SÃO, SEGURO E CONSENSUAL : OS MODOS DE LEGITIMAÇÃO DO BDSM 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SÃO, SEGURO E CONSENSUAL : OS MODOS DE LEGITIMAÇÃO DO BDSM 1"

Transcrição

1 SÃO, SEGURO E CONSENSUAL : OS MODOS DE LEGITIMAÇÃO DO BDSM 1 Paula Chiconini 2 Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo investigar as relações entre violência e erotismo, a partir dos modos de legitimação do BDSM, sigla que engloba uma série de práticas e jogos sexuais: B para Bondage, o par B&D para Bondage e Disciplina, o par D&S para Dominação e Submissão, e o par S&M para Sadismo e Masoquismo. A metodologia adotada consistiu na análise de blogs e sites brasileiros sobre o tema na internet e pesquisa de campo em eventos, festas e casas noturnas com frequência de adeptos do BDSM em São Paulo. Constatou-se que o argumento central de legitimação do BDSM, que busca desvinculá-lo de noções de violência, patologia e crime é o consenso entre os envolvidos em suas práticas. Observou-se, contudo, que esse consenso é o tempo todo (re)negociado entre os praticantes, produzindo tensões nas fronteiras entre o consensual e o não-consensual. Palavras-chave: Sexualidade; Violência; Erotismo. Objeto e Objetivos Esta pesquisa tem como objetivo lançar luz às relações entre violência e erotismo, a partir da investigação dos modos de legitimação do BDSM, acrônimo que, de acordo com Bruno Zilli (2007), engloba uma série de práticas e jogos sexuais: B para Bondage 3, prática que envolve a imobilização do parceiro comumente por meio de cordas e algemas; o par B&D para Bondage e Disciplina, relativo a jogos eróticos que envolvem punição e castigo; o par D&S para Dominação e Submissão, referente ao 1 O presente artigo é fruto de minha pesquisa intitulada Violência, gênero e os erotismos contemporâneos: um estudo antropológico sobre as relações entre sujeitos, corpos e objetos eróticos nas experiências SM, vinculada ao Processo FAPESP nº 2012/ , sob orientação da Profª Drª Maria Filomena Gregori. Agradeço à FAPESP pelo apoio financeiro que tem viabilizado esta pesquisa e a minha orientadora pelo constante estímulo intelectual. Uma versão em painel deste trabalho foi apresentada no GT 1 Gênero Sexualidade e Família, na Semana de Ciências Sociais SEMANACS 2012 E Agora?, Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UNICAMP, 01 a 04 de outubro de Graduanda do 8º período do curso de Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, pela Universidade Estadual de Campinas. 3 Neste trabalho, optei por grafar em itálico termos em língua estrangeira e termos nativos. 1

2 estabelecimento de um jogo erótico, baseado em uma relação que envolve uma assimetria de poder, na qual há um parceiro que domina e outro que se submete; e o par S&M para Sadismo e Masoquismo, ou sadomasoquismo, referentes a práticas e jogos sexuais que utilizam a dor como estímulo erótico. Essa discussão é bastante fértil no que tange à Antropologia e os estudos de gênero e sexualidade, na medida em que, como bem aponta Maria Filomena Gregori (2010) o BDSM performatiza e coloca em questão as fronteiras e os limites entre violência e erotismo, prazer e perigo, prazer e dor, domínio e sujeição, segurança e risco. Mapeando o campo A metodologia adotada nesta pesquisa consistiu-se de pesquisa de campo em três festas, uma casa noturna e um bar com frequência de adeptos do BDSM em São Paulo e participação em quatro workshops organizados por membros da comunidade BDSM. As festas foram a Dungeon Festish Fest- 3ª Edição 4, organizada pelo Dungeon Fetish Club 5 e as chamadas Dia Internacional do BDSM e Erousdition, organizadas pelo Clube Dominna 6. O bar visitado foi o Porão 7, que na realidade é um boteco, e não possui esse nome, mas é assim chamado por possuir um cômodo inferior, acessado por meio de uma escada, que na ocasião de festas e eventos é adaptado para a realização das práticas BDSM. Notei que os frequentadores destes três estabelecimentos/eventos possuem idade entre 35 e 50 anos, são majoritariamente oriundos da classe média e predominantemente brancos ou de pele clara, com a presença pontual de sujeitos negros ou de pele escura. Notei que o público que circula nestes e entre estes eventos é praticamente o mesmo, não variando muito. 4 Festa de periodicidade semestral, que ocorre desde 2011 em uma escola de dança, localizada na região da Vila Mariana, em São Paulo. A edição a qual compareci foi a terceira. 5 O termo club se refere, neste caso, não a um espaço físico, mas a um clube formado por adeptos do BDSM em São Paulo, que se reuniram e resolveram criar um evento a Dungeon Fetish Fest para reunir adeptos do BDSM e outros fetiches, iniciantes e interessados em conhecer, discutir e vivenciar o BDSM. 6 O Dominna funcionava como um clube até 2010, na região do Tatuapé em São Paulo. Devido a diversos problemas, entre estes, financeiro, o clube foi fechado, mas as sócias remanescentes continuam organizando festas que levam a marca do clube Dominna em um espaço chamado Café Concerto Uranus, na região central de São Paulo. Para maiores informações acerca do Clube Dominna ver FACCHINI (2008). 7 Localizado nos arredores do Parque da Aclimação, na Vila Mariana em São Paulo. 2

3 A casa noturna visitada, a Projeto Luxúria MiniClub 8, ou simplesmente Luxúria ou Lux, como é chamada por seus frequentadores, é um club não destinado exclusivamente ao público BDSM, mas que agrega também fetichistas, góticos, gays e lésbicas, de modo geral o que poderíamos definir como um público alternativo, moderno e descolado. Caracterizado por um gosto por práticas de modificação corporal como piercings, alargadores e tatuagens e vestir-se utilizando elementos de uma estética gótica/punk e também fetichista. De acordo com Isadora Lins França (2007,p ), Boa parte deste público costuma se espalhar pelos bares e sinucas das esquinas da Rua Augusta e apreciar a atmosfera decadente da região, tomada por prostitutas, pedintes e botecos sujos, recorrendo a uma espécie de ressignificação do lixo, transformado em luxo, como atesta a recente moda de realização de festas em antigos bordéis da região. O centro da cidade também é uma opção valorizada, nesse mesmo espírito, em que um equipamento é moldado ao gosto dos modernos. Os frequentadores da Lux, em comparação com os demais eventos, são mais jovens, com idade que varia entre 25 e 40 anos, ao que me pareceu de maior poder aquisitivo, oriundos de classe alta, e também majoritariamente brancos, com a presença pontual de negros. O público deste club foi o mais variado que encontrei, sendo que alguns de seus frequentadores adeptos do BDSM não circulam pelos outros espaços e eventos aqui citados. Os workshops dos quais participei foram: o primeiro sobre técnicas de shibari 9, realizado no PopPorn Festival , e os demais, realizados dentro das festas do Dominna, sobre bondage, spanking 11 e sobre a confecção e a produção artesanal de objetos e instrumentos sadomasoquistas. Além da pesquisa de campo, foi realizada análise qualitativa do conteúdo encontrado em um blog, o SM Sem Mistério (sm-semmisterio.blogspot.com.br) e dois sites brasileiros na internet, o Mestre e o Portal do Senhor Verdugo (mestrejotasm.com.br/senhorverdugo.com; respectivamente) que versam sobre a temática BDSM e foram selecionados por sua relevância com o tema e por terem sido apontados a mim como referências importantes por praticantes do BDSM. Por se tratar 8 Localizado na região dos Jardins em São Paulo. 9 Técnica japonesa de bondage. 10 Mostra de filmes que têm o sexo e o erotismo como linguagem ou tema principal, realizada anualmente na cidade de São Paulo desde Para maiores informações ver o website do evento: 11 Prática de espancamento que pode ser realizada com as mãos, chicotes, varas, chinelos, palmatórias, entre outros. 3

4 de uma pesquisa ainda em andamento o período aqui analisado compreendeu os meses de maio a setembro de O BDSM e o estigma da perversão Historicamente, o BDSM tem sido associado a noções de perversão sexual, doença mental, crime e violência (ZILLI, 2007). Michel Foucault (1988), localiza no século XIX o processo de medicalização da sexualidade. Processo em que a psiquiatria teve papel de destaque ao propor uma ciência sexual, por meio da qual objetivou catalogar e dar conta de todos os fenômenos sexuais desviantes em relação à sexualidade conjugal, ou seja, heterossexual, monogâmica e com finalidade reprodutiva. Neste processo emergiram as categorias dos perversos e das perversões sexuais, dentro da quais o sadismo e o masoquismo representam importantes diagnósticos do período, conforme aponta Zilli (2007). É nesta época em que é escrita a obra Psichopathia Sexualis, em 1886, pelo médico psiquiatra austríaco Richard Von Krafft- Ebing. De acordo com Jorge Leite Jr. (2006), a obra consiste de uma classificação das patologias físio e psicológicas das condutas sexuais, cujo objetivo foi o de apresentar suas causas e possíveis métodos de tratamento. O BDSM também está historicamente associado à polêmica figura do Marquês de Sade 12, nobre francês e escritor libertino do final do século XVIII, cuja obra e biografia são famosas por exibirem um retrato cruel da sexualidade, que é exercida muitas vezes de forma violenta e cruel por suas personagens. Esse escritor defendia, em linhas gerais, a busca pelo prazer acima de todas as coisas. Voltando a obra de Krafft- Ebing, quando cunha o termo sadismo para se referir à associação entre erotismo e crueldade, o autor baseou-se nas obras de Sade para definir esta patologia e dar-lhe um nome. Segundo Leite Jr. (2006), o termo masoquismo foi assim constituído de forma semelhante. Originário do sobrenome do escritor e romancista austríaco, autor de A Vênus das Peles (1870), Leopold Von Sacher-Masoch 13. Segundo o último, homem e mulher são seres diferentes, sendo a segunda superior ao primeiro, que deve reconhecer o fato e curvar-se e entregar-se a ela. A mulher deve ser cruel com seu homem-escravo, 12 Para maiores informações sobre a vida e a obra de Marquês de Sade, ver LEITE JR. (2006). 13 Para maiores informações sobre a vida e a obra de Sacher-Mashoch, ver DELEUZE (1983); GREGORI (2010) e LEITE JR. (2006). 4

5 torturando-o na carne e no espírito, conforme aponte Leite Jr. (2006). Na obra em questão, Sacher-Masoch narra as investidas do jovem nobre francês Séverin em relação à Senhora Wanda, da qual quer tornar-se seu escravo sexual/amoroso. Baseado nisto, ao prazer erótico associado ao gosto pela dor e pela flagelação física e psicológica, foi cunhado o termo masoquismo. A pesquisa de campo, assim como a pesquisa na internet, têm revelado até o momento, a centralidade do conceito de SSC, isto é, sigla que se refere à São, Seguro e Consensual e que orienta e norteia as práticas e os relacionamentos no âmbito do BDSM. Este conceito foi criado justamente para se contrapor as noções de violência, crime, perversão, patologia, perigo e risco às quais o BDSM é comumente associado. No cerne deste conceito está a noção de consensualidade, ou seja, a ideia de que o BDSM se constitui de jogos sexuais praticados apenas entre sujeitos que consentem em participar dos mesmos. Conforme aponta Zilli (2007, p. 62) a noção de consentimento é central para separar e distinguir BDSM e criminalidade, sendo também sua principal estratégia de legitimação, na medida em que expressa não haver violação nem abuso reais 14 daqueles envolvidos. Desse modo, embora a comunidade BDSM faça referência a Sade, esta referência é sempre no sentido de enfatizar que o que praticam é muito distante e diferente do praticado e defendido por este, haja vista que assumem o consentimento como premissa básica de suas ações, como podemos ver nos seguintes fragmentos retirados do Portal do Senhor Verdugo, do site do Mestre e do blog SM Sem mistério, respectivamente: 14 Ênfase do autor. O termo SεtM significa Sadismo e Masoquismo e toda a ação derivada daí não é necessariamente consensual, tem uma identidade maior com história e classificação médica. SM significa sadomasoquismo e é entendido como comportamento ou orientação sexual (Disponível em <http://www.senhorverdugo.com/bdsm-e-afins/143-diferencas-entre-sm-esam.html> acessos em 16/10/2012) São, Seguro e Consensual. A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no BDSM. Tudo o que possa ser classificado como SSC é aceitável no BDSM, por mais que para alguns (ou nós mesmos) pareça um exagero ou absurdo. Da mesma forma, qualquer coisa que venha a ferir um dos elementos da tríade deve ser execrado e condenado, por mais que possa, a princípio, parecer um insignificante detalhe (Disponível em <http://www.mestrejotasm.com.br/saz.htm> acessos em 16 de outubro de 2012). São, Seguro e Consensual. Se uma das vértices desta tríade não existir, também não existe BDSM. (Disponível em <http://sm-semmisterio.blogspot.com.br/2008/comeo.html? zx=b01 e7e1eb2 511e54> acessos em 16 de outubro de 2012). 5

6 Há, portanto, um claro desejo em afastar-se das classificações médicas acerca do BDSM que o compreendem pela chave da patologia e daquele outro SεtM praticado sem o consentimento entre as partes. Observo, entretanto, que a relação entre o BDSM e o discurso médico-científico é marcada por ambiguidades. Se por um lado foi e, em certo sentido, ainda é este discurso um dos grandes agentes na patologização da(s) sexualidade(s) BDSM, também é este mesmo discurso que é reapropriado pela comunidade BDSM no processo de legitimação e despatologização do mesmo. Presenciei uma situação em campo bastante ilustrativa quanto a este ponto. Em uma palestra sobre cutting 15, a palestrante, uma sub 16 de aproximadamente 30 anos, antes de iniciar sua fala colocou que devido a existência de certa confusão em relação ao fato de até que ponto o cutting pode ser considerado uma prática BDSM ou um distúrbio psicopatológico, chamaria um amigo seu, psicólogo e Mestre 17 no meio BDSM, para fazer os devidos esclarecimentos. O psicólogo então esclareceu que só pode ser considerada como patológica, segundo a atual classificação da comunidade médicocientífica, citando o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais (DSM-IV), aquela atividade ou comportamento que traga prejuízo físico, psíquico e/ou social para o próprio sujeito ou para outrem. Isso vai ao encontro do apontado por Zilli (2009b), quando afirma que na atualidade o discurso médico é usado como importante referência, justamente devido a seu peso científico, para atestar e assegurar que as práticas BDSM nem sempre são perigosas ou patológicas. Ainda segundo Zilli (2007), de acordo com o DSM IV, as práticas BDSM não são em si mesmas patológicas, mas os modos como um sujeito as vivencia pode ou não ser patológica. Além disso, é importante atentar para o fato de que no BDSM os momentos de execução das práticas são chamados de jogos, plays ou cenas. Os dois primeiros termos, como bem aponta Gregori (2010) parecem fazer referência ao lúdico, enfatizando este aspecto das práticas BDSM e não a violência à qual é geralmente pensada e associada. Em campo, algo que tenho vivenciado muito, refere-se ao fato de que, assim que tomam conhecimento de que estou ali nas festas, eventos e workshops como pesquisadora, 15 Tipo de escarificação, ou seja, a produção de cicatrizes no corpo realizadas, neste caso, por meio de incisões na pele através de objetos cortantes, usualmente, um bisturi. Esta palestra foi realizada no evento em comemoração ao Dia Internacional do BDSM, organizado pelo Dominna. 16 Termo nativo utilizado para se referir ao sujeito que ocupa a posição de submissão no âmbito do BDSM. Existem outros termos empregados para esta mesma finalidade, como bottom e escravo(a), porém, observo uma frequência maior do uso do termo sub. 17 Uma das formas de denominar o sujeito de sexo masculino que ocupa a posição de dominação no âmbito do BDSM. 6

7 de pronto, as pessoas começam a enfatizar um caráter mais lúdico e descontraído do BDSM, com dizeres do tipo a gente está aqui pra se divertir ; não é só dor, não é só bater, aqui tem carinho, tem respeito, tem amizade ; aqui existe muito respeito, ninguém vai te obrigar a nada. O termo cena, em contrapartida, parece sugerir uma ideia de drama ou teatro. Nas palavras de Leite Jr. (2006, p. 251), talvez para marcar a idéia de que o acontecimento não é real, e sim um teatro, além de reforçar o caráter estético e a necessidade de um público. Ou seja, a violência ali se acontece é uma violência encenada e não real e parte do consentimento de todos os envolvidos. A noção de São, conforme retratada no Dicionário do BDSM do Mestre 18 é emblemática quanto a esse aspecto: Sadio, higiênico, salutar, justo, íntegro, consciente, sóbrio, maduro. Os termos consciente e sóbrio sugerem justamente a capacidade de distinguir entre fantasia e realidade, ou seja, entender que o que se executa em uma cena é uma encenação de uma violação e não uma violação real. O SSC e a Pedagogia BDSM Algo que tenho observado tanto na pesquisa de campo quanto na pesquisa pela internet se refere ao fato de que no BDSM há uma preocupação em não exprimir opiniões como corretas ou como condutas a serem seguidas e tampouco em julgar a opinião de outrem em termos de certo e errado. As opiniões são expressas enquanto tal e sempre com a ressalva de que constituem apenas a opinião daquele sujeito e não necessariamente representativa da opinião ou das opiniões da comunidade BDSM como um todo. No site Mestre ao final de suas publicações, o autor, em geral, assina é a minha opinião. No blog do Dungeon Fetish Club, que organizou a festa Dungeon Festish Fest - 3ª Edição, da qual participei, a primeira regra destacada para a festa foi a seguinte: Respeito a qualquer participante da festa, independente de sua posição no BDSM 19. Colocações deste tipo, fazem querer supor a existência de uma democracia de ideias e de posições dentro do BDSM. O que observo, no entanto, a despeito deste fato é justamente a constituição de uma espécie de pedagogia BDSM. Embora afirmações de que o BDSM é múltiplo e possível de ser vivenciado de diversas maneiras sejam 18 Disponível em <http://www.mestrejotasm.com.br/saz.htm> acessos em 16 de outubro de Disponível em <http://dungeonclubbr.blogspot.com.br/> acessos em 16 de outubro de

8 comuns neste universo, existem prescrições que sugerem a normatização tanto da execução das práticas quanto das condutas que cada praticante deve ter de acordo com sua posição dentro do BDSM se submisso(a)/escravo(a) ou Dom/Domme 20 e uns em relação aos outros. Tais prescrições associadas a regras e rituais, conforme apontado por Regina Fachinni (2008), constituem a chamada Liturgia do BDSM. O tratamento entre Dons/Dommes e subs/escravos(as) é perpassado por certas regras, como por exemplo, a de que os últimos devem dirigir-se aos primeiros utilizando termos como Senhor(a), Dom/Domme, Dono(a), Mestre, Rainha, entre outros. Além disso, ao final de uma cena o/a sub, deve ajoelhar-se aos pés de seu/sua Dom/Domme, beijar-lhes os pés, por vezes as mãos e os objetos por meio dos quais sofreu os açoites, como chicotes e palmatórias, por exemplo. Ritual este que tenho observado em todas as festas e eventos aos quais tenho frequentado. Essa pedagogia BDSM está ligada a outro aspecto fundamental do BDSM que é a segurança, o que pressupõe o domínio de uma técnica criada e veiculada pelos próprios praticantes tanto pela internet, como a partir da organização de palestras e workshops, visando orientar as maneiras mais seguras de realizar cada prática ou jogo erótico, especialmente para os iniciantes no BDSM. Isto se inscreve em um cálculo racional do uso do prazer, isto é, a busca pela maximização do prazer, ao mesmo tempo em que se busca minimizar e/ou controlar os riscos envolvidos nestas práticas (GREGORI, 2003; ZILLI, 2007; FACCHINI, 2008). A posse deste conhecimento técnico passa pela confecção de objetos e instrumentos sadomasoquistas, seu correto manuseio, e por um conhecimento detalhado da anatomia e do funcionamento do corpo humano. A necessidade de estudar e de conhecer a fundo o BDSM antes de colocá-lo em prática é, a todo o momento, enfatizada. No workshop sobre spanking, do qual participei, para citar como exemplo, foi ensinado aos participantes de que modo, com quais instrumentos, a maneira correta de manuseá-los, a distância que se deve manter de acordo com a altura do/a sub, e em quais regiões do corpo se pode bater em outrem e as que são proibidas por oferecerem risco de acidentes, visando preveni-los e garantir ao máximo a segurança dos envolvidos, em especial daqueles que ocupam a posição de submissão no jogo sadomasoquista. Também fomos alertados sobre os perigos de se realizar qualquer cena 20 Termos nativos para designar o sujeito de sexo masculino e o de sexo feminino, respectivamente, que ocupam a posição de dominação no jogo sadomasoquista. É grafado desta maneira, com as iniciais em maiúscula, podendo ser também grafado todo em maiúsculo, para justamente marcar uma posição de dominação, em oposição aos termos sub ou escravo(a) grafadas em minúscula. 8

9 sob o efeito de álcool e/ou drogas, tanto para Dons/Dommes quanto para subs. O seguinte fragmento retirado do blog SM Sem Mistério coloca em evidência a importância do conhecimento dentro do BDSM: Dominadores(as) e Submissos(as) iniciantes. Está querendo começar? Nunca praticou? Ótimo. Não tem nada de mais nisso. Não importa sua idade: se 18 ou 48. Simplesmente assuma a sua condição de iniciante. Desça do pedestal.aproxime-se daqueles que já praticam, que já vivenciaram muitas situações reais e aprenda. Não se esqueça que informação é tudo. A prática segura do SM 21 requer algum conhecimento de várias vértices. Um bom dominador, por exemplo, vai saber alguma coisa de anatomia, psicologia, filosofia, primeiros socorros, sexualidade oposta (principalmente) e mais um monte de coisas que vai aprender estar co-relacionado com o SM. Submissos(as) aprendam também! Afinal, é seu lindo corpinho que vai estar amarrado (às vezes vendado e amordaçado) a disposição de um Dominador com um chicote de couro na mão. (Disponível em <http://smsemmisterio.blogspot.com.br/2008/12/o-w-orld-w-ide-w-eb-e-o-bdsm.html> acessos em 17 de outubro de 2012). Esse aspecto pode ser compreendido a partir do que Gregori (2003, p.111) denominou de erotismo politicamente correto, o que a autora apontou como um empreendimento, observado em sua pesquisa em sexs shops de São Francisco (EUA) e São Paulo, cuja finalidade é desvincular o erotismo de seu sentido de violação. Em suas palavras: Há um esforço claro de integração e não de subversão. A tríade SSC representa também um claro esforço da comunidade BDSM em neutralizar as noções de perigo e risco comumente associadas às suas práticas eróticas. Isso não significa, contudo, que tais práticas não sejam perpassadas, ao menos em alguma medida, pelo risco e pelo perigo. Ao contrário, a ênfase dada ao aspecto são, seguro e consensual do BDSM representa não apenas uma tentativa de lidar com perigo e risco, mas também o reconhecimento de que estes elementos permeiam e constituem tais práticas e, por isso mesmo, necessitam de uma série de códigos de condutas e de aparatos que mantenhamnos sob controle. Observo, todavia, que se o SSC constituí-se enquanto regra que norteia e orienta as condutas e os relacionamentos dentro do BDSM, este não é um conceito estático e definido em si mesmo, ao contrário, é um conceito passível de ser manipulado de acordo com cada sujeito ou situação. A seguinte passagem extraída do Portal do Senhor Verdugo ilustra esse ponto: 21 Grifos do original. 9

10 A questão do SSC é muito relativa e não pode ser vista de uma maneira simplista ou generalizada, nem tudo o que é seguro para uns o será para outros e vice-versa. Essa relatividade causa controvérsias e opiniões emocionais de ambos os lados, porém é uma situação que geralmente só o bom senso dos envolvidos pode equacionar [...] O SSC por si só não é suficiente para livrar-lhe de uma situação de risco, mas é um ponto de partida para o estabelecimento de relações com um nível de segurança maior (Disponível em <http://www.senhorverdugo.com/origem-do-ssc.html> acessos em 16 de outubro de 2012) A própria noção de consentimento, estratégica na legitimação do BDSM é também alvo de controvérsias e de constantes negociações. Algo que é muito debatido no âmbito do BDSM, pelo que tenho percebido tanto em campo quanto nas discussões pela internet, diz respeito ao fato de que, para alguns, a ideia de consentimento feriria os princípios da dominação, haja vista que alguns sujeitos argumentam que o consentimento seria uma espécie de inversão de papéis entre dominadores e submissos, na medida em que colocaria nas mãos daqueles que ocupam a posição de submissão a delimitação e a definição sobre a maneira como os jogos eróticos deveriam acontecer, borrando, desse modo, as fronteiras entre quem domina e quem se submete. Em campo, tenho ouvido de diversos subs que quem em verdade dita as regras do jogo é a/o sub e não o Dom ou a Domme, uma vez que é o primeiro e não os últimos quem define o que está disposto ou não a fazer em uma cena ou jogo erótico. Reconhece-se, em contrapartida, que sem o consentimento entre as partes não haveria como distinguir entre BDSM e violência e entre BDSM e crime, como é claramente expresso no seguinte trecho: Nada, absolutamente nada que fuja da consensualidade pode ser entendido como BDSM. Não se pode confundir a troca de poder (o momento em que um indivíduo entrega-se ao outro) com abuso ou violência gratuita (Disponível em <http://www.senhorverdugo.com/bdsm-e-sua-liturgia.html> acessos em 16 de outubro de 2012). Considerações Finais Gilles Deleuze (1983), em seu ensaio sobre A Vênus das Peles de Sacher- Masoch, aponta o contrato como a base da relação masoquista, contrato esse que pressupõe o consentimento e a reciprocidade entre os envolvidos. Partindo da premissa do SSC, a exigência do consentimento pressupõe o respeito aos limites de ambas as partes, com especial destaque aos limites dos subs. 10

11 A pesquisa tem revelado que embora esse contrato exista e faça parte das negociações no âmbito do BDSM, é um contrato não apenas passível de ser quebrado, como também se espera que assim o seja. Talvez como uma tentativa de lidar com a problemática do quem domina quem, imposta pela cláusula do Consensual, na tríade SSC, uma estratégia muito utilizada e valorizada no BDSM por muitos Dons e Dommes é a de promover o que chamam de quebrar os limites do sub ou ainda de ampliar os horizontes do sub, ou seja, estratégia de convencimento utilizada por Dons e Dommes em relação a seus subs, para que estes últimos realizem e/ou passem a aderir, ainda que de forma lenta e gradual, a práticas que inicialmente impuseram como limite ou mostraram-se relutantes. Em uma palestra sobre dominação feminina, feminização 22 e inversão de papéis 23, realizada dentro do evento em comemoração ao Dia Internacional do BDSM pelo Dominna, a palestrante, uma Domme de meia idade, colocou que a verdadeira dominação estaria justamente em obter do sub aquilo que inicialmente lhe foi negado. Dessa perspectiva, o consentimento não é um conceito estático nem tampouco estanque, mas permite múltiplas interpretações e, mais do que isso, é o tempo todo alvo de negociações e renegociações entre os praticantes do BDSM, produzindo tensões nas fronteiras entre o consensual e o não consensual. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: DELEUZE, Gilles. Apresentação de Sacher-Masoch: o frio e o cruel. In: SACHER- MASOCH, Leopold. Vênus das peles. Rio de Janeiro: Taurius, FACCHINI, Regina. Entre Umas e Outras: mulheres, (homo)sexualidades e diferenças na cidade de São Paulo. Tese (doutorado em Ciências Sociais) Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Unicamp, Campinas, FRANÇA, Isadora Lins. Sobre guetos e rótulos : tensões no mercado GLS na cidade de São Paulo. Cadernos Pagu, Campinas, n. 28, pp , FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I: A vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, GREGORI, Maria Filomena. Relações de violência e erotismo. Cadernos Pagu, Campinas, n. 20, Jogo erótico comumente atribuído à dominação feminina, na qual o sub é obrigado a se vestir e a se comportar como uma mulher, sendo assim tratado. 23 Referentes a jogos sexuais nos quais a mulher assume a posição ativa e penetra o homem com o uso de dildos ou vibradores. 11

12 GREGORI, M. F. Prazer e perigo: notas sobre feminismo, sex-shops e S/M. In: GREGORI, M. F.; PISCITELLI, A.; CARRARA, S. (Org.) Sexualidade e saberes: convenções e fronteiras. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, p GREGORI, Maria Filomena. Prazeres Perigosos: erotismo, gênero e limites da sexualidade. Tese (livre-docência). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas/IFCH,UNICAMP, Campinas, LEITE JÚNIOR, Jorge. Das maravilhas e prodígios sexuais: a pornografia bizarra como entretenimento. São Paulo: Anablume, LEITE JÚNIOR, Jorge. A pornografia bizarra em três variações: a escatologia, o sexo com cigarros e o abuso facial. In: BENÍTEZ, Maria Elvira Díaz; FIGARI, Carlos Eduardo. (eds.). Prazeres dissidentes. Rio de Janeiro: Garamond, McCLINTOCK, Anne. Couro imperial: raça, travestismo e o culto da domesticidade. Cadernos Pagu, n.20, PARREIRAS, Carolina. Sexualidades no ponto.com: espaços e homossexualidades a partir de uma comunidade on-line. Dissertação (mestrado em Antropologia Social). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas Universidade Estadual de Campinas, SILVA, Marcelle Jacinto da. Linguagens, Experiências e Convenções de Gênero e Sexualidade no BDSM. Monografia de Conclusão do Curso de Ciências Sociais. Centro de Humanidades/UFC, ZILLI, Bruno Dallacort. A perversão domesticada: Estudo do discurso de legitimação do BDSM na Internet e seu diálogo com a Psiquiatria. Rio de Janeiro: PPGSC/UERJ. Dissertação. (Mestrado em Medicina Social) ZILLI, Bruno Dallacort. BDSM DE A A Z: A DESPATOLOGIZAÇÃO ATRAVÉS DO CONSENTIMENTO NOS MANUAIS DA INTERNET. In: BENÍTEZ, María Elvira Díaz; FIGARI, Carlos Eduardo. (eds.). Prazeres dissidentes. Rio de Janeiro: Garamond, 2009a. ZILLI, Bruno Dallacort. BDSM e consentimento na internet. In: VIII Reunión de Antropología Del Mercosur (RAM). Buenos Aires, 29 de Setembro a 02 de Outubro de 2009(b). 12

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Profa. Me. Michele Costa CONVERSAREMOS SOBRE Formação de Professores Continuação do diálogo sobre o professor de educação infantil.

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

A Turma da Tabuada 3

A Turma da Tabuada 3 A Turma da Tabuada 3 Resumo Aprender brincando e brincando para aprender melhor. É dessa forma que a turma da tabuada nos levará a mais uma grande aventura pelo mundo do espaço e das formas. Na primeira

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: CLASSIFIQUE EM VERDADEIRO (V) OU FALSO (F) AS SENTENÇAS ABAIXO:

QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: CLASSIFIQUE EM VERDADEIRO (V) OU FALSO (F) AS SENTENÇAS ABAIXO: QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: 1. Um tapinha no bumbum não é considerado violência devido ao baixo grau de agressão. 2. A prática sexual com indivíduos menores de 14 anos, com o consentimento

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE MODA DA TRIBO DOS COSPLAYERS. Autor(a): Raissa Silva de Araujo Lima Email: rasinha_lima@hotmail.com

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE MODA DA TRIBO DOS COSPLAYERS. Autor(a): Raissa Silva de Araujo Lima Email: rasinha_lima@hotmail.com ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE MODA DA TRIBO DOS COSPLAYERS Autor(a): Raissa Silva de Araujo Lima Email: rasinha_lima@hotmail.com Introdução As tribos urbanas são constituídas por agrupamentos compostos por

Leia mais

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF ANEXO 01 CURSO: Tecnólogo em e Social UFF SELEÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES DISCIPLINAS / FUNÇÕES - PROGRAMAS / ATIVIDADES - PERFIS DOS CANDIDATOS - NÚMEROS DE VAGAS DISCIPLINA/FUNÇÃO PROGRAMA/ATIVIDADES

Leia mais

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC TEXTO COMPLEMENTAR AULA 2 (15/08/2011) CURSO: Serviço Social DISCIPLINA: ORIENTAÇÕES DE TCC II - 8º Período - Turma 2008 PROFESSORA: Eva Ferreira de Carvalho Caro acadêmico, na Aula 2, você estudará Áreas

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

A ESCOLA DE HOMENS Trabalho realizado com autores de Violência Doméstica, no Juizado de Violência Doméstica e Familiar da Comarca de Nova Iguaçu

A ESCOLA DE HOMENS Trabalho realizado com autores de Violência Doméstica, no Juizado de Violência Doméstica e Familiar da Comarca de Nova Iguaçu A ESCOLA DE HOMENS Trabalho realizado com autores de Violência Doméstica, no Juizado de Violência Doméstica e Familiar da Comarca de Nova Iguaçu Por: Ana Keli Lourenço da Rocha Tomé Sob a supervisão do

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

VIII SEMINÁRIO DE DANÇA DE JOINVILLE DEIXA A RUA ME LEVAR! Chamada para inscrição e envio de trabalhos acadêmicos

VIII SEMINÁRIO DE DANÇA DE JOINVILLE DEIXA A RUA ME LEVAR! Chamada para inscrição e envio de trabalhos acadêmicos VIII SEMINÁRIO DE DANÇA DE JOINVILLE DEIXA A RUA ME LEVAR! Chamada para inscrição e envio de trabalhos acadêmicos Convocamos todos os pesquisadores (graduação ou pós-graduação) com trabalhos em desenvolvimento

Leia mais

Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes: Um Desafio à Primeira Década do Novo Milênio

Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes: Um Desafio à Primeira Década do Novo Milênio Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes: Um Desafio à Primeira Década do Novo Milênio A exploração é caracterizada pela relação sexual de criança ou adolescente com adultos, mediada por

Leia mais

Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba

Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba 1 A dignidade do ser humano é inviolável. Deve ser respeitada e protegida Artigo 1º da

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

MITOS E REALIDADES A QUESTÃO DA VIOLÊNCIA

MITOS E REALIDADES A QUESTÃO DA VIOLÊNCIA MITOS E REALIDADES A QUESTÃO DA VIOLÊNCIA Mitos e Realidades Algumas considerações O álcool e as drogas são as causas reais da violência. O consumo de álcool pode favorecer a emergência de condutas violentas,

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança.

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. Jaquelaine SOUSA 1 Dalva Borges de SOUZA 2 Programa de Pós-Graduação em Sociologia/Faculdade de Ciências

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com Tema:Humor Você vai ler a seguir um fragmento da peça teatral Lua nua, de Leilah Assunção, que foi encenada em várias cidades do país entre 1986 e 1989, sempre com grande sucesso de público e de crítica.

Leia mais

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES SECRETRIA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Diretrizes para Implementação dos Serviços de Responsabilização e Educação dos Agressores

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 Este artigo trata da difícil relação entre a teoria psicanalítica, que tradicionalmente considerava os comportamentos eróticos entre pessoas

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, impactos e perspectivas.

VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, impactos e perspectivas. VII Congresso Latino-Americano de Estudos do Trabalho. O Trabalho no Século XXI. Mudanças, impactos e perspectivas. GT 03 - Gênero, trabalho, profissões e políticas sociais na América Latina, na atualidade:

Leia mais

Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural. Contextualização. Gênero. Teleaula 2. Letras. Diversidade de Gênero

Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural. Contextualização. Gênero. Teleaula 2. Letras. Diversidade de Gênero Atividades Acadêmico-Científico- -Culturais: Diversidade Cultural Teleaula 2 Diversidade de Gênero Profa. Dra. Marcilene Garcia de Souza tutorialetras@grupouninter.com.br Letras Contextualização Por que

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS IFAM CAMPUS HUMAITÁ CURSO DE... NOME DO(A) DISCENTE TÍTULO DA PESQUISA HUMAITÁ AM ANO EM QUE O TRABALHO

Leia mais

Linguística Aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a oralidade em sala de aula (Juliana Carvalho) A Linguística Aplicada (LA) nasceu há mais ou menos 60 anos, como uma disciplina voltada para o ensino

Leia mais

ANÁLISE DE VÍDEOS DOCUMENTAIS: PERSPECTIVAS PARA DISCUSSÕES ACERCA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA NEVES

ANÁLISE DE VÍDEOS DOCUMENTAIS: PERSPECTIVAS PARA DISCUSSÕES ACERCA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA NEVES ANÁLISE DE VÍDEOS DOCUMENTAIS: PERSPECTIVAS PARA DISCUSSÕES ACERCA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA Rouseleyne Mendonça de Souza NEVES Mestrado em Educação em Ciências e Matemática - UFG Órgão financiador: CAPES

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA Q U E S T Õ E S E R E F L E X Õ E S Suraya Cristina Dar ido Mestrado em Educação Física, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, SP, 1987 1991 Doutorado em

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

MODELAGEM COM EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM E APLICAÇÕES À ECONOMIA

MODELAGEM COM EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM E APLICAÇÕES À ECONOMIA MODELAGEM COM EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM E APLICAÇÕES À ECONOMIA PAULO, João Pedro Antunes de Universidade Estadual de Goiás UnU de Iporá jpadepaula@hotmail.com RESUMO Esta pesquisa foi feita

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

OS DIREITOS HUMANOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES

OS DIREITOS HUMANOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES OS DIREITOS HUMANOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES Gisllayne Rufino Souza* UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo de Cidadania e Direitos

Leia mais

Palavras-chave: Toponímia, linguística, memória, imigração italiana, Belo Horizonte.

Palavras-chave: Toponímia, linguística, memória, imigração italiana, Belo Horizonte. MARCAS DA ITÁLIA NA TOPONÍMIA DE BELO HORIZONTE Resumo Zuleide Ferreira Filgueiras 1 Esta comunicação tem como objetivo apresentar os principais resultados da dissertação de mestrado A presença italiana

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA FARIAS, Maria Lígia Malta ¹ SOUSA, Valéria Nicolau de ² TANNUSS, Rebecka Wanderley ³ Núcleo De Cidadania e Direitos Humanos/ PROEXT RESUMO O Projeto de Extensão

Leia mais

Bareback: um tiro no escuro em nome do prazer

Bareback: um tiro no escuro em nome do prazer Bareback: um tiro no escuro em nome do prazer Amon Monteiro amon_738@yahoo.com.br Instituto de Filosofia e Ciências Sociais 8º Período Orientadores: Mirian Goldenberg, Antonio Pilão Núcleo de Estudos de

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

Nem tudo o que parece, é! Estereótipos de género, os meios de comunicação social, as e os jovens

Nem tudo o que parece, é! Estereótipos de género, os meios de comunicação social, as e os jovens Nem tudo o que parece, é! Estereótipos de género, os meios de comunicação social, as e os jovens Senhora Presidente da CIG, Caras parceiras e parceiro de mesa, Caras senhoras e caros senhores, É com grande

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso após a cerimónia de assinatura

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Alessandro Alves A pré-adolescência e a adolescência são fases de experimentação de diversos comportamentos. É nessa fase que acontece a construção

Leia mais

Projeto de Pesquisa. Profª Drª Lívia Haygert Pithan Supervisora do Setor de TCC da FADIR livia.pithan@pucrs.br

Projeto de Pesquisa. Profª Drª Lívia Haygert Pithan Supervisora do Setor de TCC da FADIR livia.pithan@pucrs.br PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE DIREITO Projeto de Pesquisa Profª Drª Lívia Haygert Pithan Supervisora do Setor de TCC da FADIR livia.pithan@pucrs.br 1 1. Definição Projeto

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS - RS UFMG - EXTENÇÃO JUVIVA 2-CURSO DE ATUALIZAÇÃO EJA E JUVENTUDE VIVA 2-T9

UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS - RS UFMG - EXTENÇÃO JUVIVA 2-CURSO DE ATUALIZAÇÃO EJA E JUVENTUDE VIVA 2-T9 UNIVERSIDADE DE MINAS GERAIS - RS UFMG - EXTENÇÃO JUVIVA 2-CURSO DE ATUALIZAÇÃO EJA E JUVENTUDE VIVA 2-T9 RELATÓRIO: JUVENTUDE NEGRA: PRECONCEITO, VIOLÊNCIA E DISCRIMINAÇÃO RACIAL MARIA DO SOCORRO SILVA

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

COMO SERÁ ELABORADA A PROPOSTA DE TEMA PARA A REDAÇÃO DO ENEM?

COMO SERÁ ELABORADA A PROPOSTA DE TEMA PARA A REDAÇÃO DO ENEM? COMO SERÁ ELABORADA A PROPOSTA DE TEMA PARA A REDAÇÃO DO ENEM? A proposta para a redação do Enem é elaborada de forma a possibilitar que os participantes, a partir dos subsídios oferecidos, realizem uma

Leia mais

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 660 ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Camila Rodrigues Costa 1, 2 Matheus

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta.

As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. As relações de gênero socialmente constituídas e sua influência nas brincadeiras de faz de conta. Angela Agulhari Martelini Gabriel. Pedagogia. Prefeitura Municipal de Bauru. helena2008mg@hotmail.com.

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo.

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Sonhos Pessoas Para a grande maioria das pessoas, LIBERDADE é poder fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Trecho da música: Ilegal,

Leia mais

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Reflexão sobre aspectos da rotina nas creches e pré-escolas, tomando com motivação os desenhos de Francesco Tonucci e buscando apoio em alguns trabalhos teóricos significativos

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

Subjetividade, afetividade, mídia 1

Subjetividade, afetividade, mídia 1 Subjetividade, afetividade, mídia 1 Edneuza Alves Universidade Católica de Brasília Nesta comunicação, analiso e discuto o relacionamento afetivo do homem moderno através da mídia, tomando como recorte

Leia mais

Ministério do Esporte

Ministério do Esporte INCLUSÃO, GÊNERO E DEFICIÊNCIA Ministério do Esporte Objetivo Geral do PST... Democratizar o acesso ao esporte educacional de qualidade, como forma de inclusão social, ocupando o tempo ocioso de crianças

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

Carlos Fabiano de Souza IFF UFF carlosfabiano.teacher@gmail.com

Carlos Fabiano de Souza IFF UFF carlosfabiano.teacher@gmail.com VIII Jornada de Estudos do Discurso NARRANDO A VIDA SOCIAL A FALA DO PROFESSOR DE INGLÊS SOBRE A SUA ATIVIDADE DOCENTE EM CURSOS DE IDIOMAS: POR UM ITINERÁRIO INVESTIGATIVO NA INTERFACE TRABALHO & LINGUAGEM

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ministrantes: Anita Maria da Rocha Fernandes César Albenes Zeferino Maria Cristina Kumm Pontes Rafael Luiz Cancian Itajaí,

Leia mais

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Thayane Lopes Oliveira 1 Resumo: O tema Relações de gênero compõe o bloco de Orientação Sexual dos temas transversais apresentados nos parâmetros curriculares

Leia mais

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. RESUMO Nós, jovens brasileiros, é uma continuidade do conhecido Este jovem brasileiro, sucesso do portal por 6 edições consecutivas.

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

PRIMEIRA LINGUAGEM DE AMOR: PALAVRAS DE ENCORAJAMENTO

PRIMEIRA LINGUAGEM DE AMOR: PALAVRAS DE ENCORAJAMENTO 50 Nona Lição AS CINCO LINGUAGENS DE AMOR Alguma coisa em nossa natureza clama por sermos amados. No âmago da nossa existência há o íntimo desejo se sermos amados. O casamento foi idealizado para suprir

Leia mais

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti

Jogos. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti Jogos Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti Teoria dos Jogos Neste curso, queremos olhar para redes a partir de duas perspectivas: 1) uma estrutura subjacente dos links de conexão 2) o comportamentos

Leia mais

Quando crescer, vou ser... estatístico!

Quando crescer, vou ser... estatístico! Page 1 of 7 Ferramentas Pessoais Acessar Registrar Ir para o conteúdo. Ir para a navegação Busca Buscar na On-line Buscar Busca Avançada Seções On-line Revista Voltar à página principal Revista Edição

Leia mais

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 Cultura, história e gastronomia: análise de enquadramento do jornalismo gastronômico 1 RESUMO Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 O texto parte de uma pesquisa que tem como proposta realizar

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

Dia_Logos. café teatral

Dia_Logos. café teatral café Café Teatral Para esta seção do Caderno de Registro Macu, a coordenadora do Café Teatral, Marcia Azevedo fala sobre as motivações filosóficas que marcam esses encontros. Partindo da etimologia da

Leia mais

Manual de administração

Manual de administração Manual de administração Como fazer outsourcing dos sistemas de informação Índice Introdução Passo 1 - Definir o enquadramento Passo 2 - Analisar os recursos e serviços internos Passo 3 - Analisar os recursos

Leia mais

Análise textual com o programa ALCESTE: uma aplicação em pesquisa de representações sociais no campo da política

Análise textual com o programa ALCESTE: uma aplicação em pesquisa de representações sociais no campo da política Análise textual com o programa ALCESTE: uma aplicação em pesquisa de representações sociais no campo da política Carolina Fernandes Pombo-de-Barros Este texto integra o material Caminhos para análise de

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais