MODELO DE UM FRAMEWORK PARA O ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE

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1 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS PONTA GROSSA DEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PPGEP DANILLO LEAL BELMONTE MODELO DE UM FRAMEWORK PARA O ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE PONTA GROSSA FEVEREIRO 2007

2 DANILLO LEAL BELMONTE MODELO DE UM FRAMEWORK PARA O ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Engenharia de Produção, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Área de Concentração: Gestão Industrial, do Departamento de Pesquisa e Pós-Graduação, do Campus Ponta Grossa, da UTFPR. Orientador: Prof. Luciano Scandelari, Dr. PONTA GROSSA FEVEREIRO 2007

3

4 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Ponta Grossa Departamento de Pós-Graduação Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção TERMO DE APROVAÇÃO Título de Dissertação Nº 046 MODELO DE UM FRAMEWORK PARA O ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE por DANILLO LEAL BELMONTE Esta dissertação foi apresentada às 14 horas do dia 16 de março de 2007 como requisito parcial para a obtenção do título de MESTRE EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, com área de concentração em Gestão Industrial, linha de pesquisa Gestão de Produção e Manutenção, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. O candidato foi argüido pela Banca Examinadora composta pelos professores abaixo assinados. Após deliberação, a Banca Examinadora considerou o trabalho aprovado. Prof. Dr. João Umberto Furquim de Souza UEPG Prof. Dr. João Luiz Kovaleski UTFPR Prof. Dr. Rui Francisco Martins Marçal UTFPR Prof. Dr. Luciano Scandelari UTFPR Orientador Visto do Coordenador Prof. Dr. Kazuo Hatakeyama (UTFPR) Coordenador do PPGEP

5 A Deus, por sua presença constante em minha vida. À minha família meus pais, João Luiz e Sueli, e minha irmã, Carla, alicerces de toda minha formação profissional e, principalmente, como pessoa. v

6 AGRADECIMENTOS Ao prof. Luciano Scandelari, orientador, pelo direcionamento preciso e confiança depositada, elementos imprescindíveis para a confecção deste trabalho; à profª. Simone Nasser Matos, amiga com uma determinação incansável e profissionalismo admirável, por tudo o que tem feito desde meu ingresso nesta instituição; aos colegas da Coordenação de Informática da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Ponta Grossa, pelo grande apoio frente às minhas limitações; à instituição, mais especificamente ao Departamento de Pós-Graduação em Engenharia da Produção, por prover uma formação de qualidade; a todos que contribuíram para a realização deste trabalho. vi

7 Neve ou não neve onde há amigos a vida é leve. Alice Ruiz vii

8 RESUMO Tradicionalmente, nas indústrias, mais especificamente no monitoramento dos processos produtivos, os responsáveis pelas manutenções encontram dificuldades associadas ao estabelecimento da criticidade. Isso se dá, pois esse profissional, na maioria das vezes, define a periodicidade e os tipos de manutenções baseando-se apenas no seu conhecimento tácito e/ou através de aplicativos informatizados que o ajudam nesse gerenciamento. Porém, tais aplicativos incorporam no seu custo a obrigatoriedade da adesão do sistema operacional proprietário, o que aumenta o seu custo de aquisição, além de implementarem apenas um método para todo o processo produtivo, deixando o profissional sem a oportunidade de melhorar a sua resposta final sobre o tipo de manutenção a ser realizada. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi criar um modelo de framework para o domínio do estabelecimento da criticidade, já que não existe nenhum até o presente momento. O modelo para o estabelecimento da criticidade proposto implementa características que facilitam a sua extensão para métodos que inicialmente não foram considerados na sua construção. Também foi desenvolvido com ferramentas não proprietárias e de código-aberto, podendo ser utilizado por outro pesquisador para possíveis melhoramentos ou, simplesmente, para seu uso como modelo em outro trabalho na área. Provê a utilização de mais de um método, além da combinação deles e/ou adição de novos, para o estabelecimento da criticidade, sendo outro diferencial à sua utilização, melhorando assim a precisão do tipo de manutenção a ser realizada. Por fim, outras características relevantes são que ele é flexível, no sentido de customizável e, portável e reusável para diferentes domínios de aplicação. Palavras-chave: Manutenção; Criticidade; Framework.

9 ABSTRACT Traditionally, the criticality establishment of productive processes face some difficulties with respect to the monitoring. Most of the times, professionals define the periodicity and the types of maintenances based only on tacit knowledge and/or through computer applications that would help on this management. Such applications are generally bound to a proprietary operational system, resulting in costly solutions; additionally they lack flexibility and, generally, implement only one productive process manager method, leaving the professional without any possibilities to improve the final answer about the type of maintenance to be performed. The objective of this work was to create a framework model for the criticality establishment domain, addressing the issues mentioned. The proposed model for the criticality establishment implements attributes that makes easy to add methods that wasn't considered during the initial construction. Its also was developed with non proprietary and open-source tools, allowing other researches to propose improvements or its use as model in another works of the area. It provides the use of several methods, as well the combination and/or the addition of new ones, improving the precision of the maintenance type to be performed. The proposed model solution attributes portability, reusability and flexibility, allows professionals to customize application for different application domains. Keywords: Maintenance; Criticality; Framework.

10 LISTA DE FIGURAS Figura 1.1 Fluxograma da metodologia aplicada à realização desta pesquisa... 4 Figura 2.1 Sistema numérico combinado com letras Figura 2.2 Importância do equipamento x Conseqüência da falha Figura 2.3 Tabela de priorização Figura 2.4 Uso da matriz e confronto com tabela de prioridades Figura 2.5 Algoritmo de criticidade Figura 2.6 Algoritmo de criticidade respondido Figura 2.7 Matriz de criticidade Figura 3.1 Diagrama de blocos para o retroprojetor Figura 3.2 Project Explorer Figura 3.3 Quadro FMEA para o retroprojetor Figura 3.4 Utilização do algoritmo de criticidade para o exemplo no SIGMA Figura 3.5 Classe Equipamento Figura 3.6 Adição da funcionalidade gerenciar temperatura Figura 3.7 Exemplo de framework de domínio Figura 3.8 Representação gráfica da definição de framework Figura 3.9 Representação gráfica de um framework Figura 4.1 Fases da abordagem de Matos e Fernandes Figura 4.2 Subfases da fase Projetar Framework de Domínio Figura 4.3 Atividades da subfase Compreender Aplicação Exemplo Figura 4.4 Arquitetura J2EE Figura 4.5 Esboço da arquitetura do sistema numérico simples Figura 4.6 Diagrama de caso de uso UML para o subsistema Atribuir prioridade Figura 4.7 Esboço do diagrama de classes para o subsistema Atribuir prioridade Figura 4.8 Diagrama de classes refinado para o subsistema Atribuir prioridade Figura 4.9 Esboço da arquitetura da matriz de criticidade Figura 4.10 Diagrama de caso de uso UML para o subsistema Atribuir elemento Figura 4.11 Esboço do diagrama de classes para o subsistema Atribuir elemento Figura 4.12 Diagrama de classes refinado para o subsistema Atribuir elemento Figura 4.13 Esboço da arquitetura do algoritmo de criticidade Figura 4.14 Diagrama de caso de uso UML para o subsistema Atribuir elemento... 69

11 Figura 4.15 Esboço do diagrama de classes para o subsistema Atribuir elemento Figura 4.16 Diagrama de classes refinado para o subsistema Atribuir elemento Figura 4.17 Arquitetura do framework para o estabelecimento da criticidade Figura 4.18 Diagrama de caso de uso UML-F para o framework Figura 4.19 MF-BA para o domínio do estabelecimento da criticidade (FRMCRITICALITY) Figura 5.1 Refinamento do MF-BA FRMCRITICALITY Figura 5.2 Tela Sistema Numérico Simples Figura 5.3 Tela Sistema Numérico Simples com resultado da busca da prioridade igual ao valor Figura 5.4 Tela Sistema Numérico Simples com resultado da busca de todas as prioridades armazenadas Figura 5.5 Instanciação da aplicação exemplo Sistema Numérico Simples... 91

12 LISTA DE TABELAS Tabela 2.1 Equivalência para o sistema numérico simples Tabela 2.2 Combinação dos códigos de prioridades 1, 2 e 3 com I, P e N Tabela 2.3 Estabelecimento da menor prioridade Tabela 2.4 Equivalência para o sistema numérico combinado com letras Tabela 2.5 Equivalência para sistemas de prioridades de atendimento por palavras Tabela 2.6 Equivalência para o sistema ABC Tabela 2.7 Respostas e classificações para segurança e meio ambiente Tabela 2.8 Respostas e classificações para qualidade e produtividade Tabela 2.9 Respostas e classificações para taxa de ocupação Tabela 2.10 Respostas e classificações para oportunidade de produção Tabela 2.11 Respostas e classificações para freqüência de quebra Tabela 2.12 Respostas e classificações para mantenabilidade Tabela 2.13 Equivalência para a matriz de criticidade Tabela 3.1 Esboço de funcionalidades e suas respectivas falhas para o retroprojetor Tabela 3.2 Características dos aplicativos XFMEA e SIGMA do ponto de vista do usuário Tabela 3.3 Características dos aplicativos XFMEA e SIGMA do ponto de vista do desenvolvedor Tabela 4.1 Selecionar prioridade Tabela 4.2 Classes candidatas Tabela 4.3 Tela prioridade Tabela 4.4 Cartão CRC da Classe Tela Prioridade Tabela 4.5 Classes candidatas Tabela 4.6 Classes candidatas Tabela 4.7 Requisitos de estabilidade e flexibilidade Tabela 4.8 Requisito Selecionar prioridade Tabela 4.9 Requisito Cadastrar prioridade Tabela 4.10 Requisito Consultar prioridade Tabela 4.11 Requisito Estabelecer relação entre prioridades Tabela 4.12 Requisito Atualizar grupo Tabela A.1 Consultar prioridade

13 Tabela A.2 Cadastrar prioridade Tabela A.3 Estabelecer relação entre prioridades Tabela A.4 Sair Tabela A.5 Prioridade Tabela A.6 PrioridadePers (Banco) Tabela A.7 TelaRelacao Tabela A.8 Relação Tabela A.9 RelacaoPers Tabela A.10 Cartão CRC da Classe Prioridade Tabela A.11 Cartão CRC da Classe PrioridadePers Tabela A.12 Cartão CRC da Classe TelaRelacao Tabela A.13 Cartão CRC da Classe Relação Tabela A.14 Cartão CRC da Classe RelacaoPers Tabela B.1 Selecionar elemento Tabela B.2 Consultar elemento Tabela B.3 Cadastrar elemento Tabela B.4 Atualizar grupo Tabela B.5 Sair Tabela B.6 TelaElemento Tabela B.7 Elemento Tabela B.8 ElementoPers (Banco) Tabela B.9 TelaGrupo Tabela B.10 Grupo Tabela B.11 GrupoPers Tabela B.12 Cartão CRC da Classe TelaElemento Tabela B.13 Cartão CRC da Classe Elemento Tabela B.14 Cartão CRC da Classe ElementoPers Tabela B.15 Cartão CRC da Classe TelaGrupo Tabela B.16 Cartão CRC da Classe Grupo Tabela B.17 Cartão CRC da Classe GrupoPers Tabela C.1 Selecionar elemento Tabela C.2 Consultar elemento Tabela C.3 Cadastrar elemento Tabela C.4 Atualizar item

14 Tabela C.5 Sair Tabela C.6 TelaElemento Tabela C.7 Elemento Tabela C.8 ElementoPers (Banco) Tabela C.9 TelaItem Tabela C.10 Item Tabela C.11 ItemPers Tabela C.12 Cartão CRC da Classe TelaElemento Tabela C.13 Cartão CRC da Classe Elemento Tabela C.14 Cartão CRC da Classe ElementoPers Tabela C.15 Cartão CRC da Classe TelaItem Tabela C.16 Cartão CRC da Classe Item Tabela C.17 Cartão CRC da Classe ItemPers

15 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas CRC Classe, Responsabilidade e Colaboração DES Desejável EME Emergência FMEA Failure Mode and Effect Analysis FQ Freqüência de Quebra FMECA Failure Modes, Effects and Criticality Analysis GUT Gravidade, Urgência e Tendência HTML Hyper Text Markup Language IDE Integrated Development Environment J2EE Java 2 Platform Enterprise Edition JSP Java Server Pages MF-BA Modelo do Framework Base e de Aplicação MRR-F Modelo de Requisitos Refinados para o Framework MT Mantenabilidade NEC Necessária OP Oportunidade de Produção OS Ordem de Serviço P48 Manutenção programada para as próximas 48 horas P96 Manutenção programada para as próximas 96 horas PCM Planejamento e Controle de Manutenção PRG Programável PRO Prorrogável QP Qualidade e Produtividade RAD Rapid Application Development RDD Responsibility Driven Design ROT Rotina RPN Risk Priority Number SA Segurança e Meio Ambiente SGBD Sistema Gerenciador de Banco de Dados TO Taxa de Ocupação

16 UML Unified Modeling Language UML-F Unified Modeling Language-Framework URG Urgência W3C World Wide Web Consortium

17 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS... VI RESUMO... VIII ABSTRACT... IV LISTA DE FIGURAS... X LISTA DE TABELAS... XII LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS... XV SUMÁRIO...XVII 1. INTRODUÇÃO PROBLEMA DE PESQUISA JUSTIFICATIVA OBJETIVOS METODOLOGIA ORGANIZAÇÃO DA DISSERTAÇÃO MANUTENÇÃO E MÉTODOS PARA O ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE CONTEXTUALIZAÇÃO CRITICIDADE SISTEMAS NUMÉRICOS SISTEMA DE PRIORIDADES DE ATENDIMENTO POR PALAVRAS OUTROS CÓDIGOS DE PALAVRAS, COM LETRAS E NÚMEROS SISTEMA DE PRIORIDADES POR IMPORTÂNCIA DE EQUIPAMENTOS SISTEMA MATRICIAL PARA AS DEFINIÇÕES ANTERIORES MATRIZ PELA IMPORTÂNCIA DO EQUIPAMENTO SISTEMA GUT SISTEMA ABC ALGORITMO DE CRITICIDADE MATRIZ DE CRITICIDADE CONCLUSÃO DO CAPÍTULO APLICATIVOS VOLTADOS AO ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE APLICATIVOS VOLTADOS À CRITICIDADE XFMEA... 36

18 SIGMA DIFICULDADES ENCONTRADAS NOS APLICATIVOS FRAMEWORKS VOLTADOS À CRITICIDADE CONCLUSÃO DO CAPÍTULO MODELO DE UM FRAMEWORK PARA O ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE (FRMCRITICALITY) ABORDAGEM DIRIGIDA A RESPONSABILIDADES PRIMEIRA ITERAÇÃO APLICAÇÃO EXEMPLO SEGUNDA ITERAÇÃO APLICAÇÃO EXEMPLO TERCEIRA ITERAÇÃO APLICAÇÃO EXEMPLO DEFINIR FRAMEWORK BASE E DE APLICAÇÃO CONCLUSÃO DO CAPÍTULO VALIDAÇÃO DO FRAMEWORK PARA ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE IMPLEMENTAÇÃO DO MODELO DO FRAMEWORK PROPOSTO PARA O SUBSISTEMA ATRIBUIR PRIORIDADE INSTANCIAÇÃO DE UMA APLICAÇÃO EXEMPLO EXTENSÃO DO MODELO DO FRAMEWORK PROPOSTO PARA UMA OUTRA APLICAÇÃO CONCLUSÃO DO CAPÍTULO CONCLUSÃO SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS APÊNDICE A DEFINIÇÃO DO SUBSISTEMA ATRIBUIR PRIORIDADE DO EXEMPLO APÊNDICE B DEFINIÇÃO DO SUBSISTEMA ATRIBUIR ELEMENTO DO EXEMPLO APÊNDICE C DEFINIÇÃO DO SUBSISTEMA ATRIBUIR ELEMENTO DO EXEMPLO APÊNDICE D TRABALHOS PUBLICADOS DURANTE A REALIZAÇÃO DO MESTRADO

19 1. INTRODUÇÃO O controle e gerenciamento dos processos produtivos de uma empresa permitem agilizar sua produção. Para isso, a empresa necessita de constante atualização tecnológica no monitoramento de seus processos. Devido à necessidade desse controle, empresas prestadoras de serviços tecnológicos buscam aprimoramento de soluções que facilitem a administração dos processos produtivos, agilizando o gerenciamento das manutenções dos equipamentos e diminuindo consideravelmente os custos com as realizações destas. Nesse sentido, verifica-se que, dependendo do quanto um equipamento é crítico dentro de um processo produtivo, maior deve ser seu gerenciamento. A determinação do quanto um equipamento é crítico é dada pelos métodos de estabelecimento da criticidade (FILHO, 2005). Esses métodos auxiliam o responsável pelo processo produtivo na definição do tipo manutenção a ser realizada nos equipamentos. Alguns dos métodos de criticidade são implementados em aplicativos, tais como XFMEA (RELIASOFT, 2006) e SIGMA (SGM, 2006). Cada aplicativo implementa métodos de criticidade diferentes, mas nenhum deles implementa dois ou mais métodos. Isso faz com que o responsável pelo processo produtivo não possa testar uma mesma situação do equipamento em outro método, o que lhe proporcionaria maior precisão na escolha do tipo de manutenção a ser realizada. Além de implementarem somente um método, tais aplicativos têm um custo associado à sua aquisição, bem como à customização e à manutenção. Outra questão é que os aplicativos encontrados somente podem ser executados utilizando a plataforma Windows, não sendo portáveis. A portabilidade refere-se à habilidade do aplicativo ser transferido de um ambiente operacional para outro, como por exemplo, do Windows para o Linux. Os aplicativos também apresentam dificuldades de customização, manutenção e reusabilidade. Tentando solucionar as dificuldades relatadas anteriormente, apresenta-se neste trabalho uma proposta de um modelo de um framework para o estabelecimento da criticidade. Frameworks provêem soluções em modelos que capturam funcionalidades comuns em várias aplicações, pertencentes a um domínio, podendo ser aplicados em domínios diferentes do projetado, além de utilizar implicitamente os conceitos de flexibilidade, manutenibilidade, reusabilidade, entre outros.

20 Capítulo 01 Introdução 2 Com esta proposta espera-se fornecer ao responsável pelo processo produtivo um aplicativo que seja capaz de ser estendido para mais de um método para o estabelecimento da criticidade, além de ser gratuito e portável para diferentes tipos de ambientes operacionais. Este modelo permite também que alguns módulos sejam utilizados em outros domínios de aplicação, que não somente o industrial PROBLEMA DE PESQUISA Desenvolver um modelo de um framework para o estabelecimento da criticidade, facilitando a sua extensão para métodos que inicialmente não foram considerados na sua construção JUSTIFICATIVA A necessidade da realização de manutenções nos processos produtivos industriais exige um gerenciamento e controle das condições gerais dos itens sistema, subsistema, instalação, unidade, máquina, equipamento, estrutura, edifício, conjunto, componente ou peça a todo o momento, sendo que determinadas linhas de produção não param nem mesmo para a realização das manutenções corriqueiras, exigindo uma maior precisão quanto ao tipo de manutenção destinada aos itens. Na literatura especializada, até o presente momento, não foi encontrado nenhum modelo de framework para o estabelecimento da criticidade. Existem somente aplicativos que implementam métodos de criticidade, mas esses aplicativos não são frameworks. Diante do exposto e devido à existência de métodos para o estabelecimento da criticidade de itens em processos produtivos e à possibilidade da modelagem de um framework, a criação de um modelo de framework para o estabelecimento da criticidade tornou-se o foco deste trabalho.

21 Capítulo 01 Introdução OBJETIVOS O objetivo geral deste trabalho é desenvolver um modelo de um framework para o estabelecimento da criticidade de itens dentro de um processo produtivo. Para alcançar esse objetivo geral, destacam-se os seguintes objetivos específicos: - levantar e conhecer o domínio da aplicação. Neste trabalho, o domínio é composto pelos métodos para o estabelecimento da criticidade presentes na literatura e alguns deles mapeados em indústrias da região da cidade de Ponta Grossa, no Paraná; - extrair as funcionalidades necessárias para a criação do modelo do framework; - analisar aplicativos que implementam métodos para o estabelecimento da criticidade na indústria; - aplicar a abordagem escolhida para o desenvolvimento do framework; - propor um modelo de framework para o estabelecimento da criticidade, podendo ser estendido para métodos não modelados inicialmente. Serão considerados três métodos presentes no domínio da aplicação; - modelar e implementar um dos subsistemas do modelo do framework proposto; - validar o modelo através da extensão de um método não modelado inicialmente e compará-lo com os outros aplicativos; - analisar os resultados obtidos METODOLOGIA A metodologia é o processo que possibilita que uma pesquisa possa ser replicada por outro pesquisador (LUNA, 1999). Dessa forma, diferentes autores definem classificações de pesquisa de acordo com a área do estudo. Os passos que serão utilizados para a realização desta pesquisa são ilustrados na Figura 1.1. Eles servem de base para que outros pesquisadores possam replicar este trabalho.

22 Capítulo 01 Introdução 4 Figura 1.1. Fluxograma da metodologia aplicada à realização desta pesquisa De acordo com a Figura 1.1, pode-se verificar que a realização da pesquisa ocorreu da seguinte maneira: - passo 1: deve-se verificar a existência de um framework para o domínio a ser analisado. Se não existir, deve-se executar os seguintes passos:

23 Capítulo 01 Introdução 5 - passo 1.1: levantar e analisar o domínio. Nesta etapa, se faz o levantamento de todo o estado da arte, leitura de toda a bibliografia relevante para a realização da pesquisa; - passo 1.2: escolher uma abordagem para o desenvolvimento do framework. Nessa etapa, foram inicialmente extraídos os requisitos e depois foram feitas as análises dos aplicativos convencionais; - passo 1.3: criar o modelo do framework. Aplicar a abordagem escolhida para o desenvolvimento do framework; - passo 1.4: instanciar o modelo. Instanciar uma aplicação exemplo para a validação do framework. O modelo também deve ser extendido para uma aplicação exemplo não analisada inicialmente; - passo 1.5: se a validação do modelo for realizada com sucesso (instanciação e extensão), tem-se o framework desenvolvido. Caso contrário, deve-se remodelar o modelo (passo 2.3) encontrando os erros. - passo 2: caso exista um framework para o domínio a ser analisado, deve-se executar os seguintes passos: - passo 2.1: entender o modelo existente. O entendimento é essencial para a análise que foi realizada e está em constante evolução; - passo 2.2.: escolher a abordagem para a extensão do modelo. A extensão do modelo pode ser realizada utilizando-se uma abordagem diferente da utilizada inicialmente; - passo 2.3: remodelar o modelo. Nesta etapa, são feitos os ajustes necessários devido à extensão do modelo (passo 2.2). Depois disso, deve ser realizada a validação do modelo (passo 1.5). Como não existia nenhum framework de criticidade neste trabalho, executou-se o fluxograma da Figura 1.1 a partir do passo ORGANIZAÇÃO DA DISSERTAÇÃO O trabalho é organizado em seis capítulos. No Capítulo 2, descreve-se a revisão de literatura, que é dividida em duas partes. A primeira apresenta a contextualização do tema manutenção na indústria. A segunda trata do domínio da criticidade, apresentando nove métodos para o estabelecimento da criticidade, sendo oito deles encontrados na literatura especializada e um mapeado em duas indústrias da região da cidade de Ponta Grossa, no

24 Capítulo 01 Introdução 6 Paraná. Dos métodos encontrados na literatura, dois são utilizados em três indústrias da região da cidade de Ponta Grossa. Ainda neste capítulo, apresentam-se algumas adaptações dos métodos para o desenvolvimento do modelo proposto. O Capítulo 3 relata exemplos práticos da indústria implementados nos aplicativos analisados. Também se apresentam as dificuldades encontradas nos aplicativos, bem como a idéia de solução dessas dificuldades. O Capítulo 4 apresenta a proposta de modelo de um framework voltado ao estabelecimento da criticidade, mostrando sucintamente a abordagem escolhida para o desenvolvimento do framework, a abordagem dirigida a responsabilidades, bem como os passos necessários à confecção do framework. O Capítulo 5 descreve a implementação do modelo do framework proposto para o subsistema Atribuir prioridade, mostrando também a criação prática de uma aplicação exemplo que foi o Sistema numérico simples. Descreve também como seria a extensão do modelo do subsistema Atribuir prioridade para um método que não havia sido modelado inicialmente. O Capítulo 6 apresenta as considerações finais e possibilidades de trabalhos futuros.

25 2. MANUTENÇÃO E MÉTODOS PARA O ESTABELECIMENTO DA CRITICIDADE Este capítulo fornece uma contextualização sobre manutenção, com o objetivo de descrever seus conceitos, definições e os métodos para o estabelecimento da criticidade. Dentre os métodos que serão abordados, tem-se o Sistema numérico simples, o Sistema de prioridade de atendimento por palavras e o Sistema de prioridades por importância de equipamentos CONTEXTUALIZAÇÃO A partir da década de 90, as operações de manufatura passaram efetivamente pela mecanização devido à evolução da tecnologia. Dessa forma, as contribuições nos últimos anos geraram equipamentos automatizados cada vez mais eficientes, rápidos e menores. Porém, tais equipamentos têm uma vida útil associada a eles. Quanto maior for o cuidado com cada equipamento, maior será seu tempo de vida. Tal cuidado está relacionado diretamente com o profissional que o opera. Ou seja, ao manusear os equipamentos, pode-se verificar a importância do profissional no processo de manutenção. Segundo a ABNT (1994), manutenção é a combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em um estado no qual possa desempenhar uma função requerida. Neste trabalho, a manutenção será definida como as medidas existentes para evitar a deterioração dos equipamentos, provocada pelo seu desgaste natural e pelo seu uso. Esta degradação se manifesta de diversas formas, que, conforme Xenos (1998), variam desde a aparência externa ruim do equipamento até perdas de desempenho e paradas de produção, e também da fabricação de produtos de má qualidade até a poluição ambiental. Quando não realizada a atividade da manutenção, dependendo do estado em que o equipamento se encontra, inicia-se uma influência negativa na qualidade e produtividade dos produtos durante a atividade da produção. Xenos (1998) enfatiza que a baixa qualidade e produtividade colocam em risco a sobrevivência da empresa. E, como a manutenção desempenha um papel importante na qualidade e produtividade, os ganhos com seu gerenciamento não podem ser desprezados.

26 Capítulo 02 Manutenção e métodos para o estabelecimento da criticidade 8 O gerenciamento das atividades da manutenção não deve ter seu escopo reduzido apenas para manter as condições originais dos equipamentos. As atividades requerem ações específicas tanto em nível técnico como gerencial. Alguns exemplos são: modificações de padrões e procedimentos, aumento ou inserção da qualidade da manutenção, produção e instalações, entre outros (XENOS, 1998). Para maximizar a eficiência das atividades de manutenção, o equipamento (ou a linha de produção) deve ser compreendido, de acordo com Takahashi (1993), em termos de: ambiente de produção, recursos humanos e custos. Nas indústrias, o equipamento tende a mudar sensivelmente, dependendo da demanda de produção. Graças a isso, é preciso avaliar os equipamentos, em ciclos de revisão constantes. Para isso, ações devem ser implementadas nas operações da manutenção. Os seguintes itens devem ser ressaltados (TAKAHASHI, 1993, p. 7): - restringir investimentos em equipamentos desnecessários; - utilizar ao máximo os equipamentos existentes; - melhorar taxa de utilização dos equipamentos na produção; - garantir a qualidade do produto, através do melhor uso dos equipamentos; - reduzir os custos de energia e materiais. De um modo geral são praticados quatro tipos de manutenção. Estas procuram envolver adequação, conservação, restauração, prevenção e substituição dos equipamentos de forma técnica e suficiente para alcançar os objetivos da função. Conforme Kardec e Nascif (2001), os quatro tipos de manutenção são as seguintes: corretiva, preventiva, preditiva e de melhoria. A manutenção corretiva é a atuação para a correção do problema ocorrido ou do desempenho menor do que o esperado. É efetuada depois do acontecimento do problema. Ocasiona a paralisação do processo produtivo. Devido a isso é bastante onerosa no ponto de vista econômico, em virtude da quebra de produção. Para as indústrias, tal manutenção não é a mais adequada, pois não possibilita segurança para o cumprimento de prazos num plano de produção. Um exemplo para esse tipo de manutenção é o surgimento de uma quebra em equipamentos eletrônicos, como monitores em um processo produtivo. Serão consertados somente depois do problema ocorrido e substituídos por equipamentos de backup, pois quando um equipamento quebra, outro entra em ação para não interromper ou diminuir a produção.

27 Capítulo 02 Manutenção e métodos para o estabelecimento da criticidade 9 A manutenção preventiva é realizada de forma a reduzir ou evitar o problema, obedecendo a um plano previamente elaborado, baseando-se em intervalos definidos de tempo. Em processos industriais contínuos, como cimento, petróleo e petroquímico, estão envolvidas pressões, temperaturas e vazões elevadas em seu processamento. A quantidade de energia despendida no processo é considerável e interromper processamentos dessa natureza compromete a qualidade de outros que vinham operando adequadamente, levando-os a anormalidades após a ruptura do processo. Para isso, é necessária a realização de uma manutenção preventiva, pois o equipamento não pode parar, senão todo o processo produtivo ficará comprometido (KARDEC e NASCIF, 2001). A manutenção preditiva é o desempenho alcançado com base na modificação de parâmetros de condições, cujo acompanhamento obedece a uma sistemática. Essa manutenção também pode ser definida como a que indica as condições reais de funcionamento das máquinas com base em dados que informam seu desgaste ou processo de degradação. Trata-se de uma importante ferramenta da manutenção, porém ainda pouco usada, pois visa a acompanhar o equipamento ou as peças, através de monitoramento, por medições e por controle estatístico para predizer a ocorrência de um problema (KARDEC e NASCIF, 2001). As condições necessárias para se adotar a manutenção preditiva são as seguintes: numa delas os equipamentos devem permitir algum tipo de monitoramento ou medição e na outra a predição pode dar-se através de estatísticas, baseando-se em históricos (ALMEIDA, 1990). As análises de vibrações em motores são um exemplo de manutenção preditiva, pois dependendo das vibrações sabe-se quando as manutenções preventivas serão necessárias para que a produção não pare. Por fim, a manutenção de melhoria é a intervenção que visa a implementar um aperfeiçoamento contínuo dos equipamentos e serviços, com intuito de reduzir o índice de indisponibilidade, aumento de performance, aumento do ciclo de vida e segurança, através da aplicação de novos dispositivos, bem como a adoção de novas técnicas de trabalho. Esta intervenção geralmente ocorre antes do surgimento do problema e deve ser informada ao projetista do equipamento ou sistema envolvido, a fim de efetuar as modificações necessárias já na concepção do projeto. Portanto, denominados os tipos de manutenções mais usados e ressaltadas as suas importâncias, pode-se verificar que, dependendo do quanto um equipamento é crítico dentro

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