O ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UM RELATO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE

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1 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UM RELATO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE Monique de Oliveira PAULO 1 [ Josefina Barrera Kalhil 2 [ Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Programa de Pós Graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia (PPGEEC). Av. Djalma Batista, 3578 Flores CEP Manaus/AM RESUMO: O presente texto trata-se de um relato docente, cujo objetivo é descrever a experiência de um estágio curricular, obrigatório, vivenciado durante a disciplina Estágio Supervisionado I, ministrada no Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade do Estado do Amazonas - UEA, no ano de 2008, numa escola pública, na cidade de Manaus, com duas turmas de 9º ano do Ensino Fundamental. O objetivo do presente relato é o de socializar uma experiência significativa vivida com os alunos. Durante as aulas, no período de regência, foram utilizados nas aulas de matemática determinados recursos didáticos tais como o material concreto e jogos, os quais tinham como objetivo de motivar e despertar o interesse e a participação dos estudantes nas aulas de Geometria. Assim podemos ressaltar a importância de usar metodologias de ensino com intuito de despertar o interesse e a curiosidade dos alunos pelas aulas e consequentemente criar uma maior aceitação dos discentes pela disciplina de matemática, favorecendo assim o processo de ensinoaprendizagem. O modelo utilizado como estratégia de ensino-aprendizagem permitiu aos alunos uma maior reflexão sobre os conceitos geométricos e sua relação com o cotidiano. Palavras-chave: Estágio supervisionado; ensino de Matemática; relato de experiência. INTRODUÇÃO Neste relato de experiência, descreveremos uma intervenção didática visando introduzir conceitos geométricos, utilizando materiais didáticos como jogos e material concreto. Direcionada para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental, procurávamos desenvolver formas mais dinâmicas de ensino, e assim levar o aluno a assumir o papel de agente ativo na construção do seu conhecimento, tendo como partida conhecimentos prévios, cabendo ao professor o papel de organizador do ambiente de aprendizagem e intermediador entre o conhecimento já dominado pelo aluno e o conhecimento novo a ser apreendido. A prática do ensino da Matemática de forma dinâmica, criativa e não mecanizada deveria ser um objetivo fundamental para o docente da área, mostrando assim, seu compromisso com a educação. Porém, o que mais se observa nas escolas da rede pública, é uma parcela considerável de alunos com muita dificuldade em Matemática, nos níveis fundamentais e médios. E apesar de vários estudos levantarem sérias críticas ao sistema educacional 1 Licenciada em Matemática pela Universidade do Estado do Amazonas UEA. Mestranda em Educação em Ciências na Amazônia pelo Programa de Pós-Graduação em Educação e Ensino De Ciências na Amazônia da UEA 2 Doutora em Ciências Pedagógicas pela Universidade da Havana (2003).

2 brasileiro, poucos oferecem alternativas viáveis de ação. O mais preocupante é que os altos índices de fracasso escolar ainda persistem em pleno século XXI. Nesse contexto, acredita-se que acadêmicos do curso de Licenciatura em Matemática, verdadeiramente preocupados com o Ensino da Matemática nas escolas públicas, vêem no estágio uma oportunidade de contribuir para a mudança da realidade do processo de ensinoaprendizagem desta área do conhecimento e também procuram diminuir o número de alunos que não conseguem ter algum interesse ou aqueles que têm dificuldades na disciplina. O estágio permite ao graduando vivenciar as atividades do futuro professor através do seu contato com os alunos em sala de aula, além de servir como uma grande chance de se aplicar novas técnicas e métodos criados, muitas vezes, pelos próprios estagiários como jogos, atividades interdisciplinares, seminários, etc. A Matemática como ferramenta para a construção de jogos também tem despertado grande interesse dos profissionais da área. Porém, assim como os jogos apresentam formas de aprendizado, necessita-se também de técnicas que possam fazer com que um determinado jogo seja influente no processo de ensino-aprendizagem. Trata-se de um grande desafio, buscar através do lúdico resgatar a importância de se aprender Matemática, não como disciplina temerosa, mas como um aprendizado essencial para a vida. LOCALIZAÇÃO DO AMBIENTE DE ESTÁGIO A Escola fica localizada na Rua 07, Conjunto Castelo Branco, Bairro do Parque Dez de Novembro, Zona Centro Sul. O prédio atual foi construído no ano de 2002, com três pisos, 14 salas de aula, uma biblioteca, uma cozinha, sala para TV Escola, laboratório de informática, sala da diretora, pedagogos, professores, uma secretaria, uma quadra poliesportiva e amplos banheiros masculinos e femininos. Tem como entidade mantenedora o Governo do Estado do Amazonas, representado pela Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (SEDUC). DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS O estágio foi realizado em 4 fases: 1. Diagnóstico, onde foi feita a coleta de dados como a caracterização da escola, com o objetivo de conhecer seu histórico, localização, visão, missão, valores, objetivos institucionais, objetivo geral, objetivos específicos, entidade mantenedora e recursos humanos. 2. Observação: fase onde se analisou alguns aspectos com relação ao professor, aos alunos e também aspectos relacionais entre ambos. 3. Auxílio Regência: fase na qual o aluno estagiário auxiliava todas as tarefas realizadas pelo professor em sala de aula. 4. Regência compartilhada: período em que o estagiário ministra determinados números de aulas sob a orientação do professor responsável e é avaliado por ele.

3 A INTERVENÇÃO Durante o período de estágio, precisei coletar alguns dados conforme os roteiros de observação. Esse roteiro consistia em observar o aspecto do professor em relação às descrições do conteúdo ministrado pelo mesmo, analisar os aspectos dos alunos, e observar os aspectos relacionais na sala de aula. Tais observações foram feitas, e baseado nesses dados colhidos no período de observação elaborei os planos de aula para que pudesse então dar início ao processo de regência. Ao expor os conteúdos, fazia perguntas aos alunos com o objetivo de estimular o interesse, a curiosidade, o espírito de investigação dos alunos e o desenvolvimento da capacidade para resolver problemas. Através de aulas expositivas e utilizando material concreto, vídeo-aula, procurei dar mais segurança aos alunos, quanto à capacidade de construir conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a auto-estima entre a incessante busca de soluções para os problemas propostos, assim como promovendo atividades que estimulassem a cooperação, e o trabalho coletivo, como os trabalhos realizados em grupo com dinâmicas e técnicas de ensino, identificando aspectos divergentes ou não na discussão de um assunto, fazendo com que eles respeitassem o modo de pensar dos colegas. Visando uma intervenção para a melhoria do ensino-aprendizagem de Matemática, desenvolveu-se uma proposta com o intuito de contribuir para a mudança da realidade do ensino de Geometria, considerando o elevado grau de dificuldade que os alunos da rede pública de ensino apresentam como: Identificar figuras geométricas, identificar os elementos de tais figuras, entender a linguagem matemática e assim, expressarem-se com relação aos exercícios, utilizarem o raciocínio lógico e buscar outras formas de resolver exercícios. ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com o auxilio de jogos e materiais concretos. Resolução de exercícios em grupo, aprendendo Geometria através do trabalho manual de corte e comparação de polígonos notáveis, a fim de transformá-los em figuras mais simples e de áreas conhecidas, enfatizando sua importância para os alunos. Conforme Lorenzato (1995), para se justificar a importância da Geometria, bastaria o argumento de que sem ela os cidadãos não desenvolveriam o pensar geométrico ou o raciocínio visual e sem essa habilidade dificilmente conseguiriam resolver situações de vida. Alguens professores justificam para o não cumprimento do programa de Geometria ser sempre a falta de tempo. Segundo Pavanello, (1993) A maioria dos alunos do 1º grau deixa de aprender geometria, pois os professores das séries iniciais limitam-se, em geral, a trabalhar somente o conteúdo algébrico. O estudo de geometria passa a ser feito, quando não é eliminado, apenas no 2º grau, com o agravante de que os alunos apresentam uma dificuldade ainda maior em lidar com as figuras geométricas e sua representação porque o Desenho Geométrico é substituído, nos dois graus do ensino, pela Educação Artística.

4 No entanto, conforme fala Lorenzatto (1995), Pavanello (1993) e Perez (1991) a geometria é conteúdo pouco trabalhado nas escolas tanto no Ensino Fundamental como no Ensino Médio, em alguns casos os professores raramente trabalham o que se propõe durante o ano letivo em relação aos conteúdos de geometria, o maior motivo é a falta de conhecimento e afinidade do professor com geometria, isso faz com que os mesmos se sintam inseguros ao trabalharem este conteúdo. O resultado é que os alunos entram para o ensino médio desprovidos dos conhecimentos necessários para obter uma aprendizagem adequada inerentes a este conteúdo. A Geometria é uma teoria matemática que também visa criar uma abstração de um mundo que faz parte de nossa realidade. Os PCN s apontam a importância de se trabalhar com a Matemática, em sala de aula, sob dois aspectos: 1) as aplicações no cotidiano; 2) as aplicações e avanços na própria ciência Matemática. Diante do fato viu-se a necessidade de se trabalhar com os alunos do 9º ano, algo mais atraente e motivador direcionado aos conteúdos de Geometria. Dessa forma desenvolvi meus planos de aula envolvendo o uso de material concreto e jogos. Visando sempre a melhor percepção do aluno, já que o estudo da Geometria exige um tratamento bem mais seletivo de material didático, pois esses precisam levar o aluno à uma visão bem mais ampla do problema. Nesse aspecto, apresentamos o campo visual e manual como prioridades, para que o educando possa ter verdadeira experiência concreta com a Geometria, seja ela plana ou espacial. A PROPOSTA Ao participar das aulas, no período de auxílio regência, o que mais observei nas turmas de 9º ano em geral, foi uma considerável parcela de alunos com muita dificuldade em matemática, em particular com o aprendizado que envolve conceitos de geometria euclidiana plana. De posse dessa problemática e preocupada com o ensino da Matemática nas escolas públicas, desenvolvi o seguinte projeto de intervenção: calcular áreas de figuras geométricas planas através da comparação entre elas, utilizando materiais concretos e jogos. Sendo esse o foco maior, apresentarei neste trabalho algumas propostas de soluções viáveis e também um compromisso com aqueles que vêem a matemática como uma disciplina a ser trabalhada de forma dinâmica, criativa e não mecanizada. Porém, assim como os jogos apresentam formas de aprendizado, necessita-se também de técnicas que possam fazer com que um determinado jogo seja influente no processo de ensino- aprendizagem. Assim, o jogo pode ou não levar o aluno a tingir o objetivo imposto por aqueles que o formularam. Há necessidade, nesse caso, de algo que seja observável e/ou mensurável, pois o principal problema dos jogos em geral, é a facilidade da perda do foco, ou seja, o aluno muitas vezes se preocupa tanto em ganhar um jogo ou em terminá-lo o mais breve possível, que termina por não cumprir os objetivos do mesmo. Não descartamos aqui a possibilidade de aplicar jogos, contudo teríamos muita ressalva em fazê-lo sem o estudo minucioso do conteúdo desse jogo, do nível do mesmo as chances do

5 aluno aprender o que foi proposto, bem como fazer um jogo de acordo com realidade e o interesse desses alunos. Apesar disso, as técnicas de ensino são de mais fácil aceitação, pois já estão inseridas dentro de uma aula tradicional, e de mais fácil entendimento, pois as regras são aquelas já conhecidas pelos alunos e já estudadas nos livros. Vale lembrar que nem técnicas de ensino nem jogos pedagógicos substituem a aula expositiva normal, servem apenas de apoio e aplicabilidade de assuntos já estudados. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Segundo Aranão (2002, p. 35), material alternativo é todo tipo de material industrializado ou não, que pode ser de fácil acesso, ou seja, são todos aqueles materiais normalmente descartáveis. Ele apresenta características fundamentais para a formação e aplicação do conhecimento do estudante, pois desperta a criatividade e o raciocínio rápido do aluno, principalmente na área da Matemática. De acordo com Lucckesi (1992) quanto mais o aluno manusear o material que irá usar, mais poderá aumentar seus conhecimentos matemáticos, somando aos que já possui, ou mesmo acrescentando novos conceitos. Dessa forma, pode-se promover a melhoria do ensino-aprendizagem de determinado conteúdo da Matemática através da utilização de pelo menos um dos seguintes temas defendidos pela Educação matemática: a) Material concreto Muitos autores e educadores utilizam termos diferentes quando falam de materiais concretos; alguns usam a expressão instrumentos de aprendizagem; outros preferem objetos de aprendizagem, artefatos didáticos, materiais manipuláveis, materiais didáticos, etc. Turrioni (2004, p. 78) defende que se utilizado corretamente em sala de aula, com intenção e objetivo, o Material Manipulável pode tornar-se um grande parceiro do professor, auxiliando no ensino e contribuindo para que o aluno tenha uma aprendizagem significativa, mesmo porque ele exerce um papel importante na aprendizagem. Facilita a observação e a análise, desenvolve o raciocínio lógico, crítico e científico, é fundamental e é excelente para auxiliar ao aluno na construção de seus conhecimentos. Lorenzato (2006, p. 21) afirma que o Material Concreto (MC) pode ser um excelente catalisador para o aluno construir o seu saber matemático, dependendo da forma que os conteúdos são conduzidos pelo professor. Ele deverá ter uma postura de mediador entre a teoria/mc/realidade. Para PASSOS (2006, p. 78), os MC devem servir como mediadores para facilitar a relação professor/aluno/conhecimento no momento em que um saber está sendo construído. b) Técnicas de ensino As técnicas são recursos didáticos e dedem ser utilizadas com o objetivo principal de propiciar ao discente um efeito de aprendizagem eficaz e de caráter investigativo. A aplicação de uma técnica paralela a de um jogo, produz resultados surpreendentes se feita da maneira correta. As técnicas pedagógicas devem alterna-se com aulas expositivas e ser aplicada sempre que houver necessidade de fixação de algum conteúdo. Não existem limitações materiais para o emprego de qualquer técnica. As

6 técnicas constituem extraordinário instrumento de motivação, uma vez que transformam o conhecimento a ser assimilado em um recurso de autenticidade e em saída competitividade. (ANTUNES, 2002, p.19). c) Jogos Dentre os diversos Materiais Manipuláveis, encontramos o jogo do latim locu, que significa gracejo, zombaria; porém, utiliza-se ludu: jogo, passatempo, brinquedo, divertimento. Os jogos constituem uma forma interessante de propor problemas, pois permitem que estes sejam apresentados de modo atrativo e favorecem a criatividade na elaboração de estratégias de resolução e busca de soluções. Propicia a simulação de situações-problema que exigem soluções vivas e imediatas, o que estimula o planejamento das ações. (BRASIL, 1998, p. 47). OBJETIVO GERAL Trata-se de um grande desafio, buscar através do lúdico resgatar a importância de se aprender Matemática, não como disciplina temerosa, mas como um aprendizado essencial para a vida. Para isso, o objetivo do estágio, direcionado aos alunos é vincular a Matemática ao cotidiano, de forma dinâmica, criativa e não mecanizada, através de jogos e materiais concretos que possibilitem um aprendizado matemático. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender a finalidade dos cálculos das áreas das seguintes figuras geométricas planas: quadrado, retângulo, paralelogramo, triângulo, losango, trapézio e círculo. Mostrar a área das figuras a partir da utilização do material concreto, identificar os diferentes tipos de figuras geométricas planas, calcular a área dessas figuras através da resolução de exercícios contextualizados e calcular área de quadriláteros através da decomposição de figuras planas utilizando o Tangram. METODOLOGIA DA PESQUISA O procedimento metodológico adotado foi do tipo pesquisa-ação, com abordagem qualitativa por trabalhar com o pensamento do aluno, analisando as respostas e atitudes em sua complexidade (D AMBRÓSIO, 2004, apud BORBA, 2004). Para OLIVEIRA (2002, p. 117) As pesquisas que utilizam da abordagem qualitativa possuem a facilidade de poder descrever a complexidade de uma determinada hipótese ou problema, analisar a interação de certas variáveis, compreender e classificar processos dinâmicos experimentados por grupos sociais, apresentar contribuições no processo de mudança, criação ou formação de opiniões de determinado grupo e permitir, em maior grau de profundidade, a interpretação das particularidades dos comportamentos ou atitudes dos indivíduos.

7 A pesquisa qualitativa é definida como aquela que privilegia a análise de microprocessos, através do estudo das ações sociais individuais e grupais, realizando um exame intensivo dos dados, onde os instrumentos de pesquisa e equipamentos (vídeo, máquina fotográfica, gravador, etc) são utilizados para coleta e analise de dados (questionários, entrevista, observação, análise documental, etc). Segundo Gómez (1999), o método qualitativo Estudia la realidad en su contexto natural, tal y como sucede, intentando sacar sentido de, o interpretar los fenómenos de acuerdo con los significados que tienen para las personas implicadas. La investigación cualitativa implica la utilización y recogida de una gran variedad de materiales entrevista, experiencia personal, historias de vida, observaciones, textos históricos, imágenes, sonidos que describen la rutina y las situaciones problemáticas y los significados en la vida de las personas. (GÓMEZ, p. 32) A método qualitativo foi escolhido, por que se preocupa, no ensino da Matemática, com um nível de realidade que não pode ser quantificado. Ou seja, esse método trabalha com o universo de significados, motivos, valores e atitudes, o que representa um espaço mais profundo das relações entre os envolvidos no processo ensino-aprendizagem. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS O método de coleta de informações se deu por meio da observação participante e da aplicação de questionários. Através de dois questionários, aplicados aos alunos, um deles no início da pesquisa e outro ao finalizá-la. Buscou-se registrar as percepções destes sobre os conteúdos, as aulas de Matemática e as facilidades ou dificuldades vivenciadas, e o envolvimento das turmas no processo oportunizou a observação participante. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS DOS QUESTIONÁRIOS A pesquisa foi realizada em duas turmas, e foram entrevistados sessenta e um alunos do 9º ano. 1) O método utilizado pelo estagiário ajudou para que você tivesse mais interesse nas aulas? 59 SIM 2 NÃO 2) Os exemplos utilizados ajudaram a perceber a importância da matemática no cotidiano? 60 SIM 1 NÃO 3) Quais atividades você gostou mais de fazer? Por quê? 95% dos alunos gostaram de fazer todas as atividades realizadas em sala de aula.

8 4) Quais conceitos estudados você gostou mais? 90% gostaram de todos os conceitos ministrados em sala de aula. 5) O tempo foi suficiente para a realização das atividades? 55 SIM 6 NÃO 6) As atividades permitiram a interação com os colegas? 59 SIM 2 NÃO 7) Qual seu nível de satisfação em relação às atividades realizadas? 56 SATISFEITOS 2 INSATISFEITOS 3 INDIFERENTES 8) Dê sugestões para melhorar as aulas. Resposta pessoal. Questões: 1, 2, 3 e 7. De acordo com os dados obtidos na pesquisa, é notória a satisfação dos alunos quanto à proposta aplicada em sala de aula, como a utilização dos materiais concretos e as técnicas de ensino. Muitos autores e educadores utilizam termos diferentes quando falam de materiais concretos; alguns usam a expressão instrumentos de aprendizagem; outros preferem objetos de aprendizagem, artefatos didáticos, materiais manipuláveis, materiais didáticos, etc. Questão: 8. Grande parte dos alunos respondeu que as aulas foram muito boas, e como sugestões pediram para que houvesse mais jogos, dinâmicas e técnicas de ensino. A contribuição mais relevante que a proposta trouxe aos alunos, diz respeito à melhoria no desenvolvimento intelectual, social, e pessoal dos mesmos. Mudança no comportamento e relacionamento, pois os mesmos no inicio eram muito inquietos, desinteressados, conversavam muito durante a aula, e tiravam a concentração uns dos outros. Porém, os alunos melhoraram muito durante a aplicação da proposta, através de vídeo-aula, dinâmicas, jogos e técnicas de ensino, onde através de trabalhos em grupo os alunos passaram a cooperar e respeitar uns aos outros, trocavam idéias, prestavam atenção nos conteúdos ministrados, e participavam bastante das aulas, desenvolveram maior capacidade para resolver os problemas propostos.

9 CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste trabalho, procurou-se mostrar uma experiência de aplicação de jogos no auxílio à aprendizagem e fixação de conceitos matemáticos pelo educando do ensino fundamental, durante o período estágio. Os resultados obtidos foram satisfatórios e mostraram que este auxílio trouxe ao educando um contato diferente com a matemática, transformando as aulas em uma forma prazerosa de aprendizagem. Referências ALBUQUERQUE, Irene de. Metodologia da Matemática. Rio de Janeiro: Ed. Conquista, ATUNES, C. Manual de técnicas, de dinâmica de grupo de sensibilização de ludopedagogia. 22 ed. Rio de Janeiro: Vozes, BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília CARRAHER, T. N. Na vida dez, na escola zero. São Paulo: Cortez, D AMBRÓSIO, U. Educação Matemática. 11 ed. Campinas, São Paulo: Papirus, 2004 Metodologia e prática de ensino de matemática/ Coordenador: Iêda Maria de Araújo Costa. Manaus: UEA. Edições PAVANELLO, R.M. O abandono do ensino da geometria no Brasil: causas e conseqüências. Revista Zetetiké. Ano I, Nº1, p-7, PEREZ,G. Pressupostos e Reflexões Teóricas e Metodológicas da Pesquisa Participante no Ensino de Geometria para as Camadas Populares. Tese de Doutorado. UNICAMP-SP. Faculdade de Educação, TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2009.

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