Escola Secundária de Camarate. Curso Profissional de Animador Sociocultural Departamento: Expressões Planificação/11ºAno

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Escola Secundária de Camarate. Curso Profissional de Animador Sociocultural Departamento: Expressões Planificação/11ºAno"

Transcrição

1 40 Tempos Disciplina: Animação Sociocultural Ano Lectivo: 2014/2015 Módulo 6 Deontologia e Animação Sociocultural 1.1 Deontologia: noção, conceitos, fundamentos; 1.2 Valores: conceito e tipos de valores. 1.3 Valores humanos: pressupostos fundamentais da ética e valores humanos essenciais; 2. A pessoa enquanto sujeito de direitos e deveres: 2.1 A consciência moral: origem, fatores favoráveis e/ou desfavoráveis ao seu desenvolvimento; 2.2 Atos humanos e atos do homem; 2.3 Apelo ético do homem; 2.4 A moral natural; 2.5 A moral social; 2.6 A moral e o direito: semelhanças e diferenças; 2.7 As leis: origem e fundamento, legalidade e ilegalidade, ato legal e ato moral, a consciência e as leis, direitos e deveres, o homem sujeito de direitos e deveres. No final deste módulo os alunos deverão ser capazes de: pessoais e profissionais; equacionar questões relacionadas com a complexidade do mundo laboral; relações a estabelecer com os utentes nas várias valências; cidadania face à participação ativa na sociedade. Análise de documentos; Elaboração de resumos; Visionamento de documentário+ filme Documentos; Debate;. de Teste escrito; 1

2 40 Tempos Módulo 7 Práticas de Animação Sociocultural II 1.Intervenção na realidade: 1.1 Grupo alvo do projeto: em que medida se faz sentir o(s) problema(s) selecionado(s) no grupo de pessoas alvo do projeto; 1.2 Objetivos: as metas a alcançar no final do trabalho de projeto, tendo sempre em conta os problema(s) selecionados(s) e as hipóteses de trabalho avançadas; 1.3 Recursos: indicação dos recursos utilizados no decorrer do trabalho de projeto. 2. Métodos e técnicas: 2.1 Explicitação dos métodos e técnicas utilizadas no decorrer do trabalho de projeto. No final deste módulo os alunos deverão ser capazes de: realidade em termos de animação sociocultural; intervenção concebidas; disponíveis para o desenvolvimento do trabalho de projeto; métodos e as técnicas utilizadas. os Análise de projetos da rede social; Elaboração de um projeto de intervenção na comunidade- Bairro (trabalho de grupo); Visita a uma instituição; Participação ativa nos projetos. Articulação com os 8º anos em PC Utilização de Video-projetor de Relatório e execução prática do projeto; 2

3 40 Tempos Módulo 8 Noções básicas de Saúde e Socorrismo 1. Conceito de saúde 2. O ser humano 3. Os comportamentos humanos 4. Fatores condicionantes da saúde: recursos, serviços, sistemas, valores; 5. Saúde pública: objetivo, modos de atuação, tipos; 6. Serviços de saúde e cuidados de saúde; 7. Suporte básico de vida: conceito, etapas e procedimentos, posicionamento, sequência de ações, problemas associados;. Caraterizar o conceito de Saúde Analisar os comportamentos humanos e a sua implicação na saúde. Identificar os fatores condicionantes da saúde. Caraterizar o conceito de sobrevivência. Definir o sistema integrado de emergência médica. Identificar a sequência de procedimentos que permitem executar o SBV corretamente. Exercícios práticos executados / dramatizados pelos próprios alunos para um público-alvo. Dinâmica de grupos; Diálogo com especialistas; Apresentação dos conteúdos em PowerPoint; de Teste escrito; 3

4 45 Tempos Módulo 9 (Opcional) I- Animação de Bibliotecas 1. A problemática da leitura no século XXI 1.1. Porquê ler? 1.2. Quem lê e o que lê (classes, tipologias, fases etárias) 2. Missões da biblioteca pública e da biblioteca escolar 2.1. Linhas orientadoras da IFLA para crianças e jovens 3. Leitura instrumental e leitura lúdica 4. Estratégias de animação da leitura 5. O contador/ animador/ mediador da leitura 5.1. Como contar histórias (leitura e oralidade) 6. O projeto de animação 6.1. Etapas e componentes do planeamento de atividades 6.2. A divulgação das atividades 6.3. A implementação das atividades 6.4. A avaliação das atividades Caracterizar as problemáticas da leitura na atualidade. Tomar conhecimento de referenciais teóricos e técnicos sobre a realidade específica das bibliotecas e da animação da leitura. Planear e implementar metodologias e técnicas de animação em Bibliotecas. Análise de documentos; Realização de Atividades-Dinâmicas de Grupo; Utilização de uma Pedagogia de Participação; Intervenção em espaços bibliotecários; Articulação com a FCT de Planificação/Rela tório de execução prática das atividades; 4

5 ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES GRUPO DE TÉCNICAS ESPECIAIS CURSO PROFISSIONAL DE ANIMADOR SOCIOCULTURAL DISCIPLINA DE ANIMAÇÃO SOCIOCULTURAL 10º/11º/12º Anos Ano Letivo: 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Competências Parâmetros Instrumentos de avaliação % COGNITIVO - Compreensão e aquisição de conhecimentos; - Aplicação de conhecimentos em novas situações; - Organização e síntese de ideias; - Trabalho de pesquisa; - Qualidade de expressão escrita e oral. - Teste escrito; - Teste prático; - Teste teórico-prático; 45% SÓCIO-AFECTIVO - Recetividade e participação; - Autonomia, responsabilidade e sentido critico; - Espírito de tolerância e cooperação; - capacidade de relacionamento; - Iniciativa/criatividade; - Trabalho autónomo/qualidade - Empenho - Comunicação - Trabalhos em grupo:. Trabalho prático + apresentação;. Trabalho em sala de aula; - Trabalhos individuais:. Trabalho em sala de aula;. Trabalho prático + apresentação; 30% PSICO-MOTOR - Organização dos materiais; - Autonomia; - Autodisciplina; - Autocrítica. - Observação direta:. Assiduidade/pontualidade;. Participação ativa;. Outras Atitudes. Professor: Jorge Parente Total 100% 25% 5

PORTUGUÊS CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS. ENSINO BÁSICO (2.º e 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO

PORTUGUÊS CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS. ENSINO BÁSICO (2.º e 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 4 DE ÉVORA SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA ANDRÉ DE GOUVEIA CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS PORTUGUÊS ENSINO BÁSICO (2.º e 3.º CICLOS) ENSINO SECUNDÁRIO outubro

Leia mais

PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA

PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA ASSOCIAÇÃO ESCOLA 31 DE JANEIRO 2012/13 PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA TRANSVERSALIDADE NA CORREÇÃO DA ESCRITA E DA EXPRESSÃO ORAL DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS INTRODUÇÃO A língua

Leia mais

anexo 1 Diagnóstico AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA

anexo 1 Diagnóstico AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA anexo 1 Diagnóstico AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA Deficiente preparação de base nas disciplinas nucleares Manifestação de algum desinteresse e desmotivação Baixos níveis de raciocínio crítico/analítico Comportamento/Postura/atitude

Leia mais

Tema do Painel: Um novo paradigma de desenvolvimento profissional: Valorização de percursos e competências. Tema da Comunicação:

Tema do Painel: Um novo paradigma de desenvolvimento profissional: Valorização de percursos e competências. Tema da Comunicação: Tema do Painel: Um novo paradigma de desenvolvimento profissional: Valorização de percursos e competências Tema da Comunicação: O envolvimento das organizações e dos enfermeiros no desenvolvimento e reconhecimento

Leia mais

761 Serviço de Apoio a Crianças e Jovens

761 Serviço de Apoio a Crianças e Jovens 761 Serviço de Apoio a Crianças e Jovens Acompanhamento de Crianças - Babysitting Destinatários Todos os interessados que pretendam adquirir competências profissionais que os habilitem à prestação de serviços

Leia mais

EXTERNATO S. JOÃO BOSCO VIANA DO CASTELO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO ANO LETIVO 2016/2017

EXTERNATO S. JOÃO BOSCO VIANA DO CASTELO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO ANO LETIVO 2016/2017 EXTERNATO S. JOÃO BOSCO VIANA DO CASTELO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO ANO LETIVO 2016/2017 Aprovado em Conselho de Docentes em julho de 2016 Diretora Pedagógica Rosa Cândida Gomes Princípios Orientadores

Leia mais

DEPARTAMENTO CURRICULAR: MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

DEPARTAMENTO CURRICULAR: MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO CURRICULAR: MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades

Leia mais

Colégio São Francisco Xavier CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 5.º ANO - 2º C.E.B.

Colégio São Francisco Xavier CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 5.º ANO - 2º C.E.B. Colégio São Francisco Xavier CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 5.º ANO - 2º C.E.B. ANO LETIVO 2015/16 Saber Fazer (Domínio Cognitivo) 80% DISCIPLINA: PORTUGUÊS DOMÍNIOS OBJETIVOS INSTRUMENTOS E PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO

Leia mais

Organização e Gestão do Desporto Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva

Organização e Gestão do Desporto Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Organização e Gestão do Desporto Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS Promoção da educação para a cidadania Promover: a iniciativa

Leia mais

DEPARTAMENTO DE PORTUGUÊS

DEPARTAMENTO DE PORTUGUÊS de referência de referência de referência DEPARTAMENTO DE PORTUGUÊS Critérios de Avaliação 2016/2017 Português 2.º ciclo (5º e 6º) Oralidade 20% Leitura e escrita 40% Educação literária 10% Gramática 15%

Leia mais

TECNOLOGIAS APLICADAS

TECNOLOGIAS APLICADAS ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO Ano Lectivo: 2009/2010 CURSO PROFISSIONAL DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES TECNOLOGIAS APLICADAS 12 ANO - Turma TE Professor: Ana Lisa Rodrigues Grupo: 0 Tecnologias

Leia mais

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo A avaliação, como parte integrante do processo de ensino/ aprendizagem, deverá ter em conta: Os programas e as metas curriculares em vigor para o 1º ciclo;

Leia mais

PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO 2014 DADOS DA INSTITUIÇÃO INSTITUIÇÃO CONVENIADA DIRETOR (A) ENDEREÇO MUNICÍPIO UF CEP TELEFONE FAX DESCRIÇÃO DO PLANO JUSTIFICATIVA Neste campo, retratar a situação do atendimento

Leia mais

Escolaridade e Transição Alguns Caminhos

Escolaridade e Transição Alguns Caminhos Escolaridade e Transição Alguns Caminhos RITA SERPA SOARES Outubro 2015 9º Ano Projeto de vida do aluno promotor de ações e atividades com o objetivo de uma inserção social adequada Perspetiva processo

Leia mais

O Referencial de Educação para os Media: currículo, contexto, capacitação. Manuel Pinto CECS Universidade do Minho

O Referencial de Educação para os Media: currículo, contexto, capacitação. Manuel Pinto CECS Universidade do Minho O Referencial de Educação para os Media: currículo, contexto, capacitação Manuel Pinto CECS Universidade do Minho Trajetórias 1982: Declaração de Grünwald, UNESCO 1988: CRSE - Proposta de Reforma Global

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera. Plano. Estudos. Desenvolvimento. Currículo

Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera. Plano. Estudos. Desenvolvimento. Currículo Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera Plano de Estudos e Desenvolvimento do Currículo Educação Pré Escolar A Educação Pré-Escolar afigura-se como a primeira etapa da educação básica

Leia mais

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DESENVOLVIMENTO CURRICULAR

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DESENVOLVIMENTO CURRICULAR DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES Oferta Curricular Complementar EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DESENVOLVIMENTO CURRICULAR Educação Tecnológica e Curriculo A educação tecnológica assume, no Ensino Básico, a sua autonomia

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Ética e Cidadania Organizacional Eixo Tecnológico: Gestão e

Leia mais

Serviço de Psicologia Externato da Luz

Serviço de Psicologia Externato da Luz Serviço de Psicologia Externato da Luz Índice Apresentação do Programa 3 Estrutura do Programa 4 Portefólio e Blogue Interactivo 5 Implementação do Programa 7 Grupos, horários e respectivos orientadores

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO A letivo: 2016/2017 O trabalho desenvolvido na disciplina de Francês, 3º Ciclo, visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos três as do Ciclo, competências de comunicação s domínios da oralidade

Leia mais

2015/16. Critérios Gerais de Avaliação

2015/16. Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas de Portela e Moscavide Escola Secundária da Portela Escola EB 2,3 Gaspar Correia Escola EB1 Catela Gomes Escola EB1/JI Quinta da Alegria Escola EB1/JI Portela 2015/16 Critérios Gerais

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PORTUGUÊS 2.º e 3.º CICLOS

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PORTUGUÊS 2.º e 3.º CICLOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PORTUGUÊS 2.º e 3.º CICLOS Domínios Avaliados Instrumentos de avaliação Ponderação Leitura - Educação Literária 30% Testes de avaliação escrita Gramática 12% (5/6) 60% Escrita

Leia mais

Título: Viajando pelo Universo da Leitura Justificativa:

Título: Viajando pelo Universo da Leitura Justificativa: Título: Viajando pelo Universo da Leitura Justificativa: Sabendo que o aluno tem pouco contato com a leitura em seu ambiente familiar, apresentando na escola dificuldades de aprendizagem, decorrentes dessa

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação do 1º Ciclo ANO LETIVO

Critérios Gerais de Avaliação do 1º Ciclo ANO LETIVO Critérios Gerais de Avaliação do 1º Ciclo ANO LETIVO 2015-2016 Avaliação (Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho; Despacho Normativo nº 17-A/2015 de 22 de Setembro e Despacho Normativo nº 13/2014 de 15

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO A lectivo:2016/2017 O trabalho desenvolvido na disciplina de Inglês, 2ºciclo, visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos cinco as dos dois Ciclos, competências de comunicação s domínios da oralidade

Leia mais

2015-2016. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo

2015-2016. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo 2015-2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo Setembro 2015 Este documento pretende dar a conhecer a todos os intervenientes no processo educativo os critérios de avaliação, e respetivas percentagens, a que

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO A lectivo:2016/2017 O trabalho desenvolvido na disciplina de Inglês,, visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos cinco as dos dois Ciclos, competências de comunicação s domínios da oralidade

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO O trabalho desenvolvido na disciplina de Português, Secundário, visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo do Ensi Secundário, competências de comunicação s domínios do oral e do escrito, competências

Leia mais

Planificação do trabalho a desenvolver com a turma G do 10º ano (ano letivo 2015/2016) Conteúdos / Temas a lecionar

Planificação do trabalho a desenvolver com a turma G do 10º ano (ano letivo 2015/2016) Conteúdos / Temas a lecionar Disciplinas Português Aulas Previstas (aulas de 50 min) Planificação do trabalho a desenvolver com a turma G do 10º ano (ano letivo 2015/2016) Conteúdos / Temas a lecionar 1º 2º 3º 1º Período 2º Período

Leia mais

Critérios de Avaliação Departamento de Português. 2016/2017 Agrupamento de Escolas de Miraflores

Critérios de Avaliação Departamento de Português. 2016/2017 Agrupamento de Escolas de Miraflores Critérios de Avaliação Departamento de Português 2016/2017 Agrupamento de Escolas de Miraflores Aprovado em reunião de Conselho Pedagógico a 21 de julho de 2016 Cálculo da classificação interna a atribuir

Leia mais

Planificação da disciplina de Geografia 9º Ano Ano letivo 2014/2015

Planificação da disciplina de Geografia 9º Ano Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina de Geografia 9º Ano Ano letivo 2014/2015 Nº de aulas (45 minutos) 1º Período 2º Período 3º Período Total Previstas 41 31 27 99 /Correção 6 6 6 18 Tema 4: As atividades económicas*

Leia mais

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz

Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz PLANO ANUAL DE TRABALHO 20/205 9ºAno Código 070 Educação para a Cidadania 9º Ano Ano Letivo: 20/ 205 Plano Anual Competências a desenvolver Conteúdos Temas/Domínios Objetivos Atividades / Materiais 3 Períodos

Leia mais

PLANO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS

PLANO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS PLANO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ANO LECTIVO 2010/2011 Introdução O Plano do Departamento de Línguas tem como pressupostos o Projecto Educativo em vigor da Escola Secundária da Baixa da Banheira cujos

Leia mais

Critérios gerais de avaliação

Critérios gerais de avaliação Critérios gerais de avaliação ÍNDICE Introdução 3 A A avaliação na educação pré-escolar 3 1 Intervenientes 3 2 Modalidades da avaliação 3 3 Critérios de avaliação 3 4 Ponderação 4 B A avaliação no ensino

Leia mais

Critérios de Avaliação. 1º Ciclo. Ano Letivo 2016/2017. A Presidente do Conselho Pedagógico Felicidade Alves

Critérios de Avaliação. 1º Ciclo. Ano Letivo 2016/2017. A Presidente do Conselho Pedagógico Felicidade Alves Critérios de Avaliação 1º Ciclo Ano Letivo 2016/2017 A Presidente do Conselho Pedagógico Felicidade Alves Princípios Orientadores - Processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar

Leia mais

Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de:

Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de: Matriz da Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de COLÉGIO LICEAL DE SANTA MARIA DE LAMAS Prova de Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário de: Prova 358 2016

Leia mais

A Patrulha Verde ensina. Câmara Municipal de Mafra Divisão de Segurança e Proteção Civil Serviço Municipal de Proteção Civil

A Patrulha Verde ensina. Câmara Municipal de Mafra Divisão de Segurança e Proteção Civil Serviço Municipal de Proteção Civil A Patrulha Verde ensina sobre Câmara Municipal de Mafra Divisão de Segurança e Proteção Civil Serviço Municipal de Proteção Civil Objetivos gerais: Dar resposta às necessidades de informação/sensibilização

Leia mais

Disciplina de Cidadania 6º Ano Turma A

Disciplina de Cidadania 6º Ano Turma A Disciplina de Cidadania 6º Ano Turma A Conteúdos programáticos e aulas previstas 1º 2º 3º TOTAIS Nº de aulas previstas 13 12 9 34 Nº de aulas para apresentação e autoavaliação 2 1 1 4 Nº de aulas para

Leia mais

Secretaria Regional da Educação e Cultura Direção Regional da Educação ESCOLA BÁSICA SECUNDÁRIA MOUZINHO DA SILVEIRA

Secretaria Regional da Educação e Cultura Direção Regional da Educação ESCOLA BÁSICA SECUNDÁRIA MOUZINHO DA SILVEIRA Secretaria Regional da Educação e Cultura Direção Regional da Educação ESCOLA BÁSICA SECUNDÁRIA MOUZINHO DA SILVEIRA Departamento de Expressões e 1.º Ciclo CRITÉRIOS AVALIAÇÃO Critérios de Avaliação Documento

Leia mais

No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição.

No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição. 1. OBJETIVOS GERAIS No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Descrever a orgânica das Instituições Sociais;

Leia mais

ACADEMIA DRIVU. OFERTA FORMATIVA 2017 Nível Estratégico. Transformamos condutores em motoristas profissionais

ACADEMIA DRIVU. OFERTA FORMATIVA 2017 Nível Estratégico. Transformamos condutores em motoristas profissionais ACADEMIA DRIVU ACADEMIA DRIVU Nível NívelEstratégico Estratégico 6. Saúde edo Segurança 1.Gestão Tempo no Trabalho Noções básicas Como gasta o seu tempo? Interação Comercial Eficaz Como deseja gastar o

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica

Leia mais

Regulamento de Estágios da ESTBarreiro/IPS

Regulamento de Estágios da ESTBarreiro/IPS Regulamento de Estágios da ESTBarreiro/IPS Artigo 1.º Objeto 1. O presente regulamento define o regime de estágios curriculares aplicável aos cursos: a) De Especialização Tecnológica; b) De Licenciatura;

Leia mais

ANEXO 1 ADENDA AOS CRITÉRIOS ESPECIFICOS DE AVALIAÇÃO - 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO DOMÍNIO DOS CONHECIMENTOS PORTUGUÊS

ANEXO 1 ADENDA AOS CRITÉRIOS ESPECIFICOS DE AVALIAÇÃO - 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO DOMÍNIO DOS CONHECIMENTOS PORTUGUÊS ANEXO 1 ADENDA AOS CRITÉRIOS ESPECIFICOS DE AVALIAÇÃO - 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO DOMÍNIO DOS CONHECIMENTOS PORTUGUÊS Oralidade Leitura Escrita Gramática Educação Literária 7 7 7 4 Identifica e compreende

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL Disciplina de MATEMÁTICA - 11º Ano Turma O A PROFESSORA: Teresa Clain 1 1. OBJECTIVOS GERAIS São finalidades da disciplina no ensino secundário: desenvolver a capacidade

Leia mais

Projecto Curricular de Escola Ano Lectivo 2009/2010 ANEXO VI

Projecto Curricular de Escola Ano Lectivo 2009/2010 ANEXO VI Projecto Curricular de Escola Ano Lectivo 2009/2010 ANEXO VI Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Dr. Horácio Bento de Gouveia Ano Lectivo 20 /20 PLANO DE RECUPERAÇÃO Despacho Normativo nº50/2005 Aluno: Nº

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Disciplina: Inglês

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Disciplina: Inglês Produção CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Disciplina: Inglês Ensino Básico Ano letivo: 2017/2018 7º ANO Perfil de Aprendizagens Específicas O aluno é capaz: Compreender textos orais e audiovisuais

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR PERCURSO DE UM MODELO EM (RE)CONSTRUÇÃO

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR PERCURSO DE UM MODELO EM (RE)CONSTRUÇÃO FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR PERCURSO DE UM MODELO EM (RE)CONSTRUÇÃO VII Congresso Iberoamericano de Docência Universitária, FPCEUP, 2012 Ilídia Vieira, Luísa Ribeiro Trigo e José

Leia mais

Planos curriculares simplificados

Planos curriculares simplificados AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ROMEU CORREIA Ano Letivo: 2013-2014 Planos curriculares simplificados TGD2 Curso Profissional Técnico de Apoio e Gestão Desportiva 2 Diretor de turma: Ana Paula Ribeiro AGRUPAMENTO

Leia mais

Plano de Melhoria 2016/2019

Plano de Melhoria 2016/2019 Plano de Melhoria 20162019 Outubro 2016 20162017 Índice INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVO... 4 ÁREAS DE MELHORIA... 4 IMPLEMENTAÇÃO E MONITORIZAÇÃO... 5 PLANO DE MELHORIA... 6 CONCLUSÃO... 18 ANEXOS... 19 1 INTRODUÇÃO

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas de Fragoso 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas de Fragoso

Leia mais

2º Ciclo. (5º e 6º anos) PERFIL DO ALUNO NA ÁREA CURRICULAR DE História e Geografia de Portugal AGRUPAMENTO ESCOLAS DE SANTO ANDRÉ

2º Ciclo. (5º e 6º anos) PERFIL DO ALUNO NA ÁREA CURRICULAR DE História e Geografia de Portugal AGRUPAMENTO ESCOLAS DE SANTO ANDRÉ AGRUPAMENTO ESCOLAS DE SANTO ANDRÉ ESCOLA BÁSICA 2/3 DE QUINTA DA LOMBA PERFIL DO ALUNO NA ÁREA CURRICULAR DE História e Geografia de Portugal 2º Ciclo (5º e 6º anos) Ano letivo 2016-2017 PERFIL DO ALUNO

Leia mais

ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO

ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO ENQUADRAMENTO A relação entre o indivíduo e o mundo que o rodeia, construída numa dinâmica constante com os espaços físico, social, histórico

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS CADERNO

NORMAS E PROCEDIMENTOS CADERNO Lar de Jovens Vida Nova NORMAS E PROCEDIMENTOS CADERNO Abril 2016 Normas e Procedimentos APRESENTAÇÃO Definição (O que é?) As Normas e Procedimentos Caderno é um documento, elaborado pela Cooperativa Pelo

Leia mais

PROJETO CURRICULAR DE AEMB - DEPARTAMENTO PRÉ ESCOLAR DEPE 2013/2017

PROJETO CURRICULAR DE AEMB - DEPARTAMENTO PRÉ ESCOLAR DEPE 2013/2017 AEMB - DEPE PROJETO CURRICULAR DE DEPARTAMENTO PRÉ ESCOLAR 2013/2017 O Jardim de Infância é um espaço mágico repleto de cores, sons, onde os grandes aprendem com os pequenos o que é ser realmente grande

Leia mais

RECOMENDAÇÕES N.º 3/CCAP/2008

RECOMENDAÇÕES N.º 3/CCAP/2008 PRINCÍPIOS ORIENTADORES PARA A DEFINIÇÃO DOS PADRÕES RELATIVOS ÀS MENÇÕES QUALITATIVAS RECOMENDAÇÕES N.º 3/CCAP/2008 JULHO DE 2008 Índice INTRODUÇÃO 1 PRINCÍPIOS ORIENTADORES E RECOMENDAÇÕES 3 Princípios

Leia mais

Laboratório de Sustentabilidade Sessão 6: A planificação estratégica. Maio de 2015

Laboratório de Sustentabilidade Sessão 6: A planificação estratégica. Maio de 2015 Laboratório de Sustentabilidade Sessão 6: A planificação estratégica Maio de 2015 Do que estamos falando? SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2- FUNDAMENTOS DO PE 2.1. Conceito 2.2. Origem, Função e Características 3

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos. Resultados Escolares º Período

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos. Resultados Escolares º Período Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Resultados Escolares 2015-2016 1.º Período 1 Percentagem de insucesso/sucesso 1º período - 2015/2016 Dep. Pré-Escolar Área MF Muita

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR - INFORMÁTICA

PLANIFICAÇÃO MODULAR - INFORMÁTICA Agrupamento de Escolas de Santo André Escola Secundária Padre António Macedo PLANIFICAÇÃO MODULAR - INFORMÁTICA CURSO VOCACIONAL COMÉRCIO E ARTES Ciclo de Formação: 2014-2016 *** Ano Letivo: 2015-2016

Leia mais

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO APOIO AO ESTUDO DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1.º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/20164 1º CICLO 1. INTRODUÇÃO O despacho normativo nº7/2013 tem como objetivo conceder maior flexibilidade na constituição das

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO (APROVADOS EM CP 2014/2015)1 1.º Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos

Leia mais

Encontro Nacional de Saúde Ocupacional Lisboa 17 de novembro de Reflexões sobre o ensino da MT e da SO em Portugal

Encontro Nacional de Saúde Ocupacional Lisboa 17 de novembro de Reflexões sobre o ensino da MT e da SO em Portugal Reflexões sobre o ensino da MT e da SO em Portugal Encontro Nacional de Saúde Ocupacional Lisboa, Formação em Saúde Ocupacional/Medicina do Trabalho Formação em Segurança no Trabalho; Inicialmente Decreto-Lei

Leia mais

CURSO VOCACIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO DE AQUICULTURA COMUNICAR EM INGLÊS 11º 13 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. SABER Interpretação e Produção de Texto

CURSO VOCACIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO DE AQUICULTURA COMUNICAR EM INGLÊS 11º 13 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. SABER Interpretação e Produção de Texto CURSO VOCACIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO DE AQUICULTURA COMUNICAR EM INGLÊS 11º 13 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOMÍNIOS CRITÉRIOS INDICADORES INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Eficácia na aquisição e aplicação

Leia mais

Destinatários. Requisitos de acesso. Modalidade de Formação. Objetivo Geral

Destinatários. Requisitos de acesso. Modalidade de Formação. Objetivo Geral 812 Turismo e Lazer Animação Turística Destinatários Este curso destina-se a profissionais ligados ao turismo, assim como todos aqueles que tenham interesse nesta área, como estudantes de turismo, gestores

Leia mais

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO. CAMPUS CERES DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PROJETO DO

Leia mais

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola Disciplina de Oferta de Escola 7º e 8º anos do 3º ciclo do Ensino Básico Domínios temáticos, Conceitos, de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades José Carlos Morais Educação Ambiental para

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação 1º, 2º e 3º ciclos

Critérios Gerais de Avaliação 1º, 2º e 3º ciclos Critérios Gerais de Avaliação 1º, 2º e 3º ciclos Ano letivo 2013-2014 INTRODUÇÃO - Avaliação (Decreto-Lei nº139/2012, de 5 de julho) - A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador

Leia mais

A música volta às escolas brasileiras: o que fazer?

A música volta às escolas brasileiras: o que fazer? A música volta às escolas brasileiras: o que fazer? Ao refletir sobre a volta da música às escolas brasileiras, no Ensino Fundamental, tive a certeza de que este momento é especial. Após um pouco mais

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARELEJA. Critérios de avaliação do 3.º ciclo

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARELEJA. Critérios de avaliação do 3.º ciclo AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARELEJA Critérios de avaliação do 3.º ciclo Ano letivo 2017-18 Domínio das atitudes e valores nas disciplinas de Português, Inglês, Francês, Espanhol, Matemática, Ciências Naturais,

Leia mais

TRABALHO DE PESQUISA PASSO A PASSO

TRABALHO DE PESQUISA PASSO A PASSO 3011 Ano Letivo 20-2016 TRABALHO DE PESQUISA PASSO A PASSO Uma ajuda a alunos e professores para o tratamento da informação 5º, 6º, 7º e 8º e 9º Anos de escolaridade Amélia Macedo & Bernardete Esteves

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE: O ANO TODO E AGORA EM ESPECIAL NO FINAL DO ANO LETIVO

CONSELHO DE CLASSE: O ANO TODO E AGORA EM ESPECIAL NO FINAL DO ANO LETIVO TEXTO 2 http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2310-6.pdf acesso em http://pt.wikipedia.org/wiki/conselho_de_classe 09 de outubro de 2014 CONSELHO DE CLASSE: O ANO TODO E AGORA EM ESPECIAL

Leia mais

I Competências / Domínios a avaliar

I Competências / Domínios a avaliar O trabalho desenvolvido na disciplina de Português 2º ciclo visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos dois as do ciclo, metas linguísticas s domínios do oral e do escrito, competências de leitura

Leia mais

Para: Psicologia B. Escolas João de Araújo Correia. Objeto da Avaliação. Caracterização da Prova. Informação - Prova de Equivalência à Frequência

Para: Psicologia B. Escolas João de Araújo Correia. Objeto da Avaliação. Caracterização da Prova. Informação - Prova de Equivalência à Frequência Psicologia B Prova 340 2016 Tipo de Prova Escrita Secundário Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Para: Reprografias Portal do Agrupamento Diretores de Turma Associação de Pais e Encarregados de Educação

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ. Rui Gomes Universidade do Minho Escola de Psicologia

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ. Rui Gomes Universidade do Minho Escola de Psicologia Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.ardh-gi.com Módulo 2 Motivação 1 Esta apresentação não substitui a leitura dos manuais do monitor

Leia mais

1ª Série. 6NIC088 FOTOGRAFIA Conceitos de fotografia analógica e digital e sua aplicação nos meios de comunicação de massa e na comunicação dirigida.

1ª Série. 6NIC088 FOTOGRAFIA Conceitos de fotografia analógica e digital e sua aplicação nos meios de comunicação de massa e na comunicação dirigida. 1ª Série 6NIC091 ADMINISTRAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS Conceitos básicos de administração geral. Organizações e grupos formais e informais. Estrutura organizacional. Funções organizacionais da administração.

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO O trabalho desenvolvido na disciplina de,, visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos três as do Ciclo, competências linguística-comunicativas s domínios do oral e do escrito, competências de

Leia mais

Planificação Anual TIC 8º Ano 2012/ PERÍODO

Planificação Anual TIC 8º Ano 2012/ PERÍODO Ano Letivo 2012/2013 TIC 8º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL DE CONTEÚDOS 1 PERÍODO 1 TEMPO- 45 MINUTOS Domínio Duração Objectivos Gerais Objectivos Específicos Estratégias/ Actividades Subdomínio 8ºA 8ºB Informação

Leia mais

Prefeitura Municipal da Estância Turística de Batatais Estado de São Paulo

Prefeitura Municipal da Estância Turística de Batatais Estado de São Paulo PROCESSO SELETIVO - EDITAL Nº 01/2016 ANEXO II PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES RETIFICAÇÃO Nomenclatura Professor de Educação Básica I - Ensino Fundamental e Educação Infantil Fundamental (Arte) PRINCIPAIS

Leia mais

Informação Cursos 1º Semestre 2017/2018

Informação Cursos 1º Semestre 2017/2018 Informação Cursos 1º Semestre 2017/2018 Descrição Cursos de Excel Em parceria com a ITEN, empresa especializada em consultoria e formação, a Associação de Estudantes oferece aos alunos do ISEG a possibilidade

Leia mais

Informação Cursos 1º Semestre 2017/2018

Informação Cursos 1º Semestre 2017/2018 Informação Cursos 1º Semestre 2017/2018 Descrição Cursos de Excel Em parceria com a ITEN, empresa especializada em consultoria e formação, a Associação de Estudantes oferece aos alunos do ISEG a possibilidade

Leia mais

Departamento Curricular de Línguas

Departamento Curricular de Línguas Escola Básica Integrada c/ji Fialho de Almeida- Cuba Departamento Curricular de Línguas Ano Lectivo de 2007/2008 Critérios de avaliação Em reunião de Departamento Curricular de Línguas e de acordo com

Leia mais

Plano Anual de 2015-2016. Atividades. Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) Fernanda Moedas (Psicóloga SPO)

Plano Anual de 2015-2016. Atividades. Serviço de Psicologia e Orientação (SPO) Fernanda Moedas (Psicóloga SPO) Pl Anual de 2015-2016 Atividades Fernanda Moedas (Psicóloga SPO) Serviço de Psicologia e Orientação de Matosinhos HORÁRIO: Horário extra curricular - (preferencialmente são marcadas sessões com a colaboração

Leia mais

PROJECTO PROMED - 2011/2012. A função formativa da avaliação externa. Guião de apresentação de práticas PROMED

PROJECTO PROMED - 2011/2012. A função formativa da avaliação externa. Guião de apresentação de práticas PROMED 1 Caracterização da escola e suas concepções sobre avaliação O Colégio de Nossa Senhora da Paz é uma escola do EPC (ensino particular e cooperativo), propriedade da Província Portuguesa das Irmãs de Santa

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO 2012/ /16

PROJETO EDUCATIVO 2012/ /16 ESCOLA SECUNDÁRIA/3º CEB POETA AL BERTO, SINES PROJETO EDUCATIVO 2012/13-2015/16 Aprovado pelo Conselho Geral a 8 de abril de 2013. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. MISSÃO... 3 3. VISÃO... 3 4. VALORES..4

Leia mais

Critérios de avaliação dos alunos 1º Ciclo do Ensino Básico Ano letivo de 2015/2016

Critérios de avaliação dos alunos 1º Ciclo do Ensino Básico Ano letivo de 2015/2016 6 Critérios de avaliação dos alunos 1º Ciclo do Ensino Básico Ano letivo de 2015/2016 1. Critérios Gerais Domínio Cognitivo/ Psicomotor Conhecimentos/ Capacidades Domínios de avaliação Verificação e aferição

Leia mais

INTERESSADA: Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA

INTERESSADA: Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA INTERESSADA: Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA EMENTA: Renova o reconhecimento do Curso Sequencial de Formação Específica em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Dr. José Luiz Viana Coutinho Código: 073 Município: Jales Eixo Tecnológico: Recursos Naturais Habilitação Profissional: Habilitação Profissional Técnica

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE BARCELINHOS - 403787 Gabinete do Diretor RENOVAÇÃO DE MATRÍCULA 2016/2017. ALUNOS QUE FREQUENTAM o 7º e o 8º ANOS

ESCOLA SECUNDÁRIA DE BARCELINHOS - 403787 Gabinete do Diretor RENOVAÇÃO DE MATRÍCULA 2016/2017. ALUNOS QUE FREQUENTAM o 7º e o 8º ANOS 7º 8º ALUNOS QUE FREQUENTAM o 7º e o 8º ANOS 1 - Renovação da matrícula dos alunos que frequentam no presente ano letivo o 7.º ou 8.ºanos. Esta 2- Verificação pelo diretor de turma: 2.1 - Bilhete de Identidade

Leia mais

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO 2015/2016 EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5º ANO METAS CURRICULARES OBJETIVOS GERAIS/DESCRITORES

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO 2015/2016 EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5º ANO METAS CURRICULARES OBJETIVOS GERAIS/DESCRITORES DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ARTÍSTICAS ARTES VISUAIS - GRUPO de RECRUTAMENTO - Cód. 240 ENSINO REGULAR 2º CICLO PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO 2015/2016 EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 5º ANO METAS CURRICULARES DOMÍNIO

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO Considerando que a Portaria nº 23 /2015, de 27 de fevereiro revogou a Portaria nº 9/2013, de 11 de fevereiro referente à avaliação das aprendizagens e competências

Leia mais

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente Agrupamento de Escolas de Auto-Regulação e Melhoria das Escolas Auto-avaliação - uma PRIORIDADE Equipa de Avaliação Interna 2009/2010 1 Agrupamento de Escolas de Enquadramento legal Justificação Novo Paradigma

Leia mais

CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS

CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS OFERTA FORMATIVA NÍVEL SECUNDÁRIO CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS Os Cursos Científicos- Humanísticos destinam -se a jovens com o 9º ano de escolaridade ou equivalente que desejam prosseguir estudos 2 CURSO

Leia mais

Museu da Água da EPAL Um equipamento para a educação ambiental Margarida Filipe Ramos

Museu da Água da EPAL Um equipamento para a educação ambiental Margarida Filipe Ramos Museu da Água da EPAL Um equipamento para a educação ambiental Margarida Filipe Ramos 19.12.11 Apresentação do Museu da Água da EPAL Reservatório da Mãe d Água das Amoreiras Reservatório da Patriarcal

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2016-2017 Agrupamento de Escolas de Loureiro a. MATEMÁTICA (5 o e 6 o anos) Pontualidade e assiduidade Autonomia e empenho 0,7x média aritmética das classificações obtidas nas fichas

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO SETOR DE COORDENAÇÃO E SUPERVISÃO PEDAGÓGICA ANO LETIVO DE 2017 2018 PORTUGUÊS

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2016/2017

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2016/2017 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2016/2017 CALENDARIZAÇÃO ATIVIDADES PROPOSTAS OBJETIVOS GERAIS ESTRATÉGIAS DINAMIZADOR 1º TRIMESTRE Concerto para bebés - Assinalar o Dia Mundial da Música - Contactar com diferentes

Leia mais

CADASTRO DE CURSO. Conteúdo Programático Capítulos Conteúdo / Especificações Horas 01 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 68. 01.1 Gestão da Qualidade 4

CADASTRO DE CURSO. Conteúdo Programático Capítulos Conteúdo / Especificações Horas 01 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 68. 01.1 Gestão da Qualidade 4 PÁGINA: 1 6 Destinatários Objectivos Gerais Duração Total (h) Quadros médios e superiores empresas e organizações. Licenciados ou bacharéis que exerçam, ou pretenm vir a exercer, actividas na implementação,

Leia mais

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS Educar pela Pesquisa CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS Educar pela Pesquisa CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS Educar pela Pesquisa CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1 - O curso de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em

Leia mais

CONCEPÇÃO DE SER CRIANÇA NA SOCIEDADE PAUTADA NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PÚBLICA CIDADÃ

CONCEPÇÃO DE SER CRIANÇA NA SOCIEDADE PAUTADA NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PÚBLICA CIDADÃ CONCEPÇÃO DE SER CRIANÇA NA SOCIEDADE PAUTADA NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PÚBLICA CIDADÃ Silvia Casciolato de Cezaro 1 Bruna Nátali Silva dos Reis Maria Izaura Cação Introdução Como discentes do curso

Leia mais