DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP Eng a. Morgana Pizzolato, Dr a.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP Eng a. Morgana Pizzolato, Dr a."

Transcrição

1 DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade CGEP Eng a. Morgana Pizzolato, Dr a.

2 Modelo de desenvolvimento atual produção agrícola e pecuária derrubando as matas, destruindo os solos e contaminando as águas produção industrial poluindo o ar e as águas, gastando energia não-renovável Produtos são rapidamente jogados no lixo desperdiçando riquezas naturais e trabalho humano. Crescimento econômico x dimensões ambientais e sociais 2

3 O que acontece com o uso deste modelo? temperatura elevação das águas dos oceanos e ampliação do número e da intensidade dos furacões. Surgimento de chuvas ácidas matam a agricultura e as florestas. Dilapidação dos recursos naturais Inviabilização da vida no planeta, no longo prazo. 3

4 O que fazer? Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente (Estocolmo, 1972) redefiniu o conceito de desenvolvimento Aquele capaz de atender às necessidades das atuais gerações sem comprometer os direitos das futuras gerações Brundtland (1987) Relatório Nosso futuro comum. Econômica Social Ambiental 4 DS

5 Como fazer? Padrões de produção e consumo sustentáveis: que não consumem mais recursos do que a biosfera terrestre é capaz de repor (planeta é finito não tem recursos infindáveis); que não comprometem o meio ambiente, os seres que neles vivem, as cadeias alimentares e reprodutivas; que não degradem os seres humanos; que não sacrificam os recursos e não comprometem os direitos das futuras gerações. 5

6 Recursos não sustentáveis Aqueles cujo aproveitamento se torna impeditivo por razões como redução da quantidade (exaustão física), inviabilidade econômica (exaustão econômica) e inviabilidade ambiental para iniciar ou continuar o aproveitamento (exaustão ambiental). Animais e plantas em extinção porque seu ambiente natural sofreu mudança radical ou foram destruídos pela ação humana; Recursos minerais para os quais não existem tecnologias para reciclagem ou reuso, como é o caso dos combustíveis fósseis e outras substâncias. 6

7 Recursos sustentáveis Aqueles que não se exaurem física, econômica ou ambientalmente se houver manejo racional Maioria das plantas e dos animais; Substâncias minerais que participam de ciclos naturais como a água, os sais e gases da hidrosfera e atmosfera, os metais e outras substâncias minerais passíveis de reciclagem e reuso. 7

8 Os pilares do DS Prosperidade Pessoas Planeta Modelo 3P DS Primeira parte do filme disponível em: 8

9 Índices de sustentabilidade Acompanham o desempenho das empresas líderes em termos de sustentabilidade Avaliam três aspectos econômico, ambiental e social Aplicações denominadas investimentos socialmente responsáveis Consideram que empresas sustentáveis geram maior valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais 9

10 Como são definidos? A partir de um questionário, de documentos (relatórios de sustentabilidade, de saúde e segurança e financeiros) e de informações prestadas pela empresa. Utilizados por administradores de recursos à procura de oportunidades de investimento social e ambientalmente responsáveis com boas taxas de retorno. 10

11 Índice mundial de sustentabilidade Dow Jones Dow Jones Sustainability World Index (DJSI World) Lançado em 1999 Engloba ~ 300 empresas (das maiores do Dow Jones World Index) Não exclui nenhum setor - há subíndices que deixam de fora empresas dos setores de bebidas alcóolicas, jogos de azar, cigarros e armamentos as ações de uma companhia espanhola chegaram a subir 1% em um só dia quando sua inclusão no DJSI foi anunciada Alguns itens do questionário para cálculo do DJSI sustentabilidade, governança corporativa, gestão da marca e de risco, mudança climática, exigências a fornecedores e gestão de projetos sociais. 11

12 Últimos dados do DJSI O DJSI manteve sete companhias do Brasil na sua versão de 2010, que contém 318 empresas de todo o mundo. O DJSI de 2011 será publicado em setembro. As brasileiras integrantes do índice são as mesmas de 2009: Bradesco, Cemig, Itaú Unibanco, Itaúsa, Petrobrás, Redecard e Fibri (resultado da união da Aracruz Celulose com a Votorantim Celulose e Papel). (09/09/2010) Segunda parte do filme disponível em: 12

13 Índice de sustentabilidade empresarial Brasileiro >> lançado em 2005 Engloba até 40 empresas listadas na Bovespa que mais se aproximam da excelência na gestão da sustentabilidade (aquelas que incorporam elementos ambientais e sociais, sem deixar de criar valor a seus acionistas) Dimensões Econômica; social; ambiental; governança; natureza do produto; geral Petrobrás, Itaú, Bradesco, Unibanco, Embraer, Gerdau, CEMIG Sadia, etc. 13

14 Relatório de sustentabilidade Visa dar maior transparência às atividades empresariais e ampliar o diálogo da organização com a sociedade. Documento em que a empresa mostra para a sociedade: como se relaciona com seus profissionais (colaboradores) e com a comunidade em que atua; o que faz em relação aos impactos causados por suas atividades nessa comunidade e no meio ambiente; quais são suas diretrizes para relacionamento com seus fornecedores etc. 14

15 Relatório de sustentabilidade da Natura O relatório de 2009 está disponível em: Pontos importantes do relatório Cadeia de valor Natura (pag. 13); Que pegada deixamos Geração de valor social (pag. 76); Geração de valor ambiental (pag. 83); Geração de valor econômico (pag. 96); 15

16 EBITDA Indicador financeiro muito utilizado pelas empresas de capital aberto e pelos analistas de mercado A sigla corresponde a Earning Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização. Representa a geração operacional de caixa da companhia o quanto a empresa gera de recursos apenas através de suas atividades operacionais, sem levar em consideração os efeitos financeiros e de impostos alguns profissionais chamam o EBITDA de fluxo de caixa operacional 16

17 Quantos habitantes a terra pode sustentar? 17

18 Pegada ecológica Soma das várias parcelas de terreno produtivo (terra e água) necessárias para produzir os recursos utilizados e assimilar os resíduos produzidos por uma dada unidade de população. Serve como um indicador de sustentabilidade 18

19 Reflexão Crescimento econômico sem limites é incompatível com sustentabilidade!! Sustentabilidade Criatividade Inovação Engenheiros 19

20 Leis Decisões P + L Resp. social DS ACV Resíduos Eco design Energia Normas 20

A Cemig e a Sustentabilidade Empresarial

A Cemig e a Sustentabilidade Empresarial A Cemig e a Sustentabilidade Empresarial Luiz Fernando Rolla Diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações O que é desenvolvimento sustentável? Éo desenvolvimento que atende

Leia mais

Gestão estratégica socioambiental: foco em ecoeficiência de processo. João S. Furtado jsfurtado2@gmail.com

Gestão estratégica socioambiental: foco em ecoeficiência de processo. João S. Furtado jsfurtado2@gmail.com Gestão estratégica socioambiental: foco em ecoeficiência de processo João S. Furtado jsfurtado2@gmail.com Modelo dominante: comando-e-controle & fim-de-tubo Entrada de materiais Manufatura Distribuição

Leia mais

2. Visibilidade. A importância dos Índices de Sustentabilidade

2. Visibilidade. A importância dos Índices de Sustentabilidade Veja a Seguir O desempenho das empresas, que adotam o Índice de Sustentabilidade Bovespa. A importância de um Índice de Sustentabilidade. As principais mudanças do ISE 2016. As empresas, que participam

Leia mais

Empreendedorismo o caminho para a sustentabilidade

Empreendedorismo o caminho para a sustentabilidade 4º Encontro com a Educação 21 de Abril 2012 Empreendedorismo o caminho para a sustentabilidade Carlos Borrego e Ana Margarida Costa Ser empreendedor empreendedor - termo utilizado para identificar o indivíduo

Leia mais

Pegada Ecológica. Desenvolvimento Sustentável

Pegada Ecológica. Desenvolvimento Sustentável Pegada Ecológica Ana Galvão Eng.ª Território 2º Semestre 2004/2005 1 Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que assegura das necessidades do presente sem comprometer

Leia mais

3T15 FACT SHEET MARKET CAP (30/09/2015) COTAÇÃO DE FECHAMENTO EM 30/09/2015 QUANTIDADE DE AÇÕES EM SETEMBRO AÇÕES EM TESOURARIA FREE FLOAT

3T15 FACT SHEET MARKET CAP (30/09/2015) COTAÇÃO DE FECHAMENTO EM 30/09/2015 QUANTIDADE DE AÇÕES EM SETEMBRO AÇÕES EM TESOURARIA FREE FLOAT FACT SHEET 3T15 MARKET CAP (30/09/2015) R$ 3.898,9 milhões COTAÇÃO DE FECHAMENTO EM 30/09/2015 R$ 5,88 QUANTIDADE DE AÇÕES EM SETEMBRO 665.565.438 AÇÕES EM TESOURARIA 2.485.759 FREE FLOAT 40 Relações com

Leia mais

Pegada Ecológica. Ana Galvão

Pegada Ecológica. Ana Galvão Pegada Ecológica Ana Galvão Eng.ª Território 2º Semestre 2005/2006 1 Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que assegura das necessidades do presente sem comprometer

Leia mais

A Importância da Responsabilidade Social Empresarial

A Importância da Responsabilidade Social Empresarial III SEMINÁRIO REGIONAL DO FÓRUM DE AÇÃO SOCIAL E CIDADANIA FASC/CBIC A Importância da Responsabilidade Social Empresarial Maria Raquel Grassi Ferreira Marques Núcleo Petrobras de Sustentabilidade - FDC

Leia mais

Nivelamento de Conceitos Contábeis

Nivelamento de Conceitos Contábeis Nivelamento de Conceitos Contábeis Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial - BP Demonstração de Resultado do Exercício - DRE Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Substituiu a Demonstração das Origens

Leia mais

EBI 123 de Pedome. Diana Dinis Nº7. Inês Marques Nº9. Sónia Nunes Nº20. Vera Oliveira Nº23 8ºB 1

EBI 123 de Pedome. Diana Dinis Nº7. Inês Marques Nº9. Sónia Nunes Nº20. Vera Oliveira Nº23 8ºB 1 Poluição do Solo Trabalho elaborado por: Diana Dinis Nº7 Inês Marques Nº9 Sónia Nunes Nº20 Vera Oliveira Nº23 Turma: Disciplina: Ciências Naturais Professora: Raquel Soares 1 Índice Poluição do Solo...

Leia mais

Acordo de Acionistas. do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas. do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Política de da Investimento CPFL Energia Social S.A. do Grupo CPFL Energia Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Objetivo 4 3. Âmbito

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais Programa de Disciplina do Elenco da Área de Concentração

Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais Programa de Disciplina do Elenco da Área de Concentração PROGRAMA DE DISCIPLINA ERN.7 68 MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS: CONVERGINDO TEMAS E SOLUÇÕES Carga Horária: 120 horas Créditos: 08 (4T, 4P) Professor(a) Responsável: Prof. Dr. Carlos Henrique B. de A. Prado

Leia mais

infográfico Relatório Fibria 2016 Um novo horizonte para todos edição parceiros de negócios

infográfico Relatório Fibria 2016 Um novo horizonte para todos edição parceiros de negócios infográfico edição parceiros de negócios Relatório Fibria Um novo horizonte para todos Parceiros de Negócios A Fibria gera valor para fornecedores, clientes e investidores por meio de uma operação que

Leia mais

Derretimento de gelo nas calotas polares Aumento do nível dos oceanos Crescimento e surgimento de desertos Aumento de furacões, tufões e ciclones

Derretimento de gelo nas calotas polares Aumento do nível dos oceanos Crescimento e surgimento de desertos Aumento de furacões, tufões e ciclones O Sr. ROBERTO BRITTO (PP-BA) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a esta tribuna falar sobre o Aquecimento Global. Todos os dias acompanhamos na televisão,

Leia mais

Uma década de desafios e evolução

Uma década de desafios e evolução Uma década de desafios e evolução Geraldo Soares Sup. Relações com Investidores Itaú Unibanco Holding 7 de outubro de 2009 1 Agenda Presença no Índice (Brasil e Setor Bancário) Performance Itaú Unibanco

Leia mais

Universidade Educação continuada Projetos GTE Certificação

Universidade Educação continuada Projetos GTE Certificação Fundação Vanzolini 1960 1970 1980 1990 2000 2010 Em 1967, nasce a Fundação Vanzolini Instituição criada, mantida e gerida pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP Universidade

Leia mais

DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP - Morgana Pizzolato, Dr a.

DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP - Morgana Pizzolato, Dr a. DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade CGEP - Morgana Pizzolato, Dr a. P + L O resíduo é inerente ao processo? NÃO, ele é um indicativo da ineficiência A identificação e análise do resíduo dão início

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS

LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS P2-4º BIMESTRE 6º ANO FUNDAMENTAL II Aluno (a): Turno: Turma: Unidade Data: / /2016 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS Identificar os principais poluentes atmosféricos; Identificar

Leia mais

Unidade IV AVALIAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas

Unidade IV AVALIAÇÃO DAS. Prof. Walter Dominas Unidade IV AVALIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Walter Dominas Conteúdo da unidade IV 1) Análise do capital de giro Ciclo operacional, Ciclo Econômico e Financeiro Importância do Capital Circulante

Leia mais

MEDE, NÃO SE GERENCIA."

MEDE, NÃO SE GERENCIA. "O QUE NÃO SE MEDE, NÃO SE GERENCIA." (Adaptado de William Edwards Deming) O encontro das competências gerenciais da Mereo e ISAT Consulting aliadas à plataforma MEREO proporcionam condições de gerenciamento

Leia mais

Taxes, Depreciation/Depletion

Taxes, Depreciation/Depletion Earning Before Interests, Taxes, Depreciation/Depletion and Amortization por Prof. Flávio S. Ferreira Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação/Exaustão e Amortização por Prof. Flávio S. Ferreira 1

Leia mais

Análise das empresas da indústria das bebidas. Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 24 de fevereiro de 2017

Análise das empresas da indústria das bebidas. Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 24 de fevereiro de 2017 Análise da indústria bebi Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 24 de fevereiro de 2017 I. Estrutura e dinâmica II. Atividade e rendibilidade III. Situação financeira 2 24 fevereiro 2017 Estrutura

Leia mais

MEIO AMBIENTE Política e Ações

MEIO AMBIENTE Política e Ações MEIO AMBIENTE Política e Ações Luiz Augusto Barcellos Almeida Superintendência de Coordenação Ambiental e da Qualidade Belo Horizonte, 29 de maio de 2006 1 BREVE HISTÓRICO DO AMBIENTALISMO RECENTE Primeiros

Leia mais

Caraterização do setor do vinho em Portugal. Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 29 março 2017 Évora

Caraterização do setor do vinho em Portugal. Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 29 março 2017 Évora Caraterização do setor do vinho em Portugal Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 29 março 2017 Évora I. Estrutura e dinâmica II. Indicadores económico-financeiros III. O caso do enoturismo 2 29 março

Leia mais

Jimboê. Ciências. Avaliação. Projeto. 4 o ano. 4 o bimestre

Jimboê. Ciências. Avaliação. Projeto. 4 o ano. 4 o bimestre Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao quarto bimestre escolar ou às unidades 7 e 8 do Livro do Aluno. Projeto Jimboê 4 o ano Avaliação 4 o bimestre 1 Avaliação NOME: ESCOLA: PROFESSOR: TURMA:

Leia mais

COMO CALCULAR CORRETAMENTE A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA NUM DETERMINADO PERÍODO

COMO CALCULAR CORRETAMENTE A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA NUM DETERMINADO PERÍODO COMO CALCULAR CORRETAMENTE A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DE UMA EMPRESA NUM DETERMINADO PERÍODO Cálculo do indicador de cobertura do serviço da dívida. Determinação da geração de caixa operacional. O ajuste

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA E SUSTENTABILIDADE

GOVERNANÇA CORPORATIVA E SUSTENTABILIDADE 23 de Janeiro de 2014 Page 1 SUSTENTABILIDADE MAURO AMBRÓSIO 23 de Janeiro de 2014 Page 2 MAURO AMBRÓSIO Sócio-diretor Mini currículo Mauro Ambrósio é Contador, Advogado e Administrador de Empresas, auditor

Leia mais

Quanto Valem as Empresas na Bovespa Uma Visão Fundamentalista

Quanto Valem as Empresas na Bovespa Uma Visão Fundamentalista Quanto Valem as Empresas na Bovespa Uma Visão Fundamentalista Aloisio i Villeth Lemos INVESTIR??!! CONSUMIR??!! ESPECULAR??!! COMPOSIÇÃO DO RISCO Risco Total =Risco Sistêmico + Risco Diversificável Risco

Leia mais

Painel: O Administrador 50 anos depois: identidade e protagonismo. Adm. José Antônio Chaves

Painel: O Administrador 50 anos depois: identidade e protagonismo. Adm. José Antônio Chaves Painel: O Administrador 50 anos depois: identidade e protagonismo O protagonismo do Administrador na liderança da prática da Governança Corporativa como estratégia para desenvolvimento político, econômico

Leia mais

Vantagens Competitivas da Sustentabilidade Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial

Vantagens Competitivas da Sustentabilidade Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial Vantagens Competitivas da Sustentabilidade Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial Cláudio Boechat 14/10/2014 SESI Paraná Filme: Nossa História em 2 Minutos Limites Planetários Fonte: Macmillan Publishers

Leia mais

Professor Rogério Imagens meramente ilustrativas, domínio público sites diversos/internet

Professor Rogério Imagens meramente ilustrativas, domínio público sites diversos/internet Ciências Prof. Rogério 2016 Professor Rogério Imagens meramente ilustrativas, domínio público sites diversos/internet Ciências Prof. Rogério 2016 1º MOMENTO - O solo - O Ar - A água SOLOS Parte mais superficial

Leia mais

Possibilidade de vida em Planetas

Possibilidade de vida em Planetas Prof. Thiago Formação atmosfera no planeta Terra; Equilíbrio climático; Substância fundamental na manutenção da vida. Possibilidade de vida em Planetas (97%) são água do mar. (3%) são água doce. (1,8%)

Leia mais

A profundidade do oceano é de 3794 m (em média), mais de cinco vezes a altura média dos continentes.

A profundidade do oceano é de 3794 m (em média), mais de cinco vezes a altura média dos continentes. Hidrosfera Compreende todos os rios, lagos,lagoas e mares e todas as águas subterrâneas, bem como as águas marinhas e salobras, águas glaciais e lençóis de gelo, vapor de água, as quais correspondem a

Leia mais

Demonstração de Fluxo de Caixa no contexto dos IFRS

Demonstração de Fluxo de Caixa no contexto dos IFRS Demonstração de Fluxo de Caixa no contexto dos IFRS PREVI- Encontro de Conselheiros 2011 Osvaldo Roberto Nieto 17 de junho de 2011 Objetivos Um pouco de história Requisitos do CPC e diferenças com os US

Leia mais

Caraterização da indústria das bebidas em Portugal. Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 27 janeiro 2017 Vila Real

Caraterização da indústria das bebidas em Portugal. Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 27 janeiro 2017 Vila Real Caraterização da indústria bebi em Portugal Mário Lourenço Núcleo de Análise Setorial 27 janeiro 2017 Vila Real I. Estrutura e dinâmica II. Indicadores económico-financeiros III. O caso do Vinho do Porto

Leia mais

MELHORANDO A CAPACIDADE DE ANÁLISE FINANCEIRA

MELHORANDO A CAPACIDADE DE ANÁLISE FINANCEIRA MELHORANDO A CAPACIDADE DE ANÁLISE! Analisando o fluxo de caixa de um período! As 3 fontes de formação do caixa Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante Associados,

Leia mais

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas

Unidade 8. Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Unidade 8 Ciclos Biogeoquímicos e Interferências Humanas Ciclos Biogeoquímicos Os elementos químicos constituem todas as substâncias encontradas em nosso planeta. Existem mais de 100 elementos químicos,

Leia mais

Painel 1 Considerando o ciclo de vida na avaliação da sustentabilidade de edificações

Painel 1 Considerando o ciclo de vida na avaliação da sustentabilidade de edificações Painel 1 Considerando o ciclo de vida na avaliação da sustentabilidade de edificações Emissões de Carbono e a análise de ciclo de vida de produto Programa Brasileiro GHG PROTOCOL Centro de Estudos em Sustentabilidade

Leia mais

EN Energia, meio ambiente e sociedade

EN Energia, meio ambiente e sociedade EN-2425 Energia, meio ambiente e sociedade Impactos ambientais da energia João Moreira UFABC Sumário Principais impactos ambientais das fontes de energia Principais critérios de avaliação dos impactos

Leia mais

Responsabilidade Social, Ambiental e Governança Corporativa. Prof. Wellington AULA 1

Responsabilidade Social, Ambiental e Governança Corporativa. Prof. Wellington AULA 1 Responsabilidade Social, Ambiental e Governança Corporativa Prof. Wellington AULA 1 Nesta disciplina, veremos como a sustentabilidade está diretamente relacionada aos negócios, trazendo ameaças e oportunidades

Leia mais

Conjunto de elementos que interagem entre si, realizando trocas e influenciando-se uns aos outros

Conjunto de elementos que interagem entre si, realizando trocas e influenciando-se uns aos outros Conjunto de elementos que interagem entre si, realizando trocas e influenciando-se uns aos outros Tipos de sistemas em função das suas inter-relações com o meio Sistema fechado Sistema isolado Sistema

Leia mais

3. O Framework é um manual/guia de como elaborar o relato integrado? Justifique.

3. O Framework é um manual/guia de como elaborar o relato integrado? Justifique. Questões Relato Integrado 1. O que é A4S? De que forma essa organização influenciou a criação do relato integrado. A4S é o projeto do príncipe de Gales Accounting for Sustainability, foi a organização

Leia mais

Responsabilidade Socioambiental como estratégia de Desenvolvimento Sustentável (I)

Responsabilidade Socioambiental como estratégia de Desenvolvimento Sustentável (I) Responsabilidade Socioambiental como estratégia de Desenvolvimento Sustentável (I) Calendário Final de Aulas RSA como estratégia de DS 1. Desenvolvimento Sustentável; 2. DS e as Empresas; 3. Nós e a DS

Leia mais

Ponto IX - AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Ponto IX - AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ponto IX - AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1. BALANÇO PATRIMONIAL 2. DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL 3. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 4. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA 5. DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

Leia mais

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE COMENTÁRIO DE DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE As informações a seguir estão apresentadas de forma consolidada. Os valores estão apresentados de acordo com as normas expedidas pela CVM Comissão de

Leia mais

Política de Sustentabilidade do Grupo Neoenergia

Política de Sustentabilidade do Grupo Neoenergia Política de Sustentabilidade do Grupo Neoenergia 1 Índice: 1. Introdução 2. Objetivo 3. Abrangência e público-alvo 4. Referências 5. Valores 6. Princípios de Sustentabilidade 7. Responsabilidades 8. Atualização

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 Líderes : Autores do Futuro Ser líder de um movimento de transformação organizacional é um projeto pessoal. Cada um de nós pode escolher ser... Espectador,

Leia mais

Task Force on Climate Related Financial Disclosures

Task Force on Climate Related Financial Disclosures Task Force on Climate Related Financial Disclosures Agenda 1. Estratégia de Sustentabilidade 2. Gestão de Riscos e Oportunidades 3. Facilidades e Desafios do Task Force Agenda 1. Estratégia de Sustentabilidade

Leia mais

EÓLICA FAÍSA III GERAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013

EÓLICA FAÍSA III GERAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013 EÓLICA FAÍSA III GERAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2014. Prezados Senhores

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Declaração Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável das áreas onde atuamos e das

Leia mais

Introdução à Ecologia. Prof. Fernando Belan

Introdução à Ecologia. Prof. Fernando Belan Introdução à Ecologia Prof. Fernando Belan Ecologia (oikos = casa; logos = ciência) Estuda as relações entre os seres vivos, e o ambiente em que vivem; Ecologia em destaque! Conhecer para preservar! Ciência

Leia mais

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade...

POLÍTICA ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS ÍNDICE. 1. Objetivo...2. 2. Abrangência...2. 3. Definições...2. 4. Diretrizes...3. 5. Materialidade... ENGAJAMENTO DE STAKEHOLDERS Folha 1/8 ÍNDICE 1. Objetivo...2 2. Abrangência...2 3. Definições...2 4. Diretrizes...3 5. Materialidade...7 Folha 2/8 1. Objetivos 1. Estabelecer as diretrizes que devem orientar

Leia mais

Jogos de Empresas. Aula 8: EBITDA. Prof. Isnard T. Martins - Dr Eng Industrial

Jogos de Empresas. Aula 8: EBITDA. Prof. Isnard T. Martins - Dr Eng Industrial Jogos de Empresas Aula 8: EBITDA Prof. Isnard T. Martins - Dr Eng Industrial O material apresentado é baseado no Projeto PARAGON, de autoria do Professor Isnard Martins, Dr Engenharia Industrial. Todos

Leia mais

PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS

PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS PEQUENAS EMPRESAS E PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS TENDÊNCIAS E PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS BRASILEIRAS EMENTA O presente estudo tem por finalidade abordar o comportamento recente das pequenas empresas na

Leia mais

Fundamentos da Gestão Ambiental. Prof. Esp. Leandro Lima

Fundamentos da Gestão Ambiental. Prof. Esp. Leandro Lima Fundamentos da Gestão Ambiental Prof. Esp. Leandro Lima lima_biologia@hotmail.com Capítulo1 do livro: SHIGUNOV NETO, A. CAMPOS, L.M.S. SHIGUNOV, T. 2009. Fundamentos da Gestão Ambiental. Rio de Janeiro,

Leia mais

Impactos Ambientais Urbanos

Impactos Ambientais Urbanos Impactos Ambientais Urbanos Impactos locais e regionais CHUVA ÁCIDA Queima de combustíveis fósseis e carvão. Principais poluentes carros e indústrias. Resulta da combinação da água com dióxido de enxofre

Leia mais

COMO MELHORAR A FORMA DE APRESENTAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA

COMO MELHORAR A FORMA DE APRESENTAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA COMO MELHORAR A FORMA DE Com base em demonstrações contábeis encerradas Modelo com superávit e modelo com déficit Evidenciando o EBITDA Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor

Leia mais

CONFERENCE CALL Resultados 3T15 17/11/2015

CONFERENCE CALL Resultados 3T15 17/11/2015 CONFERENCE CALL Resultados 3T15 17/11/2015 2 ÍNDICE 1. Destaques Informações Trimestrais 3T15 2. Desempenho Operacional Receita Líquida por Segmento Resultado por Região Resultado Financeiro EBITDA Ajustado

Leia mais

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O EBITIDA PARA COLOCÁ-LO NO SEU DEVIDO LUGAR

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O EBITIDA PARA COLOCÁ-LO NO SEU DEVIDO LUGAR TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O EBITIDA PARA COLOCÁ-LO NO SEU DEVIDO LUGAR! O que é o EBITIDA! Quais os limites para sua utilização! Sua aderência com o fluxo de caixa! Como calcular o EBITIDA corretamente

Leia mais

Principais atividades: Energia elétrica: geração, transmissão, distribuição de energia e serviços.

Principais atividades: Energia elétrica: geração, transmissão, distribuição de energia e serviços. Grupo Cemig Um dos maiores, mais sólidos e tradicionais grupos de energia elétrica do Brasil e América Latina. 56 anos de tradição. Principais atividades: Energia elétrica: geração, transmissão, distribuição

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES. PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano

ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES. PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano ESCOLA BÁSICA 2, 3 LUÍS DE CAMÕES ANO LETIVO 2014 / 2015 PROJETO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS 5º Ano DOMÍNIO: A TERRA UM PLANETA ESPECIAL Onde existe vida? O que é a Biosfera? 1 Compreender

Leia mais

O Índice Ebtida nas Empresas de Construção Civil

O Índice Ebtida nas Empresas de Construção Civil Autoria: Louremir Reinaldo Jeronimo RESUMO: O Índice Ebtida nas Empresas de Construção Civil O objetivo deste trabalho é discutir a eficácia do índice EBTIDA, na avaliação financeira de empresas atuantes

Leia mais

Nivelamento de Conceitos Contábeis

Nivelamento de Conceitos Contábeis Nivelamento de Conceitos Contábeis Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial - BP Demonstração de Resultado do Exercício - DRE Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Substituiu a Demonstração das Origens

Leia mais

UNESP ª Fase (Questões 43 a 48)

UNESP ª Fase (Questões 43 a 48) 1ª Fase (Questões 43 a 48) 1. (Questão 43) A análise da ação e do diálogo das personagens demonstram que a) não existe legislação brasileira específica para a conservação das florestas nas propriedades

Leia mais

CONTROLADORIA DE ALTA PERFORMANCE CAP

CONTROLADORIA DE ALTA PERFORMANCE CAP CONTROLADORIA DE ALTA PERFORMANCE CAP CÍCERO GABRIEL cicerogabrielfilho FERREIRA FILHO Administrador Formado pela UNIVILLE, Personal and Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching, BSC e

Leia mais

INFORMAÇÕES DE APOIO

INFORMAÇÕES DE APOIO 1 INFORMAÇÕES DE APOIO 1. ENTRADA EM REGIÃO Ao iniciar a operação numa região, o grupo deverá pagar ao governo da USR uma franquia de operação. Essa franquia é paga uma única vez durante o jogo, e seu

Leia mais

Gestão Ambiental Unidade 2 - Gestão Ambiental Empresarial. Prof. Dra. Luciana Leite

Gestão Ambiental Unidade 2 - Gestão Ambiental Empresarial. Prof. Dra. Luciana Leite Gestão Ambiental Unidade 2 - Gestão Ambiental Empresarial Prof. Dra. Luciana Leite Nesta unidade. 2.1 Abordagens para a Gestão Ambiental 2.2 Modelos de Gestão Ambiental Administração da Qualidade Ambiental;

Leia mais

O valor de ser sustentável

O valor de ser sustentável Visão Sustentável O valor de ser sustentável Os investimentos socialmente responsáveis vêm ganhando espaço mundialmente. No Brasil, há fundos de ações com foco em sustentabilidade, além do ISE Criselli

Leia mais

A GEOLOGIA, OS GEÓLOGOS E OS SEUS MÉTODOS

A GEOLOGIA, OS GEÓLOGOS E OS SEUS MÉTODOS Biologia Geologia (10º ano) A GEOLOGIA, OS GEÓLOGOS E OS SEUS MÉTODOS A Terra como um sistema Subsistemas terrestres GEOLOGIA O que é a Geologia? A geologia é a ciência que estuda a Terra! (do grego Geo

Leia mais

25 fábricas (Chile, Brasil, Peru, Uruguai, Colômbia, México, Equador e Argentina);

25 fábricas (Chile, Brasil, Peru, Uruguai, Colômbia, México, Equador e Argentina); Fundado em 1920, o grupo CMPC Compañia Manufacturera de Papeles y Cartones é pioneiro na fabricação de celulose e papel no Chile; 25 fábricas (Chile, Brasil, Peru, Uruguai, Colômbia, México, Equador e

Leia mais

Aplicar na Bolsa, visando à formação de. envolve normalmente um horizonte de longo prazo. socialmente responsáveis e sustentabilidade

Aplicar na Bolsa, visando à formação de. envolve normalmente um horizonte de longo prazo. socialmente responsáveis e sustentabilidade OQUEABOLSATEMA A VER COM SUSTENTABILIDADE? Aplicar na Bolsa, visando à formação de patrimônio ou reservas para a utilização futura, envolve normalmente um horizonte de longo prazo. Selecionar empresas

Leia mais

MANUAL DE REGULAMENTAÇÃO BÁSICA DO SCI

MANUAL DE REGULAMENTAÇÃO BÁSICA DO SCI RECURSOS HUMANOS 27/07/15 NR-REH.110 1 / 15 1. Definição Esta política define as diretrizes, responsabilidades e recomendações adotadas pelo Sistema Unicred Central NNE nas atividades inerentes à Gestão

Leia mais

Engenharia da Sustentabilidade

Engenharia da Sustentabilidade Engenharia da Sustentabilidade Engenharia da Sustentabilidade A ENERGIA constitui: fonte e o controle de todos os valores e ações dos seres humanos e da natureza. Engenharia da Sustentabilidade: DEFINIÇÃO

Leia mais

Compromisso com a qualidade Cai o número de empresas concorrentes, mas entre as abertas inscrições foram maiores neste ano

Compromisso com a qualidade Cai o número de empresas concorrentes, mas entre as abertas inscrições foram maiores neste ano Data: terça-feira, 17 de agosto de 2010 Site: Portal Razão Contábil Autor: CLAUDIA IZIQUE Compromisso com a qualidade Cai o número de empresas concorrentes, mas entre as abertas inscrições foram maiores

Leia mais

PROVA ESCRITA DE CIÊNCIAS NATURAIS

PROVA ESCRITA DE CIÊNCIAS NATURAIS PROVA ESCRITA DE CIÊNCIAS NATURAIS Duração da prova: 90 minutos 8. o Ano de Escolaridade Ano lectivo / I ECOSSISTEMAS 1. Os seres vivos organizam-se em interacção com o seu meio físico-químico formando

Leia mais

A importância da água e os carboidratos

A importância da água e os carboidratos A importância da água e os carboidratos Paola Stephany e Elena Mateus A água é um recurso natural de valor inestimável. Mais que um insumo indispensável à produção e um recurso estratégico para o desenvolvimento

Leia mais

Aplicar na Bolsa, visando à formação de. envolve normalmente um horizonte de longo prazo. socialmente responsáveis e sustentabilidade

Aplicar na Bolsa, visando à formação de. envolve normalmente um horizonte de longo prazo. socialmente responsáveis e sustentabilidade OQUEABOLSATEMA A VER COM SUSTENTABILIDADE? Aplicar na Bolsa, visando à formação de patrimônio ou reservas para a utilização futura, envolve normalmente um horizonte de longo prazo. Selecionar empresas

Leia mais

ECOLOGIA. Conceitos fundamentais e relações alimentares

ECOLOGIA. Conceitos fundamentais e relações alimentares ECOLOGIA Conceitos fundamentais e relações alimentares A ECOLOGIA estuda as relações dos seres vivos entre si e deles com o ambiente onde vivem. Assunto da atualidade: crescimento exagerado da população

Leia mais

Confederação Nacional do Transporte - CNT Diretoria Executiva da CNT. DESPOLUIR Programa Ambiental do Transporte

Confederação Nacional do Transporte - CNT Diretoria Executiva da CNT. DESPOLUIR Programa Ambiental do Transporte Confederação Nacional do Transporte - CNT Diretoria Executiva da CNT DESPOLUIR Programa Ambiental do Transporte Promoção SEST / SENAT Conteúdo Técnico ESCOLA DO TRANSPORTE JULHO/2007 Plante Árvores O

Leia mais

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS. 1.1 Indicar três fatores que permitam considerar

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS. 1.1 Indicar três fatores que permitam considerar DISCIPLINA: Ciências Naturais ANO DE ESCOLARIDADE: 5º Ano 2016/2017 METAS CURRICULARES PROGRAMA DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS 1º PERÌODO A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS

Leia mais

CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO ANO LETIVO 2015/2016 PLANO DE ESTUDOS. O aluno, no final do 8.º ano, deve atingir os objetivos em seguida apresentados:

CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO ANO LETIVO 2015/2016 PLANO DE ESTUDOS. O aluno, no final do 8.º ano, deve atingir os objetivos em seguida apresentados: PLANO DE ESTUDOS O aluno, no final do 8.º ano, deve atingir os objetivos em seguida apresentados: 1.º PERÍODO DOMÍNIO SUBDOMÍNIO / CONTEÚDOS 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o

Leia mais

x GESTÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL: ANÁLISE DE CLUSTER DA EVIDENCIAÇÃO DAS EMPRESAS QUE COMPÕEM O ISE

x GESTÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL: ANÁLISE DE CLUSTER DA EVIDENCIAÇÃO DAS EMPRESAS QUE COMPÕEM O ISE ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& x GESTÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL:

Leia mais

Implementação da Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA)

Implementação da Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) Implementação da Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) 20 de julho de 2015 Ref: Resolução BC nº 4327/14 1. ABRANGÊNCIA Esta política orienta o comportamento da Tática S/A D.T.V.M., que pautado

Leia mais

04/11/2017. Earning. Lucro Before. Antes dos. Interest. Juros IR Imposto s/ lucro. Taxes

04/11/2017. Earning. Lucro Before. Antes dos. Interest. Juros IR Imposto s/ lucro. Taxes Earning Lucro Earning Lucro Before Antes dos Before Antes dos Prof. Daniel R. Nogueira www.danielnogueira.com.br danielrnog@hotmail.com Interest Juros Taxes Imposto s/ lucro Depreciation and Depreciação

Leia mais

Caracterização das empresas do setor agrícola com base na informação estatística do Banco de Portugal

Caracterização das empresas do setor agrícola com base na informação estatística do Banco de Portugal Caracterização das empresas do setor agrícola com base na informação estatística do Banco de Portugal João Cadete de Matos Diretor Departamento de Estatística junho de 2016 I. Estrutura e dinâmica II.

Leia mais

Uso racional da água de abastecimento e a conservação das águas urbanas.

Uso racional da água de abastecimento e a conservação das águas urbanas. Construção Sustentável e Água Uso racional da água de abastecimento e a conservação das águas urbanas. Wilson Passeto Maceió, 10 de junho de 2010 As cidades como protagonistas das mudanças Representam

Leia mais

Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade Energia S.A. do Grupo CPFL Energia Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Objetivo 4 3. Âmbito de

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 5.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 5.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO No domínio da Diversidade de seres vivos e suas interações com o meio, o aluno deve ser capaz de: Interpretar as características dos

Leia mais

TERMO DE ACORDO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS EMPREGADOS NOS RESULTADOS DO TVV - TERMINAL VILA VELHA S/A PARA O EXERCÍCIO DE 2010

TERMO DE ACORDO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS EMPREGADOS NOS RESULTADOS DO TVV - TERMINAL VILA VELHA S/A PARA O EXERCÍCIO DE 2010 1 TERMO DE ACORDO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS EMPREGADOS NOS RESULTADOS DO TVV - TERMINAL VILA VELHA S/A PARA O EXERCÍCIO DE 2010 O TVV - TERMINAL DE VILA VELHA S/A, inscrito no CNPJ nº 02.639.850/0001-60,

Leia mais

Tendências e Perspectivas dos Serviços Terceirizados na Atividade Florestal

Tendências e Perspectivas dos Serviços Terceirizados na Atividade Florestal 14º Seminário de Atualização sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal Tendências e Perspectivas dos Serviços Terceirizados na Atividade Florestal 22/Agosto/06 GRUPO SUZANO 2 Grupo Suzano

Leia mais

ECONOMIA. Prof. M.Sc. João Artur Izzo

ECONOMIA. Prof. M.Sc. João Artur Izzo ECONOMIA Prof. M.Sc. João Artur Izzo Definição de Economia Economia é a ciência social que estuda a produção, a circulação e o consumo dos bens e serviços que são utilizados para satisfazer as necessidades

Leia mais

Palavras-chave: Sustentabilidade; ISE; Indicadores econômico-financeiros.

Palavras-chave: Sustentabilidade; ISE; Indicadores econômico-financeiros. Indicadores econômico-financeiros: há diferenças entre empresas participantes e não participantes do ISE? Resumo: A competitividade do mercado contribui para uma perspectiva vantajosa em relação às empresas

Leia mais

ATUAÇÃO DO SEBRAE NO AMBIENTE TECNOLÓGICO DE CASA & CONSTRUÇÃO

ATUAÇÃO DO SEBRAE NO AMBIENTE TECNOLÓGICO DE CASA & CONSTRUÇÃO ATUAÇÃO DO SEBRAE NO AMBIENTE TECNOLÓGICO DE CASA & CONSTRUÇÃO Quem somos Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Entidade privada, de interesse público e sem fins lucrativos criada em

Leia mais

COMO MANTER CARNÍVOROS DE ESTIMAÇÃO EM UM PLANETA FAMINTO?

COMO MANTER CARNÍVOROS DE ESTIMAÇÃO EM UM PLANETA FAMINTO? COMO MANTER CARNÍVOROS DE ESTIMAÇÃO EM UM PLANETA FAMINTO? Flávia Maria de Oliveira Borges Saad Médica Veterinária, MSc., Dra Nutrição Animal Universidade Federal de Lavras - DZO - UFLA INTERAÇÃO HOMEM

Leia mais

Governança Corporativa

Governança Corporativa Perfil Governança Corporativa Nossas boas práticas de governança corporativa são atestadas pela adesão ao Novo Mercado da B3, listagem que reúne empresas com elevado padrão de governança corporativa 04

Leia mais

1T16 FACT SHEET GOVERNANÇA CORPORATIVA. MARKET CAP (31/03/2016) R$ 5.019,5 milhões COTAÇÃO DE FECHAMENTO EM 31/03/2016 R$ 7,57

1T16 FACT SHEET GOVERNANÇA CORPORATIVA. MARKET CAP (31/03/2016) R$ 5.019,5 milhões COTAÇÃO DE FECHAMENTO EM 31/03/2016 R$ 7,57 FACT SHEET 1T16 MARKET CAP (31/03/2016) R$ 5.019,5 milhões COTAÇÃO DE FECHAMENTO EM 31/03/2016 R$ 7,57 QUANTIDADE DE AÇÕES EM MARÇO 665.565.438 AÇÕES EM TESOURARIA 2.485.759 FREE FLOAT 40% Relações com

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL)

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL) EVOLUÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ONTEM (MERCADO FECHADO E PROTEGIDO): CUSTOS + LUCRO = PREÇO DE VENDA A PROTEÇÃO AMBIENTAL é vista como um fator de

Leia mais

SACOS INDUSTRIAIS E M B A L A G E N S P A R A S E M E N T E S

SACOS INDUSTRIAIS E M B A L A G E N S P A R A S E M E N T E S SACOS INDUSTRIAIS E M B A L A G E N S P A R A S E M E N T E S KLABIN UMA EMPRESA BRASILEIRA COM 117 ANOS DE HISTÓRIA GRANDES NÚMEROS +16% +4% 4.894 5.688 RECEITA LÍQUIDA (em R$ milhões) 1.771 1.833 VOLUME

Leia mais

Características particulares da Terra: composição química

Características particulares da Terra: composição química Características particulares da Terra: composição química Predomínio de carbono, oxigénio, azoto, enxofre e fósforo Abundância de água Elementos químicos essenciais a todos os seres vivos Características

Leia mais