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3 ÍNDICE: INTRODUÇÃO...4 OBJECTIVOS CONTABILIDADE GERAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO SUAS FUNÇÕES EMPRESA NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA PATRIMÓNIO ELEMENTOS PATRIMONIAIS EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DA CONTABILIDADE FACTOS PERMUTATIVOS E FACTOS MODIFICATIVOS INVENTÁRIO CONTA LANÇAMENTO: O RAZÃO E O DIÁRIO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (IVA) OPERAÇÕES DE FIM DE EXERCÍCIO REGULARIZAÇÕES INVENTÁRIO RECONCILIAÇÃO BANCÁRIA ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS AMORTIZAÇÕES PROVISÕES REAVALIAÇÃO DO IMOBILIZADO APURAMENTO DE RESULTADOS RESULTADOS OPERACIONAIS RESULTADOS FINANCEIROS RESULTADOS CORRENTES RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS RESULTADOS ANTES DE IMPOSTO RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANEXOS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DE ORIGEM E APLICAÇÃO DE FUNDOS DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA CONTABILIDADE DE GESTÃO DEFINIÇÃO OBJECTIVOS SUAS FUNÇÕES GESTÃO PLANEAMENTO ORGANIZAÇÃO COORDENAÇÃO E MOTIVAÇÃO CONTROLO GESTÃO ORÇAMENTAL CONTABILIDADE DE GESTÃO VS. CONTABILIDADE GERAL CONTABILIDADE DE GESTÃO COMO SISTEMA FASES DA IMPLEMENTAÇÃO DA CONTABILIDADE DE GESTÃO...66 Manual Técnico de Formando 2

4 2.7. CUSTO CONTROLO DE CUSTOS TOMADA DE DECISÃO PRODUÇÕES PRODUÇÃO EFECTIVA E PRODUÇÃO TERMINADA PRODUÇÃO TERMINADA E PRODUÇÃO VENDIDA PRODUÇÃO EQUIVALENTE A ACABADA PRODUÇÃO DIFERENCIADA E PRODUÇÃO HOMOGENEIZADA PRODUÇÃO PROGRAMADA E PRODUÇÃO TERMINADA PRODUÇÃO ÚTIL E PRODUÇÃO DEFEITUOSA PRODUÇÃO NORMAL E PRODUÇÃO MÁXIMA ESTÁDIOS DE PRODUÇÃO REGIMES DE INCORPORAÇÃO DA PRODUÇÃO ESTRUTURA DO PROCESSO PRODUTIVO REGIMES DE PRODUÇÃO DETERMINAÇÃO DOS CUSTOS DOS FACTORES MATÉRIAS MÃO-DE-OBRA GASTOS GERAIS DE FABRICO CUSTO UNITÁRIO SISTEMAS DE CUSTEIO CUSTEIO TOTAL CUSTEIO DIRECTO CUSTEIO RACIONAL CRITÉRIOS VALORIMÉTRICOS APURAMENTO DOS CUSTOS DE PRODUÇÃO PRODUÇÃO CONJUNTA MÉTODO DAS SECÇÕES INFORMAÇÃO DISPONIBILIZADA SISTEMA ORÇAMENTAL CUSTOS PADRÕES MÉTODO ABC ACTIVITY BASED COSTING CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA ANEXOS Manual Técnico de Formando 3

5 INTRODUÇÃO Este módulo está concebido para que se possa ter uma visão abrangente deste pilar basilar da Gestão que é a Contabilidade. O actual desenvolvimento tecnológico e o alargamento dos mercados exigem que o tecido empresarial se adapte em tempo útil a novas realidades e é neste contexto que surge a Contabilidade como instrumento eficiente de Gestão. OBJECTIVOS Os principais objectivos deste manual serão os seguintes: - Identificar os principais factos patrimoniais de uma empresa. - Analisar a estrutura e a movimentação das contas. - Compreender a necessidade dos Trabalhos de Fim de Exercício. - Analisar as Demonstrações Financeiras. - Distinguir a Contabilidade Geral da Contabilidade Analítica. - Identificar qual o papel da Contabilidade Analítica numa estrutura organizacional. - Efectuar o apuramento do Custo da Produção. - Abordar a importância da Contabilidade Orçamental. Estes objectivos permitirão aos formandos desenvolver competências técnicas na área. Manual Técnico de Formando 4

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7 1. CONTABILIDADE GERAL 1.1. INTRODUÇÃO As crescentes exigências do envolvente farão com que a Contabilidade Geral estabeleça relações com os diversos agentes económicos intervenientes no processo DEFINIÇÃO A Contabilidade Geral é uma técnica de relevação patrimonial imprescindível ao conhecimento da realidade económico-financeira da empresa. A Contabilidade fornece os dados e acontecimentos necessários à Gestão, permitindo-a implementar um Planeamento eficaz e sistemas de Controlo adequados. A Contabilidade é também importante para o apuramento de Resultados e como auxiliar para a determinação das suas causas e efeitos. Esta disciplina serve também de apoio ao cumprimento das obrigações fiscais SUAS FUNÇÕES A Contabilidade Geral inicialmente surge como forma de suprimir limitações da memória humana, como meio de registo de dados e de prova entre partes discordantes. Todavia a complexidade dos meios de actuação e dos espaços económicos criaram condições para que a Contabilidade desenvolvesse mecanismos de regulação e de interdisciplinaridade, fazendo desta disciplina um crucial instrumento para a tomada de decisão nas organizações. Actualmente a Contabilidade já não é apenas uma fonte de recolha e interpretação de dados, mas essencialmente uma técnica de gestão bastante útil ao conhecimento económico-financeiro, ao estabelecimento de objectivos, ao planeamento e controlo de projectos. Manual Técnico de Formando 5

8 1.2. EMPRESA Esta abordagem da Contabilidade insere-se no meio empresarial pelo facto deste ser o mais expressivo, pelo que convirá definir o que é a Empresa. A Empresa é um conjunto de meios materiais e humanos que visam a produção de bens e/ou a prestação de serviços. A empresa é um complexo organizado de factores, nomeadamente do capital, do trabalho, do progresso tecnológico e da capacidade de iniciativa dos empresários e gestores, de forma a satisfazer as necessidades de uma comunidade. Dado que os bens são escassos, existem possibilidades de troca entre os seus detentores quando os seus objectivos são coincidentes e a expressão monetária dos bens em questão não difere substancialmente. As exigências desta actividade produtiva e as relações que se estabelecem farão com que hajam mecanismos legais aplicáveis. Poder-se-á dizer que a empresa é compreendida assim como um conjunto de fluxos, pelo que vulgarmente se poderão identificar três ópticas de abordagem dos mesmos, a saber: - Óptica Financeira composta pelos fluxos que se estabelecem entre a empresa e terceiros e aonde se podem identificar as despesas, ou seja, a obrigação de pagar em que se incorre pelo facto de se adquirir recursos, e receitas, isto é, o direito de receber pelo facto dos clientes adquirirem bens e serviços. - Óptica Económica estes fluxos são internos e permitem distinguir os custos e proveitos, isto é, os custos como o consumo dos factores de produção, e os proveitos, como o produto final apto a ser vendido. - Óptica de Tesouraria estabelecem-se relações com o exterior que se traduzem nos pagamentos e recebimentos propriamente ditos, ou seja, saídas e entradas de valores monetários respectivamente. Na organização a Contabilidade trata os dados tendentes à prossecução da produção e/ou comercialização dos produtos e/ou mercadorias e é um meio privilegiado de informação para a tomada de decisão. Manual Técnico de Formando 6

9 1.3. NORMALIZAÇÃO CONTABILÍSTICA Desta forma, assumindo a Contabilidade um papel crescente na empresa existiu necessidade de criar regulamentação adequada a esta nova realidade e é neste contexto que surge a Normalização Contabilística. Em Portugal, esta assume a sua expressão máxima com o Plano Oficial de Contabilidade aprovado pelo Decreto-Lei nº 47/77 de 7 de Fevereiro de A adesão de Portugal à União Europeia fez com que houvesse necessidade de reajustar determinadas normas e por isso surgem novas Directrizes e um novo Plano Oficial de Contabilidade aprovado pelo Decreto-Lei nº 410/89, de 21 de Novembro de A Normalização Contabilística é um processo que visa dar resposta às constantes mutações do meio envolvente em que se inserem as empresas e por isso, há necessidade de criar um conjunto uniforme de regras para reger estas relações. A Normalização Contabilística vai permitir criar um quadro de contas, um conjunto de regras de movimentação das mesmas, conceber mapas para as Demonstrações Financeiras e avaliar a situação patrimonial e calcular o resultado. O objectivo supremo da Normalização Contabilística é possibilitar a comparabilidade no tempo e no espaço, ou seja, permitir comparar a situação patrimonial ao longo de vários exercícios económicos e em empresas e países diferentes PATRIMÓNIO Ao conjunto dos recursos sujeitos a determinada gestão e afectos a determinado fim dá-se o nome de património (p.ex: edifícios, equipamentos e outros). O Património não se cinge aos bens físicos, mas também aos direitos e às obrigações que surgem das relações económicas. Sendo assim, poderemos distinguir os seguintes elementos patrimoniais: activo, passivo e capital próprio ELEMENTOS PATRIMONIAIS - Activo o que se possui ou se tem direito a receber, permitindo averiguar os recursos que a empresa tem ao seu dispor para o desempenho da sua actividade normal. Manual Técnico de Formando 7

10 - Passivo o que se tem ou pode vir a ter obrigação de pagar e por isso é designado como capital alheio, dado que não é pertença dos proprietários da empresa. - Capital Próprios recursos disponibilizados pelos proprietários e/ou riqueza que é gerada no seio da empresa e reinvestida, pelo facto de não ter sido distribuída pelos seus sócios EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DA CONTABILIDADE Do confronto destas três grandezas deduz-se a Equação Fundamental da Contabilidade, ou seja, as origens e as aplicações de fundos: ACTIVO = PASSIVO + CAPITAL PRÓPRIO Relativamente a estes elementos patrimoniais existem três situações que poderão ocorrer, a saber: a) Activo > Passivo - Capital Próprio é Positivo b) Activo = Passivo Capital Próprio Nulo c) Activo < Passivo Capital Próprio Negativo Exemplificando, o património da empresa EXEMPLO é o seguinte: ACTIVO Edifícios e Outras Construções Equipamento Administrativo Equipamento Básico Mercadorias Clientes Depósitos à ordem Caixa TOTAL VALOR u.m u.m u.m u.m u.m u.m. 500 u.m u.m. PASSIVO Fornecedores Empréstimos bancários TOTAL VALOR u.m u.m u.m. Logo, o valor do Capital Próprio, ou seja, o valor do Património será de: CAPITAL PRÓPRIO = ACTIVO PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO = u.m u.m. = u.m. Manual Técnico de Formando 8

11 FACTOS PERMUTATIVOS E FACTOS MODIFICATIVOS Os elementos patrimoniais podem também ser classificados quanto à sua composição e valor, pelo que convirá fazer a distinção entre: - Factos Permutativos e - Factos Modificativos dado que poderão influenciar o resultado. Desta forma, os factos permutativos farão variar a sua composição, mas não o seu valor, enquanto que os factos modificativos farão variar a sua composição, bem como o seu valor. Considerando novamente o caso da empresa EXEMPLO passar-se-á a analisar cada um dos factos supracitados: 1 Factos Permutativos Admitindo que foi efectuado um depósito de 250 u.m.: ACTIVO VALOR Variações VALOR APÓS LANÇAMENTO Edifícios e Outras Construções u.m u.m. Equipamento Administrativo u.m u.m. Equipamento Básico u.m u.m. Mercadorias u.m u.m. Clientes u.m u.m. Depósitos à ordem u.m u.m u.m. Caixa 500 u.m u.m. 250 u.m. TOTAL u.m u.m. PASSIVO VALOR Fornecedores u.m u.m. Empréstimos bancários u.m u.m. TOTAL u.m u.m. Apesar da composição dos factos patrimoniais ser diferente da inicialmente apresentada, o Capital Próprio permanece inalterável, pelo que o seu montante ascende a u.m.. 2 Factos Modificativos Supondo que se processou uma venda de mercadorias por u.m. que havia custado u.m., ter-se-á: Manual Técnico de Formando 9

12 ACTIVO VALOR Variações VALOR APÓS LANÇAMENTO Edifícios e Outras Construções u.m u.m. Equipamento Administrativo u.m u.m. Equipamento Básico u.m u.m. Mercadorias u.m u.m u.m. Clientes u.m u.m u.m. Depósitos à ordem u.m u.m. Caixa 500 u.m. 500 u.m. TOTAL u.m u.m. PASSIVO VALOR Fornecedores u.m u.m. Empréstimos bancários u.m u.m. TOTAL u.m u.m. Agora, para além da alteração da composição dos factos patrimoniais, modificou-se também o valor do património, passando a ser de u.m. A identificação dos factos patrimoniais é crucial para que se possam definir as suas causas e simultaneamente determinar o alcance dos seus efeitos. Em sequência das exposições anteriormente apresentadas, poder-se-á também distinguir entre: - Operações resultam da actividade normal da empresa e da manifesta vontade dos seus dirigentes (p.ex. compra, venda). - Acontecimentos não resultam da vontade expressa dos seus titulares (p.ex. incêndio, roubo). As operações poderão ser: - Internas - quando se realizam no seio da empresa. - Externas quando são efectuadas com o meio envolvente. Os acontecimentos poderão ser: - Normais apesar de não ser da vontade dos seus detentores que se realizem, são previsíveis. - Anormais - surgem com carácter de eventualidade e por essa razão não esperados. Manual Técnico de Formando 10

13 1.5. INVENTÁRIO Através da recolha de informação da relação de todos os elementos patrimoniais da empresa obter-se-á o inventário. O trabalho para obtenção do Inventário obedece a três fases essenciais: 1) Identificação detectar os elementos patrimoniais que existem. 2) Descrição e Classificação os elementos patrimoniais após serem identificados e descritos são seleccionados segundo determinadas classes. 3) Valorização a atribuição de um valor ao elemento patrimonial em causa. Os Inventários poderão ser classificados segundo várias vertentes: a) Quanto aos elementos patrimoniais que englobam: - Gerais - se englobam todos os elementos patrimoniais. - Parciais - se contemplam apenas alguns elementos patrimoniais. b) Quanto à discriminação dos elementos patrimoniais: - Sintéticos - quando apresentam um resumo dos elementos patrimoniais. - Analíticos - se houver a discriminação dos elementos patrimoniais. c) Quanto à ordenação dos elementos patrimoniais: - Simples ou Corrido se não existe uma ordenação na implementação do inventário. - Classificados ou Ordenados se existem classes homogéneas de elementos patrimoniais. d) Quanto à data em que são elaborados: - Inicial se é concebido no início da actividade da empresa. - Final ou de Gestão se é elaborado no termo do exercício. - Periódicos se são realizados no decorrer do exercício. e) Quanto à forma de obter os elementos patrimoniais: Manual Técnico de Formando 11

14 - Directos se elaborados em consequência da contagem directa dos elementos patrimoniais. - Contabilísticos se são realizados com base em fichas permanentemente actualizadas. A título meramente demonstrativo, passar-se-á a expor o Inventário Simples ou Corrido da empresa EXEMPLO, referenciando os seus elementos constitutivos como se segue: unidades da mercadoria X2: u.m. - letras aceites pela compra de matéria prima: u.m. - numerário: 500 u.m. - secretárias e cadeiras: u.m. - empréstimo bancário: u.m. - edifícios: u.m unidades da mercadoria X3: u.m. - letras aceites pelos clientes: u.m. - computadores : u.m. - débitos de clientes: u.m. - depósito no Banco BDM: u.m unidades de mercadoria X1: u.m. - armazéns: u.m. - débitos aos fornecedores: u.m. - estantes: u.m. - equipamento fabril: u.m Organizando esta informação dispersa segundo determinadas classes com características similares, obter-se-á o Inventário Classificado: Manual Técnico de Formando 12

15 ACTIVO Imobilizado: Corpóreo: Edifícios e Outras Construções: Edifícios u.m. Armazéns u.m. Equipamento Básico: Máquinas u.m. Equipamento Administrativo: Computadores u.m. Secretárias e Cadeiras u.m. Estantes u.m u.m. Circulante: Existências: unidades da mercadoria X u.m unidades da mercadoria X u.m unidades da mercadoria X u.m u.m. Dívidas de Terceiros Curto prazo: Clientes c/c u.m. Clientes Títulos a Receber u.m u.m. Disponibilidades Depósitos Bancários u.m. Caixa u.m u.m. Total do Activo u.m. PASSIVO Dívidas a Terceiros Fornecedores c/c u.m. Fornecedores Títulos a Pagar u.m. Empréstimos Obtidos u.m. Total do Passivo u.m. E mais uma vez o valor do património é obtido pela diferença destes dois elementos patrimoniais, ou seja, o Capital Próprio é de u.m. Manual Técnico de Formando 13

16 1.6. CONTA O conhecimento do património é crucial na empresa e para prosseguir com o trabalho contabilístico ter-se-á que expressar em valor esse conjunto de elementos patrimoniais, pelo que se recorre à conta. A conta deverá ter um título e um valor, bem como obedecer a requisitos em termos de homogeneidade e de integralidade. A homogeneidade fará com que a conta seja constituída pelos elementos que obedeçam à característica comum que ela define. No requisito de integralidade, a conta deverá conter todos os elementos que gozem da característica comum que ela define. A conta apresentar-se-á da seguinte forma: Débito (Deve) Título da Conta Crédito (Haver) A movimentação destas contas processa-se por convenção da seguinte forma: - O aumento de uma Conta Activa traduz-se num Débito. - A diminuição de uma Conta Activa traduz-se num Crédito. - O aumento de uma Conta Passiva traduz-se num Crédito. - A diminuição de um Conta Passiva traduz-se num Débito. A diferença entre o Débito e o Crédito designa-se por saldo. Este poderá ser: 1) Devedor se o Débito for superior ao Crédito. 2) Nulo se o Débito for igual ao Crédito. 3) Credor se o Débito for inferior ao Crédito. Para que se restabeleça a igualdade, teremos: 1) Débito = Crédito + Saldo Devedor 2) Débito = Crédito 3) Débito + Saldo Credor = Crédito Manual Técnico de Formando 14

17 Uma conta que não tenha saldo denomina-se saldada. As contas vão agregar os elementos patrimoniais segundo as suas características comuns. Desta forma, de acordo com o Plano Oficial de Contabilidade poder-se-á identificar alguns grupos relevantes de contas: 1 Disponibilidades diz respeito às disponibilidades imediatas (caixa e depósitos à ordem) e às aplicações de tesouraria de curto prazo. 2 Terceiros considera as operações efectuadas com terceiros, ou seja, clientes, fornecedores, Estado e Outros Entes Públicos e outros. 3 Existências serve para contabilizar o valor das compras, as existências iniciais e finais segundo o tipo de inventário utilizado. 4 Imobilizações são incluídos nesta classe os bens que não são transaccionáveis de imediato, mas permanecem na instituição durante a actividade normal da empresa. 5 Capital, Reservas e Resultados Transitados é discriminado o valor do capital próprio da empresa. 6 Custos e Perdas Subentendem-se os custos de carácter operacional, financeiro e extraordinário. 7 Proveitos e Ganhos Subentendem-se os proveitos de carácter operacional, financeiro e extraordinário. 8 Resultados Do confronto dos proveitos e custos, obtêm-se os resultados de carácter operacional, financeiro, corrente, extraordinário e o resultado líquido do exercício. Será de referir que as contas de custos e de proveitos estão também sujeitas a regras de movimentação pré-definidas, ou seja, geralmente as contas de custos debitam-se e as Manual Técnico de Formando 15

18 contas de proveitos creditam-se. No entanto, existem situações de excepção como por exemplo a devolução de vendas e os descontos e abatimentos em vendas, que apesar de serem contas de proveitos (classe 7) são debitadas. As contas também podem ser classificadas de acordo com o fim a que se destinam, pelo que poderemos ter: - Activo Circulante: - Disponível (p.ex: caixa, depósitos à ordem). - Permutável (p.ex: mercadorias). - Realizável (p.ex: dívidas a receber). - Activo Fixo: - Financeiro aplicações financeiras de carácter permanente. - Corpóreo - bens tangíveis que não se destinam a ser vendidos ou transformados durante a actividade normal da empresa, e que se encontram na empresa com a carácter de permanência. - Incorpóreo inclui o imobilizado intangível (p.ex. marcas, patentes). Por outro lado, o passivo pode-se subdividir em: - Passivo de Funcionamento (p.ex: dívidas a fornecedores) - Passivo de Financiamento (p.ex: empréstimos) O Passivo pode também ser definido como sendo de curto prazo ou de médio e longo prazo LANÇAMENTO: O RAZÃO E O DIÁRIO O lançamento é a movimentação das diversas contas que expressará as operações de âmbito quotidiano. Assim, se se aplicar as referidas regras de movimentação das contas, poderão surgir quatro hipóteses: Manual Técnico de Formando 16

19 1) Uma conta debitada, tendo como contrapartida uma conta creditada. Exemplo: Constituição de um Depósito a Prazo no montante de u.m. D 12 Depósitos à Ordem C D 13 Depósitos a Prazo C ) Uma conta debitada, tendo como contrapartida várias contas creditadas. Exemplo: Liquidação de factura nº 105 do fornecedor For1, tendo enviado em numerário a importância de u.m. e cheque nº 255 s/ o Banco BDM no montante de u.m.. D 11 Caixa C D 12 Depósitos à Ordem C D 221 Fornecedores c/c C ) Várias contas debitadas, tendo por contrapartida uma conta creditada. Exemplo: O cliente Maisum liquidou a factura nº 65, pelo que enviou os seguintes valores: - S/ aceite nº 111, a 60 dias no valor de u.m. - Cheque s/ Banco BDM pelos restantes u.m. D 212 Clientes - Títulos a Receber C D 12 Depósitos à Ordem C Manual Técnico de Formando 17

20 D 211 Clientes c/c C ) Várias contas debitadas, tendo por contrapartida várias contas creditadas. Exemplo: N/ Factura nº 55 referente a prestação de serviços, bem como a uma assistência técnica prestada ao nosso cliente Prestapaga, que entregou no acto da prestação o seu cheque nº 205 para liquidação de 50% desta factura. A factura foi emitida pela importância de u.m., da qual u.m. são referentes à assistência técnica. D 72 Prestações de Serviços C D 12 Depósitos à Ordem C D 734 Est., Proj. e Assist. Tecnológica C D 211 Clientes c/c C Sendo certo que este procedimento irá assegurar a igualdade entre os dois membros, isto é, após se efectuar as diversas operações o total dos débitos terá que ser inevitavelmente igual ao total dos créditos. Estes lançamentos poderão ser analisados de uma forma sistemática, ou seja, através do razão ou então de uma forma cronológica através do diário. Se se pretender utilizar o diário para efectuar os mesmos lançamentos, ter-se-á: 1) Uma conta debitada, tendo como contrapartida uma conta creditada. Depósitos a Prazo Manual Técnico de Formando 18

21 a Depósitos à Ordem pela constituição de depósito a prazo u.m. 2) Uma conta debitada, tendo como contrapartida várias contas creditadas. Fornecedores c/c a Diversos pela liquidação ao fornecedor For1 - s/factura nº 105 a Caixa u.m. a Depósitos à Ordem u.m u.m. 3) Várias contas debitadas, tendo por contrapartida uma conta creditada. Diversos a Clientes c/c liquidação do cliente Maisum n/ factura nº 65 Clientes Títulos a receber u.m. Depósitos à Ordem u.m u.m. 4) Várias contas debitadas, tendo por contrapartida várias contas creditadas. Diversos a Diversos n/ factura nº 55 enviada ao cliente Prestapaga Depósitos à Ordem u.m. Clientes c/c u.m u.m. a Prestações de Serviços u.m. a Proveitos Suplementares E., P. e A. Técnica u.m u.m. Dada a relevância dos lançamentos contabilísticos na prática diária empresarial, abordarse-ão os seguintes relativamente à empresa EXEMPLO : 1. Compra a 60 dias de mercadoria X1 pela importância de u.m.. Manual Técnico de Formando 19

22 D 312 Compra de Mercadorias C D 221 Fornecedores c/c C Venda a pronto de unidades de mercadoria X1 a 5 u.m. cada, que tinha sido adquirida por u.m.. D 11 Caixa C D 711 Vendas de Mercadorias C D 612 CMVMC - Mercadorias C D 32 Mercadorias C Depósito de 500 u.m. no Banco BDM. D 12 Depósitos à Ordem C D 11 Caixa C Compra efectuada a dinheiro de material de escritório no montante de 250 u.m. D Material de Escritório C D 11 Caixa C Débito em conta de u.m. referentes aos juros do empréstimo bancário. D 12 Depósitos à Ordem C D 681 Juros Suportados C Cheque nº 523 para pagamento à EDP no valor de 750 u.m. Manual Técnico de Formando 20

23 D 12 Depósitos à Ordem C D Electricidade C Venda a crédito de unidades de mercadoria X2 a 4,5 u.m. cada, cujo o custo tinha ascendido a u.m. D 211 Clientes c/c C D 711 Vendas de Mercadorias C D 612 CMVMC - Mercadorias C D 32 Mercadorias C Recuperação de dívida no montante de u.m., que estava considerada como incobrável. 79 Proveitos e G. Financeiros D 792 Recupração de Dívidas C D 11 Caixa C Compra a crédito de estantes para o escritório no montante de u.m.. D 426 Equipamento Administrativo C D 261 Fornecedores de Imobilizado C Manual Técnico de Formando 21

24 1.8. IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO (IVA) Por uma questão de simplificação descurou-se nos lançamentos efectuados o factor imposto, nomeadamente o Imposto sobre o Valor Acrescentado. Neste momento estão reunidas as condições para explanar os conceitos básicos referentes ao Imposto sobre o Valor Acrescentado. Este imposto tem por base o valor adicional gerado na cadeia de operações que se estabelecem entre os agentes económicos (Compras e Vendas). Deste modo, surgirão diversas definições de IVA, a saber: a) IVA Suportado b) IVA Dedutível c) IVA Liquidado d) IVA Regularizações e) IVA Apuramento f) IVA a Recuperar g) IVA a Pagar h) IVA Reembolsos Pedidos i) IVA Liquidações Oficiosas Seguidamente procurar-se-á elucidar genericamente sobre o conteúdo de cada uma das contas supracitadas: a) A conta de IVA Suportado é uma mera conta de transição e de carácter não vinculativo utilizada na aquisição de activos, especificamente de existências, de imobilizado e de bens ou serviços diversos. b) A conta de IVA Dedutível é movimentada pelas aquisições efectuadas ou pelas importâncias que possam advir da conta de IVA Suportado. c) A conta de IVA Liquidado é creditada, pois ilustra o montante de imposto que deverá ser entregue ao Estado. Manual Técnico de Formando 22

25 d) A conta de IVA Regularizações destina-se a rectificar situações contabilizadas incorrectamente ou omissas (p.ex: devoluções, descontos e abatimentos e outras). A movimentação desta conta processar-se-á como se segue: - IVA Regularizações a favor da Empresa, cujo o registo se efectua a débito (p. ex: a devolução de uma venda). - IVA Regularizações a favor do Estado, cujo o registo se processa a crédito (p.ex: um desconto e abatimento em compras). e) Findo o período acordado para o cumprimento legal da entrega da declaração do IVA, ter-se-á que preencher a mesma em função do imposto apurado. A conta de IVA apuramento tem por fim reunir as importâncias constantes das rubricas anteriormente referidas, para que se possa constatar qual a situação da empresa face a este imposto. f) A conta de IVA a Recuperar vai acolher o montante de IVA passível de ser obtido junto do Estado, pelo que traduz que os valores a débito da conta de IVA Apuramento são superiores aos que se encontram a crédito. g) A conta de IVA a Pagar contempla situações em que o Iva a liquidar é superior ao que será possível deduzir. h) A conta de IVA Reembolsos Pedidos fará com que se concretize a recuperação do Imposto recorrendo à entidade Estatal no futuro próximo se esta for a intenção dos seus titulares, pois alternativamente poderá o seu valor reingressar na conta de IVA Apuramento no exercício económico seguinte como componente a seu favor. i) Esta conta de IVA Liquidações Oficiosas movimenta-se quando permanece a dívida ao Estado, pelo facto da entrega da declaração ao Estado não ser atempada, ultrapassando o prazo legalmente estipulado. Será de referir que as taxas de imposto divergem consoante o objecto da transacção, isto é, a taxa mais corrente é a de 19%, contudo se se estiver perante o ramo da restauração a taxa de imposto descerá para 12% e se se estiver a considerar bens de primeira necessidade utilizar-se-á uma taxa de 5%. Tende-se também a classificar os impostos em Manual Técnico de Formando 23

26 conformidade com o seu objecto, ou seja, poder-se-á referenciar o IVA Dedutível de Existências, de Imobilizado ou de Outros bens e serviços, bem como o IVA Liquidado inerente a Transacções internas de bens e serviços, Aquisições comunitárias de bens ou Aquisição de serviços. Retomando a empresa em análise e para os lançamentos contabilísticos anteriormente referidos obter-se-á: 1. Compra a 60 dias de mercadoria X1 pela importância de u.m., acrescida de IVA a 19%. D 312 Compra de Mercadorias C D 221 Fornecedores c/c C D IVA Dedutível - Existências C Venda a pronto de unidades de mercadoria X1 a 5 u.m. cada, acrescida de IVA a 19% e que tinha sido adquirida por u.m.. D 11 Caixa C D 711 Vendas de Mercadorias C D IVA Liquidado C 950 D 612 CMVMC - Mercadorias C D 32 Mercadorias C Manual Técnico de Formando 24

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