Perguntas enviadas ao SINDIMACO-GO por empresas filiadas e escritórios contábeis, e respondidas.

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1 Perguntas enviadas ao SINDIMACO-GO por empresas filiadas e escritórios contábeis, e respondidas. 1) PARA CALCULAR O VALOR DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DO MEU ESTOQUE, OS PASSOS SÃO OS SEGUINTES: INVENTARIAR O ESTOQUE, E DE POSSE DO VALOR APLICAR O MENOR IVA 27%, ENCONTRANDO A BASE DE CALCULO APLICAR A ALÍQUOTA INTERNA, DESTA FORMA ENCONTRAMOS O VALOR DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DO ESTOQUE. EXEMPLO: ESTOQUE: R$1.000,00 IVA: 27,00% ALIQUOTA INTERNA: 17,00% BASE DE CALCULO SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA: R$1.270,00 VALOR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA: R$ 215,90 GOSTARIA DE CONFIRMAR SE ESTE EXEMPLO PRÁTICO É O CORRETO A SE SEGUIR. COM RELAÇÃO AO ICMS NORMAL DESTA MERCADORIA EM ESTOQUE, O MESMO NÃO PODE SER DEDUZIDO NO VALOR ENCONTRADO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONFORME CONSTA NO ARTIGO 80 DO ANEXO VIII INCISO II? R Sim, este exemplo prático é o correto a ser seguido, exceto se a empresa atacadista, distribuidor ou varejista for optante do Simples Nacional de que trata a LC 123/2006. Para estas empresas, na apuração do imposto devido por SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA relativo ao estoque, o Decreto permite a adoção de crédito de imposto (ICMS), inexistente no LAICMS, que, portanto, deve ser calculado sobre o valor do estoque sem a aplicação do IVA. A exemplo teríamos a seguinte atuação: Estoque: R$ 1.000,00 ICMS normal (credito) R$ 170,00 BASE DE CALCULO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA: R$ 1.000,00 (estoque) + R$ 270,00 (IVA 27%) = R$ 1.270,00

2 ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA: R$ 1.270,00 X 17% (alíquota interna) = R$ 215,90 R$ 170,00 (credito de imposto) = R$ 45,90 (valor à recolher). Acredita-se que as empresas não teriam saldo credor no livro de apuração, porque não há razão para acumular credito, tendo em vista que as empresas comerciais não fazem estoque a longo prazo. Esta é a interpretação da SEFAZ/GO. 2) - COMO POSSO SABER SE REALMENTE O MATERIAL QUE TENHO AQUI ENTROU NA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, ME ORIENTARAM A OLHAR PELO NCM (NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL), MAIS QUANDO OLHO LÁ POR EXEMPLO O ITEM 44, VERGALHÕES, SÓ Q TAMBÉM SE ENQUADRA NELE PELO NCM (NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL) BARRA CHATA E FERRO MECÂNICO REDONDO QUE NÃO É UTILIZADO PELA CONSTRUÇÃO. COMO DEVO PROCEDER? R= Verificando o NCM/SH-(NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL/SISTEMA HARMONIZADO) no Protocolo ou no Decreto 7.528/2011. Se remanescer dúvida tem que fazer consulta na SEFAZ. Regra geral, de acordo com o entendimento já exposto pela SEFAZ não poderia existir mais de uma NMC NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL para o mesmo produto. Assim, recomendamos o processo de consulta na SEFAZ. 3) - COMO DEVERÁ SER CALCULADO O ESTOQUE? TENHO UM ESTOQUE DE R$ ,00 (MÉDIA PONDERADA) DE DOIS ITENS. R = Para material de construção o menor IVA é 27%. Aplica o referido IVA sobre o valor do estoque (não há credito a ser compensado, exceto se a empresa for do Simples Nacional) e divide na quantidade de parcelas previstas no Decreto: Contribuinte do Simples 40 meses, Varejista 30 meses, Atacadista 24 meses. Se for empresa do Simples Nacional pode abater o credito de ICMS que é calculado da seguinte forma: 17% sobre o valor do estoque. 4) - SE EU COMPRAR DE SÃO PAULO ONDE O ICMS É 7% COMO SERÁ O CALCULO? E SE EU COMPRAR DE ALGUM ESTADO QUE O ICMS SEJA 12%?

3 E SE COMPRARMOS DE ALGUM QUE NÃO ESTEJA NO CONVENIO, COMO DEVO PROCEDER? R = São Paulo está no protocolo, portanto a mercadoria deve vir acompanhada da GNRE Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais, ou seja, o imposto já recolhido para Goiás. Valor da mercadoria + IVA correspondente ao produto indicado na tabela (MVA de origem 7%) x 17% - credito de 7% referente ao ICMS próprio do remetente. Se for de Estado cuja alíquota interestadual seja 12%, a diferença é que o MVA original será o correspondente a tabela de 12%. Se a aquisição for de Estado não signatário, o contribuinte goiano devera fazer o recolhimento do ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA no mês subsequente ao da aquisição ata a data definida pela SEFAZ. 5) - DENTRO DO ESTADO, COMO DEVO PROCEDER VENDENDO PARA UMA REVENDA E PARA UM CONSUMIDOR FINAL E PARA UMA CONSTRUTORA? R = Quando você vende dentro do Estado não há mais imposto a ser recolhido ao Estado. A Substituição tributaria engloba toda a cadeia de comercialização ate o consumidor final. No caso de venda para construtora, se a empresa for atacadista, existe o beneficio da redução da base de calculo para 10%, que conforme anunciado pelo Estado será mantido na forma de recuperação de credito de imposto. Esta matéria será regulamentada por meio de instrução normativa a ser editada pelo Governo. De acordo com a Superintendência, esta Instrução Normativa será editada após a entrada em vigor do novo regime em 01/04/2012 ou 01/05/2012, conforme o produto. 6) - FAVOR ME INFORMAR QUAL É O PRAZO DE ENTRADA DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO E ELÉTRICOS. R = Em 1º de abril de 2012, relativamente às mercadorias discriminadas no inciso XVII do Apêndice II do Anexo VIII do RCTE (material de construção, acabamento, bricolagem ou adorno)

4 II - em 1º de maio de 2012, relativamente às mercadorias discriminadas no inciso XVIII do Apêndice II do Anexo VIII do RCTE (material elétrico) 7) - TEMOS UMA DÚVIDA COM RELAÇÃO A IVA A SER UTILIZADO NOS MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO QUE ENTRA EM VIGOR NO DIA 01/04. NA LEGISLAÇÃO DIZ QUE DEVEMOS UTILIZAR O "MENOR MVA NA OPERAÇÃO INTERNA" DOS PRODUTOS PARA O LEVANTAMENTO DO ESTOQUE QUE É MVA DE 30% E CALCULAR O ICMS A RECOLHER. PARA ATUALIZAÇÃO DO CUSTO DOS PRODUTOS DEVEMOS UTILIZAR O MENOR IVA TAMBÉM???OU DEVEMOS UTILIZAR OS IVAS DE CADA PRODUTO?? R = O Decreto estabelece que para apuração do ICMS sobre o estoque deverá ser utilizado o menor MVA constante do anexo. Assim, temos que para material de construção o menor MVA é 27%. A base de cálculo do estoque, prevista na legislação vigente é o CUSTO DA ULTIMA AQUISIÇÃO, assim, entendido a ultima entrada. Este valor, se questionado pelo Estado, será comprovado pelas notas fiscais de aquisição. Não há previsão legal, para quando uma espécie de mercadoria for submetida ao regime de SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, que seja necessário atualizar o custo dos produtos em estoque. 8) QUERO SABER SE TIJOLOS E TELHAS DE BARRO COZINHA, IRÃO ENTRAR NA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA APARTIR DE 01/04/2012? R = Esclarecemos que APENAS para os produtos listados nos Anexos dos Protocolos 82/85 passam a vigorar a SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA a partir de 01/04/2012. Os produtos não constantes da lista anexa aos protocolos, permanecem no Regime Normal de Tributação (débito/credito). 9) A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA MATERIAL ELÉTRICO COMEÇA EM 01/05/2012, POREM NO PRÓPRIO SITE DO SINDIMACO E DO CONFAZ, OS PROTOCOLOS FORAM PRORROGADOS PARA 01/04/2012. O MATERIAL ELÉTRICO SERA 01/04/2012 OU 01/05/2012??? R= Conforme estabelecido no Decreto n.º 7560, a vigência para material elétrico será a partir de 01/05/2012. Vide texto parcialmente abaixo transcrito: DECRETO Nº 7.560, DE 29 DE FEVEREIRO DE 2012.

5 (...) Art. 5º Este Decreto entra em vigor: II - em 1º de maio de 2012, relativamente às mercadorias discriminadas no inciso XVIII do Apêndice II do Anexo VIII do RCTE (Protocolo ICMS 82/11, cláusula primeira); 10) EM RELAÇÃO AO DECRETO QUE DISPÕE SOBRE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DE MATERIAIS DE CONTRUÇÃO, ACABAMENTO OU ADORNO E MATERIAL ELÉTRICO. QUAL PERÍODO DE INICIALIZAÇÃO (ENQUADRAMENTO SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA) EM RELAÇÃO AOS PROTOCOLOS: 82/11 - MATERIAIS DE CONTRUÇÃO, ACABAMENTO OU ADORNO 85/11 - MATERIAIS DE CONTRUÇÃO, ACABAMENTO OU ADORNO 83/11 - MATERIAL ELÉTRICO 84/11 - MATERIAL ELÉTRICO OBSERVAÇÕES: 1). NO CONFAZ EXISTE O DESPACHO 21/2012 QUE DISPÕE SOBRE APLICAÇÃO DOS PROTOCOLS 83/11 E 84/11 A PARTIR DE 1º DE MAIO DE ). NO SEFAZ EXISTE O DECRETO QUE ALTERA O DECRETO COM SEGUINTE TEXTO:... Art. 5º Este Decreto entra em vigor: I - em 1º de abril de 2012, relativamente às mercadorias discriminadas no inciso XVII do Apêndice II do Anexo VIII do RCTE (Protocolo ICMS 82/11, cláusula primeira); II - em 1º de maio de 2012, relativamente às mercadorias discriminadas no inciso XVIII do Apêndice II do Anexo VIII do RCTE (Protocolo ICMS 82/11, cláusula primeira); III - em 1º de janeiro de 2012, no tocante aos demais dispositivos."... Observe que o parágrafo I rege sobre Inciso XVII do apêndice II (Protocolo ICMS 82/11). O parágrafo II rege sobre Inciso XVIII do apêndice II (Protocolo ICMS 82/11). "PROTOCOLOS DO INCISO XVIII são 83/11 e 84/11, o decreto está inconsistência nas informações do parágrafo II ou não?" R = Conforme estabelecido no Decreto n.º 7560, a vigência para material de construção será a partir de 01/04/2012 e para material elétrico será a partir de 01/05/2012. Vide texto parcialmente abaixo transcrito: DECRETO Nº 7.560, DE 29 DE FEVEREIRO DE (...)

6 Art. 5º Este Decreto entra em vigor: I - em 1º de abril de 2012, relativamente às mercadorias discriminadas no inciso XVII do Apêndice II do Anexo VIII do RCTE (Protocolo ICMS 82/11, cláusula primeira); II - em 1º de maio de 2012, relativamente às mercadorias discriminadas no inciso XVIII do Apêndice II do Anexo VIII do RCTE (Protocolo ICMS 82/11, cláusula primeira); Embora tenha um erro na descrição dos protocolos, os incisos referidos no texto, indicam com precisão os produtos inseridos no apêndice II do anexo VIII do RCTE: XVII - MATERIAL DE CONSTRUÇÃO, ACABAMENTO, BRICOLAGEM OU ADORNO (Protocolos ICMS 82/11 e 85/11) XVIII - MATERIAL ELÉTRICO (Protocolos ICMS 83/11 e 84/11) 11) O ICMS-ST, ORIGEM DE ESTADOS QUE NÃO FAZEM PARTE DO PROTOCOLO, DEVE SER PAGO PELAS EMPRESAS ADQUIRENTES DAS MERCADORIAS? O PRAZO PARA RECOLHIMENTO DESTE ICMS JÁ FOI DEFINIDO PELA SEFAZ? R = Sim, deve ser pago pelo contribuinte goiano adquirente, registrado nos livros fiscais no mês de aquisição e o imposto deverá ser pago no mês subseqüente na data de vencimento do ICMS normal. 12) EM QUAL DISPOSIÇÃO LEGAL QUE ESTÁ QUE O IMPOSTO SERÁ PAGO NO MÊS SUBSEQÜENTE? R = As disposições legais sobre a matéria: RCTE - (DECRETO 4.852/97) ANEXO VIII Seção VI Do Momento da Retenção, da Apuração e do Pagamento do Imposto Art. 53. O substituto tributário localizado neste Estado, deve apurar o imposto e efetuar o seu pagamento nos períodos e prazos previstos na legislação tributária, mediante Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais - DARE-, em separado, do qual deve constar, no campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES, a expressão: ICMS RETIDO NOS TERMOS DO ANEXO VIII DO RCTE.

7 Parágrafo único. O pagamento do imposto devido por substituição, nas situações especiais a seguir enumeradas, deve ser feito: (...) II - pelo adquirente de mercadoria de contribuinte que tenha obtido medida judicial liminar suspendendo a aplicação do regime de substituição tributária, ou de contribuinte sediado em outra unidade da Federação que não seja signatária do correspondente convênio ou protocolo ou que tenha feito a sua denúncia: a) antecipadamente, nos períodos e prazos estabelecidos na legislação tributária para o substituto tributário originário designado no convênio ou protocolo, devendo ser considerado, para efeito de determinação do período de apuração, o momento de entrada ou recebimento da mercadoria sem a aplicação do regime de substituição tributária nas situações previstas no caput deste inciso; 13) AS MERCADORIAS DESCRITAS NO DECRETO 7.528/2011 NÃO CONFEREM COM AS DESCRITAS NO ANEXO ÚNICO DO PROTOCOLO 93. DEVO LEVANTAR O ESTOQUE COM BASE NO DECRETO 7.528/2011 OU NO ANEXO UNICO DO PROTOCOLO 93? R= Senhores, o Protocolo ICMS 93 dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, apenas nos Estados do Maranhão e de São Paulo. Os protocolos que dispõem sobre SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, com adesão do Estado de Goias, são: PROTOCOLOS ICMS 82 e ) FAVOR INFORMAR COMO FICARA A SUBSTUIÇAO TRIBUTARIA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS; VAMOS LUTAR PELO MENOS PARA QUE SEJA IGUALADA A SUBSTITUIÇÃO COM O ICMS DE 12% NO CALCULO DE GUIA. R = Para o segmento de Micro e EPP não há diferença no regime de ST, vez que a própria Lei Complementar 123 define que são excluídas do SIMPLES as mercadorias tributadas por ST. A concessão feita pela SEFAZ após negociação do SINDIMACO foi ampliar o prazo de pagamento do ICMS/ST devido sobre o valor do estoque e a concessão de credito presumido calculado à alíquota de 17% sobre o valor do estoque. Outras solicitações estão sendo feitas constantemente pelo SINDIMACO ao Secretário da Fazenda, até o momento sem sucesso. Assim, o pleito final foi encaminhado ao Governador. Vamos aguardar o posicionamento do Governo frente ao último pedido protocolado.

8 15) VEJA ESTE COMUNICADO, ENTENDI QUE, PARA OS OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL, NÃO TERÁ REAJUSTE NO MVA, MAS, QUAL É O DECRETO? R = Não há um arquivo associado, portanto não pude ver de que se trata o recado. A diferença na ST para os optantes do simples nacional restringe-se ao pagamento imposto devido sobre o estoque. Para este segmento empresarial foi concedido um credito de ICMS sobre o valor do estoque calculado em 17% e o prazo para pagamento do ICMS/ST sobre o estoque será de 40 meses. Para melhor compreensão peço que retransmitam o anexo. 16) QUAL PRAZO PARA ENTREGA DO INVENTÁRIO E QUAL VENCIMENTO DA PRIMEIRA PARCELA? R= O artigo 80 do Anexo VIII do RCTE destaca que o contribuinte deverá "informar ao Departamento de Fiscalização até 15 dias após o pagamento do imposto retido, o valor deste e do estoque inventariado, encaminhando, inclusive, uma copia do respectivo documento de arrecadação." O vencimento da 1ª parcela é amanha, dia 10/04/ ) COMO FAZER COM AS NOTAS QUE ESTÃO CHEGANDO COMO TRIBUTADO? EXISTE UMA FORMA PARA RECOLHIMENTO DO IMPOSTO DEVIDO DE SUBSTITUIÇÃO? R= Pode estar chegando mercadoria tributada na operação interestadual originada de Estado não signatário do Protocolo. Mas ainda é devido a ST da sua operação posterior. Neste caso o contribuinte goiano deverá fazer a apuração do ICMS/ST e recolher no mês subseqüente, mediante Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais - DARE-, em separado, do qual deve constar, no campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES, a expressão: ICMS RETIDO NOS TERMOS DO ANEXO VIII DO RCTE. A matéria está tratada no artigo 53, Seção VI, Anexo VIII, RCTE. Abaixo duas respostas que repassei sobre o mesmo tema: 2º) Para cada entrada de mercadoria, o próprio fornecedor estabelecido nas unidades da Federação que fazem parte do Protocolo (82 e 85) deverá fazer a retenção do ICMS/ST e recolher por guia GNRE. Este trabalho não é dos

9 contadores em Goiás, nem das empresas goianas, que serão substituídas com relação ao imposto devido por suas futuras operações. 3º) Se você adquirir este produto de uma empresa sediada em algum Estado que não seja signatário dos protocolos, competirá à sua empresa fazer o recolhimento do imposto no mês subseqüente à entrada da mercadoria. 18) EMISSÃO DO DANFE EM MARÇO/2012 E CHEGADA DO PRODUTO NA EMPRESA APENAS EM ABRIL/2012 APOS CONVERSÃO DO ESTOQUE, COMO FAZER PARA LANÇAMENTO DAS MESMAS? R= Como o DANFE foi emitido em Março, período em que ainda não estava vigente a ST, a empresa remetente, portanto, não fez a retenção por GNRE. A sugestão é que se o contribuinte goiano lançar a nota fiscal no mês de março, a mercadoria deve constar do Estoque (isto é possível porque nenhuma empresa ainda entregou o relatório do estoque para a DRF nem fez o recolhimento da 1ª parcela que vence amanhã). Se a nota for lançada no mês de Abril, o contribuinte goiano adquirente deverá fazer a antecipação do imposto (o pagamento da ST) no mês subseqüente, conforme orientação da pergunta n.º 2. 19) PEÇO A GENTILEZA INFORMAR O CÓDIGO DE RECOLHIMENTO DO DARE REFERENTE O PARCELAMENTO DO ICMS S.T. DO INVENTÁRIO DE 31/03/2012: R = Para recolhimento das Parcelas da Substituição Tributária do Estoque de Mercadorias de 31/03/2012, exclusivamente: Código da Receita: 124 Código da Apuração: 040 N.º.de Parcelas: Empresas Varejistas não optantes do Simples Nacional: 30 parcelas mensais e iguais - vencimento: dia: 10 Empresas Optantes do Simples Nacional: 40 parcelas iguais e mensais - vencimento: dia 10 O 1º. vencimento dar-se-á em 10/Abril/2012. Competência: para todas as parcelas será sempre o mês de: MARÇO/2012 OBS: No DARE preencher o campo com o n.º da parcela correspondente. (exemplo: 01; 02; 03; ).

10 20) SOFREMOS UM ALTÍSSIMO IMPACTO RECENTEMENTE, COM O DECRETO Nº 7.528, DE 28 DE DEZEMBRO DE NOSSA EMPRESA ESTÁ NO REGIME DE SUPER SIMPLES, E JUSTAMENTE NESSE REGIME, AO INVÉS DE TERMOS INCENTIVO PELO PEQUENO PORTE, ISSO NÃO OCORREU. NOSSO PRINCIPAL FORNECEDOR, FICA EM INDAIATUBA- SP. ESTAMOS ENQUADRADOS NO NCM/SH SOB O CÓDIGO , E PORTANTO O MVA (%) RELATIVO A PRODUTOS QUE VÊM DE SP, ESTÁ EM 53,51. NÃO TRABALHAMOS ESSA MARGEM. NÃO É JUSTO UMA IMPOSIÇÃO DESSA FEITA PELO GOVERNO. GOSTARIA DE SABER COMO A ENTIDADE PODE NOS AMPARAR PARA UMA REVISÃO DESSE ÍNDICE? R = Como é de seu conhecimento o SINDIMACO patrocinou diversas reuniões com os seus Associados, para antes da vigência do Decreto da ST, oportunizar às empresas que promovessem levantamentos para discutirmos os MVA's aplicados nos Protocolos. Desde Setembro/2011 fizemos várias reuniões, palestras, debates, encontros, entre os Associados e o SINDIMACO e entre a SEFAZ e o SINDIMACO. Todos os assuntos/reivindicações que foram levados pelos Associados foram encaminhados à Secretaria da Fazenda. Nesta fase, já em vigor o Decreto desde 01/04/2012, cujo Protocolo foi firmado em Setembro do ano passado, temos que a imposição das margens de lucro é um tema ultrapassado, vez que a sua instituição decorre da presunção da lucratividade de toda a cadeia produtiva (da indústria até o consumidor final), através de levantamento realizado pelos técnicos de todos os estados envolvidos. O que foi amplamente discorrido, debatido e consolidado para os Associados é que a margem de valor agregado sobre o produto (MVA) foi estabelecida a partir da venda da indústria para o atacado, deste para o varejista e desde até o consumidor final. Assim, a indústria (localizada em SP ou outra unidade da Federação que faça parte dos Protocolos), vai promover a antecipação do ICMS para Goiás, na modalidade de Substituição Tributária, devido sobre todas as operações posteriores de venda no mercado interno goiano, englobando o atacadista e o varejista, até o consumidor final. Não se trata de margem apenas do varejista, mas de toda a cadeia de comercialização do produto. Fizemos várias reivindicações ao Estado de Goiás para redução da base de calculo para o contribuinte/associado optante do simples nacional. Ainda hoje aguardamos posicionamento do Sr. Governador em pleito da Federação do Comercio do Estado de Goiás, para redução da carga tributária das empresas optantes do simples, cujo segmento passar para o regime de ST. O SINDIMACO tem se mobilizado e sido incansável na luta em prol do segmento de ME e EPP.

11 A ST é incompatível com o Simples, o que decorre da própria Lei Complementar 123. Não é o Estado que cria esta barreira, mas a lei federal que instituiu o SIMPLES determina que as empresas que comercializam produtos tributados por ST não podem fazer opção pelo regime simplificado na parte do ICMS. Assim, destacamos que a revisão de qualquer índice decorre de um levantamento detalhado e efetiva comprovação de que o produto ao sair da indústria até alcançar o consumidor final não agrega as margens estabelecidas pelo CONFAZ.

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