CIBERESPAÇO E O ENSINO: ANÁLISE DAS REDES SOCIAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL II NA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR VIANA

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1 203 CIBERESPAÇO E O ENSINO: ANÁLISE DAS REDES SOCIAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL II NA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR VIANA INTRODUÇÃO ¹ Elias Barbosa de Lima filho ² Dr. Flamarion Dutra Alves ¹ ² Geografia Licenciatura-Universidade Federal de Alfenas O presente trabalho busca trazer elementos e conceitos fundamentais para estudar o ciberespaço e sua influência no meio escolar, ciberespaço que segundo Levy (1999, p. 92) é definido como o espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores e das memórias de computadores. Assim inserir o tema do ciberespaço e da internet na geografia contemporânea passa a ser necessário, principalmente para entender como funciona as redes tecnológicas. A partir de uma discussão teórico-prático tende-se a buscar e compreender como o ciberespaço está organizado e inserido nas redes sociais, diante da sociedade e do ensino escolar. Além de trazer conceitos e reflexões sobre o tema, o projeto visa na prática, o trabalho de campo, a fim de conhecer e compreender como que os alunos fazem uso do ciberespaço e as redes sociais, apresentando um possível diagnóstico do uso das redes sociais, tendo como objeto de estudo os alunos do 8 e 9 ano da Escola Estadual Professor Viana. A Escola Estadual Professor Viana, assim como qualquer outra escola, busca-se se inserir no mundo das redes tecnológicas, aproximando seus alunos com rede de internet. Mas será que todo esse acesso é utilizado de forma sábia? Diante do conteúdo disponível em rede, será que é feito o uso devido? Assim, a pesquisa tem como uns dos objetivos analisar como as redes sociais são vistas e como elas interferem nas relações interpessoais dos alunos no ensino fundamental II. OBJETIVOS

2 Objetivo Geral: Com essa pesquisa busca-se conhecer as origens do ciberespaço, a fim de compreender como o espaço e a sociedade estão organizados atualmente e suas possibilidades no ensino escolar. Objetivos específicos: Fazer um resgate histórico das transformações das redes no ciberespaço; Mostrar como as redes sociais estão articuladas no meio técnico científico informacional e no ensino escolar; Analisar como as redes sociais são vistas e como elas interferem nas relações interpessoais dos alunos no ensino fundamental II na Escola Estadual Professor Viana e partir desses dados; Fazer uma comparação do uso das redes sociais em escola pública e particular. 204 REFERENCIAL TEÓRICO Talvez o conceito de ciberespaço possa estar longe de nossa realidade, mas se analisar com outros olhos, o ciberespaço faz parte de nossa sociedade contemporânea. É notório que as novas redes tecnológicas passam a exercer influência na composição das atividades econômicas e na transformação das estruturas territoriais. Com os fluxos de informação praticamente instantâneos, as distâncias se encurtaram e ao mesmo tempo as relações pessoais diminuíram. Para Harvey (2005, p. 63) a desenfreada aceleração tecnológica está alterando a concepção materialista do espaço a partir de uma queima do espaço e da experiência de um tempo em intensificação. Ou seja, tempo virtual já não é o mesmo que o tempo real.

3 Figura 1 - Encurtamento do espaço pela relação técnica-espaço-tempo. Fonte: HARVEY (1996, p.220) As redes de internet invadiram o mundo globalizado, seu uso passou a criar novos espaços de fluxos, e juntamente com a rede mundial de computadores, passou a ser denominado de Ciberespaço. Ciberespaço que segundo Levy (1999, p.92) é definido como o espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores e das memórias de computadores. Esta definição inclui o conjunto dos sistemas de comunicação eletrônicos, na medida em que transmitem informações provenientes de fontes digitais ou destinadas à digitalização. Em outra definição Pires (2008, p. 8) define o ciberespaço como um território articulado e estruturado pela primazia de suas estruturas sociais de acumulação. Inserir o tema do ciberespaço e da internet na geografia contemporânea passa a ser necessário, principalmente para entender como funciona as redes tecnológicas. Conforme Pires (2008, p. 8), a cibergeografia ou o estudo do ciberespaço, segundo o olhar da geografia, constitui um esforço recente que vem se expandindo e se consolidando rapidamente, impulsionado principalmente pela necessidade de se estabelecer as bases conceituais que expliquem e elucidem como essa estrutura de rede, através da internet, afeta e é influenciada pela dinâmica territorial produzidas com o crescimento de e-commerce e de atividades eletrônicas. O fato se deve aos avanços tecnológicos na área das telecomunicações, capaz de disseminar-se a nível mundial, contribuindo fortemente para que se criasse no imaginário social a ideia da globalização e dos fluxos de informação. As inovações tecnológicas e o incremento no fluxo comercial mundial são dois fatores do processo de globalização onde se define as redes de internet, que permite a mundialização de acessos e mercadorias do mesmo, em diferentes pontos do planeta. É inevitável que com a expansão da internet em escala mundial, passou-se a notar o quanto ela pode ser usada como recurso didático. Os centros educacionais e as instituições fazem um grande uso da mesma, sempre com o objetivo de melhorar e agilizar os meios de educação. Desse modo, Baptista (2004, p. 37) afirma que os recursos que a internet oferece podem ser utilizados de várias maneiras, dependendo da didática e das condições físicas e financeiras das instituições. A internet e suas redes desperta a percepção espacial, a imaginação e traz consigo a interatividade com seu usuário. Dessa forma: A introdução da internet na educação não pode ser apenas considerada com o uma mudança tecnológica, e sim com o um a mudança do modo de aprender, mudança da forma de interação 205

4 entre quem aprende e quem ensina e uma mudança do modo como se reflete sobre a natureza do conhecimento. BAPTISTA (2004, p.39) Nesse processo é evidente que as redes sociais se tornam um processo curioso e amplo dentro do meio científico bem como fora dele, é fácil aprender pela internet, hoje qualquer conteúdo está disponível de forma instantânea, o desafio maior é como integrar esse conteúdo e educação atual e como aliar as novas tecnologias aos alunos. Muito se tem e pouco é aproveitado. É comum você ver um adolescente ou até mesmo uma criança, participando das redes sociais, sem nenhum controle de conteúdo e até mesmo de tempo. Nesse contexto, as redes sociais têm que ser vistas como a favor do novo quadro social, sobretudo como um produto final de transformação. Corrêa (2005, p. 109) cita que todos estamos inseridos em mais de uma rede geográfica, e simultaneamente, excluídos ou ausentes de um número ainda maior de redes. Assim é possível notar que precisamos estar atualizados e ativos nesses novos processos. METODOLOGIA A metodologia deste trabalho buscar trazer a discussão do conceito de ciberespaço e como ele está inserido nas redes de internet e ensino, organizando as informações bibliográficas desde a origem do conceito ciberespaço e suas implicações de uso no meio técnico científico informacional, analisando as utilidades da internet no ensino tanto pelos alunos, como pelas instituições escolares. Na primeira etapa, será feita uma revisão dos conceitos e conteúdos sobre o Ciberespaço e Geografia de Redes no ensino escolar, para fundamentar as discussões posteriores sobre o uso de redes sociais e internet no ensino escolar. A próxima etapa consiste também no trabalho de campo, a fim de conhecer e compreender como que os alunos fazem uso do ciberespaço e as redes sociais, aplicando um questionário (Quadro 1) nos alunos do Ensino Fundamental II da Escola Estadual Professor Viana e a escola particular Colégio Atenas, do 8º e 9º ano, sendo aplicados em duas turmas de cada ano: Quadro 1 - Principais questionamentos a serem feitos com os alunos sobre o Ciberespaço e Internet: Quais os conteúdos mais acessados durante o dia na internet? ( ) Novelas ( ) Jogos ( ) Entretenimento ( ) Outros: 206 Que tipo de rede social vocês participam? ( ) Facebook ( ) Twitter ( ) WhatsApp ( ) You tube ( ) Instagram ( ) Yahoo-perguntas ( ) Badoo ( ) Bate Papo UOL ( ) Outras Qual a frequência de uso? ( ) 30 min ( ) 1h ( ) 2h ( ) 3h ( ) 4h ( ) 5h ou mais

5 Quanto tempo você se dedica aos estudos escolares? ( ) 30 min ( ) 1h ( ) 2h ( ) 3h ( ) 4h ( ) 5h ou mais Costuma fazer pesquisas escolares na internet? Se sim, quais sites utilizados? ( ) Sim ( ) Não ( ) IBGE ( ) Infoescola ( ) Wikipédia ( ) UOL Educação ( ) Outros cite-os: Quais fontes costuma utilizar na rede de internet para a pesquisa de Geografia? Cite-os: Quais conteúdos em geografia costuma pesquisar com maior frequência? Cite-os: 207 E por fim, fazer um levantamento dos dados, apresentando um diagnóstico da situação dos alunos frente ao uso das redes e uma análise da situação dos problemas e possibilidades do uso da ferramenta da internet e das redes sociais no ensino. RESULTADOS ESPERADOS Através desse projeto e com o desenvolver da pesquisa, busca-se conhecer os conceitos do ciberespaço, e ver como as redes sociais influencia na vida escolar dos alunos. Além de verificar se o conteúdo disponível em rede é ou não aproveitado de forma mais útil. REFERÊNCIAS BAPTISTA, MICHELE MARQUES. Internet: auxílio à educação. BIBLOS: Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, Rio Grande, Brasil, v. 29, n. 2, 201. /Mai. 2004, p. 37, 39. BRASIL; infraestrutura. Acesso à internet chega a 50% das casas, pela 1ª vez no País. Disponível em: das-casas-pela-1-vez-no-pais. Acesso em: 17/10/2015. CORRÊA, Roberto Lobato. Dimensões de análise das redes geográficas. p In: CORRÊA, R.L. Trajetórias Geográficas. 3.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, PIRES, H. F. Reflexões sobre o advento da cibergeografia ou o surgimento da geografia política do ciberespaço: contribuição a crítica à

6 geografia crítica. 2008, p. 8 Disponível em: Acesso em: 17/10/2015. HARVEY, David. Condição Pós-Moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 6 ed. São Paulo: Loyola, 1996, p HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, 2005, p LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora , p. 92.

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