VALE. Logística Em Foco. A EMPRESA PRIVADA QUE MAIS INVESTE EM LOGÍSTICA NO BRASIL INAUGURA NOVOS TERMINAIS EM CAMAÇARI E COLATINA página 6

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1 Logística Em Foco IMPRESSO ESPECIAL N /2002 ECT/DR/RJ COMPANHIA VALE DO RIO DOCE CORREIOS Número 9 Ano 3 Junho 2006 Trem da Vale faz renascer o trecho histórico entre Ouro Preto e Mariana página 8 VALE A EMPRESA PRIVADA QUE MAIS INVESTE EM LOGÍSTICA NO BRASIL INAUGURA NOVOS TERMINAIS EM CAMAÇARI E COLATINA página 6

2 editorial OUSADIA, ARROJO E COMPROMISSO COM OS OBJETIVOS FIRMADOS Mais do que um estilo, uma visão de futuro, que o expresidente da CVRD, Eliezer Batista, ajudou a implantar em nossa empresa. Aos 80 anos recém completos, ele continua na ativa e, na entrevista da página cinco, fala de algumas de suas idéias, análises e conselhos. O empreendedorismo outra marca de Eliezer também dá o tom para outros assuntos que trazemos para você nesta edição. Empreender também é buscar eficiência. Por trás da eficiência da Vale Logística está uma busca constante pela qualidade em nossos serviços, com a implementação de programas como o PEL Programa de Excelência da Logística, apresentado em maio no American Society for Quality ASQ, como referência mundial em seu segmento. E, claro, um contato constante com nossos clientes, com quem aprendemos diariamente. Nosso principal canal para isso é o SAC, organizado em setores específicos que oferecem apoio e informações sobre tudo o que está envolvido nas operações logísticas. Uma proximidade que aumentou com nossos parceiros argentinos a partir de abril. Responsável por 22% do que é transportado em contêineres entre o Brasil e a Argentina, a Vale Logística, para consolidar a sua posição de principal operadora de tráfego de cargas entre os dois países, inaugurou um novo escritório em Buenos Aires. Ter o foco no futuro não implica em abandonar sua história. Por iniciativa da Fundação Vale do Rio Doce, os trilhos que unem as históricas Ouro Preto e Mariana voltam a ser percorridos por uma charmosa maria-fumaça. Com R$ 48,5 milhões em investimentos que incluem, além da infra-estrutura e equipamentos, um ambicioso programa de educação patrimonial, o Trem da Vale é, a um só momento, uma máquina do tempo e um instrumento de inclusão social. Embarque conosco e boa leitura! MAURO DIAS Diretor Comercial de Logística destaques EXPORTAÇÃO FACILITADA Depósito Alfandegado Certificado agiliza vendas para o exterior Em maio, começou a funcionar dentro do Porto Seco do Cerrado, em Uberlândia (MG), um Depósito Alfandegado Certificado - DAC. Regulamentado e fiscalizado pela Receita Federal, o DAC torna possível manter em território nacional mercadorias negociadas com o exterior. Na prática, os produtos ali armazenados são considerados exportados para todos os efeitos fiscais, de crédito e de câmbio. Desse modo, o importador passa a ser o titular da mercadoria, através da emissão do CDA Certificado de Depósito Alfandegado e a exportação fica desvinculada da transferência física da mercadoria., explica Mirian Ferrari, analista de mercado da Gerência Geral Intermodal da Vale Logística. Com esse documento nas mãos, o importador pode então negociar os produtos para qualquer destino, no Brasil ou no exterior, total ou parcialmente desde que cumpridos os trâmites legais necessários. Para isso, basta transferir o CDA por meio de uma operação mercantil, explica a analista. Para Daniel Sgambatti, gerente de conta, a grande vantagem do DAC é facilitar as operações de venda ao exterior, oferecendo flexibilidade aos importadores e estímulo aos exportadores, agregando, assim, competitividade aos produtos dos clientes da Vale Logística. Uma empresa localizada nos EUA pode comprar produtos no Brasil, armazená-los em Uberlândia e, mesmo só fechando o contrato de venda desses produtos mais tarde, pode enviá-los para seu destino, digamos, na Ásia, diretamente, exemplifica. As mercadorias poderão permanecer dentro do DAC por um prazo de 12 meses período de validade do Certificado de Depósito Alfandegado prorrogáveis por igual período. FOCO NO FUTURO expediente força da atividade logística no Espírito Santo, que se destaca pela infra-estrutura A privilegiada e pelo porte dos negócios gerados, transformaram Vitória no centro de um debate estratégico. Representantes de grandes empresas, dos governos federal e estadual, além de especialistas de renome nacional participaram do 1º Fórum Empresarial de Logística: Espírito Santo Brasil, realizado no dia 14 de março. Apoiado pela Companhia Vale do Rio Doce, entre outras empresas e entidades, o evento discutiu o papel da Logística no crescimento do Espírito Santo, com ênfase na multimodalidade, e acolheu os debates iniciais para a preparação do primeiro Plano Diretor de Logística Capixaba, já batizado de Master Plan. A Vale Logística também esteve presente na II a Conferência Internacional sobre Rastreabilidade de Produtos Agropecuários, realizada entre os dias 10 e 13 de abril, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Na ocasião, o analista de mercado, Eduardo Calléia, fez uma palestra sobre os investimentos da Vale Logística no setor, destacando o SIC (Serviço de Informação ao Cliente), que permite ao cliente rastrear suas cargas transportadas entre a origem e o destino final. Veículo trimestral destinado a clientes e parceiros da Vale Logística. Dúvidas e sugestões: Elaboração: Diretoria Executiva de Logística Jornalista responsável: Marize Mattos / Diagramação: doispontos:soluções Internet: Edição e Coordenação Geral: Departamento de Comunicação Realização: Ateliê 19 - Fotos: Arquivo CVRD Proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo desta publicação sem autorização prévia 2 JUNHO 2006 VALE LOGÍSTICA

3 eventos GRANDES OPORTUNIDADES Intermodal South América e Vitoria Stone Fair: negócios em expansão Os principais prestadores de serviços de logística estiveram reunidos na Intermodal South America 2006, realizada entre os dias 26 e 28 de abril, em São Paulo. A Vale Logística participou da feira, reconhecida oficialmente como o maior evento de comércio exterior, logística internacional e de transportes de carga da América Latina pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior. Cerca de 400 expositores participaram da Intermodal deste ano, número quatro vezes maior que a primeira edição, em Segundo os organizadores, cerca de 40 mil visitantes dos quais 5 mil estrangeiros circularam pelos cinco pavilhões durante os três dias da feira. Este ano, a Vale contou com um stand de 160 m 2, que recebeu a visita do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Oliveira Passos, na abertura do evento. Além da Intermodal South America, a Vale Logística participou também da 21ª Feira Internacional do Mármore e Granito, a Vitoria Stone Fair, em fevereiro. A realização do evento é a prova da importância do Brasil na produção e comercialização de pedras naturais, sobretudo o granito. Puxada pelo granito, a feira que apresenta duas edições anuais, uma em Vitória, outra em Cachoeiro de Itapemirim é uma boa oportunidade para fechar negócios, difundir inovações tecnológicas, além de promover o marketing do setor, aumentando as exportações. A próxima edição será realizada entre os dias 22 e 25 de agosto em Cachoeiro de Itapemirim. Estande da Vale Logística na Intermodal South América. Este ano, o evento contou com mais de 40 mil visitantes. No alto, integrantes da equipe comercial da logística no stand da Vale na Vitoria Stone Fair DESTAQUE ENTRE OS MELHORES Vale Logística apresenta seu Programa de Excelência no congresso de qualidade mais importante do mundo No início do mês de maio, na cidade norte-americana de Milwaukee, Wisconsin, aconteceu o congresso da American Society for Quality ASQ, o mais importante evento ligado à gestão pela qualidade no mundo. Entre os trabalhos selecionados como referência mundial, estava o PEL Programa de Excelência da Logística, desenvolvido e implementado pela equipe da Vale Logística no Brasil. A ASQ, que em 2006 completa 60 anos de fundação, se dedica a promover o desenvolvimento e o intercâmbio do conhecimento voltado para a qualidade. Referência máxima no tema na esfera internacional, a entidade possui mais de 100 mil membros inscritos, entre empresas, entidades e profissionais liberais. Este ano, o tema escolhido para seu congresso foi Transformando a Imagem da Qualidade, com abordagens sobre como a qualidade pode desempenhar um papel crucial nas mudanças pelas quais o mundo passará nos próximos anos. O programa foi selecionado como exemplo de excelência organizacional e sua apresentação ficou a cargo de seu diretor de Planejamento, Francisco Nuno Neves. Nuno destacou a forma como o PEL está inserido no Sistema de Gestão da Logística. Ele foca o alcance de resultados e metas por meio do cumprimento dos processos e da satisfação das equipes. É uma ferramenta pensada para auxiliar os donos de negócio a atingirem as suas metas, explicou. Entre outras características, o PEL diferencia-se por proporcionar, em uma mesma ferramenta, tanto as orientações, quanto as avaliações dos processos envolvidos no negócio. Ele é capaz de mensurar os progressos contribuindo para o alcance dos resultados planejados pela empresa, explica Polyanna Loureiro, gerente de Qualidade e Desenvolvimento da Vale Logística. Para a gerente geral de Planejamento e Qualidade, Neide Ramos, o PEL reúne todas as ferramentas disponíveis de forma sistêmica e integrada, incentivando as pessoas para um motivo maior, que é a visão do negócio. VALE LOGÍSTICA JUNHO

4 qualidade Da esquerda para direita: Bruno, Alzenira e Aroldo na central do Serviço de Atendimento ao Cliente ESPECIALIZADOS EM CADA CLIENTE SAC da Vale Logística obtém destaque por seu atendimento personalizado Um time de especialistas, que conhece profundamente os segmentos de atuação e as operações de cada um dos clientes, é o responsável pelo funcionamento do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da Vale Logística, que atende, em média, 18 mil ligações por mês, com um tempo de espera de apenas 16 segundos por chamada. O SAC está organizado em setores específicos que, mais do que receber pedidos e solicitações, oferecem apoio e informações precisas sobre todas as etapas envolvidas na logística de cada operação. Quando falamos em SAC, pensamos num grande e impessoal call-center, um exército de atendentes com um limitado script de frases e explicações pré-formatadas. Num ambiente de negócios que envolve tantas variáveis como o da logística, tal modelo é impensável. O atendimento que prestamos aos nossos clientes tem que ser, além de especializado, personalizado. Somos focados em relacionamento, explica Marcelo Cordeiro, gerente de Atendimento ao Cliente da Vale Logística. Com esse objetivo, o SAC foi estruturado em sete áreas, cada qual dedicada a um segmento específico: Agronegócios; Siderurgia; Produtos Químicos e Combustíveis; Construção e Produtos Florestais; Trem Expresso; Navegação e, ainda, uma equipe dedicada ao Terminal de Vila Velha (TVV). Na prática, cada assistente de comercialização funciona como uma espécie de gerente de conta. Eles prestam o atendimento por telefone, conhecem bem os clientes e possuem informações atualizadas sobre o andamento dos serviços que prestamos a eles. No relacionamento diário, aprendemos mais sobre as necessidades específicas de nossos clientes e como nos inserimos em sua logística, diz Marcelo. Como os telefones dos clientes estão cadastrados no sistema, basta ligar para o SAC para ser atendido pelo responsável pela conta. O mesmo acontece com o correio eletrônico e, além disso, por meio de uma página na Internet o cliente pode acompanhar, online, o status de cada serviço. Com um atendimento personalizado, desenvolvemos um ótimo relacionamento com os clientes, revela Alzenira Cerqueira Coelho, supervisora do SAC. E o relacionamento muitas vezes se transforma em amizade: É comum ligarem para nós até para contar que um filho nasceu ou que a filha passou no vestibular, conta Aroldo Cecílio de Oliveira Jr., Assistente de Comercialização especializado na área de Siderurgia. Em sua carteira pessoal, Aroldo atende clientes como Usiminas, Açominas, Gerdau, Mannesmann e Acesita. Sou representante deles na Vale Logística. Temos contato diário, recebemos os pedidos de serviços, demandas, críticas e elogios, comenta. O contato pessoal ajuda a aprimorar o atendimento e tratar da melhor maneira as demandas de cada cliente. Conhecemos as características de cada um e desenvolvemos um relacionamento estreito com eles. Procuramos ser parceiros e jogar aberto, diz Bruno Cavalcanti, Assistente de Comercialização responsável pelo atendimento aos clientes da Docenave nos portos de Fortaleza e de Santos. Com ele trabalham outros três profissionais, cada um dedicado a outros portos brasileiros Salvador, Rio Grande, Suape, São Francisco do Sul e Vitória. O SAC da Vale Logística funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h, pelo telefone JUNHO 2006 VALE LOGÍSTICA

5 investimentos DEDICADO AO DESENVOLVIMENTO DO BRASIL Em entrevista ao Em Foco, o empresário Eliezer Batista afirma que o país não pode deixar de investir em logística, sob pena de perder competitividade Com sua visão inovadora, o empresário e ex-presidente hoje chamamos de porta a porta. Esse sistema integrado, door to da Vale do Rio Doce, Eliezer Batista, impulsionou dois grandes door integrated logistics, é no fundo o que desenvolveu a teoria do projetos que permitiram a expansão da Vale e o desenvolvimento supply chain, base do planejamento regional hoje. Nesse sentido, o do país: a construção do Porto de Tubarão, na década de 1960, porto é uma das áreas onde você pode ganhar mais com o mundo no Espírito Santo, e a implantação do Complexo de Carajás, globalizado. nos anos 1980, no Pará. Nesta entrevista, Eliezer conta um pouco dessa história e fala das perspectivas para o setor EM FOCO Quais são as conseqüências do predomínio do modal rodoviário na matriz do transporte brasileiro? EM FOCO Que avanços tecnológicos farão a diferença nos próximos EB É claro que a rodovia também é necessária, mas vale lembrar anos na logística? que o modal mais barato é o marítimo-hídrico, seguido pelo fluvialhídrico, ferrovia e, por fim, rodovia. O mais importante é investir EB A tecnologia vale para tudo, do uso adequado de energia ao aperfeiçoamento das super e infra-estruturas de transportes. Todos na intermodalidade. os sistemas têm que estar informatizados. A tecnologia da informação é apenas um instrumento para aumentar a produtividade. EM FOCO Qual o seu conselho para quem trabalha em logística? Vamos tomar como exemplo a (Estrada de Ferro) Vitória a Minas, EB É mudar o mindset, a cabeça. Hoje, as empresas têm psiquiatras que usava uma bitola estreita para cargas extremamente pesadas. para ajustar a cabeça do empregado ao mundo moderno. Não é Foi preciso desenvolver toda a metalurgia do trilho, a metalurgia fácil ajustar velhos para coisas novas. Nunca podemos aposentar da roda e calcular um vagão mais econômico. o cérebro. O conselho que dou é ler, ler e ler. Coisas ligadas a sua profissão e também mais abrangentes, que permitam uma visão de EM FOCO A China atrai os maiores investimentos do mundo. A logística será um obstáculo ao crescimento chinês? mundo maior. Há dois modos de ver o mundo: como o dentista, que olha para baixo e para dentro procurando cárie; e como o pássaro, EB Por que China está comprando tanto minério? Porque tem que que vê tudo por cima, inclusive o que o dentista vê. O dentista, construir ferrovias. Eles querem se integrar e para isso têm que ter porém, não enxerga o que o pássaro vê. super-rodovias, super-ferrovias. Para distâncias além de 500 Km, nenhum outro modal de transporte ganha da ferrovia. Investir em ferrovia é investir em aço. EM FOCO A China, como a Índia, tem grandes dificuldades de logística. Como o Brasil pode criar diferencial competitivo em relação a esses países? EB Para levar minério de ferro de Vitória para o Japão foi necessário construir o Porto de Tubarão e quebrar o maior paradigma que já houve na navegação. Naquela época, o maior navio graneleiro de minério de ferro do mundo tinha 35 mil toneladas. Por falta de estrutura nos portos, não tínhamos condições de receber um navio como aquele. Para Tubarão ser econômico na rota Brasil-Japão, era necessário, porém, ter um berço com calado para navios com no mínimo cem mil toneladas, até então inexistentes. Fizemos um contrato com o governo japonês e conseguimos atingir nosso objetivo: Vitória operava com navios de 10 mil toneladas e passou a operar com embarcações de até 180 mil toneladas. Após a iniciativa da Vale, toda a siderurgia mundial foi obrigada a fazer portos grandes e levar usinas para a costa. Os navios petroleiros-mineraleiros surgiram daí. EM FOCO Onde se vai ganhar dinheiro em logística nos próximos anos? EB No sistema integrado, todo ele. É muito melhor do que ganhar nas pernas do sistema. A Vale foi concebida como um sistema que VALE LOGÍSTICA JUNHO

6 Com uma malha ferroviária privilegiada e portos bem localizados, a Vale Logística investe cada vez mais em multimodalidade MULTIMODALIDADE INTEGRANDO SOLUÇÕES 6 JUNHO 2006 VALE LOGÍSTICA

7 Inaugurado oficialmente no final de março, na Bahia, o Terminal Multimodal de Camaçari (Tercam) possui 280 mil m 2 e está aparelhado para oferecer as mais completas e modernas soluções logísticas. Integrando vários modais de transporte ferrovia, rodovia e porto, além de serviços de navegação costeira e de longo curso, o Tercam, que recebeu investimentos de R$ 35 milhões, foi projetado para aumentar a competitividade e o nível de prestação de serviços para segmentos econômicos de grande peso no PIB brasileiro, como siderurgia, construção civil, produtos químicos e cargas conteinerizadas (bens de consumo e autopeças, por exemplo). A Vale Logística realiza operações de multimodalidade no Terminal de Camaçari desde agosto de 2005, além dos serviços de Trem Expresso para alguns clientes. Com a inauguração, em março, do novo armazém de produtos de bens de consumo com 23 mil m 2 de área construída, a empresa passou a oferecer novos serviços integrados de logística no Nordeste e em outras regiões brasileiras. Ampliamos nosso portfólio de serviços e estamos prontos para novas parcerias e empreendimentos também nos setores que não atendíamos anteriormente, explica o gerente de Logística do Nordeste, Leonardo Macedo. Com uma malha ferroviária privilegiada e portos bem localizados, a Vale Logística investe cada vez mais em multimodalidade e é, hoje, a empresa privada que mais aplica neste setor no país. Com a inauguração do novo armazém e a operação de novas cargas e clientes decorrentes, a estimativa é de que mais de empregos diretos e indiretos possam ser criados na região. Além do Tercam, a companhia inaugurou em 20 de junho, em parceria com a Centronorte Logística, o Terminal Rodoferroviário de Colatina, em cerimônia que contou com a presença do governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, do prefeito de Colatina, José Guerino Balestrassi, do diretor-executivo de Logística da Vale, Guilherme Laager, e do diretor de Comercialização da Logística, Mauro Dias. O terminal viabiliza um novo corredor logístico para o transporte de granito e de outros produtos do Norte do Espírito Santo para Vitória e para o polo de beneficiamento de granito em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do estado. Foram investidos R$ 12 milhões - R$ 8 milhões da Vale (R$ 6,8 milhões na compra de vagões e locomotivas e R$ 1,2 milhão em material metálico, como trilhos) e R$ 4 milhões, da Centronorte Logística. Com a entrada em operação do Terminal Rodoferroviário de Cargas, o escoamento de cargas da cidade capixaba de Colatina fica facilitado, já que ele permite a integração da ferrovia Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) com as rodovias BR 259 e ES 080 (Rodovia do Café), abrindo uma nova alternativa logística no Espírito Santo. Além de uma melhor integração entre os modais ferroviário e rodoviário, o novo Terminal de Colatina contribui significativamente para melhorar a segurança nas estradas capixabas: com o início de suas operações, cerca de 300 caminhões carregados de granito deixarão de circular pelo asfalto. Substituídos pela ferrovia, os caminhões passarão a realizar serviços complementares de ponta rodoviária, na origem e no destino. O Terminal de Colatina torna a economia da região mais competitiva ao integrar os modais rodoviário e ferroviário, explica o gerente da Centronorte Logística, Wilman Menezes. Em princípio serão movimentadas 250 mil toneladas de carga por ano. Oferecemos serviços diários de trens dedicados para Vitória e, em breve, teremos uma área alfandegada dentro do Terminal explica André Leal, gerente comercial da área de Florestal e Granito. Além disso, oferecemos a solução porta a porta para os produtores de granito. OS TERMINAIS E SEUS NÚMEROS Terminal Multimodal de Camaçari (Tercam) Área l 280 mil m 2 Investimentos l R$ 35 milhões Principais cargas e clientes l siderurgia, construção civil, produtos químicos e cargas conteinerizadas (como bens de consumo e autopeças). Capacidade de armazenagem dos armazéns e pátio Materiais da Construção Civil l toneladas Produtos Siderúrgicos l toneladas Pátio de Contêineres l TEUs (anuais) Armazém Intermodal 1 (Bens de Consumo Duráveis e Não-Duráveis) l pallets Armazém para Produtos Químicos l pallets Armazém Intermodal 2 - Transit-Point l pallets Armazém Intermodal 3 l pallets Portaria e Pátio de Caminhões l quatro gates e estacionamento para 30 carretas a 45 graus Empregos criados (projeção) l vagas diretas e indiretas na região. Terminal Rodoferroviário de Colatina Área l 240 mil m 2 Investimentos l R$ 12 milhões Principais cargas e clientes l granito e outros produtos do Norte do ES. Previsão de movimentação anual de cargas l 250 mil toneladas com potencial para até 2 milhões de toneladas. VALE LOGÍSTICA JUNHO VALE LOGÍSTICA JUNHO

8 responsabilidade social VIAGEM PELA HISTÓRIA Vale recoloca nos trilhos Maria-Fumaça entre Ouro Preto e Mariana A cerimônia de inauguração do Trem da Vale contou com a presença do Presidente Lula (no alto, na locomotiva, acompanhado pelo Diretor Presidente da Vale, Roger Agnelli). O projeto incluiu a recuperação de uma locomotiva e carros antigos (abaixo, a composição na estação de Mariana, acima, um carro panorâmico) Inaugurado dia 5 de maio, em solenidade que contou com a presença do Presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, entre outras autoridades, o Trem da Vale recoloca nos trilhos uma das mais marcantes tradições mineiras. Ligando Ouro Preto a Mariana, através de 18,7 km de estrada de ferro recuperada, a composição puxada por uma locomotiva a vapor funciona como uma máquina do tempo. E, mais do que isso, carrega com ela um ambicioso programa, iniciativa da Fundação Vale do Rio Doce, que alia a educação patrimonial ao incentivo à atividade turística. Ao todo, foram destinados ao projeto, que conta com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, R$ 48,5 milhões. A antiga ligação entre as duas famosas cidades históricas de Minas foi inaugurada originalmente em 1914, mas estava desativada desde o final dos anos 1980, quando por ali circularam os últimos trens turísticos. Agora, depois de nove meses de obras de recuperação que além da estrada de ferro, restauraram as quatro estações do percurso, a linha volta a operar de sexta a domingo e feriados, com foco no turismo, e também às quintas-feiras, em viagens gratuitas destinadas exclusivamente aos moradores da região. Puxando a composição, uma locomotiva de 85 toneladas fabricada nos EUA, em 1949, e totalmente recuperada por especialistas. O Trem da Vale tem capacidade para 300 passageiros sentados por viagem e sua operação está a cargo da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), empresa controlada pela Vale e que também é responsável pela linha turística de Maria-Fumaça entre São João Del Rei e Tiradentes (MG). O apoio contínuo das diversas áreas da Vale foi fundamental para o sucesso de nosso trabalho. Contamos também com a colaboração das comunidades vizinhas, sempre participando e compreendendo as nossas ações, além dos diversos fornecedores, que não mediram esforços para cumprimento dos prazos estabelecidos, afirma Antônio Cocheto, gerente do projeto Mariana- Ouro Preto. 8 JUNHO 2006 VALE LOGÍSTICA

9 internacional Mauro Dias (quarto da esquerda para a direita), diretor comercial da Vale Logística, e Rômulo Otoni (quinto no mesmo sentido), gerente geral Intermodal, brindam com parceiros na inauguração portenha ESTREITANDO RELACIONAMENTOS Docenave inaugura novo escritório em Buenos Aires Responsável por 22% do volume anual transportado em contêineres entre Brasil e Argentina, a Vale Logística é a principal operadora no tráfego de cargas entre os dois países e acaba de dar mais um passo para consolidar sua posição. Em abril, inauguramos um novo escritório comercial da Docenave em Buenos Aires, o que nos aproxima ainda mais de nossos clientes argentinos e possibilita o desenvolvimento de soluções intermodais para atendê-los, explica o gerente de Cabotagem e Mercosul da Vale Logística, Fabiano Lorenzi. Além dos cinco navios da Docenave o braço de navegação da Vale Logística que já interligam os principais portos brasileiros ao de Buenos Aires, toda a estrutura logística da empresa está agora à disposição dos argentinos. Passamos a oferecer serviços exclusivos como o transporte porta a porta, em que o produto é entregue no destino final por meio de soluções integradas envolvendo não só os portos, mas também ferrovias e rodovias, comemora Lorenzi. Segundo o diretor da Docenave na Argentina, Fabio Siccherino, o movimento de contêineres no mercado argentino tem crescido a um ritmo de mais de 15% ao ano. Nosso grande desafio é participar desse crescimento, através da oferta de soluções logísticas intermodais entre Brasil e Argentina e do desenvolvimento de relacionamentos de longo prazo com os nossos clientes, contribuindo, dessa forma, para que a Vale seja reconhecida neste mercado como a melhor empresa de logística em eficiência operacional, nível de serviço e rentabilidade, conclui. A MELHOR OPERADORA DE CARGAS Em cerimônia realizada no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, no dia 21 de fevereiro, a Estrada de Ferro Carajás recebeu o Prêmio Revista Ferroviária de melhor Operadora de Cargas em A solenidade reuniu diretores de ferrovias, empresas de logísticas, clientes e fornecedores para celebrar os destaques do setor no ano passado. Este prêmio coroa os investimentos da Vale Logística na EFC, que completou 20 anos no dia 27 de fevereiro de A ferrovia foi construída a partir de 1982 para transportar minério de ferro e manganês da mina de Carajás, no Pará, até o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão, que também pertence à Vale. O trem de minério começou a operar em 1985 e o de passageiros, em A ferrovia tem 892 km em linha singela com bitola de 1,60m. A EFC tem 90 locomotivas e vagões. O Centro de Controle Operacional foi modernizado e todo o sistema de comunicação da ferrovia é feito via fibra ótica. melhores práticas CONFORTO E PRECISÃO Grupo de CCQ cria carrinho que auxilia a manutenção de ferrovias Caminhar pelos trilhos verificando se está tudo em ordem. Esse é o trabalho do ronda, o profissional que realiza inspeções diárias nos trechos das ferrovias para detectar anomalias que podem apresentar risco. A tarefa normalmente é exercida por um mantenedor de via permanente que percorre, em média, 13 km a pé, chova ou faça sol, carregando mochila com ferramentas e água. Um trabalho árduo, porém essencial para o bom funcionamento das ferrovias. Dentre as disfunções que precisam ser observadas, a mais grave é a abertura de bitola, ou seja, a distância entre as faces internas dos trilhos por onde os rodeiros dos vagões e locomotivas passam. O ronda fazia a medida das bitolas usando uma trena comum e precisava ter um olho clínico para detectar as falhas e corrigi-las. Pensando em melhorar as condições de trabalho dos mantenedores, o grupo de CCQ Super Solução criou o carro medidor de bitola. O equipamento mede as distâncias nos trilhos sem que o ronda precise abaixar-se, acusando, com sinal luminoso, qualquer anormalidade relacionada à abertura ou ao fechamento de bitolas. Pesando menos de 10 kg e de fácil manuseio, o carro possui um compartimento especial para acomodar a mochila com as ferramentas e um guarda-sol para suportar as variações climáticas. Além de facilitar a tarefa do mantenedor, o carro medidor também garante a precisão nas detecções de disfunções. O equipamento marca exatamente onde começa e onde termina o problema encontrado. Antes, o processo era impreciso e apresentava falhas, pois contava apenas com a análise do olho humano. Muita coisa precisa ser conferida nos trechos; com o carro avaliando as bitolas, o ronda pode se dedicar às deformações das juntas e talas, às condições dos dormentes, bueiros e canaletas, e aos casos de invasões da faixa de domínio da ferrovia, por exemplo, conta Marcelo Pereira, técnico de via permanente na FCA e integrante do grupo Super Solução. O projeto foi o segundo melhor apresentado na Convenção de Equipes de Melhoria Contínua realizada em Vitória. Pensamos sempre em melhorar as condições de trabalho e aumentar a segurança nos trilhos, afirma Marcelo. O carro medidor de bitola já é usado na FCA e está em processo de padronização para uso nas demais ferrovias. VALE LOGÍSTICA JUNHO

10 transporte intermodal DA FÁBRICA PARA O MERCADO Serviços multimodais quebram paradigmas e facilitam a venda direta Utilizar a ferrovia para ligar a fábrica ao atacadista e até mesmo à loja pode ser viável e, principalmente, vantajoso? Para os clientes dos serviços multimodais da Vale Logística, a reposta para essa pergunta é um sim, amparada em ótimos resultados. A combinação entre contêiner, caminhão, trem e navio, utilizados em operações perfeitamente planejadas e estruturadas, se traduz em eficiência. Um sucesso que, além de gerar lucro, quebra paradigmas. Até pouco tempo, havia um consenso: o transporte ferroviário só é viável em longas distâncias, acima de 500 quilômetros. Um conceito que estava, inclusive, disseminado nos livros especializados. Mas nada como um trem após o outro, com muito investimento em tecnologia, infra-estrutura e planejamento no meio para mudar isso. Desde dezembro de 2005, por e- xemplo, a Vale Logística faz o transporte de produtos de alto valor agregado (me- dicamentos e produtos de higiene e beleza) da Johnson&Johnson, a partir da fábrica da empresa em São José dos Campos (SP) até clientes atacadistas em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Contêineres, caminhões e 287 km de ferrovia, entre Ribeirão Preto e Uberlândia, fazem parte do pacote. Pontualidade, segurança, índice de avarias próximo de zero e um custo muito competitivo também. Uma solução que foi igualmente escolhida pela Kimberly Clark. Coletamos os produtos nas fábricas, em Suzano e Mogi das Cruzes, e transportamos pelo asfalto até Sumaré (SP). De lá, os contêineres seguem pelos trilhos até centros atacadistas no Triângulo Mineiro, Goiânia e Anápolis, conta Marcio Viana, gerente regional de São Paulo da Vale Logística. Além da segurança da ferrovia, o cliente tem vantagem com nosso gerenciamento sobre o agendamento das cargas, ganha períodos curtos de estocagem sem custos e pode antecipar as vendas do final do mês, explica Marcio. Entre os clientes que já se beneficiam destas vantagens estão Semp Toshiba, Santa Marina, Itambé, Osram, Esmaltec e Multibrás, em operações que podem incluir também a utilização da cabotagem. Os produtos da Esmaltec, por exemplo, vêm de navio desde sua fábrica, em Fortaleza, até o Porto de Santos, e de lá seguem de caminhão até o centro de distribuição das Casas Bahia, em Jundiaí. A mesma indústria também envia fogões de seu Centro de Distribuição em São Paulo para Lauro de Freitas, na Bahia, utilizando o trem da Vale Logística. A Multibrás utiliza o mesmo serviço para fazer chegar sua linha branca, a partir das unidades de Rio Claro (SP, através do Porto de Santos) e Joinvile (SC, pelo porto de São Francisco do Sul), aos atacadistas e revendedores da Bahia, via ferrovia e cabotagem e Pernambuco, Paraíba e Ceará, via cabotagem. Já a Osram envia parte de sua produção de lâmpadas da capital paulista para o Triângulo Mineiro (pela ferrovia) e Pernambuco (pela combinação rodovia-navio). Produtos sensíveis e valiosos que chegam intactos e pontualmente ao seu destino que algumas vezes pode ser a prateleira da loja. P E R F O R M A N C E A C E L E R A D A O serviço Trem Expresso acumula crescimento em volumes transportados O TOTAL TRANSPORTADO PELO TREM EXPRESSO APRESENTOU UM CRESCIMENTO DE 49,5% EM TKU ENTRE 2003 E do Trem Expresso, oferecido pela Vale Logística, registrou, em 2005, um crescimento de 25% em relação a Durante o ano passado, a média mensal transportada foi de 66,7 milhões de TKU o que no ano somou 829 milhões. Em agosto de 2005, o serviço registrou um recorde de movimentação em TKU: 79,3 milhões. Desde o início de suas operações, em julho de 2002, o Trem Expresso vem acelerando sua performance, tanto em volume transportado, quanto em variedade de cargas. Hoje, seus vagões são carregados principalmente com alimentos, autopeças, resinas plásticas, algodão, açúcar, artigos de higiene e limpeza. Entre os principais clientes estão empresas como: Ford, Braskem, Unilever, Ambev, Itambé, Coteminas e Maeda. São parceiros que reconhecem a confiabilidade, pontualidade, menor incidência de avarias, segurança com índices de roubo próximos de zero e o preço competitivo do serviço, diz André Ravara, Gerente do Serviço Trem Expresso. Para este ano, nosso objetivo é aumentar a base de clientes, com novos tipos de cargas como os eletroeletrônicos e ampliar nossas operações ligadas ao comércio exterior, escoando a produção de café, açúcar, algodão e papel pelo Porto de Santos, informa André. Atualmente, o Trem Expresso opera diariamente, levando e trazendo cargas em três rotas: São Paulo-Centro Oeste, São Paulo-Salvador e Vitória- Belo Horizonte. 10 JUNHO 2006 VALE LOGÍSTICA

11 D N A D A L O G Í S T I C A ANJOS DA FERROVIA Controladores de tráfego garantem segurança e rapidez nas vias Organizar a circulação de trens ao longo das ferrovias. Assim, poderia ser resumido o trabalho dos controladores de tráfego. No entanto, a tarefa é muito mais complexa e importante do que isso. Eles são responsáveis pela segurança e tranqüilidade dos condutores e de todos os profissionais que atuam ao longo das vias, pela execução da logística planejada para movimentação de cargas e agem para que cada composição chegue ao seu destino no prazo estipulado e nas condições previstas. Para Elmer Vinhote, controlador de tráfego na Estrada de Ferro Carajás - EFC há cerca de um ano e meio, o cargo é sinônimo de responsabilidade e orgulho. Nós controlamos um processo que, além da importância estratégica para o alcance das metas da empresa, afeta diretamente centenas de vidas. As pessoas que utilizam os trens, sejam os passageiros, sejam os clientes da Vale Logística, depositam sua confiança no nosso trabalho. Sua segurança depende de nós. Precisamos estar sempre atentos para não cometer erros, diz Elmer. Segundo ele, sua função é de otimizar ao máximo a circulação dos trens dentro da malha ferroviária, melhorar os processos com relação aos ativos que têm. Em resumo, fazer com que os trens cheguem ao seu destino da maneira mais rápida e segura possível. A cada seis horas, uma nova equipe de três controladores assume o comando dos 892 km da EFC, além de 200 km da Ferrovia Norte-Sul. Instalados no Centro de Controle Operacional CCO, em São Luís, munidos de rádio para comunicação permanente com os maquinistas e sempre atentos aos consoles de despacho de trem o painel do computador em que visualiza e organiza a rota das composições, esses profissionais são os primeiros a serem chamados em caso de problemas nas vias. Acionar atendimento médico no caso de alguém passar mal, contornar problemas com manutenção da via, quebra de vagões, falhas na sinalização ou nos equipamentos eletroeletrônicos; temos que estar atentos a qualquer informação vinda do pessoal que está em campo para tomar as providências necessárias. É preciso estar ciente de tudo o que ocorre para poder agir, acrescenta Elmer. Do carregamento dos vagões ao desembarque, as rotas dos trens são traçadas no CCO e cabe aos controladores fazer com que o planejamento dê certo. Cerca de 50 trens trafegam em uma mesma malha diariamente. Temos que organizar as rotas, cientes da prioridade de um em relação ao outro e dar tempo para a manutenção das vias. O cliente é nosso foco principal, o fluxo é montado para que as diversas cargas que transitam pela EFC sigam em segurança e no prazo estabelecido, afirma o controlador. Na lista de características essenciais a um controlador de tráfego, elaborada por Elmer, estão ter atenção redobrada e muita responsabilidade, além de ser comunicativo e aberto ao diálogo. Nós fazemos a ponte entre a empresa e o pessoal que está em campo. Não podemos esquecer que estamos lidando com pessoas. A gente percebe quando estão com problemas, não podemos piorar isso. Trabalhamos para atender a todos da melhor maneira possível, define. VALE LOGÍSTICA JUNHO

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