Saúde Coletiva ISSN: Editorial Bolina Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Saúde Coletiva ISSN: 1806-3365 editorial@saudecoletiva.com.br Editorial Bolina Brasil"

Transcrição

1 Saúde Coletiva ISSN: Editorial Bolina Brasil da Costa Borges Caixeta, Camila Roberto; da Costa Borges, Carolina Roberto; Iwamoto, Helena Hemiko; Camargo, Fernanda Carolina Há "desgaste" do trabalho noturno entre os profissionais de enfermagem? Saúde Coletiva, vol. 9, núm. 57, 212, pp Editorial Bolina São Paulo, Brasil Disponível em: Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

2 Há desgaste do trabalho noturno entre os profissionais de enfermagem? A preocupação com o trabalho noturno é um tema atual que cada vez mais, vem sendo estudado por profissionais de diversas áreas, por ser uma tendência mundial para o atendimento às necessidades populacionais e de serviços. Com o objetivo de identificar a presença de alterações biológicas, fisiológicas e psicossociais advindas do trabalho noturno entre os profissionais de enfermagem, realizou-se este estudo de natureza descritiva e exploratória. Utilizou-se para a coleta de dados um questionário semi estruturado contendo questões pessoais e os aspectos resultantes do trabalho noturno. A maioria dos trabalhadores relatou prejuízos na vida social, no relacionamento familiar e com parceiro/amigos. Os impactos físicos da jornada noturna foram mais expressivos nas mulheres, com alterações gástricas e cardíacas e a qualidade do sono em homens, decorrente da insônia/dificuldade para dormir e sonolência no trabalho. É preciso que as instituições de saúde ofereçam além de complementações salariais, um ambiente de trabalho mais humanizado, levando-se em consideração que estes trabalhadores muitas vezes abdicam os seus momentos de lazer, colocando o trabalho em primeiro plano, esquecendo-se até do cuidado à própria saúde. Descritores: Enfermagem; Trabalho Noturno; Saúde do Trabalhador. The concern about night shift working is an actual theme being studied by professionals from several areas, as it is an worldwide trend aiming supply popular service demand. In order of identifying biological, physiological and psychosocial alterations derived from night shift working among Nursery professionals this descriptive and exploratory study has been made. The data was collected using a semi-structured questionnaire using private questions and resulting aspects of the night shift working. The majority of the professionals referred social life implications also issues on friends, partners and family relationships. The night shift working physical impact were more significant on women, with gastric altercations, cardiac problems. Sleep quality decrease among men due to insomnia, difficulty to sleep and somnolence during work. It urges Health Institutions go beyond salary complements offering a more humanized working environment, taking in account those professionals several times relinquish their leisure time, putting work in the first plan, even forgetting to take care of their own Health. Descriptores: Nursing; Night work; Occupacional health. La preocupación por el trabajo nocturno es un tema actual que cada vez más está siendo estudiado por profesionales de diferentes áreas, ya que es una tendencia global para el atendimiento de las necesidades de la población y los servicios. Con el fin de identificar la presencia de cambios biológicos, fisiológicos y psicosociales del trabajo nocturno de los profesionales de enfermería, se organizó un estudio descriptivo y exploratorio. Se ha utilizado para el recopilatorio de datos, un cuestionario semi estructurado con cuestiones personales y cuestiones derivadas de trabajo nocturno. La mayoría de los trabajadores informó que tiene deficiencias en la vida social, en la familia y pareja / amigos. El impacto físico de la jornada nocturna fue más significativo en las mujeres con los cambios gástricos y cardíacos y la calidad del sueño en los hombres, debido al insomnio o dificultad del sueño y somnolencia en el trabajo. Es necesario que las instituciones de salud ofrecerán además de salarios complementares, un lugar de trabajo más humano, teniendo en cuenta que estos trabajadores abdican de su tiempo libre, poniendo el trabajo en el primer plano, olvidándose de la atención a la propia salud. Descriptores: Enfermería; Trabajo nocturno; Salud laboral. Camila Roberto da Costa Borges Caixeta Enfermeira. Mestre em Promoção da Saúde. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem do Centro Universitário do Planalto de Araxá UNIARAXÁ. Carolina Roberto da Costa Borges Enfermeira. Mestranda em Promoção da Saúde pela UNIFRAN. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da UNIARAXÁ. Helena Hemiko Iwamoto Enfermeira. Mestre e Doutor em Recursos Humanos. Professora Adjunta da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM. Fernanda Carolina Camargo Enfermeira. Mestre em Atenção à Saúde pela UFTM. Saúde Coletiva 212;9 (57):

3 Recebido: 2/5/212 Aprovado: 2/12/212 INTRODUÇÃO trabalho noturno é inerente a organização da sociedade contemporânea e importante para o desenvolvimento econômico O de um país. Para atender as necessidades da população, principalmente nas metrópoles, os serviços noturnos são cada vez mais comuns 1-3. Esses serviços representam uma alternativa para ingresso no mercado de trabalho e apresentam-se como opção, entre os trabalhadores, para aumentar o orçamento. Entretanto, são preocupantes as formas como se estruturam os serviços noturnos e suas repercussões para a saúde dos trabalhadores 1-3. Entre os mais antigos grupos profissionais que trabalham em sistemas de turnos - diurnos e noturnos, estão àqueles vinculados aos serviços de saúde, no qual se destaca a equipe de enfermagem, composta por enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem 2. De maneira geral, é considerado importante o trabalho noturno da enfermagem porque garante a continuidade do cuidado, sem prejuízos assistenciais, nos estabelecimentos de saúde 3. No Brasil, já é tradição adotar para a equipe de enfermagem o turno de 12 horas de trabalho noturno seguido de 36 horas de descanso 2,4. Mas, a realidade aponta que muitos profissionais da enfermagem não descansam após cumprirem a jornada noturna, muitos iniciam suas atividades em outros vínculos empregatícios ou são responsáveis pelos cuidados domésticos 3. Neste contexto, vale destacar as relações entre gênero e trabalho, tendo em vista que a maioria dos trabalhadores da enfermagem são mulheres 4. Poucas alterações ocorreram na divisão das tarefas domésticas, mesmo após a inserção da mulher no mercado de trabalho, maior parte dessas atividades ainda é de exclusiva responsabilidade das mulheres 4. Esse panorama apresenta-se como problema para a saúde dos trabalhadores de enfermagem não apenas pela sobrecarga de atividades, mas, principalmente, pelo fato do trabalho noturno se dá no sentido inverso ao funcionamento fisiológico do organismo. Quando uma pessoa trabalha a noite, ela precisa dormir e descansar durante o dia. Entretanto, a adaptação do ritmo biológico e do sistema de sono e vigília não ocorre instantaneamente 4,5. A alternância dia e noite é um dos mais importantes sincronizadores do ritmo biológico e determina a oscilação regular das funções corporais denominada por ritmo circadiano, responsável por níveis mais elevados de atividade durante o dia e níveis mais baixos, a noite 1,5. De forma geral, essa ritmicidade é influenciada por fatores ambientais como o clima, temperatura e a exposição à luz, mas também por fatores sociais como horário de trabalho, horários de refeições, calendário escolar, atividades religiosas, enfim, atividades sociais que compõem a vida cotidiana de qualquer pessoa 3-5. Por essas razões, os trabalhadores noturnos estão mais susceptíveis a dessincronização interna do ritmo biológico, pois não conseguem tornar compatíveis o repouso com os ciclos de sono e vigília, além de ser mais difícil conciliarem as atividades sociais, incluindo compromissos familiares, com o horário de trabalho 3,4. Essa contradição temporal entre o trabalho noturno e a organização da vida cotidiana predispõem os trabalhadores de enfermagem a distúrbios fisiopatológicos e psicossociais, como problemas gastroentéricos, cardiológicos, obesidade, depressão, ansiedade e isolamento social 1-5. As administrações dos serviços de saúde devem estar sensíveis para essas questões, pois alterações na saúde dos trabalhadores de enfermagem podem interferir na qualidade do atendimento prestado e prejudicar o desempenho do trabalho. Mas, devem atentar-se, principalmente, para a necessidade de incorporação de estratégias que minimizem os desgastes resultantes do serviço noturno, como reorganização da rotina de trabalho, promoção de ambientes adequados e remuneração diferenciada, além da implantação de programas que visem à qualidade de vida dos trabalhadores noturnos 2-4. Nesse sentido, o presente estudo objetiva caracterizar o trabalhador noturno da enfermagem e identificar a presença de alterações fisiopatológicas e prejuízos psicossociais em técnicos e auxiliares de enfermagem que realizam jornada noturna em um hospital filantrópico do Triângulo Mineiro. METODOLOGIA Trata-se de estudo descritivo e exploratório realizado em um hospital filantrópico do município de Araxá, localizado na região Triangulo Sul de Minas Gerais. Conforme censo 21, o município de Araxá/MG apresenta habitantes, é cidade Pólo da microrregião em saúde de mesmo nome, composta por mais sete municípios adjacentes. Participaram da pesquisa 27 técnicos e auxiliares de enfermagem de um hospital filantrópico de médio porte. Os critérios de inclusão dos participantes foram: ser técnico ou auxiliar enfermagem e ser integrante da escala de plantão noturno, com turno fixo (12 horas trabalhadas seguidas de 36 horas de 9 Saúde Coletiva 212;9 (57): 89-93

4 descanso). Critério de exclusão foi ser trabalhador em período de férias ou afastados do serviço. Para a coleta de dados utilizou-se questionário contendo questões referentes à caracterização demográfica como sexo, idade, estado civil, número de filhos; referentes à caracterização do trabalho como tempo de trabalho e atividades desenvolvidas fora da jornada noturna; e questões referentes aos aspectos resultantes do trabalho noturno como sono, vida social, e as alterações biológicas, fisiológicas e psicossociais. Na análise dos dados utilizou-se estatística descritiva por percentagem e número absoluto. A realização desta pesquisa foi aprovada pelo Conselho de Ética em Pesquisa do Centro Universitário do Planalto de Araxá e os dados foram coletados nos respectivos locais de trabalho dos participantes, após a anuência e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. RESULTADOS Dos 27 técnicos e auxiliares de enfermagem escalados para o trabalho noturno, praticamente ⅔ dos trabalhadores eram mulheres (7,4%). A média de idade foi de 38 anos, variando entre 21 a 57 anos. Desses participantes, 44,4% eram casados, 63% com filhos e 33,3% tinham curso superior completo. A maioria dos técnicos e auxiliares de enfermagem (7,4%) realizava outras atividades após o trabalho noturno, e este percentual foi mais elevado entre os homens (75%) quando comparado às mulheres (68%). Por outro lado, o percentual entre as mulheres que mantinham o trabalho noturno há mais de um ano (84%) foi superior ao dos homens (62,5%) (Tabela 1). Quanto às possibilidades dos entrevistados conciliarem as atividades diurnas ao trabalho noturno, todos responderam que já se organizaram, embora houvesse relatos sobre cansaço excessivo em 42% das mulheres e 38% dos homens, após o plantão noturno. Quando questionados sobre o trabalho noturno trazer prejuízos à saúde, todos foram unânimes nesta afirmação. Sobre a qualidade do sono dos técnicos e auxiliares de enfermagem, apesar de homens (5%) e mulheres (84%) considerarem seu sono satisfatório, a maioria (74,1%) afirmou dormir menos de 8 horas por dia, principalmente os homens (88%). E, 44,4% dos entrevistados referiram que não dormem tranquilamente, porque tem o sono perturbado por ruídos, enquanto 18,5% apresentam insônia ou dificuldade para dormir (Tabela 2). Quando questionados se apresentavam algum problema durante o sono, as mulheres listaram maior diversidade de problemas em relação aos homens. Os problemas apresentados pelas mulheres foram roncar (42%), ter dor de cabeça (21%), taquicardia e ranger os dentes (ambos com 11%) durante o sono. Já, para os homens, foram mais prevalentes roncar (67%) e ter taquicardia (22%) durante o sono (Tabela 3). Todos os 27 técnicos e auxiliares de enfermagem responderam que estão acostumados com a jornada de trabalho noturna. E, sobre os prejuízos decorrentes desse trabalho, as mulheres Tabela 1 - Tempo de trabalho noturno dos técnicos e auxiliares de enfermagem. Araxá-MG, 21 Tempo de trabalho noturno < 1 ano 1-5 anos 5-1 anos > 1 anos 3 (16) 5 (26) 4 (21) 7 (37) 3 (37,5) 3 (37,5) 2 (25) 6 (22) 8 (3) 4 (15) 9 (33) Tabela 2 - Qualidade de sono dos técnicos e auxiliares de enfermagem. Araxá-MG, 21 Quantidade e qualidade de sono Horas de sono < 8 horas diárias Sono satisfatório Sono perturbado por ruídos Insônia/dificuldade para dormir Sonolência no trabalho 13(68) 16(84) 9(47) 7(88) 4(5) 3(38) 3(38) 2(25) 2(74,1) 2(74,1) 12(44,4) 5(18,5) 4(14,8) Tabela 3 - Problemas apresentados pelos técnicos e auxiliares de enfermagem, durante o sono. Araxá-MG, 21 Problemas Andar Ranger dentes Acordar em pânico Taquicardia Paralisia Dor de cabeça Roncar 4(21) 8(42) 1(11) 2(22) 5(67) 1(4) 2(8) 2(8) 4(16) 1(4) 4(16) 13(44) e a maioria dos homens (87%) relataram ter relacionamento satisfatório com os colegas de trabalho. Entretanto, a maioria dos entrevistados relatou que o trabalho noturno traz prejuízos tanto para a vida social (7,4%), quanto para o relacionamento com os familiares (55,5%), com parceiro e amigos (44,4%) (Tabela 4). Por sua vez, 78% dos homens e 6% das mulheres disseram que o trabalho noturno prejudica a saúde. As queixas mais comuns em ambos os sexos foram constipação intestinal (26%), seguidas por gastrite/azia (22,2%) e falta de apetite (22,2%). Entre as mulheres prevaleceram queixas sobre gastrite e azia (26%), e entre os homens a falta de apetite (38%) (Tabela 5). Saúde Coletiva 212;9 (57):

5 DISCUSSÃO As adaptações em que são submetidos os trabalhadores noturnos de enfermagem trazem conseqüências que alteram o comportamento e o desempenho desses profissionais. Dormir é uma necessidade orgânica e o descanso noturno é o esperado para a fisiologia humana 4. Há diferenças individuais quanto à alocação do período de sono e vigília nas 24h diárias. Existem indivíduos, caracterizados como pequenos dormidores, que necessitam no máximo de 5h3 e 6horas de sono; e outros que biologicamente necessitam de 8h3 a 9horas de sono, denominados por grandes dormidores 2. Mesmo com as diferenças individuais entre o tempo necessário de sono, trabalhadores de enfermagem que dormem em média 4h3 por dia, após uma semana, podem ter sono acumulado, levando a sonolência para níveis similares ao da privação total do sono 5. Em relação à qualidade do sono, dormir durante o dia para repor o sono perdido pelo trabalho noturno é uma necessidade entre os trabalhadores de enfermagem. Entretanto, muitos trabalhadores podem não ter as condições favoráveis para esse descanso. As limitações dessas condições relacionam-se aos incômodos provocados pela luz do dia, pela temperatura, por barulhos/ruídos e até mesmo pela responsabilidade de ter que assumir compromissos domésticos ou outro vínculo empregatício 6-8. De forma geral, a maioria das atividades sociais tem seus horários de funcionamento incompatíveis aos horários de quem trabalha à noite 1-5. Nesse sentido, a característica do sono de reposição ao trabalho noturno é de um sono permeado por perturbações, tanto na sua estrutura interna, quanto na sua duração. Além do mais, apresenta duração menor que o sono noturno, com características polifásicas por ocorrer em períodos fracionados 9. Estudo realizado com trabalhadores de enfermagem de um hospital público de São Paulo/SP retrata que em relação à qualidade de sono, após uma jornada noturna, foi pior do que após um dia de trabalho. Atribui ao fato, como causa principal, a falta de sincronicidade entre o período de repouso e o ritmo biológico dos trabalhadores 1. Já, estudo realizado em Ribeirão Preto/SP, em hospital universitário, junto aos trabalhadores noturnos de enfermagem, apresentou quanto à qualidade de sono diurno desses profissionais, que havia períodos curtos e incompletos, com média de 2 horas de sono por dia com pouca eficácia, sendo esse sono significativamente pior que o sono noturno 2. A percepção de que o trabalho noturno implica em grandes mudanças na vida pessoal, é compartilha entre os trabalhadores de ambos os sexos. A necessidade de se manter em vigília à noite e de repousar de dia permeia vários aspectos da vida cotidiana. Em estudo realizado com trabalhadores noturnos no Rio de Janeiro/RJ, apresentou que o desencontro proveniente do trabalho noturno afeta o relacionamento familiar, principalmente entre os conjugês 11. Além do mais, estudos Tabela 4 - Prejuízos decorrentes do trabalho noturno em relação à vida social e relacionamento com familiares e amigos. Araxá-MG, 21 Prejuízos Vida social Relacionamento familiar Relacionamento com parceiro e amigos 13(72) 11(61) 8(45) 6(75) 4(57) 4(5) 19(7,4) 15(55,5) 12(44,4) Tabela 5 - Queixas mais comuns dos técnicos e auxiliares de enfermagem decorrentes do trabalho noturno. Araxá-MG, 21 Queixas Constipação Intestinal Gastrite/azia Falta de apetite Hipertensão Arterial Problemas Cardíacos Úlcera 5(26) 5(26) 3(16) 3(16) 2(25) 1(12) 3(38) 1(12) 7(26) 6(22,2) 6(22,2) 3(11,1) 3(11,1) 1(3,7) indicam que o tempo dedicado ao lazer tende a ser menor entre esses trabalhadores 11,12. A análise de discurso de trabalhadores noturnos de enfermagem de hospital de ensino da rede pública em Goiânia/GO, apontou que a necessidade de tempo para cuidar de si mesmo, para o lazer e o convívio familiar são deficitárias entre esses profissionais, principalmente pelas dificuldades em reorganizar a rotina, pelo tempo e suas pressões, sendo esses fatores responsáveis por estilos de vida que pouco reconhecem as necessidades humanas desses profissionais 1. Todavia, a capacidade do trabalhador noturno em recompor suas necessidades de repouso e de reorganizar sua vida cotidiana tem forte relação com o apoio proveniente dos familiares, tanto na promoção de ambiente domiciliar favorável para o descanso - com redução de ruídos e de luminosidade para estímulo ao sono, quanto na capacidade de organizar participações em eventos sociais e atividades de lazer conforme disponibilidade de horários desses trabalhadores 1,11,12. A dessincronicidade entre ritmo biológico e a jornada de trabalho também afeta os sistemas orgânicos. Consequências fisiopatológicas estão relacionadas à desorganização do ciclo 92 Saúde Coletiva 212;9 (57): 89-93

6 sono e vigília entre os trabalhadores noturnos, podendo variar desde insônia, irritabilidade, sonolência de dia, até sensação de ressaca e letargia nas reações motoras 4. Os agravamentos dessas situações podem resultar em problemas na digestão e na secreção hormonal, com complicações cardiocirculatórios O trabalho noturno pode provocar mudanças importantes no sistema de secreção de pepsina e de gastrina, causando dificuldades na digestão de certos alimentos ingeridos em determinados períodos do dia, que em longo prazo podem acarretar maiores complicações gastrointestinais. Os distúrbios gastrointestinais, como azia e gastrite, não são comuns numa pessoa normal e quando não há uma causa visível, eles podem decorrer de doença psicossomática, como fadiga crônica e estresse 5, Por sua vez, o repouso inapropriado colabora para o estresse que aumenta a produção de cortisol, levando ao ganho de peso, aumento da glicemia e do colesterol 14. Nesse contexto, os trabalhadores noturnos da enfermagem estão mais susceptíveis a problemas cardiovasculares como hipertensão arterial e taquicardias, e até mesmo infarto do miocárdio 9, Frente aos prejuízos nas relações sociofamiliares e predisposição a desenvolvimento de agravos em saúde, à escolha pelo trabalho do turno da noite entre os profissionais de enfermagem, relaciona-se a diferentes aspectos. Em pesquisa sobre significados do trabalho noturno de enfermagem em cinco instituições de saúde, constatou que o trabalho apresentava pontos positivos como: liderança, inexistência de competição acirrada, ficar longe de fofocas e maior autonomia 6,9. Acrescenta-se as motivações a remuneração financeira, que coloca para o trabalhador a jornada noturna nem sempre como uma escolha pessoal, mas como uma necessidade para complementar seu orçamento e conciliar seus horários em diferentes vínculos empregatíscios 1. Diante dos resultados, são necessárias proposições ao enfrentamento das adversidades impostas pelo trabalho noturno. Essas proposições referem-se a uma estruturação da vida individual, que cada trabalhador noturno de enfermagem necessita organizar sua rotina, privilegiando ações saudáveis, como o repouso de qualidade e o convívio social e familiar. Cabe também aos estabelecimentos de saúde promoverem condições de trabalho adequadas à jornada noturna, que devem ser diferenciadas considerando as peculiaridades que envolvem os trabalhadores desse turno. CONCLUSÃO Praticamente dos técnicos e auxiliares de enfermagem realizavam outras atividades após o trabalho noturno (7,4%). A maioria dorme menos que 8 horas/dia (74,1%), e consideram este tempo de sono satisfatório, embora alguns refiram que não dormem tranquilamente, porque tem o sono perturbado por ruídos (44,4%). Por mais que os técnicos e auxiliares de enfermagem estejam acostumados com trabalho noturno, a maioria acha que traz prejuízos tanto na vida social (7,4%), quanto no relacionamento com os familiares (55,5%) e com parceiro e amigos (44,4%). E ainda, 78% dos homens e 6% das mulheres acreditam que o trabalho noturno prejudica a saúde. Enfim, há necessidade de uma avaliação contínua para valorização dos técnicos e auxiliares que realizam jornada noturna, procurando soluções para que haja um equilíbrio entre as vantagens trabalhistas versus capacidade física dos trabalhadores. Essas soluções podem ser buscadas com a melhoria das condições de trabalho, ou seja, disponibilizando um local específico para descanso durante a jornada de trabalho, alimentação compatível com o trabalho noturno e transporte para retorno ao domicilio, e outras. Referências 1. Neves MJA, Branquinho NCSS, Paranaguá TTB, Barbosa MA, Siqueira KM. Influência do trabalho noturno na qualidade de vida do enfermeiro. Rev Enferm UERJ. 21;18(1): Martino MMF. Arquitetura do sono diurno e ciclos de vigília-sono em enfermeiros nos turnos de trabalho. Rev Esc Enferm USP. 29;43(1): Lisboa MTL, Oliveira MM, Reis LD. O trabalho noturno e a prática de enfermagem: uma percepção dos estudantes de enfermagem. Esc Ana Nery Rev Enferm. 26;1(3): Rotenberg L, Portela LF, Marcondes WB. Gênero e trabalho noturno: sono, cotidiano e vivências de quem troca a noite pelo dia. Cad Saúde Pública. 21;17(3): Moreno CRC, Fischer FM, Rotenberg L. A saúde do trabalhador na sociedade 24 horas. São Paulo Perspec. 23;17(1): Campos MLP, Martino NMF. Aspectos cronobiológicos do ciclo vigília sono e níveis de ansiedade dos enfermeiros nos diferentes turnos de trabalho. Rev Esc Enferm USP. 24;38(4): Metzner RJ, Fischer FM. Fadiga e capacidade para o trabalho em turnos fixos de 12 horas. Rev Saúde Pública. 21;35(6): Fischer FM. Fatores individuais e condições de trabalho e de vida na tolerância ao trabalho em turnos. In: Fischer FM, Moreno CRC, Rotenberg L. Trabalho em turnos e noturno na sociedade 24 horas. São Paulo: Atheneu; Siqueira Junior AC, Siqueira FPC, Gonçalves BGOG. O trabalho noturno e a qualidade de vida dos profissionais de enfermagem. Rev Min Enferm. 26;1(1): Fischer FM, Teixeira LR, Borges FNS. Percepção de sono: duração, qualidade e alerta em profissionais da área de enfermagem. Cad Saúde Pública. 22;18(5): Lisboa MTL, Souza NVDO, Santos DM, Fernandes MC, Ferreira REDS. O trabalho noturno e suas repercussões na saúde do trabalhador de enfermagem Rev Enferm UERJ. 21;18(3): Magalhães AMM, Martins CMS, Falk MLR, Fontes CV, Nunes VB. Perfil dos profissionais de enfermagem do turno noturno do hospital de clínicas de Porto Alegre. Rev HCPA. 27;27(2): Martino NMF. Estudo comparativo de padrões de sono em trabalhadores de enfermagem dos turnos diurnos e noturnos. Rev Panam Saúde Pública. 22;12(2): Silva RM, Beck CLC, Guido LA, Lopes LFD, Santos JLG. Análise quantitativa da satisfação profissional dos enfermeiros que atuam no período noturno. Texto Contexto Enferm. 29;18(2): Saúde Coletiva 212;9 (57):

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Tatiane Paula de Oliveira 1, Adriana Leonidas de Oliveira (orientadora) 2 1 Universidade de Taubaté/ Departamento

Leia mais

Trabalho em Turnos e Impactos na Saúde

Trabalho em Turnos e Impactos na Saúde Avaliação dos impactos do trabalho em turnos noturnos na produção de citocinas inflamatórias salivares e na secreção dos hormônios rítmicos melatonina e cortisol Érica Lui Reinhardt Trabalho em Turnos

Leia mais

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Capítulo 3 Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Maria Inês Monteiro Mestre em Educação UNICAMP; Doutora em Enfermagem USP Professora Associada Depto. de Enfermagem

Leia mais

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE Izabel Cristina Brito da Silva 1 Emanuela Batista Ferreira 2 Jael Maria de Aquino 3 Sílvia Elizabeth Gomes de Medeiros

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

Proteção legal ao trabalhador em relação aos distúrbios decorrentes do trabalho no turno noturno.

Proteção legal ao trabalhador em relação aos distúrbios decorrentes do trabalho no turno noturno. Proteção legal ao trabalhador em relação aos distúrbios decorrentes do trabalho no turno noturno. Acimarney Correia Silva Freitas¹, Amanda Santo de Carvalho², Andressa Vieira Ribeiro 3, Cecilia Gabriela

Leia mais

É preciso ter tempo... e vontade para adquirir hábitos de vida mais saudáveis

É preciso ter tempo... e vontade para adquirir hábitos de vida mais saudáveis É preciso ter tempo...... e vontade para adquirir hábitos de vida mais saudáveis Camila Mendonça (Fonte: Revista Melhor) Em busca de resultados, executivos têm menos tempo para se cuidar, ficam mais estressados

Leia mais

O TRABALHO NOTURNO E A QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

O TRABALHO NOTURNO E A QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM O TRABALHO NOTURNO E A QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NIGHT WORK AND THE QUALITY OF LIFE OF NURSES EL TRABAJO NOCTURNO Y LA CALIDAD DE VIDA DE LOS PROFESIONALES DE ENFERMERÍA Antônio

Leia mais

GRADUAÇÃO E TRABALHO EM ENFERMAGEM RELACIONADOS AO SOFRIMENTO PSÍQUICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

GRADUAÇÃO E TRABALHO EM ENFERMAGEM RELACIONADOS AO SOFRIMENTO PSÍQUICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA GRADUAÇÃO E TRABALHO EM ENFERMAGEM RELACIONADOS AO SOFRIMENTO PSÍQUICO: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Luana Aparecida Alves da Silva 1 Ana Carolina Rossin¹ Thaís Dresch Eberhardt 2 Leonardo Dresch Eberhardt 3

Leia mais

O ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM: análise bibliográfica sobre a temática Maria Antônia Darozo Bandeira¹, Adriana Leonidas de Oliveira²

O ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM: análise bibliográfica sobre a temática Maria Antônia Darozo Bandeira¹, Adriana Leonidas de Oliveira² O ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM: análise bibliográfica sobre a temática Maria Antônia Darozo Bandeira¹, Adriana Leonidas de Oliveira² 1 Psicóloga, Mestranda em Gestão e Desenvolvimento Regional

Leia mais

Atividade Física Referida e Estilo de Vida entre Trabalhadores de Enfermagem em Serviço Público de Saúde

Atividade Física Referida e Estilo de Vida entre Trabalhadores de Enfermagem em Serviço Público de Saúde Capítulo 14 Atividade Física Referida e Estilo de Vida entre Trabalhadores de Enfermagem em Serviço Público de Saúde Manuela de Santana Pi Chillida Mestre em Enfermagem UNICAMP Enfermeira Supervisora,

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT 1 TATIANA CORREA YAMACIRO DOS REIS 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE?

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE? EDITORIAL EDITORIAL INTRODUÇÃO COMBATA O ESTRESSE Sérgio Butka Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba O estresse é uma das grandes pragas do mundo moderno. Este problema sintetiza

Leia mais

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AVALIAÇÃO DA SÍNDROME S DE BURNOUT EM TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AUTORES: KALINE LÍGIA F. CAUDURO VICTOR N. FONTANIVE PAULO V. N. FONTANIVE INTRODUÇÃO A saúde do trabalhador

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA: O PERFIL DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM ATUANTE NO PERÍODO NOTURNO

QUALIDADE DE VIDA: O PERFIL DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM ATUANTE NO PERÍODO NOTURNO QUALIDADE DE VIDA: O PERFIL DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM ATUANTE NO PERÍODO NOTURNO (QUALITY OF LIFE: THE PROFILE OF PROFESSIONAL NURSING ACTING DURING NIGHT) Anathiele Franco 1; Jaqueline Castanharo

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA Reângela Cíntia Rodrigues de Oliveira Lima UFPI/cynthiast_89@hotmail.com Gislany da Rocha Brito - UFPI/gislanyrochasj@hotmail.com

Leia mais

Prof. Ms. Marcos Santana Prof. Dr. Marco Túlio de Mello

Prof. Ms. Marcos Santana Prof. Dr. Marco Túlio de Mello Ritmos Biológicos e Exercício Físico Prof. Ms. Marcos Santana Prof. Dr. Marco Túlio de Mello ... é a ciência que se preocupa com a investigação e objetivamente com a quantificação dos mecanismos da estrutura

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores.

Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Gerenciamento na Atenção Primária à Saúde: potencialidades e desafios vivenciados pelos gestores. Joyce Santiago Ferreira Orientador: Profa. Dra. Claci Fátima Weirich Faculdade de Enfermagem, Goiânia-GO,

Leia mais

As Mulheres e o Trabalho de Cuidar SÃO PAULO,07 DE NOVEMBRO DE 2014.

As Mulheres e o Trabalho de Cuidar SÃO PAULO,07 DE NOVEMBRO DE 2014. As Mulheres e o Trabalho de Cuidar MYRIAN MATSUO II Seminário de Sociologia da FUNDACENTRO: Condições de Trabalho das Mulheres no Brasil SÃO PAULO,07 DE NOVEMBRO DE 2014. Doutora em Sociologia pelo Departamento

Leia mais

A INFLUENCIA DA LOCALIZAÇÃO RESIDENCIAL NO DESEMPENHO DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA UNIJUÍ

A INFLUENCIA DA LOCALIZAÇÃO RESIDENCIAL NO DESEMPENHO DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA UNIJUÍ A INFLUENCIA DA LOCALIZAÇÃO RESIDENCIAL NO DESEMPENHO DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA UNIJUÍ Luciana L. Brandli brandli@detec.unijui.tche.br Cristina E. Pozzobon pozzobon@unijui.tche.br Universidade Regional

Leia mais

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Nara Elizia Souza de OLIVEIRA 1 ; Lizete Malagoni de A. C. OLIVEIRA 2 ; Roselma LUCCHESE

Leia mais

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta. Segurança do Trabalho É o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalações do estabelecimento e de suas máquinas visando à garantia do trabalhador contra riscos ambientais e de

Leia mais

Evanir Soares da Fonseca

Evanir Soares da Fonseca CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde AÇÕES DE COMBATE AO ESTRESSE: PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS TRABALHADORES DA SAÚDE DE PARACATU - MG Evanir Soares

Leia mais

6h diárias - 11 meses

6h diárias - 11 meses 6h diárias - 11 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM AUXILIAR DE VAREJO ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral:

Leia mais

COLÓQUIO POLÍTICAS DE PREVENÇÃO E DE ATENDIMENTO À SAÚDE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO. Cássio Filipe Galvão Bessa Executiva CONTEE

COLÓQUIO POLÍTICAS DE PREVENÇÃO E DE ATENDIMENTO À SAÚDE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO. Cássio Filipe Galvão Bessa Executiva CONTEE COLÓQUIO POLÍTICAS DE PREVENÇÃO E DE ATENDIMENTO À SAÚDE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO Cássio Filipe Galvão Bessa Executiva CONTEE Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores do Ensino Privado no Estado

Leia mais

HORÁRIO DE VERÃO. Cláudio Viveiros de Carvalho Consultor Legislativo da Área XVI Saúde e Sanitarismo ESTUDO ESTUDO

HORÁRIO DE VERÃO. Cláudio Viveiros de Carvalho Consultor Legislativo da Área XVI Saúde e Sanitarismo ESTUDO ESTUDO ESTUDO HORÁRIO DE VERÃO Cláudio Viveiros de Carvalho Consultor Legislativo da Área XVI Saúde e Sanitarismo ESTUDO NOVEMBRO/2009 Câmara dos Deputados Praça 3 Poderes Consultoria Legislativa Anexo III -

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE.

A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE. A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE. Glaucilene A. Martinez Toledo¹, Maria Luiza G. Ferreira², Valquíria A. Saraiva de Moraes³, Cidália Gomes 1 UNIVAP/FCSA Av.

Leia mais

Relatório e Proposta de Programa para Grupos Corporativos: Atividade Física na Promoção da Saúde e Qualidade de Vida

Relatório e Proposta de Programa para Grupos Corporativos: Atividade Física na Promoção da Saúde e Qualidade de Vida 27 Relatório e Proposta de Programa para Grupos Corporativos: Atividade Física na Promoção da Saúde e Qualidade de Vida Simone Simões de Almeida Sganzerla Graduada em Educação Física Especialista em Gestão

Leia mais

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho

Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho 6 Ginástica Laboral como Meio de Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho José Cicero Mangabeira Da Silva Gestor Em Recursos Humanos - Anhanguera Educacional - Campinas-SP Especialista Em Gestão Da Qualidade

Leia mais

Programa de Ginástica Laboral

Programa de Ginástica Laboral Programa de Ginástica Laboral 1. IDENTIFICAÇÃO Nome: Programa de Ginástica Laboral (PGL) Promoção e Organização: Centro de Educação Física, Esportes e Recreação Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto.

Leia mais

SENADO FEDERAL SONO COM QUALIDADE SENADOR CLÉSIO ANDRADE

SENADO FEDERAL SONO COM QUALIDADE SENADOR CLÉSIO ANDRADE SENADO FEDERAL SONO COM QUALIDADE SENADOR CLÉSIO ANDRADE 2 Sono com qualidade apresentação Uma boa noite de sono nos fazer sentir bem e com as forças renovadas. O contrário também vale. Uma péssima noite

Leia mais

Madrid, Organismo Internacional

Madrid, Organismo Internacional RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia ISSN: 1138-2783 ried@edu.uned.es Asociación Iberoamericana de Educación Superior a Distancia Organismo Internacional Dainez Condé, Robson Augusto;

Leia mais

REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DO SONO ¹

REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DO SONO ¹ REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DO SONO ¹ Conceição, D.²; Feltrin, J.²; Gracioli, M.³; Moro, A.²; Oliveira, D.²; Pereira, S.²; Rodrigues, A.² 1-Trabalho de pesquisa-unifra 2-Acadêmicos do curso

Leia mais

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS.

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. Jéssica Aparecida Gregório Ferreira (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Lais Daniele Lourenço da Silva (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Silvio

Leia mais

BARBOSA, Bruno Ferreira do Serrado 1 LOURENÇO, Bruno da Silva 2 SOUZA, Camila Cruz de 3 GONÇALVES, Albina Nascimento da Rocha 4

BARBOSA, Bruno Ferreira do Serrado 1 LOURENÇO, Bruno da Silva 2 SOUZA, Camila Cruz de 3 GONÇALVES, Albina Nascimento da Rocha 4 O QUE TE ESTRESSA, PROFESSOR? PANORAMA DO ESTRESSE DE PROFESSORES DA ESCOLA DE SAÚDE DO MEIO AMBIENTE DE UMA UNIVERSIDADE DA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO BARBOSA, Bruno Ferreira do Serrado 1 LOURENÇO,

Leia mais

Acta Scientiarum. Human and Social Sciences ISSN: 1679-7361 eduem@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil

Acta Scientiarum. Human and Social Sciences ISSN: 1679-7361 eduem@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil Acta Scientiarum. Human and Social Sciences ISSN: 1679-7361 eduem@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil de Amorim Neves, Lígia Um estudo sobre a escrita literária de Valêncio Xavier Acta Scientiarum.

Leia mais

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 PERFIL DOS PROFESSORES-PESQUISADORES DOS CURSOS DA SAÚDE DE UMA UNIVERSIDADE CEARENSE Palavras-chave: Educação

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO

IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO IMPORTÂNCIA DA RECREAÇÃO PARA O IDOSO INSTITUCIONALIZADO Eliane de Sousa Leite/Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. E-mail: elianeleitesousa@yahoo.com.br Jeruzete Almeida de Menezes/ Universidade

Leia mais

Oficina 2. Maria Izabel Azevedo Noronha SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO. 29 de Novembro de 2008. Palestrante:

Oficina 2. Maria Izabel Azevedo Noronha SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO. 29 de Novembro de 2008. Palestrante: Palestrante: Seminário Nacional de Saúde Mental e Trabalho São Paulo, 28 e 29 de novembro de 2008 Maria Izabel Azevedo Noronha Oficina 2 SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO 29 de Novembro de 2008

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA FACULDADE REDENTOR DEPARTAMENTO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E ATUALIZAÇÃO AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DO TÉCNICO DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Autores: Denis Pimentel França Prof.ª Orientadora:

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

Linhagem de Sim 46,6 Enfermagem Fonte: Pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil - 2013. FIOCRUZ/COFEN

Linhagem de Sim 46,6 Enfermagem Fonte: Pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil - 2013. FIOCRUZ/COFEN 1 QUADRO RESUMO PERFIL SÓCIO ECONOMICO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM BRASIL BLOCO 1 Descrição (%) Distribuição por região Categoria profissional Sexo Faixa etária Fases de vida profissional Nacionalidade Município

Leia mais

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial Eliane Maria Monteiro da Fonte DCS / PPGS UFPE Recife PE - Brasil Pesquisa realizada pelo NUCEM,

Leia mais

TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

TÍTULO: SE TOCA MULHER CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO

Leia mais

Poluição sonora no município de São Paulo: avaliação do ruído e o impacto da exposição na saúde da população

Poluição sonora no município de São Paulo: avaliação do ruído e o impacto da exposição na saúde da população Poluição sonora no município de São Paulo: avaliação do ruído e o impacto da exposição na saúde da população Introdução O ruído pode ser definido como um som desagradável e indesejável que pode afetar

Leia mais

O USO DA INFORMÁTICA NA REDE BÁSICA E HOSPITALAR DA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO (S.P.)

O USO DA INFORMÁTICA NA REDE BÁSICA E HOSPITALAR DA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO (S.P.) O USO DA INFORMÁTICA NA REDE BÁSICA E HOSPITALAR DA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO (S.P.) Cristina Maria Galvão * Namie Okino Sawada * GALVÃO, C. M.; SAWADA, N. O. O uso da informática na rede básica e hospitalar

Leia mais

Proposta de inserção da Cronobiologia na educação infantil

Proposta de inserção da Cronobiologia na educação infantil Proposta de inserção da Cronobiologia na educação infantil 1. Apresentação 2.Inserção da Cronobiologia na pré-escola 3.Inserção da Cronobiologia no fundamental ciclo I 4.Referências. 1. Apresentação Este

Leia mais

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR Danielle Satie Kassada 1 ; Fernando Luis Panin Lopes 2 ; Daiane Ayumi Kassada 3 RESUMO: O

Leia mais

PROJETO DE ATIVIDADE DE EXTENSÃO

PROJETO DE ATIVIDADE DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO ( x ) Área 1 Humanas ( ) Área 2 Saúde ITPAC - Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína Av. Filadélfia,

Leia mais

A Importância do Sono

A Importância do Sono 1 A Importância do Sono Dra. Regeane Trabulsi Cronfli É um total contra-senso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de insônia, haja aquelas que, iludidas pelos

Leia mais

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente 16 Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente Leidiane Silva Oliveira Chagas Gestora de Recursos Humanos - Anhanguera Educacional

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ 1 EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Renise Bastos Farias Dias (UFAL) renisebastos@gmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa de campo, de análise quantitativa, realizada

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação

Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação QUÍMICA DO SONO Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação combinada de diversas substâncias químicas

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

AS CONTRIBUIÇÕES DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO AS CONTRIBUIÇÕES DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO EDILEUZA DE FREITAS MIRANDA DE MENDONÇA Universidade Estadual de Goiás (Brasil) Campus BR 153, Km 98, CEP: 75001-970

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

Problemas de sono. Características do sono

Problemas de sono. Características do sono Problemas de sono Imagem de Revista Corpore - Por uma vida melhor. Sono saudável O sono é o momento em que o corpo repousa com o intuito de recuperar energias para o dia seguinte e é um indispensável reparador

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização.

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

ADOECIMENTO MENTAL EM DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL I e II

ADOECIMENTO MENTAL EM DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL I e II ADOECIMENTO MENTAL EM DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL I e II Laísa Karine da Silva (PIBIC/FA), Ana Lúcia De Grandi (Orientadora), e-mail: laisas@live.com Universidade Estadual do Norte do Paraná/Campus

Leia mais

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO 88 NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO FIRST NURSING CURRICULUM IN BRAZIL AND ARGENTINA: A COMPARATIVE STUDY EN PRIMER CURRÍCULO DE ENFERMERÍA EN BRASIL

Leia mais

o Ressonar e a Apneia de Sono

o Ressonar e a Apneia de Sono o Ressonar e a Apneia de Sono sintomas diagnóstico tratamento O ressonar apesar de ser comum, fonte de brincadeiras e aceite como normal na população em geral é de facto uma perturbação que não deve ser

Leia mais

Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima Coordenador do Laboratório de Geografia Médica e Vigilância em Saúde Universidade Federal de Uberlândia - Brasil

Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima Coordenador do Laboratório de Geografia Médica e Vigilância em Saúde Universidade Federal de Uberlândia - Brasil DIAGNÓSTICO DA SAÚDE AMBIENTAL PARA A CONSTRUÇÃO DE TERRITÓRIOS SAUDÁVEIS COM ESTRATÉGIAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO BAIRRO LAGOINHA, UBERLÂNDIA - BRASIL Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima Coordenador do Laboratório

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA III MESTRADO EM BIOÉTICA PROGRAMAS DE CUIDADOS CONTINUADOS: A DIGNIDADE HUMANA NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM Maria João Santos Rodrigues

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004 DESIGUALDADE RACIAL EM MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS (ROTEIRO DE DIVULGAÇÃO) Embora a segregação racial esteja presente em várias manifestações e estruturas da sociedade brasileira, o mercado de

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

Cuidados paliativos e a assistência ao luto

Cuidados paliativos e a assistência ao luto Cuidados paliativos e a assistência ao luto O processo de luto tem início a partir do momento em que é recebido o diagnóstico de uma doença fatal ou potencialmente fatal. As perdas decorrentes assim se

Leia mais

MÉTODO MÃE CANGURU: PERCEPÇÃO DAS PUÉRPERAS DE UMA MATERNIDADE NO ESTADO DA PARAÍBA

MÉTODO MÃE CANGURU: PERCEPÇÃO DAS PUÉRPERAS DE UMA MATERNIDADE NO ESTADO DA PARAÍBA MÉTODO MÃE CANGURU: PERCEPÇÃO DAS PUÉRPERAS DE UMA MATERNIDADE NO ESTADO DA PARAÍBA BEZERRA, Nanci Candido, Faculdade Santa Maria, nanci.candido26@gmail.com. SILVA, Evandro Dantas, Faculdade Santa Maria.

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

SMAD 2009 Volumen 5 Número

SMAD 2009 Volumen 5 Número SAÚDE MENTAL DE TRABALHADORES DE SETORES ADMINISTRATIVOS DE UMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL E ESTRUTURAS METÁLICAS Juliana Ribeiro 1 ; Juliana Dias Reis Pessalacia 2 ; Amanda Ap. Mattos 1 ; Franciele Aramaki

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT)

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) BIBLIOGRAFIA Oliveira, Aristeu de. Manual de Salários e Benefícios. 1. ed. São Paulo : Atlas, 2006. Cap. 20 pág. 71 a 73. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ID: 103 A IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL, NA PERSPECTIVA DO ENFERMEIRO Enfa. Aryhadne Michelle Chimicoviacki Machado

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DISCIPLINA DE GERIATRIA 4º ANO / 2012

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DISCIPLINA DE GERIATRIA 4º ANO / 2012 FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DISCIPLINA DE GERIATRIA CURSO DE CLÍNICA MÉDICA 4º ANO / 2012 Coordenação: Dra. Elina Lika Kikuchi Professor Responsável: Prof. Dr. Wilson Jacob Filho

Leia mais

O CONCEITO DA LUZ CIRCADIANA E SUAS IMPLICAÇÕES NA ARQUITETURA

O CONCEITO DA LUZ CIRCADIANA E SUAS IMPLICAÇÕES NA ARQUITETURA ANAIS DA 67ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - SÃO CARLOS - SP - JULHO/2015 O CONCEITO DA LUZ CIRCADIANA E SUAS IMPLICAÇÕES NA ARQUITETURA Dra. Betina Tschiedel Martau Arquiteta e Urbanista, Professora Adjunta III

Leia mais

1º O PIPG compreende as seguintes ações:

1º O PIPG compreende as seguintes ações: RESOLUÇÃO N o 005, de 25 de fevereiro de 2013. Regulamenta o Programa de Incentivo à Pós-Graduação Stricto Sensu (PIPG) da UFSJ. A PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI

Leia mais

Diretos do paciente:

Diretos do paciente: Diretos do paciente: Criada no sentido de incentivar a humanização do atendimento ao paciente, a Lei 10.241, promulgada pelo governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, em 17 de março de 1999, dispõe

Leia mais

O QUE TE ESTRESSA, PROFESSOR? : PANORAMA DO ESTRESSE DE PROFESSORES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE DA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO.

O QUE TE ESTRESSA, PROFESSOR? : PANORAMA DO ESTRESSE DE PROFESSORES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE DA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO. Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 43 53 O QUE TE ESTRESSA, PROFESSOR? : PANORAMA DO ESTRESSE DE PROFESSORES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE DA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO.

Leia mais

PESQUISA MAU HÁLITO NO IDOSO - ABHA - 2013

PESQUISA MAU HÁLITO NO IDOSO - ABHA - 2013 PESQUISA MAU HÁLITO NO IDOSO - ABHA - 2013 A estrutura etária da população brasileira vem mudando ao longo dos anos, com aumento da expectativa de vida. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia

Leia mais

MUDANÇA NO PROCESSO QUE ENVOLVE ESCALAS DE FOLGAS DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM

MUDANÇA NO PROCESSO QUE ENVOLVE ESCALAS DE FOLGAS DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM 762 RELATO DE EXPERIÊNCIA MUDANÇA NO PROCESSO QUE ENVOLVE ESCALAS DE FOLGAS DE AUXILIARES DE ENFERMAGEM Kátia Bica KERETZKY a Adriano Silveira VARGAS b Márcia Elaine Costa do NASCIMENTO c Isabel Cristina

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM

EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM EDUCAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA: INSTRUMENTO PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM Eliese Denardi Cesar 1 Luciane Stanislawski de Souza 2 Roberta Mota Holzschuh 3 Graciela Gonsalves Borba 4 Janaína Kettenhuber

Leia mais

Título: Monitoria: Recurso de integração teórico - prática

Título: Monitoria: Recurso de integração teórico - prática Título: Monitoria: Recurso de integração teórico - prática Caracterização do problema: o laboratório de praticas integradas busca proporcionar aos acadêmicos de medicina da UNIDERP um ambiente que favoreça

Leia mais

PERCEPÇÃO DE AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM SOBRE A ESCALA DE TRABALHO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 1

PERCEPÇÃO DE AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM SOBRE A ESCALA DE TRABALHO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 1 PERCEPÇÃO DE AUXILIARES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM SOBRE A ESCALA DE TRABALHO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 1 Larissa Carolina Rios (Apresentador) 1, Adriana Zilly (Colaborador) 2, Maria de Lourdes de

Leia mais

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias (NEPB/UFPB) kalinacoeli@gmail.com Ana

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE*

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* Janaína Verônica Lahm 1 Elizabeth Maria Lazzarotto INTRODUÇÃO: A preocupação com o meio ambiente começou somente no final do século passado,

Leia mais

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 3 - CALOR PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 3 - CALOR PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 3 - CALOR PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO 1. Objetivos 1.1 Definir critérios para a caracterização e controle dos riscos à saúde dos trabalhadores decorrentes

Leia mais