Reforma Portuária. Breakbulk South America

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1 Reforma Portuária Breakbulk South America

2 AGENDA 2 Reforma Portuária Desafios Oportunidades e Decisões das Empresas Expectativas

3 EVOLUÇÃO DO MARCO REGULATÓRIO EXTINÇÃO DA PORTOBRAS: SITUAÇÃO ATÉ ENTÃO: PORTOS ADMINISTRADOS PELA PORTOBRAS, COMPANHIAS DOCAS E POR CONCESSIONÁRIOS PRIVADOS OU ESTADUAIS LEI DOS PORTOS LEI EXTINGUIU O MONOPÓLIO ESTATAL NA MOVIMENTAÇÃO DAS CARGAS E POSSIBILITOU NOVOS CRIAÇÃO DA AGÊNCIA REGULADORA (ANTAQ) LEI ANTAQ TEM COMO FINALIDADE: REGULAR, SUPERVISIONAR E FISCALIZAR AS ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO CRIAÇÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS (SEP) MP 369. A SEP SURGIU COM O OBJETIVO DE AGILIZAR A MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO DO SETOR DECRETO CARGA PRÓPRIA ESTABELECE QUE TUPS¹ DEVEM MOVIMENTAR PREPONDERANTEMENTE CARGAS PRÓPRIAS. COMO CONSEQUÊNCIA, NOVOS INVESTIMENTOS NÃO SÃO REALIZADOS NOVA LEI DOS PORTOS LEI REVOGA O DECRETO 6.620; GOVERNO LANÇA O PROGRAMA DE INVESTIMENTOS EM PORTOS E DIVULGA LISTA DE ÁREAS A SEREM LICITADAS. INVESTIMENTOS DAINICIATIVA PRIVADA

4 REFORMA PORTUÁRIA LEI /13 4 MODELO PROPOSTO Taxa de retorno de referência Volume projetado alto Modernizar Aumentar a Eficiência Reduzir Custos Taxa de arrendamento Tarifa teto Volume mínimo estabelecido Como Resistências internas Risco ZERO para o governo Centralização Atrair investimentos privados Modelo Inadequado

5 REFORMA PORTUÁRIA LEI /13 Antes: Lei nº 8.630/1993: Poder concedente Regulação e Fiscalização 5 Planejamento Depois: Lei nº /2013: Autoridades Portuárias Administração Planejamento SEP/PR Elabora o PNLP, os Master Plans e o PGO, e Aprova os PDZs Poder concedente SEP/PR Outorga Concessão, Autorização, Arrendamentos e Delegação Regulação e Fiscalização Administração ANTAQ Autoridade Portuária Tarifas portuárias Infrações e penalidades Realiza os procedimentos licitatórios Elaboração do PDZ, em conformidade com o PNLP e Master Plan do porto Administração do porto e na harmonização da atuação das Comissões Locais de Autoridades nos Portos CLAP/CONAPORTOS CAP Consultivo não participa diretamente das decisões administrativas do Porto

6 REFORMA PORTUÁRIA LEI /13 Antes: Lei nº 8.630/1993: Poder concedente Regulação e Fiscalização 6 Planejamento Depois: Lei nº /2013: Autoridades Portuárias Administração Planejamento SEP/PR Elabora o PNLP, os Master Plans e o PGO, e Aprova os PDZs Poder concedente Regulação e Fiscalização Administração SEP/PR ANTAQ Autoridade Portuária Centralização no Governo Federal Outorga Concessão, Autorização, Arrendamentos e Delegação Tarifas portuárias Infrações e penalidades Realiza os procedimentos licitatórios Elaboração do PDZ, em conformidade com o PNLP e Master Plan do porto Administração do porto e na harmonização da atuação das Comissões Locais de Autoridades nos Portos CLAP/CONAPORTOS CAP Consultivo não participa diretamente das decisões administrativas do Porto

7 REFORMA PORTUÁRIA LEI /13 7 Investidores Inseguros para investir. Relação Risco x Retorno desbalanceada. Inseguranças Desapropriação Regulatórias Ferrovia Norte-Sul Ambientais Logística Contratuais BR-163

8 * STS 04 REFORMA PORTUÁRIA LEI /13 8 A nova lei ainda apresenta pontos a serem regulamentados. Com audiências públicas, mudanças em editais e outras ações, a nova lei está se tornando mais flexível. Alguns exemplos são: TIR 7% 8% Garantia (% Capex) 2% 1% Limitada a R$ 200 mil Preço* R$ 15/ton R$ 20/ton Algumas mudanças ainda devem ocorrer para estimular a realização de novos investimentos. Alguns exemplos são: Terminais Privados dentro da Poligonal Longo e ineficiente processo de licenciamento ambiental

9 AGENDA 9 Reforma Portuária Desafios Oportunidades e Decisões das Empresas Expectativas

10 DESAFIOS MÃO DE OBRA Terminais arrendados operam assim: A discussão se resume a esta parte: PORTÊINER GATE CARRETA RODOVIÁRIA PATIO DE ARMAZENAMENTO CAIS CALADO PROFUNDIDADE Capatazia funcionários do terminal Com vínculo empregatício Trabalhar com salário fixo; Vantagens contratuais estabelecidas no acordo coletivo; Múltiplas tarefas. Avulsos Estiva + Conferência de Bordo Sem vínculo empregatício Trabalhar por tarefa; Preço fixo por contêiner; Obrigados a filiar-se a sindicatos; Sem multifuncionalidade.

11 DESAFIOS ACESSOS 11 Problemas de Acesso aos Portos e Terminais Caso exportação de Milho e Soja Itacoatiara: 6% Itaqui: 1% Vitória: 12% 93% das exportações da produção de milho e soja da região Centro-Oeste são realizadas pelos portos do Sul e Sudeste. A precariedade e ineficiência da infraestrutura logística (rodovias, ferrovias e hidrovias) são os principais fatores que contribuem para este cenário e limitam o crescimento dos portos do Norte e Nordeste. BR-163 BR-158 Produção (Safra 11/12): 65,5 Mton Santos: 61% Paranaguá: 13% Exportação (2012): 28,0 Mton São Francisco do Sul: 6% Ferrovia Norte-Sul Pedral de São Lourenço

12 DESAFIOS TEMPO PARA OPERAR 12 Um projeto para TUP leva aproximadamente 8 anos até receber a autorização da ANTAq: Tempo p/ conclusão de um projeto TUP Portonave Itapoá Embraport Início/Conceito Lic. Ambiental anos 8 anos 8 anos ANTAq Início Obras Operação Total Anos Fonte: Site das empresas

13 DESAFIOS LOCALIZAÇÃO 13 Problemas de Localização dos Portos e Terminais Santos e Paranaguá Os dois principais portos do país estão localizados dentro da zona urbana, o que limita a área de expansão e gera conflito entre o transito de pessoas e de caminhões prejudicando a mobilidade urbana. Santos Paranaguá

14 DESAFIOS DRAGAGEM 14 Problemas de Dragagem A média atual do calado dos portos brasileiros, não é suficiente para atender os novos e maiores navios. Principais Entraves: Morosidade na realização do Plano de Dragagem; Não realização de investimentos contínuos para a manutenção da profundidade; Centralização. Necessidade de transferir para as administrações de Docas locais. Longos prazos para a homologação e emissão da autorização da nova profundidade.

15 DESAFIOS FILAS NOS PORTOS 15 Início da safra já provoca filas no Porto de Santos Fonte: O Estado de São Paulo ( ) Fila de navios e de caminhões no Porto de Santos. Na rodovia, filas de caminhões abrem valas no asfalto Fonte: Valor Econômico ( ) Soja é desviada para o Rio Grande para escapar das filas em Santos e Paranaguá Fonte: Reuters ( ) Para os armadores, os custos portuários do Brasil são os maiores do mundo. Fonte: Portos e Navios ( ).

16 DESAFIOS EXCESSO DE BUROCRACIA 16 Exigências burocráticas Documentação: Necessidade de uma série de documentos, inclusive para cabotagem. Segundo o Banco Mundial (2012), são gastos em média 6 dias com a papelada nos portos brasileiros, enquanto 1 dia em Cingapura e 2 nos EUA. Exportadores e importadores sofrem com o excesso de burocracia na liberação das cargas. Há inúmeros órgãos do governo, entre eles o Ministério da Defesa, a Agência de Vigilância Sanitária, a Receita Federal e o Ministério da Agricultura. Cada um deles é responsável por um tipo de documento e por conferências físicas nas mercadorias. Não existe um cadastro único do governo, e o dono da mercadoria é obrigado a fornecer a mesma informação a todos os órgãos - em formulários diferentes. Ações ineficientes Ineficiência de Programas: Atrasos e falta de planejamento em programas que reduziriam a burocracia e o tempo de espera das embarcações nos terminais Porto sem Papel : acabou tendo efeito reverso e criando apenas mais burocracia, uma vez que a Receita Federal não aderiu ao sistema, o que tornou necessária a inserção de informações em sistema eletrônico e também em papel Porto 24 Horas : montado às pressas, ainda sem efeito previsto uma vez que a Receita Federal e a Anvisa não possuem turnos de trabalho durante a madrugada Segundo estudo da Firjan (2013), após os programas, o tempo médio de liberação de mercadorias é ainda alto (16 dias em Santos; 15dias no Rio)

17 DESAFIOS ALTOS CUSTOS 17 Liberação lenta das cargas: Custos pela demora e preenchimento de diversos documentos dos vários órgãos intervenientes. Órgãos federais não agem de forma homogênea ao longo de toda a costa brasileira. Desenvolvimento de novos regimes aduaneiros (ex. Linha Azul) que visem acelerar a liberação das cargas. 1. Armazenamento de Importações: Altos custos em função da demora para liberação das cargas. Desenvolvimento de CLIAs como alternativa para redução. 2. Impostos no transporte interno: ICMS no transporte doméstico. Valor adicionado na ponta de venda deveria ser referência do valor do imposto. O valor do transporte, sem imposto, é componente do custo apenas, não fato gerador de cobrança.

18 AGENDA 18 Reforma Portuária Desafios Oportunidades e Decisões das Empresas Expectativas

19 OPORTUNIDADES LEI /13 19 Com a reforma Portuária, os espirito de 1993 foi recuperado e investimentos privados são novamente bem vindos: Mais de 100 áreas a serem licitadas dividas em 4 blocos. 1: Santos, Belém, Santarém e Vila do Conde 2: Paranaguá, Aratu, Salvador e São Sebastião 3: Suape, Macapá, Cabedelo, Fortaleza, Itaqui, Maceió e Recife 4: Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói, Vitória, Itajaí, Imbituba, São Francisco do Sul, Porto Alegre e Rio Grande Possibilidade de desenvolver terminais privados para movimentação de cargas de terceiros. TGSC Santa Catarina Cianport Açu (Prumo)

20 OPORTUNIDADES INVESTIMENTO PRIVADO TUP Região Quantidade Predominância de Carga Investimentos (R$ MM) Norte 6 Granéis Sólidos R$ 855 Nordeste 2 Granéis Sólidos R$ Sudeste 7 Granéis Sólidos / Apoio Offshore R$ Sul 2 Granéis Sólidos / Carga Geral R$ 535 Total 17 - R$ Estação de Transbordo - ETC Região Quantidade Predominância de Carga Investimentos (R$ MM) Norte 7 Granéis Sólidos / Carga Geral R$ 268 Nordeste 0 - R$ - Sudeste 3 Granéis Sólidos R$ 27 Sul 0 - R$ - Total 10 - R$ 295 Estaleiros Região Quantidade Predominância de Carga Investimentos (R$ MM) Norte 0 - R$ - Nordeste 1 Estaleiro R$ 85 Sudeste 2 Estaleiro R$ 560 Total 3 - R$ 645 Região Quantidade Predominância de Carga Investimentos (R$ MM) Sudeste 3 Granel Sólido / Carga Geral R$ Fonte: SEP Contratos Aditivos Investimentos Privados na ordem de R$ milhões Isto é suficiente?? 20

21 Milhões de toneladas OPORTUNIDADES CABOTAGEM 21 Conforme estudo da ILOS em 2013, 11,5% do PIB são gastos com o logística sendo 7,1% são gastos somente com o transporte. O desenvolvimento da cabotagem no Brasil é fundamental para a redução destes custos logísticos do brasil, trazendo outras vantagens como: Vantagens Aumenta Previsibilidade Eficiência Logística Capacidade de carga Reduz Custos Avarias e roubos Impactos Ambientais Acidentes Rodoviários O crescimento anual da movimentação da cabotagem dos último 4 anos foi 18%. Fonte: ANTAQ Carga Geral Granel Sólido Granel Líquido

22 AGENDA 22 Reforma Portuária Desafios Oportunidades e Decisões das Empresas Expectativas

23 EXPECTATIVAS 23 Novo Cenário Político??? Governo Federal prepara plano de ação para aumentar competitividade brasileira SEP ( ) O ministro-chefe da Secretaria de Portos, Cesar Borges, participou nesta quarta-feira, 19/11, da solenidade de início das atividades dos grupos de trabalho que definirão um plano de ação nas áreas estratégicas de infraestrutura. O objetivo central é estimular a produtividade e a competitividade da indústria nacional. O evento aconteceu no Salão Leste do Palácio do Planalto. Concessões (PIL)??? TCU monitora concessões portuárias à iniciativa privada TCU ( ) Tribunal de Contas da União (TCU) monitorou o cumprimento de providências anteriormente deliberadas à Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP/PR) e a Antaq. Foram analisados editais de licitações para a concessão, à iniciativa privada, dos arrendamentos de áreas e de instalações nos Portos de Santos, em São Paulo, e cinco portos no Estado do Pará: Belém, Santarém, Vila do Conde, Outeiro e Miramar. Alteração das Poligonais dos Portos Públicos??? Plano Nacional de Dragagem??? Investimentos Públicos em infraestrutura - PAC3??? Fonte: SEP; TCU

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