A partir da avaliação ex-ante: oportunidades e desafios do POCH

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1 A partir da avaliação ex-ante: oportunidades e desafios do POCH António Manuel Figueiredo Quaternaire Portugal 1º EVENTO ANUAL Lisboa

2 Estrutura da apresentação TÓPICO 1 - A Agenda Estratégica do POCH e o contexto de implementação do Programa TÓPICO 2 Questões de coerência da programação TÓPICO 3 As recomendações e as condições necessárias para a sua operacionalização TÓPICO 4- Da avaliação ex-ante ao plano de avaliação

3 A complexidade do POCH

4 1. Sobre a Agenda Estratégica do POCH POCH lugar central na sustentabilidade financeira do sistema de educação e formação Da inovação /experimentação dos Fundos Estruturais ao mainstream das políticas de educação e formação: dificuldades de aplicação deste princípio A programação regional como espaço de alguma inovação/experimentação: constrangimentos desta orientação Dependência sistémica (forte dispersão de instrumentos) versus Agenda Estratégica Que existe E que está focada em 3 domínios-chave Nível médio de qualificações (baixo, agravado por abandono e insucesso escolar de jovens baixa participação de adultos em ações de ALV Eficiência do sistema Ajustamento de qualificações à procura de competências no mercado de trabalho

5 1. Sobre a Agenda Estratégica do POCH 4 grandes prioridades A escolaridade obrigatória de 12 anos O combate ao crescimento da massa de NEET Reversão do perfil de baixa qualificação A formação e o mundo do trabalho e o que esta articulação necessária pode significar num contexto em que o contexto de navegação profissional (Guy Le Boterf) passa a dominar o relacionamento dos indivíduos com o mercado de trabalho Tenho para mim que estas prioridades devem ser entendidas articuladamente e não cada uma de per si Exemplo: o cumprimento da escolaridade obrigatória de 12 anos não deve esgotar-se mo objetivo de fixar os jovens na Escola É necessário dotá-los de mapas coerentes para a navegação profissional

6 1. Sobre a Agenda Estratégica do POCH Parece poder concluir-se que a Agenda do POCH aborda o constrangimento do nível médio de qualificações Apostando sobretudo no vetor dos jovens e na formação mais profissionalizante entendida como mais favorecedora da empregabilidade Sugerindo que se optou por tentar evitar que uma nova geração de desemprego de longa duração possa sobrepor-se à já existente de dimensão etária mais velha É uma opção discutível na medida em que parece querer exigir-se de mais à formação contínua de ativos Uma interrogação fundamental: está o sistema preparado para agilizar mecanismos institucionais de participação acrescida das empresas nesta lógica? Nem todo o sistema estará nessas condições: exemplo cursos profissionais versus sistema de aprendizagem

7 2.Questões de coerência da programação: o abandono escolar Resposta de coerência diferenciada às PI 10.1 (Combate ao abandono escolar) e 10.4 (Formação para o mercado de trabalho) no quadro do EP 1 Fator crítico de programação: a centralidade atribuída aos cursos vocacionais como novo impulso de resposta ao abandono escolar Não totalmente compensado pela relevância dos apoios ao ensino profissional E ainda penalizado pela deficiente resposta do problema dos NEET (que já não estão no sistema Sou dos que penso que a educação tem de ser gerida intertemporalmente com consensos políticos alargados Mas não incluiria os cursos vocacionais nesse espaço de consenso A limitação precoce das margens de escolha dos alunos gera demasiada controvérsia para Integrar esse consenso desejável e necessário

8 2.Questões de coerência da programação: o reforço da população com ensino superior A questão dos TeSP proporcionou um contexto de programação bastante atribulado Sobretudo porque esse instrumento foi em meu entender erradamente utilizado como elemento de resolução de um outro problema a rede de instituições de Ensino Superior Politécnico Que exige uma outra abordagem Necessidade de compreender as questões da empregabilidade de três formações formação de técnicos intermédios nível IV, TeSP nível V e novas licenciaturas de Bolonha num contexto em que o mercado de trabalho tira partido do desemprego de licenciados Formação pedagógica de docentes: não seria de privilegiar as formações profissionalizantes e os seus problemas particulares de segmentação de públicos?

9 2. Questões de coerência da programação: o recuo da EF de adultos não jovens Não vamos discutir aqui a questão da priorização dos jovens adultos entre os 18 e os 30 anos face aos restantes escalões etários de adultos Admito que a controvérsia existe embora talvez menos forte do que nos cursos vocacionais Já que a utilização da educação de adultos como promoção do nível secundário de educação Pode apontar para o foco nos adultos jovens Em 2011 apenas 10% dos adultos com anos participaram em educação formal Articulação necessária com processos de RVCC e CQEP Dinamização de oferta plural de cursos EFA e articulação entre processos de orientação e reconhecimento de competências e ofertas modulares certificadas Articulação entre PO

10 2. Questões de coerência da programação: as questões da APLV

11 2. Questões de coerência da programação: as questões da APLV

12 2. Questões de coerência da programação: as questões da APLV 14,0 Taxa de participação em ações de educação e formação (últimas 4 semanas) - Portugal e Zona Euro ,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0, Portugal Euro area (19 countries)

13 2. Questões de coerência da programação: qualidade e eficiência do sistema de EF Foco de articulação com as PI 10.1 (abandono escolar) e /ou 10.4 (aproximação ao mercado de trabalho? A grande relevância das ações em torno dos serviços de psicologia e orientação A orientação escolar e profissional de jovens é em meu entender crucial para influenciar a procura social das famílias e dos jovens e ajustá-la a algumas apostas do sistema de EF O POCH parece à margem da territorialização dos processos de antecipação de necessidades de formação e qualificações A inovação social também passa pela criação de novos laços do SEF com os territórios Capacitação de professores e formadores e segmentação de públicos E o reforço da capacidade de gestão das Escolas como instrumento crucial de promoção da autonomia das Escolas: apenas formação de gestores? E a inovação na gestão?

14 3. Os desafios da articulação com os PO Regionais A territorialização da inovação nos processos de combate ao abandono e insucesso escolar A permeabilidade do SEF à lógica das empresas e dos empregadores Os pactos de empregabilidade e a articulação progressiva com as necessidades do mercado de trabalho Gestão partilhada de incentivos: bolsas de estudo, TeSP e formação avançada

15 3. Condições de operacionalização de recomendações Pode a implementação do POCH acolher a exigência de algumas recomendações? Sobretudo as de natureza transversal! Diversificação de estratégias de combate ao abandono e insucesso escolar combinando inovação social e integração de públicos mais difíceis? Coordenação estratégica de instrumentos de política pública focados em adultos jovens? Coordenação estratégica da Agenda do Capital Humano? Pode a programação acolher flexivelmente um reforço da formação de dupla certificação para adultos não jovens? Podem os objetivos de empregabilidade assumir uma territorialização mais efetiva?

16 3. Condições de operacionalização de recomendações E no plano mais operacional? Escolaridade obrigatória? Resposta mais incisiva aos NEET? Mais intervenção no matching entre oferta de qualificações e procura de competências? Eixo 4 do POCH e FSE nos PO Regionais: que plataformas de articulação? Ensino profissionalizante de nível secundário (nível 4) e TeSP: como organizar processos de continuidade de estudos? CET e requalificação de ativos?

17 4. Da avaliação ex-ante ao plano de avaliação 3 opções que me parecem corretas e de grande alcance Foco em avaliações temático-transversais a toda a Agenda do CH Meta-avaliações (impacto global) Antecipação de avaliações de impacto QREN com continuidade no PT 2020 O desafio da articulação /integração dos resultados da avaliação com a gestão estratégica do POCH

18 O FUTURO COMEÇA AQUI

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