJETO DO CURSO MULTÍMETRO DIGITAL MICROCONTROLADO

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) CADERNO DE PROVAS PROVA DISCURSIVA

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) CADERNO DE PROVAS PROVA DISCURSIVA Concurso Público - NÍVEL MÉDIO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) CARGO: Técnico da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Técnico 1 Padrão I TEMA: CADERNO DE PROVAS PROVA DISCURSIVA

Leia mais

Radiação de corpo negro, f.e.m. termoelétrica, dependência da resistência com a temperatura.

Radiação de corpo negro, f.e.m. termoelétrica, dependência da resistência com a temperatura. 1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira Instituto de Física - UFRJ Tópicos Relacionados Radiação de corpo negro, f.e.m. termoelétrica, dependência

Leia mais

[Pot] = = = M L 2 T 3

[Pot] = = = M L 2 T 3 1 e No Sistema Internacional, a unidade de potência é watt (W). Usando apenas unidades das grandezas fundamentais, o watt equivale a a) kg m/s b) kg m 2 /s c) kg m/s 2 d) kg m 2 /s 2 e) kg m 2 /s 3 A equação

Leia mais

Física. a) As intensidades da figura foram obtidas a uma distância r = 10 m da rodovia. Considere que a intensidade. do ruído sonoro é dada por I =

Física. a) As intensidades da figura foram obtidas a uma distância r = 10 m da rodovia. Considere que a intensidade. do ruído sonoro é dada por I = Física Revisão Prova bimestral 3 os anos Julio jun/11 Nome: Nº: Turma: 1. (Unicamp) O ruído sonoro nas proximidades de rodovias resulta, predominantemente, da compressão do ar pelos pneus de veículos que

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS CENTRO FÍSICA 3ª SÉRIE 2ª CERTIFICAÇÃO 2ª chamada

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS CENTRO FÍSICA 3ª SÉRIE 2ª CERTIFICAÇÃO 2ª chamada COLÉGIO PEDRO II CAMPUS CENTRO FÍSICA 3ª SÉRIE 2ª CERTIFICAÇÃO 2ª chamada Professores: Osmar Preussler e Pedro Terra Coordenador: Sérgio Lima TURMA: NOTA NOME: NÚMERO: QUESTÕES OBJETIVAS 1. Dois trens

Leia mais

Lab 12 Modulação ASK, PSK e FSK

Lab 12 Modulação ASK, PSK e FSK Objectivos Analisar os sinais ASK, PSK e FSK em relação à largura de banda e espectro em frequência, com e sem utilização de filtro. Mostrar a vantagem de utilização deste tipo de modulação para circuitos

Leia mais

Lista de Exercícios de Física. Cinemática - Velocidade Escalar Média e Velocidade Relativa

Lista de Exercícios de Física. Cinemática - Velocidade Escalar Média e Velocidade Relativa Cinemática - Velocidade Escalar Média e Velocidade Relativa 1. (UFRJ) Heloísa, sentada na poltrona de um ônibus, afirma que o outro passageiro sentado á sua frente não se move, ou seja, está em repouso.

Leia mais

Processo Avaliativo AVP - 4º Bimestre/2016 Disciplina: Física 2ª série EM A Data: Nome do aluno Nº Turma

Processo Avaliativo AVP - 4º Bimestre/2016 Disciplina: Física 2ª série EM A Data: Nome do aluno Nº Turma Processo Avaliativo AVP - 4º Bimestre/2016 Disciplina: Física 2ª série EM A Data: Nome do aluno Nº Turma Atividade Avaliativa: entregar a resolução de todas as questões. 1. (Fuvest 2013) A tabela traz

Leia mais

Conversores Digital/Analógico (D/A) e Analógico/Digital (A/D)

Conversores Digital/Analógico (D/A) e Analógico/Digital (A/D) Conversores Digital/Analógico (D/A) e Analógico/Digital (A/D) Conversores A/D e D/A são a base de todo o interfaceamento eletrônico entre o mundo analógico e o mundo digital. Estão presentes na grande

Leia mais

Eletrônica Analógica

Eletrônica Analógica UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES Eletrônica Analógica Amplificadores Operacionais Professor Dr. Lamartine Vilar de Souza lvsouza@ufpa.br www.lvsouza.ufpa.br

Leia mais