MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA CAMPUS ALEGRETE PIBID

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1 PROPOSTA DIDÁTICA 1. Dados de Identificação 1.1 Nome do bolsista: Fabielli Vieira de July 1.2 Público alvo: alunos do 8º e 9º anos 1.3 Duração: 2 h 1.4 Conteúdos desenvolvido: As Pirâmides do Egito e a Razão Áurea 2. Objetivos da proposta didática - Associar o conteúdo com a história, pois trazendo conhecimento diferenciado, pode possibilitar que os alunos fiquem curiosos e que assim se interessem pela aula desenvolvida; - Mostrar que a matemática também está representada em diversas coisas em nosso cotidiano. 3. Desenvolvimento da proposta didática (20 min) Acomodação dos alunos e a apresentação. (40min) No primeiro momento falaremos sobre a história do Egito em relação à matemática, após iremos comentar o que séria a razão áurea para os Egípcios. Um pouco da história A história da Matemática se confunde com a história da humanidade, ninguém sabe quando começou a matemática, o que sabemos é que toda civilização que desenvolveu a escrita também mostra evidências de algum nível de conhecimento matemático.

2 O Egito é uma das mais antigas civilizações, que se desenvolveu nas margens do Rio Nilo, onde tinha várias terras férteis, e com o período das cheias os problemas com as demarcações foram surgindo, foi dai que a matemática no Egito começou a se desenvolver. Sistema de numeração do Egito As pirâmides Também foram construídas as pirâmides, que eram templos que os faraós mandavam construir para que fosse seu túmulo quando eles morressem. Foram construídas mais de 170 no Egito e a na Núbia. A beleza e engenhosidade da forma que construíram demonstram um alto nível de sofisticação artística e cientifica dos egípcios. As maiores e mais conhecidas pirâmides do Egito, são Quéops, Quéfren e Miquerinos, são também conhecidas como as pirâmides de Gizé, pois ficam nas proximidades da cidade de Gizé.

3 Razão Áurea Os Egípcios consideravam o número de ouro sagrado, tendo uma importância extrema na sua religião, e chamavam-no não de número de ouro, mas sim de "número sagrado". Utilizavam-no para a construção de templos e sepulcros para os mortos, pois consideravam que caso isto não acontecesse, o templo poderia não agradar os Deuses ou a alma do falecido não conseguiria chegar ao seu destino. (20mim) - Após essa breve viagem pelo tempo. Iremos mostrar o que é um retângulo áureo, através de construção geométrica. Se minha linha A virar um quadrado e minha linha B um retângulo, logo terei um retângulo C. Que é meu retângulo áureo. Logo retângulo C é áureo; E o retângulo B também é áureo.

4 (7min) - Vídeo Pato Donald - Proporção Áurea Link: https://www.youtube.com/watch?v=58dmcj0wukw Vídeo onde fala sobre a Proporção Áurea, dando exemplos nas arquiteturas. (5mim) Iremos dizer que característica uma pirâmide tem que ter para ser áurea, mostrando a formula para chegar no resultado. Base tem que ser quadrada. = 1,272 (30mim) Atividade Dividir a turma em grupos, e cada grupo receberá as replicas das três pirâmides, onde terão que montar e personalizar suas pirâmides, também será entregue as dimensões de cada uma delas, e logo após a confecção de suas pirâmides o aluno devera calcular a partir das dimensões dadas a razão áurea das três pirâmides para saber quais delas é uma pirâmide áurea. As dimensões (em metros) para as pirâmides de Quéops (base quadrada), Quéfren (base quadrada) e Miquerinos (base retangular) são: Quéops Quéfren Miquerinos Altura da pirâmide 146,59 143,50 65,00 Dimensões da base 230,33 x 230,33 215,20 x 215,20 102,20 x 104,60

5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Para Quéops temos: 2h a = 2 146,59 = 1, ,33 Isso resulta que Quéops, é de fato uma pirâmide áurea. Para Quéfren temos: 2h a = 2 143,50 = 1, ,20 Isso resulta que Quéfren não é considerada uma pirâmide áurea. Para Miquerinos: Ela não é áurea, pois sua base nem se quer é quadrada. Replicas: 4. Referências Bibliográficas BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, CONTADOR, Paulo Roberto Martins. A matemática na arte e na vida. São Paulo: Livraria da Física, D'AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação Matemática: da teoria à prática. 8ª ed. Campinas - SP: Papirus, Disponível em: <http://periodicos.unb.br/index.php/resafe/article/viewfile/5437/4536>. Acesso em: 18 jan

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