1. Introdução. Gestão Orçamental. Júlia Fonseca 2010/2011. Gestão Orçamental

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1 1. Introdução Júlia Fonseca 2010/2011

2 CICLO DE GESTÃO Planeamento Implementação Controlo de gestão

3 Ciclo de gestão Planeamento Feedback Implementação Controlo

4 Planear Dirigir e Motivar Controlar

5 PLANEAMENTO Planear envolve definir o rumo da empresa, ou seja, o que se pretende atingir (objectivos) e para tal o que fazer (estratégia). Tal envolve conhecer o ambiente e a própria empresa, seus recursos e cultura. Função básica da gestão que pretende, através da análise dos factores internos da empresa (recursos humanos, materiais, organizativos e financeiros) e dos factores externos (factores económicos, políticos, sociais,...), fixar o rumo que deve ser seguido pela empresa para que esta não naufrague e, pelo contrário, se desenvolva.

6 ORGANIZAÇÃO Organizar consiste em face aos objectivos em vista decidir sobre as funções que devem ser desempenhadas por cada colaborador da empresa e como se relacionam vertical e horizontalmente. consiste na determinação e preparação dos meios materiais e humanos indispensáveis para se atingir os objectivos fixados. implica a definição da estrutura conveniente para as diversas unidades organizacionais (produção, comercial,...) e as funções, autoridade e responsabilidade dos vários colaboradores da empresa.

7 DIRECÇÃO/ COORDENAÇÃO Dirigir consiste em actuar de forma a conseguir dos subordinados um desempenho tal que permita que se atinjam os objectivos da empresa. Função relacionada com a gestão dos recursos humanos: motivação dos colaboradores e com a coordenação das actividades por eles desenvolvidas.

8 CONTROLO Controlar consiste em verificar em que medida os objectivos estão a ser atingidos. Se não for o caso, dever-se-á procurar compreender a razão dos desvios e eventualmente tomar medidas correctivas O planeamento da actividade, a definição da estrutura organizacional da empresa só faz sentido se, em continuidade, for realizada uma avaliação da concretização dos objectivos/metas definidos previamente; implica, assim, acomparação dos objectivos fixados com as realizações e a análise de eventuais desvios com vista à tomada de decisões correctivas.

9 A abrange as funções de Planeamento e Controlo.

10 Esta função visa: PLANEAMENTO Definir a política geral que deve ser observada e os objectivos a atingir; Planear todas as actividades a desenvolver em cada exercício, o que cada segmento organizacional da empresa deve realizar e quais os meios necessários para atingir os objectivos traçados; A comparação periódica das realizações com as actividades programadas, a fim de se verificar em que medida os objectivos foram atingidos.

11 PLANEAMENTO PF Objectivos globais Estratégia Planeamento Estratégico Análise interna Políticas Diagnóstico da situação da empresa Pf Análise externa O Metas/objectivos sectoriais A Programas Planeamento Operacional Orçamento

12 PLANEAMENTO Características dos Objectivos: Hierarquizados Quantificados Realistas Consistentes

13 Missões Objectivos Estratégias Políticas Procedimentos e regras Planos operacionais ou programas Orçamentos

14 Assenta num processo de recolha e tratamento de informação sobre o ambiente e a empresa. Implica tomada de decisões para que a empresa: Se adapte Modifique Planeamento Estratégico Actue sobre o contexto em que está inserida

15 Fará sentido o planeamento a longo prazo neste contexto: Evolução rápida, frequentes alterações do contexto económico, político e social; Crescimento das empresas; Aceleração do ritmo da evolução tecnológica; Novos métodos de gestão e novos instrumentos; Concorrência.

16 Vantagens do planeamento a longo prazo: Detecção antecipada de problemas, e diagnosticação de pontos fortes, fracos; Incitação dos responsáveis à acção; Favorecimento das adequações da gestão à conjuntura e às estruturas; Melhor utilização e canalização de recursos; Definir melhor as estratégias: de expansão de reconversão de reorganização de luta concorrencial combate à crise

17 Condições de eficácia do Planeamento Estratégico Vontade e empenhamento da direcção geral Maturidade dos responsáveis operacionais em termos de gestão Dimensões da empresa Natureza do negócio

18 Importância do Planeamento: Analisar e gerir a mudança Traçar as vias de desenvolvimento corrente Melhorar os resultados da empresa Permitir a integração da empresa Servir de instrumento de aprendizagem

19 CONTROLO DE GESTÃO O controlo de gestão é uma estimulação organizada dos gestores descentralizados para tomarem decisões em tempo útil a fim de se atingirem os objectivos próprios e estratégicos da empresa. Compara os resultados reais com os resultados padrão e estabelece medidas correctivas quando são necessárias.

20 CONTROLO DE GESTÃO Reacções negativas das empresas portuguesas Instrumento da direcção geral para fiscalização Hostilidade contra as intervenções do controlador de gestão Área reservada do controlador de gestão

21 CONTROLO DE GESTÃO Três tipos de atribuições profissionais de um gestor: a direcção a gestão descentralizada controlo de gestão

22 CONTROLO DE GESTÃO Princípios do controlo de gestão: O controlo de gestão actua muito mais sobre os homens do que sobre os números. A descentralização das decisões e a delegação da autoridade são condições de exercício do controlo de gestão

23 CONTROLO DE GESTÃO Princípios do controlo de gestão: O horizonte do controlo de gestão é, fundamentalmente, o futuro e não apenas o passado Os objectivos da empresa são de natureza diversa, pelo que, os instrumentos de controlo de gestão não se referem apenas à dimensão rendibilidade.

24 CONTROLO DE GESTÃO Princípios do controlo de gestão: O controlo de gestão organiza a convergência de interesses entre cada divisão ou sector, e a empresa no seu todo.

25 CONTROLO DE GESTÃO Princípios do controlo de gestão: Os instrumento de controlo de gestão são concebidos com vista à acção e não apenas à documentação ou burocracia.

26 CONTROLO DE GESTÃO Princípios do controlo de gestão: O horizonte do controlo de gestão é, fundamentalmente, o futuro e não apenas o passado Os actores de primeira linha no controlo de gestão são muito mais os responsáveis operacionais do que os controladores de gestão. O sistema de sanções e recompensas é parte integrante do controlo de gestão

27 Óptica do Marketing do Controle de Gestão Produto Clientes

28 Segmentação dos clientes do Controlo de Gestão Direcção Geral Hierarquia Intermédia Responsáveis operacionais de base

29 Instrumentos ao dispor pelos intervenientes do controle: Instrumentos de pilotagem: Plano estratégico Plano operacional Orçamento Cálculo e análise de desvios Instrumentos de orientação Instrumentos de diálogo

30 Intervenientes Instrumentos de pilotagem Direcção geral Hierarquia intermédia Responsáveis operacionais de base Assegurar a coerência longo prazo/curto prazo Localizar os obstáculos a vocacionar Antecipar Acompanhar Manter o controlo Ajuda à decisão Meio de auto-controlo

31 Intervenientes Direcção geral Hierarquia intermédia Responsáveis operacionais de base Instrumentos de orientação do comportamento Adequar a estrutura à estratégia Tornar possível uma delegação formalizada Delegação Manter um poder de orientação Definir os limites da autoridade e da responsabilidade de cada um Estabelecer as bases: Do contrato com a hierarquia Da avaliação de desempenho

32 Direcção geral Intervenientes Hierarquia intermédia Instrumentos de Diálogo Difundir os objectivos e o plano estratégico Incentivar e avaliar os responsáveis subordinados Responsáveis operacionais de base Envolver-se Participar

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