UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA JOÃO PEDRO DANTAS SILVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA JOÃO PEDRO DANTAS SILVA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA JOÃO PEDRO DANTAS SILVA EFEITOS ESQUELÉTICOS DA EXPANSÃO RÁPIDA E LENTA DA MAXILA EM PACIENTES COM FISSURAS LABIOPALATINAS COMPLETAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Natal RN 2019

2 JOÃO PEDRO DANTAS SILVA EFEITOS ESQUELÉTICOS DA EXPANSÃO RÁPIDA E LENTA DA MAXILA EM PACIENTES COM FISSURAS LABIOPALATINAS COMPLETAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação apresentado ao Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte como requisito para a obtenção do título de Cirurgião- Dentista. Orientador: Prof. Dr. Arthur César de Medeiros Alves Natal RN 2019

3 JOÃO PEDRO DANTAS SILVA EFEITOS ESQUELÉTICOS DA EXPANSÃO RÁPIDA E LENTA DA MAXILA EM PACIENTES COM FISSURAS LABIOPALATINAS COMPLETAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação apresentado ao Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte como requisito para a obtenção do título de Cirurgião-Dentista. Aprovado em: de de. BANCA EXAMINADORA Profª. Drª. Hallissa Gomes Pereira Simplício UFRN Prof. Dr. Sergei Godeiro Fernandes Rabelo Caldas UFRN Prof. Dr. Arthur César de Medeiros Alves UFRN (orientador)

4 Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Sistema de Bibliotecas - SISBI Catalogação de Publicação na Fonte. UFRN - Biblioteca Setorial Prof. Alberto Moreira Campos Silva, João Pedro Dantas. Efeitos esqueléticos da expansão rápida e lenta da maxila em pacientes com fissuras labiopalatins completas: uma revisão de literatura / João Pedro Dantas Silva. - Natal, f.: il. Orientador: Prof. Dr. Arthur César de Medeiros Alves. Trabalho de conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Odontologia, Natal, Técnica de expansão palatina Trabalho de conclusão de curso. 2. Fenda labial - Trabalho de conclusão de curso. 3. Elaborado por MONICA KARINA SANTOS REIS - CRB-15/393

5 Dedico este trabalho à minha avó Terezinha (in memorian) que sempre me ensinou o valor do conhecimento e da educação.

6 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus por me dar as forças necessárias para correr atrás dos meus sonhos; por ser meu consolo, meu refúgio e proteção quando eu precisei. Aos meus pais João e Cida, por não desistirem de mim, por terem abraçados junto comigo este sonho, e por todos os esforços para que eu pudesse chegar até aqui. A eles toda minha gratidão! Aos meus irmãos Jorge e Júlia, por acreditarem em mim mais do que eu mesmo, e por todo carinho que cura. A minha família, por estar comigo em todos os momentos e por me apoiar e me incentivar a ser um profissional dedicado. Aos meus irmãos de caminhada da RCC e do EJC, por toda intercessão e por me ajudarem a querer ser uma pessoa melhor. Ao meu orientador e amigo Dr. Arthur César, por todo empenho e disponibilidade em transmitir o exercício de uma Odontologia humana. A minha turma 105, por todas experiências vividas, em especial, aos meus irmãos da faculdade Braz, João Victor, Luiza, Nathalia, Phiscianny, Ricardo e Valeska, por fazerem dessa jornada um caminho prazeroso a se trilhar. Aos professores e funcionários do Departamento de Odontologia, por me permitir um formação acadêmica de qualidade. Aos meus amigos, que, de forma direta ou indireta, me motivaram a seguir os planos de Deus para minha vida.

7 RESUMO Introdução: Os indivíduos com fissuras labiopalatinas completas não apresentam a integridade da sutura palatina mediana, fato que diminui a resistência para a separação dos segmentos maxilares. Objetivo: O objetivo da presente revisão sistemática foi avaliar e comparar os efeitos esqueléticos das expansões rápida da maxila (ERM) e da expansão lenta maxilar (ELM) em pacientes com fissuras labiopalatinas completas. Metodologia: Dois revisores realizaram uma busca eletrônica de forma cega nas seguintes bases de dados: PubMed/Medline, LILACS, Biblioteca Cochrane, Scopus, Science Direct e Google Scholar. As estratégias de busca que foram utilizadas nessas bases de dados contiveram os termos MeSH palatal expansion technique, cleft lip, e cleft palate e/ou seus sinônimos. Primeiramente, os dois examinadores realizaram o levantamento bibliográfico de forma individual e selecionaram os estudos de interesse por meio da leitura do título e resumo dos artigos. As referências de cada artigo selecionado foram pesquisadas manualmente a fim de se obter estudos ainda não abrangidos pela primeira busca. Nos casos em que houve discordância quanto à inclusão ou não de um determinado estudo, os revisores discutiram até se obter um consenso ou um terceiro revisor foi requerido. Os artigos que preencheram os critérios de inclusão foram analisados qualitativamente por meio de uma escala proposta em um estudo prévio. O teste estatístico Kappa foi utilizado para avaliar a concordância interexaminadores em dois momentos: após a seleção dos artigos e a avaliação qualitativa dos estudos finais. Resultados: Um total de 8 estudos foram selecionados. Tanto a ERM quanto a ELM promoveram aumentos significantes da largura da cavidade nasal, da maxila e da fissura alveolar. Apenas a ERM promoveu um aumento significante do volume do palato. A profundidade do palato apresentou uma diminuição não significante após a ERM e ELM. Não foram observadas diferenças estatisticamente significantes entre o efeito das duas modalidades da expansão. De maneira geral, os estudos apresentaram baixo a moderado risco de viés. Conclusão: A ERM e a ELM promovem efeitos esqueléticos semelhantes em pacientes com fissuras labiopalatinas completas. A diferença entre as duas modalidades de expansão parece estar relacionada ao tempo de tratamento, considerado maior nos casos tratados com a ELM. Recomenda-se a realização de mais ensaios clínicos randomizados com metodologias semelhantes para subsidiar dados para uma futura meta-análise. Palavras-chave: Técnica de expansão palatina. Fenda labial. Fenda palatina.

8 ABSTRACT Introduction: Complete cleft lip and palate patients do not have the integrity of midpalatal suture and the enlargement of maxillary segments might be facilitated. Objective: The aim of this systematic review was to evaluate and compare the skeletal effects of rapid and slow maxillary expansion in patients with complete cleft lip and palate. Methods: Two reviewers performed a blind electronic search on the following databases: PubMed/Medline, LILACS, Cochrane, Scopus, Science Direct and Google Scholar. The search strategies used in these databases included the MeSH terms "palatal expansion technique", "cleft lip", and "cleft palate" and/or synonyms. Initially, the two examiners performed the search individually and selected the articles by reading the title and the abstract. The references of each selected article were manually searched in order to obtain unfound studies. In cases of disagreement regarding including or not a particular study, a discussion was held by the reviewers in order to reach a consensus or a third reviewer was required. Studies that met the inclusion criteria were qualitatively analyzed by means of a scale. The Kappa statistical test was used to evaluate inter-examiner agreement in two periods: after the selection of the articles and the qualitative analysis of the final studies. Results: Eight studies were selected. Both RME and SME promoted significant increases of nasal cavity width, maxillary width and alveolar width. Only RME promoted a significant increase of palatal volume. The palatal depth showed a nonsignificant decrease after RME and SME. No statistically significant differences were found between the changes of both expansion modalities. In general, the studies showed low to moderate risk of bias. Conclusion: Both RME and SME promoted similar skeletal effects in patients with complete cleft lip and palate. The difference between both expansion modalities seems to be related to treatment time, considered greater in cases treated with slow maxillary expansion. Further randomized clinical trials with similar methodologies are recommended in order to subside data to a future meta-analysis. Keywords: Palatal expansion technique. Cleft lip. Cleft palate.

9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS Efeitos esqueléticos da expansão rápida da maxila Largura da cavidade nasal Largura da maxila Largura da fissura alveolar Profundidade e volume do palato Efeitos esqueléticos da expansão lenta da maxila Comparação dos efeitos esqueléticos das expansões rápida e lenta da 16 maxila... 4 DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIA APÊNDICES ANEXOS... 28

10 8 1 INTRODUÇÃO As fissuras labiopalatinas são as anomalias congênitas mais comuns nos seres humanos e ocorrem em função da falta de coalescência entre processos faciais durante a vida intrauterina. 1,2 As fissuras labiopalatinas que apresentam as maiores extensões e os piores prognósticos de tratamento são as completas, ou transforame incisivos, as quais envolvem as regiões do lábio, rebordo alveolar, palato duro e palato mole. 3 Considerando que as fissuras labiopalatinas completas promovem prejuízos estéticos e funcionais ao recém-nascido, ainda na primeira infância, são realizadas as cirurgias plásticas do lábio e do palato. 4 Embora a queiloplastia e a palatoplastia reabilitem o paciente sob o ponto de vista estético-funcional, as cicatrizes fibrosas resultantes dos procedimentos cirúrgicos geram forças de tensão que promovem prejuízos ao crescimento maxilar tanto no sentido anteroposterior quanto transversal. 5 Sendo assim, em função das tensões das cicatrizes fibrosas e do próprio defeito ósseo na região do rebordo alveolar e do palato duro, é comum observar uma tendência do arco dentário superior dos pacientes com fissuras labiopalatinas completas se tornar progressivamente mais atrésico, desde a dentição decídua até a dentição permanente. 6 Devido à atresia maxilar, más oclusões interarcos transversais, como as mordidas cruzadas posteriores unilaterais ou bilaterais, são bastante prevalentes em pacientes com esses tipos de fissura 7. Com o objetivo de melhorar a forma do arco dentário superior, corrigir as más oclusões interarcos transversais e aumentar a largura da fissura para facilitar o procedimento de enxerto ósseo alveolar secundário, comumente se indica a realização de uma expansão maxilar na fase de dentadura mista, antes da irrupção dos caninos permanentes superiores. 8 Entretanto, observa-se na literatura uma inconsistência quanto à modalidade de expansão preconizada para tratar a atresia maxilar de pacientes com fissuras labiopalatinas completas. Enquanto alguns estudos sugerem corrigir o estreitamento maxilar por meio da expansão rápida da maxila (ERM), 9-13 outros preconizam tratar a atresia da maxila utilizando-se da expansão lenta maxilar (ELM). 14

11 9 Em pacientes sem fissuras labiopalatinas, na fase de dentadura mista ou dentição permanente precoce, os efeitos dentoesqueléticos da expansão rápida e lenta da maxila já são bem documentados. De maneira geral, enquanto a ERM promove uma combinação de efeitos esqueléticos e dentoalveolares provenientes da abertura da sutura palatina mediana, a ELM promove apenas efeitos dentoalveolares O mesmo parece não se aplicar para os pacientes com fissuras labiopalatinas completas. Considerando que, mesmo após a palatoplastia, os pacientes com fissuras labiopalatinas completas continuam apresentando um defeito ósseo submucoso que se estende por toda a região do rebordo alveolar e do palato duro, os mesmos não possuem sutura palatina mediana, que é a sutura do crânio que confere maior resistência à expansão. 19 Por isso, estudos recentes têm sugerido que a ERM e a ELM apresentam efeitos dentoesqueléticos semelhantes em pacientes com fissuras labiopalatinas completas, consequentes do afastamento dos processos maxilares laterais Com a finalidade de elucidar melhor esse tema, o objetivo deste trabalho é realizar uma revisão sistemática para analisar os efeitos esqueléticos das expansões rápida e lenta da maxila em pacientes com fissuras labiopalatinas completas. 2 MATERIAL E MÉTODOS A presente revisão sistemática foi desenvolvida com base nas diretrizes e recomendações do PRISMA 23 e envolveu artigos científicos publicados até o mês de maio de Os critérios de inclusão que foram considerados para selecionar os estudos desta revisão sistemática foram: artigos científicos escritos em língua inglesa, espanhola e portuguesa, sem restrição de ano de publicação, descrevendo estudos do tipo ensaios clínicos randomizados, estudos prospectivos não randomizados e estudos retrospectivos. Os pacientes deveriam apresentar fissuras labiopalatinas completas unilaterais ou bilaterais, deveriam estar na fase de dentição decídua, dentadura mista ou dentição permanente precoce, deveriam ter sido submetidos à expansão rápida ou lenta da maxila, e os efeitos esqueléticos da expansão rápida ou lenta da maxila deveriam ser analisados nos estudos por meio de medições em telerradiografias em norma lateral, telerradiografias em norma frontal, radiografias

12 10 oclusais, tomografias computadorizadas de feixe cônico e/ou modelos dentários digitais. Os critérios de exclusão foram artigos envolvendo pacientes com craniossinostose, pacientes que não realizaram queilopastia e palatoplastia na primeira infância, pacientes com histórico de tratamento ortodôntico, ortopédico ou ortodôntico-cirúrgico prévio à ERM ou ELM, artigos em que a expansão rápida da maxila ou a expansão lenta maxilar foi associada a outras modalidades de tratamento, estudos em que os pacientes foram tratados com expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente e artigos do tipo relato de caso clínico, série de casos, opinião de experts, revisão de literatura e estudos experimentais com elementos finitos ou em animais. Uma busca eletrônica foi realizada com o auxílio de uma bibliotecária especializada em levantamento bibliográfico nas seguintes bases de dados da área de Ciências da Saúde: PubMed/Medline, Biblioteca Cochrane, Scopus, Science Direct, LILACS e Google Scholar. Em todas essas bases de dados, foi utilizada a seguinte estratégia de busca: ( palatal expansion technique or expansion technique, palatal or expansion techniques, palatal or maxillary expansion ) and ( cleft lip or cleft palate ). Dois revisores (JPDS e VCBS) realizaram o levantamento dos estudos da literatura de forma cega, de acordo com o PICO (Patients, Interventions, Comparison e Outcomes). Inicialmente, cada um dos examinadores selecionou os estudos por meio da leitura do título e do resumo dos artigos, em cada uma das bases de dados. Em seguida, as referências de cada artigo selecionado foram pesquisadas manualmente na tentativa de se obter artigos ainda não encontrados na primeira fase de levantamento bibliográfico. Nessas fases, quando houve inconsistências entre os revisores quanto a inclusão ou não dos artigos científicos na revisão sistemática, os revisores discutiram entre si, afim de se chegar a um consenso. Quando o consenso não foi obtido, um terceiro revisor foi requerido (ACMA). Os artigos selecionados foram lidos na íntegra e aqueles que atenderam aos critérios de inclusão foram analisados individualmente por meio de uma escala de avaliação qualitativa proposta em um estudo prévio 24 (Tabela 1). O teste Kappa foi realizado para avaliar a concordância interexaminadores na fase de seleção dos artigos e na etapa de avaliação qualitativa dos estudos selecionados.

13 11 Tabela 1. Escala de avaliação qualitativa. Componentes Classificação Pontos Definição Viés de seleção Adequado 1,0 Randomização e método de randomização corretamente descritos 1. Randomização Inadequado 0,5 Descrição incompleta do método de randomização Nenhum 0 Sem descrição do método de randomização Adequado 1,0 Descrição correta da ocultação da alocação 2. Ocultação da alocação Inadequado 0,5 Descrição incompleta da ocultação da alocação Nenhum 0 Sem descrição da ocultação da alocação Viés de desempenho Adequado 1,0 Cegamento dos participantes e dos operadores descrito corretamente com efetividade do cegamento 3. Cegamento dos participantes e operadores Viés de detecção 4. Cegamento na análise Viés de atrito 5. Dados dos resultados incompletes Viés de descrição 6. Descrição da seleção Outros tipos de viés 7. Critérios de inclusão dos participantes 8. Presença de grupo controle 9. Teste estatístico 10. Risco de viés e limitação do experimento Inadequado 0,5 Descrição incompleta do cegamento dos participantes e dos operadores Nenhum 0 Sem descrição do cegamento dos participantes e dos operadores Adequado 1,0 Cegamento da análise das variáveis descrito por meio de medidas ou estatística e eficácia do cegamento Inadequado 0,5 Descrição incompleta do cegamento da análise das variáveis Nenhum 0 Sem descrição do cegamento da análise das variáveis Explicado 1,0 Não explicado 0,5 Nenhum 0 Perdas de seguimento descritas com explicação e descrição de dados completos ou incompletos recuperados Descrição das perdas de seguimento sem explicação ou descrição incompleta dos resultados recuperados Ausência de descrição de perdas de seguimento ou dos resultados recuperados Adequado 1,0 Descrição da seleção das variáveis de desfecho primário Inadequado 0,5 Informação insuficiente para julgar Nenhum 0 Sem descrição das variáveis de desfecho primário Adequado 1,0 Critérios de inclusão/exclusão descritos Inadequado 0,5 Sem descrição dos critérios de inclusão/exclusão, mas com a seleção realizada pelo menos pela idade e pelo diagnóstico de enurese Nenhum 0 Sem descrição dos critérios de seleção Sim 1,0 Presença de grupo controle Não 0 Ausência de grupo controle Adequado 1,0 Teste estatístico descrito por completo e adequado Inadequado 0,5 Teste estatístico sem descrição completa ou inadequado Nenhum 0 Sem aplicação de teste estatístico Totalmente 1,0 Descrição do potencial de viés e limitação do experimento reconhecendoas Parcialmente 0,5 Descrição do potencial de viés e limitação do experimento sem as reconhecer Nenhum 0 Sem descrição do potencial de viés ou limitação do estudo 3 RESULTADOS Um total de 1723 artigos foram encontrados por meio da busca eletrônica. Após a análise do título e do resumo, esse número reduziu para cinquenta e sete. Tendo-se removido os artigos duplicados encontrados, o número de estudos diminuiu para 23. Nenhum estudo adicional foi encontrado após a realização da pesquisa manual nas referências dos artigos encontrados. Os textos completos foram analisados de acordo com os critérios de inclusão e de exclusão, resultando em 8 artigos qualificados para a análise final. O fluxograma ilustra o processo de seleção dos artigos (Figura 1). O teste Kappa foi realizado na fase de seleção dos artigos e mostrou uma concordância interexaminadores quase perfeita de 0,

14 12 Figura 1. Fluxograma adaptado do PRISMA statement for systematic reviews. As características metodológicas dos artigos selecionados, tais como autores, ano de publicação, tipo de estudo, tamanho da amostra, grupos estudados, fase de desenvolvimento oclusal, tipo de expansão, tipo de aparelho, quantidade de expansão, tempo de acompanhamento, tipo de fissura labiopalatina, métodos de avaliação dos efeitos dentoesqueléticos e variáveis estudadas foram resumidas na Tabela 2. As pontuações obtidas após a análise qualitativa dos estudos estão descritas na Tabela 3. O teste Kappa foi realizado na fase de avaliação da qualidade metodológica dos estudos e mostrou uma concordância interexaminadores quase perfeita de 0,

15 13 Tabela 2. Características metodológicas dos estudos selecionados. Autor Ano de publicação Tipo de estudo Tamanho amostral Lanes et al 2013 Prospectivo 32 pacientes Figueiredo et al 2014 Prospectivo 30 pacientes Alves et al 2015 Ensaio clínico randomizado Almeida et al 2016 Ensaio clínico randomizado 50 pacientes 46 pacientes Ayub et al 2016 Prospectivo 52 pacientes Figueiredo et al 2016 Ensaio clínico randomizado 20 pacientes Garib et al 2016 Prospectivo 50 pacientes Mordente et al 2016 Prospectivo 40 pacientes Grupos estudados 2 grupos experimentais 3 grupos experimentais 2 grupos experimentais 2 grupos experimentais 1 grupo experimental e 1 grupo controle 2 grupos experimentais 1 grupo experimental e 1 grupo controle 4 grupos experimentais Fase de desenvolvimento oclusal Dentadura mista Dentadura mista Dentadura mista Dentadura mista Dentadura mista Dentadura mista e dentição permanente precoce Dentadura mista Dentadura mista e dentição permanente precoce Procedimento de expansão Expansão rápida da maxila Expansão rápida da maxila Expansão rápida e expansão lenta da maxila Expansão rápida e expansão lenta da maxila Expansão rápida da maxila Expansão rápida da maxila Expansão rápida da maxila Expansão rápida da maxila Aparelho Quantidade de expansão Tempo de acompanhamento Expansor do tipo Haas e do tipo Haas modificado Expansor do tipo Hyrax, com abertura em leque e Minihyrax invertido Expansor do tipo Hyrax e quadri-hélice Expansor do tipo Haas, do tipo Hyrax e quadri-hélice Expansor do tipo Haas Expansor do tipo Hyrax modificado e Mini-hyrax invertido Expansor com abertura diferencial e expansor do tipo Hyrax Expansor do tipo Hyrax, com abertura em leque e Mini- Hyrax invertido 2/4 de volta por dia até obter a sobrecorreção de 2 a 3 mm 2/4 de volta por dia até obter a sobrecorreção Quadri-hélice- 6mm por mês (3mm por lado da arcada) durante 4 a 21 meses e Hyrax- 2/4 de volta pela manhã e 2/4 de volta a tarde durante 7 a 14 dias. Quadri-hélice- 6mm( 3mm por lado) em intervalos de 2 mesesde 4 a 21 meses. Hyrax ou Haas- 1 volta completa por dia(0,08mm)-7 a 11 dias. Até o termino do período ativo de expansão Tipo de fissura labiopalatina Fissura labiopalatina completa 3 meses Fissura labiopalatina completa unilateral 7,2 meses para a expansão rápida e 11 meses para a expansão lenta 7,2 meses para a expansão rápida e 11 meses para a expansão lenta Fissura labiopalatina completa bilateral Fissura labiopalatina completa bilateral Ativação de 1 volta por dia 6 meses Fissura labiopalatina unilateral completa. 2 voltas por dia- até a ponta da cúspide lingual dos superiores tocar a ponta da cúspide vestibular dos inferiores. 3 meses Fissura labiopalatina completa unilateral Ativação de 1 volta por dia 6 meses Fissura labiopalatina bilateral completa. 2/4 de volta por dia até obter a sobrecorreção 3 meses Fissura labiopalatina completa unilateral Método de avaliação Telerradiografia em norma frontal Tomografia computadorizada de feixe cônico Modelos dentários digitais Tomografia computadorizada de feixe cônico Modelos dentários digitais Tomografia computadorizada de feixe cônico Tomografia computadorizada de feixe cônico e modelos dentários digitais Tomografia computadorizada de feixe cônico e modelos dentários digitais Variáveis estudadas Largura da cavidade nasal Largura da cavidade nasal e da maxila (ao nível dos primeiros pré-molares e dos primeiros molares permanentes) Profundidade do palato Largura da cavidade nasal, da maxila e da fissura alveolar (ao nível dos primeiros prémolares e dos primeiros molares permanentes) Profundidade e volume do palato Largura da cavidade nasal e da maxila (ao nível dos primeiros pré-molares e dos primeiros molares permanentes) Largura da cavidade nasal e da maxila e da fissura alveolar (ao nível dos primeiros pré-molares e dos primeiros molares permanentes) e profundidade do palato Largura da maxila (ao nível dos primeiros pré-molares e primeiros molares permanentes) Tabela 3. Escala de avaliação qualitativa. Artigo Randomização Ocultação da alocação Cegamento dos participantes e operadores Cegamento na análise Dados dos resultados incompletos Descrição da seleção Critérios de inclusão dos participantes Presença de grupo controle Teste estatístico Risco de viés e limitação do experimento Tot al Qualidade de pesquisa ou solidez metodológica Garib et al, , ,5 Moderado Ayub et al, Alto Mordente et al, , ,5 1 5 Moderado Almeida et al, Alto Lanes et al, , ,5 Baixo Figueiredo et al, Alto Alves et al, Alto Figueiredo et al, Alto Qualidade de pesquisa ou solidez metodológica: Alto, > 6 pontos; Moderado, 4 a 6 pontos; Baixo, <4 pontos.

16 14 Os resultados dos estudos selecionados foram descritos nos tópicos abaixo com finalidade didática. 3.1 EFEITOS ESQUELÉTICOS DA EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA Os efeitos esqueléticos da expansão rápida da maxila que foram avaliados nos estudos selecionados consistiram nas alterações da largura da cavidade nasal 11-13,22,26, largura da maxila 11,12,13,22, largura da fissura palatina 13,22, profundidade do palato 13,21,27 e volume do palato LARGURA DA CAVIDADE NASAL A largura da cavidade nasal foi avaliada no período pré-expansão, imediatamente após o término do período ativo, 3 meses e de 4 a 6 meses após a ERM. Quando avaliado imediatamente após o término do período ativo, observou-se um aumento médio de 1,66 mm na largura da cavidade nasal de pacientes com fissuras labiopalatinas completas unilaterais e bilaterais tratados com o expansor do tipo Haas com parafuso limitador posterior. 26 Por outro lado, os indivíduos submetidos a ERM com o expansor Haas convencional apresentaram um aumento maior de 1,79 mm. 26 Quando a avaliação foi realizada 3 meses após a ERM, em pacientes com fissuras labiopalatinas completas unilaterais, foi possível observar aumentos médios da largura da cavidade nasal de 0,60 mm com o expansor Mini-Hyrax invertido, de 1,59 mm com o expansor Hyrax, 1,82 mm com o expansor com abertura em leque e 2,18 mm com o expansor imini, quando as medições foram realizadas na região dos primeiros pré-molares. 11,12 Na região dos primeiros molares permanentes, os aumentos foram maiores, da ordem de 0,98 mm com o expansor Mini-Hyrax invertido, de 1,87 mm com o expansor Hyrax, de 1,51 mm com o expansor com abertura em leque e 2,74 mm com o expansor imini. 11,12 Por fim, quando a avaliação foi realizada de 4 a 6 meses após a ERM, em pacientes com fissuras labiopalatinas completas bialterais, observou-se aumentos da largura da cavidade nasal de 1,13 mm com o expansor Hyrax e de 1,87 mm com o expansor diferencial, na região dos primeiros pré-molares. 13,22 Na região dos

17 15 primeiros molares permanentes, os aumentos foram de 1,08 mm com o expansor Hyrax e de 1,99 mm com o expansor com abertura diferencial. 13, LARGURA DA MAXILA Os estudos selecionados avaliaram as alterações na largura da maxila em dois momentos: 3 meses e de 4 a 6 meses após a expansão rápida da maxila. Quando avaliadas 3 meses pós-expansão em pacientes com fissuras labiopalatians completas unilaterais, observou-se aumentos significativos da largura da maxila na região dos primeiros pré-molares de 3,28 mm com o expansor Mini-Hyrax invertido, de 3,85 a 4,67 mm com o expansor Hyrax, de 4,33 a 5,70 mm com o expansor com abertura em leque, e de 3,42 a 4,68 mm com o expansor imini. 11,12,28 Na região dos primeiros molares permanentes, os aumentos foram menores e variaram de 0,31 mm com o expansor Mini-Hyrax invertido, de 4,34 a 4,68 mm com o expansor Hyrax, de 2,10 a 2,77 mm com o expansor com abertura em leque, e de 5,18 a 5,32 mm com o expansor imini. 11,12,28 Quando a avaliação foi realizada de 4 a 6 meses após a ERM, em pacientes com fissuras labiopalatinas completas bilaterais, observou-se aumentos da largura da maxila na região de primeiros pré-molares de 1,44 mm com o expansor com abertura diferencial e de 1,55 mm com o expansor Hyrax. 13,22 Na região dos primeiros molares permanentes, os aumentos foram de 1,31 mm com o expansor com abertura diferencial e 1,59 mm com o expansor Hyrax. 13, LARGURA DA FISSURA ALVEOLAR As avaliações realizadas em pacientes com fissuras labiopalatinas completas bilaterais, de 4 a 6 meses após a expansão rápida da maxila permitiram observar um aumento da largura da fissura alveolar de 1,24 mm com o expansor Hyrax e 2,17 mm com o expansor com abertura diferencial, na região de primeiros pré-molares. Na região dos primeiros molares permanentes, os aumentos foram de 1,13 mm com o expansor Hyrax e 1,95 mm com o expansor com abertura diferencial. 13, PROFUNDIDADE E VOLUME DO PALATO

18 16 As avaliações realizadas de 4 a 6 meses após a expansão rápida da maxila mostraram diminuições da profundidade do palato de 0,46 mm com o expansor Haas em pacientes com fissuras labiopalatinas completas unilaterais, e diminuições de 0,95 a 1,42 mm com o expansor Hyrax e de 1,66 mm com o expansor com abertura diferencial, em pacientes com fissuras labiopalatinas completas bilaterais. 13,21,27 Adicionalmente, um aumento de 847,23 mm 3 foi observado no volume do palato de pacientes com fissuras labiopalatinas completas unilaterais submetidos a ERM com um expansor do tipo Haas EFEITOS ESQUELÉTICOS DA EXPANSÃO LENTA DA MAXILA Os efeitos esqueléticos da expansão lenta da maxila que foram avaliados nos estudos selecionados consistiram nas alterações da largura da cavidade nasal 22, largura da maxila 22, largura da fissura alveolar 22 e profundidade do palato 21. Quando a avaliação foi realizada de 4 a 6 meses após a ELM com o expansor quadri-hélice, em pacientes com fissuras labiopalatinas completas bilaterais, observou-se que a largura da cavidade nasal aumentou 1,38 mm na região dos primeiros pré-molares e 1,68 mm na região dos primeiros molares; que a largura da maxila aumentou 1,84 mm na região dos primeiros pré-molares e 1,89 mm na região dos primeiros molares; que a largura da fissura alveolar aumentou 1,40 mm na região dos primeiros pré-molares e 1,14 mm na região dos primeiros molares; e, por fim, que a profundidade do palato diminuiu 0,65 mm. 21, COMPARAÇÃO DOS EFEITOS ESQUELÉTICOS DAS EXPANSÕES RÁPIDA E LENTA DA MAXILA Os efeitos esqueléticos das expansões rápida e lenta da maxila foram comparados em dois estudos, os quais avaliaram as alterações imediatamente após o término do período ativo da expansão e de 4 a 6 meses após a ERM e ELM, em pacientes com fissuras labiopalatinas completas bilaterais. 21,22 Em todos os estudos, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre as alterações promovidas pela ERM e pela ELM na largura da cavidade nasal, da maxila, da fissura alveolar e na profundidade do palato. 21,22

19 17 Entretanto, observou-se que a ELM apresentou um tempo de tratamento significantemente maior do que a ERM. 21,22 4 DISCUSSÃO Os estudos avaliados na presente revisão sistemática foram publicados nos últimos seis anos. Sendo assim, é possível afirmar que o tema investigado é considerado atual e relevante. Dos artigos selecionados, três eram ensaios clínicos randomizados 12,21,22, considerados os estudos clínicos em humanos com maior evidência científica, uma vez que devem ser delineados e desenvolvidos com base nas rígidas normas e diretrizes do CONSORT (Consolidated Standards of Reporting Trials). 29 A tendência dos ensaios clínicos randomizados apresentarem maior qualidade metodológica em relação aos estudos prospectivos não randomizados e os estudos retrospectivos foi comprovada na presente revisão sistemática. Observou-se que os estudos de Alves et al. (2017) 21, Almeida et al. (2016) 22 e Figueiredo et al. (2016) 12 apresentaram escores que variaram de 6 a 8, qualificando esses estudos como sendo de baixo risco de viés e de maior confiabilidade (Tabela 3). As falhas metodológicas mais encontradas nos ensaios clínicos randomizados selecionados neste estudo foram a falta de ocultação na alocação, a ausência de cegamento dos participantes e operadores, a inexistência de grupo controle e a não descrição das limitações do estudo (Tabela 3). De maneira geral, a falta de ocultação na alocação dos participantes nos grupos de estudo aumenta o risco de viés de seleção, que consiste na indução de um resultado por meio da distribuição intencional dos pacientes com as melhores condições de saúde para a intervenção de preferência. 30 Nesses casos, os efeitos observados na amostra do estudo podem não representar os efeitos encontrados na população, uma vez que a seleção dos pacientes que receberam cada tipo de aparelho não foi realizada ao acaso. Embora o cegamento do operador e do participante seja comum nos estudos médicos envolvendo a ação de fármacos, ela é impossível de ser realizada em pesquisas experimentais na área de Ortodontia, uma vez que tanto o pesquisador quanto o paciente inevitavelmente têm acesso ao tipo de aparelho que está sendo instalado. Dada a impossibilidade de se realizar o duplo-cegamento, é possível afirmar que os escores dos estudos avaliados na presente revisão sistemática estão

20 18 superestimados. Desconsiderando-se esse critério, o estudo de Garib et al. (2016) 13 mudaria sua qualificação de moderado para alto (Tabela 3). Apenas dois dos estudos selecionados apresentaram grupos controles. 13,27 Em um deles, o grupo controle era constituído de pacientes sem fissuras labiopalatinas tratados com ERM utilizando-se o expansor Hyrax 27, e, no outro, era composto de pacientes com fissuras labiopalatinas completas bilaterais tratados com ERM utilizando-se o mesmo tipo de aparelho 13. Idealmente, todos os estudos avaliados nesta revisão sistemática deveriam apresentar um grupo controle composto de pacientes com fissuras labiopalatinas não tratados, a fim de quantificar o real efeito dessas intervenções em indivíduos com fissura. Em função da falta de integridade da sutura palatina mediana e da menor resistência para o aumento transversal superior, espera-se que os pacientes com fissuras labiopalatinas completas apresentem maiores efeitos esqueléticos e menores efeitos dentoalveolares, quando comparado com os pacientes sem fissuras. 22 Os métodos de avaliação utilizados para quantificar os efeitos esqueléticos da ERM e da ELM nos estudos foram as medições em modelos digitais 13,21,27,28, em telerradiografias em norma frontal 26 e em tomografias computadorizadas 11-13,22,28. A medição da profundidade do palato nos modelos digitais apresenta a limitação de ser influenciada pela extrusão dos dentes de ancoragem, considerado um dos efeitos dentoalveolares imediatos da ERM e da ELM 21. Adicionalmente, as medições nas telerradiografias em norma frontal também podem apresentar baixa reprodutibilidade em virtude da sobreposição radiográfica de estruturas anatômicas, o qual pode dificultar a demarcação dos pontos. 26 Mais especificamente em relação aos efeitos esqueléticos da ERM e ELM, observou-se que os estudos encontraram aumentos da largura da cavidade nasal que variaram de 1,68 mm com o expansor lento quadrihélice 22 a 2,18 mm com o expansor rápido imini 12. Os aumentos da largura maxilar variaram de 1,89 mm com o expansor lento quadri-hélice 22, a valores maiores, da ordem de 5,70 mm, com o expansor rápido com abertura em leque 28. A largura da fissura alveolar aumentou de 1,40 mm com o expansor lento quadri-hélice 22 a 2,17 mm com o expansor rápido com abertura diferencial 13. Por fim, o volume do palato aumentou em 847,23mm 3 com o expansor rápido do tipo Haas 27. De maneira geral, essas alterações encontradas foram estatisticamente significantes e clinicamente relevantes. O mesmo não se aplica para a variável profundidade do palato, em que os valores

21 19 variaram de -0,65 mm com o expansor lento quadrihélice 21 a -1,66 mm com o expansor rápido com abertura diferencial 13, e não se mostraram clinicamente relevantes. Embora a expansão lenta da maxila apresente efeitos quase que exclusivamente dentoalveolares em pacientes sem fissuras labiopalatinas que se encontram na fase de dentadura mista 21, observou-se na presente revisão sistemática que ambas as modalidades de expansão promovem efeitos esqueléticos semelhantes em pacientes no mesmo estágio de desenvolvimento oclusal, porém com fissuras labiopalatinas completas. A equivalência dos efeitos da ERM e da ELM em pacientes com fissuras labiopalatinas completas se dá em função da ausência da integridade da sutura palatina mediana, considerada um importante fator de resistência à expansão. Na ausência dessa estrutura anatômica, muito facilmente os segmentos laterais da maxila se separam no paciente fissurado. 22 Entretanto, é importante ressaltar que, embora os efeitos esqueléticos entre as duas modalidades de expansão sejam semelhantes, há diferenças significantes no que diz respeito ao tempo de tratamento. De maneira geral, o tempo total de tratamento com o expansor rápido da maxila tende a ser menor, em função dessa modalidade de expansão apresentar uma fase ativa de expansão mais rápida. 21 De maneira geral, o rápido protocolo de ativação do parafuso expansor permite realizar uma sobreexpansão em um período que pode variar de 7 a 14 dias. 21 A ELM apresenta um período ativo de expansão maior, haja visto que ativações de 3 mm são realizadas a cada 2 meses, em função da liberação da força acontecer de forma mais lenta com esses aparelhos. 21 Adicionalmente, o expansor rápido também dispõe de vantagens operacionais, já que este tem uma ativação mais fácil, por não precisar fazer a sua remoção para realizar sua ativação fora da cavidade oral, quando comparado com os expansores lentos fixos. Ainda que o quadri-hélice disponha da vantagem de realizar uma ativação diferencial entre a região anterior e a região posterior da arcada dentária, este efeito também pode ser obtido por meio do expansor com abertura diferencial. 13 Entretanto, quando comparado com os aparelhos de expansão rápida, o quadri-hélice possui um baixo custo, fato que o torna mais viável economicamente, em especial, para o serviço público de saúde. 20,31 É importante salientar que os resultados alcançados só podem ser generalizados para os pacientes com fissuras labiopalatinas completas. Resultados

22 20 diferentes devem ser esperados para pacientes com fissuras envolvendo lábio e rebordo alveolar ou fissuras apenas na região do palato, devido, nesses casos, existir a integridade da sutura palatina mediana e da sutura intermaxilar, respectivamente. 5 CONCLUSÃO De acordo com as evidências científicas atuais, é possível afirmar que a expansão rápida e a expansão lenta da maxila promovem efeitos esqueléticos semelhantes em pacientes com fissuras labiopalatinas completas tratados na fase de dentadura mista ou na dentição permanente precoce. A única diferença entre as duas modalidades de expansão parece estar relacionada ao tempo de tratamento, considerado maior nos casos tratados com a ELM. Recomenda-se a realização de mais ensaios clínicos randomizados com metodologias semelhantes com o objetivo de subsidiar dados para uma futura meta-análise a respeito do tema investigado.

23 21 REFERÊNCIAS 1. Rosa AC; Serra CG. Fissura Orofaciais: revisão de literatura. Tempus 2011; 5(3): Santos MHRC, Lima CAC, Silva TB. Fissuras labiopalatinas: aspectos etiológicos e tratamento. Dental Press J Orthod. 2017; 2: Spina V, Psillakis JM, Lapa FS, Ferreira MC. Classificação das fissuras lábiopalatinas. Sugestão de modificação. Rev Clín Fac Med São Paulo. 1972; 27: Xu X, Kwon HJ, Shi B, Zheng Q, Yin H, Li C. Influence of different palate repair protocols on facial growth in unilateral complete cleft lip and palate. J Craniomaxillofac Surg. 2015; 43(1): Stancheva N, Dannhauer K.-H., Hemprich A, Krey K.-F. Three-dimensional analysis of maxillary development in patients with unilateral cleft lip and palate during the first six years of life. J Orofac Orthop 2015; 76: Heidbuchel-Kiki LWM, Kuijpers-Jagtman AM, Kramer GJC, Prahl-Andersen, B. Maxillary arch dimensions in bilateral cleft lip and palate from birth until four years of age in boys. Cleft Palate J. 1998; 35: Schwartz BH, Long RE Jr, Smith RJ, Gipe DP. Early prediction of posterior crossbite in the complete unilateral cleft lip and palate. Cleft Palate J. 1984; 21(2): Jones J, Kerkhof RL, Nelson CL, Sadove AM. Maxillary arch expansion in cleft lip and palate infants prior to primary autogenous alveolar bone graft surgery. Quintessence Int. 1986; 17(4): Da Luz Vieira G, De Menezes LM, De Lima EMS, Rizzatto S. Dentoskeletal effects of maxillary protraction in cleft patients with repetitive weekly protocol of

24 22 alternate rapid maxillary expansions and constrictions. Cleft Palate Craniofac J. 2009; 46(4): Façanha AJDO, Lara TS, Garib DG, Silva Filho OG. Transverse effect of Haas and Hyrax appliances on the upper dental arch in patients with unilateral complete cleft lip and palate: A comparative study. Dental Press J. Orthod. 2014;19(2): Figueiredo DSF, Bartolomeo FUC, Romualdo CR, Palomo JM, Horta MCR, Andrade Júnior I et al. Dentoskeletal effects of 3 maxillary expanders in patients with clefts: A cone-beam computed tomography study. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2014; 146(1): Figueiredo DSF, Cardinal L, Bartolomeo FUC, Palomo JM, Horta MCR, Andrade Júnior I et al. Effects of rapid maxillary expansion in cleft patients resulting from the use of two different expanders. Dental Press J. Orthod. 2016; 21(6): Garib DG, Lauris RCMC, Calil LR, Alves ACM, Janson G, De Almeida AM et al. Dentoskeletal outcomes of a rapid maxillary expander with differential opening in patients with bilateral cleft lip and palate: A prospective clinical trial. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2016; 150(4): Aizenbud D, Ciceu C, Rachmiel A, Hazan-Molina H. Reverse quad helix appliance: differential anterior maxillary expansion of the cleft area before bone grafting. J Craniofac Surg. 2012; 23(5): Henry R. Slow maxillary expansion: a review of quad-helix therapy during the transitional dentition. ASDC J Dent Child 1993; 60(4): Lagravere MO, Major PW, Flores-Mir C. Long-term dental arch changes after rapid maxillary expansion treatment: a systematic review. Angle Orthod 2005; 75(2): Liu S, Xu T, Zou W. Effects of rapid maxillary expansion on the midpalatal suture: a systematic review. Eur. J Orthod. 2015; 37(6):

25 Bucci R, D Antò V, Rongo R, Valletta R, Martina R, Michelotti A. Dental and skeletal effects of palatal expansion techniques: a systematic review of the current evidence from systematic reviews and meta-analyses. J Oral Rehabil. 2016; 43(7): Rune B, Karl-Victor S, Göran S, Sten J. Movement of maxillary segments after expansion and/or secondary bone grafting in cleft lip and palate: a roentgen stereophotogrammetric study with the aid of metallic implants. Am J. Orthod. 1980; 77: Vasant MR, Menon S, Kannan S. Maxillary Expansion in Cleft Lip and Palate using Quad Helix and Rapid Palatal Expansion Screw. Armed Forces Med. J. 2009; 65(2): Alves ACM, Garib DG, Janson G, de Almeida AM, Calil LR. Analysis of the dentoalveolar effects of slow and rapid maxillary expansion in complete bilateral cleft lip and palate patients: a randomized clinical trial. Clin Oral Invest. 2015;20(7): De Almeida AM, Ozawa TO, Alves ACM, Janson G, Lauris JRP, Ioshida MSY et al. Slow versus rapid maxillary expansion in bilateral cleft lip and palate: a CBCT randomized clinical trial. Clin Oral Investig. 2016; 21(5): Moher D, Shamseer L, Clarke M, Ghersi D, Liberati A, Petticrew M et al. Preferred reporting items for systematic review and meta-analysis protocols (PRISMA-P) 2015 statement. Syst Rev. 2015; 4: Alves ACM, Maranhão OBV, Janson G, Garib DG. Mandibular dental arch short and long-term spontaneous dentoalveolar changes after slow or rapid maxillary expansion? A systematic review. Dental Press J Orthod. 2017; 22(3): Landis J, Koch GG. The measurement of observer agreement for categorical data. Biometrics. 1977;

26 Lanes GF, Schmitz GC, Brücker MR, Rizzatto SMD, De Menezes LM. Alterações transversais produzidas pela expansão rápida maxilar com diferentes parafusos expansores em pacientes com fissure de lábio e palate. Ortho Sci 2013; 6: Ayub PV, Janson G, Gribel BF, Lara TS, Garib DG. Analysis of the maxillary dental arch after rapid maxillary expansion in patients with unilateral complete cleft lip and palate. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2016; 149: Mordente CM, Palomo JM, Horta MCR, Souki BQ, Oliveira DD, Andrade Júnior I. Upper airway assessment using four diferente maxillary expanders in cleft patients: a cone-beam computed tomography study. Angle Orthod. 2016; 86: Schulz KF, Altman DG, Moher D. CONSORT 2010 statement: updated guidelines for reporting parallel group randomized trials. Trials. 2010; De Souza, RF. O que é um estudo clínico randomizado? Rev Med Ribeirão Preto. 2009; 42(1): Petrén S, Bondemark L, Söderfeldt B. A systematic review concerning early orthodontic treatment of unilateral posterior crossbite. Angle Orthod. 2003; 73(5):

27 25 APÊNDICE A - PÁGINA DE TÍTULOS EFEITOS ESQUELÉTICOS DA EXPANSÃO RÁPIDA E LENTA DA MAXILA EM PACIENTES COM FISSURAS LABIOPALATINAS COMPLETAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA SKELETAL EFFECTS OF RAPID AND SLOW MAXILLARY EXPANSION IN PATIENTS WITH COMPLETE CLEFT LIP AND PALATE: A SYSTEMATIC REVIEW AUTORES JOÃO PEDRO DANTAS DA SILVA Aluno de Graduação, Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. VALESKA CRISTINA BULHÕES DE SOUZA Aluna de Graduação, Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. AMANDA FÉLIX GONÇALVES TOMAZ Cirurgiã-dentista, aluna de Mestrado em Saúde Coletiva, Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. HALLISSA SIMPLÍCIO GOMES PEREIRA Cirurgiã-dentista, mestre, doutora, professora adjunta de Ortodontia, Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. SERGEI GODEIRO FERNANDES RABELO CALDAS Cirurgião-dentista, mestre, doutor, professor adjunto de Ortodontia do Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil.

28 26 ARTHUR CÉSAR DE MEDEIROS ALVES Cirurgião-dentista, mestre, doutor, professor adjunto de Ortodontia do Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Autor correspondente Prof. Dr. Arthur César de Medeiros Alves. Av. Sen. Salgado Filho, Lagoa Nova, Natal/ RN, (+55 84) RESUMO Introdução: Estudos recentes têm sugerido que a expansão rápida (ERM) e a expansão lenta da maxila (ELM) apresentam efeitos esqueléticos semelhantes em indivíduos com fissuras labiopalatinas completas, em função desses pacientes não possuírem a integridade da sutura palatina mediana. Objetivo: O objetivo da presente revisão sistemática foi avaliar e comparar os efeitos esqueléticos das expansões rápida e lenta da maxila em pacientes com fissuras labiopalatinas completas. Metodologia: Dois revisores realizaram uma busca eletrônica de forma cega nas seguintes bases de dados: PubMed/Medline, LILACS, Biblioteca Cochrane, Scopus, Science Direct e Google Scholar. As estratégias de busca que foram utilizadas nessas bases de dados contiveram os termos MeSH palatal expansion technique, cleft lip, e cleft palate e/ou seus sinônimos. No primeiro momento, os dois examinadores realizaram o levantamento bibliográfico de forma individual e selecionaram os estudos por meio da leitura do título e resumo dos artigos. As referências de cada artigo selecionado foram pesquisadas manualmente a fim de se obter estudos ainda não abrangidos pela primeira busca. Nos casos em que houve discordância quanto à inclusão ou não de um determinado estudo, os revisores discutiram até se obter um consenso ou um terceiro revisor foi requerido. Os artigos que preencheram os critérios de inclusão foram analisados qualitativamente por meio de uma escala proposta em um estudo prévio. O teste estatístico Kappa foi utilizado para avaliar a concordância interexaminadores em

29 27 dois momentos: após a seleção dos artigos e a avaliação qualitativa dos estudos finais. Resultados: Não foram observadas diferenças estatisticamente significantes entre o efeito das duas modalidades da expansão. De maneira geral, os estudos apresentaram baixo a moderado risco de viés. Conclusão: A ERM e a ELM promovem efeitos esqueléticos semelhantes em pacientes com fissuras labiopalatinas completas. A única diferença entre as duas modalidades de expansão parece estar relacionada ao tempo de tratamento, considerado maior nos casos tratados com a expansão lenta da maxila. Recomenda-se a realização de mais ensaios clínicos randomizados com metodologias semelhantes com o objetivo de subsidiar dados para uma futura meta-análise a respeito do tema investigado. Palavras-chave: Técnica de expansão palatina. Fenda labial. Fenda palatina.

30 28 ANEXO A - ATRIBUIÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS Uma vez publicado o artigo, os autores abaixo assinados cedem todos os direitos autorais do manuscrito EFEITOS ESQUELÉTICOS DA EXPANSÃO RÁPIDA E LENTA DA MAXILA EM PACIENTES COM FISSURAS LABIOPALATINAS COMPLETAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA à Dental Press International. Os autores abaixo assinados garantem que este é um artigo original e que não infringe direitos autorais ou outros direitos de propriedade de terceiros, não está sob consideração para publicação em outra revista e não foi publicado anteriormente, seja impresso ou eletronicamente. Nós assinamos esta declaração e aceitamos total responsabilidade pela publicação do artigo supracitado. João Pedro Dantas Silva UFRN Valeska Cristina Bulhões de Souza UFRN Amanda Félix Gonçalves Tomaz UFRN Profª. Drª. Hallissa Gomes Pereira Simplício UFRN Prof. Dr. Sergei Godeiro Fernandes Rabelo Caldas UFRN Prof. Dr. Arthur César de Medeiros Alves UFRN

UNIVERSIDADE PAULISTA PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA

UNIVERSIDADE PAULISTA PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE PAULISTA PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA AVALIAÇÃO DA ÁREA DO PALATO ANTES E DEPOIS DA EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA POR MEIO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FEIXE CÔNICO Dissertação apresentada

Leia mais

Giovana Anzilago Tesser 1, Fabiane Azeredo 1, Juliana Lindemann Rizzato 1, Susana Maria Deon Rizzato 1, Luciane Macedo de Menezes 1 (orientador)

Giovana Anzilago Tesser 1, Fabiane Azeredo 1, Juliana Lindemann Rizzato 1, Susana Maria Deon Rizzato 1, Luciane Macedo de Menezes 1 (orientador) XII Salão de Iniciação Científica PUCRS Análise morfológica do arco inferior de portadores de fissura lábio-palatal após expansão rápida da maxila com dois tipos de parafusos: convencional e em leque Giovana

Leia mais

Projeto de Atendimento Ortodôntico para Indivíduos com Fissuras Labiopalatinas

Projeto de Atendimento Ortodôntico para Indivíduos com Fissuras Labiopalatinas UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE ODONTOLOGIA Projeto de Atendimento Ortodôntico para Indivíduos com Fissuras Labiopalatinas Aluno (a): Raquel Souto Silva Equipe: Dra. Elizabeth Maria Bastos

Leia mais

LEONARDO PUCCI STANGLER

LEONARDO PUCCI STANGLER LEONARDO PUCCI STANGLER POSIÇÃO MAXILOMANDIBULAR E DIMENSÕES DA OROFARINGE DE PACIENTES CLASSE II ANTES E APÓS EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA E USO DO APARELHO EXTRABUCAL Dissertação apresentada como parte

Leia mais

Alterações transversais produzidas pela expansão rápida maxilar com diferentes parafusos expansores em pacientes com fissura de lábio e palato

Alterações transversais produzidas pela expansão rápida maxilar com diferentes parafusos expansores em pacientes com fissura de lábio e palato 270 Orthod. Sci. Pract. 2013; 6(23):270-277. Alterações transversais produzidas pela expansão rápida maxilar com diferentes parafusos expansores em pacientes com fissura de lábio e palato Transverse changes

Leia mais

EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA: RELATO DE CASO CLÍNICO

EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA: RELATO DE CASO CLÍNICO EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA: RELATO DE CASO CLÍNICO Rapid Jaw Expansion: Clinical Case Report Vitor Felipe RUIZ1 Carolina Mattar CRUZ2 Darklê FERREIRA3 Ana Paula AGUIAR4 Leonardo Monteiro da SILVA5 RESUMO

Leia mais

MORDIDAS CRUZADAS. Etiologia

MORDIDAS CRUZADAS. Etiologia MORDIDAS CRUZADAS Mordida Cruzada é uma alteração da oclusão dentária normal, no sentido ântero-posterior para os dentes anteriores, ou no sentido transversal para os dentes posteriores. Etiologia Baseia-se

Leia mais

Maíra Massuia de Souza*, Luciane Macedo de Menezes**, Susana Maria Deon Rizzatto***, Gustavo da Luz Vieira****, Ricardo Damo Meneguzzi*

Maíra Massuia de Souza*, Luciane Macedo de Menezes**, Susana Maria Deon Rizzatto***, Gustavo da Luz Vieira****, Ricardo Damo Meneguzzi* A r t i g o I n é d i t o Análise morfológica do arco superior de portadores de fissura labiopalatal submetidos a diferentes protocolos de expansão rápida maxilar: avaliação das alterações maxilares Maíra

Leia mais

Expansão maxilar rápida não cirúrgica em paciente adulto. Uma alternativa possível

Expansão maxilar rápida não cirúrgica em paciente adulto. Uma alternativa possível Caso Clínico Expansão maxilar rápida não cirúrgica em paciente adulto. Uma alternativa possível Gerson Luiz Ulema Ribeiro*, Gustavo da Luz Vieira**, Daltro Ritter***, Orlando Motohiro Tanaka****, André

Leia mais

BRUNO NEHME BARBO MODELOS DIGITAIS: COMPARAÇÃO DO ESCANEAMENTO EM DIFERENTES ANGULAÇÕES E DE 4 MÉTODOS DE SOBREPOSIÇÃO

BRUNO NEHME BARBO MODELOS DIGITAIS: COMPARAÇÃO DO ESCANEAMENTO EM DIFERENTES ANGULAÇÕES E DE 4 MÉTODOS DE SOBREPOSIÇÃO BRUNO NEHME BARBO MODELOS DIGITAIS: COMPARAÇÃO DO ESCANEAMENTO EM DIFERENTES ANGULAÇÕES E DE 4 MÉTODOS DE SOBREPOSIÇÃO Dissertação apresentada como parte dos requisitos obrigatórios para obtenção de grau

Leia mais

Efeitos dentários da expansão rápida da maxila no arco inferior com os aparelhos Haas e Hyrax

Efeitos dentários da expansão rápida da maxila no arco inferior com os aparelhos Haas e Hyrax Efeitos dentários da expansão rápida da maxila no arco inferior com os aparelhos e Dental effects of the rapid maxillary expansion in the inferior arch with expander and expander Fernanda Bastia Zanelato

Leia mais

Efeitos da expansão rápida maxilar sobre a mandíbula

Efeitos da expansão rápida maxilar sobre a mandíbula ARTIGO DE REVISÃO DE LITERATURA Efeitos da expansão rápida maxilar sobre a mandíbula Mandibular dentoskeletal effects of rapid maxillary expansion Chalana Sangalli Reale 1, Luciane Macedo de Menezes 2,

Leia mais

Aspectos etiológicos, classificação, etapas e condutas terapêuticas para o tratamento interdisciplinar das fissuras labiopalatinas

Aspectos etiológicos, classificação, etapas e condutas terapêuticas para o tratamento interdisciplinar das fissuras labiopalatinas Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - HRAC Comunicações em Eventos - HRAC 2013-08 Aspectos etiológicos, classificação,

Leia mais

Análise comparativa da expansão maxilar com três marcas de parafusos com limitador posterior: ensaio laboratorial em Typodont

Análise comparativa da expansão maxilar com três marcas de parafusos com limitador posterior: ensaio laboratorial em Typodont A r t i g o I n é d i t o Análise comparativa da expansão maxilar com três marcas de parafusos com limitador posterior: ensaio laboratorial em Typodont Ricardo Damo Meneguzzi*, Luciane Macedo de Menezes**,

Leia mais

TRATAMENTO DE MORDIDA CRUZADA ANTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO

TRATAMENTO DE MORDIDA CRUZADA ANTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO TRATAMENTO DE MORDIDA CRUZADA ANTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO Autor apresentador : Islana Cléia Carvalho VIEIRA¹ Autor: Thatiana Fernandes SANTOS¹ Autor: Milena CARVALHO Autor: Anne Maria Guimarães LESSA

Leia mais

DISJUNÇÃO RÁPIDA DA MAXILA REVISÃO DE LITERATURA

DISJUNÇÃO RÁPIDA DA MAXILA REVISÃO DE LITERATURA DISJUNÇÃO RÁPIDA DA MAXILA REVISÃO DE LITERATURA USINGER, Rafael Luís 1 DALLANORA, Lea Maria Franceschi 2 Resumo A atresia maxilar é uma deformidade dentofacial cada vez mais presente, ela é caracterizada

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO HOSPITAL DE REABILITAÇÃO DE ANOMALIAS CRANIOFACIAIS ARACI MALAGODI DE ALMEIDA

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO HOSPITAL DE REABILITAÇÃO DE ANOMALIAS CRANIOFACIAIS ARACI MALAGODI DE ALMEIDA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO HOSPITAL DE REABILITAÇÃO DE ANOMALIAS CRANIOFACIAIS ARACI MALAGODI DE ALMEIDA Expansão rápida e lenta da maxila em pacientes com fissura labiopalatina completa e bilateral: avaliação

Leia mais

TRATAMENTO INTERCEPTATIVO DA MORDIDA ABERTA ANTERIOR E MORDIDA CRUZADA POSTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO

TRATAMENTO INTERCEPTATIVO DA MORDIDA ABERTA ANTERIOR E MORDIDA CRUZADA POSTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO TRATAMENTO INTERCEPTATIVO DA MORDIDA ABERTA ANTERIOR E MORDIDA CRUZADA POSTERIOR: RELATO DE CASO CLÍNICO INTERCEPTATIVE TREATMENT OF THE ANTERIOR OPEN BITE AND POSTERIOR CROSSBITE: DESCRIPTION OF A CLINICAL

Leia mais

AGENESIA DO SEGUNDO PRÉ-MOLAR INFERIOR: AVALIAÇÃO OCLUSAL E RADICULAR DO CORRESPONDENTE DECÍDUO

AGENESIA DO SEGUNDO PRÉ-MOLAR INFERIOR: AVALIAÇÃO OCLUSAL E RADICULAR DO CORRESPONDENTE DECÍDUO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE NORTE DISSERTAÇÃO PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM ORTODONTIA AGENESIA DO SEGUNDO PRÉ-MOLAR INFERIOR: AVALIAÇÃO OCLUSAL E RADICULAR DO CORRESPONDENTE DECÍDUO Ana

Leia mais

Tipos de Revisão da Literatura

Tipos de Revisão da Literatura Tipos de Revisão da Literatura Juan Montano Mestrado Profissional 20/05/2017 2 Grandes Tipos Revisões Narrativas Revisões sistemáticas Revisão narrativa (tradicional) Sintetiza o conhecimento sobre determinado

Leia mais

Avaliação da velocidade de erupção de segundos pré-molares inferiores e caninos permanentes superiores em indivíduos com fissura lábio-palatina *

Avaliação da velocidade de erupção de segundos pré-molares inferiores e caninos permanentes superiores em indivíduos com fissura lábio-palatina * ARTIGO ORIGINAL Avaliação da velocidade de erupção de segundos pré-molares inferiores e caninos permanentes superiores em indivíduos com fissura lábio-palatina * Rate of eruption of second lower bicuspid

Leia mais

Avaliação das Dimensões Transversas na Maxila e Mandíbula em Pacientes na Fase da Dentição Mista Tratados com Aparelho Ortodôntico Removível Superior

Avaliação das Dimensões Transversas na Maxila e Mandíbula em Pacientes na Fase da Dentição Mista Tratados com Aparelho Ortodôntico Removível Superior ISSN - 1519-0501 DOI: 10.4034/1519.0501.2010.0101.0017 Avaliação das Dimensões Transversas na Maxila e Mandíbula em Pacientes na Fase da Dentição Mista Tratados com Aparelho Ortodôntico Removível Superior

Leia mais

Questão 1: Sobre as alterações no desenvolvimento dos pacientes com fissuras labiopalatinas, responda: a) Época em que ocorrem essas malformações:

Questão 1: Sobre as alterações no desenvolvimento dos pacientes com fissuras labiopalatinas, responda: a) Época em que ocorrem essas malformações: Questão 1: Sobre as alterações no desenvolvimento dos pacientes com fissuras labiopalatinas, responda: a) Época em que ocorrem essas malformações: b) Fatores etiológicos associados a essas malformações:

Leia mais

Revisão sistemática: o que é? Como fazer?

Revisão sistemática: o que é? Como fazer? Revisão sistemática: o que é? Como fazer? Profa Dra Graciele Sbruzzi gsbruzzi@hcpa.edu.br Conteúdos Abordados - O que é revisão sistemática e metanálise? - Etapas para a construção de uma revisão sistemática

Leia mais

Avaliação da inclinação dentoalveolar e dimensões do arco superior em mordidas cruzadas posteriores tratadas com aparelho expansor removível e fixo

Avaliação da inclinação dentoalveolar e dimensões do arco superior em mordidas cruzadas posteriores tratadas com aparelho expansor removível e fixo A r t i g o I n é d i t o Avaliação da inclinação dentoalveolar e dimensões do arco superior em mordidas cruzadas posteriores tratadas com aparelho expansor removível e fixo Ary dos Santos-Pinto*, Talita

Leia mais

Conceito de evidência e Busca bibliográfica. 1º semestre de

Conceito de evidência e Busca bibliográfica. 1º semestre de Conceito de evidência e Busca bibliográfica 1º semestre de 2017 www.epi.uff.br O método Epidemiológico Observação da frequência e distribuição de um evento relacionado à saúde-doença Formulação de hipóteses

Leia mais

Epidemiologia Analítica. AULA 1 1º semestre de 2016

Epidemiologia Analítica. AULA 1 1º semestre de 2016 Epidemiologia Analítica AULA 1 1º semestre de 2016 www.epi.uff.br Como o conhecimento médico é construído? O método Epidemiológico Epidemiologia descritiva: Observação da frequência e distribuição de um

Leia mais

Utilização da barra transpalatina na correção da má-oclusão de Classe II durante a dentição mista

Utilização da barra transpalatina na correção da má-oclusão de Classe II durante a dentição mista Ortoclínica Utilização da barra transpalatina na correção da má-oclusão de Classe II durante a dentição mista Angle Class II correction using the transpalatal arch during early treatment Ewaldo Luiz de

Leia mais

EXPANSÃO ALVEOLAR EM VOLUME PARA COLOCAÇÃO DE IMPLANTES EM REGIÃO ESTÉTICA DE MAXILA

EXPANSÃO ALVEOLAR EM VOLUME PARA COLOCAÇÃO DE IMPLANTES EM REGIÃO ESTÉTICA DE MAXILA FACULDADE DE ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS RAPHAEL DUTRA BATISTA DALL'ACQUA EXPANSÃO ALVEOLAR EM VOLUME PARA COLOCAÇÃO DE IMPLANTES EM REGIÃO ESTÉTICA DE MAXILA BELO HORIZONTE 2013 RAPHAEL

Leia mais

Avaliação da altura facial inferior após expansão rápida da maxila

Avaliação da altura facial inferior após expansão rápida da maxila ARTIGO CIENTÍFICO Avaliação da altura facial inferior após expansão rápida da maxila Evaluation of the lower facial height after rapid maxillary expansion Marcelo Matiello SIMÕES* Renata Pilli JÓIAS**

Leia mais

AVALIAÇÃO DA PROFUNDIDADE PALATINA NOS PACIENTES PORTADORES DE MORDIDA CRUZADA POSTERIOR*

AVALIAÇÃO DA PROFUNDIDADE PALATINA NOS PACIENTES PORTADORES DE MORDIDA CRUZADA POSTERIOR* ARTIGO AVALIAÇÃO DA PROFUNDIDADE PALATINA NOS PACIENTES PORTADORES DE MORDIDA CRUZADA POSTERIOR* EVALUATION OF DEPTH PALATINE IN POSTERIOR CROSSBITE PATIENTS Braga, Fábio Leivas** Letti, Helen Carolina

Leia mais

CORREÇÃO DA DEFICIÊNCIA TRANSVERSA DA MAXILA POR MEIO DA EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA CIRURGICAMENTE ASSISTIDA

CORREÇÃO DA DEFICIÊNCIA TRANSVERSA DA MAXILA POR MEIO DA EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA CIRURGICAMENTE ASSISTIDA Rev Bras Cien Med Saúde. 2013;2(2):18-22 RELATO DE CASO CORREÇÃO DA DEFICIÊNCIA TRANSVERSA DA MAXILA POR MEIO DA EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA CIRURGICAMENTE ASSISTIDA MAXILLARY TRANSVERSE DEFICIENCY CORRECTION

Leia mais

TÍTULO: Nível de concordância inter avaliadores para aplicação do AMIOFE em pacientes após Acidente Vascular Cerebral

TÍTULO: Nível de concordância inter avaliadores para aplicação do AMIOFE em pacientes após Acidente Vascular Cerebral RESUMO EXPANDIDO TÍTULO: Nível de concordância inter avaliadores para aplicação do AMIOFE em pacientes após Acidente Vascular Cerebral Autores: ADA SALVETTI CAVALCANTI CALDAS, DANIELE ANDRADE DA CUNHA,

Leia mais

Planejamento Ortodôntico para Pacientes Portadores de Fissuras Labiopalatinas: Revisão de Literatura

Planejamento Ortodôntico para Pacientes Portadores de Fissuras Labiopalatinas: Revisão de Literatura Antunes CL, Aranha AMF, Lima E, Pedro FLM, Shimoya-Bittencourt Artigo de Revisão W, Pereira / Review ICL, Article et al. Planejamento Ortodôntico para Pacientes Portadores de Fissuras Labiopalatinas: Revisão

Leia mais

Expansão rápida da maxila ancorada em implantes uma nova proposta para expansão ortopédica na dentadura permanente

Expansão rápida da maxila ancorada em implantes uma nova proposta para expansão ortopédica na dentadura permanente A r t i g o In é d i t o Expansão rápida da maxila ancorada em implantes uma nova proposta para expansão ortopédica na dentadura permanente Daniela Gamba Garib*, Ricardo de Lima Navarro**, Carlos Eduardo

Leia mais

Características oclusais de pacientes com. Classe II, divisão 1, tratados sem e com extrações de dois pré-molares superiores.

Características oclusais de pacientes com. Classe II, divisão 1, tratados sem e com extrações de dois pré-molares superiores. A r t i g o I n é d i t o Características oclusais de pacientes com Classe II, divisão 1, tratados sem e com extrações de dois pré-molares superiores* João Tadeu Amin Graciano**, Guilherme Janson***, Marcos

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE E COMPORTAMENTO

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE E COMPORTAMENTO UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE E COMPORTAMENTO PÓS-TRATAMENTO DA CLASSE II MANDIBULAR TRATADA COM BIONATOR DE BALTERS Dissertação apresentada ao

Leia mais

POSIÇÃO DO ÁPICE DENTÁRIO EM RELAÇÃO AO PROCESSO ALVEOLAR DO OSSO MAXILAR. ESTUDO EM TOMOGRAFIAS DE CONE-BEAM

POSIÇÃO DO ÁPICE DENTÁRIO EM RELAÇÃO AO PROCESSO ALVEOLAR DO OSSO MAXILAR. ESTUDO EM TOMOGRAFIAS DE CONE-BEAM POSIÇÃO DO ÁPICE DENTÁRIO EM RELAÇÃO AO PROCESSO ALVEOLAR DO OSSO MAXILAR. ESTUDO EM TOMOGRAFIAS DE CONE-BEAM Sabrina Vieira Botelho(PIBIC/CNPq-FA/UEM), Cléverson de Oliveira e Silva (Orientador) e Maurício

Leia mais

PHILIPE ELEUTERIO ALVES

PHILIPE ELEUTERIO ALVES PHILIPE ELEUTERIO ALVES TRATAMENTO INTERDISCIPLINAR DE PACIENTE COM FISSURA PRÉ- FORAME INCISIVO FACULDADE DE ODONTOLOGIA Universidade Federal de Minas Gerais BELO HORIZONTE PHILIPE ELEUTERIO ALVES TRATAMENTO

Leia mais

Expansão rápida da maxila e as alterações anatômicas da cavidade nasal e do padrão respiratório

Expansão rápida da maxila e as alterações anatômicas da cavidade nasal e do padrão respiratório Revista Eletrônica da Faculdade de Odontologia da FMU, volume 2, número 3 1 Expansão rápida da maxila e as alterações anatômicas da cavidade nasal e do padrão respiratório Jose Mauricio de Abreu Carceles,

Leia mais

da cefalometria em 1931 por Broadbent longitudinalmente procurado estruturas referência longitudinal se tornasse

da cefalometria em 1931 por Broadbent longitudinalmente procurado estruturas referência longitudinal se tornasse SOREPOSIÇÃO CEFALOMÉTRICA Desde a introdução da cefalometria em 1931 por roadbent os pequisadores e ortodontistas clínicos que estudam o desenvolvimento craniofacial longitudinalmente têm procurado estruturas

Leia mais

(038) Pós-Graduandos em Ortodontia pela UNINGÁ- Varginha- MG 3 Professor Mestre da UNINGÁ- Varginha-MG R E V I S T A U N I N G Á

(038) Pós-Graduandos em Ortodontia pela UNINGÁ- Varginha- MG 3 Professor Mestre da UNINGÁ- Varginha-MG R E V I S T A U N I N G Á Estudo longitudinal das alterações cefalométricas transversais e altura nasal, em crianças portadoras de oclusão normal Longitudial study of transversal cephalometric alteration and nasal height in carrying

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO APARELHO (FIG. 1) a) base acrílica b) mola coffin c) arco vestibular d) alças bucinadoras FIGURA 5 FIGURA 6

APRESENTAÇÃO DO APARELHO (FIG. 1) a) base acrílica b) mola coffin c) arco vestibular d) alças bucinadoras FIGURA 5 FIGURA 6 Série Aparelhos Ortodônticos BIONATOR INTRODUÇÃO As más oclusões de Classe II apresentam etiologias distintas, de natureza esquelética, dentária ou a combinação de ambas. O diagnóstico diferencial é de

Leia mais

Revisão Sistemática e Metaanálise. Aula

Revisão Sistemática e Metaanálise. Aula Revisão Sistemática e Metaanálise Aula 10 2016 Revisão tradicional x revisão sistemática Abrangente (vários enfoques) superficial Busca bibliográfica segundo critério do autor Seleção dos artigos segundo

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA MESTRADO EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAL ESTUDO DOS PONTOS ANATÔMICOS

Leia mais

Avaliação da angulação e inclinação dos elementos dentários em pacientes adultos jovens portadores de fissura transforame incisivo bilateral

Avaliação da angulação e inclinação dos elementos dentários em pacientes adultos jovens portadores de fissura transforame incisivo bilateral A r t i g o In é d i t o Avaliação da angulação e inclinação dos elementos dentários em pacientes adultos jovens portadores de fissura transforame incisivo bilateral Andréia Caixeta Reis*, Leopoldino Capelozza

Leia mais

Revisão de Literatura: como fazer?

Revisão de Literatura: como fazer? Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Revisão de Literatura: como fazer? Enfa. Ms. Mônica Cristina Ribeiro A. A. de lima Ribeirão Preto 2017 REVISÕES REVISÕES Necessitam de métodos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA NÍVEL MESTRADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA NÍVEL MESTRADO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA NÍVEL MESTRADO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO CLÍNICA ODONTOLÓGICA - PERIODONTIA Linha de pesquisa: Epidemiologia,

Leia mais

Alterações no volume nasal de pacientes submetidos a disjunção da maxila

Alterações no volume nasal de pacientes submetidos a disjunção da maxila A r t i g o In é d i t o Alterações no volume nasal de pacientes submetidos a disjunção da maxila Renata da Fonseca Lacerda e Muniz*, Mario Cappellette Jr.**, Daniela Carlini*** Resumo Os efeitos da disjunção

Leia mais

FÁBIO LAZARO OLIVEIRA QUEIROZ

FÁBIO LAZARO OLIVEIRA QUEIROZ FÁBIO LAZARO OLIVEIRA QUEIROZ Protocolos de Tratamento para Mordida Cruzada Posterior em Crianças: Revisão da Literatura Araçatuba SP 2011 Fábio Lazaro Oliveira Queiroz Protocolos de Tratamento para Mordida

Leia mais

UNIVERSIDADE TIRADENTES CAUANE DE SOUZA LOPES RENON NASCIMENTO DA SILVA TRATAMENTO INTERCEPTATIVO DA MORDIDA CRUZADA POSTERIOR

UNIVERSIDADE TIRADENTES CAUANE DE SOUZA LOPES RENON NASCIMENTO DA SILVA TRATAMENTO INTERCEPTATIVO DA MORDIDA CRUZADA POSTERIOR UNIVERSIDADE TIRADENTES CAUANE DE SOUZA LOPES RENON NASCIMENTO DA SILVA TRATAMENTO INTERCEPTATIVO DA MORDIDA CRUZADA POSTERIOR Aracaju-Se 2015 CAUANE DE SOUZA LOPES RENON NASCIMENTO DA SILVA TRATAMENTO

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PÓS-GRADUAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PÓS-GRADUAÇÃO 1 RELAÇÃO DE DISSERTAÇÕES - MESTRADO EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL AUTOR: TELMO BANDEIRA BERTHOLD ORIENTADOR(A): PROFA. DRA. NILZA PEREIRA DA COSTA INICIO DO CURSO: 1996 DATA DA DEFESA: 11/08/1998 ATA

Leia mais

Curso de Aperfeiçoamento: Pesquisa Científica em Cirurgia Coordenadora: Profa. Dra. Lydia Masako Ferreira Vice coordenador: Juan Montano

Curso de Aperfeiçoamento: Pesquisa Científica em Cirurgia Coordenadora: Profa. Dra. Lydia Masako Ferreira Vice coordenador: Juan Montano Curso de Aperfeiçoamento: Pesquisa Científica em Cirurgia 2016 Coordenadora: Profa. Dra. Lydia Masako Ferreira Vice coordenador: Juan Montano Tipos de Revisão da Literatura Dr. Juan Montano Mestrado Profissional

Leia mais

Alterações dentárias decorrentes da expansão rápida da maxila e máscara facial reversa

Alterações dentárias decorrentes da expansão rápida da maxila e máscara facial reversa Antunes cf et al. AlterAções dentárias decorrentes da expansão rápida da maxila e máscara facial reversa Alterações dentárias decorrentes da expansão rápida da maxila e máscara facial reversa Dental changes

Leia mais

Método de avaliação da repercussão dentária e periodontal decorrente da expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente relato de caso

Método de avaliação da repercussão dentária e periodontal decorrente da expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente relato de caso Caso Clínico Método de avaliação da repercussão dentária e periodontal decorrente da expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente relato de caso Mariana dos Santos Fernandes*, Pedro Luis Scattaregi*,

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA

UNIVERSIDADE PAULISTA PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE PAULISTA PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA ESTUDO COMPARATIVO DA ANÁLISE CLÍNICA DE ANDREWS COM AS ANÁLISES CEFALOMÉTRICAS EM PACIENTES SUBMETIDOS AO TRATAMENTO CIRÚRGICO Dissertação apresentada

Leia mais

10/04/2012 ETAPAS NO DELINEAMENTO DO ESTUDO EXPERIMENTAL:

10/04/2012 ETAPAS NO DELINEAMENTO DO ESTUDO EXPERIMENTAL: ESTUDOS EXPERIMENTAIS: A intervenção está sob controle do pesquisador. É possível portanto selecionar de forma aleatória quem vai receber ou não a intervenção. É considerado o delineamento ideal para avaliar

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS EFEITOS ORTOPÉDICOS DE EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA COM A UTILIZAÇÃO DE DISJUNTORES DENTO-MUCO-SUPORTADO E MUCO-SUPORTADO

COMPARAÇÃO DOS EFEITOS ORTOPÉDICOS DE EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA COM A UTILIZAÇÃO DE DISJUNTORES DENTO-MUCO-SUPORTADO E MUCO-SUPORTADO FACULDADE DE PINDAMONHANGABA Symara Xavier Lopes Salles COMPARAÇÃO DOS EFEITOS ORTOPÉDICOS DE EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA COM A UTILIZAÇÃO DE DISJUNTORES DENTO-MUCO-SUPORTADO E MUCO-SUPORTADO Pindamonhangaba-SP

Leia mais

Delineamentos de estudos. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira

Delineamentos de estudos. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Delineamentos de estudos FACIMED 2012.1 Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Delineamentos de estudos Estudos descritivos Relato de caso Série de casos Transversal Ecológico

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso

Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho de Conclusão de Curso AVALIAÇÃO CEFALOMÉTRICA NO SENTIDO TRANSVERSAL EM PACIENTES SUBMETIDOS À EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA Laryssa Dayana Olsen UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

Estudo comparativo das dimensões transversais dos arcos dentários entre jovens com oclusão normal e má oclusão de Classe II, 1ª divisão

Estudo comparativo das dimensões transversais dos arcos dentários entre jovens com oclusão normal e má oclusão de Classe II, 1ª divisão A r t i g o I n é d i t o Estudo comparativo das dimensões transversais dos arcos dentários entre jovens com oclusão normal e má oclusão de Classe II, 1ª divisão Roberto Rejman*, Décio Rodrigues Martins**,

Leia mais

ANOMALIA DE MÁ OCLUSÃO DE CLASSE I COM APINHAMENTO SEVERO: TRATAMENTO ORTODÔNTICO COM TÉCNICA AUTO LIGÁVEL E EXTRAÇÕES

ANOMALIA DE MÁ OCLUSÃO DE CLASSE I COM APINHAMENTO SEVERO: TRATAMENTO ORTODÔNTICO COM TÉCNICA AUTO LIGÁVEL E EXTRAÇÕES O JornalDentistry CLÍNICA ARTIGO ORIGINAL ANOMALIA DE MÁ OCLUSÃO DE CLASSE I COM APINHAMENTO SEVERO: TRATAMENTO ORTODÔNTICO COM TÉCNICA AUTO LIGÁVEL E EXTRAÇÕES ABSTRACT Angle Class I malocclusion is characterized

Leia mais

Gustavo Nader Marta, Rachel Riera, Cristiane Rufino Macedo, Gilberto de Castro Junior, André Lopes Carvalho, Luiz Paulo Kowalski

Gustavo Nader Marta, Rachel Riera, Cristiane Rufino Macedo, Gilberto de Castro Junior, André Lopes Carvalho, Luiz Paulo Kowalski Quimioterapia de indução seguida de cirurgia com ou sem radioterapia adjuvante para pacientes com diagnóstico de câncer de cavidade oral: revisão sistemática e metanálise Gustavo Nader Marta, Rachel Riera,

Leia mais

Tratamento ortodôntico de pacientes com fissuras labiopalatinas: protocolo do HRAC- USP

Tratamento ortodôntico de pacientes com fissuras labiopalatinas: protocolo do HRAC- USP Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - HRAC Comunicações em Eventos - HRAC 2011-06 Tratamento ortodôntico de pacientes

Leia mais

Resumo para comunicação oral em plenária EXPANSÃO TRANSVERSAL CIRURGICA DA MAXILA EM PACIENTES ADULTOS

Resumo para comunicação oral em plenária EXPANSÃO TRANSVERSAL CIRURGICA DA MAXILA EM PACIENTES ADULTOS Resumo para comunicação oral em plenária EXPANSÃO TRANSVERSAL CIRURGICA DA MAXILA EM PACIENTES ADULTOS Vinícius Matheus Szydloski 1 Angélica Scolari 2 Fernanda Tartas 2 Claiton Giovani Tirello 3 INTRODUÇÃO

Leia mais

TRATAMENTO PRECOCE DA CLASSE II: RELATO DE CASO

TRATAMENTO PRECOCE DA CLASSE II: RELATO DE CASO TRATAMENTO PRECOCE DA CLASSE II: RELATO DE CASO Login: rtarruda Senha: 123654 Rafael Tibaldi de ARRUDA 1 Carolina Mattar CRUZ 2 Marcus Vinicius CREPALDI 3 Ana Paula de SANTANA 4 Carlos Henrique GUIMARAES

Leia mais

EFEITO DA ESTIMULAÇÃO VESTIBULAR NO PERFIL SENSORIAL DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO ALEATORIZADO

EFEITO DA ESTIMULAÇÃO VESTIBULAR NO PERFIL SENSORIAL DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO ALEATORIZADO 1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA YASMIN SANTANA MAGALHÃES EFEITO DA ESTIMULAÇÃO VESTIBULAR NO PERFIL SENSORIAL DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL: ENSAIO

Leia mais

Correção das deficiências transversas e ânteroposteriores da maxila em pacientes adultos

Correção das deficiências transversas e ânteroposteriores da maxila em pacientes adultos A r t i g o In é d i t o Correção das deficiências transversas e ânteroposteriores da maxila em pacientes adultos João Luiz Carlini*, Cássia Biron**, Kelston Ulbricht Gomes**, Andréa Gebert***, Guilherme

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Roteiro para elaboração do Projeto de Pesquisa * Os projetos de pesquisa devem seguir as normas da Comissão Científica da FAMED-PUCRS descrita abaixo: 1- Noções Gerais para Preparação de Protocolos de

Leia mais

Etiologia e classificação das fissuras labiais e fendas palatinas

Etiologia e classificação das fissuras labiais e fendas palatinas Etiologia e classificação das fissuras labiais e fendas palatinas M.Sc. Profª Viviane Marques Seja um voluntário: http://www.operationsmile.org.br/ Vídeo - Doe um Sorriso! Definição As fissuras labiopalatais

Leia mais

Cirurgia ortognática em paciente com fissura labiopalatina: relato de caso

Cirurgia ortognática em paciente com fissura labiopalatina: relato de caso RELATO DE CASO ISSN 1677-5090 2017 Revista de Ciências Médicas e Biológicas DOI: http://dx.doi.org/10.9771/cmbio.v16i1.17366 Cirurgia ortognática em paciente com fissura labiopalatina: Orthognathic surgery

Leia mais

Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna da Papaiz edição XXXI Junho de 2018

Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna da Papaiz edição XXXI Junho de 2018 Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna da Papaiz edição XXXI Junho de 2018 Dr. André Simões, radiologista da Papaiz Diagnósticos Odontológicos por Imagem 11 3894 3030 papaizassociados.com.br

Leia mais

LAÉRCIO SANTOS DIAS AVALIAÇÃO PÓS-EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA COM APARELHOS DO TIPO HAAS E HYRAX POR MEIO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CONE BEAM

LAÉRCIO SANTOS DIAS AVALIAÇÃO PÓS-EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA COM APARELHOS DO TIPO HAAS E HYRAX POR MEIO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CONE BEAM PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA MESTRADO EM ODONTOLOGIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL LAÉRCIO

Leia mais

Avaliação rotacional mandibular após os efeitos da disjunção rápida da sutura palatina mediana

Avaliação rotacional mandibular após os efeitos da disjunção rápida da sutura palatina mediana Avaliação rotacional mandibular após os efeitos da disjunção rápida da sutura palatina mediana Evaluation of mandibular rotation after the effects of rapid expansion of the median palatine suture Marco

Leia mais

EFEITOS DA EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA NOS TECIDOS MOLES

EFEITOS DA EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA NOS TECIDOS MOLES PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA MESTRADO EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL CLAUDIA KOCHENBORGER EFEITOS DA EXPANSÃO

Leia mais

A relação harmônica entre os elementos faciais é fundamental para a. adequada função do aparelho mastigatório bem como garante o equilíbrio estético

A relação harmônica entre os elementos faciais é fundamental para a. adequada função do aparelho mastigatório bem como garante o equilíbrio estético INTRODUÇÃO 2 1. INTRODUÇÃO A relação harmônica entre os elementos faciais é fundamental para a adequada função do aparelho mastigatório bem como garante o equilíbrio estético da face. Para a obtenção de

Leia mais

Jones Jig e Barra Transpalatina - Tratamento Alternativo na Correção Unilateral da Má Oclusão Classe II, Divisão 2, Subdivisão

Jones Jig e Barra Transpalatina - Tratamento Alternativo na Correção Unilateral da Má Oclusão Classe II, Divisão 2, Subdivisão rtigo de Divulgação Jones Jig e arra Transpalatina - Tratamento lternativo na Correção Unilateral da Má Oclusão Classe II, Divisão 2, Subdivisão Jones Jig and the Palatal ar - lternative Treatment in the

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA - INNOVARE

ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA - INNOVARE ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA - INNOVARE DISCIPLINAS DO CURSO, CARGA HORÁRIA E PROFESSOR RESPONSÁVEL 1º SEMESTRE: Total = 348h Disciplina Carga Horária Créditos Docente Responsável Ortodontia Básica 48h

Leia mais

ANÁLISE DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURA CRANIOFACIAL DURANTE O PROCEDIMENTO DE EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA EM SUS SCROFA

ANÁLISE DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURA CRANIOFACIAL DURANTE O PROCEDIMENTO DE EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA EM SUS SCROFA ANÁLISE DE DEFORMAÇÕES EM ESTRUTURA CRANIOFACIAL DURANTE O PROCEDIMENTO DE EXPANSÃO RÁPIDA DA MAXILA EM SUS SCROFA Deformation Analysis in craniofacial structure during the rapid maxillary expansion procedure

Leia mais

Sala 02 TEMA LIVRE Odontologia Social e Preventiva e Saúde Coletiva

Sala 02 TEMA LIVRE Odontologia Social e Preventiva e Saúde Coletiva Sala 01 Estomatologia, patologia e radiologia 08:00 15492 CONTAGEM DE AGNORS EM CÉLULAS EPITELIAIS DA MUCOSA ORAL DE USUÁRIOS DE CANNABIS SATIVA 08:30 15558 INCIDÊNCIA DAS PRINCIPAIS MANIFESTAÇÕES BUCAIS

Leia mais

Classificação das maloclusões

Classificação das maloclusões Classificação das maloclusões O que é maloclusão? Segundo Strang, maloclusão é algum desvio da oclusão normal dos dentes. Fundamentalmente, más posições dentárias são sintomas de erro de crescimento no

Leia mais

Distrator palatal ósseo suportado: o passo a passo

Distrator palatal ósseo suportado: o passo a passo Artigo Caso Clínico Distrator palatal ósseo suportado: o passo a passo Palatal distractor bone supported: the step by step RESUMO A expansão palatal através de distrator de ancoragem óssea é utilizada,

Leia mais

Análise da densidade óptica da sutura palatina mediana seis meses após a expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente

Análise da densidade óptica da sutura palatina mediana seis meses após a expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente A r t i g o I n é d i t o Análise da densidade óptica da sutura palatina mediana seis meses após a expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente Mônica Cunha Macedo*, Fernanda Angelieri**, Silvana

Leia mais

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico. Carolina Maria Fuck

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico. Carolina Maria Fuck Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico Carolina Maria Fuck Avaliação das alterações transversais dentárias após a disjunção rápida da maxila: estudo em modelos digitais tridimensionais.

Leia mais

Má oclusão Classe III de Angle, subdivisão direita, tratada sem exodontias e com controle de crescimento*

Má oclusão Classe III de Angle, subdivisão direita, tratada sem exodontias e com controle de crescimento* C a s o C l í n i c o B B O Má oclusão Classe III de Angle, subdivisão direita, tratada sem exodontias e com controle de crescimento* Sérgio Henrique Casarim Fernandes** Resumo A Classe III de Angle é

Leia mais

Tipos de Estudos Epidemiológicos

Tipos de Estudos Epidemiológicos Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Epidemiologia e Saúde Pública Tipos de Estudos Epidemiológicos Prof. Macks Wendhell Gonçalves Msc. Quando recorrer às

Leia mais

Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo

Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo EDITAL DE PROCESSO SELETIVO 2018 CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM ORTODONTIA PREVENTIVA E INTERCEPTIVA O Hospital de Reabilitação

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso

Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho de Conclusão de Curso Correção da deficiência transversal da maxila apoiada em dispositivos de ancoragem ortodôntica (DAO): Discussão de problemas relacionados. Thales Andrades Machado Universidade

Leia mais

Avaliação do custo da utilização indevida de antibióticos:

Avaliação do custo da utilização indevida de antibióticos: UFR Sciences Pharmaceutiques Avaliação do custo da utilização indevida de antibióticos: uma revisão sistemática da literatura C Cargnello, ML Silva, C Dumartin, M Aulois-Griot Contexto Utilização indevida

Leia mais

OMS ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE

OMS ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE ONU Ancoragem Zigomática REABILITAÇÃO EM MAXILAS ATRÓFICAS Marcelo da Rocha BRASIL 2000 => 25 milhões de edêntulos (15%) 2025 => 33 milhões de habitantes com mais de 65 anos OMS ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE

Leia mais

n Sub-títulos n Referências n Métodos: n O que você fez desenho do estudo n Em qual ordem n Como você fez n Por que você fez n Preparação

n Sub-títulos n Referências n Métodos: n O que você fez desenho do estudo n Em qual ordem n Como você fez n Por que você fez n Preparação Como redigir artigos científicos Antônio Augusto Moura da Silva SEXTA AULA n O que você fez, como fez para responder à pergunta n Detalhes avaliar o trabalho e repeti-lo n Idéia geral dos experimentos

Leia mais

EFEITO DO TIPO DE SISTEMAS DE CULTIVO NO DESENVOLVIMENTO IN VITRO DE FOLÍCULOS PRÉ-ANTRAIS CAPRINOS ISOLADOS

EFEITO DO TIPO DE SISTEMAS DE CULTIVO NO DESENVOLVIMENTO IN VITRO DE FOLÍCULOS PRÉ-ANTRAIS CAPRINOS ISOLADOS 1 EFEITO DO TIPO DE SISTEMAS DE CULTIVO NO DESENVOLVIMENTO IN VITRO DE FOLÍCULOS PRÉ-ANTRAIS CAPRINOS ISOLADOS EFFECT OF TYPE OF CULTURE SYSTEM ON THE IN VITRO DEVELOPMENT OF ISOLATED CAPRINE PREANTRAL

Leia mais

Aos meus alunos e amigos.

Aos meus alunos e amigos. ii Aos meus alunos e amigos. iii Agradeço especialmente ao professor Edgard Bruno Cornachione Júnior por ter se mostrado sempre presente em todos os momentos desta pesquisa, como orientador e amigo. Por

Leia mais

Disjuntor com cobertura oclusal: confecção laboratorial e aplicação clínica

Disjuntor com cobertura oclusal: confecção laboratorial e aplicação clínica 92 Disjuntor com cobertura oclusal: confecção laboratorial e aplicação clínica onded expander: fabrication and clinical application Dauro Douglas Oliveira 1 Daniel Santos Fonseca Figueiredo 2 Klinger de

Leia mais

Questão clínica: Tratamento/prevenção. Estudos de intervenção (experimentais) Ensaios clínicos randomizados Aula 1

Questão clínica: Tratamento/prevenção. Estudos de intervenção (experimentais) Ensaios clínicos randomizados Aula 1 Questão clínica: Tratamento/prevenção Estudos de intervenção (experimentais) Ensaios clínicos randomizados Aula 1 Questões referentes a tratamento e prevenção Diante do uso de um novo tratamento ou uma

Leia mais

Graduada em Fisioterapia pela Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande- FCM,

Graduada em Fisioterapia pela Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande- FCM, EFICÁCIA DO TREINO COGNITIVO ASSOCIADO AO EXERCÍCIO FÍSICO SISTEMATIZADO SOBRE O DESEMPENHO COGNITIVO DE IDOSOS COM DEMÊNCIA DE ALZHEIMER: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA COM METANÁLISE Ana Gonçalves Lima Neta

Leia mais

AVALIAÇÃO RADIOGRÁFICA PERIAPICAL DOS NÍVEIS DE REABSORÇÃO RADICULAR DE INCISIVOS SUPERIORES APÓS TRATAMENTO ORTODÔNTICO

AVALIAÇÃO RADIOGRÁFICA PERIAPICAL DOS NÍVEIS DE REABSORÇÃO RADICULAR DE INCISIVOS SUPERIORES APÓS TRATAMENTO ORTODÔNTICO AVALIAÇÃO RADIOGRÁFICA PERIAPICAL DOS NÍVEIS DE REABSORÇÃO RADICULAR DE INCISIVOS SUPERIORES APÓS TRATAMENTO ORTODÔNTICO PERIAPICAL RADIOGRAPHICAL ASSESSMENT OF SUPERI- OR INCISORS ROOT REABSORPTION LEVELS

Leia mais

FRATURA DE MANDÍBULA SECUNDÁRIA À DOENÇA PERIODONTAL EM CÃO: RELATO DE CASO

FRATURA DE MANDÍBULA SECUNDÁRIA À DOENÇA PERIODONTAL EM CÃO: RELATO DE CASO 1 FRATURA DE MANDÍBULA SECUNDÁRIA À DOENÇA PERIODONTAL EM CÃO: RELATO DE CASO ALINE CAVALCANTI PEREIRA DA SILVA 1, MARCELLO RODRIGUES DA ROZA 2, RAFAEL VITOR PINTO DE OLIVEIRA 1, DANIEL GIBERNE FERRO 3,

Leia mais