Gabinete de Informação Financeira Relatório Anual

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gabinete de Informação Financeira Relatório Anual"

Transcrição

1

2 Gabinete de Informação Financeira Relatório Anual 2012

3

4 ÍNDICE CAPÍTULO I CAPÍTULO II INTRODUÇÃO...42 CONTEXTO HISTÓRICO E ESTRUTURA ORGÂNICA Contexto histórico e novos desafios Funções e Estrutura Orgânica Tarefas principais do GIF Recursos Humanos do GIF...48 CAPÍTULO III SITUAÇÃO ACTUAL RESPEITANTE À COMUNICAÇÃO DE TRANSACÇÕES SUSPEITAS (STRs) Dados estatísticos Estatísticas referentes às tipologias mais frequentes das alegadas formas de branqueamento de capitais...51 CAPÍTULO IV COMBATE AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO EM MACAU Coordenação do Grupo de Trabalho Interdepartamental AML/CFT Revisão do quadro normativo AML/CFT Sub Grupo de Trabalho dedicado ao estudo da implementação de medidas de Congelamento de Bens ao abrigo do estipulado pelas Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas Sub Grupo de Trabalho destinado às NPOs Implementação das recomendações constantes do Relatório de Avaliação Mútua Conjunta APG/GIFCS e adopção das novas 40 Recomendações do GAFI Cooperação com os órgãos judiciários e de polícia criminal e entidades de supervisão no âmbito da partilha de informação Visitas de entidades sujeitas ao dever de participar transacções suspeitas e outras entidades Cooperação internacional Acções de formação Sensibilização pública Participação em conferências internacionais...75 CAPÍTULO V ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS Participação electrónica de STRs e participação online de STRs Melhoramento da segurança da informação...81 CAPÍTULO VI DESAFIOS E PERSPECTIVAS

5 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO As notas finais do Relatório Anual do GIF de 2011 antecipavam o ano de 2012 como um ano de novos desafios no desenvolvimento dos trabalhos na área AML/CFT e a realidade veio a demonstrar que essas previsões se revelavam acertadas. Duma perspectiva económica 2012 apresentava-se como um ano envolto em incerteza. Não obstante os mercados financeiros terem apresentado resultados globalmente positivos, a economia mundial apresentava sinais duma recuperação extremamente lenta. A crise das dívidas soberanas europeias, apesar de apresentar sinais de algum abrandamento, ainda pairava sobre a economia global com alguns países europeus à beira de processos de recessão acentuada. A economia americana apesar de apresentar alguns sinais de recuperação ainda apresentava igualmente sinais de uma consolidação longe da estabilidade desejada. No que respeita à China, não obstante ter apresentado uma taxa de crescimento do PIB de 7.8% em 2012 e, como tal, se ter apresentado como um caso ímpar a nível mundial no ano de 2012, esse mesmo crescimento traduziu-se no menor crescimento do PIB verificado nos últimos 3 anos. A desacelaração da economia mundial e da China em particular provocou uma idêntica desacelaração no crescimento da economia de Macau. O crescimento verificado no terceiro trimestre foi de apenas 10% tornando-se no mais baixo crescimento verificado na economia de Macau desde Este menor crescimento deveu-se sobretudo a uma queda nas exportações de serviços relacionados com o sector do jogo e num crescimento muito moderado dos gastos realizados pelos visitantes da RAEM. De qualquer maneira este menor crescimento da economia local ainda torna a RAEM alvo de inveja dos seus mais directos competidores. Com a economia mundial a caminhar no sentido duma ainda incerta estabilização num futuro próximo, Macau deverá ainda adoptar uma perspectiva prudente mas optimista no que respeita à evolução económica no futuro próximo. Se bem que com o crescimento se verifique um constante influxo de fundos e com estes, tal como nos maiores centros financeiros do mundo, se verifique um crescente risco associado à potencial entrada na economia de fundos de origem ilícita. Por isso mesmo a RAEM deverá manter uma constante atenção reforçando as medidas necessárias para que não se transforme nem seja usada como um centro de atracção de capitais de natureza ilícita. O ano de 2012 assumiu também a natureza de ano de referência no combate ao branqueamento de capitais. O Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI), organização de referência internacional no estabelecimento de padrões no combate ao branqueamento de capitais, 42

6 procedeu à revisão das suas 40 Recomendações tendo adoptado uma nova versão em Fevereiro de A adopção destes novos padrões de referência implicaram igualmente a adopção duma nova Metodologia para Avaliação Mútua dos países participantes, a qual introduziu duma forma clara o conceito de Eficácia lado a lado com o anteriormente padrão de referência denominado de Cumprimento Técnico. Esta nova metodologia trouxe consigo novos desafios às jurisdições sujeitas ao processo de avaliação sendo que novas ideias e novos peritos são necessários por forma a responder a estes novos desafios. A revisão das Lei de Prevenção e Repressão do Crime de Branqueamento de Capitais e Lei de Prevenção e Repressão dos Crimes de Terrorismo e do Regulamento Administrativo com elas relacionado foi uma das tarefas de maior importância desenvolvidas pelo GIF ao longo do ano de 2012 uma vez que a revisão destes diplomas legais é essencial para a implementação das medidas de recomendação constantes do Relatório de Avaliação Mútua Conjunta de Macau de 2006 bem como dos novos requisitos constantes das recentemente aprovadas Recomendações do GAFI. O GIF e o Grupo de Trabalho Interdepartamental AML/CFT desenvolveram muitos dos seus esforços nesta tarefa de revisão destes diplomas legais em termos que melhor serão desenvolvidos noutro capítulo deste Relatório Anual. Por forma a responder aos desafios representados pelas alterações introduzidas pelas novas Recomendações do GAFI e pela nova Metodologia o GIF conduziu igualmente algumas acções de formação e seminários por forma a promover a sua divulgação junto dos sectores público e privado. No plano doméstico a comunicação e coordenação entre o GIF e os órgãos de polícia criminal e entidades com responsabilidade de supervisão foram igualmente reforçadas e intensificadas no intuito de aperfeiçoar quer o quadro normativo vigente quer o ambiente operacional verificado na RAEM. Para além disso o GIF tem vindo a assumir uma participação pró-activa na comunidade internacional de referência no domínio do combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo através da participação em diferentes organizações internacionais e respectivos encontros e reuniões de trabalho e workshops e participando em diversos projectos de assistência técnica. Demonstra-se desta forma o empenhamento do GIF no domínio da cooperação internacional ao mesmo tempo que se alcança um maior nível de experiência fundamental para um cabal e efectivo desempenho das atribuições e competências do GIF no domínio do combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo. Sendo parte integrante das competências do GIF, a troca de informação com entidades suas congéneres do exterior foi igualmente intensificada ao longo de Tal como em anos anteriores a missão do GIF não teria sido tão efectivamente desempenhada 43

7 se não fosse o forte apoio do Governo da RAEM, em particular do Exm. Sr. Secretário para a Economia e Finanças. Agradecimentos são igualmente devidos à Autoridade Monetária de Macau (AMCM), Comissariado Contra a Corrupção (CCAC), Comissão Independente para o Exercício do Poder Disciplinar sobre os Solicitadores (CIEPDSS), a Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ), a Direcção dos Serviços dos Assuntos de Justiça (DSAJ), a Direcção dos Serviços de Economia (DSE), a Direcção dos Serviços de Finanças (DSF), a Direcção dos Serviços da Reforma Jurídica e do Direito Internacional (DSRJDI), o Instituto para a Promoção do Investimento em Macau (IPIM), o Ministério Público (MP), a Polícia Judiciária (PJ), os Seviços de Alfândega (SA), os Serviços de Polícia Unitários (SPU) e a Associação dos Advogados de Macau (AAM) bem como outras entidades do Governo e do sector privado. O apoio de todos eles foi mais importante que nunca sobretudo durante o processo de revisão do quadro normativo em vigor na área AML/CFT. Finalmente uma palavra de apreço é devida a todos os funcionários do GIF pelo árduo trabalho desenvolvido ao longo do ano que passou. O GIF, com o apoio de todas estas entidades, continuará a envidar os melhores dos seus esforços no sentido de preservar a RAEM dos riscos associados ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo. 44

8 CAPÍTULO II CONTEXTO HISTÓRICO E ESTRUTURA ORGÂNICA 2.1 Contexto histórico e novos desafios O GIF foi criado através do Despacho do Chefe do Executivo n. 227/2006 em 8 de Agosto do mesmo ano com a função central de recolher, analisar e disseminar informação relativa a transacções suspeitas de envolver a comissão dos crimes de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo. A criação do GIF aconteceu resultante do imperativo legal contido nas Lei n. 2/2006 e Lei n. 3/2006 respectivamente a Lei de Prevenção e Repressão do Crime de Branqueamento de Capitais e Lei de Prevenção e Repressão dos Crimes de Terrorismo. Nos termos do Despacho do Chefe do Executivo n. 227/2006 o GIF foi criado enquanto equipa de projecto com a duração determinada de três anos eventualmente renováveis através de Despacho do Chefe do Executivo. Nos termos do Despacho do Chefe do Executivo n. 80/2012, o periodo de funcionamento do GIF foi renovado por um periodo de três anos até 7 de Agosto de Funções e Estrutura Orgânica Coordenador/ Coordenador-Adjunto Núcleo de Assuntos Jurídicos Núcleo de Análise Técnica Núcleo de Apoio Técnico de Informática Núcleo de Apoio Administrativo e Serviços Gerais Núcleo de Estudo de Políticas e Aplicação de Regulamentos Núcleo de Recolha e Análise dos Relatórios de Transacções Suspeitas Núcleo de Estatísticas e de Desenvolvimento de Tipologias Núcleo de Sensibilização, Divulgação e Formação É função principal do GIF centralizar, analisar e disseminar as informações por si recolhidas, 45

9 por entre os órgãos de polícia criminal e autoridades judiciárias, bem como quaisquer outras entidades com competências de prevenção ou repressão do crime de branqueamento de capitais ou do crime de financiamento ao terrorismo. Para prossecução da função referida, compete ao GIF: - Receber as informações prestadas ao GIF e com os elementos constantes das mesmas criar e manter uma base de dados; - Analisar as informações recebidas e participar ao MP as operações suspeitas da prática do crime de branqueamento de capitais ou do crime de financiamento ao terrorismo; - Apoiar, quando fundamentadamente solicitado, os órgãos de polícia criminal e as autoridades judiciárias, bem como quaisquer outras entidades com competências de prevenção ou repressão do crime de branqueamento de capitais ou do crime de financiamento ao terrorismo, designadamente através da cedência de dados e da prestação de apoio técnico-pericial; - Facultar a, e receber de, entidades exteriores à Região Administrativa Especial de Macau as informações respeitantes ao crime de branqueamento de capitais ou ao crime de financiamento ao terrorismo, em cumprimento de acordos inter-regionais ou de qualquer outro instrumento de Direito Internacional, nos termos das respectivas normas; - Colaborar na elaboração e revisão das orientações contra o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo com as entidades públicas com responsabilidades pela emissão dessas mesmas orientações; - Desenvolver acções de divulgação e educação do público em geral sobre temáticas relacionadas com o combate ao crime de branqueamento de capitais e ao crime de financiamento ao terrorismo. 2.3 Tarefas principais do GIF Ao Coordenador do Gabinete compete dirigir e efectuar a gestão do pessoal e coordenar os respectivos trabalhos, com vista a cumprir as atribuições previstas no n. º 2 do artigo 8.º da Lei n.º 2/2006, artigo 11.º da Lei n.º 3/2006 e Despacho do Chefe do Executivo n.º 227/2006. As tarefas do GIF consistem principalmente em quatro vertentes: estudo de políticas e aplicação de regulamentos, recolha e análise dos relatórios de transacções suspeitas, estatística e desenvolvimento de tipologias, bem como sensibilização, divulgação e formação. O apoio logístico é prestado por três equipas de trabalho: núcleo dos assuntos jurídicos, de apoio técnico de informática e de apoio administrativo e serviços gerais. 46

10 Núcleo de Estudo de Políticas e Aplicação de Regulamentos Cabe a este núcleo manter a articulação com o desenvolvimento internacional e actualizar as informações sobre os critérios, legislação e convenções internacionais. Este núcleo tem ainda a responsabilidade de tratar dos contactos com as organizações internacionais, tais como o Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI), Grupo Ásia/Pacífico contra o Branqueamento de Capitais (APG) e Grupo de Egmont, e responder aos diversos tipos de inquérito de avaliação e pedidos de informações de natureza similar. No plano doméstico este núcleo é responsável por acompanhar as alterações de diplomas legais da RAEM e propôr medidas que se adaptem às novas realidades. Núcleo de Recolha e Análise dos Relatórios de Transacções Suspeitas Cabe a este núcleo receber os relatórios de transacções suspeitas que lhe sejam fornecidos e efectuar a sua análise, assim como registar o conteúdo dos relatórios na base de dados. Este núcleo verifica os relatórios recebidos por forma a assegurar que toda a informação foi submetida correctamente e dá respostas preliminares em tempo útil às entidades reportantes, depois de confirmar a sua exactidão. A esta resposta inicial à entidade reportante outras se seguirão se entretanto se justificarem. Além disso, analisa a conformidade entre as informações contidas nos relatórios ou nos registos na base de dados e as prestadas pelos órgãos judiciários ou entidades similares do exterior. O GIF dispõe ainda de poderes que lhe permitem solicitar às entidades reportantes informações mais pormenorizadas para análise mais profunda, cabendo-lhe ainda a participação dos casos considerados efectivamente suspeitos ao MP. Núcleo de Estatística e de Desenvolvimento de Tipologias Cabe a este núcleo elaborar periodicamente estatísticas sobre as informações de transacções suspeitas e providenciar informações educativas aos serviços públicos e entidades com competência de supervisão e ainda aos operadores económicos, tais como as tendências e tipologias identificadas através da análise dos casos comunicados. Núcleo de Sensibilização, Divulgação e Formação Efectuar a divulgação e sensibilização junto do público das informações sobre o combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento ao terrorismo constitui uma das tarefas principais do GIF. Para tal, o GIF tem de procurar diversos tipos de recursos de formação, nomeadamente convidar peritos locais ou do exterior para ministrar acções de formação ou participar nos cursos e seminários organizados por entidades internacionais. Por outro lado, implementa de forma permanente projectos para conhecimento público, como por exemplo, divulgação de folhetos, comunicados à imprensa e actividades promocionais através dos órgãos de comunicação social, 47

11 no sentido de elevar o alerta dos cidadãos relativamente ao crime de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo. 2.4 Recursos Humanos do GIF O GIF foi criado há seis anos e, após um rápido crescimento inicial no quadro de pessoal nos primeiros três anos, tem vindo a manter uma relativa estabilidade no seu quadro de trabalhadores. O actual número de profissionais a desempenhar funções no GIF é o seguinte: Ano Coordenador Jurista Análise técnica de STRs Apoio administrativo STRs Apoio informático Serviços administrativos e apoio geral Total Comparativamente a 2011 verifica-se a saída de um trabalhador da área dos serviços administrativos e apoio geral enquanto o número de trabalhadores das outras áreas tais como análise técnica de STRs, apoio administrativo STRs e apoio informático permanece inalterado. Como tal o número total de trabalhadores do GIF decresceu de 37 para 36. De qualquer forma com o crescimento do GIF o seu quadro de trabalhadores foi igualmente acumulando experiência do que resultou um maior nível de eficácia global do Gabinete. Com a implementação dos novos meios informáticos de apoio e o reforço da componente de treino do pessoal, a capacidade analítica do pessoal de análise técnica de STRs foi reforçada. Para além disso, os níveis de eficácia e eficiência no processamento de STRs foi igualmente melhorado. Tais factos permitiram que o pessoal de análise técnica de STRs fosse capaz de dar resposta ao constante crescimento no número de STRs recebidos bem como à expansão das suas tarefas e responsabilidades. 48

12 CAPÍTULO III SITUAÇÃO ACTUAL RESPEITANTE À COMUNICAÇÃO DE TRANSACÇÕES SUSPEITAS (STRs) 3.1 Dados estatísticos De acordo com o estabelecido no Despacho do Chefe do Executivo n. 227/2006, a recepção e análise de STRs é uma das tarefas fundamentais do GIF. Através da realização de acções de formação e seminários destinados ao sector privado e com a publicação de folhetos informativos a consciencialização dos operadores económicos para as questões relacionadas com as questões AML/ CFT tem vindo a elevar-se. Tal facto é demonstrado através do crescente número de STRs recebidos pelo GIF entre 2007 e Em comparação com o ano anterior em 2012 foram recebidos pelo GIF mais 277 STRs o que representa um acréscimo percentual de 18%. O número total de STRs recebidos pelo GIF e a sua variação relativamente aos anos anteriores é o seguinte: Ano Número de STRs Variação % % , % , % , % , % Informação estatística relativa aos STRs recebidos é fornecida na Tabela 1 e Gráfico 1. Os dois sectores mais activos na participação de STRs são o sector dos jogos de fortuna ou azar e o sector financeiro, os quais são responsáveis por 99% dos STRs recebidos pelo GIF em Do total de 1840 STRs recebidos das entidades reportantes no ano em apreço, 510 foram participados por instituições pertencentes ao sector financeiro, 1328 foram participados por entidades pertencentes ao sector dos jogos de fortuna ou azar e 2 foram participados por outras instituições. O facto das entidades pertencentes ao sector dos jogos de fortuna ou azar terem participado a maioria dos STRs (constituindo um incremento de 22.7% relativamente aos dados relativos ao ano anterior) devese ao facto do sector se encontrar em franca expansão na economia da RAEM. Por outro lado os STRs provenientes do sector financeiro revelaram um crescimento de 6.9% para um total de 49

13 510 quando comparado com os dados relativos a Estes números são razoáveis e reflectem muito provavelmente uma maior sensibilização das instituições financeiras para as questões AML/ CFT. Entretanto verifica-se um incremento significativo na qualidade dos STRs participados por instituições financeiras. Estes dados reflectem os esforços desenvolvidos pelas instituições financeiras no sentido de melhorarem os seus sistemas internos de cumprimento das obrigações AML/CFT. Tabela 1: Dados estatísticos do número de STRs recebidos em 2012 Entidade reportante Número de STRs Variação ( 11 vs 12) Provenientes de instituições financeiras e companhias de seguros Provenientes de entidades relacionadas com a indústria do jogo Provenientes de outros operadores económicos % ,082 1, % (50%) Total ,156 1,220 1,563 1,840 18% Gráfico 1: Estatísticas dos STRs recebidos Número de STRs recebidos Provenientes de outros operadores ecnómicos Provenientes de entidades relacionadas com a indústria do jogo Provenientes de instrituições financeiras e companhias de seguros 50 Ano

14 Durante o ano de 2012, o GIF remeteu 166 STRs para o MP, correspondendo a um decréscimo de 13% quando comparado com os 190 enviados em Estatísticas referentes às tipologias mais frequentes das alegadas formas de branqueamento de capitais O GIF tem vindo a estudar as maiores tendências verificadas constantes dos STRs recebidos no período entre 2007 e As 8 tendências mais comuns verificadas são basicamente as mesmas verificadas em anos anteriores ainda que em ordem distinta. Este facto demonstra que os tipos de transacção detectados através da análise dos STRs não têm sofrido alterações muito substanciais ao longo do último ano. Impossibilidade de obtenção dos elementos de identificação/outra informação pessoal relevante continua a ocupar o lugar cimeiro da lista sendo que se trata igualmente da tipologia mais frequente encontrada no sector do jogo, enquanto que as Transferências electrónicas suspeitas são a tipologia mais frequente encontrada no domínio das instituições financeiras. Para além disso Indivíduos constantes de listas de alerta internacionais ou outras listas de vigilância e Conversão de fichas sem actividade de jogo significativa são igualmente tipologias comuns resultantes da análise dos STRs recebidos. As 10 tipologias mais comuns resultantes da análise de STRs recebidos em 2012 são (por ordem de ocorrência) as constantes dos seguintes gráfico 2 e tabela 2. Gráfico2: Hierarquia das estatísticas de tipologias verificadas através da análise de STRs em 2011 STRs Tipologias 51

15 Tabela 2: Hierarquia das estatísticas de tipologias verificadas através da análise dos Relatórios de Transacções Suspeitas (por ordem de ocorrência) 1 2 Tipologias Impossibilidade de obtenção dos elementos de identificação/outra informação pessoal relevante Indivíduos constantes de listas de alerta internacionais ou outras listas de vigilância Número de STRs Conversão de fichas sem actividade de jogo significativa Transferências electrónicas suspeitas Operações de câmbio /troca de moeda Depósitos elevados em numerário sem possibilidade de determinação da origem dos fundos Uso de cheques/notas promissórias/transferências bancárias etc. para a transferência de fundos Levantamentos de elevadas quantias de forma irregular 78 9 Operações relacionadas com pessoas politicamente expostas (PEPs) Operações suspeitas de envolver actividades financeiras ilícitas ou não autorizadas Outras* 365 * Outras tipologias incluem actividades ilícitas de jogo (casinos, corridas de cavalos, jogo através da internet etc.) titulares de contas emitem/recebem cheques de casinos, utilização suspeita de cartões de débito e crédito, utilização suspeita de ATMs/ serviços telefónicos bancários/máquinas automáticas de depósitos, depósitos efectuados em contas de cartão de crédito, etc. 52

16 CAPÍTULO IV COMBATE AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO EM MACAU 4.1 Coordenação do Grupo de Trabalho Interdepartmental AML/CFT Desde o seu estabelecimento em 2002 o Grupo de Trabalho Interdepartamental AML/ CFT (doravante designada abreviadamente por Grupo de Trabalho) tem vindo a proceder ao acompanhamento da implementação das recomendações constantes dos Relatórios de Avaliação Mútua Conjunta APG/GIFCS (Group of International Finance Centre Supervisors) 1, através da coordenação, cooperação e troca de informação entre os diferentes serviços da Administração da RAEM com responsabilidades na implementação de medidas na área AML/CFT. O GIF coordena este Grupo de Trabalho e as suas reuniões ocorrem regularmente. De momento têm assento neste Grupo de Trabalho representantes de 14 serviços da Administração da RAEM com responsabilidades de supervisão, produção legislativa e investigação e Administração da Justiça, designadamente (por ordem alfabética): (1) Autoridade Monetária de Macau (AMCM) (2) Comissariado contra a Corrupção (CCAC) (3) Comissão Independente para o Exercício do Poder Disciplinar sobre os Solicitadores (CIEPDSS) (4) Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ) (5) Direcção dos Assuntos de Justiça (DSAJ) (6) Direcção dos Serviços de Economia (DSE) (7) Direcção dos Serviços de Finanças (DSF) (8) Direcção dos Serviços da Reforma Jurídica e do Direito Internacional (DSRJDI) (9) Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) (10) Ministério Público (MP) (11) Polícia Judiciária (PJ) (12) Serviços de Alfândega (SA) (13) Serviços de Polícia Unitários (SPU) e (14) Gabinete de Informação Financeira (GIF). 1 A sua anterior designação era Offshore Group of Banking Supervisors (OGBS) 53

17 Durante o ano de 2012 o GIF coordenou a realização de 3 reuniões deste Grupo de Trabalho onde se debateram as seguintes matérias: - Acompanhamento do processo de revisão da Lei n. 2/2006 Prevenção e Repressão do Crime de Branqueamento de Capitais e Regulamento Administrativo n. 7/2006 Medidas de natureza preventiva dos crimes de branqueamento de capitais e de financiamento ao terrorismo (vêr secção ); - Análise dos padrões internacionais revistos através das 40 Recomendações do GAFI e acompanhamento da adopção da nova Metodologia de Avaliação; - Coordenação dos membros do sub-grupo relativo ao projecto da introdução dum mecanismo de Congelamento de Bens de acordo com as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas (vêr secção ); - Coordenação com os membros do sub-grupo relativo às Organizações Não Lucrativas (NPOs no acrónimo em língua inglesa) com vista ao melhoramento do sistema de registo e supervisão destas NPOs (vêr secção ); - Acompanhamento dos progressos verificados no domínio das práticas AML/ CFT implementadas pelos diversos serviços da Administração e entidades com responsabilidades de supervisão; - Acompanhamento da implementação das recomendações constantes dos Relatórios de Avaliação Mútua Conjunta APG/GIFCS; - Coordenação de acções de formação junto de organizações internacionais destinadas aos profissionais dos diversos serviços da Administração; e - Preparação dos Relatórios a apresentar na Reunião Plenária do APG e no Workshop de Tipologias da mesma entidade. Em 2012, o Grupo de Trabalho concluiu uma série de tarefas as quais se podem abreviadamente enunciar da seguinte forma: 1) Para além de acompanhar as medidas a tomar para superar as deficiências identificadas no Relatório de Avaliação Mútua Conjunta APG/GFICS o Grupo de Trabalho iniciou os trabalhos de preparação relativos à próxima avaliação conjunta da RAEM por forma a que a mesma já responda às novas obrigações decorrentes das novas 40 Recomendações do GAFI adoptadas em Fevereiro de 2012 (vêr secção 4.2); 2) O GIF coordenou acções de formação destinadas a órgãos de polícia criminal e entidades com responsabilidades de supervisão em que se incluiram o MP, PJ, SPU, SA, CCAC, 54

18 AMCM, DICJ, DSE, DSF e IPIM (vêr secção 4.6); e 3) Membros do Grupo de Trabalho foram convidados a participar em conferências internacionais e seminários dedicados a assuntos AML/CFT com a coordenação da participação a ser assegurada pelo GIF. (vêr secção 4.8) Revisão do quadro normativo AML/CFT As propostas de revisão dos instrumentos legais que definem o quadro normativo AML/ CFT foram finalizadas e submetidas a processo de consulta pública restrita em O periodo de consulta pública decorreu ao longo de 40 dias de 22 de Outubro a 30 de Novembro de Foram efectuadas pelo GIF com a colaboração de diferentes entidades de supervisão nove sessões de esclarecimento junto de instituições financeiras, companhias de seguros, casas de câmbios e outras entidades e profissões não financeiras designadas (DNFBPs no acrónimo em língua inglesa) incluindo operadores do sector do jogo, intermediários do sector imobiliário, comerciantes de ouro e pedras preciosas, casas de penhor, bem como de certo tipo de profissionais incluindo contabilistas, auditores e advogados. De todas estas entidades foram recebidas prestimosas colaborações sob a forma de comentários que foram posteriormente analisados por forma a determinar as soluções que contribuiriam para um refinamento das propostas legislativas consagradas. A consulta restrita relativa à revisão da Lei n. 2/2006 e do Regulamento Administrativo n. 7/2006 foi completada em Dezembro de 2012 e a proposta com a versão final foi entretanto submetida ao Secretário para a Economia e Finanças para consideração Sub Grupo de Trabalho dedicado ao estudo da implementação de medidas de Congelamento de Bens ao abrigo do estipulado pelas Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas Em resposta às Recomendações 4, 6 e 7 do GAFI (anteriores Recomendação 3 e Recomendação Especial III) e de acordo com o estipulado na Lei n. 4/2002 relativa ao cumprimento de certos actos de direito internacional na RAEM, verifica-se uma necessidade de revisão da legislação existente no sentido da introdução de mecanismos temporários de congelamento de bens relacionados com a comissão de ilícitos AML/CFT, sendo necessária ainda a criação de mecanismos de implementação atempados e efectivos entre departamentos da Administração e operadores privados no sentido de dar cumprimento às ordens de congelamento de bens relacionados com as listas anexas às Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Esta necessidade levou à criação dum sub grupo de trabalho com representantes do MP, PJ, CCAC, AMCM, DSAJ e DSRJDI. Este sub grupo de trabalho dedicou-se à análise do quadro normativo vigente e ao estudo das medidas necessárias a introduzir na legislação vigente na RAEM dos mecanismos adequados a assegurar o congelamento de bens. 55

19 Em 2012, o sub grupo de trabalho do Congelamento de Bens analisou em detalhe os procedimentos existentes no contexto da Lei n. 4/2002 que permitem a execução das sanções estabelecidas sobre os indivíduos constantes das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas (em particular as UNSCR 1267 e 1373) e considerou diversos mecanismos de cooperação entre diferentes organismos do Governo da RAEM por forma a implementar os requisitos relevantes decorrentes das Recomendações 4, 6 e 7 do GAFI. O sub grupo de trabalho dedicado ao congelamento de bens propôs ainda que a DSRJDI assumisse a responsabilidade na redacção da legislação adequada que transponha para o ordenamento jurídico da RAEM esse mecanismo. De acordo com o calendário estabelecido uma primeira versão deste diploma foi submetido à consideração dos demais membros do Grupo de Trabalho para recolha de opiniões e comentários Sub Grupo de Trabalho destinado às NPOs O sub grupo de trabalho relativo às NPOs foi criado há já três anos e tem vindo a receber contributos permanentes de representantes da DSF, DSI, DSAJ e DSRJDI bem como do GIF. O seu objectivo é o de levar a cabo revistas periódicas do sector das NPOs com incidência na avaliação dos riscos de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo e análise e avaliação da adequação das medidas em vigor com vista à minimização desses riscos e à revisão da adequação do quadro normativo regulador em vigor através da contribuição dos seus diversos membros. O sub grupo de trabalho continua a proceder à revisão quadrimestral dos movimentos financeiros transfronteiriços realizados através do sistema financeiro pelas NPOs. Para além disso o GIF planeia proceder a uma nova revisão global do sector das NPOs em breve, por forma a avaliar a eficácia das medidas de registo e supervisão vigentes após os melhoramentos já introduzidos nesse sistema em 2011, bem como recolher informação actualizada acerca das NPOs registadas na RAEM Implementação das recomendações constantes do Relatório de Avaliação Mútua Conjunta APG/GIFCS e adopção das novas 40 Recomendações do GAFI Em Fevereiro de 2012 as anteriores Recomendações do GAFI que se encontravam em vigor desde 2003 foram finalmente revistas dando lugar às novas 40 Recomendações. Estas novas recomendações foram formalmente adoptadas e tornadas públicas durante o Plenário do GAFI que decorreu em Fevereiro de Tal facto traduziu-se num novo marco e assinala uma nova era no domínio da regulação vigente na área AML/CFT. As anteriores 40 Recomendações contra 56

Relatório de Actividades do ano 2011 do Conselho Consultivo da Reforma Jurídica

Relatório de Actividades do ano 2011 do Conselho Consultivo da Reforma Jurídica Relatório de Actividades do ano 2011 do Conselho Consultivo da Reforma Jurídica Fevereiro de 2012 Índice 1. Resumo das actividades... 1 2. Balanço e aperfeiçoamento... 6 3. Perspectivas para os trabalhos

Leia mais

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na

Leia mais

INSTRUÇÃO 1/2006 INSTRUÇÕES RELATIVAS AOS PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA CUMPRIMENTO DOS DEVERES DE NATUREZA PREVENTIVA DA PRÁTICA DOS CRIMES DE

INSTRUÇÃO 1/2006 INSTRUÇÕES RELATIVAS AOS PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA CUMPRIMENTO DOS DEVERES DE NATUREZA PREVENTIVA DA PRÁTICA DOS CRIMES DE INSTRUÇÃO 1/2006 INSTRUÇÕES RELATIVAS AOS PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA CUMPRIMENTO DOS DEVERES DE NATUREZA PREVENTIVA DA PRÁTICA DOS CRIMES DE BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E DE FINANCIAMENTO AO TERRORISMO

Leia mais

Tribunais Promovem a Reforma Judicial e Ministério Público Reprime as Actividades Criminais

Tribunais Promovem a Reforma Judicial e Ministério Público Reprime as Actividades Criminais Apresentação Geral da Região Administrativa Especial de Macau em 2013 de contabilidade locais e o pessoal do CA, com o objectivo de promover a importância da auditoria de resultados na gestão das instituições.

Leia mais

A auditoria à Conta Geral da. Regiã o Administrativa Especial de Macau. no â mbito da prestaçã o de contas

A auditoria à Conta Geral da. Regiã o Administrativa Especial de Macau. no â mbito da prestaçã o de contas A auditoria à Conta Geral da Regiã o Administrativa Especial de Macau no â mbito da prestaçã o de contas São Tomé e Príncipe, 11-14 de Outubro de 2010 VI Assembleia Geral da OISC/CPLP Índice 1. Introdução

Leia mais

Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia

Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia Sistema Político Administração de Macau pelas suas Gentes e Alto Grau de Autonomia A 20 de Dezembro de 1999 Macau passa a Região Administrativa Especial da República Popular da China, sendo simultaneamente

Leia mais

Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa

Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa Instrumento que cria uma Rede de Cooperação Jurídica e Judiciária Internacional dos Países de Língua Portuguesa TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Criação 1. A Conferência dos Ministros da Justiça

Leia mais

Tendo em conta objectivos de sistematização dos relatórios de controlo interno, em base individual e consolidada;

Tendo em conta objectivos de sistematização dos relatórios de controlo interno, em base individual e consolidada; Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 3/2006 Considerando que todas as instituições de crédito e sociedades financeiras, bem como os grupos financeiros, devem possuir um sistema de controlo interno adaptado

Leia mais

RELATÓRIO DE TRANSACÇÕES SUSPEITAS

RELATÓRIO DE TRANSACÇÕES SUSPEITAS RELATÓRIO DE TRANSACÇÕES SUSPEITAS (Mapa principal) Ao abrigo do disposto no artigo 7.º do Regulamento Administrativo n.º 7/2006, as entidades participantes devem comunicar as transacções suspeitas ao

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

Linhas directrizes que regem a protecção dos consumidores contra as práticas comerciais transfronteiriças fraudulentas e enganosas

Linhas directrizes que regem a protecção dos consumidores contra as práticas comerciais transfronteiriças fraudulentas e enganosas Linhas directrizes que regem a protecção dos consumidores contra as práticas comerciais transfronteiriças fraudulentas e enganosas Originalmente publicadas pela OCDE em Inglês e Francês com os títulos:

Leia mais

Relatório de Actividades do Ano de 2013 do Conselho Consultivo da Reforma Jurídica. Conselho Consultivo da Reforma Jurídica

Relatório de Actividades do Ano de 2013 do Conselho Consultivo da Reforma Jurídica. Conselho Consultivo da Reforma Jurídica Relatório de Actividades do Ano de 2013 do Conselho Consultivo da Reforma Jurídica Conselho Consultivo da Reforma Jurídica Março de 2014 Índice 1. Resumo das actividades....1 2. Perspectivas para as actividades

Leia mais

etrospectiva istórica

etrospectiva istórica R 1 etrospectiva H istórica 1 Retrospectiva Histórica 1.1 Período Pré-AMCM: Instituto Emissor de Macau (1980-1989) A partir da adopção de reformas económicas inéditas em finais da década de 70, a economia

Leia mais

GUIA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E AO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO ADVOGADOS

GUIA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E AO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO ADVOGADOS GUIA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E AO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO 1. OBJECTIVO ADVOGADOS O presente Guia visa concretizar os pressupostos para o cumprimento dos

Leia mais

BANCO CENTRAL EUROPEU

BANCO CENTRAL EUROPEU 31.12.2005 PT C 336/109 BANCO CENTRAL EUROPEU PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 15 de Dezembro de 2005 sobre uma proposta de regulamento (CE) relativo às informações sobre o ordenante que acompanham

Leia mais

Mensagem do Presidente

Mensagem do Presidente devem tomar atenção e enfrentá-las. No ano transacto, a AMCM cumpriu as suas atribuições, tendo continuado a apoiar o funcionamento e o desenvolvimento das instituições financeiras, assegurou a estabilidade

Leia mais

BANCO NACIONAL DE ANGOLA. Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services

BANCO NACIONAL DE ANGOLA. Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services BANCO NACIONAL DE ANGOLA Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services Orador: Ramos da Cruz Lisboa, Centro Cultural de Belém,

Leia mais

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO 27.4.2001 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 118/41 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Lei nº 10/96 De 18 de Outubro A actividade petrolífera vem assumindo nos últimos tempos importância fundamental no contexto da economia nacional, constituindo por isso,

Leia mais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais Parecer n.º 09/P/2007/GPDP Assunto: Sobre as tarefas de impressão e envio de extractos de conta confiados à Companhia B de Hong Kong por parte do Banco A Segundo carta do Banco A, este incumbe a Companhia

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Decreto-Lei 34/2012

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Decreto-Lei 34/2012 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE Decreto-Lei 34/2012 Orgânica dos Serviços de Apoio dos Tribunais Os Serviços de Apoio dos Tribunais destinam-se a assegurar os serviços administrativos do Tribunal

Leia mais

GUIA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E AO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO

GUIA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E AO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO GUIA DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E AO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO ENTIDADES DE MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA E DE COMPRA E REVENDA DE IMÓVEIS, BEM COMO ENTIDADES CONSTRUTORAS

Leia mais

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 15/99 De 8 de Outubro Considerando que a política científica tecnológica do Governo propende para uma intervenção

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

Controlo interno das instituições de auditoria do governo

Controlo interno das instituições de auditoria do governo SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE TÉCNICAS DE AUDITORIA 26 27.02.2009 Controlo interno das instituições de auditoria do governo Autor: Lau Tak Kun (Terence) Comissariado da Auditoria de Macau Índice

Leia mais

Parecer da Associação dos Advogados de Macau sobre a Proposta de Lei do Regime da Repressão dos Actos de Corrupção no Comércio Internacional

Parecer da Associação dos Advogados de Macau sobre a Proposta de Lei do Regime da Repressão dos Actos de Corrupção no Comércio Internacional Parecer da Associação dos Advogados de Macau sobre a Proposta de Lei do Regime da Repressão dos Actos de Corrupção no Comércio Internacional I - Introdução Foi solicitado à Associação dos Advogados de

Leia mais

DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS

DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS Circular No. 169/B/2002-DSB/AMCM (Data: 21/11/2002) DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), com os poderes conferidos pelo artigo

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

entidades obrigadas as medidas de vigilância da clientela incluem "entidades obrigadas"

entidades obrigadas as medidas de vigilância da clientela incluem entidades obrigadas Parecer da OAA Parecer da Ordem dos Advogados (Proposta de Regulamento sobre prevenção de branqueamento de capitais e de financiamento do terrorismo). A prevenção da utilização do sistema financeiro para

Leia mais

Audit Medel Portugal. Questionário. Magistratura Judicial: 1- Os juízes são independentes?

Audit Medel Portugal. Questionário. Magistratura Judicial: 1- Os juízes são independentes? Audit Medel Portugal Tendo em vista adoptar procedimentos de trabalho que viabilizem a obtenção, no tempo disponível e necessariamente limitado em que vai decorrer a visita dos auditores internacionais,

Leia mais

Senhor Secretário de Estado, Senhores Embaixadores, Senhores Governadores, Minhas Senhoras e meus Senhores,

Senhor Secretário de Estado, Senhores Embaixadores, Senhores Governadores, Minhas Senhoras e meus Senhores, Intervenção do Governador do Banco de Portugal, Carlos da Silva Costa, no XXV Encontro de Lisboa sobre Governação das instituições de crédito e estabilidade financeira 1 Senhor Secretário de Estado, Senhores

Leia mais

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93)

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL (Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.

Leia mais

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS 1. REGIME DA RESERVA FINANCEIRA A Lei n. o 8/2011 estabelece o regime jurídico da reserva financeira

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO

DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO N. o 035/B/2010-DBS/AMCM Data: 05/10/2010 DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que

Leia mais

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio

Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio Decreto-Lei n.º 164/2007 de 3 de Maio No quadro das orientações definidas pelo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE) e dos objectivos do Programa do Governo no tocante à

Leia mais

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal

GOVERNO. Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO Decreto N. 2/ 2003 De 23 de Julho Estatuto Orgânico do Ministério da Administração Estatal O Decreto Lei N 7/ 2003 relativo à remodelação da estrutura orgânica

Leia mais

Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS

Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS Apresentação ao mercado do processo de adopção plena das IAS/IFRS DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 10 de Março de 2014 001 Índice Enquadramento 2 Evolução do normativo

Leia mais

POLÍTICA CAMBIAL COLECTÂNEA DE NORMAS

POLÍTICA CAMBIAL COLECTÂNEA DE NORMAS POLÍTICA CAMBIAL COLECTÂNEA DE NORMAS EM VIGOR EM 31 DE MAIO DE 2012 ANGOLA www.bancokeve.ao À memória do Dr. Francisco Luemba 7 ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 13 LEI CAMBIAL LEI Nº 5 / 97, DE 27 DE JUNHO

Leia mais

Boletim Informativo do CEPA Edição de Março de 2014 Número 48 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau

Boletim Informativo do CEPA Edição de Março de 2014 Número 48 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Boletim Informativo do CEPA Edição de Março de 2014 Número 48 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Balanço da eficácia do Acordo CEPA 2013 2. Primeiro banco com sede em Macau,

Leia mais

Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014. Média do grau de satisfação 4.

Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014. Média do grau de satisfação 4. Fundo de Segurança Social Resultado do inquérito relativo ao grau de satisfação do serviço do ano 2014 1. Breve apresentação do inquérito De acordo com a disposição relativa a Recolha de opiniões dos destinatários

Leia mais

Autoridade Monetária de Macau Cocktail da Primavera - 2015 Discurso do Presidente do Conselho de Administração, Dr. Anselmo Teng (14 de Abril de 2015)

Autoridade Monetária de Macau Cocktail da Primavera - 2015 Discurso do Presidente do Conselho de Administração, Dr. Anselmo Teng (14 de Abril de 2015) Autoridade Monetária de Macau Cocktail da Primavera - 2015 Discurso do Presidente do Conselho de Administração, Dr. Anselmo Teng (14 de Abril de 2015) Exmo. Senhor Secretário para a Economia e Finanças,

Leia mais

Estatuto-Tipo das Delegações Regionais do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado

Estatuto-Tipo das Delegações Regionais do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado 34 Diploma Ministerial n.º 22/2015 de 21 de Janeiro Havendo necessidade de regular a organização e o funcionamento do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado, abreviadamente designado

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO

FACULDADE DE DIREITO FACULDADE DE DIREITO FACULDADE DE DIREITO SUMÁRIO A. Mestrado e Pós-Graduação em Direito em Língua Chinesa Língua veicular: Língua Chinesa Área de especialização: Variante em Ciências Jurídicas B. Mestrado

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Ministério da Educação Decreto Lei n.º 7/03 de 17 de Junho Diário da República, I Série nº47 17.06.2003 Considerando as últimas alterações verificadas na denominação dos organismos de administração central

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

Cocktail de Primavera - 2010. Discurso do Presidente do Conselho de Administração

Cocktail de Primavera - 2010. Discurso do Presidente do Conselho de Administração Cocktail de Primavera - 2010 Discurso do Presidente do Conselho de Administração Exmo. Senhor Secretário para a Economia e Finanças, Dr. Francis Tam, Exmo. Senhor Director-geral Assistente do Departamento

Leia mais

ANEXO I ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO PLENÁRIO DA CPEE

ANEXO I ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO PLENÁRIO DA CPEE ANEXO I ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO PLENÁRIO DA CPEE Durante o ano de 2009, nas 8 (oito) reuniões de Plenário da CPEE os assuntos abordados e as matérias alvo de deliberação foram as constantes

Leia mais

Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO)

Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) Decreto n.º 8/95 Acordo entre a República Portuguesa e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DECRETO-LEI Nº.12/2008 30 de Abril ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA O Decreto-Lei nº 7/2007, de 5 de Setembro, relativo à estrutura

Leia mais

GUINÉ BISSAU QUINTO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO MÚTUA

GUINÉ BISSAU QUINTO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO MÚTUA GRUPO INTERGOVERNAMENTAL DE ACÇÃO CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS NA ÁFRICA OCIDENTAL QUINTO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO MÚTUA GUINÉ BISSAU MAIO DE 2013 2014 GIABA. Direitos reservados. Proibida

Leia mais

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, SA SUCURSAL EM TIMOR-LESTE. (BNU Timor) Declaração sobre Prevenção do Branqueamento de Capitais e

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, SA SUCURSAL EM TIMOR-LESTE. (BNU Timor) Declaração sobre Prevenção do Branqueamento de Capitais e CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, SA SUCURSAL EM TIMOR-LESTE (BNU Timor) Declaração sobre Prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo 1. Informação Institucional Nome: Caixa Geral de

Leia mais

ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAPITULO I MISSÃO E ATRIBUIÇÕES Artigo 1º (Missão) O Ministério do Ensino Superior e da Ciência e Tecnologia, abreviadamente

Leia mais

Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2009 Número 31 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau

Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2009 Número 31 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2009 Número 31 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Ciclo de actividades Cidade-Modelo na Implementação do CEPA do ponto

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

Boletim Informativo do CEPA Edição de Agosto de 2006 Número 17 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau

Boletim Informativo do CEPA Edição de Agosto de 2006 Número 17 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Boletim Informativo do CEPA Edição de Agosto de 2006 Número 17 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Cerimónia de entrega de Certificados do Exame Nacional de Qualificação

Leia mais

PE-CONS 3619/3/01 REV 3

PE-CONS 3619/3/01 REV 3 PE-CONS 3619/3/01 REV 3 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

Seminário internacional sobre A supervisão eficiente e o desenvolvimento do mercado de capitais. Discurso de abertura

Seminário internacional sobre A supervisão eficiente e o desenvolvimento do mercado de capitais. Discurso de abertura Seminário internacional sobre A supervisão eficiente e o desenvolvimento do mercado de capitais Discurso de abertura Em representação do Banco de Cabo Verde, apraz-me proceder à abertura deste seminário

Leia mais

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010 7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações 15 de Outubro de 2010 Sessão Solene de Abertura Gostaria de começar por felicitar a APROSE pela

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objecto

CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objecto AVISO N.º 21/2012 De acordo com o disposto na Convenção das Nações Unidas contra a Criminalidade Organizada Transnacional (Convenção de Palermo) de 2000, aprovada pela Assembleia Nacional, através da Resolução

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9, nº 28 Seguros enquadramento da actividade de call center na prestação de serviços a empresas seguradoras e correctoras de seguros - despacho do SDG dos

Leia mais

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014 Comunicado à imprensa Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) torna público os valores totais dos activos da Reserva Financeira da Região Administrativa

Leia mais

GUINÉ BISSAU SEXTO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO MÚTUA

GUINÉ BISSAU SEXTO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO MÚTUA GRUPO INTERGOVERNAMENTAL DE ACÇÃO CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS NA ÁFRICA OCIDENTAL SEXTO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO MÚTUA GUINÉ BISSAU MAIO DE 2013 2014 GIABA. Direitos reservados. Proibida

Leia mais

Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS)

Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS) Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS) CAPÍTULO I Objecto, âmbito e conceitos Artigo 1º Objecto

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira

Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira Conselho Local de Acção Social De Vila Nova de Cerveira REGULAMENTO INTERNO INTRODUÇÃO A rede social é uma plataforma de articulação de diferentes parceiros públicos e privados que tem por objectivos combater

Leia mais

As melhores prá ticas adoptadas pelas ISC. na á rea de auditoria

As melhores prá ticas adoptadas pelas ISC. na á rea de auditoria As melhores prá ticas adoptadas pelas ISC na á rea de auditoria Cabo Verde, 24-26 de Outubro de 2012 VII Assembleia Geral da OISC/CPLP Índice 1. Introdução 2. Mudanças nos contextos societais e de governação

Leia mais

Ordem Executiva n 1/2007 (B.O. n 3/07

Ordem Executiva n 1/2007 (B.O. n 3/07 Actividade Bancária Ordem Executiva n 1/2007 (B.O. n 3/07 - I Série, de 15 de Janeiro) Define as taxas de fiscalização de várias instituições autorizadas a operar na Região Administrativa Especial de Macau

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto Executivo nº /07 De 03 de Setembro Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério do Comércio; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

- Reforma do Tesouro Público

- Reforma do Tesouro Público - Reforma do Tesouro Público Em Novembro de 1997 foram definidas as opções estratégicas do Ministério das Finanças para a adopção da moeda Única ao nível da Administração Financeira do Estado. Estas opções,

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO REGULAMENTO INTERNO DAS REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Natureza) As representações são órgãos de execução

Leia mais

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007

8226 Diário da República, 1.ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 8226 Diário da República, ª série N.º 215 8 de Novembro de 2007 da Madeira os Drs. Rui Nuno Barros Cortez e Gonçalo Bruno Pinto Henriques. Aprovada em sessão plenária da Assembleia Legislativa da Região

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 6.11.2007 SEC(2007) 1425 DOCUMENTO DE TRABALHO DA COMISSÃO que acompanha a proposta de Decisão Quadro do Conselho que altera a Decisão Quadro 2002/475/JAI relativa

Leia mais

ISEL REGULAMENTO DO GABINETE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA. Aprovado pelo Presidente do ISEL em LISBOA

ISEL REGULAMENTO DO GABINETE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA. Aprovado pelo Presidente do ISEL em LISBOA REGULAMENTO DO DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL em INTRODUÇÃO No âmbito da gestão pública a Auditoria Interna é uma alavanca de modernização e um instrumento

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, L 197/30 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias 21.7.2001 DIRECTIVA 2001/42/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 27 de Junho de 2001 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e

Leia mais

O incumprimento entre empresas aumenta, em comparação com 2011

O incumprimento entre empresas aumenta, em comparação com 2011 Lisboa, 29 de Maio de 2013 Estudo revela que os atrasos nos pagamentos entre empresas na região da Ásia - Pacífico se agravaram em 2012 - As empresas estão menos optimistas relativamente à recuperação

Leia mais

BCN A EXPERIÊNCIA COM A PROVEDORIA DO CLIENTE

BCN A EXPERIÊNCIA COM A PROVEDORIA DO CLIENTE BCN A EXPERIÊNCIA COM A PROVEDORIA DO CLIENTE A GABINETE DE PROVEDORIA DO CLIENTE B ESTATÍSTICAS C PRINCIPAIS MEDIDAS ADOPTADAS GABINETE DE PROVEDORIA DO CLIENTE Com o objectivo de proteger os nossos Clientes

Leia mais

Carta de Segurança da Informação

Carta de Segurança da Informação Estrutura Nacional de Segurança da Informação (ENSI) Fevereiro 2005 Versão 1.0 Público Confidencial O PRESENTE DOCUMENTO NÃO PRESTA QUALQUER GARANTIA, SEJA QUAL FOR A SUA NATUREZA. Todo e qualquer produto

Leia mais

BANCO NACIONAL ULTRAMARINO, S.A. Declaração sobre Prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo

BANCO NACIONAL ULTRAMARINO, S.A. Declaração sobre Prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo BANCO NACIONAL ULTRAMARINO, S.A. Declaração sobre Prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo 1. Informação Institucional Nome: Banco Nacional Ultramarino, S.A. (BNU) Sede:

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação

Leia mais

LEI DO COMBATE AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E DO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.º 34/11. de 12 de Dezembro de 2011

LEI DO COMBATE AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E DO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.º 34/11. de 12 de Dezembro de 2011 LEI DO COMBATE AO BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E DO FINANCIAMENTO AO TERRORISMO ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 34/11 de 12 de Dezembro de 2011 Considerando que a República de Angola aprovou a Resolução n.º 19/99,

Leia mais

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO 10 O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO António Gonçalves REVISOR OFICIAL DE CONTAS 1. Introdução O presente artigo procura reflectir o entendimento

Leia mais

Branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo: Definições e explicações. E. Os processos

Branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo: Definições e explicações. E. Os processos Capítulo I Branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo: Definições e explicações A. O que é o branqueamento de capitais? B. O que é o financiamento do terrorismo? C. A ligação entre o branqueamento

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

Discurso proferido pelo Presidente do Tribunal de Última Instância, Sam Hou Fai, na Cerimónia de Abertura do Ano Judicial 2000-2001

Discurso proferido pelo Presidente do Tribunal de Última Instância, Sam Hou Fai, na Cerimónia de Abertura do Ano Judicial 2000-2001 Discurso proferido pelo Presidente do Tribunal de Última Instância, Sam Hou Fai, na Cerimónia de Abertura do Ano Judicial 2000-2001 da Região Administrativa Especial de Macau Senhor Chefe do Executivo,

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º CAPÍTULO III Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º Missão e atribuições 1. O Estado -Maior Conjunto (EMC) tem por missão assegurar o planeamento e o apoio necessários à decisão do CEMGFA. 2. O EMC prossegue,

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

M O D E L O E U R O P E U D E

M O D E L O E U R O P E U D E M O D E L O E U R O P E U D E C U R R I C U L U M V I T A E INFORMAÇÃO PESSOAL Nome Morada Rua António Pereira Carrilho, n.º 38, 4.º, 1000-047 Lisboa Telefone/Fax +351.218.444.200 / +351.218.444.209 Correio

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO. Programa Viver Solidário/ Normas Página 1

NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO. Programa Viver Solidário/ Normas Página 1 NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO Programa Viver Solidário/ Normas Página 1 PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO NORMAS DE FUNCIONAMENTO 1.INTRODUÇÃO A prática de actividades de animação regular e sistemática,

Leia mais

Primeira alteração à Lei n.º 9/2005, de 20 de Junho, Lei do Fundo Petrolífero

Primeira alteração à Lei n.º 9/2005, de 20 de Junho, Lei do Fundo Petrolífero IV GOVERNO CONSTITUCIONAL Proposta de Lei n. De... de... Primeira alteração à Lei n.º 9/2005, de 20 de Junho, Lei do Fundo Petrolífero O Fundo Petrolífero foi estabelecido em 2005 com o objectivo de contribuir

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

Aviso n 006/2008-AMCM

Aviso n 006/2008-AMCM Aviso n 006/2008-AMCM ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA GUIA SOBRE UTILIZAÇÃO DA INTERNET PARA AS ACTIVIDADES DE SEGUROS Tendo em atenção a expansão e a importância crescente da tecnologia da

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série, nº 223, de 24 de Dezembro AVISO N.º 14/2014

Publicado no Diário da República, I série, nº 223, de 24 de Dezembro AVISO N.º 14/2014 Publicado no Diário da República, I série, nº 223, de 24 de Dezembro AVISO N.º 14/2014 ASSUNTO: OPERAÇÕES DE CAPITAIS - Importação de capitais associados ao investimento privado externo A Lei n.º 20/11

Leia mais